Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sábado, 22 de dezembro de 2012

no ES PASSE LIVRE é LEI- BRASIL a luta tem que seguir até TODOS terem o direito conquistado.

INFORMATIVO PROTESTO VIX NO AR:
A PARTIR DE 02 DE JANEIRO DE 2013 TUDO VAI AUMENTAR:
PASSAGENS, PEDÁGIOS ( inclusive da 3ª ponte)
INFORMATIVO PROTESTO VIX NO AR:
A PARTIR DE 02 DE JANEIRO DE 2013 TUDO VAI AUMENTAR:
PASSAGENS, PEDÁGIOS ( inclusive da 3ª ponte)

  • Fica o alerta acima e deixamos aqui Parabens a luta  estudantil: ForamGente de todos os estados brasileiros só o ES tem como LEI o Passe Livre. Comemoremos divulgando a luta estudantil e assim fazendo deles exemplo para quue outros tb. lutem e conquistem. Bora? bj

Donatti o amigo da 'justiça'


Se fosse um PETISTA seria diferente, mas . olhaí o privilegio que tucano goza diante da 'JUSTIÇA"

Ministra Luciana Christina Guimarães Lóssio concedeu uma decisão que foi assinada na noite desta quarta-feira (03) pela ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) , que concedeu liminar e suspendeu a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que havia cassado o registro de candidatura do prefeito de Conceição da Barra, Jorge Donati (PSDB).

Com a decisão, o prefeito segue normalmente na disputa e poderá ter a sua votação divulgada ao final das eleições no próximo domingo (07). Donati teve o registro cassado pelo TRE em ação em que é acusado fazer a divulgação de placas com publicidade da Prefeitura de Conceição da Barra durante o período eleitoral, o que é proibido pela legislação eleitoral.

Eleições

07/10/2012 - 20h16 - Atualizado em 07/10/2012 - 20h34
Jorge Donati é reeleito com 66,45% dos votos em Conceição da Barra
Até a semana passada a candidatura do atual prefeito da cidade estava cassada pelo TSE, mas decisão foi suspensa na última quinta-feira.
Atual prefeito de Conceição da Barra, Jorge Donati (PSDB) foi reeleito com 66,45% dos votos válidos. O tucano, acusado de envolvimento na morte de um sindicalista, Jorginho, como é conhecido na cidade, estava com a candidatura suspensa até a última quinta-feira, quando uma decisão liminar suspendeu o acórdão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que impedia sua participação na disputa eleitoral.

O principal concorrente de Donati, Manoel Pé de Boi, teve 26,15% dos votos válidos. O motivo da decisão do TRE foi a realização de propaganda pelo candidato na divulgação de obras da prefeitura. Além dessas acusações, o prefeito, que chegou a ficar preso em abril, também é acusado de envolvimento na morte da então mulher dele, Cláudia Soneghete, e a arrumadeira Mauricéia Donato. O crime ocorreu na Ilha do Frade, Vitória, em 2003. Diplomação - Prefeito e Vereadores (5 fotos)
Aconteceu hoje, às 10 horas, a diplomação dos candidatos eleitos nas últimas eleições municipais. A cerimônia foi realizada do Salão do Júri do Fórum Desembargador Ferreira Coelho, em Conceição da Barra e foi prestigiada por diversas pessoas.

Além do prefeito Jorge Donati, também foram diplomados os vereadores e os primeiros suplentes de cada coligação. A vice-prefeita Adélia Marchiori encontra-se fora do município e foi representada pelo prefeito. Amigão Jorge Donati
17 de dezembro
Lançamento do livro - 14 de Dezembro de 2012 (5 fotos)
O lançamento do livro "Jorge Donati: uma história de luta pela verdade", na última sexta-feira (14) foi prestigiado por centenas de pessoas, entre elas o Deputado Freitas e Neyla Donato, mãe de Jorge Donati. O coquetel de lançamento começou por volta das 19 horas e já era aproximadamente meia-noite quando Jorginho finalmente autografou o último exemplar distribuído naquela noite.

EM BUSCA DA VERDADE

O drama pessoal vivido pelo atual Prefeito de Conceição da Barra ganhou versão em livro, escrito pelo jornalista Wilson Oliveira. Intitulada “Jorge Donati. Uma história de luta pela verdade!”, a publicação traz relatos, denúncias e documentos que esclarecem os problemas que enfrenta desde que viu seu nome envolvido no assassinato da sua mulher, há quase 10 anos.

