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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Existe ex-gay? Existe ex-mau-caráter? Existe ex-Brasil?



Os macacos cibernéticos, pauteiros da PressAA, clica daqui, clica dali, pulando de sítio em sítio, acabam quebrando o galho, por estarem gordos demais devido ao exagerado consumo de notícias. Daí, criam barriga na massa encefálica, mais cinza do que nunca na história deste universo googleriano. Inflando a barriga cerebral com rapadura e jabá noticiosos, restos do banquete no Café-Soçaite dos barões da mídia, aspiram (epa!) um lugar ao sol a nível de classe média.

Mas, porém, no entanto, entretanto, com tudo dentro, enquanto Poirot ou Komila Nakova não chega, a gente vai juntando as peças desse quebra-cabeça dos diabos...

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Recebemos e-mail com a seguinte mensagem:

Os que acusam a presidente Dilma Roussef de ter participado do roubo do cofre do Adhemar de Barros,
história mal contada e de várias versões em http://heliofernandes.com.br/?p=9378, deveriam ler a história do senador Aluysio Nunes, o Mateus.

Se a presidente roubou mesmo o cofre do Adhemar, vale o ditado "ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão".

Já o 'ilustre' senador tucano roubou um trem pagador da Santos a Jundiaí, onde havia dinheiro suficiente para pagar todos os funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. 

Leiam a biografia dele http://pt.wikipedia.org/wiki/Aloysio_Nunes, com notas até agora não contestadas, e vejam quem o protegia.

Hoje ele é da turma do Arnaldo Jaborto e do Gabeira, para quem o Emir Sader dedicou este brilhante artigo: http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=424

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Fomos checar a informação. Realmente o brilhante artigo de Emir Sader presta homenagem aos ex-militantes de ultraesquerda que hoje fazem mea-culpa pelas suas "equivocadas posições" num passado nem tão remoto. Parece que hoje estão na posição em que Napoleão perdeu a guerra.

Mas vamos parar com esse nhenhenhém e fazer como o Graciliano Ramos, que dispensava intermediários resenhistas, preferindo a fonte a beber embaixo da ponte.

Aí está a homenagem à “...turma do Arnaldo Jaborto e do Gabeira...”:





A miséria moral de ex-esquerdistas


Alguns sentem satisfação quando alguém que foi de esquerda salta o muro, muda de campo e se torna de direita – como se dissessem: “Eu sabia, você nunca me enganou”, etc., etc. Outros sentem tristeza, pelo triste espetáculo de quem joga fora, com os valores, sua própria dignidade – em troca de um emprego, de um reconhecimento, de um espaçozinho na televisão.

O certo é que nos acostumamos a que grande parte dos direitistas de hoje tenham sido de esquerda ontem. O caminho inverso é muito menos comum. A direita sabe recompensar os que aderem a seus ideais – e salários. A adesão à esquerda costuma ser pelo convencimento dos seus ideais.

O ex-esquerdista ataca com especial fúria a esquerda, como quem ataca a si mesmo, a seu próprio passado. Não apenas renega as idéias que nortearam – às vezes o melhor período da sua vida -, mas precisa mostrar, o tempo todo, à direita e a todos os seus poderes, que odeia de tal maneira a esquerda, que já nunca mais recairá naquele “veneno” que o tinha viciado. Que agora podem contar com ele, na primeira fila, para combater o que ele foi, com um empenho de quem “conheceu o monstro por dentro”, sabe seu efeito corrosivo e se mostra combatente extremista contra a esquerda.

Não discute as idéias que teve ou as que outros têm. Não basta. Senão seria tratar interpretações possíveis, às quais aderiu e já não adere. Não. Precisa chamar a atenção dos incautos sobre a dependência que geram a “dialética”, a “luta de classes”, a promessa de uma “sociedade de igualdade, sem classes e sem Estado”. Denunciar, denunciar qualquer indicio de que o vício pode voltar, que qualquer vacilação em relação a temas aparentemente ingênuos, banais, corriqueiros, como as políticas de cotas nas universidades, uma política habitacional, o apoio a um presidente legalmente eleito de um país, podem esconder o veneno da víbora do “socialismo”, do “totalitarismo”, do “stalinismo”. 

Viraram pobres diabos, que vagam pelos espaços que os Marinhos, os Civitas, os Frias, os Mesquitas lhes emprestam, para exibir seu passado de pecado, de devassidão moral, agora superado pela conduta de vigilantes escoteiros da direita. A redação de jornais, revistas, rádios e televisões está cheia de ex-trotskistas, de ex-comunistas, de ex-socialistas, de ex-esquerdistas arrependidos, usufruindo de espaços e salários, mostrando reiteradamente seu arrependimento, em um espetáculo moral deprimente.

