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terça-feira, 17 de setembro de 2013

a atualidade da História.

“No entanto, conforme o próprio Rui Barbosa, citando Eduardo Prado, observou, não se toma a sério a lei das nações, senão entre as potências cujas forças se equilibram. Esta lição deve pautar a estratégia de segurança e defesa do Brasil, sobretudo quando os Estados Unidos ampliam e instalam outras bases militares na Colômbia, penetrando a Amazônia, e a IV Frota navega no Atlântico Sul, à margem das enormes jazidas de petróleo descobertas nas camadas pré-sal, em águas profundas, entre o Espírito Santo e Santa Catarina. Essas descobertas, ao longo da costa, inseriram o Brasil no mapa geopolítico do petróleo.
“E as ameaças existem, conquanto possam parecer remotas.
“O perigo que representa uma grande potência, tecnologicamente superior, mas com enormes carências, sobretudo de energia, pode ser muito maior, quando ela está a perder a preeminência, e quer mantê-la, do que quando expande seu império. Não duvido de que a intenção do presidente Barack Obama seja, sinceramente, renovar a política internacional dos Estados Unidos e aliviar as tensões geradas pelas iniciativas bélicas, agressivas, unilaterais, do seu antecessor, o presidente George W. Bush.
Contudo, incoercíveis interesses econômicos alimentam poderosas forças políticas, que o presidente Barack Obama não tem como controlar e até podem, eventualmente, eliminá-lo. O Brasil, portanto, deve estar preparado para enfrentar, no mar e em terra, os imensos desafios que se configuram, no século XXI, a “era dos gigantes”, como o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães denominou esta era em que os grandes espaços econômicos e geopolíticos serão os principais atores da política internacional. Si vis pacem, para bellum. (Se queres a paz, prepara-te para a guerra). É o passado, a história, que está presente, condicionando o futuro”.
Moniz Bandeira

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