A publicação evidencia ainda as inúmeras dificuldades que enfrentou, entre elas a acusação por dois crimes, mais de 200 dias de prisão e uma família alquebrada por tantas crises.Segundo o livro, tudo começou com os crimes brutais sofridos pela dona de casa Cláudia Soneghete e sua empregada Mauricéia Rodrigues, na Ilha do Frade, em Vitória. De forma leviana, Donati foi implicado no caso por uma pessoa muito próxima da família. Por conta disso, ele luta para provar sua inocência, apesar do inquérito policial nada apresentar que o incrimine.

Por conta de uma sequência de erros e abusos cometidos por autoridades diversas neste episódio, Donati nunca mais teve paz. Mesmo sem fundamentos legais que justificassem tantas arbitrariedades, ele foi acusado do crime e esteve preso por três vezes, com consequente desgaste de sua imagem, ao ponto de ter seu nome, mais uma vez, levianamente associado a um outro crime, o de um funcionário público barrense, Edson Barc

"O STF faz história"


De: Silvio Pinheiro 


"O STF faz história"
 
Em chamada de primeira página para seu editorial
de hoje intitulado "O STF faz história", que não
reproduzo para não divulgá-lo, o "jornal" O Estado
de S. Paulo afirma que "o julgamento do mensalão
abre para o País a perspectiva de significativo avanço
institucional".
 
Trata-se de uma afirmação leviana e infame, para se
dizer o mínimo.
 
Que avanço seria esse partindo de um tribunal tido
como o guardião da Constituição, mas que no caso da
ação penal 470 tratou a Carta Maior da Nação como letra
morta, num espetáculo dantesco de afronta às suas disposições
de violações dos direitos nela consagrados?
 
Que avanços seriam esses partindo de um tribunal
presidido hoje por quem já é conhecido por "Joaquim
Torquemada", alusão direta ao inquisidor-geral
espanhol responsável pelos julgamentos sumários que
levaram à condenação e à morte na fogueira de mais
de 2000 de suas vítimas? .
 
O autor desse editorial acredita no que escreve, ou
só está garantindo o vale-refeição que recebe de seus
patrões?
 
O "jornal" O Estado de S. Paulo sofreu bastante durante
a ditadura iniciada no golpe de 1º de abril de 1964.
 
Hoje avaliza, elogia e considera como avanços
institucionais as arbitrariedades cometidas pelo STF
nessa sucessão de desavergonhados julgamentos
políticos, comuns durante a ditadura, que não só
desmoralizam seus ministros, mas, principalmente,
fazem cair as máscaras dos falsos democratas.
 
---
Silvio de Barros Pinheiro.
Santos.SP.
 

Enviado por Silvio Pinheiro e Rede Casthor

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

CPI de Cachoeira: é tudo inocente. DURMA COM ESSA.

Ele MERECE: TV. Cidade Livre faz dia em homenagem a Chavez



A TV Cidade Livre, o Canal Comunitário de Brasília, está preparando um programa especial em solidariedade ao Presidente Hugo Chávez, com o intuito de enviar-lhe e a todo o povo venezuelano, os mais sinceros desejos de pronta recuperação da saúde e de continuidade de suas transformações sociais revolucionárias que fazem daquele país sul-americano hoje, o menos desigual da América Latina. O programa será gravado no dia 26, às 11 horas e será enviado a Venezuela.

Estão sendo convidados para o programa a Deputada Érica Kokay, do PT-DF, efa o Senador Cristovam Buarque, ex-ministro da educação do Governo Lula   -   que constatou pessoalmente a erradicação do analfabetismo na Venezuela   -    o Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos do Governo Lula, o coordenador do MST em Brasília, Alexandre Conceição, o diretor da Cut, Ismael César, o escritor e jornalista Leite Filho, autor do livro "Quem tem medo de Hugo Chávez?", e a diretora do Sindicato dos Professores do Distrito Federal, Rosilene Correa.

