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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Os Hitlernautas atacariam o Papa com coquetel molotov?


(Foto: SOMOS Magazine)





Mauro Santayana

Os Hitlernautas


Para quem acha que Dani Shwery, Thismir Maia e Carla Dauden são o máximo que a direita “espontânea” conseguiu preparar para mobilizar seus simpatizantes - no contexto do quadro reivindicatório das manifestações de junho - podemos dizer que entre os servidores do Google e da Microsoft e os mouses dos internautas comuns há muito mais coisas que a nossa vã filosofia possa imaginar.

Uma delas, ficou comprovado, é a espionagem norte-americana na rede, denunciada pelo agora foragido Edward Snowden. 

O súbito aparecimento do fenômeno dos hitlernautas é outra - e esse é um fato que merece ser analisado. O hitlernauta, não é, na verdade, uma nova espécie no ciberespaço brasileiro. Ele sempre existiu, embora não fosse conhecido por esse nome. A questão é que, antes, os hitlernautas só podiam ser encontrados no seu habitat natural, em reservas quase sempre protegidas, e normalmente produzidas e consultadas apenas por eles mesmos. 

Encontravam-se, assim, ao abrigo do navegante comum, como nos sites neonazistas, integralistas, da extrema-direita católica, ou que correspondem, no Brasil, a “espelhos” de certas “organizações” fascistas internacionais.

Nesses espaços, eles ficaram, por anos, alimentando suas frustrações, preparando-se para sair à luz do dia tão logo houvesse uma ocasião mais segura para se apresentarem ao mundo. A oportunidade surgiu no âmbito das passeatas de junho. Afinal, nessas manifestações, cada um podia carregar a mensagem que desejasse - desde que não fosse símbolo de partidos políticos. 

Os hitlernautas, além de aparentemente apartidários, são, principalmente, anti-partidários. Assim, resolveram engrossar, a seu modo, a procissão mesmo sem conseguir indicar, com clareza, rumo ou andor que lhes valesse.

É fácil reconhecer o hitlernauta. Nas ruas, é o “careca”; o de cara coberta por um lenço; pela máscara do movimento anarquista; o que leva coquetel molotov de casa; joga pedra na polícia; agride violentamente o militante do PSDB, do PT, ou do PSTU que estiver carregando uma bandeira; quebra prédios públicos; arranca semáforos; saqueia lojas; põe fogo em carros da imprensa ou invade o Itamaraty.

Na internet, o hitlernauta é ainda mais fácil de ser identificado. É aquele sujeito que acredita (piamente?) que estamos vivendo a penúltima etapa da execução de um Golpe Comunista no Brasil. E que o Fórum de São Paulo é uma espécie de conclave secreto, destinado a dominar o mundo via implantação, no continente, de uma União das Repúblicas Socialistas da América do Sul.

O hitlernauta é o “anônimo” que, atuando no Exterior ou em nosso território, nos comentários, na internet, tenta convencer os interlocutores, de que as urnas eletrônicas são manipuladas; de que não existe oposição no Brasil, porque o PSDB é uma linha auxiliar do PT na implantação do stalinismo por aqui; que FHC é fabianista, logo, uma espécie de socialista a serviço da entrega do Brasil aos vermelhos; que a ONU é parte de uma conspiração mundial, e o único jeito de consertar o país é acabar com o voto universal, fechar o Congresso, dissolver os partidos, prender, matar, arrebentar e torturar, no contexto de novo golpe militar, sob orientação norte-americana.

No dia 10 de julho, os hitlernautas saíram às ruas, sozinhos, pela primeira vez. Segundo o portal Terra [Grifo AA], fecharam a rua Pamplona, até a esquina com a Consolação, com a Marcha das Famílias contra o Comunismo, convocada nas últimas duas semanas pela internet. 

O portal IG calculou, em cerca de 100 pessoas, o grupo que se reuniu no vão do MASP e marchou, com bandeiras, pedindo intervenção militar, até as imediações do Comando Militar do Sudeste.

No Rio, a convocação conseguiu juntar, frente à Candelária, trinta e poucos manifestantes, em cena em que se viam mais bandeiras e cartazes sobre as escadas do que pessoas para empunhá-los. Ao ver a foto da “manifestação”, muita gente os ridicularizou na internet.

