Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

William Bonner bate palmas solitárias para a presidenta Dilma -- Veja: O mundano messias das comunicações e os BV's de autoajuda




(No blog do Gilson Sampaio: "Conforme diz o Viomundo, ao nomear Helena Chagas e Roberto Messias para chefiar a Secom, Dilma ajudou a CIA a receber em seus quadros dois agentes da KGB" - Por: Miguel do Rosário)

Laerte Braga*



O Brasil tem uma elite bisonha. Tão bisonha que antes preferia Paris e hoje vai para Miami (exceto tucanos de alto plumagem, esses continuam em Londres e Paris), refúgio de mafiosos. O escândalo, no sentido de show, espetáculo deprimente, diante da decisão do governo de trazer médicos estrangeiros para políticas primárias de saúde é um exemplo disso.

De repente se descobre que a maioria não trabalha, muitos não fizeram residência e outros tantos estão lotados em municípios do interior de um determinado estado e vivem e não trabalham nas capitais.

A mídia, logo a mídia conservadora, seis dedos de silicone que era usado para que os pontos fossem registrados sem a presença dos profissionais.
A reação? Batem o ponto e vão embora, não trabalham.

É claro que há falta de estrutura, que inclua um plano de cargos e salários, entre outras coisas, como é cristalino que os municípios foram penalizados, são penalizados pelos estados e pelo governo federal, por absoluta falta de recursos e fiscalização.

O que a roubalheira do metrô de São Paulo não daria para benefícios e criação de uma estrutura de saúde?

O que os desvios de verbas no governo Aécio Neves em Minas, justamente na área de saúde (a cargo do deputado Marcus Pestana), não significariam para a saúde?! E, o maior de todos, a criação da CPMF, para suprir a saúde de recursos[hein?!]. E que rumo FHC deu ao dinheiro? [AA: E por que eliminaram a CPMF no governo Lula, hein?!]

“Precisamos de médicos que cuidem de gente” é uma frase de Adib Jatene. Foi autor da ideia da CPMF e renunciou ao Ministério quando percebeu que FHC era um blefe, um sacripanta a serviço do capital internacional e que o dinheiro não usado na saúde, que fora logrado pelo presidente da República e pelo ministro da Fazenda, Pedro Malan, hoje principal executivo do grupo Eike Batista e condutor do golpe da falência fraudulenta.

Um estudo das Nações Unidas mostra que os médicos cubanos no Haiti fizeram muito mais pelo país, que toda a ostentação militar de norte-americanos, brasileiros e quejandos, de olhos na reconstrução (que nunca acontece). A divisão do botim.

Os problemas do Brasil são estruturais. Não é como num prédio onde se descobre que há um vazamento numa determinada sala e o conserto é feito sem que a fonte seja procurada, porque cada vazamento vai permitir a um cartel de empreiteiras “solucionar” o problema.

Mudanças estruturais como a política, a agrária, a tributária e fiscal (impostos sobre igrejas e grandes fortunas, por exemplo) e a busca de tecnologias nacionais (somos capazes), por falta de investimento desde a educação básica, fazendo com que em nossas ruas não circule um carro nacional, mas todos de montadoras estrangeiras sobre os quais pagamos roialtyes. Temos uma divida pública escandalosa e FHC desconstruiu o serviço público para  privatizar e terceirizar setores essenciais do Estado, dentre eles a saúde e a educação.

E governos que administram o caos de uma constituição remendada, num cipoal de leis, em que os recursos são mínimos, pois a dívida consome a maior parte da receita do governo federal.

Pior, não existe a vontade política de mudar essa situação, exceto nas palavras vazias de políticos do tempo do império e que atuam em seus estados como imperadores.

Hoje se sabe que os sistemas de satélites de espionagem podem alterar os resultados de uma eleição nas urnas eletrônicas, daí a razão e o medo do voto impresso, que impediria a fraude. Podem até identificar o eleitor.

Bancos, grandes empresas (formadoras de cartéis em setores essenciais da economia) e latifundiários (devastadores do Pantanal e da Amazônia) têm o controle do País, submetem o governo a constrangimentos vergonhosos, somam-se à bancada evangélica – uma das grandes ameaças à democracia – num jogo proposital de mais de 40 partidos (a maior parte sem representação que não busca de cargos) e um Judiciário preocupado com Miami e outras coisas mais, onde as vozes sérias são caladas por ministros do Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa, figuras suspeitas em qualquer crime que se cometa no Brasil.

