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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

OS RATOS ROERAM A ROUPA DO REI DE ROMA



 charge tirada do Blog  Blog Sujoesquerdopata.blogspot.com



OS RATOS ROERAM A ROUPA DO REI DE ROMA


Laerte Braga


Entender a renúncia de Bento XVI passa por dois aspectos. O primeiro deles, o da Igreja em si, a disputa de poder na podre Cúria Romana. O segundo começa com a eleição de Karol Wojtila, João Paulo II, descarada apropriação da Igreja por grupos terroristas ligados a OPUS DEI e essa, por sua vez, ligada a uma operação da OTAN – ORGANIZAÇÃO DO TRATADO ATLÂNTICO NORTE -, destinada a operações de terrorismo com o objetivo de primeiro proteger a Itália de uma “invasão” soviética e segundo criar um clima de tensão capaz de impedir a vitória dos comunistas italianos em eleições naquele país. O PCI – PARTIDO COMUNISTA ITALIANO – foi sistematicamente derrotado por percentuais mínimos de diferença para a DEMOCRACIA CRISTÃ e reiteradas vezes as eleições foram consideradas fraudulentas.

GLÁDIO era o nome dessa operação e os dados foram reconhecidos pelo primeiro-ministro da Itália Giulio Andreotti, em 24 de outubro de 1990, mesmo depois de denunciada pelo membro da AVANGUARDIA NAZIONALE, Vincenzo Vinciguerra, num processo em 1984.
O Vaticano a partir de João Paulo II foi parte ativa, bem como várias das máfias italianas, nos chamados serviços de inteligência e contra inteligência. O atentado contra uma estação ferroviária em Bolonha, com várias vítimas fatais e atribuídos a grupos de esquerda foi praticado pela GLÁDIO para criar o chamado clima de tensão e favorecer a DEMOCRACIA CRISTÃ nas eleições. Muitas pessoas morreram ali e lógico, muitos católicos.

A velha política sórdida dos norte-americanos e seus aliados europeus e Israel, segundo a qual “os fins justificam os meios”, normal e equivocadamente atribuída aos comunistas.

De lá para cá, com muito mais intensidade do que corria pelos porões da Cúria, porque agora com o aval do papa, a Igreja tomou o rumo que hoje desemboca na renúncia de Bento XVI, um notório papa nazista, que, tanto é vítima da disputa de poder (e dólares e euros lógico) entre os cardeais da Cúria, é também protagonista na tentativa de manter sua influência, elegendo seu sucessor
.
Não há disputa por dogmas ou princípios que em tese norteiam a Igreja Católica e isso é tão claro que o próprio papa já anunciou que, antes de renunciar, nomeia o diretor do Banco do Vaticano, ligado ao semi falido banco SANTANDER. Dona de cassinos, bordéis, imóveis em profusão em Londres, um incalculável patrimônio no pequeno território do Vaticano, a Igreja Católica vive o embate de quem vai controlar todo esse poder no qual o que menos conta é o cidadão de fé católica.

É apenas mais uma das máfias que operam na Itália, mesmo sendo um Estado independente.

Neste momento, com toda a certeza, cardeais da Cúria estão dormindo de luzes acesas, portas trancadas a sete ferrolhos, sabedores que os punhais estão à solta e podem chegar tanto pela frente, como pelas costas, como normalmente, aliás, acontece.

No Brasil, por exemplo, o papa João Paulo II, cruel e perverso, mas com imagem de santo construída pelo poder do espetáculo midiático, deixou de sagrar o arcebispo de Olinda e Recife D. Hélder Câmara cardeal, por força de decisão tomada em Washington, na Europa e pela ditadura brasileira, já operando o esquema o falecido cardeal Eugênio Salles, Rio de Janeiro, um dos mais poderosos mafiosos dentro da Igreja brasileira e mundial.

Como pressões impediram que D. Hélder, de grande prestígio popular, resistente à ditadura e inatacável, deixasse de ganhar também o Nobel da Paz.

Bento XVI não conseguiu superar os adversários dentro da Cúria, enfrentá-los e substituí-los, alguns deles “amigos”, todos fiéis ao lema da máfia “não é nada pessoal, são só negócios”.
O que a mídia vai transformar em show a partir do conclave para eleger o novo papa, o chamado papa governante, nada mais vai ser que uma disputa entre grupos que buscam o controle dos “negócios”, com raríssimas exceções.

O fato é que os ratos roeram a roupa do rei de Roma e a Igreja Católica mergulha num precipício que vem lá de trás e está manchado de sangue do terrorismo, fraudes bancárias, fichas de cassinos, especulação imobiliária e pernas abertas das prostitutas dos bordéis dos quais é acionista.

Todos com direitos aos sacramentos básicos, mas longe do podre poder da Cúria Romana, adereço de operações da OTAN e de grupos financeiros que controlam o mundo capitalista. Isso vem desde a OPERAÇÃO GLÁDIO e traz a chancela do “santo” padre desde João Paulo II.

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