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domingo, 1 de setembro de 2013

Entre Hipócrates a hipócritas existem muito mais diferenças do que se possa imaginar através de mera paronímia --- Especiarias: Os mais-menos fomentadores de opinião




Hipócrates
Mensagens extraídas de kdfrases

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Laura Greenhalgh

Doutor Preto

31 de agosto de 2013 

Laura Greenhalgh

Espetáculo patético. Médicos estrangeiros são obrigados a cruzar um corredor polonês de manifestantes em jalecos brancos gritando slogans que julgam ser de grande elevação espiritual - "Revalida!", "volta pra casa", "escravo, escravo...". A nau dos insensatos parecia ecoar no dia seguinte, na imagem publicada de um médico cubano, negro, visivelmente constrangido pelo protesto de que era alvo, em Fortaleza. E as insanidades prosseguiram: da tuiteira que indaga como lidar com médicas parecidas a domésticas a comentaristas tratando os vaiados como "agentes cubanos". É triste, bate até um desalento. Não funciona dizer que é culpa do governo, saída fácil a escamotear o pior. Trata-se de preconceito.

Sabemos não é de hoje que a medicina no Brasil se fez uma profissão tão branca quanto a roupa que distingue seus profissionais - apenas 1,5% deles se declaram negros, segundo o IBGE. Dado estatístico, de uma constatação empírica - afinal, quantos clínicos ou cirurgiões negros você conhece? Não é de hoje que este país sofre da má distribuição de seus médicos, o que faz com que vastidões continuem desassistidas para o atendimento básico, o que dizer então dos casos em que se requer atendimento especializado. Como não é de hoje que, embora tenhamos o SUS, predomina em nossas vidas, bem como em nossas expectativas de futuro, a visão mercadológica da medicina, no sentido de que o melhor estará sempre reservado a quem pode bancar. Mas, ainda que saibamos de tudo, vale indagar se os atores do protesto terão vaiado apenas os profissionais de fora, inscritos no programa oficial.

Saiu vaiada a medicina social brasileira. Como saíram vaiados profissionais que deram e dão duro para fazer com que a saúde seja um direito de todos neste país. Hoje pretendo usar este espaço para lembrar de um deles, por coincidência negro e, mais coincidência ainda, neto de escravos.

Chamava-se Justiniano Clímaco da Silva, mas a clientela o tratava como "Doutor Preto". Fez história no Paraná, precisamente em Londrina, onde trabalhou até morrer, em 2000, aos 93 anos. Destacou-se numa cidade muito pobre até idos de 1930, depois enriquecida pela cafeicultura - cidade em cujos anais consta a saga vitoriosa dos colonos brancos, de origem europeia, nem tanto a força de trabalho dos negros libertos. E não foram poucos - no século 19, os escravos representavam 25% da população do Estado.

Pois bem, Justiniano Clímaco nasceu preto e pobre em Santo Amaro da Purificação, na Bahia, em 1908. Filho de carpinteiro e criada doméstica, cismou de imitar o Dr. Bião, médico da cidade. Queria ser como ele. Então virou preto, pobre e pretensioso. Tanto fez que lhe arrumaram estudos num seminário e cama na casa de uma tia em Salvador. Daí, preto, pobre, pretensioso e persistente, não virou padre, mas bacharel em Ciências e Letras. Depois virou professor do ginásio, deu aulas de matemática e latim, o que pagaria o preparatório para a Faculdade de Medicina da Bahia. Entrou. Fez o curso. Formou-se em 1933 numa classe com 95 alunos, contabilizados aí uma única mulher e ele, o único negro. Topou com a notícia de que a Companhia de Terras Norte do Paraná, firma inglesa que loteava uma vasta área do Estado, recrutava braços para a lavoura, apesar do avanço do tifo e da febre amarela. Pensou: se tem doença, precisa de médico. É lá que eu vou.

