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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Ditadura a vista: juntos o STF e a mídia Golpista




 no link http://www.brasil247.com/pt/247/poder/101256/Vossa-Majestadade-Joaquim-Barbosa---Sois-Rei!.htm

 o artigo Vossa Majestadade Joaquim Barbosa - Sois Rei!
de DAVIS SENA FILHO
inicia atestando 'As dores na coluna do presidente do STF, Joaquim Barbosa, não servem de forma alguma como desculpa para o magistrado ficar em uma posição em que se torna nítida e, por conseguinte, visível sua pose autoritária' e eu concordo: pq. precisamos de um presidente que fica de quatro?

e segue: ...'o juiz supremo não se faz de arrogado, e, por saber que não é rei, transformou-se em uma autoridade majestosa, pois absoluto que é ao se apresentar à sociedade, bem como aos chefes de estado, de governo, do Parlamento e aos seus quase iguais do Judiciário.

Joaquim Barbosa é absolutista, .... Sua personalidade irascível e a vocação para o embate estimulam o conflito, e, consequentemente, criam aberturas para que os oportunistas, os golpistas e os manipulares promovam crises artificiais, que, de tão corriqueiras nesses últimos 11 anos, transforma a República em um “reino” de fofocas, picardias, maledicências, denúncias vazias e acusações irresponsáveis.

... o mais importante juiz do País deixa por momentos de ser magistrado para se transformar em um condestável de capa preta, que se sente acima de todos, pois sois rei. Sois rei!

Não há fotografia publicada na imprensa em que se vê o majestoso juiz a receber as pessoas e, igualmente a elas, sentar-se para conversar sobre o assunto em pauta. Não. Nem pensar. O juiz claramente demonstra arrogância e prepotência, como a dizer ao seu interlocutor: “Se você disser qualquer coisa que eu não concorde mesmo se for sensato, verdadeiro ou justo, vou te passar um “carão”, uma reprimenda, que vai ficar difícil até para você dormir”....

A postura do juiz Joaquim Barbosa não condiz com os princípios republicanos. Os Poderes da República são diferentes, mas iguais no que diz respeito à independência de cada instituição. ... O STF precisa, urgentemente, providenciar um trono. É isso aí."


E QUANDO junta uma 'ordem golpista' - STF e uma MÍDIA tradicionalmente GOLPISTA...
E enviado por Paulo Ávila, entenda o RISCO BRASIL de DITADURA


nandatardin@yahoo.com.br http://www.diariodocentrodomundo.com.br/por-que-o-stf-pagou-uma-viagem-a-uma-jornalista-do-globo/




Por que o STF pagou a viagem da jornalista do Globo

Paulo Nogueira 8 de maio de 2013

A resposta é simples: para que fossem publicadas reportagens positivas sobre Joaquim Barbosa.





JB entre o diretor do Globo e João Roberto Marinho de óculos) numa premiação: proximidade indevida

O que leva alguém a pagar uma viagem para jornalistas?



O leitor pode se fazer essa pergunta, depois de saber que uma jornalista do Globo viajou para a Costa Rica ‘a convite’ do Supremo, para cobrir falas de Joaquim Barbosa.



A melhor resposta é a mais simples: você paga porque deseja aparecer. Você quer que sejam publicadas reportagens sobre você. E como você pagou, está compreendido que a cobertura será positiva.



O STF queria, portanto, que o Globo fizesse textos sobre Joaquim Barbosa que, no fundo, seriam muito mais publicidade do que jornalismo.



O problema aí é o seguinte: qual o interesse público que justifica o STF gastar dinheiro do contribuinte numa operação destinada a engrandecer apenas e apenas Joaquim Barbosa?



Nenhum.



Mais do que as cifras envolvidas, o que chama a atenção é a atitude das duas partes: o STF por ter “convidado” e o Globo por ter aceito.



Está claro que o que moveu Barbosa foi a vaidade. Teria ele se viciado em aparecer no noticiário, vencido pelo deslumbramento?



É uma possibilidade.



Se Brian Leveson, o discreto juiz que comandou as discussões sobre a mídia na Inglaterra, fizesse algo parecido – não faria, vamos logo dizendo – sua carreira estaria automaticamente liquidada.



A organização jornalística que fizesse o que o Globo fez cairia em completo descrédito, também.



O interesse público ordena que os poderes – a mídia incluída — mantenham distância rigorosa, por razões óbvias: eles devem se fiscalizar uns aos outros.



Em nome da transparência, a mídia deveria investigar e publicar qual é o orçamento do STF. De quanto dispõe para despesas como aquelas relativas à viagem? É dinheiro do contribuinte. Mas quando existe proximidade isso jamais acontece.



Na grande frase de Pulitzer, um dos maiores editores da história do jornalismo, “jornalista não tem amigo”.



No Brasil é diferente, e é uma pena. Você vê o ministro Gilmar Mendes confraternizando – à luz do dia – com jornalistas como Reinaldo Azevedo. (Aquele que escreveu, contrito, que Maggie Thatcher morreu “pobre”, com sua casa em Londres avaliada em 13 milhões de libras.)



Você vê o jornalista Merval Pereira acertando um prefácio – abjetamente bajulador — de um livro com o ministro Ayres Brito em pleno julgamento do mensalão.



E depois somos obrigados a vê-los lado a lado em sessões de lançamento do livro.



Isso tem um nome: corrupção nos costumes.



Dias atrás, jantei com um amigo, brilhante jornalista, e ele me contou uma história exemplar. Seu pai, nos anos 1940 e 1950, foi juiz. Com frequência, recebia telefonemas de advogados que queriam marcar uma conversa. Jamais ele aceitou. Repito: jamais. “Quer conversar? Muito bem. Então vamos marcar uma conversa no Fórum, diante do escrivão”, dizia o juiz.



Não era exatamente este tipo de conversa que eles procuravam, naturalmente. Mas é assim que um juiz deve se comportar. Semanas atrás, os brasileiros souberam que um advogado estava prestes a pagar um superfesta de aniversário para Luiz Fux, do Supremo.



Perdemos a noção?





Merval, Gilmar Mendes e Ayres Brito: essa proximidade não é nada boa para o interesse público

O Diário confia em que vai chegar o dia em que a sociedade olhará para essas coisas e se perguntará: como toleramos tudo isso, como aceitamos todos esses insultos?



Considere o interesse público.



Imagine que vá dar no STF uma disputa bilionária entre a Globo e a Receita Federal.



Que isenção o “Zé do Povo” — para empregar a expressão reveladora usada pelo patriarca do Globo, Irineu Marinho — pode esperar dos juízes do Supremo?



Foi com imensa satisfação que nós, do Diário, vimos a repercussão do texto sobre a viagem patrocinada pelo STF.



No momento em que escrevo, são quase 6 000 likes e 500 compartilhamentos no Facebook e 515 retuítes. Fora do Diário, o artigo foi reproduzido em todos os sites relevantes do Brasil.



Isso é auspicioso por uma razão: mostra que a capacidade de indignação do brasileiro não está adormecida.



E este é o primeiro passo para que as coisas mudem.












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