Aderem à direita com a fúria dos desesperados, dos que defendem teses mais que nunca superadas, derrotadas, e daí o desespero. Atacam o governo Lula, o PT, como se fossem a reencarnação do bolchevismo, descobrem em cada ação estatal o “totalitarismo”, em cada política social a “mão corruptora do Estado”, do “chavismo”, do “populismo”.

Vagam, de entrevista a artigo, de blog à mesa redonda, expiando seu passado, aderidos com o mesmo ímpeto que um dia tiveram para atacar o capitalismo, agora para defender a “democracia” contra os seus detratores. Escrevem livros de denúncia, com suposto tempero acadêmico, em editoras de direita, gritam aos quatro ventos que o “perigo comunista” – sem o qual não seriam nada – está vivo, escondido detrás do PAC, do Minha casa, minha vida, da Conferência Nacional de Comunicação, da Dilma – “uma vez terrorista, sempre terrorista”.

Merecem nosso desprezo, nem sequer nossa comiseração, porque sabem o que fazem – e os salários no fim do mês não nos deixam mentir, alimentam suas mentiras – e ganham com isso. Saíram das bibliotecas, das salas de aula, das manifestações e panfletagens, para espaços na mídia, para abraços da direita, de empresários, de próceres da ditadura.

Vagam como almas penadas em órgãos de imprensa que se esfarelam, que vivem seus últimos sopros de vida, com os quais serão enterrados, sem pena, nem glória, esquecidos como serviçais do poder, a que foram reduzidos por sua subserviência aos que crêem que ainda mandam e seguirão mandado no mundo contra o qual, um dia, se rebelaram e pelo que agora pagam rastejando junto ao que de pior possui uma elite decadente e em vésperas de ser derrotada por muito tempo. Morrerão com ela, destino que escolheram em troca de pequenas glórias efêmeras e de uns tostões furados pela sua miséria moral. O povo nem sabe que existiram, embora participe ativamente do seu enterro.

Emir Sader 

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Agora vejamos a história sobre...


“Helio, quem roubou a amante de Ademar? Quanto havia nesse cofre? O que foi feito do dinheiro: Dona Dilma participou mesmo da operação? E de quem foi a ideia?”

Comentário de Helio Fernandes:
Lógico, Marreta não é nome, mas o assunto é importante. Merece resposta, simples e rigorosamente verdadeira. Sem poder me alongar, mas o suficiente para um esclarecimento, pela ordem das perguntas.

(...)

E como naquela época a televisão não tinha muita penetração, o fato apareceria, mas pouco visto. Só que no dia seguinte, (internet nem pensar) na Primeira de todos os jornalões, a foto dos 39 presos políticos sendo embarcados para o exterior. A ordem não era dos sequestradores, e sim dos nossos “AMIGOS DOS ESTADOS UNIDOS”.

(...)

A questão da participação de Dona Dilma. Ela não soube de nada na época, foi conhecer o episódio muito depois. Já disse várias vezes, “fui seqüestrada e torturada durante três anos”. Ora, ninguém é TORTURADO POR 3 ANOS. Por dois motivos.

1 – Ninguém suporta. De 1937 a 1945, e depois, de 1964 a 1979, milhares e milhares foram torturados barbaramente, mas não por três anos.

2 – Só grandes personalidade são TORTURADAS por um período como esse. Dona Dilma foi presa sem que ninguém soubesse, e não tinha status ou projeção para ser TORTURADA por esse período.

E na verdade, nas duas ditaduras, só um homem foi TORTURADO SELVAGEMENTE por um período como esse ou até um pouco maior: Prestes, de 1936 a 1940. Outro barbaramente torturado foi Apolônio de Carvalho, de 1969 a 1970.

Prestes, preso por acaso em 1936, menos de 3 meses depois da “Intentona Vermelha”, (despropósito da imprensa daquela época, que tinha mau gosto pior do que hoje) sofreu horrores até 1940. Nesse ano, Stalin mandou um embaixador especial pedir ao ditador Getulio Vargas a libertação de Prestes. (Lógico, o Brasil e a União Soviética já eram quase “aliados” na Segunda Guerra Mundial). 


[Pauteiros da PressAA enclausurados em um hotel estrelado em Águas de Lindóia: Pô! Hélio Fernandes, você não considera três anos trancafiada numa cela na torre de um presídio como sendo um tremendo período torturante, tendo que rezar com as amigas sempre que alguma delas voltava de uma sessão de tortura? Santa Rosa Luxemburgo, rogai por nós!]

(Para ler a história completa, clique no título ou AQUI)

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E por falar em ex-esquerdista, ex-jornalista, ex-agente, ex-gente...

Leia também...

Depois da travessia [a travessura]

Cony: "No Brasil, já não há castração. Mas há impotência"


ALVARO COSTA E SILVA
MARCO AURÉLIO CANÔNICO
JOÃO PAULO CUENCA
ILUSTRAÇÃO PAULO MONTEIRO

RESUMO Autor de mais de 80 livros, Carlos Heitor Cony volta à narrativa memorialística ao relançar livro sobre JK e a ditadura militar. Nesta entrevista, concedida a dois repórteres e um romancista carioca como ele, o colunista da Folha fala de livros, futebol, política e jornalismo.

