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terça-feira, 23 de julho de 2013

Manifesto dos professores e pesquisadores que atuam no ES sobre o #protestoES

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Manifesto dos professores e pesquisadores que atuam no ES sobre o #protestoES
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Para nós, professores e pesquisadores, o dia 17 de junho de 2013 representa um marco histórico para a sociedade civil do Espírito Santo. Cerca de 30 mil pessoas romperam seus medos privados, ocuparam o espaço público e atravessaram a Terceira Ponte rumo à residência oficial do governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, em Vila Velha. O primeiro Ato "Não é por 20 centavos, mas por direitos" alterou o imaginário que tínhamos daquela ponte: de um símbolo da imobilidade e espoliação urbana, a ponte tornava-se o ícone de uma ocupação popular que pedia libertação de práticas políticas viciadas do sistema representativo dessa nossa democracia local. Milhares de pessoas, na porta da bucólica residência da Praia da Costa, mandavam um sinal: "nós existimos!". 
O Segundo Ato, em 20 de junho, mobilizou 100 mil pessoas, que definiam como locus de manifestação o Tribunal de Justiça do Espírito Santo, símbolo até pouco tempo do maior escândalo do Poder Judiciário capixaba: a Operação Naufrágio. O Espírito Santo vive, até hoje, um estado de ebulição de grupos sociais, de matizes políticas e sociais distintas, com reivindicações difusas, mas muito concretas. Numa estrutura política que privilegia muito mais as relações entre políticos e empresas, em práticas de alimentação mútua de temas e interesses, o cidadão vê a representação política distante de suas demandas sociais. E, na rua, faz-se notar ao demonstrar que a desigualdade social é a maior das corrupções desse sistema político.
No Terceiro Ato, os destinos finais das manifestações foram a Prefeitura de Vitória e a Rede Gazeta. Agora com uma composição política nova: a Assembleia Popular. Em média 500 pessoas, nos finais de semana, deliberam ainda atualmente suas reivindicações. Tudo de modo aberto e direto. A marcha, com 10 mil pessoas, colocava na mesa inúmeras pautas para a negociação com o Executivo e o Legislativo estaduais. Mas o Executivo se manteve reticente, afirmando que o movimento não tinha líderes e apresentava pautas em excesso. O governador se ausentou da mesa. E destinou a tarefa de receber os manifestantes a um grupo de tecnocratas do segundo escalão. Em seguida, os ativistas ocuparam a Assembleia Legislativa. Queriam que o projeto de lei que colocava fim ao pedágio da Terceira Ponte fosse votado. Uma semana de negociação. Não havia representantes do governo. Este, ao contrário, articulou sua base legislativa e arquivou o projeto.
Nova manifestação, no dia 19 de julho. Mais de cinco mil pessoas, às 6h da manhã, marcham da Assembleia Legislativa até o Palácio Anchieta. Entram na avenida Jerônimo Monteiro sob aplausos e papel picado. No Palácio, não há ninguém para receber as suas reivindicações. Como representantes do governo só o Batalhão de Missões Especiais, que passa a atuar com o uso de violência absolutamente desmedida, intensificando as reações por parte da manifestação, invertendo por completo sua função de preservar a vida das pessoas e tratando moradores e manifestantes indiscriminadamente como criminosos. O resultado: mais de 60 prisões, sendo a maioria realizada de forma arbitrária e ilegal, com acusações sem provas de sua materialidade e autoria.
Em um mês de protestos temos algumas narrativas construídas. Uma delas é a narrativa da multidão conectada nas redes sociais, a outra é aquela produzida por alguns veículos tradicionais que descrevem a realidade a partir de um viés de análise que criminaliza a ação dos movimentos sociais. A primeira aponta para um governo que não adota medidas concretas de respostas aos anseios das ruas; a segunda acusa as manifestações de acolherem indivíduos que depredam os patrimônios privado e público e, portanto, não querem o diálogo. O único ente do Poder Executivo presente é a Polícia Militar. 
Temos a democracia por princípio. E isto nos coloca terminantemente contrários a todo e qualquer tipo de criminalização dos movimentos sociais, acusando-os com um discurso policial, com rótulos usados pelo Estado que caracteriza manifestantes como criminosos. Lutar por  justiça, radicalização da democracia, transparência na produção de informações e compartilhar estratégias de construção de políticas do comum não pode ser considerado crime, mas sim a tentativa de superação de uma ordem que legitima o poder decisório nas mãos de poucos.
