Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

AOS COMPANHEIROS E AMIGOS...

...principalmente os que de alguma forma colaboraram com minha campanha a vereador de São Paulo, comunico que estou reassumindo a condição de independente.

Acreditei que meu engajamento no Partido Socialismo e Liberdade pudesse contribuir para o resgate de algumas posturas dos revolucionários de minha geração, como a de que só devemos disputar posições e assumir postos no Legislativo e no Executivo burgueses com a finalidade tática de acumularmos forças. 

Encarando o capitalismo como o maior obstáculo à felicidade dos seres humanos e a maior ameaça à sobrevivência da humanidade, avaliei que, se conquistasse algum naco de poder nas suas entranhas, isto serviria para amplificar minha voz e dar mais amplitude à minha atuação, no sentido de aguçar-lhe as contradições e evidenciar seu caráter desumano e predatório, fazendo avançar a luta por sua extinção.

Também pretendia impulsionar a união de todas as forças anticapitalistas na luta contra o inimigo de classe, fundamental neste momento em que somos minoritários e quase impotentes para influir verdadeiramente nos rumos políticos da Nação.

Fui fiel aos meus valores e princípios: lutei. Mesmo sabendo que assumia uma missão praticamente impossível, tentei de todas as formas abrir um caminho para mim e para outros.

Até para não desestimular jovens idealistas, prefiro não esmiuçar os motivos pelos quais fracassei e hoje considero inalcançáveis tais metas.

Apenas deixo registrada minha opção pessoal de não continuar no PSOL nem me filiar a qualquer outro partido empenhado em repetir, corrigindo-a, a trajetória do PT --ou seja, crendo na hipótese de que seja possível não se desviar do objetivo revolucionário no meio do caminho. 

Conclui que havia uma única oportunidade histórica para tal via ser bem sucedida: aquela em que também me empenhei ("Quem não dormiu no sleeping-bag nem sequer sonhou") e que foi, lamentavelmente, desperdiçada. 

E que é "nas escolas, nas ruas, campos, construções", na praça que "é do povo como o céu é do condor", que nossa luta pode atualmente resultar. Não no seio dos (ou com um pé nos) podres Poderes.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Para entender o xadrez da política - Clamamos à reflexão.

Encaminhado por Arthur Gonçalves Filho


Data: 12 de dezembro de 2012 22:38

Clamamos à reflexão.
Cuidado com a opinião publicada pela mídia em geral.
Repito aqui as perguntas de um leitor do Nassif, chamado 
CarlosAregedo que eu não conheço, 

Primeira pergunta: Como o Estadão conseguiu informações do relatório do novo depoimento do Valério?
Segunda: Por que o PT morre de medo de partir para a ofensiva, sem dó nem piedade?
Terceira: Perceberam no Estadão uma notícia sobre o helicóptero doAlckmin? ( para parecer coisa de imprensa isenta )
Quarta: Onde estão as pessoas com a estirpe e a coragem de um Brizola? ( aquele que conseguiu detonar a Globo )
Última: Por que 99,9% dos políticos morrem de medo da imprensa?
Eli.



Luis Nassif

Vamos entender o xadrez político atual.
Há um jogo em que o objetivo maior é capturar o rei – a Presidência da República. O ponto central da estratégia consiste em destruir a principal peça do xadrez adversário: o mito Lula.
Na fase inicial – quando explodiu o “mensalão” – havia um arco restrito e confuso, formado pela velha mídia e pelo PSDB, e uma estratégia difusa, que consistia em “sangrar” o adversário e aguardar os resultados nas eleições presidenciais seguintes.
A tática falhou em 2006 e 2010, apesar da ficha falsa de Dilma, do consultor respeitado que havia acabado de sair da cadeia, dos 200 mil dólares em um envelope gigante entrando no Palácio do Planalto, dasFARCs invadindo o Brasil e todo aquele arsenal utilizado nas duas eleições.
A partir da saída de Lula da presidência, tentou-se uma segunda tática: a de construir um mito anti-Lula. À falta de candidatos, apostou-se em Dilma Rousseff, com seu perfil de classe média intelectualizada, preocupações de gestora, discrição etc. Imaginava-se que caísse no canto de sereia em que se jogaram tantas criaturas contra o criador.
Não colou. Dilma é dotada de uma lealdade pessoal acima de qualquer tentação.

O “republicanismo”

Mas as campanhas sistemáticas de denúncias acabaram sendo bem sucedidas por linhas tortas. Primeiro, ao moldar uma opinião pública midiática, ferozmente anti-Lula.
Depois, por ter incutido no governo um senso de republicanismo que o fez abrir mão até de instrumentos legítimos de autodefesa. Descuidou-se na nomeação de Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), abriu-se mão da indicação do Procurador-Geral da República (PGR) e descentralizaram-se as ações da Polícia Federal.
Qualquer ação contra o governo passou a ser interpretada como sinal de republicanismo; qualquer ação contra a oposição, sinal de aparelhamento do Estado.
Caindo nesse canto de sereia, o governo permitiu o desenvolvimento de três novos protagonistas no jogo de “captura o rei”.