Além de expressarem energia positiva ao presidente Hugo Chávez , os presentes darão depoimento sobre suas respectivas experiências   -   pessoais quando for o caso   -    com o líder da Revolução Bolivariana, ou com a sua relevante obra político-social.  
Será abordada  a política internacional do chavismo, sua pregação pela integração latino-americana, a revolução educacional lá em curso, as transformações agrárias em busca de soberania alimentar, a expansão extraordinária dos direitos trabalhistas no país que paga o mais elevado salário mínimo da região. Também será debatido o papel da Venezuela no fortalecimento do Mercosul, na construção da Alba, na solidariedade internacional aos povos agredidos pelo imperialismo, como à Palestina e os povos iraniano, líbio e sírio, além de seu esforço permamente pela construção de um mundo de paz, baseado na solidariedade, livre da arrogância do unilataralismo neolibaral que está afundando os EUA e a Europa Ocidental em uma crise sem precedentes.

O programa terá como âncora o jornalista Beto Almeida, Membro do Diretório da Telesur e presidente da TV Cidade Livre de Brasília.
 
Enviada por Nelba Nytz

A Vitória de Chavez

editorial o Rebate
A VITÓRIA DE CHÁVEZ
A Venezuela hoje é um país onde o analfabetismo foi erradicado, a saúde tem níveis de primeiro mundo, a organização popular – o poder popular – se fortalece a cada dia, a reforma agrária é uma realidade e as riquezas naturais do país se materializam em benefícios reais para a população, seja em programas de moradia, de educação, de saúde, de lazer, cultura, enfim, um país livre e soberano, dono do seu destino segundo a vontade popular.

Segue: http://www.jornalorebate.com.br/site/editorial/9661-a-vitoria-de-chavez

Mensagem de José Dirceu: "Desesperar Jamais" - A LUTA CONTINUA!

http://guerreiroscomzd.blogspot.com.br/2012/12/mensagem-de-jose-dirceu-desesperar.html

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Mensagem de José Dirceu: "Desesperar Jamais"

Mensagem de fim de ano foi enviada para amigos e políticos próximos a Dirceu Foto: Facebook / Reprodução
Com o título "Desesperar Jamais", a mensagem de fim de ano de Dirceu faz um resgate do passado do ex-ministro para reforçar a esperança de que "a verdade vença". "Quando bem jovem, preso por lutar pela liberdade de nosso País, não me desesperei. No exílio, longe de meu País e de minha família, não me desesperei. Eu sabia que dias melhores viriam para o nosso Brasil.

 E vieram", diz o texto. "Hoje, sou vítima inocente de um julgamento que, em muito pouco tempo, será citado em livros e em salas de aula como um exemplo a ser apagado da história de nosso direito. E, como antes, não me desespero", assegura o ex-ministro, que encerra em tom otimista: "Que você tenha forças para vencer. Para superar obstáculos e viver um 2013 com muita felicidade".
Postado por Katytasv às 17:58 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Presidente Fernando Henrique Cardoso recebeu 3,5 milhões de Marcos Valério


Mensalão do PSDB

Presidente Fernando Henrique Cardoso recebeu 3,5 milhões de Marcos Valério

O ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, candidato à reeleição em 1998, usou 3,5 milhões de reais do Mensalão tucano, através das empresas de Marcos Valério. Na época, elas mantinham contrato com a  Fundacentro, do Ministério do Trabalho.

Fonte: Carta Capital - Edição 723 - 09 . 11 . 2012
Documento relatório publicado e elaborado por Marcos Valério


Na página 24 do documento, na  4ª linha
PIMENTA DA VEIGA (valor transferido para a campanha de Fernando Henrique Cardoso) ║R$ 2.800.000,00
Pimenta é mineiro e foi ministro de FHC

Na página 23 do documento, na  30ª linha
Paulo Henrique Cardoso/Fernando H. Cardoso (via gov. Eduardo Azeredo Pimenta da Veiga ║R$ 573.000,00
Paulo Henrique é filho de FHC


Abaixo os valores finais de arrecadação e distribuição de recursos do esquema

ENTRADAS        R$    104.340.841,00
SAÍDAS               R$    104.340.772,00
SALDO                R$                       69,53  

Ao final da última página (27), vemos a assinatura reconhecida em cartório de Marcos Valério, em papel timbrado da  SMP&B


Enviado por Carceroni

Relatório sobre a situação dos direitos humanos no Brasil na década de 2001-2010 -