Não  é recente, mas recorrente, o uso do poder da polícia, por parte do  Governo do Estado, de forma desmedida, com alto grau de violência e desrespeito aos direitos das pessoas de mobilizar-se e fazer reivindicações nos  espaços públicos. Lembremo-nos das bombas explodidas no campus da Ufes em junho de 2011. Esta violência policial, ao contrário do que afirmam - que teria como foco o controle da "destruição do patrimônio (público e privado)" por parte dos protestos -, tem sim incitado os "excessos" e intensificado o medo e a insegurança na população. O fechamento dos poderes constituídos à negociação com os atores políticos das ruas - cuja pior imagem é aquela da Assembleia Legislativa bloqueada por dezenas de policiais, no dia 15 de julho, enquanto funcionários comissionados ocupavam o plenário e, mudos, observavam seus chefes deliberarem sobre a  ordem do dia - só aprofunda um estado de revolta social.
Para nós, professores, é inconcebível clamar por pacifismo e reclamar das ações contra o patrimônio público e privado em um contexto social, como o que encontramos no Espírito Santo, marcado pelos mais altos índices de violência contra a mulher e contra a juventude, além de um dos maiores níveis de homicídios do país. O Estado  deve buscar compreender que essas ações não ocorrem sem sentido, de  forma aleatória. Expressam a existência de um pensamento crítico e  inconformado com um contexto de violência permanente contra as próprias pessoas. Não é à toa que um dos cartazes de uma das manifestações afirmava: "a polícia que bate nas ruas é a mesma mata nas favelas." 
E somado a isto, sobram até ameaças para o trabalho intelectual dos professores, feitas por um jornalista, que, em seu Twitter, declarou: "... já estamos monitorando os professores que incitam e estimulam a violência. Falta pouco!". Essa ameaça é uma forma de ilação: querem nos colocar como intelectuais da incitação da violência, quando esta é oriunda de um conjunto de indignações ainda não escutadas e do uso desmedido da força policial por parte do executivo estadual.
Os protestos e as mobilizações, é importante salientar, buscam ampliar direitos sociais e políticos. E mais do que isto,  retiram do piloto automático acordos formais e informais realizados por uma elite política e econômica que faz dos partidos estruturas mais de comando do que de construção coletiva de novas agendas para as políticas públicas. É um movimento pela ampliação de direitos sociais. Veja o caso da busca pela ampliação do direito à saúde no Espírito Santo. A precariedade da atenção à saúde da população é uma marca que agride o exercício da cidadania de milhões de pessoas e está na pauta reivindicatória dos movimentos. Unidades de Saúde e hospitais públicos sucateados, privatização, precarização dos vínculos empregatícios, desmandos na gestão dos escassos recursos públicos e o desrespeito às pessoas que procuram atendimento comprometem o direito universal à saúde inscrito na Constituição brasileira. O mesmo se aplica à gestão dos serviços de saúde atualmente entregue às Organizações Não-Governamentais, serviços religiosos e terceirizados com financiamentos altíssimos pelo Estado, priorizando um sistema de saúde privado (suplementar) à gestão fortalecida do Sistema Único de Saúde (SUS). 
Para nós, professores, outra pauta concreta é a gestão e planejamento das cidades e a mobilidade urbana. Os movimentos iniciados em junho de 2013 reclamam a plena participação e intervenção na deliberação sobre os destinos da cidade, ressaltando a mobilidade urbana pleiteada como direito do cidadão. Reclama-se, especificamente, dos itinerários, dos horários, da frequência, da limitação dos modais de transporte coletivo, da qualidade e inadequação do transporte coletivo, da carência dos pontos de ônibus, da falta de políticas para transportes não motorizados, dos espaços públicos tomados pelos transportes individuais. Os protestos reclamam compartilhamento do comum, que é o direito do livre circular no espaço da vida urbana. Não à toa que os manifestantes lutam por uma vida sem catraca, uma vida sem pedágio. Em três anos de governo estadual, após um período de caos urbano causado por obras simultâneas em vias cruciais ao fluxo da população pela cidade, veem-se obras paralisadas ou atrasadas que se erguem com impactos sociais e ambientais ao entorno construído. Há ainda planos que não saem da gaveta como o controvertido BRT (Bus Rapid Transit),que é o modelo de transporte coletivo escolhido para ser implantado na Região Metropolitana da Grande Vitória. Este governo, não tendo esgotado os planos encampados da gestão anterior, anuncia mais um plano estratégico de longo prazo.