S T F

Gradativamente, formou-se uma bancada pró-crise institucional, composta por Gilmar Mendes, Joaquim Barbosa, e Luiz Fux, à qual aderiram Celso de Mello e Marco Aurélio de Mello. Há um Ministro que milita do lado do PT, José Antonio Toffolli. E três legalistas:Lewandowski, Cármen Lúcia e Rosa Weber.
O capítulo mais importante, nesse trabalho pró-crise, é o da criação de um confronto com o Congresso, que não terá resultados imediatos, mas ajudará a alimentar a escandalização e o processo reiterado de deslegitimação da política.
Para o lugar de César Peluso, apostou-se em um ministro legalista,Teori Zavascki. Na sabatina no Senado, Teori defendeu que a prerrogativa de cassar parlamentares era do Parlamento. Ontem, eximiu-se de votar. Não se tratava de matéria ligada ao “mensalão”, mas de um tema constitucional. Mesmo assim, não quis entrar na fogueira.

Procuradoria-Geral da República (PGR)

Há, claramente, um movimento de alimentar a mídia com vazamentos de inquéritos. O último foi esse do Marcos Valério ao Ministério Público Federal.
Sem direito à delação premiada, não haveria nenhum interesse de vazamento da parte de Valério e seu advogado. Todos os sinais apontam para a PGR. Nem a PGR nem Ministros do STF haviam aceitado o depoimento, por não verem valor nele. No entanto, permitiu-se o vazamento para posterior escandalização pela mídia.
Gurgel é o mais político dos Procuradores-Gerais da história recente do país. A maneira como conquistou o apoio de Demóstenes Torres à sua indicação, as manobras no Senado, para evitar a indicação de um crítico ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), revelam um político habilidosíssimo, conhecedor dos meandros do poder em Brasília. E que tem uma noção do exercício do poder muito mais elaborada que a do Ministro da Justiça e da própria Presidente da República. Um craque!

Polícia Federal em São Paulo

Movimento semelhante. Vazam-se os e-mails particulares da secretária, Rosemary Noronha. Mas, mantém-se a sete chaves o relatório da Operação Castelo de Areia.

O jogo político

De 2005 para cá, muita água rolou. Inicialmente havia uma aliançamídia-PSDB. Agora, como se observa, um arco mais amplo, com Ministros do STF, PGR e setores da PF. E muito bem articulado agora, porque, pela primeira vez, a mídia acertou na veia. A vantagem de quem tem muito poder, aliás, é essa: pode-se dar ao luxo de errar muitas vezes, até acertar o caminho.
Daqui para frente, o jogo está dado: um processo interminável deauto-alimentação de denúncias. Vaza-se um inquérito aqui, monta-se o show midiático, que leva a desdobramentos, a novos vazamentos, em uma cadeia interminável.
Essa estratégia poderia ter uma saída constitucional: mais uma vez “sangrar” e esperar as próximas eleições.
Dificilmente, será bem sucedida no campo eleitoral. Mas, com ela, tenta-se abortar dois movimentos positivos do governo para 2014:
É questão de tempo para as medidas econômicas adotadas nos últimos meses surtirem efeito. Hoje em dia, há certo mal-estar localizado por parte de grupos que tiveram suas margens afetadas pelas últimas medidas. Até 2014, haverá tempo de sobra para a economia se recuperar e esse mal-estar se diluir. Jogar contra a economia é uma faca de dois gumes: pode-se atrasar a recuperação, mas pratica-se a política do “quanto pior melhor” que marcou pesadamente o PT do início dos anos 90. Em 2014, com um mínimo de recuperação da economia, o governo Dilma estará montado em uma soma de realizações: os resultados do Brasil Sorridente, resultados palpáveis do PAC, os efeitos da nova política econômica, os avanços nas formas de gestão. Terá o que mostrar para os mais pobres e para os mais ricos.
No campo político, a ampliação do arco de alianças do governo Dilma.
Há pouca fé na viabilidade da candidatura Aécio, principalmente se a economia reagir aos estímulos da política econômica. Além disso, a base da pirâmide já se mostrou pouco influenciada pelas campanhas midiáticas.
À medida que essa estratégia de desgaste se mostrar pouco eficaz no campo eleitoral, se sairá desses movimentos de aquecimento para o da luta aberta.