A saída está nas ruas. Mas de forma organizada, bem dirigida e voltada para bandeiras essenciais, básicas e não pontuais, pois acabam fazendo o jogo dos que subjugaram o Brasil no golpe militar e para eles pouco interessa o que quer, o que deseja o cidadão brasileiro.

A classe média envenenada pela mídia podre, corrompida. E o naufrágio a vista no imenso iceberg que é como uma espécie de barco dirigido pelos donos, nada natural.

O confronto entre trabalhadores e elites é inevitável, mas e preciso que seja organizado.

Do contrário vamos ter sempre Sérgio Cabral, Aécio, Anastasia, Alkimin, Serra, FHC e outros dirigindo de fato o Brasil partir do exterior.

É um confronto que se deseja pacífico, mas nem sempre será. É a “explosão das ruas” como disse o jornalista Ricardo Boechat.

Não tem a menor importância, pois os EUA e os seus interesses apostam num novo Oriente Médio na América do Sul. O quanto mais cedo iniciarmos a luta real, concreta, sem caráter festivo, mais cedo conseguiremos nos livrar desse terror que nos vem sendo imposto sem perder de vista que somos um País continental e apostam na divisão. Fomentam essa divisão. O único risco real para o poder dessa gente, além da China e da Rússia é o Brasil, por isso os grandes olhos do grande irmão.

Teoria conspiratória? Quando se falava em espionagem diziam o mesmo.


“Quando as idéias não têm organização, morrem, somem” – Chê Guevara

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 [*] Laerte Braga é jornalista e umbandista. Trabalhou no Diário Mercantil e no Diário da Tarde de Juiz de Fora, para os Diários Associados e pela agência Meridional (primeira grande agência de notícias do Brasil) e também nos Diários e Emissoras Associadas, tendo sido correspondente do Estado de Minas em Juiz de Fora e Zona da Mata, e também trabalhou como freelancer para revistas e jornais do Brasil e de outros países. Escreve sazonalmente para a redecastorphoto. Colabora com esta nossa Agência Assaz Atroz. 

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“É melhor sozinha do que mal acompanhada” – Fátima Bernardes, hoje, no seu programa matinal...


Perguntinha solitária: Será que ela hoje prefere fazer programa sozinha porque se sentia mal acompanhada? 

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No Tijolaço do ex-ministro do Trabalho Brizola Neto:



ARTIGOS RELACIONADOS

   

[AA: "Delação Premiada"? Ué! Falaram que era só um tal "acordo de leniência". Delação premiada é coisa pra Roberto Jefferson, pô! Ou, quem sabe?, pra Elias Maluco]

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(In)provável ciberespionagem à Snowden/Assanje ajudou Reuters a dar furo de informações sigilosas sobre "decisões do governo Dilma", provavelmente tramadas em Washington:


06/03/2013

Brizola Neto deve deixar Ministério do Trabalho na próxima semana


Reuters

Por Ana Flor

BRASÍLIA, 6 Mar (Reuters) - O ministro do Trabalho, Brizola Neto (PDT), deve deixar o cargo já na próxima semana, como parte da reforma ministerial que a presidente Dilma Rousseff começa a fazer para acomodar aliados com vistas à campanha eleitoral de 2014, informaram à Reuters fontes [fidedignas de pena] do Planalto e próximas do ministro.
(Leia mais sobre esse assunto clicando no título)
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Quebraram a cara? Será que quem mandou publicar isso aí de cima queria um pau-mandado para o Ministério do Trabalho e Emprego? Vejamos...

15 de Março de 2013





Manoel Dias será o substituto de Brizola Neto no Ministério do Trabalho


Atual secretário-geral do PDT e presidente estadual da legenda em Santa Catarina, Manoel Dias é um pedetista histórico [AA: à Brizola? Ótimo! Difícil seria Dilma engolir um estólido à Garotinho, à Cesar Maia...]


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Manoel Dias discursa para prefeitos em Santa Catarina

Encontro no Estado orienta prefeitos sobre as novas ações e os programas do governo

Florianópolis: 02/08/2013 - O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias participou, nesta sexta-feira(2), do Encontro de Prefeitos e Prefeitas de Santa Catarina, no centro Multiuso de São José com presença de 260 prefeitos e mais de mil pessoas, entre vice-prefeitos, assessores, secretários e técnicos. O encontro tem como objetivo orientar os atuais prefeitos sobre as novas ações e os programas do governo.