Assim começa a maior viração do Doutor Preto, 50 anos de clínica, mais de 30 mil pacientes, fundador de hospitais na região e tema de trabalho acadêmico de Maria Nilza da Silva, da Universidade Estadual de Londrina (UEL). A pesquisa da socióloga, da qual participou a aluna Mariana Panta, dá conta de um "escravo da medicina", usando expressão do médico cubano vaiado em Fortaleza. Justiniano Clímaco chegou em 1938 a uma Londrina sem luz elétrica para acionar o infravermelho que trouxe de Salvador. Fervia e flambava os próprios instrumentos, não tinha raio X, anestesiava os pacientes com máscaras de clorofórmio, rastreava tumores por apalpação, ouvia pulmões e corações longamente. Dizia: "Clínica geral tem que ser feita assim: sem pressa". Foi pioneiro no uso da penicilina ao tratar doenças sexualmente transmitidas, que proliferavam numa fronteira agrícola com gente de tudo quanto é lugar. Com o tempo, arrumou um Ford 28 para atender na roça e levar casos graves até Curitiba - 400 quilômetros por terra, dois dias de viagem.

Cobrava de quem tinha para pagar. E aceitava uma leitoinha, ou um queijo caseiro, por serviços prestados. Da clínica que abriu inicialmente, Casa de Saúde Santa Cecília, passou a se articular com os mais influentes para criar instituições como a Santa Casa de Londrina e a Sociedade Médica de Maringá. Chegou a arrancar do presidente Dutra os tostões necessários para um hospital de tuberculosos em Apucarana, depois transferido para Londrina. Hoje ali funciona o Hospital Universitário, centro de referência médica do norte do Paraná. Um belo dia Doutor Preto achou que seria bom provar do poder. Disputou uma vaga como deputado estadual, foi o quinto mais votado, mas odiou os anos na política, vividos solitariamente numa pensão em Curitiba. Queria voltar para a clientela. E dela não mais se separou.

Voltou também para a garotada do ginásio, ele que se tornara poliglota - falava além de grego e latim, alemão e francês. Perguntavam-lhe por que dar aulas, afinal, já suava o jaleco. "Docendo discitur", respondia. Ensinando é que se aprende. Só um dia perdeu as estribeiras com paciente.

O sujeito marrento o interpelou no corredor do hospital, perguntando pelo Doutor Clímaco. Ouviu um naturalíssimo "sou eu". E rebateu com um insultuoso "não vem não, negão, vai logo chamar o médico". Preconceito não só fere, como turva os sentidos. Justiniano Clímaco agarrou o homem e jogou-o no rua. Sem consulta. Fez cardiologista seu único filho, adotivo, e doou tudo para a cidade, inclusive a maleta de médico. A casa onde morou até morrer foi derrubada, mas seu nome continua de pé numa unidade básica de saúde. Neto de escravos, Doutor Preto teria algo a dizer aos médicos brasileiros que hoje vaiam médicos cubanos.

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Hooligans com avental vaiam os médicos cubano. Senhores Promotores de Justiça: Não era que no Brasil havia uma lei contra o racismo? Estamos esperando que se organize um KKK?
Os Filhos de Hipócrates

Carlos A. Lungarzo

Hipócrates de Cós (século V antes de Cristoé o “pai” da medicina ocidental. A ele se atribui o juramento onde promete que exercerá a profissão com base em regras éticas e no amor ao próximo. Isto aconteceu há 25 séculos, nada menos! Por isso, ao dizer que o Brasil está no século XVIII (quando, por exemplo, se persegue gays, ateus, negros e grávidas) comete-se um erro. Em matéria de moral médica estamos antes do ano ―400.

Sabemos que as leis brasileiras consideram crime a omissão de socorro. Mas, as poderosas corporações médicas vão além:

Eles querem que a justiça brasileira proíba ao governo de importar médicos estrangeiros, para os lugares onde os abastados médicos brasileiros não querem iras regiões pobres do país. Eles não apenas omitem socorro. Eles querem proibir a atenção médica para os pobres.