Próximos passos

Aí se entra em um campo delicado, o do confronto.
Ao mesmo tempo em que se fragilizou no campo jurídico, o “republicanismo” de Lula e Dilma minimizou o principal discurso legitimador de golpes: a tese do “contragolpe”. Na Argentina, massas de classe média estão mobilizadas contra Cristina Kirchner, devido à imagem de “autoritária” que se pegou nela.
No Brasil, apesar de todos os esforços da mídia, a tese não pegou. Principalmente devido ao fato de que, quando o STF achou que tinha capturado o PT, já havia um novo em campo – de Dilma Rousseff, Fernando Haddad, Padilha – sem o viés aparelhista do PT original. E Dilma tem-se revelado uma legalista até a raiz dos cabelos e o limite da prudência.
Aparentemente, não irá abrir mão do “republicanismo”, mas, de agora em diante, devidamente mitigado. E ela tem um conjunto de instrumentos à mão.
Por exemplo, dificilmente será indicado para a PGR alguém ligado ao grupo de Roberto Gurgel.
Espera-se que, nas próximas substituições do STF, busquem-se juristas com compromissos firmados e história de vida em defesa da democracia – e com notório saber, pelo amor de Deus. De qualquer modo, o núcleo duro do STF ainda tem muitos anos de mandato pela frente.
Muito provavelmente, baixada a poeira, se providenciará um Ministro da Justiça mais dinâmico, com mais ascendência sobre a PF.
Do outro lado do tabuleiro, se aproveitarão os efeitos do pibinho para iniciar o processo de desconstrução de Dilma.
Mas, o próximo capítulo será o do confronto, que ocorrerá quando toda essa teia que está sendo tecida chegar em Lula. E Lula facilitou o trabalho com esse inacreditável episódio, Rosemary Noronha.
Esse momento exigirá bons estrategistas do lado do governo: como reagir, sem alimentar a tese do contragolpe. E exigirá também um material escasso no jogo político-midiático atual: moderadores, mediadores, na mídia, no Judiciário, no Congresso e no Executivo, que impeçam que se jogue mais gasolina na fogueira.

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/para-entender-o-xadrez-da-politica

La Carta de PEPE MUJICA a CHAVEZ....extraordinaria

La Carta de PEPE MUJICA a CHAVEZ....extraordinaria: La Carta de PEPE MUJICA a CHAVEZ....extraordinaria

Enviada por Fernando Yepez


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

imPRENSA - ONU prova ser a midia contra a liberdade VIDEO



Enviado por Raul Longo com o comentário que corroboramos
IMPRENSA

Você também é um entusiasta da liberdade de imprensa? Claro! Afinal se você está me lendo aí na tela do seu computador, sem dúvida você é uma pessoa de opinião. E como formar a sua opinião. se não através das informações da imprensa, não é mesmo?
Ou seja: a liberdade de imprensa é a sua própria liberdade de opinião, concorda?

Então, já que você é uma pessoa que valoriza sua própria opinião, não deixe de se orgulhar de si mesmo. Assista o filme deste link desde o início até o final. É um presente à formação da sua opinião.

Nicolás Maduro: Concluyó con éxito operacion de Chavez en la Havana.




VIDEO Culmina con éxito operación de Hugo Chávez en La Habana

 Martes 11 de Diciembre de 2012, 09:40 pm Telesur 

Culmina con éxito operación de Hugo Chávez en La Habana

 
 
El vicepresidente de Venezuela, Nicolás Maduro, anunció este martes la culminación exitosa de la intervención quirúrgica a la que fue sometido el presidente de ese país suramericano, Hugo Chávez, e hizo un llamado para mantener una "oración sincera y un sentimiento sincero" de solidaridad con el mandatario.
 
En un discurso pronunciado desde el Palacio de Miraflores (Sede del Gobierno en Caracas), el segundo al mando del Ejecutivo Nacional indicó, que tras seis horas de una intervención compleja, el Gobernante se "encuentra ya en su habitación iniciando los tratamientos especiales que el equipo de médicos y expertos ha iniciado para la etapa postoperatoria".
 
Afirmó además que la etapa postoperatoria "va a durar varios días", y especificó que mientras ésta avance, "se informará diariamente" a cerca de la evolución del gobernante.
"Hoy 11 de diciembre, hemos vivido momentos de preocupación, momentos de acompañamiento y oración con nuestro comandante presidente Hugo Chávez", expresó Maduro.
 
Aprovechó la oportunidad también para emitir al pueblo un mensaje de unidad y de acción, así como de tranquilidad. Asimismo rechazó las expresiones de las filas opositoras que deseaban un final distinto para el mandatario.
 
"Con sinceridad le hablamos a aquellos, a los opositores, a los enemigos de la Patria inclusive: basta ya, cese el veneno, cese el odio contra el Comandante (...)  Respeten el dolor de un pueblo digno y de sus familiares", recalcó.
 
Por último, el vicepresidente agradeció todas lasmuestras de solidaridad y afecto que se han recibido a nivel nacional e internacional, asegurando que "afortunadamente esa humanidad gigante de nuestro comandante, otra vez demuestra su fortaleza".
 
El ministro de Comunicación e Información venezolano, Ernesto Villegas, anunció este martes cuando empezóla intervención quirúrgica al Presidente Hugo Chávez.

Previo a este anuncio, cuando el mandatario estaba cumpliendo el protocolo preoperatorio, el mismo ministro informó de la gran fuerza e inspiración que tenía el líder de la Revolución Bolivariana para afrontar la situación.

Esta operación se enmarca en el plan de tratamiento que sigue Chávez para la recuperación plena de su salud, luego de que en julio del pasado 2011 se le detectara un tumor cancerígeno en la zona pélvica.

