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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

O dedo-duro do mordomo Documentos contrabandeados do Vaticano com revelações escabrosas deixaram Bento XVI mal na fita.

enviado por Arthur Gonçalves

O dedo-duro do mordomo

Documentos contrabandeados do Vaticano com revelações escabrosas deixaram Bento XVI mal na fita.





 

O mordomo Paulo Gabriele varejou os arquivos do Vaticano e descobriu coisas que
comprometem Bento XVI e muitos cardeais
 
Bem que eu imaginava inútil escrever em plena esbórnia momesca. Mas a insólita renúncia do Papa Bento XVI, coisa que não acontecia desde antes da "descoberta" do Brasil, me obrigou a voltar ao sagrado ofício (meu), principalmente diante do monte de abobrinhas espargidas desde o anúncio patético por uma mídia entre desinformada e desajeitada.

Trata-se de um assunto delicado, porque envolve o sumo-pontífice, ou seja, alguém que é visto como um semideus e está acima do bem e do mal perante 1 bilhão de seres humanos, entre os quais 123 milhões de brasileiros.

Mas, a verdade verdadeira é que a rocambolesca decisão do velho chefe da Igreja Católica tem pouco a ver com a versão oficial --- ele estaria sem forças para conduzir o rebanho, o que não aconteceu com Leão XIII, que foi Papa até os 93 anos.

Como se fosse a própria morte

E uma renúncia dessas tem o impacto das próprias exéquias. O último Papa que renunciou foi Gregório XII (1406 a 1415), que viveu o chamado Grande Cisma do Ocidente, quando três papas se diziam chefe do então da Igreja Católica: além de Gregório XII, o Papa de Roma; Bento XIII, o Papa de Avignon, e o chamado "antipapa", João XXIII. Com o Concílio de Constança, o imperador Sigismundo obrigou os três pontífices a renunciarem, mas, só Gregório XII obedeceu e, depois dele, foi eleito Martinho V.

Mesmo apesar do clima de apoplética perplexidade no mundo ocidental e cristão, sou forçado a informar que Bento XVI foi "derrubado" pelos mais de mil documentos secretos que o seu mordomo, Paolo Gabriele,  subtraiu dos cofres do Vaticano e fez atravessar suas muralhas no escândalo conhecido como Vatileaks (referência ao site de denúncias, WikiLeaks).
 
Os documentos vazaram em janeiro e fevereiro do ano passado. Em 19 de maio, saiu às livrarias o livro Sua Santita, do jornalista Gian Luigi Nuzzi, com uma centena desses documentos, que revelam tramas e intrigas na Santa Sé. Em 25 do mesmo mês, o mordomo foi preso, acusado de ter subtraído essa preciosa documentação. No mesmo dia, Ettore Gotti Tedesch, homem de confiança de Bento XVI, e presidente do Instituto das obras da Religião, o banco do Vaticano, foi forçado a renunciar ao cargo para o qual havia sido nomeado em 2010.
 
Cardeal de Milão deverá ser o novo Papa
 
Admite-se que a renúncia dele, agora, faça parte de um acordo. A partir do dia 28, Joseph Alois Ratzinger, deverá recolher-se a um isolamento e não poderá ter nenhuma interferência na escolha do seu sucessor. 

 
Cardeal Ângelo Scola, o próximo Papa

Este, dificilmente, não será um italiano. E, para ser arriscado, eu diria que o novo Papa será ocardeal de Milão, Angelo Scola, de 71 anos,que representaria uma mudança na relação do Vaticano com outras religiões e uma liberalização na própria vida sacerdotal. Scola foi um dos fundadores da Oasis Foundation, que procura aproximar teólogos islâmicos e cristãos e tem ocupado cargos importantes na hierarquia católica do seu país. Seria o único, desde João Paulo I, que poderia unir a poderosa bancada de cardeais italianos, que representa 25% do "colégio eleitoral" de 118 eleitores (entre 210 cardeais --- muitos com mais de 80 anos, que não votam).

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