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sábado, 5 de janeiro de 2013

o IMPÉRIO contra-ataca


  • Hay mucha información importante y verídica que pone a los Bush y muy particularmente a Prescott y George Herbert Walker Bush en el centro de la planificación y designación de Bissel como principal encargado del proyecto piloto de Allen Dulles en el Caribe como se refieren en un memo a Bahía de Cochinos. Allen Dulles estuvo en Roosevelt Roads coordinando la entrada de los hombres rana que entraron a territorio cubano para sabotear y contactar aliados en Playa Girón.

    Zapata Oil, compañía de George Bush se encargaba de suplirle armas a Alpha 66 y otros grupos que apoyaban desde una isla a 30 millas de Cuba a los saboteadores. Es con este grupo de cubanos exilados coordinados por E.H. Hunt que GHW Bush coordina luego la planificación, ejecución y encubrimiento del Presidente ide origen irla...ndes que había fulminantemente despedido a Allen Dulles por haberle engañado en torno a la operación contra Cuba.

    Años más tarde Bush sería el operativo a cargo del asesinato de Torrijos y el trasiego de drogas que entraba a los EUA vía las operaciaciones de Zapata Oil. Bajo este manto protector operaban cubanos exilados responsables de los asesinatos en Puerto Rico.

    Esto lo hacían para lucro de sus bancos y para financiar la Contra en Nicaragua y los escuadrones de la muerte en el Salvador. Y todo esto con impunidad que ha seguido gozando él y los vinculador con él incluyendo a este traidor, asesino y conspirador perenne a punto de morir a quien le harán los más granados homenajes; pero su nombre seguirá siendo emnlema de infamia y traición para siempre.

    http://www.youtube.com/watch?v=VSakrYOpJ5s
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    • Gache Franco Hace años circuló una foto de lee h oswald repartiendo propaganda y apostado en una esquina estaba Bush. Si la encuentro te la paso.
    • Salvador Tio Si ves el documental encontrarás que Bush fue el operativo al que le toco velar lo del magnicidio de Kennedy. Finalmente ocupó la jefatura de la CIA luego de que Colby renunciara por haber implicado a los Harriman y a Rockefeller en el complot. Al asum...Veja mais
    • Gache Franco Lo veo luego definitivamente. Puse uno en mi muro- corto de 3 min q resume esto mismo.

SIM é CONSTITUCIONAL a POSSE de Chavez

Mientras el Presidente Electo no sea juramentado, Chávez sigue siendo Presidente en funciones y sigue estando de permiso médico aprobado por la Asamblea Nacional, una vez juramentado Chávez pasa a ser el nuevo Presidente en Funciones para el período 2013-2019, no existiendo problema alguno de ingobernabilidad, luego de ser juramentado puede solicitar ante la Asamblea Nacional un permiso por 90 días, y una vez vencido este lapso puede solicitar un nuevo permiso por 90 días más, de manera que puede continuar su recuperación en La Habana hasta casi finales del año 2013, sin que hasta ese momento exista ninguna posibilidad de poder someter a la consideración de una falta absoluta del nuevo Presidente para el período 2013-2019.

Así que en vez de estar preocupándonos tanto, vamos a esforzarnos mas bien en prepararnos para continuar construyendo Poder Popular rumbo al Socialismo, en acompañar de cerca la gestión, el seguimiento y control de los nuevos gobernadores para cumplir fielmente con los planes y metas establecidas en el Segundo Plan Socialista de la Nación 2013-2019, y para establecer los criterios de selección de candidaturas de consenso para las próximas elecciones municipales del 26 de mayo de 2013, las cuales nos imponen como reto el seguir consolidando la hegemonía del poder político y la derrota definitiva de las pretensiones imperialistas y opositoras de desvirtuar y acabar con el proceso de la Revolución Bolivariana, que nos ha dado la fortaleza necesaria para mantener un crecimiento económico constante, unas conquistas sociales inigualables y unos envidiables niveles de vida y de felicidad colectiva que desearían tener muchas de las economías de las potencias capitalistas mundiales, las cuales enfrentan una de sus peores crisis de estabilidad económica, social y política, como un fantasma infernal que acaba con los antiguos altos niveles de vida de toda la sociedad europea y norteamericana.
http://rosogrimau.blogspot.com/2013/01/no-debemos-preocuparnos-tanto-y.html
Ver tradução
ROSO GRIMAU: NO DEBEMOS PREOCUPARNOS TANTO Y PREPARARNOS MAS
rosogrimau.blogspot.com