Desde el pasado sábado, cuando Chávez anunció esta operación, ha recibido demostraciones de afecto y solidaridad desde diferentes partes del país y el mundo; además de que se han realizado diferentes cadenas de oraciones en pro de su bienestar y su pronta y plena recuperación.
teleSUR/ lp-PR




Enviado por Jacob Blinder

O bacharelismo e os ecos do Brasil Colônia no Judiciário


Enviado por Safrany


O bacharelismo e os ecos do Brasil Colônia no Judiciário 
A naturalidade com a qual os magistrados de São Paulo recebem “presentes” de empresas privadas e com que um ministro do STF fala do lobby que executou para “conquistar” esse cargo são exemplos de um problema que nasce com a própria formação do Estado brasileiro. Uma das faces desse problema é a baixa qualidade intelectual e cultural que atravessa uma parte importante do Judiciário. Na cultura do bacharelismo, ainda presente, os futuros magistrados são ensinados que não são servidores públicos, mas sim “membros do poder”.
Marco Aurélio Weissheimer

A Associação Paulista de Magistrados (Apamagis) distribuiu, dia 1º de dezembro, presentes oferecidos por empresas públicas e privadas para juízes estaduais, numa festa para mais de mil pessoas promovida no Clube Atlético Monte Líbano, em São Paulo. A revelação foi feita em uma matéria da Folha de S.Paulo nesta segunda-feira(10).

Segundo a reportagem assinada por Frederico Vasconcelos, entre os brindes e presentes oferecidos aos juízes havia “automóveis, cruzeiros, viagens internacionais e hospedagens em resorts, com direito a acompanhante”. Entre as empresas públicas e privadas que participaram do evento estão a Volkswagen (houve um sorteio de um Fox zero quilômetro), a Caixa Econômica Federal (R$ 10 mil para divulgação e infraestrutura do evento), operadora de Planos de Saúde Qualicorp.

Não foi a primeira vez que isso aconteceu. Em 2010, ainda segundo a reportagem da Folha de São Paulo, a festa dos magistrados contou com o patrocínio do Banco do Brasil, da cervejaria Itaipava, da seguradora MDS, da Agaxtur (o ministro Sidnei Benetti, do Superior Tribunal de Justiça, ganhou um cruzeiro de cinco dias para duas pessoas no navio Grand Mistral, oferecido por essa empresa) e da TAM (que doou duas passagens de ida e volta para Paris).

Questionados pela reportagem do jornal, o presidente da Apamagis, desembargador Roque Mesquita, e o ministro Sidnei Benetti, do STJ, não quiseram se pronunciar sobre o evento e os presentes recebidos pelos juízes. Já o corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, anunciou que levará o assunto ao plenário do CNJ, nesta semana. Falcão disse à Folha que tentará desengavetar proposta de sua antecessora, Eliana Calmon, para “regulamentar patrocínios privados em eventos de juízes”. “Saímos inteiramente dos padrões aceitáveis. Recompensa material de empresas não está de acordo com a atuação do magistrado, um agente político”, criticou Eliana Calmon. Na mesma linha, Cláudio Weber Abramo, da ONG Transparência Brasil, questionou: “Como se pode confiar as decisões de juízes que recebem presentes?”.

O “sonho” de Luiz Fux

No dia 2 de dezembro deste ano, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luis Fux, revelou, em 
entrevista à jornalista Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo, o lobby que executou para garantir o “sonho” de uma vaga no STF, no último ano do governo Lula. “Fux grudou em Delfim Netto. Pediu carta de apoio a João Pedro Stedile, do MST. Contou com a ajuda de Antônio Palocci. Pediu uma força ao governador do Rio, Sergio Cabral. Buscou empresários. E se reuniu com José Dirceu, o mais célebre réu do mensalão. Eu fui a várias pessoas de SP, à Fiesp. Numa dessas idas, alguém me levou ao Zé Dirceu porque ele era influente no governo Lula" – relata a surpreendente entrevista. Fux diz a Monica Bergamo que não lembra quem foi o “alguém” que o apresentou a José Dirceu.

O hoje ministro disse ainda à jornalista que, na época, “não achou incompatível levar currículo ao réu de um processo que ele poderia julgar no futuro”. E garantiu que nem lembrou da condição de “mensaleiro” de José Dirceu quando foi pedir o apoio do mesmo para ser indicado ao STF.

O bacharelismo e os ecos do Brasil Colônia

A naturalidade com a qual os magistrados de São Paulo recebem “presentes” de empresas privadas e com que um ministro do STF fala do lobby que executou para “conquistar” esse cargo são exemplos de um problema que nasce com a própria formação do Estado brasileiro. Uma das faces desse problema é a baixa qualidade intelectual e cultural que atravessa uma parte importante do judiciário brasileiro. No Brasil, a criação dos cursos jurídicos foi uma imposição que parece nunca ter sido superada, naquilo que tem de mais provinciano, autoritário e medíocre. Os cursos de direito de Olinda e de São Paulo tiveram de ser criados para que o país que acabara de decretar a independência tivesse a sua própria elite burocrática a administrar e operar o sistema jurídico do país que acabara de nascer como estado formalmente soberano.

