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domingo, 13 de janeiro de 2013

QUEM SÃO OS ÉTICOS E MORALISTAS? Por Raul Longo


QUEM SÃO OS ÉTICOS E MORALISTAS?

Raul Longo

Da para fazer uma série e adiante reproduzo o primeiro dessa série com um convite para você:

Você tem algum vizinho ou importuno correspondente que prega condenações aos que historicamente sempre lutaram e se esforçaram pelos patrimônios da pátria e pela melhoria de condições de vida do povo brasileiro?

Conhece alguém que mesmo se beneficiando da atual situação econômica do Brasil, tenta convencer a todos que vivemos a crise que desespera os cidadãos europeus e estadunidenses?

Apesar das profundas conquistas sociais nos países de nosso continente e da procura internacional a seus governos para ajudarem a tirar o mundo do atoleiro da crise financeira, por certo você ouve diariamente reclamações e críticas de gente que há 10 anos atrás vivia em condições bem piores do que a que experimentam hoje.

Por quê? Por que um jornal tradicional como “O Estado de São Paulo” alardeia uma notícia falsa como o pedido de investigação do ex-presidente Lula pelo Procurador Geral para se expor ao ridículo de ser desmentido pelo próprio Procurador Geral. E observe que o Procurador Geral da República também não é nenhum santo, pois em entrevista à Folha de São Paulo ele mesmo reconheceu não ter se baseado em prova alguma para formular as acusações que fez aos apontados como corruptos por Roberto Jefferson, este sim um corrupto assumido.

E por falar em Folha de São Paulo, lembra-se de quando seu proprietário se viu obrigado a reconhecer publicamente a falsificação de uma ficha policial da atual Presidenta do Brasil? 

Por trás disso tudo existe muita coisa, mas à frente disso tudo só existe você que é visto pelos promotores, fabricantes e distribuidores de mentiras como um idiota. Já não está cansado desses que o vêm como idiota? Não tem vontade de desmascará-los um a um, mesmo  que seja o seu anônimo vizinho ou indesejado parente?

Pois é este o meu convite: desmascare-os. Investigue-os, descubra o que realmente os revolta. Você vai descobrir que mesmo se beneficiando por sermos um país muito melhor do que há uma década atrás, muitos desses têm saudade dos tempos em que ganhavam dinheiro fácil prejudicando aos outros. Entre esses outros, um é você mesmo ou você mesma.

Isso é um vício. De quantos magnatas você já ouviu falar que apesar de já ricos com falcatruas passadas, continuam praticando ilícitos para ficarem mais ricos ainda?  O prazer dessa gente não é ganhar, mas ganhar às custas de alguém, de outro, dos cidadãos do município onde moram, do estado em que vivem, do país.

Se orgulham disso. Por pior que fosse, podiam sentir orgulhos de suas “espertezas”. E como não podem mais satisfazer esse orgulho de enganar, ludibriar; saem acusando a tudo e todos que impedem a continuidade de seus ganhos ilícitos.

Para dar uma exemplo: alguma vez ouviu falar do escândalo do Hotel Quatro Rodas? Esse foi um dos maiores escândalos financeiros envolvendo dinheiro público da história da ditadura militar. O caso era tão escandaloso que apesar de na ditadura se ter praticado diversos do mesmo tipo, esse não conseguiram consumar. No entanto, o mesmo grupo editorial que o promoveu hoje é um dos principais acusadores do atual governo. 

Por que o governo é ruim ou por que não conseguem mais realizar as falcatruas que promoviam antes?

E não são apenas os grandes especuladores, não. Sei de gente que hoje está muito melhor de situação financeira trabalhando honestamente, mas reclama de tudo porque tem saudade dos tempos em que trazia muamba do Paraguai, falsificava remédios, interceptava cargas roubadas, negociava no câmbio negro, vendia madeira ilegal, sonegava ou atendia clientes desses ramos de atividades prejudiciais a cada cidadão do país. Inclusive você.

Todos esses querem ver na cadeia aqueles que os impediram de continuar ganhando por estes meios, mesmo que hoje tenham perceptível maior ganho através de meios honestos possibilitados pelo avanço econômico promovido pelos esforços dos que condenam.

Você quer mesmo melhorar nosso país? Quer mesmo combater a corrupção? Comece pelas pessoas que o cercam, pois já deve ter percebido que através dos meios de comunicação não se pode chegar a coisa alguma. Quantas vezes você já não leu que o Brasil iria falir? Desde 2003, qual foi o ano que não iniciou com previsões catastróficas dos tais analistas econômicos? Não bastassem os nacionais, tem os internacionais como os indignados com a perda da especulação de capital no Brasil pelos bancos ingleses por causa da queda dos juros promovidas pelo Ministro Guido Mantega. 

Queda que beneficia à você e também aos empresários de nossa imprensa, mas o que fez a imprensa nacional? Coro aos economistas britânicos que pedem a cabeça do Ministro.

E os políticos da oposição fazem o quê? Querem chamar o Ministro para explicações. Explicar o quê? Como consegue manter o Brasil afastado do desemprego, do arrocho salarial, dos cortes de aposentadorias, da inadimplência e das dívidas internacionais que afetam cidadãos da Inglaterra e do Estados Unidos?