Observemos o seguinte:

1.   Os médicos estrangeiros não disputam “mercadoria” com os poderosos vendedores de saúde que estão nos centros ricos do país. Os milhões de miseráveis que não têm assistência médica mal podem comprar uma aspirina. Então, os médicos estrangeiros não estão tirando um tostão dos chefões da saúde.

2.   Inicialmente, as corporações médicas diziam que a importação tiraria o trabalho dos médicos brasileiros. Então, por que será que esses médicos não querem se inscrever para servir em lugares pobres?

3.   Isto significa que o objetivo das corporações nem sequer é o lucro predatório, que já seria algo brutal, tratando-se de saúde. Eles querem que não apareçam novos médicos que escapem a seu controle e que o brasileiro não possa perceber que existem formas de medicina que não são apenas máquinas de fazer dinheiro, mas têm uma missão social e humanitária.

4.   Mesmo num país totalmente corporativista, onde o 80% da população jamais é ouvida, a corporação médica chama a atenção por seu corporativismo superlativamente fechado. Elas são instituições para as quais a vida humana vale tanto como um pedaço de picanha para o dono de um açougue, ou talvez menos, e representam uma elite, que são os médicos. Uma prova disso é que, salvo pouquíssimos jovens de grande talento, os que entram nas grandes faculdades de medicina são filhos de famílias abastadas. A classe média baixa não encontra cursos onde o vestibular seja menos discriminatório, porque nem todas as universidades podem bancar um custoso programa de medicina.

Os argumentos que se usam para impedir a entrada de médicos estrangeiros são um sarcasmo aos poderes públicos. Pretendem dizer que importar médicos é inconstitucional. O cúmulo foi a afirmação de um dos chefões da saúde, que disse que os contratos internacionais dos cubanos, fiscalizados pela OMS e ajustados à legislação internacional, poderia colocar esses médicos em condição de “trabalhadores escravos”.

Os que difundem fábulas, tentando mostrar que a importação de médicos é um ato ilegal, especulam com a desinformação popular. No mapa seguinte, vemos que países com a melhor medicina do mundo (por exemplo, UK), aceitam grandes proporções de médicos formados no exterior.



A medida de importar médicos deve ser aplaudida, mas também deve ter-se em conta que estamos “um pouco” atrasados com respeito a outros países, como a Grã Bretanha que começou a importar médicos estrangeiros desde há mais de 100 anos.

Também deve-se lamentar a fraqueza com que o governo lida com a pressão, a sabotagem e as ameaças das corporações médicas. A atenção médica está entre os chamados de “serviços essenciais”. Alguém duvida disso? Portanto, o estado tem não apenas o direito, mas também o dever de punir os médicos que fazem greves políticas para desestabilizar o programa Mais Médicos. Também deve-se reprimir a sabotagem dos conselhos regionais que já estão ameaçando usar a polícia contra os médicos cubanos. Um absurdo! No mínimo, o governo deve garantir a integridade física dos cubanos, reforçando a vigilância policial nos locais onde eles trabalhem.

Aliás, as frases demagógicas, como as ditas pela presidenta, louvando o suposto compromisso dos médicos nacionais com a qualidade, impedem que o povo veja a realidade: que a saúde de qualidade é só para os ricos, e que as entidades médicas não estão nem aí para os milhares de brasileiros que são vítimas de abandono e de “erro médico”.

O pior está na “indignação” dos ilustres hipocráticos por causa de que os diplomas dos estrangeiros não serão revalidados. Ora, o revalida colocaria os médicos importados nas mesmas condições que os médicos brasileiros. Então, gostaríamos de saber:

A enorme quantidade de erros médicos que se cometem no Brasil é de autoria de profissionais estrangeiros que não revalidaram seu diploma?

Neste blog (vide), mostra-se a gravidade dos erros médicos cometidos no Brasil que excedem longamente o de qualquer outro país da América Latina e da Europa. Isso, sem contar as numerosas mortes por negação voluntária de socorro. Além dos médicos cubanos, conhecedores de doenças tropicais que afetam a população pobre, o Brasil está recebendo experientes médicos portugueses, espanhóis e sul americanos, alguns deles até aposentados.