Relatório sobre a situação dos direitos humanos no Brasil na década de 2001-2010 -
Atualizado em 19 de dezembro, 2012 - 09:00 (Brasília) 11:00 GMT - 

BBC Brasil - Notícias -

Luis Kawaguti, da BBC Brasil em São Paulo
URL: 
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/12/121219_relatorio_nev_lk_vale_esta.shtml 


População carcerária mais que dobrou no Brasil, diz relatório
 
País registrou um aumento de 112% no número de detentos, de 233 mil no ano de 2001 para 496 mil em 2010
O NEV (Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo) divulgou nesta quarta-feira um relatório sobre a situação dos direitos humanos no Brasil na década de 2001-2010. O documento abrange principalmente abusos contra a vida e a integridade física dos cidadãos.
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Acesse notícia relacionada do NEV:



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Algumas das constatações do documento são que as penitenciárias continuam superlotadas - a população carcerária brasileira cresceu 112% em uma década -, as taxas de mortalidade por homicídios se elevaram mais nas regiões Norte e Nordeste, os homicídios contra negros e pardos aumentaram 25% e a maioria dos crimes contra a liberdade de imprensa (72%) são praticados por agentes do Estado.
O 5º Relatório Nacional Sobre os Direitos Humanos no Brasil também faz uma análise sobre casos de abusos cometidos no país e levados ao conhecimento da OEA (Organização dos Estados Americanos). Ele revela que apenas 5% desses casos acabaram em solução amistosa.
A socióloga Mariana Possas, coordenadora do relatório, afirmou à BBC Brasil que uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos pesquisadores foram a inexistência ou não divulgação de dados e informações oficiais sobre temas relacionados a abusos de direitos humanos. Segundo ela, esse problema não é causado apenas por falta de ação dos governos, mas por uma cultura nacional que não priorizaria a obtenção e armazenamento de informações sobre o setor.
Leia abaixo alguns dos principais pontos levantados pelo relatório.

De acordo com o relatório, "o sistema prisional brasileiro continuou a ser, na década de 2000, um setor público dramaticamente atravessado por severas violações de direitos humanos". Uma das principais delas seria o deficit de vagas no sistema prisional.
Atualmente, o Brasil é o quarto país com o maior número de presos do mundo, atrás de Estados Unidos, China e Rússia.
Segundo o documento, embora o crescimento da população carcerária tenha sido uma tendência mundial nas últimas décadas, o ritmo apresentado pelo Brasil foi "frenético e assustador". O país registrou um aumento de 112% no número de detentos, de 233 mil no ano de 2001 para 496 mil em 2010. Essa elevação colocou o Brasil no primeiro lugar de um ranking que leva em conta 15 países. Logo abaixo ficaram a França, com 43% de aumento e a Itália, com 23%. Os Estados Unidos ficaram em 11º lugar, com 15% de aumento na década. Porém, o ranking de países não levou em conta a China e a Rússia.
O crescimento acelerado da população carcerária, segundo o relatório, teria tido efeitos negativos na "garantia de condições básicas de detenção e de respeito aos direitos das pessoas presas".
O deficit de vagas no sistema em 2000, segundo os pesquisadores, era de quase 70 mil. Em 2010, ele subiu para quase 198 mil vagas.
Analisando dados do Ministério da Saúde, os pesquisadores da USP constataram que a taxa geral de homicídios por 100 mil habitantes no país aumentou 1,6% entre os 2000 e 2009. Contudo, a distribuição desses crimes pelos Estados é desigual.
A maior variação ocorreu nas regiões Norte e Nordeste, que registraram elevações de 82% e 72% respectivamente. No norte, a taxa passou de 18,5 casos por 100 mil habitantes em 2000 para 33,8 em 2009. No Nordeste, a variação foi de 19,4 para 33,5. Na região Sul, a elevação da taxa foi de 57% e no Centro-Oeste 10%.
De todas as regiões do Brasil, a única que registrou queda no período foi a Sudeste (-40%). O número de casos por 100 mil habitantes caiu de 36,6 para 21,8.
Em 2000, os Estados com as maiores taxas de homicídios eram Pernambuco, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Nove anos depois, as três primeiras posições do ranking eram de Alagoas, Espírito Santo e Pernambuco.