Os primeiros desfiles das SA na República de Weimar também não reuniam mais que 30 pessoas, que carregavam as mesmas suásticas hoje tatuadas na pele dos skinheads presentes à Marcha das famílias contra o Comunismo, em São Paulo, no dia 10. As pessoas normais, ao vê-los desfilando nos parques, com os seus ridículos uniformes, acharam, na década de 30, que os nazistas eram um bando de palhaços. Eles eram palhaços, mas palhaços que provocaram a maior carnificina da História. Sob seus olhos frios, seus gritos carregados de ódio, milhões de inocentes foram torturados, levados às câmaras de gás, e incinerados, em Auschwitz, Maidanek, Birkenau, Dachau, Sachsenhausen – e em dezenas de outros campos de extermínio montados por ordem de Hitler.

Os hitlernautas não devem ser subestimados. É melhor que a sociedade os conheça. A apologia da quebra do estado de direito é crime e deve ser combatida com os rigores da lei. Cabe ao Ministério Público, com a ajuda da Polícia Federal, identificá-los e denunciá-los à Justiça, para que sejam julgados e punidos, em defesa da democracia.

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Mauro Santayana é colunista político do Jornal do Brasil, diário de que foi correspondente na Europa (1968 a 1973). Foi redator-secretário da Ultima Hora (1959), e trabalhou nos principais jornais brasileiros, entre eles, a Folha de S. Paulo (1976-82), de que foi colunista político e correspondente na Península Ibérica e na África do Norte.

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Bem lembrado pelo Santayana, o Portal Terra finalmente publicou uma matéria inteligível, para índios e mestiços...


Papa vai perder a oportunidade de celebrar língua ameríndia

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De...


Em...



Exposição do Presidente Evo Morales na reunião de chefes de Estado da Comunidade Europeia.

Com linguagem simples, transmitida em tradução simultânea para mais de uma centena de chefes de Estado da Comunidade Europeia, o Presidente Evo Morales logrou inquietar sua audiência quando disse:

Aqui então, eu, Evo Morales, vim encontrar aos que celebram o encontro.

Aqui então, eu, descendente daqueles que povoaram a América há quarenta mil anos, vim encontrar aos que a encontraram há somente quinhentos anos.

Aqui então, encontramo-nos todos. Sabemos o que somos, e é bastante. Nunca teremos outra coisa.

O irmão aduaneiro europeu me pede um papel escrito com assinatura para poder descobrir aos que me descobriram. O irmão usuário europeu me pede pagamento de uma dívida contraída por Judas, ao qual nunca autorizei vender-me.

O irmão leguleio europeu me explica que toda dívida se paga com lucros ainda que seja vendendo seres humanos e países inteiros sem lhes pedir consentimento. Eu os descubro. Também eu posse reclamar pagamentos e também posse reclamar juros. Consta no Arquivo das Índias, papel sobre papel, recibo sobre recibo e assinatura sobre assinatura, que somente entre o ano de 1503 e 1660 chegaram a San Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.

Saque? Não, eu creio que não! Porque seria pensar que aos irmãos cristãos faltou seu sétimo mandamento.
Exploração? Guarde-me Tanatzin de figurar-me que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue de seu irmão!

Genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomé de las Casas, que qualificam o encontro como de destruição das Índias, ou a outros como Arturo Uslar Pietri, que afirma que o arranque do capitalismo e a atual civilização europeia se devem à inundação de metais preciosos!

Não! Esses 185 mil quilos de outro e 16 milhões de quilos de prata devem ser considerados como o primeiro de muitos empréstimos amigáveis da América, destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito não somente de exigir a devolução imediata, senão a indenização por danos e prejuízos.

Eu, Evo Morales, prefiro pensar na menor ofensiva dessas hipóteses.

Trad. Vera Vassouras

(Para ler tradução completa, clique no título. Para ler o original em espanhol, clique AQUI)

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To Remember...



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De: Silvio Pinheiro para a PressAA, via nosso correspondente Hélder Câmara:


(Clique no título para ler nota em blog da FOLHApe)

Vocês lembram daquele bando de prefeitos que foi a Brasília pedir aumento no Fundo de Participação
dos Municípios e acabou vaiando a presidente Dilma? 
  
É gente sórdida e fedida da mesma laia dos que vaiaram a presidente no Mané Garrincha, depois de terem pago mais de R$ 300,00 para assistir o jogo do Brasil.

Leiam, [clique no título] abaixo, e veja para quê eles querem mais dinheiro.


No Brasil, prefeituras criam 64 mil cargos em 4 anos


(Charge que faríamos hoje para "Farinha multimistura pooode!")