Sim, há uma ampla mobilização em torno das redes, o que exige governos transparentes e que dialoguem nesses ambientes midiáticos 2.0. Há  uma mudança paradigmática no modo de se produzir comunicação e cultura.  Acabou, tendencialmente, qualquer possibilidade de um centro difusor de  informação, típico de uma sociedade de massas. Não é a injeção de  anúncios publicitários televisivos que resolverão nossa crise política.  Ao contrário, perguntamos, se esses anúncios não seriam a evidência de  que a relação comunicacional do Estado com a sociedade civil está presa a um modelo em que o simulacro e o espetáculo se tornaram a única ferramenta possível de diálogo público. 
Essa perspectiva espetacular baseada no medo, que também se desdobra na forma como as manifestações tem sido noticiada pela grande mídia local,  se choca com as centenas de testemunhos, vídeos, fotos, transmissões ao vivo e textos livres, que circulam, de modo horizontal, nas redes sociais, desmentindo o discurso estatal e midiático, com situações em que o povo é constrangido pela repressão policial. Em lugar do monopólio de uma versão oficial dos fatos, apoiamos os relatos que busquem outras reflexões e olhares sobre acontecimentos e mudanças que ainda estão em curso. Por isso, não podemos aceitar que o Estado, por meio de sua polícia, continue reprimindo aqueles que produzem estas versões independentes (não oficiais) dos acontecimentos.
Para nós, professores, é necessário e urgente a construção e proposição de novas relações de comunicação com o Estado (através da participação ampla e irrestrita da sociedade), o que passa pela democratização das verbas publicitárias (hoje concentradas em grupos  familiares de mídia do Estado), recuperação da sucateada TVE, mais recursos para editais públicos de cultura e comunicação (sem que estes sejam geridos por instituições privadas, como o Sincades).  São essas medidas que criam novas narrativas sobre a vida, não subsumindo esta ao simplismo do discurso da "depredação do patrimônio", como se o Estado  fosse um ente apenas para proteger coisas e mercadorias. O Estado precisa dos sujeitos coletivos para tornar-se democrático. 
Nós, professores, temos como princípio para a educação que praticamos, seja em sala de aula, na condução dos trabalhos de pesquisa e extensão ou na administração das  universidades e faculdades, a garantia do diálogo e do livre pensar em um paradigma democrático, plural, inclusivo e não dogmático. Não há como refutar o outro apenas pela não concordância, pelo preconceito ou pela rejeição de sua legitimidade social e política. Como professores e pesquisadores não concordamos e  repudiamos a forma como o atual Governo do Estado do Espírito Santo tem se recusado a abrir diálogo com as organizações e grupos que têm ocupado as ruas para protestar por direitos e reivindicações legitimas. Somos profissionais do diálogo. Trabalhamos para que as ruas entrem pela porta da frente do Palácio Anchieta. Apoiamos as lutas sociais e as instituições democráticas!
Vitória, 22 de julho de 2013.
Subscrevemo-nos,

Ethel Leonor Noia Maciel (UFES)
André Michelato Ghizelini (UFES)
Aureo Banhos (UFES)
André Filipe Pereira Reid Santos (FDV)
Raquel Garbelotti (UFES)
Fábio Malini (UFES)
Daniela Zanetti (UFES)
Cristina Losekann (UFES)