Será que as corporações médicas brasileiras têm medo de que esses estrangeiros sejam realmente eficientes, bons profissionais e não cometam erros médicose então os pretextos usados pelas associações médicas, que sempre encobrem esses crimes, fiquem evidentes?

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Carlos Alberto Lungarzo foi professor titular da UNICAMP até aposentadoria e milita em Anistia Internacional (AI) desde há muitos anos. Fez parte de AI do México, da Argentina e do Brasil, até que esta seção foi desativada. Atualmente é membro da seção dos Estados Unidos (AIUSA). Sua nova matrícula na Organização é de número 2152711. Colabora com esta nossa Agência Assaz Atroz 

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04/01/2013

Da Folha Online – São Paulo

O Brasil deverá ser o país com menor crescimento na América do Sul no primeiro triênio da gestão da presidente Dilma Rousseff. A média de expansão esperada para a economia brasileira entre 2011 e 2013 é de 2,4%, número menor que o projetado para todos os demais países da região. Se isso se confirmar, será a primeira vez desde o governo Fernando Collor de Mello (1990-1992) - quando a economia contraiu 1,2% - que o Brasil perderá para todos os vizinhos no primeiro triênio de governo. 

O desempenho médio do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil também deverá perder no triênio para o do México e de outros nove emergentes, só acima da Hungria, afetada pela crise do euro. 

Os números levantados pela Folha são da consultoria britânica EIU (Economist Intelligence Unit). Projeções do Itaú Unibanco e do HSBC para as economias sul-americanas confirmam a tendência. 

AMÉRICA DO SUL - As projeções indicam recuperação do Brasil em 2013, com crescimento entre 3% e 3,5%. Ainda assim, o desempenho do país deverá ser pior que o das economias mais dinâmicas da América do Sul. 

Diferenças entre o tamanho das economias e seu nível de desenvolvimento podem ajudar a explicar taxas distintas de expansão. 

Luiz Fernando de Paula, professor da UERJ, acredita, por exemplo, ser normal que Colômbia, Peru e Chile cresçam a taxas mais elevadas: "São países de dimensão pequena. A economia do Brasil é mais complexa". 

Mas a trajetória recente de expansão do Brasil em comparação com a de seus vizinhos e de outros emergentes indica que o país enfrenta problemas domésticos que limitam sua expansão. "Nossa desaceleração é, de longe, maior que a dos vizinhos. Vários enfrentaram cenário de crise externa igual ao nosso e não pararam de crescer", diz Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco. 

Ele ressalta que alguns países da região aproveitaram os anos de bonança dos altos preços de commodities para elevar sua taxa de investimento, o que aumenta a capacidade de crescimento. 

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Assaz Atroz


(AA: Título Original)
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Recebido por e-mail da redecastorphoto:

30/08/2013 - 10h38

(AA: Título Modificado)

Crescimento do Brasil no 2º tri é destaque entre economias globais; veja outros países



DE SÃO PAULO

Em contraste com o cenário mais moderado esperado até então para o ano de 2013, o forte crescimento do PIB do segundo trimestre coloca o Brasil na lista dos países com um dos maiores avanços no período.

O bom desempenho em quase todos os setores --da agricultura à indústria-- garantiu um crescimento de 1,5% de abril a junho. Trata-se de um resultado superior às expectativas de mercado e provavelmente o melhor trimestre do ano, segundo a projeção dos analistas.

A economia do país fica, assim, à frente de todos os resultados europeus já divulgados até agora.

No bloco, Portugal teve o melhor desempenho, com evolução de 1,1%, bem acima da zona do euro (0,3%). O avanço, contudo, segue uma retração de 0,4% nos três primeiros meses do ano.

Alemanha e Reino Unido, de maior peso para a região, tiveram um avanço de 0,7% entre abril e junho e também representaram posição de destaque dentro do bloco.