Guerreiros, não vamos deixar cair a peteca. vamos fazer vivo EL COMANDANTE.

Roger Marinhopublicou emChiquinha Gonzaga
A difícil decisão da filha de Hugo Chávez

Por Paulo F.
...
A mais difícil decisão cabe a Rosa Virginia Chávez

por Luís Manuel Cabral, Do Diário de Notícias de Lisboa
Cabe à filha mais velha de Hugo Chávez, Rosa Virginia, a mais difícil decisão de todas: dar a ordem para desligar a máquina que mantém vivo o seu pai. A ida do irmão mais velho do presidente venezuelano a Cuba está a ser vista pelos analistas como "um último adeus".
A difícil decisão da filha de Hugo Chávez Por Paulo F. A mais difícil decisão cabe a Rosa Virginia Chávez por Luís Manuel Cabral, Do Diário de Notícias de Lisboa Cabe à filha mais velha de Hugo Chávez, Rosa Virginia, a mais difícil decisão de todas: dar a ordem para desligar a máquina que mantém vivo o seu pai. A ida do irmão mais velho do presidente venezuelano a Cuba está a ser vista pelos analistas como "um último adeus".

Fernanda Tardin - Chavez não morrerá, viverá em cada ação que fizermos para consolidar a revolução bolivariana. Adelante Hermanos. Chavez , PRESENTE


UNION DE LOS PUEBLOS. bora fazer vivo el comandante REVOLUCIONARIO

Bora circular os exemplos e fazer seguir a luta: SIM nÒS TEMOS COMANDANTE. COMANDANTE QUE EMPODEROU O POVO.http://www.youtube.com/watch?v=MTui69j4XvQ.
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Rafael Correa em risco: Plano para matar presidente do Equador está na agenda da CIA, revela dossiê

Plano para matar presidente do Equador está na agenda da CIA, revela dossiê

Rafael_Correa03
Rafael Correa é candidato à reeleição no Equador e concentra o maior apoio popular entre os demais candidatos.
Via Correio do Brasil pescado do

