Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Está dando aqui na PressAA : Deu n'O Globo - Deu na Internet - Cansaram de dar === Estória: Deu na TV: Vladimir Coqueiro Mellou 100 mil nas ruas!


(A principal fotomontagem usada para compor este AIPC foi extraída de Ministro Joaquim Barbosa vira herói nas redes sociais - R7 Notícias -30/09/2012.)

Leia no R7 notícias da Prima Vera de 2012:


mensalão

Ministro Joaquim Barbosa vira herói nas redes sociais

Transformado em Mussum e Batman, o relator do processo do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal) virou mania do Facebook e Twitter. Confira 


Impeachment de Collor

Veja quem foram os protagonistas da queda do 1º presidente eleito do País após ditadura

PC Farias e Pedro Collor são alguns dos nomes relacionados ao escândalo de corrupção que derrubou presidente em 1992


CARAMELADAS...
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- Cadê a propina que tava aqui?!

- O rato carregou....

As ​L​ições do ​C​aso ​S​iemens


Coluna Econômica - 15/8/2013

É esdrúxula a iniciativa do governador de São Paulo Geraldo Alckmin de processar a Siemens pela formação de cartel nas licitações de trem do estado. A empresa é ré confessa. Como tal, assumiu as responsabilidades e será penalizada por isso, independentemente da  atitude de Alckmin.

O que falta apurar é o circuito das propinas junto ao setor público, a identificação dos operadores e a abertura de inquéritos para puni-los.

É tarefa politicamente impossível para o próprio governo ir atrás dos subornados, pois significaria escancarar o sistema de contribuições do seu partido e da sua gestão.

Por outro lado, seria injusto pagar sozinho uma conta da qual é devedor o sistema político brasileiro e todos seus partidos. E aí se entra no campo da hipocrisia ampla e irrestrita que assola a política nacional.

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A primeira hipocrisia é supor que os sucessivos governos de São Paulo não estavam informados sobre os esquemas de cartel. Não se está falando de licitação para merenda escolar, mas nas maiores licitações realizadas no Estado.

Em todos esses casos, é evidente que a prática foi conquistada com pagamento de propinas que chegaram aos partidos políticos. No caso de São Paulo, calhou da bomba estourar no colo de Alckmin.

***

Se deixar de lado a segunda hipocrisia - a de supor que a prática está estrita a São Paulo -, o episódio poderá se constituir em um divisor de águas para algum avanço na moralização das licitações públicas.

Mas, para tanto, haveria a necessidade de um amplo pacto federativo juntando Executivo, Tribunais de Contas, Ministério Público, partidos políticos, em torno do CADE - o órgão mais apto a identificar práticas de cartel.

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Há uma lógica para justificar esse pacto. Esse tipo de corrupção tornou-se disfuncional.. Com o advento das redes sociais e da Lei de Transparência, será cada vez maior o risco de manutenção de tais práticas. Especialmente os grandes fornecedores estão na mira de organismos internacionais e supranacionais de controle.

Por isso mesmo, um pacto será o caminho para consolidar novas práticas e, quem sabe, justificar uma anistia ao passado de todos.

***

O primeiro passo seria  parar com essa história de tentar intimidar o delator com bazófias. No mercado utiliza-se a expressão "realizar o prejuízo", para aquelas situações em que a conclusão é inevitável. Deixe-se de lado o esperneio e aceite-se  fato.

O segundo passo é exigir do CADE e do Ministério Público Federal um trabalho amplo e profissional de varrer todas as grandes licitações do setor de transportes do país, identificando aquelas em que não houve competição.

Será muito simples desvendar  a trama. Basta conferir a licitação e, depois, comparar com os produtos e serviços adquiridos pelo vencedor das empresas supostamente derrotadas. E comparar com preços internacionais.

Talvez seja o crime de direito econômico de mais fácil apuração.

***

O CADE deveria ser esse órgão de apuração e de mediação política. Cobrando-se dele o trabalho técnico adequado - que parece estar exercendo - seria possível definir um novo padrão de contratação de grandes obras públicas.


Visite o BLOG e confira outras crônicas

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O suspeito de ser corrupto quer processar o corruptor

Leandro Fortes, no Facebook 

Agora, falando sério.
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STF rejeita embargos de Jefferson e de outros dois mensaleiros

  • Desde ontem, quando retomou o julgamento da ação penal 470, a Corte já denegou oito dos 25 recursos apresentados





Enviado por Miguel do Rosário 14/08/2013

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) não estarão julgando apenas os réus. Há dois réus ocultos, muito mais importantes sendo julgados nestes últimos momentos da Ação Penal 470. Os próprios ministros e a mídia. Ao condenar inocentes, pressionados pela mídia, os ministros estarão escrevendo seus nomes nos anais da história da corrupção judiciária. E a mídia, igualmente, terá protagonizado mais um ataque ao Estado de Direito e à democracia, depois de tantos que já fez na história política do Brasil. O povo brasileiro perdou o apoio que a mídia deu à ditadura. Mas esse perdão não é eterno. Ele está condicionado à reconstrução de nossa memória e ao grau de consciência política do povo. O golpe conceitual e político dessa farsa chamada “mensalão” apenas acrescenta um capítulo triste à biografia de nossos principais grupos de mídia.