Eliana Creado (UFES)
Humberto Ribeiro (FDV)
Neide Cesar Vargas (UFES)
Sandra Costa (UFES)
Tom Gil (UFES)
Thiago Dias Sarti (UFES)
Erly Milton Vieira Junior (UFES)
Ana Heckert (UFES)
Fabio Goveia (UFES)
Rafael Vieira Teixeira (UFES)
Andrea Bayerl Mongim (UFES)
Gisele Ribeiro (UFES)
Patricia Pavesi (UFES)
Rogerinho Borges (UFES)
Clara Luiza Miranda (UFES)
Dulcinea Sarmento Rosemberg (UFES)
Helder Gomes (UFES)
Celeste Cicarone (UFES)
João Saldanha (UFES)
Nara Borgo Cypriano Machado (FDV)
Francis Sodré (UFES)
Adriana Ilha (UFES)
Rita Lima (UFES)
Luciane Bresciani (UFES)
Maurício Abdalla (UFES)
Gustavo Rocha
Edgard Rebouças (UFES)
Roseane  Vargas Rohr
Marcelle Lemos Leal
Gilberto Medeiros
Maycon Carvalho dos Santos
Ligia de Souza
LEANDRO QUEIROZ
Cleber Tôrres
andre nascimento
Andrew Laureth
Patricia Pavesi Dezan
Andrea Bayerl Mongim
Guilherme  Gonçalves Schmittel
Aline Alves
Graziela Menezes de Jesus
Camila Valadão
Gisela  Gonçalves
Kethlen Gama
Washington Carneiro
Tom Boechat
Geovana Tabachi Silva
Saulo Salvador Salomão
Thana Mara de Souza
Talita Miranda Teixeira Xavier
Thayla Fernandes
Isaias Alves
Amanda Baptista
Renan Grisoni
Leandro Cass
Lia Carreira
SOLANGE  DRUMOND LANNA
Tuani Augusto
Filipe Siqueira Fermino
Araujo Lourdes
Thatiana Santos
Ruy Barboza
kamilla albani
Tiago  Camillo (IFES)
Arlindo Rodrigues Picoli
Caroline Fiório Grilo
Erineusa Silva
RODRIGO HUEBRA MARTINS
nicole palaci
Rafael Cerqueira
Luiza Alves
Camila Mendes Santana
Claudiana Campanharo
Felipe Scardua Binda
flavio magalhaes
Hellen Malhame
Filipe Filetti
Rafael Espinoza Gomes Roseira André
Márcia Pinto da Silva
Cristiane Martinelli Erler
Alexandre Jairo Marinho Moraes
Danielle Cabrini
LUIZ MAURO MOYSÉS JÚNIOR
Rosana Müller Ferreira
Janine Rodrigues
Thais Rodrigues Caetano
Saskia Sá
Watuze Lourpen Nascimento e Souza
Plínio Medeiros
Marcelo Eliseu Sipioni (UVV)
Rafael Andrade Monteiro de Barros
FERNANDO PASCHOAL
alda Maria Brandão
Isabela Meira Vieira
Lorena Kellen Fernandes Sousa
Aline Peixoto
MARIA DAS GRAÇAS C. SILVA DE SA
Luiz Cláudio  M. Ribeiro
Marcia Gaudio Campos
MOACIR ESTACIO
denyse gomes
TACIANO CABRINI
MARCO AURÉLIO ALBUQUERQUE
Gabriel Ramos
iure souza
Daniel  Ferreira
Samya Lievore Zanotelli
Julia Silva de Castro
Gabriel Silva
JOÃO COLA
Conceição Soares
TATIANA ROSA
Herminia Billo COLA
Monica Patricia Gomes Machado
giselle queiroz
Vinícius Barreto
Luiz Tauffer
Jordana Néri
Luzimar Luciano
Arthur Gonzalez
Paulo de Barros
Lucyenne Vieira-Machado
Luiza moreira ambrosim
Nívia Carla Pereira
Larissa Rodrigues Dell'Antonio
Leonardo Domingos
Mara  Coradello
Aparecida Torrecillas
Anne Caroline Vieira (UFES)
FABIO TAVARES
Priscila Rosa
kassia de aguiar salazar
paulo vieira
Gilda Cardoso
Elias Dias
Andréa Campos Romanholi
Ernesto Charpinel Borges
Camila David Dalvi
Brunella França
Priscila Ceolin Gonçalves Pereira
Marluce Leila Simões Lopes
JOYCE CASTELLO
Marina Machado
Simone Raquel Batista Ferreira (UFES)
Maristela Silva
Isabella Zonta
Andressa Koehler
Danielle Noya Toso
Geisa Ribeiro
Gian Luca Palaoro Moro
Lorrayne Beliqui Cosme
Raphael Gomes Sant'Anna
Henrique Montovanelli
RENZO ROCHA
Aline Trigueiro (UFES)
Edson Maciel Junior
Tania Mara Correa Ferreira (UFES)
Virgínia Coeli Passos de Albuquerque
Matheus Oliveira
Jorge Nascimento
Renan  Pinna
Bajonas Teixeira de Brito Junior