O jornalista chileno Patrício Mery alertou às autoridades equatorianas, na sexta-feira, dia 4, para um plano da Agência Central de Inteligência norte-americana (CIA, na sigla em inglês) para assassinar o presidente do Equador, Rafael Correa. A medida seria em retaliação ao fechamento de uma base dos EUA naquele país, que existiu até 2009, e por dar asilo ao jornalista australiano Julian Assange, diretor do sítio WikiLeaks, na internet.
O repórter apresentou suas pesquisas ao ministro das Relações Exteriores do Equador, Ricardo Patiño, e promoveu uma conferência com jornalistas na capital, Quito. À agência latino-americana de notícias Andes, Mery revelou detalhes do trabalho de apuração realizado ao longo dos últimos cinco anos.
Sua pesquisa abre várias frentes de investigação e detalha as relações de autoridades chilenas com a CIA. Ele organizou um roteiro que se repete em vários países da região. A agência norte-americana, com o apoio de autoridades do governo chileno, promove a entrada de drogas produzidas no Equador, cerca de 200 quilos de cocaína por mês, a fim de gerar dinheiro sujo: chega no Chile segue para a Europa e os Estados Unidos. Do dinheiro gerado, uma parte permanece no Chile “e me disseram as fontes que este dinheiro é destinado a desestabilizar o governo do presidente Correa”, afirma o jornalista.
Mery comprova as informações passadas ao governo equatoriano com uma denúncia, feita no Chile, pelo inspetor Fernando Ulloa, após reunião com ministro do Interior da época, Rodrigo Hinzpeter, ao qual apresentou um dossiê com todos os fatos e nomes dos líderes do PDIs (Polícia de Investigações, na sigla em espanhol) envolvidos com o tráfico de drogas, incluindo Luís Carreno, “que aponto como um agente da CIA e que agora trabalha como inspetor área de Arica e integra o alto comando do PDI. Após a denúncia, a única medida tomada foi afastar o denunciante, Fernando Ulloa, de suas funções.
A apuração do jornalista começou quando ele suspeitou da corrupção nos meandros policiais de seu país e um agente da Agência Nacional de Inteligência (ANI) confirmou-lhe que a droga serviria para abastecer financeiramente um plano de desestabilização do presidente Correa, por dois motivos: o líder equatoriano havia fechado a base de Manta e concedido asilo a Julian Assange, que pode ser condenado a morte se for extraditado de Londres, onde se encontra, para os EUA, por vazar informações de segurança nacional sobre os norte-americanos. A partir dessa perspectiva Correa tornou-se também um alvo da CIA. A agência, com base em Langley, no Estado da Virgínia, atua em paralelo ao governo dos EUA e aplica suas próprias regras nas ações daquele país em território estrangeiro.
No relatório entregue ao governo equatoriano, Mery afirma que algumas fontes lhe permitiram revelar seus nomes:
“Minhas fontes são: Hector Guzman, Fernando Ulloa, um terceiro membro da Polícia de Investigações que prefiro não revelar ainda seu nome porque sua vida está em perigo no Chile e há uma quarta fonte, que é o agente da ANI. Reúno também documentos históricos e fatos devidamente checados, como a reunião com o ministro Rodrigo Hinzpeter, que atualmente é o ministro da Defesa no meu país”, relatou.
O ministro Hinzpeter esteve envolvido em quatro “armações” no Chile: no primeiro caso, que o liga diretamente com a CIA, um paquistanês chamado Saif Khan é chamado à embaixada dos EUA e dizem que lhe vão arranjar um emprego. Eles o deixaram trancado em um quarto e, ato seguinte, entra o Grupo de Operações Especiais da Polícia (OGPE, na sigla chilena) e o levam preso.
“O homem não sabia de nada, é paquistanês e espero que saiba falar Inglês. Ele é acusado de ter traços de TNT [explosivos], ou seja, como se tivesse entrado com uma bomba na embaixada. A operação foi coordenada por um agente da CIA chamado Stanley Stoy, que ordena à polícia de investigações para que faça uma incursão na casa de Saif Khan, o que é irônico, porque a Polícia Nacional não pode receber ordens de um policial estrangeiro. Em seguida, descobriu-se que o jovem Saif Khan não tinha nada a ver com o que o estavam acusando, mas a parafernália serviu para mostrar como o país auxilia os EUA na luta contra o terrorismo no mundo. No Chile, temos um quadro onde podemos ver que as autoridades mais altas estão ligadas à CIA e à extrema-direita norte-americana”, disse.
Um outro escândalo denunciado a Patiño mostra que Rubén Ballesteros, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), foi o juiz que participou dos conselhos de guerra da ditadura de Augusto Pinochet e ordenou o fuzilamento de prisioneiros.
“Ele é acusado de violação dos Direitos Humanos e mantém ligações estreitas com a direita dos EUA”, acusa o jornalista.