Não havia escolas públicas ou mesmo boas escolas no Brasil, no século XIX, quando os primeiros alunos, oriundos das classes altas, passaram a frequentar as faculdades de direito de Olinda ou de São Paulo, e não mais as classes da Universidade de Coimbra. Esses jovens, alfabetizados ou formados sabe-se lá como foram os primeiros juízes, advogados e burocratas que conformaram o Brasil independente, dos impérios à proclamação da república. A história não justifica, mas ajuda a entender como mecanismos arcaicos de apropriação do Estado fincaram raízes e se espalharam pelas instituições públicas.

O bacharelismo que ainda se vê judiciário brasileiro parece ecoar o mesmo bacharelismo lá dos anos vinte do século XIX. Sob vários aspectos, tem-se uma repetição: jovens ou nem tão jovens, muitas vezes subletrados, pouco formados, preenchem provas de múltipla escolha e de pouca exigência intelectual e cultural e, da noite para o dia, passam a ganhar altos salários (no mínimo, em início de carreira, o dobro, em valores líquidos, do que o que um doutor, isto é, alguém com doutorado, recebe, já com a carreira em andamento). São ensinados, no mais das vezes, que não são servidores públicos, mas “membros do poder”. Essas aberrações têm história e um tenebroso presente.

É claro que há juízes alfabetizados, talvez existam até juízes leitores de Dostoiévski e Machado de Assis. Mas as exibições ao vivo das sessões do STF mostraram comportamentos que só podem ser inteligíveis em função do salário que ganham e do tipo de formação de muitos de nossos magistrados. Somente salários mais altos do que as qualificações intelectuais autorizam permitem demonstrações constrangedoras de arrogância e tacanhice.

O magistrado brasileiro não representa, ele julga

À diferença do Executivo e do Legislativo, o Judiciário tem suas próprias contrapartidas de deveres, e não apenas prerrogativas. Não há, por exemplo, eleição para juiz. Isso é um fator que em tese favorece o institucionalismo republicano. Não é necessário que seja assim, mas no Brasil e em outros países de tradição romano-germânica, no seu sistema do direito, é assim. Pois bem, como servidores públicos, os juízes não podem ser qualquer um que, uma vez eleito, tem na sua investidura no cargo a prerrogativa de representante. O magistrado brasileiro não representa, ele julga. O cargo é vitalício e até mesmo casos em que juízes são acusados de pedofilia ou de tentativa de homicídio têm como desfecho a aposentadoria integral, por invalidez, desses senhores.

O problema não é a estabilidade funcional do juiz, não é o alto salário, não é a exibição pela televisão, ao vivo, de sessões de tribunais superiores. O problema é o baixo nível intelectual acompanhado de um alto poder econômico, com prerrogativas de estabilidade imunes às urnas e ao debate público e político sobre os rumos financeiros, jurídicos e sociais do país, do estado e da sociedade. O problema é que, quando juízes ferem a lei, direta ou indiretamente, eles têm de ser questionados e julgados como qualquer cidadão. E não é isso o que acontece.

O ministro Luis Fux, por exemplo, não foi submetido a nenhum tipo de investigação em função das declarações que fez a Monica Bergamo. E nenhum dos magistrados de São Paulo parece se sentir na obrigação de prestar contas à sociedade a respeito das contrapartidas que as empresas beneficentes de seus encontros de fim de ano exigem.

O bacharelismo no Brasil e suas profissões

O bacharelismo no Brasil sobrevive em duas profissões, a do juiz e a do médico. Advogado não precisa falar, porque só gente muito desqualificada atende ou chama doutor alguém sem doutorado e o meio da advocacia progressivamente incorpora essas considerações elementares no trato entre os pares. Mas juízes e médicos seguem dispondo de prerrogativas que dão a ver um estado de coisas do Brasil colônia. Os médicos, ao contrário dos juízes, não constituem um dos poderes da República. E os juízes, sim, são parte do Poder Judiciário (e nem por isso menos servidores públicos), mesmo quando desconhecem e alegremente arrotam sobre qualquer republicanismo elementar, quando já chegaram ao STF.

Juiz pode, sim, escutar seriamente uma dupla sertaneja e encher os olhos de lágrimas, sonhando com aquela noite romântica em Orlando, naquele restaurante com neon azul e palmeiras de plástico. Mas não pode aceitar carro, nem passagem aérea, nem apartamento de amigo advogado emprestado, em Nova York. É uma situação bastante pior que aquela do psicanalista que vive escrevendo em jornal e frequentando vernissage de seus pacientes neuróticos ou psicóticos. Porque, ao contrário dos psicanalistas que eventualmente, como cidadãos, ultrapassem a esfera da tal da transferência, o juiz é um servidor público, no caso brasileiro, de um Estado republicano. Não é mais um bacharel tapa buraco de uma ex-colônia. Pelo menos não com esses salários. Não com esses salários bacharelescos.

