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domingo, 25 de agosto de 2013

A invasão de médicos cubanos vai gerar desemprego! --- Tudo estará morto e enterrado, seu porcão ganancioso!



Por Ana Helena Tavares(*)
Era uma vez um estudante de medicina, que sonhava montar um consultório na Rua Voluntários da Pátria, em Botafogo, RJ. Era um jovem bem nascido, sempre bem vestido e que se dizia bem resolvido.
Ele havia estudado, em seu ensino médio, algo sobre a Guerra do Paraguai, mas nada que lhe explicasse que, naquela época, o Brasil mandou escravos negros para o país vizinho prometendo-lhes, em troca, a alforria. Despreparados para o combate, muitos morreram lá. Dos que voltaram, alguns receberam a liberdade, outros não. Esses eram os “voluntários da pátria”.
Sem nunca ter se preocupado com a História de seu país, entrou para uma universidade pública para cursar medicina, mesmo podendo pagar uma particular. Afinal, o Estado tem que servir a gente como ele, o que não quer dizer que tenha que ficar dando bolsa aos mais humildes. “Um absurdo esse assistencialismo!”, ele sempre repetiu.
O que ele não imaginava é que estaria prestes a se formar bem na hora em que o governo resolveu criar um tal de “Mais médicos”. Alvoroço no meio acadêmico. “A formação de vocês tem que se basear nos serviços que prestarão à saúde privada. O negócio é ficarem dizendo que tudo é virose e atendendo à indústria de antibióticos. Palhaçada colocá-los em lugares ermos.”, confidenciou a ele um professor.
Convidado a servir à população de pequenas cidades no interior do Brasil, ganhando para isso um salário com o qual muitos brasileiros nem sonham, esperneou alegando que é preciso lutar por melhorias das condições de trabalho antes de colocar médicos para operar sem equipamentos adequados.
Tanto ele, como muitos de seus colegas, bateram o pé e disseram um redondo “não!” ao programa do governo. Disseram “não!” ao juramento de servir ao povo e preferiram jurar que é possível lutar por melhorias no interior do Brasil morando num confortável apartamento em Botafogo.
Não querem ir e não querem que ninguém mais vá. Nosso médico é daqueles que espalham que comunista come criancinha e não tem a dignidade de admitir quantos pobres já foram salvos pelos médicos cubanos ao redor do mundo. Afinal, pobre tem que morrer à míngua.
Enquanto isso, inúmeros professores aceitam trabalhar em lugares onde não há giz nas salas nem calçamento nas ruas. “Ah, mas uma aula mal dada é menos perigosa do que uma operação mal feita”, alega o nosso médico.
Imaginem o perigo de uma aula dada pelo atual presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais, que afirmou: “Vou orientar meus médicos a não socorrerem erros dos colegas cubanos.” (vide aqui)
Enquanto aguardo o dia em que seja criado no Brasil o “Mais jornalistas”, para que sejam feitas mais reportagens que mostrem a realidade dos rincões de nosso país e também a realidade de um país embargado como Cuba, que prioriza a medicina preventiva, só posso lamentar que o nosso médico não tenha tido aula com o Dr. Adib Jatene:
“O sujeito não estuda medicina para conquistar posição social, acumular patrimônio, isso até pode acontecer. Ele estuda medicina para ajudar as pessoas que estão sofrendo a se sentir melhor. Esse é o objetivo da profissão. É isso que faz a profissão respeitável”, sentenciou Jatene. (vide aqui)
Como professor, também poderia ter tido o Zé Simão: “Se eu estivesse doente, no interior do Ceará, eu queria um médico humano. Tanto faz cubano, paulistano ou marciano”
Eis o ponto. Precisamos muito mais de humanidade do que de tecnologia. Precisamos também de humildade, aquela palavra que vem do latim “humus” e que, numa tradução livre, pode ser entendida como “filhos da terra”. Ou seja, o homem humilde, em sua origem, é aquele que jamais se esquece de onde veio – da terra – e para onde voltará – para a terra.
O nosso médico, filho de um cearense, sempre teve vergonha do pai. Sonhou tanto em montar um consultório num endereço nobre que conseguiu. No entanto, escravizado pelo corporativismo, nunca percebeu que, no nome da rua, havia uma promessa de liberdade.
*Ana Helena Tavares, jornalista, editora do site “Quem tem medo da democracia?”Colabora com esta nossa Agência Assaz Atroz

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Os médicos cubanos estão chegando para tratar do povo que os brasileiros se recusaram a tratar: alvíssaras!

