Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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domingo, 13 de janeiro de 2013

SP URGENTE: a boquinha de serra

ASSIM A CHICA PIRA...
"QUANDO VOCÊ PENSA QUE NÃO PODE PIORAR, NÃO SE ILUDA: PODE!!!
O SERRÓQUIO SERÁ SECRETÁRIO DE SAÚDE DE ALCKMIN"

Governo tucano torna-se uma "boquinha lucrativa" para os derrotados nas eleições. Presentinho de Natal com o nosso dinheiro para o Zebolinha!!!

A intenção é tirar o ex-governador do ócio político, depois da derrota na disputa à Prefeitura de São Paulo e fortalecer o nome do tucano para uma disputa ao Senado em 2014.
***
Ahhhhhhhhh... e antes que o Serróquio volte com seus feitos na saúde, relembramos:

1- O verdadeiro pai dos GENÉRICOS foi um ilustre quadro histórico do PSB, falecido em dezembro do ano passado. É o ex-ministro da Saúde, JAMIL HADDAD, com o decreto-lei nº 793, de 1993, muitos anos antes de Serra ser ministro da Saúde, e antes mesmo de FHC ser eleito. Este decreto tornou obrigatório tudo aquilo que Serra afirma ter feito.

REMÉDIOS GENÉRICOS: SERRA MENTE! http://nossacarasp.blogspot.com.br/2010/07/remedios-genericos-serra-mente.html

***

2- PROGRAMA ANTIAIDS foi criado por ADIB JATENE.
1991. Começa a distribuição gratuita do AZT (único anti-retroviral disponível) e de alguns medicamentos para infecções oportunistas. Foi Lair Guerra de Macedo que, numa das viagens ao exterior, trouxe escondidas na bagagem as primeiras caixas de AZT que chegaram ao Brasil.

1992. O atendimento é ampliado. O Ministério da Saúde inclui os procedimentos para tratamento da aids na tabela do SUS (Sistema Único de Saúde). O cardiologista e professor Adib Jatene, considerado um dos maiores cirurgiões cardíacos do país, assume o Ministério da Saúde, colocando Lair na coordenação-geral do PN-DST/Aids. Fernando Collor de Mello era o presidente da República. O professor Jatene também foi fundamental. Se ele não tivesse a visão estratégica de que o Brasil tinha que produzir os próprios anti-retrovirais, não se teria garantido o acesso universal ao tratamento antiaids. Foi dele a decisão política de fabricar no País o AZT e o ddI [didanosina, outro anti-retroviral].

1993. O AZT começa a ser produzido no Brasil.

1995. Em janeiro, o professor Adib Jatene assume o Ministério da Saúde pela segunda vez. Moderniza o PN-DST/Aids, dando-lhe novo rumo e capacidade econômico-gerencial. Permanece até novembro de 1996. Nesse período, são dados três passos vitais: apoio aos projetos das ONGs ligadas à área de prevenção e tratamento de HIV/aids; as primeiras recomendações para utilização dos “coquetéis” anti-retrovirais; decisão de comprar os inibidores da protease, a nova família de drogas anti-HIV, que começava a ser comercializada.

“Em março de 1995, editamos a portaria ministerial regulamentando a compra e a distribuição de medicamentos para HIV/aids, para garantir acesso gratuito ao tratamento”, relembra Jatene. “Em 1996, convocamos uma reunião em Brasília com 60 infectologistas para debater qual seria a atitude mais adequada do Ministério da Saúde em relação ao ‘coquetel’. Ele já existia, era capaz de controlar os sintomas e permitir sobrevida longa aos pacientes com aids, permitindo que mantivessem suas atividades profissionais. A recomendação foi de que fornecêssemos os anti-retrovirais a todos os pacientes com aids.”

Pela primeira vez no mundo, essa proposta era apresentada. Sensibilizado com o problema, o senador José Sarney, então presidente do Senado, apresentou e conseguiu aprovar contra a opinião de alguns setores do governo (do presidente Fernando Henrique Cardoso), a Lei 9313 de 1996. “Com a Lei Sarney, o Ministério da Saúde ficou legalmente autorizado a disponibilizar gratuitamente os anti-retrovirais”, continua Jatene. “O Brasil se tornou o primeiro país a abordar a aids não apenas nos aspectos educativo e preventivo, mas também ao oferecer o tratamento mais eficaz de forma universal e gratuita.” “Sem a Lei Sarney a distribuição gratuita e universal dos anti-retrovirais não teria se tornado política de Estado, realidade até hoje”.


