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terça-feira, 27 de agosto de 2013

Os pequenos grandes crimes da Gata Pith --- Contra o ódio, o rancor e o medo de médicos cubanos, recomendamos um Pacto com Baco




Ao final de sua missão no Oriente Médio, pedimos a Komila Nakova que desse um saltinho até Londres e tentasse entrevistar Assange, a fim de colher informações sobre seus planos: se ele vai ficar nessa de come e dorme à custa do povo equatoriano, ou se pretende se entregar, ser condenado, fazer cirurgia transsexual e rodar bolsinha nos corredores de uma prisão de segurança máxima nos EUA.

Komila topou...


Two days after...




A few weeks later...


Nossos patrocinadores...




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De: Vila Vudu...

patsaboia

Frouxo com o caubói e valente com o índio?

26 de agosto de 2013
A cena inesquecível é do genial Érico Veríssimo.
O capitão Rodrigo Cambará entre num bolicho (venda, no Sul) e diz:
- Buenas, e me espalho. Nos pequenos dou de prancha (lado do facão) e nos grandes dou de talho.
A diplomacia brasileira andava invertendo o capitão Rodrigo.
Ficou tatibitati no episódio das escutas dos Estados Unidos e na absurda negativa de pouso para o avião presidencial de Evo Morales na Europa – em ambas as situações obrigando a Presidenta Dilma Rousseff a ter de intervir, pessoalmente – e com 20 dedos em cada mão ao reagir à detenção absurda do brasileiro David Miranda, sem qualquer acusação, no aeroporto de Heathrow, em Londres.
Agora, neste caso do senador boliviano, isso adquiriu ares de desafio.
Primeiro, pela rapidez com que concedeu asilo a Roger Pinto Molina. Apenas poucos dias depois de Molina pedir abrigo; e na mesma semana em que fez o pedido de asilo, este foi concedido. Rápido demais para quem, como relatava a BBC, respondia a mais de 20 processos, vários deles por corrupção e suspeito, ainda, de participar de uma armação para inocentar o ex-prefeito de Porvenir, Leopoldo Fernandez pela morte de 11 agricultores. Porvenir fica em Pando, base eleitoral de Molina.
A Bolívia, que não é mais “casa da sogra” (e o episódio dos torcedores presos por lá pela morte do de um rapaz num jogo de futebol mostra isso), estava exercendo seu direito legal de negar e negociar um salvo-conduto para que Molina deixasse a embaixada.
A nota da Chancelaria Boliviana é vergonhosa para nossos país:
A Bolívia faz saber, através de um comunicado de imprensa, que o Sr. Pinto deixou o país indo ilegalmente para o Brasil, tornando-se um fugitivo da justiça na Bolívia, e que o Sr. Pinto violou as normas nacionais e as normas internacionais.
Dizemos que violou o direito internacional, porque ele viajou sem o salvo-conduto. Temos duas convenções, a Convenção Americana e a Convenção das Nações Unidas que foram violadas neste vôo do Sr. Pinto.
Quando dizemos também que violou o direito internacional, é porque ele pesam contra quatro mandados de prisão e fiança que o impediam  de deixar o país, conforme definido no Código de Processo Penal.
O Brasil não seguiu a Convenção de Caracas sobre Asilo Diplomático de 1954, que no artigo 3 º, afirma que não se pode conceder asilo a pessoas que estão indiciadas ou sendo julgadas  como  criminosos comuns  ou que são condenadas por tais crimes. O Sr. Pinto tem contra ele processos penais por crimes de corrupção, e não é uma vítima de perseguição política. A prova disso é que os tribunais comuns proferiram um veredicto de culpado no caso da Universidade de Zofra que trata  de 11 milhões de bolivianos em dano econômico.
Esses processos que tem o Sr. Pinto foram iniciados pelo Departamento de Governo de Pando, pela Controladoria Geral, do Ministerio Público. O  Ministério da Transparência, está facilitando  que estes processos estejam sendo seguidos por particulares, o que prova que a justiça funciona com completa independência, através do Ministério Público. Nenhum processo é o Poder Executivo.”

Fosse como fosse, um diplomata não pode “armar” irresponsavelmente com parlamentares uma fuga como essa. Menos ainda envolvendo uma guarnição de fuzileiros navais, certamente armados, que poderia ter resultado em uma grave situação se fossem abordados pela polícia boliviana.
Um funcionário público, sobretudo representando o país em missão no exterior, não pode quebrar a hierarquia e, ainda assim, não enfrentar a responsabilidade por seus atos.
E o Itamaraty não podia ter resistido, como resistiu, a que ele fosse punido na forma legal e administrativa.
O ex-ministro Patriota, ao contrário de Cambará, gostava de dar de prancha, pranchinha, nos grandes. Mas Patriota queria dar de talho, e fora da lei, nos pequenos.
Por: Fernando Brito
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Comentário de leitor sobre a edição de ontem desta nossa Agência Assaz Atroz

Expor sua idéia sim, mas com tamanho ódio e rancor é assustador. E o que é pior retira do texto as características mais importante que ele deveria ter: lucidez e imparcialidade.

José Marcos dos Santos Cardoso (Baco)
OAB/BA 25.407
Eng. Agrônomo CREA 24.441/D
Rua Guadalajara, 321, Centro. Barreiras - Ba. CEP: 47.800-020.
Telefone/Fax: 77.3612.8456. Cels: 77.9971-1011 (VIVO). 
Skype: zebaco_ba

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Pacto Com Baco

Taryn Szpilman

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De André Lux...


Médicos brasileiros envergonham o País


Em nenhum país do mundo, os médicos cubanos estão sendo tratados como no Brasil. Aqui, são chamados de "escravos" por colunistas da imprensa brasileira (leia mais aqui) e hostilizados por médicos tupiniquins, como se estivessem roubando seus empregos e suas oportunidades. Foi o que aconteceu ontem em Fortaleza, quando o médico cubano negro foi cercado e vaiado por jovens profissionais brasileiras.

Detalhe: os cubanos, assim como os demais profissionais estrangeiros, irão atuar nos 701 municípios que não atraíram o interesse de nenhum médico brasileiro, a despeito da bolsa de R$ 10 mil oferecida pelo governo brasileiro.

Ou seja: não estão tirando oportunidades de ninguém. Mas, ainda assim, são hostilizadas por uma classe que, com suas atitudes, destrói a própria imagem. Preocupado com a tensão e com as ameaças dos médicos, o ministro Alexandre Padilha avisou ontem que o "Brasil não vai tolerar a xenofobia" (leia mais aqui).

Ontem, o governo também publicou um decreto limitando a atuação dos profissionais estrangeiros ao âmbito do programa Mais Médicos – mais um sinal de que nenhum médico brasileiro terá seu emprego "roubado" por cubanos, espanhóis, argentinos ou portugueses. Ainda assim, cabe a pergunta.

Com quem fica a população: com o negro cubano que vai aos rincões salvar vidas ou com os médicas que decidiram vaiá-lo?


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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons


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PressAA




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