Como Será a Redução das Contas de Luz



Como Será a Redução das Contas de Luz

Coluna Econômica - 12/12/2012

Há um desafio para a política energética a partir de 1o de janeiro próximo. As tarifas de energia elétrica serão reduzidas em até 20%. Mas a redução não será sobre a conta de dezembro, mas sobre o que seria a conta de janeiro sem a Medida Provisória do Setor Elétrico.

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As contas do governo ficaram prejudicadas pela decisão das três estatais estaduais de não aceitar o valor de indenização para antecipação do prazo de concessão de 2015 para 2013.
Pelas contas do governo, o custo da geração cairia R$ 25 por mwh para consumidores cativos. Com a saída das estaduais, se não houver aportes do Tesouro, a queda será de R$ 15,00 até 2015.

No caso dos encargos, o governo extinguiu a RGR (Reserva Geral de Reversão)  e o CCC (Conta de Consumo de Combustíveis). A conta do CCC foi transferida para a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético). O Tesouro arcou com R$ 3,3 bilhões e, com isso, o CDE foi reduzido em 75%.

Agora, a conta final ficou assim: no caso da transmissão, a redução será de R$ 13,00 o mwh. Nos encargos, de R$ 18 o mwh. Com a resistência das estaduais, a meta de queda de de R$ 57 no mwh cai para R$ 46,00. Em vez de 20,2% de queda, 16,3%. A não ser que o Tesouro banque a diferença.

Essas contas são do consultor José Rosenblatt, da PSRE Soluções e Consultoria em Energia.

***
Rosenblatt tem dúvidas em relação a alguns pontos.

Em 2012, o valor da CCC foi de R$ 3,2 bilhões. Para 2013, estima-se em R$ 6,5 bilhões. Haverá o ressarcimento de despesas que haviam sido glosados, além do aumento do preço do gás natural em sistemas isolados. Poderá haver uma perda de 2,6% na redução da conta.

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Outro desafio será o aumento já contratado de tarifas, como o caso da Light, cujas tarifas foram reajustadas recentemente em 10,77%. Além disso, há contratos de energia que entram em 2013, como é o caso da Bertin, da energia de Angra e o reajuste cambial, afetando a energia de Itaipu e os contratos com as térmicas.

No caso da Light, o efeito-dólar gerou um reajuste acima da inflação; outros reajustes serão incorporados no decorrer do ano.

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Assim, a redução da conta não será em relação à tarifa atual, mas em relação ao que seria cobrado em 2013.

Será um bom desafio de comunicação. “O que de pior acontecer é que uma redução importante como essa seja visto como fracasso”, explica Rosenblatt

Ele é da opinião de que a MP da Energia Elétrica não trouxe insegurança jurídica para o setor, nem afetará os investimentos previstos. Nos próximos dias haverá novos leilões de energia, com muita empresa demonstrando apetite para competir.

É possível que preços das eólicas e hidrelétricas aumentem, porem não por aversão ao risco, explica Rosenblatt. No caso das eólicas, pelas mudanças das regras de nacionalização para atender ao Finame.

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A MP foi fruto de uma maratona. Em 11 de setembro saiu a Medida Provisória; no dia 14, o decreto regulamentando; a partir de 11 de outubro, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) fez 6 audiências públicas para detalhar o regulamento.

Ainda há pontos a serem esclarecidos, como as regras para calcular o novo modelo, que visará remunerar a operação e a manutenção.

Emprego industrial varia 0,4% em outubro

O total do pessoal ocupado na indústria subiu 0,4% em outubro frente ao mês anterior, na série livre de influências sazonais, após registrar taxas negativas em agosto (-0,1%) e em setembro (-0,3%), segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral repetiu no trimestre encerrado em outubro (0,0%) o patamar dos meses de setembro e agosto, após o menor dinamismo observado entre outubro de 2011 e julho de 2012.

Consumidor reduz demanda por crédito

A quantidade de pessoas que procurou crédito em novembro recuou 7,6% em relação a outubro, segundo a consultoria Serasa Experian. Na comparação com o mesmo mês de 2011, houve avanço de 5,3% na procura dos consumidores por crédito. No ano, a busca do consumidor por crédito está 3,4% menor que a do mesmo período do ano passado. De acordo com os economistas, o comportamento da demanda do consumidor por crédito foi impactado negativamente pelo acúmulo de feriados em novembro.

IPC-S avança em seis capitais

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu em seis das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) entre a última semana de novembro e a primeira de dezembro. A maior alta foi registrada no Rio de Janeiro, ao passar de 0,62% na semana de 30 de novembro para 1,09% na semana de 7 de dezembro. Por outro lado, Belo Horizonte foi a única das sete capitais a reduzir sua taxa, passando de 0,51% para 0,50%.

Renúncia de Monti gera instabilidade na Itália

A decisão do primeiro-ministro da Itália, Mario Monti, de renunciar instaurou um clima de instabilidade política e econômica no país. O ex-primeiro Silvio Berlusconi, que é alvo de uma série de denúncias, disse que quer voltar ao governo, enquanto a Bolsa de Valores de Milão caiu nesta segunda-feira. A legislação italiana determina que haja uma nova eleição em até 70 dias após a renúncia do governo. O novo pleito já estava previsto para ocorrer até abril de 2013.