CARLOS HEITOR CONY, 86, surge na sala do seu apartamento na Lagoa andando com dificuldade. Se a distância fosse maior, usaria uma bengala; viagens, só mesmo com cadeira de rodas. Com galhardia, Cony enfrenta um câncer linfático crônico, diagnosticado em 2001. As sessões de quimioterapia enfraqueceram-lhe as pernas. A cabeça continua tinindo.

Durante duas tardes de conversas, totalizando seis horas, o escritor e colunista da Folha discute futebol e literatura, lembra amigos como Paulo Francis e Adolpho Bloch e conta como foram suas prisões durante o regime militar (1964-85) -seis no total.

Ele até se emociona ao falar de trabalhos seus que voltam às livrarias em duas novas edições -dentro de uma lista de títulos que ultrapassa os 80, entre romances, contos, crônicas, ensaios, reportagens, infantojuvenis, adaptações.

(Clique no título e leia entrevista completa)

Em seguida pode ler...

Entrevista copidescada com um homem em estado de sítio


por Equipe Assaz Atroz


FichaAgente a serviço da intelectualidade oficial de patente, autor de “Mais de 1.800 Colinas”, livro que deu origem ao hino “1800 Colunas Curvadas”, do general Costa Colina, Callos Heiduque Conifloro volta à narrativa minimalista ao lançar obra de não-ficção (continue doente): “Conspiração contra a Teoria da Conspiração”.
                               
Nesta entrevista, concedida a dois repórteres frilas e um Assaz Atroz contista paraíba-carioca, Heiduque fala de sexo, futebol, cachaça, política, jornalismo e cultura inútil em geral.

Eis que surge Callos Heiduque Conifloro no convés do seu iate fundeado na Lagoa dos Feitos, andando com dificuldade, pois perdeu seu poder de volitar. Se a distância fosse maior, usaria um ultraleve; viagens, agora, só mesmo no seu jatinho adaptado.

Durante duas madrugadas de conversa fiada, o escritor acadêmico pagou mico, falou de tudo um pouco, até de literatura; lembrou amigos como Paulo Franco, aspirante a generalíssimo, e Adolphino Broche, seu führer-mentor, e contou como transcorreram suas hospedagens em quartéis cinco estrelas, nos tempos da ditadura militar que se instalou no Brasil em 1º de abril de 64, época em que pouca gente fazia 69 – morria antes, de acordo com a expectativa da vida inútil de cada um de nós.

Ele até se emocionou ao falar de trabalhos seus que voltam às livrarias em novas tiragens revisadas do ponto de vista ideológico: “Esqueçam tudo que um dia eu disse, mas esqueçam também tudo que de mim disseram daqui em diante; exceto o que aqui vou dizer atrozmente e que brota de uma mente que não mente”. Voltando-se para nós, perguntou: “E aí? Sou ou não sou melhor frasista que o Nelson Rodrigues?” (os ponto-e-vírgulas aqui utilizados contrariam palpite de Heiduque; confira na entrevista).

“Conspiração contra a Teoria da Conspiração” reúne contos crônicos, ensaios profundos, literatura infanto-senil, entre outros gêneros genéricos.

E, como diria Odorico Paraguaçu, deixemos de lado os entretantos e vamos partir pros finalmentes...

(Clique no título e assista à paródia completa)
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Prêmios e homenagens recebidos por Lula após a presidência



Confira alguns prêmios e homenagens recebidos por Lula a partir de 01/01/2011, quando deixou a Presidência da República.
6/6/2013 – Quito (Equador)

5/6/2013 – Lima (Peru)

17/5/2013 – Buenos Aires (Argentina)

(Mais homenagens prestadas ao ex-presidente Lula podem ser conferidas acessando o site do Instituto Lula)

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Mensagem recebida por e-mail da lista de nosso correspondente Douglas Quina

Fico imaginando o ódio que esta jovem manceba sente do retirante nordestino que através de sua política de redistribuição de renda, congestionou o aeroporto’’dela’’, coalhou de gente feia a praia ‘’dela’’,  dividiu as avenidas da cidade ‘’dela’’, inviabilizou a escrava, digo, a empregada mensalista ‘’dela’’, descaracterizou a praça de alimentação ‘’dela’’, dividiu a fila da alfândega ‘’dela’’. E o que é o pior: Depois do Prouni e do Fies, ela terá que dividir sua ma educação, pois o que estampa o cartaz não é típico de uma pessoa que se diz educada.




Como dirá Komila Nakova: Essa garota é povo mesmo! Povão! Povaréu! Mundiça limpinha a cheirosa.  


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Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

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