Enfim, caiu a ficha: palmas para Ela, que saiu de uma defensiva até compreensível e optou com coragem e determinação pelos milhões de brasileirinhos que nunca viram um médico na vida, mas que, apesar dos chiliques da direita reacionária, também são filhos de Deus.

Nenhum dos  371.788 profissionais  formados nas 200 faculdades conectadas à lucrativa indústria da doença vai ter como se sentir preterido. A todos indistintamente foi oferecida a oportunidade de exercer a medicina como nos bons tempos, quando o médico tinha paciência para ouvir o paciente e uma boa conversa era meio caminho andado.

CLIQUE AQUI, LEIA MATÉRIA COMPLETA NO BLOG DO PORFÍRIO

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Recebido por e-mail da nossa colaboradora-correspondente Urda Alice Klueger:


Precisamos dos cubanos?


Os cubanos podem até não salvar todas as vidas, mas, não duvido, eles serão capazes de segurar a mão do que padece e dizer: “não tema, eu estou aqui”. Porque são feitos de outro barro. Socialista.


médico cubano: está onde ninguém quer ir

Eu aprendi com Enrique Dussel que talvez o único imperativo ético universal seja a vida. Mas, não uma vida qualquer. A vida daquele que é vítima do sistema que o oprime e o envilece. É esse ser que temos de defender com unhas e dentes, para o que vier. Todos os dias, nos deparamos com ele, na televisão, na rua de casa, no mercado, ao virar a esquina. O caído, o desgraçado, o fugitivo, o assustado. A maioria das pessoas faz como naquela linda parábola de Jesus: olha, e passa adiante. Poucos são os que se curvam e acolhem o que está no chão. E é bom que se diga que os empobrecidos da terra não o são por sua culpa. A maioria está nessa condição porque alguém está lhe sugando a vida. Alguém está enriquecendo a custa do outro. É a máxima do capitalismo. Só que é mais fácil permanecer com o véu da alienação. Conhecer dói.

Noite após noite a televisão – esse olho insone  - joga na nossa cara a dor do mundo. Mas, de maneira espetacular, consegue virar o jogo. Os meninos negros, que são assassinados como moscas nas periferias das grandes cidades, não aparecem como vítimas. Eles são os “monstros” que andam por aí a fazer maldade. Ninguém diz o porquê deles ficaram assim, se é que ficaram mesmo. E os bons cristãos fazem o “pelo sinal” e agradecem pela polícia nos livrar dessa “corja”.  Também vemos os “terroristas”, que podem ser os palestinos, os sírios, os iraquianos, os afegãos, sempre serão aqueles que estarão vinculados a algum plano do império estadunidense para vivenciar a “plena democracia”. Não importa se para isso for necessário promover farsas macabras como a do 11 de setembro ou o assassinato de crianças inocentes com armas químicas. Tudo vale a pena porque a “democracia” não é pequena. E a classe média, aquecida em seus cobertores, esfrega as mãos e agradece pelo império fazer a defesa de seu castelo de sonhos, “o mundo livre”

(Para ler crônica completa, clique no título)

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A força do hábito!

ANTONIO OZAÍ DA SILVA


“… o longo hábito de não pensar que uma coisa seja errada lhe dá o aspecto superficial de sercerta, e ergue de início um temível brado em defesa do costume. Mas o tumulto não tarda em arrefecer. O tempo cria mais convertidos do que a razão” (Thomas Paine)[1]

(...)

O caos gera insegurança, a revolução dos hábitos, costumes e tradições necessita reinstituir a segurança do ser no mundo. Não é possível simplesmente rejeitar o passado, apagar de forma voluntarista as crenças e valores que constituíram os seres humanos construtores da nova ordem. As soluções autoritárias mostram-se insuficientes. O sacrifício de vidas, o sangue humano que fertiliza o solo das utopias autoritárias é jorrado em vão. O holocausto exigido pela Revolução revela-se incapaz de cumprir a promessa do paraíso na terra!
Por outro lado, a necessidade de segurança expressa a contradição dos processos revolucionários. A partir de certo estágio, a revolução torna-se conservadora, institucionaliza-se e consolida novos hábitos. A ordem deve reinar novamente! O futuro precisa ser protelado em nome das necessidades prementes. Claro, persiste a retórica revolucionária, necessária para legitimar ideologicamente a nova ordem instituída. Mas a prática cotidiana se impõe e a rotina social e política burocratiza-se. Eis o dilema dos arquitetos de novas sociedades, construtores utópicos dos novos mundos.
É também um dilema individual. Nos debatemos entre o desejo e o medo de realizá-lo, entre a realidade e a possibilidade. Almejamos o novo, mas precisamos desesperadamente nos sentir seguros. Queremos navegar por novos mares e caminhar por novos territórios, mas nos apegamos ao porto seguro. Queremos o futuro, mas nos prendemos ao passado e ao presente. Somos inconformistas, mas a necessidade de segurança nos lança nas malhas do conformismo. Nos atiramos com toda a força nas veredas das rupturas, mas a força do hábito se impõe. Somo seres divididos, angustiados diante das incertezas; seres em dúvida, sem certezas absolutas, cindidos entre a ruptura e a tradição, a busca do novo e o apego aos velhos hábitos incrustados em nosso ser. Sorte tem os conformistas, sempre tão seguros e plenos de certezas. Sorte dos inconformistas que se protegem em fortalezas imaginárias e parecem imunes à realidade, necessariamente contraditória.