Os EUA surpreenderam analistas ao mostrar ontem, com dados revisados, um ritmo da economia acima do que o anteriormente divulgado. O novo cálculo apresenta um PIB de 0,6% no trimestre --2,5% em termos anualizados--, ante estimativa anterior de 0,4% (1,7% anualizado).

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Editoria de Arte/Folhapress [Com Artimanha PressAA]





Exportações acima do previsto e o desempenho positivo do varejo contribuíram para o resultado, que reforçou a hipótese dos analistas de que o BC dos EUA inicie a retirada dos estímulos vigentes no país desde 2008 ainda neste ano.

Mesmo em rota de desaceleração, assim como outras economias emergentes, a China ainda expressa um PIB superior ao brasileiro, com avanço de 1,7% no trimestre.

Já o Japão, que ainda torce por resultados das políticas econômicas do primeiro-ministro Shinzo Abe, ainda fica atrás do Brasil. O país asiático conseguiu alcançar uma evolução de 0,6% no PIB do trimestre, mesmo nível dos EUA.

MUDANÇA DE CENÁRIO

Enquanto economias avançadas surpreendem com indícios de recuperação mais firme do período fraco que se estendeu desde 2008, países emergentes passam por um momento de atenção.
Enfrentam os efeitos da queda nos preços das commodities, da desaceleração no crédito e da desvalorização das moedas locais causada pela fuga de capitais deflagrada pela expectativa do fim dos estímulos nos EUA.

O FMI (Fundo Monetário Internacional) prevê crescimento menor em 2013 para a África do Sul, Rússia e México, por exemplo, enquanto projeta crescimento mais significativo para Reino Unido e Japão.

A entidade acredita, segundo o último relatório, de julho, que o Brasil consiga alcançar um avanço de 2,5% no ano, número superior à projeção dos analistas brasileiros até então, mais próxima de 2%.

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Abutres do Partido da imprensa Golpista perdem mais uma!


Diante do resultado da economia no segundo trimestre do ano, com crescimento de 1,5% no período e alta anualizada de 6% - percentuais apurados pelo IBGE e aceitos até pelos mais céticos -, considerar pessimistas os economistas, articulistas e agentes financeiros e políticos que vêm fazendo seguidas profecias de debacle passou a ser simplório.
O que se quer, na verdade, neste campo em que se enxergam apenas sombras no ambiente econômico e projetam-se chuvas e trovoadas para cada alvorecer, é praticar o antigo jogo do quanto pior, melhor. Ganha nesta parada quem contribuir mais efetivamente para a não reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014.
Em outras palavras, as análises econômicas veiculadas nas mais variadas plataformas da mídia tradicional estão se revelando contaminadas pelo interesses político. Se fosse diferente, os números realizados pela economia brasileira coincidiriam com as sinistroses espalhadas diariamente em todos os jornais, revistas e tevês do País. No entanto, o que se vê é uma persistente resistência do Brasil real contra esse Brasil imaginado pelos arautos do caos.
Se não é assim, então vejamos:
(...)
Abaixo, algumas profecias que não se realizaram:
(Para ler completo, clique no título)

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De...

Informativo assinado por 111.960 comunicadores

...para a PressAA...


Publicado em Sexta, 30 Agosto 2013

O jornalista Palmério Dória lança O Príncipe da Privataria – A história secreta de como o Brasil perdeu seu patrimônio e Fernando Henrique Cardoso ganhou sua reeleição, da Geração Editorial, que define o trabalho como “livro bomba”. Na obra, ele resgata fatos dos dois mandatos do ex-presidente (1995 a 2002), fala sobre as polêmicas privatizações do governo PSDB e revela a identidade do “Senhor X”, fonte responsável pela denúncia do escândalo de compra de votos no Congresso. [AA: Para ler nota completa, clique no título]

O PRÍNCIPE DA PRIVATARIA
Editora define obra como "livro bomba"

http://www.mailingplus.com.br/deliverer_homolog/arq/cli/arq_3197_134199.jpg

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Biografia não autorizada de Otávio Cabral traz erros históricos crassos, além de realçar aspectos pessoais em detrimento dos políticos
Da Redação
Livro traz barbaridades e invencionices, segundo Mario Sergio Conti