O ministro falou aos participantes sobre os projetos do Ministério do Trabalho e Emprego ressaltando o momento positivo que o Brasil se encontra em relação ao emprego. “A Europa está com alto índice de desemprego entre os jovens, chegando a 60%, o Brasil está com 13% e trabalhando para baixar cada vez mais”, comentou.

O encontro contou também com a presença da ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Ideli Salvatti; do ministro do Turismo, Gastão Vieira; do governador do Estado, Raimundo Colombo; da prefeita de São José, Adeliana Dal Pont; e do presidente da Fecam, Celso Zuchi.

No encontro, o Ministério do Desenvolvimento Agrário vai realizar entrega de 35 retroescavadeiras para prefeituras da Grande Florianópolis, Vale do Itajaí, Norte e Sul do Estado, além de kits da Defesa Civil, com caminhonetes e equipamentos de prevenção de desastres a outros 15 municípios.


O evento vai até às 18h, e contará com palestras e atendimento individualizado para tirar dúvidas e facilitar o andamento dos projetos.

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Messias vs. Pizzolato: Visita aos bastidores dos governos Lula e Dilma




por Conceição Lemes


No julgamento do chamado mensalão, o STF julgou irregular, crime, o BV (Bonificação por Volume) da Visanet. Embora já esteja demonstrado que o dinheiro é privado e não público, Henrique Pizzolato corre o risco de ir para a cadeia. Em função dessa decisão, a Secom vai buscar de volta o dinheiro do BV da Globo?

Mal acabara de dizer Pizzolato corre o risco de ir para a cadeia, Roberto Messias, também presente, me cortou:

Roberto Messias — Demorou.

Viomundo – Por quê?

Roberto Messias – Sou o cidadão agora falando. Eu trabalhava com ele…

Viomundo – Por que demorou para ele ir pra cadeia?

Roberto Messias – Ué, porque eu acho que tem um…

Messias é o secretário-executivo da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Cuida da publicidade do governo federal: ministérios, órgãos relacionados e estatais. Onde e quanto investir estão principalmente em suas mãos.


(Para ler mais, clique no título)

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Veja: Vale-tudo, até um arremedo de chorume de lixão midiático por José Vicente Goulart Brizola...


28/12/2012

Memória

Morre o ex-deputado José Brizola, que levou Dilma para o PT

Filho mais velho de Leonel Brizola denunciou petistas gaúchos por envolvimento com bicheiros e foi expulso do partido


Jean-Philip Struck
José Vicente Brizola, ex-deputado federal do PDT-RJ e filho de Leonel Brizola, em 2000
José Vicente Brizola, filho de Leonel Brizola [Foto de 2000]. Ex-deputado morreu na madrugada desta sexta (Agência RBS)
O ex-deputado José Vicente Goulart Brizola, de 61 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira em um hospital do Rio de Janeiro. Filho mais velho do ex-governador e cacique político Leonel Brizola (1922-2004), José Vicente foi o responsável por levar a presidente Dilma Rousseff para o PT gaúcho. Poucos anos depois, foi expulso por denunciar um esquema que envolvia a arrecadação ilegal de recursos para campanhas do partido junto a empresários do jogo do bicho. 
Segundo o gabinete da deputada estadual gaúcha Juliana Brizola (PDT), filha de José Vicente, a causa da morte do ex-deputado foi hemorragia estomacal. José Vicente estava internado há duas semanas no Hospital Miguel Couto no Rio de Janeiro. O corpo do ex-deputado está sendo velado na tarde desta sexta-feira no Memorial do Carmo, no Caju, Rio de Janeiro, e deve ser cremado em uma cerimônia no final da manhã de sábado. Além da deputada Juliana, José Vicente também é pai do atual ministro do Trabalho, Carlos Daudt Brizola (PDT) e do vereador do Rio de Janeiro Leonel Brizola Neto (PDT). 