PIB agropecuário deve crescer entre 3,5% e 4% em 2013
O cenário de crise mundial e os baixos resultados do agronegócio brasileiro em 2012 ainda não afetaram o otimismo do setor em relação ao ano que vem. Pelas estimativas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário deve crescer entre 3,5% e 4% em 2013. Os especialistas acreditam que, em 2013, os produtores rurais brasileiros vão colher até 180,1 milhões de toneladas.

AL deve ter crescimento menor, diz Cepal

Os países da América Latina e do Caribe devem encerrar o ano com crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) 1,2% menor em comparação a 2011. Em 2012, a expansão do PIB da região foi 3,1%, enquanto em 2011 foi 4,3%. O fraco desempenho do Brasil e da Argentina prejudicou o dado geral de crescimento da região, segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). O Brasil reduziu seu desempenho: em 2012, registrou crescimento de 1,2%, contra a expansão de 2,7% no ano passado.

Via Rede Castor

CHEFE DO TERRORISMO INTERNACIONAL RECONHECE SEUS IGUAIS!


Obama reconoce a terroristas como "representantes legítimos del pueblo sirio"

Presidente de Estados Unidos brindará apoyo logístico a los grupos armados (Foto: Archivo)
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"En este momento tenemos una coalición bien organizada, lo suficientemente inclusiva, que podemos reconocerla como representantes legítimos del pueblo sirio, ante la comunidad internacional", enfatizó el presidente estadounidense.
Grupos armados tienen como objetivo el derrocamiento del presidente sirio, Bashar al-Assad (Foto: Archivo)
Presidente de Estados Unidos brindará apoyo logístico a los grupos armados (Foto: Archivo)
Oposición armada también es reconocida por el Reino Unido y la Unión Europea (Foto: Archivo)
Grupos armados tienen como objetivo el derrocamiento del presidente sirio, Bashar al-Assad (Foto: Archivo)
Presidente de Estados Unidos brindará apoyo logístico a los grupos armados (Foto: Archivo)
El presidente de los Estados Unidos, Barack Obama, anunció este martes que reconocerá a la llamada Coalición Nacional para las Fuerzas de la Oposición y la Revolución Siria como "representantes legítimos del pueblo", aún cuando formen parte de ella grupos armados terroristas que han causado caos, atentando contra la población desde hace más de un año.
"En este momento tenemos una coalición bien organizada, lo suficientemente inclusiva, que podemos reconocerla como representantes legítimos del pueblo sirio, ante la comunidad internacional", enfatizó en una entrevista con la cadena ABC.
El Mandatario norteamericano calificó su decisión como “un gran paso” hacia la resolución del conflicto, sumándose así al Reino Unido, la Unión Europea y Consejo de Cooperación del Golfo, que ya dieron su reconocimiento a la oposición armada.
“El nivel del reconocimiento viene con la responsabilidad, y eso implica asegurarse que el grupo se organice con eficacia y esté dedicado a una transición política que respete los derechos de las mujeres y las minorías”, agregó Obama.
La adopción de esta medida coincide con una presencia cada vez mayor del Frente al-Nosra en prácticamente todos los espacios de batalla en Siria. Este grupo islámico combate en Siria, es acusado de tener nexos con Al Qaida y ha reivindicado la mayoría de los atentados suicidas en el país árabe.
Las declaraciones de Obama se producen luego de conocerse informes que rebelaron la decisión de Estados Unidos de proporcionar asistencia militar, incluido apoyo logístico y armas sofisticadas, a los grupos terroristas que luchan contra el Gobierno sirio.
En el marco de dicho plan, una amplia gama de armas modernas serían enviadas a Siria, a través de aliados regionales como Turquía, Qatar y Arabia Saudita.
Días atrás, el primer ministro británico, David Cameron, instó a los jefes militares para que elaboraran planes que facilitaran apoyo aéreo y naval a los terroristas. Por su parte, los jefes militares respondieron que considerarían tales planes “sólo si Estados Unidos los acompaña”.
La respuesta de Rusia no se hizo esperar, pueseste miércoles el ministro de Asuntos Exteriores, Serguei Lavrov, criticó fuertemente la decisión tomada por Obama, denunciando que "contradice el acuerdo de Ginebra (Suiza), alcanzado el pasado 30 de junio, que busca una transición política en el país árabe".
Siria ha sido escenario de batalla desde marzo de 2011, cuando grupos armados irregulares comenzaron a atentar contra la población e instalaciones públicas en el país, con el único objetivo de derrocar al presidente Bashar al-Assad.
teleSUR-RT-PressTV-HispanTV/MARL
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A luta de Chavez pela Vida -Nota do Comite Bolivariano de São Paulo


A LUTA DE CHÁVEZ PELA VIDA: A AMÉRICA LATINA NÃO PODE SER DERROTADA

Chávez luta pela vida. Uma vida de todos nós, da América Latina, de todos os seres humanos que sonham com um mundo de justiça, socialista.