O jornalista Mario Sergio Conti publicou na revista Piauí uma resenha (Chutes para todo lado) sobre a biografia não autorizada de José Dirceu. O livro “Dirceu – A biografia” foi lançado em junho deste ano pelo editor da revista Veja Otávio Cabral (Editora Record). Em duas semanas, a suposta biografia teria vendido 30 mil exemplares e chegou à lista dos mais vendidos de não ficção. No entanto, é assustador a quantidade de erros encontrados na obra, que não contou com sequer uma entrevista com o biografado e pessoas próximas a ele.

Conti fez o trabalho de relatar todas as inverdades encontradas em suas páginas, das menores às maiores, estas históricas. Ele lista vários equívocos só nas seis primeiras páginas do capítulo inicial. “E a sexta página se encerra com um abuso: Otávio Cabral afirma que José Dirceu apoiava Jango ‘mais para se opor ao pai do que por ideologia’. Nada autoriza o biógrafo a insinuar o melodrama edipiano. Ainda mais porque, dois parágrafos adiante, é transcrita uma declaração na qual José Dirceu afirma que, no dia mesmo do golpe, se opôs à ditadura por “um problema de classe”, completa.

Entre as “invencionices” do biógrafo Cabral, listadas por Conti, estão afirmações de que Dirceu teria trabalhado na TV Tupi, o que não confere. Diz ainda que o presidente do PT Rui Falcão foi colega de Dirceu na PUC, onde estudou jornalismo. A PUC sequer tinha curso de jornalismo e Falcão fez direito na Universidade de São Paulo. Afirma que uma das ações mais ousadas de Dirceu “foi a destruição do palanque do governador paulista, Abreu Sodré, no 1º de maio de 1968, na Praça da Sé. O ataque a Sodré foi feito por metalúrgicos de Osasco, liderados por José Ibrahim”.

O biógrafo afirma que em 1968 “a Guerra Fria encontrava-se no auge e a invasão dos Estados Unidos a Cuba era iminente”. Mario Sergio Conti corrige: “A invasão de Cuba fora eminente em 1961, quando a CIA organizou o desembarque na Baía dos Porcos, e no ano seguinte, durante a crise dos mísseis, e não seis anos depois. E 1968 não foi o ano do auge da Guerra Fria, e sim o da sua grande crise, que levou o capitalismo e o stalinismo a se darem as mãos”.




"Eu escrevo livros, por isso sei todo o mal que eles [podem] faze[r]m", Léon Tolstoi





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Jornalista Mario Sérgio Conti é demitido do ‘Roda Viva’, na TV Cultura

No cargo desde julho, Mendonça disse que dispensou Conti porque seu “salário é muito alto”. Contratou Augusto Nunes, segundo disse, “pela metade” do custo.
Pela Folha e pelo Globo, o jornalista Elio Gaspari contou que Conti foi dispensado porque reconvidou Fernando Henrique Cardoso para o programa que foi ao ar dia 1º de julho. O ex-presidente fora convidado e depois desconvidado, segundo foi dito à época, para não dar a impressão de que a pauta do programa era demasiadamente tucana. Gaspari relatou que a iniciativa do cancelamento partiu de Mendonça, o que gerou um questionamento de Conti ao novo chefe sobre sua autonomia. Há quem garanta que o Conselho da Fundação Padre Anchieta foi o primeiro foco de pressão recebido por Mendonção para adiar ou cancelar a entrevista com FHC, visto que o ex-governador José Serra havia sido entrevistado lá mesmo na semana anterior.
(Clique no título para ler completo)


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(informações de rodapé e outras que talvez você não tenha visto)

MAIS DE R$ 300 MILHÕES FORAM GASTOS NA COMPRA DE VOTOS QUE GARANTIRAM A REELEIÇÃO DE FHC EM 1998

Esquema de compra de votos tem conexão com cartel metroferroviário, denunciado pela multinacional Siemens