Capa de VEJA em 2004 com José Brizola
Capa de VEJA em 2004 com José Brizola
Nascido em Porto Alegre em 1951, José Vicente excerceu o mandato de deputado federal entre 1991 e 1995, quando fazia parte do PDT, o partido fundado por seu pai. Ele acabou rompendo com o pai e com o PDT no começo dos anos 2000, liderando um movimento de migração de membros da ex-legenda para o PT gaúcho. À época, o grupo de dissidentes incluía a então secretária de Minas e Energia do Rio Grande do Sul, a ainda desconhecida Dilma Rousseff. À época, o cacique Leonel Brizola acusou os dissidentes de se venderem "por um prato de lentilhas".
O namoro do ex-deputado com o PT durou pouco. Durante o governo do petista Olívio Dutra (1999-2002), José Vicente presidiu a Loteria do estado, a Lotergs, hoje extinta. 
Entre 2004 e 2005, na esteira do escândalo Waldomiro Diniz, ele denunciou ter sido pressionado durante a campanha de 2002 para levantar recursos junto a bicheiros e donos de casas de bingos para enviar ao caixa dois de campanhas do PT gaúcho. O escândalo foi tema de capa de VEJA em fevereiro de 2004. As denúncias acabaram custando a expulsão de Brizola do PT, em março do mesmo ano.
“Quando fiz a denúncia do "caixa 2" do PT, os políticos locais do partido tentaram me desqualificar. A verdade é que denunciei algo que hoje está sendo comprovado. Eu fui o primeiro a ter coragem de denunciar”, disse o ex-deputado em depoimento na CPI dos Bingos, em julho de 2005. 
No mesmo depoimento, Brizola também citou o nome de Carlos Augusto Ramos, mais conhecido como Carlinhos Cachoeira. Segundo Brizola, uma empresa do bicheiro havia ganhado de forma “estranha” uma licitação para administrar a Lotergs durante o governo Olívio Dutra. O contrato acabou sendo rompido em 2004, no governo Germano Rigotto (PMDB) e Cachoeira resolveu processar a Lotergs por quebra de contrato, pedindo mais de 20 milhões de indenização. A ação ainda corre na 1º Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre
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RIP José Vicente Goulart Brizola


Autor: 
  
Por implacavel
José Vicente era filho mais velho de Leonel Brizola.
Morre no Rio pai do ministro Brizola Neto e filho de Leonel Brizola
José Vicente Goulart Brizola morreu aos 61 anos, no Hospital Miguel Couto.
Ele estava internado desde o dia 13, com quadro hemorrágico.
Morreu às 5h desta sexta-feira (28), no Rio, o ex-deputado José Vicente Goulart Brizola, pai do ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, e filho mais velho do ex-governador do Rio Leonel Brizola (1922-2004). Ele estava internado desde o dia 13 no Hospital Municipal Miguel Couto, na Zona Sul, com quadro hemorrágico. As informações são da assessoria de comunicação do ministério.
Brizola Neto viajou para o Rio, onde o velório começou a ser realizado às 18h, no Cemitério Memorial do Carmo, no Caju. Neste sábado (29), no mesmo local, ocorrerá a cremação do corpo.
José Vicente deixa três filhos do primeiro casamento, com Nereira Daudt: Juliana (deputada estadual no Rio Grande do Sul), Carlos Daudt Brizola, mais conhecido como Brizola Neto, e o vereador Leonel Brizola Neto, todos do Partido Democrático Trabalhista (PDT), mesmo partido pelo qual ele foi deputado federal, de 1990 a 1995. Do segundo casamento, deixa mais dois filhos: Vicente e Maria Inês, de acordo com nota publicada no site do PDT.
— Meu pai piorou nos últimos dois dias. Ele estava afastado da política desde quando saiu do PT. Na verdade, ele nunca foi político. Ele se decepcionou muito com a política - afirmou ao GLOBO a deputada estadual no Rio Grande do Sul, Juliana Brizola (PDT), filha de José Vicente.
José Vicente nasceu em Porto Alegre. Ele também era guitarrista e mantinha um estúdio em casa. Além de Juliana, o ex-deputado deixa outros dois filhos: o ministro do Trabalho, Brizola Neto, e o vereador no Rio, Leonel Brizola Neto. As cinzas serão levadas para São Borja, no Rio Grande do Sul, e ficarão no mesmo cemitério onde estão enterrados outros parentes, entre eles Leonel Brizola e o ex-presidente João Goulart, tio de José Vicente.
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Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

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