E quem são os grandes moralistas que exigem explicações do Ministro? A dupla dinâmica Álvaro Dias e Roberto Freire. Qualquer pernambucano sabe que se levantar o tapete da vida do usineiro metido a comunista, sai até cadáver de camelo. E o Álvaro Dias está com a filha que não quer reconhecer apesar da comprovação do DNA exigindo participação na fortuna que o “ético e honesto” não declarou ao Imposto de Renda.

A hipocrisia no Congresso Nacional ou no STF hoje presidido por um condenável pela Lei Maria da Penha tem ser combatida desde a sua casa, na sua rua, entre seus familiares e vizinhos.

Mas não seja leviano! Não vá cair na onda do denuncismo barato utilizada pelos hipócritas da política e da mídia. É preciso distinguir os meramente ingênuos que ainda acreditam no moço ou na moça bonita da TV, nas palavrinhas bonitinhas e incompreensíveis. Aqueles que acreditam em tudo o que não conseguem entender e não conhecem. Não vá acusá-los, pois estas são apenas vítimas deixando que se os faça de idiotas.

Também tem os ingênuos afoitos que pensam que se pode mudar 500 anos de história em uma década. Raciocinam pouco, mas não são mal intencionados. Acreditam que o certo seria mandar todos os ricos para o paredão, fechar todos os bancos e expulsar os industriais. São românticos e com eles o jeito é ter paciência. Desses tem os que querem que se preserve tudo, mas que não falte luz pra ninguém, e dos que querem um passe de mágica que transforme a educação na melhor do mundo. Dentro de 24 horas se acabe com a seca, a enchente, o crack, se instale rodovias por todo o território nacional, trem bala e um hospital por quarteirão, mas como entendem que governo é uma espécie de cornucópia, tem se eliminar todos os impostos.

Esses não têm jeito, mas não fazem mal a ninguém nem o vêm como a um idiota. Já os falsos moralistas são perigosos e é preciso tomar cuidado. Veja aí o que aconteceu ao Décio Sá que desmascarou um deles. Mas não se intimide por isso e lembre-se que a cada hipócrita que desmascarar entre os de seu relacionamento, estará evitando que mais pessoas sejam feitas de idiotas e que nesse país se proliferem os pistoleiros de aluguel. Sejam os das palavras ou aqueles que dizem que quem mata é Deus, eles puxam o gatilho.

 Saiba quem é Ucho Haddad
ter, 15/06/10
por Décio Sá (jornalista maranhense assassinado pelo crime organizado)
categoria Polícia
A imprensa “balaia” descobriu recente artigos de um tal Ucho Haddad, tucano de carteirinha. Mas quem é mesmo esse “jornalista” paranaense. Conheça a história dele nessa reportagem, de 2003, de José Paulo Lanyi, Fabiano Falsi e Fábio José de Mello, publicado no Portal Comunique-se:
Evaldo Haddad Fenerich é o nome de um publicitário com várias passagens pela polícia, uma prisão e uma condenação pela Justiça do Estado de São Paulo. Ucho Haddad é Evaldo Haddad Fenerich. Ucho Haddad apresenta-se como um baluarte do jornalismo investigativo – por alguns, é reconhecido como tal. Ao que parece, Evaldo Haddad Fenerich tem várias profissões, dada a versatilidade de seu cotidiano. Nos registros da polícia e da Justiça, ele se autodeclara publicitário. Em outros trechos do processo a que responde, por estelionato, figura como consultor de investimentos em bancos estrangeiros. Não bastasse, o mesmo Fenerich – tal qual seu alter-ego, Ucho Haddad – tem propalado, há muito, sua inclinação pela lida de Hipólito José da Costa.
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Evaldo Haddad Fenerich (foto) nasceu em 30 de outubro de 1958. Deve satisfação à Justiça há mais de dez anos. Habituou-se, desde 1992, a responder a inquéritos criminais: apropriação indébita, estelionato e outras fraudes, crimes falimentares, falsificação de documento público, falsificação de documento particular, uso de documentos falsos, receptação, ameaça… Mas, ressalte-se, foi condenado em somente um deles: por apropriação indébita, em 02/02/98. A sentença: um ano de reclusão em regime aberto e 10 dias-multa. Concedido o sursis, pôde cumprir a pena em liberdade.
Ele responde a um processo por estelionato e outras fraudes. É acusado de ter aberto uma empresa para arrancar dinheiro de gente interessada em empréstimos e investimentos em bancos estrangeiros. De acordo com o depoimento de um ex-funcionário, Fenerich cobrava US$ 20 mil (na época, câmbio com paridade real-dólar) para fazer a operação; teria uma fórmula para evitar a corrida ao escritório, na rua Francisco Leitão, centro de São Paulo: depositava os juros na conta de suas supostas vítimas. Algo em torno de 5% ao mês. Aparecem na quizumba três empresas que seriam de Fenerich: QI Holding, Activa Financial Service e Apoio Financial Service.
O escritório teria sido fechado; Fenerich, desaparecido, viajado para Miami. São informações públicas do processo 050.99.090664-9, controle 374/01, da 3ª Vara Criminal da Capital, Fórum Criminal Ministro Mário Guimarães, Barra Funda, região central de São Paulo. Ao todo, são 370 páginas em dois volumes. Leia aqui.

Um comentário:

  1. Quanta bobageira "bestagem demais, sem nenhuma serventia Tá se achando Tadim Baba ovo dos petralhas tambéM!Oh dó!

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