O estudo analisou os casos de pessoas mortas em homicídios registrados pelo Ministério da Saúde segundo a classificação racial das vítimas. Ele constatou que negros e pardos não só são as maiores vítimas dos crimes como o número de assassinatos praticados contra eles registrou tendência de alta durante toda a década.
No ano 2000, os pardos e negros representavam 52% do total de vítimas de homicídio no país - cerca de 23,5 mil casos. Essa porcentagem foi subindo gradualmente ao longo da década até chegar a 65% em 2009, quando quase 34 mil casos foram registrados.
Já os assassinatos praticados contra brancos somavam 39% das ocorrências no ano 2000 (17,8 mil). Eles começaram a cair em 2003 (37%) e chegaram a 29% em 2009 (15 mil).
Embora quase irrelevante percentualmente, o número nominal de assassinatos praticados contra indígenas também se elevou. Foram 102 mortes no ano 2000 contra 136 em 2009.
O relatório da USP identificou três principais fontes de ameaças e agressões contra jornalistas nas anos 2000: policiais, políticos detentores de cargos eletivos e o crime organizado.
Foram identificados na década 219 casos de abusos, que incluem agressão, ameaça e intimidação, homicídio, impedimento da atividade jornalística, lesão corporal em cobertura de risco, lesão corporal grave, sequestro e tortura.
A maioria dos autores dos abusos foram políticos eleitos e funcionários públicos dos três poderes (37% dos casos) e policiais (35%). As ocorrências mais comuns foram o impedimento da atividade jornalistica (37%), ameaças e intimidações (21%) e agressões (17%). Os homicídios - 15 ao total - representam quase 7% dos casos. Geograficamente, a maior parte dos abusos se concentrou na região Sudeste (34% dos casos), seguida pelo Nordeste do país (22%)."Ainda temos um longo caminho a percorrer em termos de respeito por parte dos agentes do Estado brasileiro à liberdade de imprensa", diz o relatório.
Apenas 5% dos casos de abusos de direitos humanos ocorridos no Brasil e levados à Comissão Interamericana de Direitos Humanos foram solucionados de forma amistosa, segundo o relatório. O órgão pertence a OEA e tem a função de investigar e emitir pareceres sobre casos específicos de abusos de direitos humanos ocorridos em seus países-membros.
Os pesquisadores da USP analisaram 66 casos de supostos abusos de direitos humanos cometidos no Brasil e levados à Comissão entre os anos de 1999 e 2009. Em 20 deles (30%) o Brasil foi formalmente responsabilizado por abusos e em três houve um acordo amistoso para resolver a situação. Segundo o relatório, a maioria dos casos levados ao órgão no período (34) ainda estão pendentes de decisão e nove não foram admitidos.
O estudo apontou que a maioria das denúncias levadas à Comissão se referem a abusos de violência cometidos por policiais (15), à questão agrária (13) e a violações dos direitos das crianças e dos adolescentes (10).


Enviada por MVM NEWS

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

VENEZUELA: Reflexión Pública para avanzar en Proceso Constituyente

Amplas discussões estão ocorrendo na Venezuela com o intuito de acelerar as transformações sócio/econômico/cultural que o pais necessita, tendo por objetivo construir um novo processo institucional revolucionário e que possua um caráter efetivamente anti-capitalista. Nesse sentido, fala-se abertamente em: “Proceso Popular Constituyente”, “Estado Comunal”, “Comunas Populares”, “Gestión desburocratizada”, “Nueva Cultura Política”, “Dirección Colectiva”, “Fortalecimiento de la Integración de los Pueblos en América Latina”. São movimentos interessantes que devem ser acompanhados com atenção, pois a revolução bolivariana da Venezuela está sempre inovando e indicando aos povos da América Latina a possibilidade de trilhar novos caminhos.  Jacob David Blinder 