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De...

...para a PressAA...

Para construir moradia em “vazios urbanos”, Alckmin desapropria imóveis habitados


Mesa composta por Suely Mandelbaum, Marcelo Sampaio, Carlos Giannazi, Nelson da Cruz e Gegê. Foto: Fabricio Muriana
Mesa: Suely Mandelbaum, Marcelo Sampaio, Carlos Giannazi, Nelson da Cruz e Gegê. Foto: Fabricio Muriana.
Por Fabrício Muriana e Sabrina Duran
Aconteceu na última sexta-feira, 16/8, na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP), audiência pública convocada pelo deputado Carlos Giannazi (Psol) para discutir o decreto 59.273, de 07/06/2013, no qual o governador Geraldo Alckmin desapropria 890 imóveis para a parceria público-privada (PPP) da Agência Casa Paulista, ligada à Secretaria de Estado de Habitação de São Paulo (SEHAB). A PPP prevê a criação de 20 mil unidades habitacionais na região central de São Paulo.
Ao longo da audiência, com o microfone aberto à sociedade civil, repetiram-se histórias de absoluto desconhecimento de proprietários de imóveis sobre as desapropriações às quais serão submetidos. A principal reclamação apresentada por eles é que a SEHAB não os consultou sobre esta medida.
O Instituto Urbem, empresa que ganhou a concorrência para desenvolver o projeto urbanístico para os seis lotes que integram a PPP da Casa Paulista, afirma que destacou 73 profissionais para mapear as condições da população e a situação fundiária. Entretanto, nenhum dono de imóvel que será desapropriado e que estava presente na audiência ouviu falar do estudo e nem da PPP. O projeto urbanístico do Urbem servirá de base para a licitação das empresas que demolirão e construirão as novas moradias.

(Para ler reportagem completa, clique no título)
Leia também...
Violência no Campo
Polícia encontra corpo de Welbert Cabral Costa em fazenda de grupo ligado a Daniel Dantas 
Cadáver do trabalhador estava dentro da Fazenda Vale do Triunfo a cerca 20km de onde fora assassinado. Equipe policial encontrou a vítima, após uma denúncia anônima.
Setor Têxtil
Especial Le Lis Blanc: proprietária da marca terá que pagar R$ 1 milhão em indenizações 
Valor corresponde a termo de ajustamento de conduta firmado com Ministério Público do Trabalho, após resgate de 28 pessoas. Confira abaixo todas reportagens sobre o assunto.
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De...


...para a PressAA...
Ex-presidente da Câmara dos Deputados e atual líder do governo na Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP) quer impedir a presença de jornalistas no Plenário. A ideia foi externada nessa quarta, 21, data em que lideranças políticas se reuniram para discutir mudanças do acesso de visitantes à sede do Legislativo Federal.
De acordo com o petista, repórteres podem atrapalhar o trabalho dos deputados. “No plenário, a não ser parlamentar e assessor, não pode entrar ninguém. Isso é em qualquer Parlamento do planeta. Inclui a própria imprensa. A imprensa não pode, como às vezes acontece, entrevistar um líder ao lado do microfone”, defende o político, segundo informações da Agência Estado.

DEPUTADO X JORNALISTAS
Petista quer barrar imprensa no plenário

http://www.mailingplus.com.br/deliverer_homolog/arq/cli/arq_3197_133705.jpg
Chinaglia não quer que jornalistas fiquem no Plenário da Câmara (Imagem: Wilson Dias/ABr) 


(Para ler nota completa, clique no título)

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Pig

Dave Matthews Band




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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons

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PressAA



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