AIDS: SERRA ASSUME COMO DELE PROGRAMA CRIADO POR LAIR GUERRA E ADIB JATENE
http://www.viomundo.com.br/denuncias/aids-serra-assume-como-dele-programa-de-lair-guerra-e-adib-jatene.html

‘SERRA NÃO INVENTOU PROGRAMA CONTRA A AIDS’
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/serra-nao-criou-o-pn-dstaids-essa-ideia-me-ofende/
ASSIM A CHICA PIRA...
"QUANDO VOCÊ PENSA QUE NÃO PODE PIORAR, NÃO SE ILUDA: PODE!!! 
O SERRÓQUIO  SERÁ SECRETÁRIO DE SAÚDE DE ALCKMIN"

Governo tucano torna-se uma "boquinha lucrativa" para os derrotados nas eleições. Presentinho de Natal com o nosso dinheiro para o Zebolinha!!!

A intenção é tirar o ex-governador do ócio político, depois da derrota na disputa à Prefeitura de São Paulo e fortalecer o nome do tucano para uma disputa ao Senado em 2014.
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Ahhhhhhhhh... e antes que o Serróquio volte com seus feitos na saúde, relembramos:

1- O verdadeiro pai dos GENÉRICOS foi um ilustre quadro histórico do PSB, falecido em dezembro do ano passado. É o ex-ministro da Saúde, JAMIL HADDAD, com o decreto-lei nº 793, de 1993, muitos anos antes de Serra ser ministro da Saúde, e antes mesmo de FHC ser eleito. Este decreto tornou obrigatório tudo aquilo que Serra afirma ter feito. 

REMÉDIOS GENÉRICOS: SERRA MENTE! http://nossacarasp.blogspot.com.br/2010/07/remedios-genericos-serra-mente.html

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2- PROGRAMA ANTIAIDS foi criado por ADIB JATENE.
1991. Começa a distribuição gratuita do AZT (único anti-retroviral disponível) e de alguns medicamentos para infecções oportunistas. Foi Lair Guerra de Macedo que, numa das viagens ao exterior, trouxe escondidas na bagagem as primeiras caixas de AZT que chegaram ao Brasil.

1992. O atendimento é ampliado. O Ministério da Saúde inclui os procedimentos para tratamento da aids na tabela do SUS (Sistema Único de Saúde). O cardiologista e professor Adib Jatene, considerado um dos maiores cirurgiões cardíacos do país, assume o Ministério da Saúde, colocando Lair na coordenação-geral do PN-DST/Aids. Fernando Collor de Mello era o presidente da República. O professor Jatene também foi fundamental. Se ele não tivesse a visão estratégica de que o Brasil tinha que produzir os próprios anti-retrovirais, não se teria garantido o acesso universal ao tratamento antiaids. Foi dele a decisão política de fabricar no País o AZT e o ddI [didanosina, outro anti-retroviral].

1993. O AZT começa a ser produzido no Brasil.

1995. Em janeiro, o professor Adib Jatene assume o Ministério da Saúde pela segunda vez. Moderniza o PN-DST/Aids, dando-lhe novo rumo e capacidade econômico-gerencial. Permanece até novembro de 1996. Nesse período, são dados três passos vitais: apoio aos projetos das ONGs ligadas à área de prevenção e tratamento de HIV/aids; as primeiras recomendações para utilização dos “coquetéis” anti-retrovirais; decisão de comprar os inibidores da protease, a nova família de drogas anti-HIV, que começava a ser comercializada.

“Em março de 1995, editamos a portaria ministerial regulamentando a compra e a distribuição de medicamentos para HIV/aids, para garantir acesso gratuito ao tratamento”, relembra Jatene. “Em 1996, convocamos uma reunião em Brasília com 60 infectologistas para debater qual seria a atitude mais adequada do Ministério da Saúde em relação ao ‘coquetel’. Ele já existia, era capaz de controlar os sintomas e permitir sobrevida longa aos pacientes com aids, permitindo que mantivessem suas atividades profissionais. A recomendação foi de que fornecêssemos os anti-retrovirais a todos os pacientes com aids.”

Pela primeira vez no mundo, essa proposta era apresentada. Sensibilizado com o problema, o senador José Sarney, então presidente do Senado, apresentou e conseguiu aprovar contra a opinião de alguns setores do governo (do presidente Fernando Henrique Cardoso), a Lei 9313 de 1996. “Com a Lei Sarney, o Ministério da Saúde ficou legalmente autorizado a disponibilizar gratuitamente os anti-retrovirais”, continua Jatene. “O Brasil se tornou o primeiro país a abordar a aids não apenas nos aspectos educativo e preventivo, mas também ao oferecer o tratamento mais eficaz de forma universal e gratuita.” “Sem a Lei Sarney a distribuição gratuita e universal dos anti-retrovirais não teria se tornado política de Estado, realidade até hoje”.


AIDS: SERRA ASSUME COMO DELE PROGRAMA CRIADO POR LAIR GUERRA E ADIB JATENE
http://www.viomundo.com.br/denuncias/aids-serra-assume-como-dele-programa-de-lair-guerra-e-adib-jatene.html

‘SERRA NÃO INVENTOU PROGRAMA CONTRA A AIDS’
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/serra-nao-criou-o-pn-dstaids-essa-ideia-me-ofende/

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