Andressa Zoi Nathanailidis
Francisco Santanna Lopes
Jacques Passamani
Kalna Mareto Teao
Lucas Octávio Cândido da Silva
Joaquim Gasparini
Denise Rabelo
Paulo Arantes
Paulo Prot
Aldaires Souto França
Rodrigo Cerqueira
Bianca Lima Schuwartz Bermudes
Sandro Nandolpho (Estácio de Sá)
ANDRE PORTO
claudia kjaedegaard
Lara Santos Zangerolame Taroco
Célia Maria Vilela Tavares Tavares
Alberto Santos
HELOISA SOUZA FERREIRA
MARGARETE MORAES
Lucas Wingler
Auciléia Maretto
mariana cicilioti
denise vieira
Paulo Mattos
Ziza Beatriz Festa
Attila Piovesan
Laura Graziela Gomes
Marcilene Forechi
Alvaro Luiz de Oliveira Oliveira
Larissa Okuyama
Eduardo Selga
Leandro Ricardo
Karen  Dias
Fernando Ferreira
murilo andrade
Ademilton Gomes da Silva Júnior (Faculdade Novo Milênio)
Cássio Reginato
Giordana Barbiero
Maria Daniela Macedo
Flavia Meneguelli Ribeiro Setubal
Vanderson Santa Clara
Juliana Favero
Alexandre  Leppaus Coradi
Wilson Camerino
Vítor José Testoni Gomes
Márcia Correia de Lima
Ueber Oliveira
Sarah Pereira
Jessica Bicalho
César Ivan Pereira Pinheiro
Eliana Kuster
CLEZYA SEIXAS
Maria Adalgisa Pereira Pinheiro
Rodrigo Scherrer
Cleicianne Macrino
IGOR DOS SANTOS MIRANDA
Deborah Rosenfeld
Robson Perdo
Ana Maria Quirino
Paulo Nunes
Carmem Masoco
Franciele Sillos Lamas
Gilfredo Maulin
Maria Aparecida Javarini
Rafael Rizo Scandian
Angélica Patrocínio Ribeiro
Otilia Brandão Silva Piumbini
LADY NEIA GAMA CUSTODIO
Jorge Ferraz
Alexandre  Curtiss Alvarenga
Carolina Esposti
Rubiane Maia
Adriana Leão
claudinice salustiano de oliveira
Helena Carvalho Coelho
Ramon Moreira de Paula
Felipe Morais Addum
Cristiana Mara Bonaldi
Tales Wellington Cunha Felix
Júlia Carvalho de Andrade
Domingos Creado
Andrea Patrocinio Ribeiro
Gladson Dalmonech Mudesto
Andre Luiz Alves Lima
Adilson Paula de Oliveira
Joaquim Oiveira Neto
André Campagnaro
Paulo Alberto Ferri
ELIARIO S. LEAL
Eduardo Miranda
Mateus Ferreira
Cleber José Carminati
Priscila de Oliveira Queiroz
Monique santiago
Mirtes Ap, Santos
Vanessa Alves Justino Borges
Diego Kern Lopes
Maria Sampaio do Nascimento
Marcus Vinicius Rocha
Olga Maria Andrade
Renan Vasconcelos
Beto Aguilera
Maria Elena da Luz Azevedo
Raphael Góes Furtado
Marcos Antonio Sacramento de Oliveira
Karin Komati
Fabíola dos Santos Cerqueira
Lirio Guterra
Ana Maria Gava
Vinícius Lordes
Antonio Eduardo Carvalho Nogueira
Fabiola Xavier Leal
Mauricio Valli
Thalita Calmon Capelini
André Michelato Ghizelini
Geise Pereira da Silva
Mariana Bonomo
Tabata Gomes Lopes
João Paulo Damasio Martins Ferreira
Adelia Ribeiro
Hervacy Brito
Izabela Orlandi Moro
Vitor Fernandes
Eliane Aparecida Lyra Nascimento
VINICIUS DE AGUIAR CALOTI
Marcela Oliveira de Paula
Ana Carolina Olympio Avellar
Rafaela Scardino
Henrique Albuquerque
Igor Silva
Glaucia de Amorim Melo
Ana Rosa Barbosa Boueri
Vinicius Cavatti Cancelieri
zacharias cheibub
Cristina Campello
Demian Ferreira da Cunha
Vitor Almeida
Renata Danielle Moreira Silva
Vinicius Machado
Rodrigo Mattos
Denise Maria Carneiro da Silva
Thiara Pagani
João Brito
Adriana Lopes
Luis dos Santos
Tin Megali
Letícia Queiroz de Carvalho
Muriel Falcão
Melina Leal Galante
Bruna Loureiro
Flavia Milanezi
Adriano Alvarenga
Raphael Scalfoni
Marta Zorzal e Silva
Bruna Carvalho
Samira Proeza
Thiago Nascimento do Prado
Carlos Alberto Batista
yasmim hoffmann
