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sábado, 17 de novembro de 2012

Poderosos e "poderosos" no mensalão -


From: Grupo Beatrice - Enviado por MVMeireles
 
Sent: sexta-feira, 16 de novembro de 2012
 
Subject: Poderosos e "poderosos" no mensalão -


07:46, 16/11/2012
PAULO MOREIRA LEITE
Num esforço para exagerar a dimensão do julgamento do Supremo, já tem gente feliz porque agora  foram condenados “poderosos…”
Devagar. Você pode até estar feliz porque José Dirceu, José Genoíno e outros podem ir para a cadeia e cumprir longas penas.
Eu acho lamentável porque não vi provas suficientes.
Você pode achar que elas existiam e que tudo foi expressão da Justiça.
“Poderosos?” Vai até o Butantã  ver a casa do Genoíno…
Poderosos sem aspas, no Brasil, não vão a julgamento, não sentam no Supremo e não explicam o que fazem. As maiores fortunas que atravessaram o mensalão ficaram de fora, né meus amigos. Até gente que estava em grandes corrupções ativas,  com nome e sobrenome, cheque assinado, dinheiro grosso, contrato (corrupção às vezes deixa recibo)  e nada.
Esses escaparam, como tinham escapado sempre, numa boa, outras vezes.
É da tradição.  Quando por azar os poderosos estão no meio de um inquérito e não dá para tirá-los de lá, as provas são anuladas e todo mundo fica feliz.
É só lembrar quantas investigações foram anuladas, na maior facilidade, quando atingiam os poderosos de verdade… Ficam até em segredo de justiça, porque poderoso de verdade se protege até da maledicência… E se os poderosos insistem e tem poder mesmo, o investigador vira investigado…
Poderoso não é preso, coisa que já aconteceu com Genoíno e Dirceu.
Já viu poderoso ser torturado? Genoíno já foi.
Já viu poderoso ficar preso um ano inteiro sem julgamento sem julgamento?
Isso aconteceu com Dirceu em 1968.
Já viu poderoso viver anos na clandestinidade, sem ver pai nem mãe, perder amigos e nunca mais receber notícias deles, mortos covardemente, nem onde foram enterrados? Também aconteceu com os dois.
Já viu poderoso entregar passaporte?
Já viu foto dele  com retrato em cartaz de procurados, aqueles que a ditadura colocava nos aeroportos. Será que você lembrou disso depois que mandaram incluir o nome dos réus na lista de procurados?
Poderoso? Se Dirceu fosse sem aspas,  o Jefferson não teria dito o que disse. Teria se calado, de uma forma ou de outra. Teriam acertado a vida dele e tudo se resolveria sem escândalo.
Não vamos exagerar na sociologia embelezadora.
Kenneth Maxwell, historiador respeitado do Brasil colonial, compara o julgamento do mensalão ao Tribunal que julgou a inconfidência mineira. Não, a questão não é perguntar sobre Tiradentes. Mas sobre  Maria I, a louca e poderosa.
Tanto lá como cá, diz Maxwell, tivemos condenações sem provas objetivas. Primeiro, a Coroa mandou todo mundo a julgamento. Depois, com uma ordem secreta, determinou que todos tivessem a vida poupada – menos Tiradentes.
Poderoso é quem faz isso.
Escolhe quem vai para a forca.
“Poderoso” pode ir para a forca, quando entra em conflito com sem aspas.
Genoíno, Dirceu e os outros eram pessoas importantes – e até muito importantes – num governo que foi capaz de abrir uma pequena brecha num sistema de poder estabelecido no país há séculos.
O poder que eles representam é o do voto. Tem duração limitada, quatro anos, é frágil, mas é o único poder para quem não tem poder de verdade e  depende de uma vontade, apenas uma: a decisão soberana do povo.
Por isso queriam um julgamento na véspera da eleição, empurrando tudo para a última semana, torcendo abertamente para influenciar o eleitor, fazendo piadas sobre o PT, comparando com PCC e Comando Vermelho…
Por isso fala-se  em “compra de apoio”, “compra de consciências”, “compra de eleitor…” Como se fosse assim, ir a feira e barganhar laranja por banana.
Trocando votos por sapatos, dentadura…
Tudo bem imaginar que é assim mas é bom provar.
Me diga o nome de um deputado que vendeu o voto. Um nome.
Também diga quando ele vendeu e  para que.
Diga quem “jamais” teria votado no projeto x (ou y, ou z) sem receber dinheiro e aí conte quando o parlamentar x, y ou z colocou o dinheiro no bolso.
Estamos falando, meus amigos, de direito penal, aquele que coloca a pessoa na cadeia. E aí é a acusação que tem toda obrigação de provar seu ponto.
Como explica Claudio José Pereira, professor doutor na PUC de São Paulo, em direito penal você não pode transferir a responsabilidade para o acusado e obrigá-lo a provar sua inocência. Isso porque ele é inocente até prova em contrário.
O Poder é capaz de malabarismos e disfarces,  mas cabe aos homens de boa fé não confundir rosto com máscara, nem plutocratas com deserdados…
Poder é o que dá medo, pressiona, é absoluto.
Passa por cima de suas próprias teorias, como o domínio do fato, cujo uso é questionado até por um de seus criadores, o que já está ficando chato
Nem Dirceu nem Genoíno falam ou falaram pelo Estado brasileiro, o equivalente da Coroa portuguesa. Podem até nomear juízes, como se viu, mas não comandam as decisões da Justiça, sequer os votos daqueles que nomearam.
Imagine se, no julgamento de um poderoso, o ministério público aparecesse com uma teoria nova de direito, que ninguém conhece, pouca gente estudou de verdade – e resolvesse com ela pedir cadeia geral e irrestrita…
Imagine se depois o relator resolvesse dividir o julgamento de modo a provar cada parte e assim evitar o debate sobre o todo, que é a ideia de mensalão, a teoria do mensalão, a existência do mensalão, que desse jeito “só poderia existir”, “está na cara”, “é tão óbvio”, e assim todos são condenados, sem que o papel de muitos não seja demonstrado, nem de forma robusta nem de forma fraca…
Imagine um revisor sendo interrompido, humilhado, acusado e insinuado…
Isso não se faz com poderosos.
Também não vamos pensar que no mensalão PSDB-MG haverá uma volta do Cipó de Aroeira, como dizia aquela música de Geraldo Vandré.
Engano.
Não se trata de uma guerra de propaganda. Do Chico Anísio dizendo: “sou…mas quem não é?”
Bobagem pensar em justiça compensatória.
Não há José Dirceu, nem José Genoíno nem tantos outros que eles simbolizam no mensalão PSDB-MG. Se houvesse, não seria o caso. Porque seria torcer pela repetição do erro.
Essa dificuldade mostra como é grave o que se faz em Brasília.
Mas não custa observar, com todo respeito que todo cidadão merece: cadê os adversários da ditadura, os guerrilheiros, os corajosos, aqueles que têm história para a gente contar para filhos e netos?  Aqueles que, mesmo sem serem anjos de presépio nem freiras de convento, agora serão sacrificados, vergonhosamente porque sim, a Maria I, invisível,  onipresente, assim deseja.
Sem ilusões.
Não, meus amigos. O que está acontecendo em Brasília é um julgamento único, incomparável. Os mensalões são iguais.
Mas a política é diferente. É só perguntar o que acontecia com os brasileiros pobres nos outros governos.  O que houve com o desemprego, com a distribuição de renda.
E é por isso que um deles vai ser julgado bem longe da vista de todos…
E o outro estará para sempre em nossos olhos, mesmo quando eles se fecharem.