 ¿CONSTRUIR EL SOCIALISMO SIN DESPRECIAR AL CAPITALISMO?
Lunes, 17/12/2012  Un grano de maiz Venezuela
Una respuesta afirmativa a la interrogante del título, calmaría el desasosiego de muchos que no duermen tratando de pasar el camello por el ojo de la aguja. Los que así piensan seguirán con insomnio y le harán un gran daño al camino revolucionario, los que intenten esta mezcla pueden terminar en dos laberintos patéticos:
Uno, falsificar al Socialismo, despojarlo de su fuerza liberadora y constructora, convertirlo en un adjetivo que lleva por dentro al capitalismo salvaje, infaliblemente lo llevará a estallar en un mar de contradicciones sociales que la farsa no podrá resolver.
El otro, construir a duras penas un híbrido, una mezcla de dos sistemas antagónicos, inexorablemente terminará por ser devorado por el sistema más antiguo, el más arraigado en el inconciente colectivo, el capitalismo.
¿Por qué no es posible construir el Socialismo en convivencia con el capitalismo?
Un sistema social es en esencia una conciencia sustentada en una relación económica. De aquí se desprende que la lucha política, la lucha revolucionaria, es una lucha por la conciencia de las mayorías, el territorio de la confrontación es la conciencia, lo demás está subordinado a este objetivo.
Ahora bien, la conciencia y las relaciones de propiedad están entrelazadas, se existen mutuamente, lo que significa, por ejemplo, que no podía existir conciencia esclavista sin relación de propiedad esclavista.
Así mismo pasa con el capitalismo, genera una conciencia del egoísmo, del consumismo que lo sustenta, una conciencia instalada, arraigada con una fuerza única en la historia de la humanidad.
Por lo tanto, pensar en la convivencia del Socialismo con el capitalismo, en un híbrido como un sistema social viable, es un disparate, una trampa reformista y el suicidio de la Revolución.
No se puede pretender superar un sistema sin atacarlo, sin descalificarlo, por dañino, material y moralmente, sin evidenciarlo como inaceptable. Esto nos lo enseña El Libertador cuando al calificar la esclavitud, dice: “la infracción de todas las leyes es la esclavitud. La ley que la conservara sería la más sacrílega. ¿Qué derecho se alegaría para su conservación? Mírese este delito por todos los aspectos, y no me persuado que haya un solo boliviano tan depravado que pretenda legitimar la más insigne violación de la dignidad humana. ¡Un hombre poseído por otro! ¡Un hombre propiedad! ¡Una imagen de Dios puesta al yugo como el bruto!”
Podríamos, sin pecar, sustituir en las palabras de Bolívar, esclavitud por capitalismo, porque qué es el capitalismo sino la más insigne violación de la dignidad humana, donde unos hombres, los capitalistas, son propietarios del tiempo, de la vida de otros hombres, los trabajadores. ¡El capitalismo es una esclavitud más refinada!
Fácilmente se comprende que no se puede construir el Socialismo sin atacar, sin despreciar al capitalismo, pretender ese absurdo es truncar a la Revolución, porque una Revolución frente al monstruo capitalista si se detiene inexorablemente fracasa.
¡Rodilla en tierra con Chávez y el Socialismo Auténtico!
Publicadas por ANTONIO2000
No hay Pueblo Vencido!
Reflexión Pública para avanzar en Proceso Constituyente
Por: Aporrea.org | Lunes, 17/12/2012
Al Pueblo Bolivariano (Civil y Militar)
A todo el Pueblo Trabajador de Venezuela
Al Consejo de Estado
A los compañeros Chávez y Maduro
En principio redoblar toda la solidaridad, la fe espiritual y militante por la progresiva recuperación del hijo más destacado en los últimos tiempos de la Patria Nuestramericana.
Este trance que hoy vive Chávez lo vivimos todas y todos, pero principalmente quienes luchamos por salir de un modelo donde prevalece la muerte y la miseria, que atenta contra la Humanidad y el Planeta.  La enfermedad de la figura excepcional que encarna nuestro Presidente ha generado una toma de consciencia donde se une lo humano y lo político, se trata de un hecho trascendental para todas y todos los que luchamos por la vida.  De allí la angustia solidaria.  De allí la inquietud que produce su ausencia temporal o permanente a la que todas y todos nos negamos.
¡No hay Pueblo Vencido!