sidineia vasconcelos
Teresa DRAGO
Susana Louzada
Ariela Thompson
cynthia Galante
Alexsandro Meireles
Juliana Monteiro
Jefferson Kozlowski
Rafaela Dornelas
Sarah Vervloet Soares
BRUNO FERNANDES MEDEIROS
Gabriela Alves
Nathan Moretto Guzzo Fernandes
Aubrey Effgen
flavio souza
Vinicius Rosa Ribeiro
Paulo Magalhães Araújo
Marcos Júnior
Rovena Lebarch Rocha
Leonir Reis
Priscila Oliveira
Marcos Accioly
Luiz Romero  Oliveira
margareth galvão
Maria Aparecida Passini
Tiago Pinheiro Teixeira
Rita Santos Amorim
Daniella Paiva da Silva
Adriana vasconcellos guide
Italo Antonio Barbosa de Oliveira
Fabio Anselmo
Sabela Silveira
Claudia Câmara do Vale
Gisele Silveira Bernardes
wanderson Kutz
Ana Luisa Faustino
Douglas Schneider Chagas
Iury Pessôa
Filipe Puppin Saitt Pereira Ribeiro
Carolina Leão
Jorge Eduardo Martins Cassani
karla capucho
Ádson Lima
Creziete Nunes Arcanjo
Jean Pereira
Paulo flavio
Amanda Brommonschenkel
Rebeca Valadão Bussinger
Jane Tagarro Correa Ferreira (UFES)
Carolina Ruas
Gabriel  Borges
Leonardo Patrocínio
Sarah Dubberstein Gasperazzo
Amanda Mariano
Carlos Nazareno F. Borges
Breno Araujo
Danielle Cabrini Mattos (UFES)
carla salles
Rogério Soares
Marcus Vinicius Marvila das Neves
daniel cunha
Luis Filipe Porto das Neves
Anderson Bardot
Adriely Tonon
Daniel Mota
Naciete Souza Firmiano
Rafael Darrouy
Allan Eller
Amarildo Menezes
Jo DaCosta
Robson Broedel
Felipe  Zonta
Sérgio Schultz
Sandro Azevedo Almeida
Gabriel Meneguelli Soella
André Pereira
Ren TCo
Camilla Nogueira
Conrado Segal
Stanley Sulke Barbosa
sandro silva
Alessandra Meireles
Sidney Spacini
Renan  Corrêa
Maria Cristina Pereira (USP)
Filipe de Paula
Karina de Moura Oliveira
Amanda Duarte Quenupe
Thiago Luiz Dutra
Ana Luiza Carvalho
Gibran Fadlalah
Rafael Mendes Wolkartt
Pedro Spinassé De Martin
Igor Chagas Van Der Put
daniel tatagiba
Dianni Pereira de Oliveira
Marcelo Silva
André Moulin Dardengo
Carla Francesca Sena Pera
Pedro Henrique Santos de Sá
Carolini Covre
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Juliana Colli Tonini
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Rafael Maforte Batista
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Caroline Colombo
Adriano Monteiro
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Ronald Simoes
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Mariana Kuster
Bruno Ferreira
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Felipe Medeiros
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Edna Oliveira
Luiz Leoncio Lorenzoni
Magda Andrade
edson bomfim dos santos
Alex Oliveira
flavia amboss merçon leonardo
Marco Pontual
Hadson Rodrigues
Roberto Izoton (Prefeitura Municipal de Cariacica)
Adauto Emmerich Oliveira Emmerich
Amanda Veríssimo
Clarice Monteiro
Eduardo Arruda Pimentel
ROBERTA TORRES
PIERRE FRANCISCOA ALVES ( UNIEST,PMC,UMBRA) FRANCISCO
FELIPE KOSLOSKI
CLAUDIO ZONATELLI (UFES)
Para:
Renato Casagrande, Governador do Espírito Santo 
Prezado Governador,
Respeitamos sua trajetória política. Pedimos que abra o diálogo com os movimentos sociais. E que garanta que a liberdade de pensamento no nosso Estado seja um valor a ser promovido e não um ação a ser monitorada.

Atenciosamente,

Nós, professores e pesquisadores. 
Atenciosamente,
[Seu nome]

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