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Clerisvaldo B. Chagas
Na tarde da última quarta-feira, eu e o professor Marcello Fausto, chega-mos a Palmeira dos Índios para auspiciosa missão. Fomos recebidos cordial-mente pelo professor de História, Wellington Lopes de Albuquerque, que logo nos proporcionou ligeira incursão pelos pontos turísticos da cidade, inclusive o Cristo do Goiti. Tivemos o privilégio de contemplarmos os arredores dos 700 metros de altitude na belíssima paisagem que o relevo serrano nos oferece. Após significativo descanso e preparativos, estávamos nós “enfrentando” a seleta plateia acadêmica da UNEAL, Campus III, sob a batuta do festejado pro-fessor Wellington. Lançamos o livro “Lampião em Alagoas” e partimos para uma palestra e mesa redonda com o tema: “O cangaço lampiônico nas plagas alagoanas”. Auditório lotado com acadêmicos da região, alguns professores e balaios de perguntas inteligentes, nos levaram à ocasião agradabilíssima. Mitos do Nordeste como Lampião, Padre Cícero, Frei Damião, Luiz Gonzaga, Sinhô Pereira e outros, foram amplamente citados. Passamos pelo geral sobre Virgolino, suas estripulias, organização de volantes, até desembocarmos no riacho da grota dos Angicos.
O livro “Lampião em Alagoas” – que também será lançado em outras ci-dades – é esclarecedor, interrogativo, equilibrado e polêmico como todos os livros sobre o cangaço. Várias passagens inéditas foram apresentadas, estimu-lando a pesquisa em História, Geografia e Sociologia, notadamente. Com a gentileza e desdobramentos do anfitrião, professor Wellington Lopes, quanto pela qualidade do evento, educação e maturidade dos presentes, surgiu im-pressão de retorno dos autores para outros temas relíquias do Nordeste. O Cristo do Goiti (derivado de oiti, oitizeiro), com certeza abençoou a nossa jor-nada até os seus pés, iluminando o evento que se aproximava com o pano molhado da noite.
Pela manhã retornamos da Terra dos Xucurus, de Graciliano, Luiz B. Tor-res, Adalberon Cavalcante Lins, Valdemar de Sousa Lima, para Santana do Ipanema, agradecendo a todos os que fazem a UNEAL, Campus III. Acho que bem deixamos LAMPIÃO EM PALMEIRA DOS ÍNDIOS.
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Boletim de...


...para esta nossa Agência Assaz Atroz:

Governo federal aumenta valor da bolsa dos médicos do Provab

Bolsa passará de R$ 8 mil para R$ 10 mil por mês
O Ministério da Saúde aumentou o valor da bolsa mensal paga aos médicos do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), que leva profissionais para atuarem na atenção básica das regiões onde faltam profissionais, como no interior e periferias dos grandes centros. O valor passará dos atuais R$ 8 mil mensais para R$ 10 mil. O reajuste começa a valer a partir de setembro. A informação foi divulgada pelo ministério na última sexta-feira (12).Bolsa passará de R$ 8 mil para R$ 10 mil por mês
“Esse é mais um estímulo para que os médicos continuem neste programa, que garante a formação com acompanhamento da universidade e que levou quase 4 mil profissionais para municípios do interior e periferias das grandes cidades. O Provab, como parte do Mais Médicos, já é o maior programa de interiorização desses profissionais que o país já teve.”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Atualmente, há 3.568 médicos atuando pelo Provab, sob supervisão de universidades e hospitais de ensino em 1.260 municípios. Além da bolsa mensal, outro benefício do programa é a pontuação adicional de 10% nos exames de residência médica, caso o profissional cumpra todos os requisitos, a carga horária do programa e seja aprovado na avaliação final. Com o reajuste, o investimento mensal no programa passa de R$ 30,7 milhões para R$ 38 milhões.
Mais Médicos
Na semana passada, o governo federal anunciou o Programa Mais Médicos, um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).  O objetivo é acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país, como os municípios do interior e as periferias das grandes cidades.
A iniciativa prevê a expansão do número de vagas de medicina e de residência, o aprimoramento da formação médica no Brasil e a contratação imediata de médicos com foco nos municípios de maior vulnerabilidade social e Distritos Sanitários Especiais Indígenas.
Infraestrutura
Além do investimento na formação e em medidas para levar médicos para as regiões carentes desses profissionais, o Ministério da Saúde está investindo R$ 15 bilhões para melhorar as condições físicas das unidades de saúde. Já estão em execução R$ 7,4 bilhões, distribuídos para equipar, reformar, ampliar e construir mais de 16 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS), 818 hospitais e 877 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). E R$ 7,5 bilhões são recursos novos – R$ 5,5 bilhões para construção de seis mil unidades UBS, reforma e ampliação de 11,8 mil UBS e para construção de 225 UPAs, além de R$ 2 bilhões para a construção de 14 hospitais universitários.
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Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons
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