Con esta consigna se moralizó el pueblo venezolano después de la masacre con la que intentaron someternos en Febrero de 1989.  De ahí venimos con todas las luchas anteriores a esa jornada febrerista.  Se inicia el quiebre mortal de la IV República que se profundiza con las dos insurrecciones militares de 1992 y continua en una batalla histórica que catapulta el liderazgo más consecuente con las luchas de nuestro pueblo.  Un liderazgo concentrado en Chávez que le colocó apellido a esa unidad política civil y militar que pretendió  sepultar la oligarquía y la burguesía criolla: Pueblo Bolivariano.
Con esa unidad histórica nació un proyecto de invento y creación, de ensayo y error que ha plasmado con sus luchas toda una etapa donde han prevalecido las victorias.  Victorias que se han traducido en mejores condiciones de existencia para nuestro pueblo: para los excluidos de ayer, los explotados, los más pobres y los que únicamente viven de su trabajo y que constituyen la base social que ha blindado y defendido el proceso revolucionario venezolano.  Victorias que están sustentadas en la inmensa Disposición de Cambio de nuestro pueblo, que Chávez supo interpretar y que ahora más que nunca el propio pueblo con sus liderazgos tiene que mantener, cuidar y ampliar para seguir conquistando victorias y cada vez más logros que redunden en la calidad de vida de la población. 
La lucha contra lo viejo, lo constituido, razón de toda revolución, se cualificó con un liderazgo que activó el Poder Originario y esta es la clave principal de protagonismo que garantiza la irreversibilidad política del proceso y de esa voluntad transformadora nacida de esa consigna: ¡No hay Pueblo Vencido!
Por una conducta revolucionaria anticapitalista
La osadía transformadora es una cualidad de toda dinámica revolucionaria. En la lucha contra lo viejo, contra lo constituido en la perversa lógica del capital, muchos con responsabilidades en el gobierno no adquieren la garra ni tienen la voluntad para producir los cambios: no hacen revolución.  Un hecho objetivo es el desfase profundo entre Chávez y los gobernadores/as, alcaldes/as, ministros/as y altos funcionarios/as de las instituciones del Estado que hace crisis interna en el campo del proceso.  No se responde a una política revolucionaria, hay conformidad en la gestión… muchas veces excluyente, se adquiere otra forma de vida… ajena a toda voluntad transformadora.  No hay una tendencia fuerte dirigida a demoler el viejo Estado opresor y su potencialidad productora de vicios y desigualdades.  Esto es vox populi, y lo decimos porque hay suficiente disposición de cambio en el Pueblo Bolivariano para evitar que funcionarios/as de alto nivel en el gobierno, atrapados y atrapadas por la lógica de un Estado capitalista inoculado por banqueros y empresarios duchos en el arte conspirativo, defrauden, de manera consciente o inconsciente, este proceso revolucionario.
Por supuesto que hay dirigentes que reivindicamos, aunque no se trata de esto, lo que intentamos advertir es que todo aquel que incida o ejecute parte del presupuesto del Estado o de las empresas nacionales, que es dinero del pueblo, está expuesto a ese deterioro ético e inherente a la lógica del capital.  Conducta deformada que lleva agua al molino del plan conspirativo de la derecha y el imperialismo, quienes tienen como anzuelo “la comisión o el gran negocio” para convertir hombres y mujeres del proceso en “caballeros y damas honorables” ganados para el bando de la contrarrevolución.  
Por la anterior razón y en medio de este trance que vive el Presidente alertamos sobre los peligros a los que nos exponemos cuando tratamos con operadores/as de la oposición, expertos en el arte de mercantilizar la política y en pudrir lo nuevo que surge de todo proceso revolucionario.
Unidad y Direccionalidad Colectiva en Proceso Popular Constituyente
La preocupación anterior sobre las distorsiones que genera la lógica del capital y que es una preocupación dentro del Pueblo Bolivariano, está ligada a la búsqueda de un camino de solución que en lo estratégico apunta al desmontaje del viejo Estado en su raíz capitalista y en superar el viejo régimen democrático representativo.