Ainda segundo o relatório de Mary, Sabas Chahuán, procurador-geral da República (PGR), quem deve investigar os crimes no país, “tem uma relação estreita com o FBI por meio de um acordo firmado com os EUA, depois da prisão de Saif Khan”. De acordo com documentos apresentados pelo jornalista, com base na prisão arbitrária foi criado um programa chamado LEO, o qual permite que os norte-americanos obtenham qualquer informação acerca dos cidadãos chilenos.
“E tudo o que o FBI sabe, a CIA sabe também”, presume.
Chahuán teria recebido ordens da Embaixada dos EUA no Chile para criar essas “armações”, denuncia Mary.
“Com tudo o que eu disse, mais o que disseram as fontes e provam os documentos e fatos, há uma estrutura que nos permite dizer que a CIA coordena as políticas daquele país com o exterior”, garantiu.
Drogas contra o socialismo
As ligações entre a CIA e o governo chileno, segundo as denúncias, permitem que a agência norte-americana monitore a situação política no país vizinho. No Equador, o presidente é socialista e tem um dos mais altos índices de aprovação popular.
“Nossas fontes afirmam que a droga traficada para fora do Chile destina-se a desestabilizar ou até matar o presidente Correa. Por quê? Porque quando um presidente passa em um mês de 60% de aprovação pública para 80%, de acordo com pesquisas divulgadas nesta quinta-feira, e reúne todas as condições para vencer as eleições no Equador, a única maneira de tirá-lo do caminho é por meio de um assassinato”, afirmou.
Embora não acuse diretamente o governo do presidente Barack Obama de participar do plano para matar um colega sul-americano, “parece uma atitude muito suspeita da CIA e temos as provas que definem as relações entre a CIA e o governo do meu país. O presidente Sebastián Piñera é filho de José Piñera, que foi embaixador do Chile nos Estados Unidos. Ele também é irmão de José Piñera, que foi ministro do (ditador Augusto) Pinochet”.
Em 1980, lembrou, “o presidente Piñera faliu o Banco de Talca. Ele era gerente e promoveu um imenso desfalque. Devia estar preso. Nada foi investigado sobre a participação da CIA neste episódio, mas a informação que temos é que o presidente Piñera foi retirado do país por quase um ano, para que não precisasse enfrentar a Justiça. O pai do presidente sempre teve laços estreitos com os EUA e com a CIA”.
“Temos agora todos os elementos que mostram pelo menos 90% de possibilidade da existência de um processo de desestabilização permanente contra o presidente Correa, por ele fechar a base de Manta e dar asilo a Julian Assange. Mas isso, na realidade, não é uma questão política, e sim, comercial, porque a CIA tráfica de drogas, e faz isso através do PDI chileno, e você diz um nome, Luis Carreno, quando se chega ao bolso de um empresário, um empreendedor, mesmo ilegal, ele fica chateado e busca vingança”, esclarece.
Mery acredita que haja um esquema em que CIA desestabiliza os governos, uma semana antes de tomarem posse.
“Foi o caso do presidente Salvador Allende. Eles mataram o comandante-em-chefe, René Schneider. Este crime foi perpetrado pela CIA, segundo telegramas revelados, nos quais há uma conversa entre Richard Nixon e Henry Kissinger, que assume total responsabilidade pela morte de Schneider”, disse Mery à agência de notícias.
Mídia corrompida
No relatório do jornalista consta também a entrega de US$3 milhões ao jornal El Mercurio, do empresário Agustín Edwards Eastman, como pagamento pela cobertura favorável às “armações” realizadas pela agência de inteligência norte-americana.
“Durante a ditadura, o jornal disse que não havia desaparecidos, negou que os direitos humanos tenham sido violados e agora, todos os dias publica notas e matérias contra os presidentes Correa e Hugo Chavez, da Venezuela”, constata.
Mery também aponta o fato de o ex-chefe do PDI, Arturo Herrera estar ligado a um caso de pedofilia, como um cliente de uma rede de exploração sexual infantil.
“Posteriormente, ele foi nomeado vice-chefe da Interpol. Como uma pessoa acaba de ser acusado de pedofilia e assume como vice-diretor da Interpol?”, questiona.
Herrera, segundo o dossiê entregue ao governo equatoriano, “foi contratado para desestabilizar o governo de Hugo Chavez. Como fez isso? Armando uma série de histórias para vincular Chavez às Farc. Em seguida, ligam Correa às Farc para, finalmente, envolver o Partido Comunista do Chile, especialmente Guillermo Teillier e Lautaro Carmona, os deputados chilenos que disseram ter ligações com membros das Farc. Esse é o mesmo roteiro utilizado na Venezuela, Equador e Chile”.
Mery convidado pelo ministro Ricardo Patiño, em uma visita oficial, para a entrega do relatório.
“O que ele vai fazer com essa informação é uma atribuição do governo equatoriano. Eu confio no julgamento do chanceler. Depois de nos conhecermos, ele lançou uma nota no Twitter para dar maior peso ao que lhe havia dito. Então, eu entendo que é uma questão sensível e levada a sério”, concluiu.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