A recuperação plena de sua saúde é a esperança de todos os latino-americanos, de todos os oprimidos e explorados do Planeta.
A América Latina não pode ser derrotada!

Comitê Bolivariano de São Paulo

enviado por Safrany

ELLes querem ******** a Internet - Diga não assine a petição

Caros membros da Avaaz,

Nesse momento, em um encontro da ONU na cidade de Dubai, regimes autoritários estão fazendo pressão pelo controle governmental completo da Internet em um tratado global obrigatório – se eles tiverem sucesso, a Internet pode se tornar menos aberta, mais cara e muito mais lenta. Temos apenas 2 dias para impedí-los.

A internet tem sido um exemplo incrível do poder popular – ela permite conectar-nos, ter uma voz e pressionar líderes políticos como nunca antes. Isso acontece em grande parte porque a Internet foi governada até então por usuários e organizações sem fins lucrativos, não por governos. Mas agora, países como Rússia, China e Emirados Árabes Unidos estão tentando reescrever um grande tratado de telecomunicações chamado ITR para colocar a Internet sob seu controle – a rede seria então modelada pelos interesses do governo, não por nós, os usuários. Tim Berners Lee, um dos "pais da Internet", alertou para o fato que essas medidas podem aumentar a censura online e invadir a nossa privacidade. Mas se nós protestarmos com uma gigante petição criada por pessoas, podemos fortalecer os poucos países que lutam contra essa tomada de poder.

Impedimos ataques como este no passado e podemos impedí-los mais uma vez antes que o texto do tratado seja fechado essa semana. Uma onda de oposição a um novo ITR já está crescendo – assine a petição para dizer aos governos que tirem suas mãos da nossa Internet! Em seguida, encaminhe esse email para todos que você conhece. Quando chegarmos a 1 milhão de assinaturas, entregaremos a petição diretamente às delegações que participam do encontro.

http://www.avaaz.org/po/hands_off_our_internet_i/?bGVNbab&v=20031

O encontro que atualizará o ITR (Regulamentações Internacionais de Telecomunicações) foi convocado por um orgão da ONU chamado União Internacional de Telecomunicações (ITU). Normalmente, esse encontro não receberia muita atenção, mas Rússia, China, Arábia Saudita e outros países estão tentando usá-lo para aumentar o controle dos governos sobre a Internet por meio de propostas que permitiriam cortar o acesso com facilidade, ameaçar a privacidade, legitimar o monitoramento e o bloqueio de tráfego de dados, além de apresentar novas taxas para acessar conteúdo online.

Atualmente a nossa Internet não possui um corpo regulatório central, mas várias organizações sem fins lucrativos trabalham juntas para gerenciar os diferentes interesses tecnológicos, comerciais e políticos que permitem a Internet existir. O modelo atual certamente não é isento de falhas. O domínio dos EUA e a influência das empresas privadas destacam a necessidade de reforma, mas mudanças não devem ser ditadas por um tratado opaco feito apenas entre governos. Elas devem emergir de um processo participativo, aberto e transparente, colocando os interesses dos usuários, nós, no centro das discussões.

A ITU faz um trabalho extremamente importante, expandindo o acesso barato para países pobres e garantindo o funcionamento das redes. Mas esse não é o lugar certo para fazer mudanças sobre como a Internet opera. Vamos garantir que nossa Internet se mantenha livre e governada pelo povo, e mostrar à ITU e ao mundo que não ficaremos em silêncio diante deste ataque contra a Internet. Clique abaixo para assinar e compartilhe amplamente este email:

http://www.avaaz.org/po/hands_off_our_internet_i/?bGVNbab&v=20031

Membros da Avaaz já se uniram outras vezes para salvar a liberdade da rede e vencemos. Mais de 3 milhões de nós exigimos que os EUA barrassem um projeto de lei que daria ao governo o direito de tirar qualquer website do ar, ajudando a pressionar a Casa Branca a desistir de apoiar o projeto. Na União Europeia, o parlamento europeu respondeu após 2.8 milhões de nós exigirem que eles desistissem do ACTA, outra grande ameaça à liberdade da rede. Juntos, podemos vencer mais uma vez.

Com esperança,

Pascal, Ian, Paul, Luca, Caroline, Ricken, Kya e toda a equipe da Avaaz


MAIS INFORMAÇÕES


Os detalhes da reunião em Dubai (Estadão)
http://blogs.estadao.com.br/link/os-detalhes-da-reuniao-em-dubai/

ONU abre conferência de telecom em meio a temor por liberdade na internet (BBC Brasil)
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/12/121203_conferencia_internet_dubai_pai.shtml

Encontro ''obscuro'' de governos discute políticas de controle da internet (UOL Notícias)
http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2012/12/10/tirem-as-maos-da-internet.htm

Dubai pode ter propostas para controle da internet (Observatório da Imprensa)
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed723_dubai_pode_ter_propostas_para_controle_da_internet

EUA recusam proposta de regulação de internet (Folha de São Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/82942-eua-recusam-proposta-de-regulacao-de-internet.shtm

Enviado por Vitor Buaiz