A SEMANA - E QUEM DISSE QUE HITLER MORREU?








A SEMANA


E QUEM DISSE QUE HITLER MORREU?


Laerte Braga


O fim do III Reich não significa que o nazismo tenha acabado. Nem a morte física de Hitler representa o desaparecimento de líderes insanos. Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, é a reedição sionista do líder alemão sem tirar e nem por, com todas as características de crueldade e perversidade que marcaram o período do partido nacional socialista na Alemanha.
Foto: Tá explicado....
Agentes de segurança israelita detém palestiniano que lançara pedra (Ammar Awad/Reuters)
O bloqueio à faixa de Gaza, território palestino, há anos e agora o novo ataque à área, com ameaça inclusive de invasão por terra é mais que um ato de insanidade. A essa se soma o terrorismo nazi/sionista, mistura da cruz de Davi com a suástica de Hitler.


Abaixo Imagens retiradas do http://www.tvi24.iol.pt/fotos/internacional/1/287265
(Mohammed Salem /Reuters)      Imagem após um ataque à cidade de Gaza (Reuters)                                                                                                                        
Palestiniano chora bebé morta em ataque israelita (Reuters)

Conflito na faixa de Gaza (Reuters)

Funeral de um bebé palestiniano morto em ataque israelita (Mohammed Salem /Reuters)











Palestinos estão sendo mortos como se moscas fossem. Mulheres palestinas estão sendo estupradas por bestas feras fardadas do exército de Israel e crianças assassinadas enquanto jogam futebol numa tentativa de vida numa terra convulsionada pelo ódio e pela arrogância da nova forma de supremacia no mundo – o nazi/sionismo.

Os líderes de Israel, desde o assassinato de Itzak Rabin, principalmente, têm mostrado a face real dos interesses sionistas e de grupos econômicos norte-americanos, na região do Oriente Médio. A Palestina é um “enclave” que não aceitam e vão eliminando num genocídio que só encontra paralelo na História recente na crueldade dos campos de concentração de Hitler.