O grande irmão e o seu olho

O grande irmão e o seu olho
 
publicado em 2 de janeiro de 2013 às 21:47
 
 por Mauro Santayana, em seu blog
 
 
Estamos no universo orwelliano de “1984”. É quase impossível a alguém andar sem ser monitorado por alguma câmera; vigiado, passo a passo, onde quer esteja, pelos satélites; localizado quando usa o aparelho telefônico celular, e assassinado por controle remoto. Todo esse sistema, que deixa anacrônica a ficção, é dominado, em escala mundial, pelo grande irmão, o governo norte-americano. O sistema financeiro, industrial e militar, que manipula o poder, conta  com as maiores empresas internacionais de comunicação eletrônica, por ele controladas.
 
Contra o voto de pequena minoria, o Congresso dos Estados Unidos acaba de renovar lei  do Governo Bush, autorizando a escuta telefônica e o monitoramento de comunicação eletrônica sem autorização judicial, incluindo emails, de cidadãos estrangeiros de todo o mundo, por parte dos serviços secretos norte-americanos – sobrepondo-se à soberania de todas as outras nações.
 
Embora a desculpa seja a luta contra o terrorismo, não há como saber onde acaba a  preocupação com a “segurança nacional” dos Estados Unidos e começa a espionagem comercial e tecnológica, ou a coleta de informações que  sirvam para pressionar ou chantagear “inimigos” dos EUA, como os ativistas da democracia ou da transparência, como  Julian Assange.
 
Todos nós, a começar pelos nossos líderes políticos,  podemos ser espionados pelos vários serviços norte-americanos, como a CIA e o NSA. Dentro da paranóia ianque, qualquer estrangeiro, que não for seu vassalo e assalariado, é inimigo potencial de seu país.
 
O monitoramento de “inimigos” dos EUA pelos seus serviços de informação não é novidade. Ao longo do século XX, jornalistas, políticos, lideranças sindicais e sociais de todos os continentes foram  monitoradas, perseguidas, e, em muitos casos, diretamente seqüestradas e assassinadas por agentes da CIA, ou  matadores por ela contratados – conforme vários livros de  ex-agentes, que deixaram suas atividades.
 
Essa legislação de exceção, aprovada logo após 11 de setembro, foi agora incorporada às leis norte-americanas ordinárias. O que os Estados Unidos estão dizendo ao mundo é que, ao aprovar essa lei, colocam sob a proteção de seu poderio militar qualquer assassino a soldo de seus interesses que seja identificado e detido, em qualquer lugar do mundo. É a velha prepotência, denunciada pelos seus pensadores mais eminentes, como o Senador Fullbright – que foi contra a guerra do Vietnã, e se opunha a toda ingerência de seu governo nos assuntos internos de qualquer outra nação  - em seu livroArrogance of Power:
 
“O Poder se confunde com a virtude e tende também a ver-se como onipotente. Uma vez imbuído da idéia de missão, uma grande nação facilmente assume que ela possui todos os meios para usá-los como um dever, no serviço de Deus”.
 