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Recebidos por e-mail da redecastorphoto:

Primavera Árabe


30 de agosto de 2013 


RICARDO GOZZI - Agência Estado

Quando se entra em uma guerra, é impossível determinar quando ela irá terminar. A advertência foi feita por Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira, doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo e professor titular aposentado de história da política exterior do Brasil no Departamento de História da Universidade de Brasília (UnB), ao comentar a intenção declarada pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de promover uma ação militar "limitada" e de curta duração contra o governo da Síria. Em entrevista à Agência Estado, Moniz Bandeira adverte para os riscos de desestabilização regional e global de uma campanha de bombardeios dos EUA contra a Síria. Ele afirmou ainda que a decisão do Parlamento britânico de desautorizar o envolvimento do país em uma eventual guerra é um sinal de que "a democracia agora funcionou" no Reino Unido. Moniz Bandeira também qualifica como "guerra psicológica" a afirmação norte-americana de que o aparente uso de armas químicas partiu do governo e diz não haver "a menor dúvida" de que esses ataques foram perpetrados pelos rebeldes que tentam derrubar o presidente Bashar Assad. Eis os principais trechos da entrevista.
Agência Estado - Na noite de quinta-feira, o Parlamento britânico votou contra a participação do Reino Unido em uma eventual intervenção externa na Síria e o primeiro-ministro David Cameron disse que respeitaria a decisão. Qual o efeito desse desdobramento sobre a iniciativa de ação militar empenhada pelos Estados Unidos?
Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira - A democracia agora funcionou na Grã-Bretanha. A defecção do primeiro-ministro David Cameron refletiu o estado de ânimo do povo inglês, farto de guerras no Oriente Médio e da farsa montada pelo presidente George W. Bush e pelo primeiro-ministro Tony Blair, que o Prêmio Nobel da Paz, Barack Obama, continuou a desenvolver. Esperemos que François Hollande, presidente da França, lhe siga o exemplo. O secretário de Estado, John Kerry, disse que o uso de gás é "obscenidade moral". Os Estados Unidos provaram que Assad usou essa arma química? Não. E quem usou? Israel? Os insurgentes? E mesmo se provasse, que o governo de Assad cometesse essa estupidez, os Estados Unidos não têm mandato para ser polícia global ou para usar a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) como polícia global.
(...)
AE - Quais o senhor considera os objetivos estratégicos de uma intervenção militar dos EUA na Síria?
Moniz Bandeira - Os Estados Unidos, comprovadamente, estavam a financiar a oposição na Síria, pelo desde 2005, 2006, conforme documentos do Departamento de Estado. A intenção dos Estados Unidos, bem como das outras potências ocidentais, sempre foi desestabilizar e derrubar do regime de Bashar Assad. E os objetivos estratégicos - não apenas um - sempre foram assumir o controle das imensas reservas de óleo e gás existentes no litoral do Mediterrâneo, disputadas por Estados Unidos, União Europeia, Rússia e China, bem como assegurar a rota de abastecimento para o Ocidente, isolar politicamente o Irã, aliado da Síria, assim como quebrar o eixo entre o Irã, o Hezbollah, no Líbano, e o Hamas, na Palestina. A Rússia, desde 1971, opera os portos de Tartus e Latakia, na Síria, e projetava reformá-los e ampliá-los, como base naval, em 2012, a fim de receber grandes navios de guerra e garantir sua presença no Mediterrâneo. Consta que ela também planejava instalar bases navais na Líbia e no Iêmen.
(Para ler entrevista completa, clique no título)


Da série “O que diz Israel, quando fala prô seu próprio público”

[*] Conflicts Forum, “Comentário semanal” [excerto]
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu


O Secretário de Estado John Kerry, à esquerda, e o Primeiro-Ministro israelense, Benjamin
Netanyahu, antes de sua reunião de 23 de maio de 2013, em Jerusalém, Israel. Foto Uriel Sinai 
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Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

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PressAA

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