Hemos avanzado, pero ha faltado firmeza en la profundización de las conquistas logradas por el Pueblo Bolivariano en cuanto a participación y protagonismo popular.  Estas claves que significan un salto democrático descomunal no han podido ser desplegadas, pierden fuerza ante el mero y frio acto ocasional de elegir representantes, cuando podrían ser impulsadas dentro del marco constitucional como una nueva línea de construcción que nos conduzca hacia un Modelo de Democracia Constituyente y Refrendaria. Un modelo que haga surgir una Nueva Cultura Política de participación y protagonismo para el debate democrático, la toma de decisiones colectivas y el control social, conquistas estancadas que empalman de manera natural con el carácter socialista que viene adquiriendo el proceso revolucionario bolivariano debido a su base clasista no propietaria.
En este sentido y en medio del tema sobre la necesidad de una Dirección Colectiva que se ha convertido en una discusión de vanguardias  sin pueblo, llamamos a relanzar el Proceso Popular Constituyente como un ejercicio permanente de debate, control social y deconstrucción de las viejas instituciones por parte de las comunidades, las organizaciones sociales y políticas, en la perspectiva urgente de Refundar la Nueva Institucionalidad Revolucionaria. Algo muy difícil de hacer desde las entidades representativas y sus sujetos por la tendencia generalizada de caer en el administrativismo, la “gestión eficiente y transparente”, pero de carácter capitalista: una lógica que termina por perpetuar objetivamente loconstituido.  El peso de la vieja institucionalidad muele, enajena, distorsiona y a la final no hay justificación con lenguaje revolucionario que valga.
Compañeros Chávez  y Nicolás:
Esta tierra privilegiada llena de hombres, mujeres, soldados y soldadas que hoy continúan en lucha por la emancipación,  nos impone dirigirnos a ustedes camaradas ante el deber que tenemos todos de velar porque la Patria Buena no sea traicionada.  No estamos diciendo nada que ustedes no sepan, son parte de esta historia que ha trascendido fronteras y catalizado otros procesos revolucionarios.  Los estamos emulando a ustedes y a este pueblo en lucha: el de los febreros, abriles y diciembres. Como siempre, la vida nos coloca en situaciones de trance histórico.  Hoy estamos en uno de esos y ustedes lo han dicho para estos casos: los más resueltos empujan a los vacilantes, infunden confianza y militan con la exigente consigna: ¡Prohibido Fallar!
¡Golpe de Timón: retomemos el Rumbo Constituyente!
¡Hacia la Constituyente del Pueblo Trabajador y por la desmercantilización de la Salud!
¡Ni Burocracia ni Capital: Socialismo y más Revolución!
¡Con Impunidad no hay Revolución. No a la Amnistía de los asesinos del Pueblo!
¡No a la criminalización de las Luchas!
¡Ante las pretensiones de la derecha: Unidad del Pueblo Civil y Militar!
¡Ni negociación, ni conciliación: Lealtad por siempre con la Revolución!
¡Por la Revolución Socialista, Antipatriarcal y Anticapitalista!
Radio Alí Primera, Bloque Popular de La Vega, Comité Ali Primera, Frente Resistencia Guaicaipuro, Equipo Político LIBERCOOP, Los Cachucheros P.C., Frente Carlos Escarrá, Alfredo Maneiro –El Valle, C.C. Dr. Carlos Diez del Ciervo-Propatria, A.C. Divas de Venezuela, OPR Bravo Sur, Frente Müller Rojas, Movimiento Campesino Jirajara, Frente Itinerante de Discusión Agroecológica (Frida), Colectivo Alfredo Maneiro, Comisión Danilo Anderson, Grupo de Opinión Resistencia y Dignidad Revolucionaria, Asociación Nacional de Medios Comunitarios Libres y Alternativos (AMCLA), Colectivo Ana Karina Rote, Fundación Urimare, Fundación Lanceros, Colectivo de Trabajo Revolucionario 13 de Abril, Proyecto Infantil Brisas Pantaneras, Unidad de Producción Audio Visual El Pequeño Ejercito Loco, Carpintería Mader-Arte, Cooperativa Manojo de Ideas, Red de Medios Alternativos y Comunitarios de Carabobo (REDMAC), Fundación Comunitaria  Radiodifusora Sonora 99.5 FM de Cabimas, Fundación Comunitaria Cabimas por la Verdad de Cabimas,  Coalición de Tendencias Clasistas (CTC-Vzla.), Marea Socialista, Corredor Noroeste, Coordinadora Simón Bolívar... (en espera de mas firmas a través del correo: enprocesoconstituyente@gmail.com )
17 de Diciembre de 2012
 
Objetivo Nacional de la Revolución Bolivariana de Venezuela: Propulsar la transformación del sistema económico, para la transición al socialismo bolivariano, trascendiendo el modelo rentista petrolero capitalista hacia el modelo económico productivo socialista, basado en el desarrollo de las fuerzas productivas.
 Enviada por Safrany