 
 
 via Jacob Blinder

Rondó da Liberdade - Carlos Marighella

Bom dia amigos e amigas! Mais do que nunca, é preciso ter coragem de dizer e de fazer. De volta à cidade e a partir de segunda-feira, de volta ao batente na metalúrgica.

Rondó da Liberdade - Carlos Marighella

É preciso não ter medo,
é preciso ter a coragem de dizer.

Há os que têm vocação para escravo,
mas há os escravos que se revoltam contra a escravidão.

Não ficar de joelhos,
que não é racional renunciar a ser livre.
Mesmo os escravos por vocação
devem ser obrigados a ser livres,
quando as algemas forem quebradas.

É preciso não ter medo,
é preciso ter a coragem de dizer.

O homem deve ser livre...
O amor é que não se detém ante nenhum obstáculo,
e pode mesmo existir quando não se é livre.
E no entanto ele é em si mesmo
a expressão mais elevada do que houver de mais livre
em todas as gamas do humano sentimento.

É preciso não ter medo,
é preciso ter a coragem de dizer.

o MEDO DO FUTURO - MARX E KEYNES - A AUTOFAGIA CAPITALISTA


 
ENTREVISTA DE MARILZA DE MELO FOUCHER COM LUÍS GONZAGA BELLUZO

De economista para economista, nesta entrevista um dos indicados entre 100 mais brilhantes economistas heterodoxos do Século XX pelo Biographical Dictionary of Dissenting Economists,recorre a Keynes e Marx para demonstrar as possibilidades e dificuldades de salvação do capitalismo da autofagia neoliberal que ainda alimenta e consome os Ouroboros (a serpente que come a si mesma pelo rabo) da mídia, da política e dos privatas nacionais e internacionais.    




Via Raul Longo

El silencio de Chávez

Enviado pela camarada Celeste Marcondes, uma das heroínas na resistência contra a ditadura.

El silencio de Chávez

por Raúl Bracho

Lunes, 31 de Diciembre de 2012

Silencio que desespera hasta a la historia misma de las luchas del hombre por ser libre. Silencio.
Enorme el respeto que debo a este silencio.
Enorme el respeto que ha tenido la patria, silencio cotidiano que me hiere y me duele, silencio que se me hace insoportable.
Silencio que desespera hasta a la historia misma de las luchas del hombre por ser libre. Silencio.
Silencio que silencia mi alegría en este fin de año.
Silencio que nos calla a todos los corazones.
Silencio enorme que acalla la patria la grande y que todas y todos quisiéramos romper con cualquier palabra de esa garganta amada, con el mínimo gesto de regreso.
Lloran mis ojos a diario y lloran los ojos de los pueblos del mundo ante este silencio tan grande.
Como un hambre de su voz, tan necesaria.
El calendario que va deshojando días y el silencio que se queda, que no se acaba, que no se rompe.
Silencio de la vida lleno del respeto simple a un hombre sencillo a quien damos el derecho a callar sus propias luchas ante su propio destino.
Silencio que arde como llamarada dispuesta a incendiar el mundo si se tiñe de despedida.
Silencio insoportable que soportamos por amor a este hombre en su lecho de enfermo.
Silencio que apaga las fiestas paganas.
Silencio que hace que florezcan las fuerzas de estos pueblos.
Silencio gigante de la humanidad entera.
Silencio de amor, por tu vida:
¡Chávez!
¡Patria Independiente y Socialista: Viviremos y Venceremos!

"CHÁVEZ É O FUTURO"

gilsonsampaio.blogspot.com.br
"O povo da Venezuela seguirá marcando a pauta desta revolução mesmo que percamos uma liderança". A frase é de