Já escrevi diversas vezes sobre o caso de Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing do Banco do Brasil. Acredito que o caso dele é a primeira grande ruptura no casco da farsa. Pizzolato foi condenado a 12 anos por ter desviado R$ 73 milhões do Banco do Brasil para a DNA Propaganda. Em troca, Pizzolato teria recebido, diz a acusação, uma propina de pouco mais de 300 mil reais.  Hoje apresentamos, porém, a prova definitiva da inocência do petista.

A acusação de desvio foi derrubada e soterrada com enorme quantidade de documentos:


(Para ler artigo-reportagem completo, clique no título)

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Toffoli e Barbosa trocam farpas: "presida de forma séria"

15 AUG 2013 
Ministros do STF discutiram ao decidir se Dias Toffoli, que inocentou Palmieri, poderia votar embargo; ele acabou votando contra réu, assim como Barbosa...








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Estória...

No blog...


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013


Nos...


HORA DA MÚSICA
VOCÊ JÁ CANTOU HOJE?
ENTÃO CANTE COM
GERALDO VANDRÉ


Desde que voltou do exílio, em 1973, Geraldo Vandré mergulhou no silêncio. Num fim de tarde, no Clube da Aeronáutica, no Rio, quebrou o jejum, em entrevista que foi ao ar ontem na Globonews. Era 12 de setembro, dia de seu aniversário de 75 anos.

O GLOBO: O que aconteceu com Geraldo Vandré? 



GERALDO VANDRÉ: Ficou fora dos acontecimentos. Melhor para ele. Quando terminei o curso de Direito e fui me dedicar à carreira artística, já sabia que a arte é inútil. Mas eu consegui ser mais inútil do que qualquer artista. Sou advogado num tempo sem lei.


O GLOBO: Você faria uma temporada comercial? 



GERALDO VANDRÉ: O que quero fazer é terminar uma série de estudos para piano, para compor um poema sinfônico. Nada mais subversivo do que um subdesenvolvido erudito.


O GLOBO: O que o faria voltar? 



GERALDO VANDRÉ: O único projeto é a canção da Força Aérea, “Fabiana”. Nasceu na FAB, em sua honra e em seu louvor. Nunca fui antimilitarista.


O GLOBO: O que você acha do fato de “Caminhando” ter se tornado um hino de protesto? 



GERALDO VANDRÉ: Não fiz canção de protesto. Fazia música brasileira.


O GLOBO: O Brasil de 40 anos atrás era melhor?



GERALDO VANDRÉ: Eu fazia música para aquele país. Hoje o Brasil é outro. O que existe é cultura de massa. Não é arte.


O GLOBO: Nada chama a sua atenção? 



GERALDO VANDRÉ: Tiririca (risos). Eu estou exilado até hoje. Ainda não voltei.

O GLOBO: O que sente quando se lembra do Maracanãzinho cantando “Caminhando”?



GERALDO VANDRÉ: Foi bonito. Pena que sumiram com o VT.


O GLOBO: Recebe direitos autorais? 



GERALDO VANDRÉ: Nunca dependi de música para viver. Sou servidor público aposentado.


O GLOBO: E os direitos autorais?



GERALDO VANDRÉ: Pagam o que querem.


O GLOBO: Duas músicas que você compôs são conhecidas até hoje: “Disparada” e “Caminhando”. Qual é melhor? 



GERALDO VANDRÉ: “Disparada” é mais brasileira, moda de viola. “Caminhando” era uma crônica da realidade. Deu no que deu.


O GLOBO: Se fosse escrever um verbete numa enciclopédia sobre você, qual seria? 



GERALDO VANDRÉ: Criminoso. Anistia é para criminoso. Fui demitido do serviço público por causa das canções. Briguei, briguei.


O GLOBO: Você foi constrangido a gravar, em 73, o depoimento em que negava a militância? 



GERALDO VANDRÉ: Nunca fui constrangido a declarar nada. Nunca tive militância político-partidária. Nunca fui engajado.


O GLOBO: Gravar o depoimento era parte do acordo para voltar ao Brasil? 



GERALDO VANDRÉ: Queriam que eu fizesse uma declaração. Eu disse coisas que poderia dizer, a verdade. A Globo deve ter o VT.


O GLOBO: Não encontramos.



GERALDO VANDRÉ: Pois é: sumiram com tudo. Veja se acha o VT do Maracanãzinho? É o que tem o Tom Jobim. A minha parte sumiu. Fizeram uma retrospectiva do festival: Tom, Chico, todo mundo. Mas, na hora de botar o Geraldo Vandré, usaram um filme feito na Alemanha.


O GLOBO: O que aconteceu depois da volta do exílio? Você foi maltratado fisicamente? 



GERALDO VANDRÉ: Não. Não.


O GLOBO: Por que se afastou?



GERALDO VANDRÉ: Falta de razão para cantar.



Autor: Geneton Moraes Neto - Especial para O GLOBO
HOMENAGENS A VANDRÉ

(Para assistir às homenagens a Vandré, clique no título da entrevista. Para navegar no site Velhos Amigos, administrado por Lou Micaldas (colaboradora desta nossa Agência Assaz Atroz) e equipe, clique AQUI)

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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons

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