As vítimas passaram a ser os carrascos. Não há diferenças entre eles.

Entender a insanidade Netanyahu é simples. É parte de um processo de dominação da área por terroristas nazi/sionistas que começou com a morte de Rabin e o fim do plano de paz assinado entre o primeiro-ministro e o líder palestino Yasser Arafat. Rabin foi morto em meio às comemorações pela paz. Um “fanático” sionista (agente da MOSSAD), numa ação deliberada pôs fogo em todo o processo e permitiu a ascensão do general Ariel Sharon, um dos mais notórios líderes da barbárie nazi/sionista.

De lá para cá desapareceu o Estado de Israel como concebido ao fim da IIª Grande Guerra e nasceu o terrorismo oficial, sem a menor preocupação com o que quer que seja, que não os interesses de um bando de líderes cruéis.

  1. Foto: 2 meses de edad - Imán, asesinada por bombardeo israelí a Hospital.
¿Era ella Terrorista?
¡Estados Unidos!
¿pueden ustedes darnos una definición de terrorismo?

Sustentados por governos como o de Bush, historicamente pelos EUA, Netanyahu quer, com o ataque a Gaza, dar uma “lição” a Obama que anunciou preferir a via diplomática à guerra contra o Irã.

Quer mergulhar o Oriente Médio numa guerra que respinga no mundo inteiro. E tem em seu arsenal pelo menos 300 artefatos nucleares.
Conflito na faixa de Gaza (Reuters)

A indignação se mostra viva em todos os cantos do planeta e governos que normalmente apóiam Israel começam a dar sinais de impaciência com as loucuras nazi/sionistas do primeiro-ministro Netanyahu.

Se Obama consegue ou não sobreviver às pressões de Israel é outra história. Os EUA hoje são um conglomerado de empresas, sistema financeiro e deitam ramas por todos os cantos, na tentativa de sobreviver ao caos que já se implanta no país. Trinta milhões na linha da miséria, 18 milhões de desempregados e nenhuma perspectiva de recuperação econômica rápida, pelo contrário.Foto

Nesse conglomerado Israel é o principal acionista ao lado da indústria petrolífera, da indústria de armas e não foi por outra que o presidente anterior, George Bush privatizou boa parte dos serviços se segurança (forças armadas, forças de inteligência), sem falar no uso das bases instaladas em colônias da União Européia, as que chamam de bases da OTAN – Organização do Tratado Atlântico Norte.

Ou no envolvimento de países dóceis – repúblicas/governos de banana – como a Colômbia, o Brasil (Haiti) e outros mais.

Um dos fatos mais graves, além da violência e da barbárie que espalham pelo mundo, é que esse complexo empresarial/terrorista incorporou boa parte dos grandes cartéis de droga e a guerra hoje virou um excelente negócio para bandidos oficiais e bandidos comuns.

Tanto podem aparecer vestidos de mariners “libertadores”, como de pistoleiros de organizações criminosas.

No Brasil essa receita de violência é corriqueira e se agravou nos dias de hoje quando a Polícia Militar (uma anomalia num estado democrático) resolveu desafiar o crime organizado, ou não oficial, conhecido como PCC – Primeiro Comando da Capital.
Charge: violência em São Paulo

Já são mais de 60 mortes em São Paulo, média de seis ou sete por dia, prática de tiro ao alvo tanto do crime oficial como do não oficial, disputa de poder e território para os “negócios”.

E se estende agora a Florianópolis.

A vítima e o cidadão comum, o trabalhador.

Por aqui o teatro rebolado ressurge a pleno vapor com a nova vedete. Joaquim Barbosa, ministro do STF (não confundir com o Teatro Tiradentes ou o Recreio que são instituições e merecem respeito), agora posto na posição de presidente da “corte”. Nada a ver com a de Carlota Joaquina, tudo a ver com o mais deslavado golpismo branco que Dilma e o PT engolem sem pestanejar.

A mídia deita e rola. Aqui, como na Argentina tenta insuflar a população contra Cristina Kirschner. A presidente, a de lá, quer acabar com o privilégio da informação. Vale dizer, acabar com a mentira, as distorções, as fábricas de alienação.

A daqui dá uma de avestruz e enfia a cabeça num buraco. Vai ficar assim até a Copa do Mundo. Se pensa em ajudar a levantar a taça está perdida. Com Mano Menezes não levanta nada. Pior, ainda, José Maria Marin, velho parceiro de Paulo Salim Maluf. Vai direto para o buraco, um desses das grandes arenas que estão sendo construídas. A propósito, uma estudante quer recriar a ARENA – Aliança Renovadora Nacional -, velho partido da ditadura militar.

Não precisa, já estamos sob a ditadura do STF.

Morreu Wanderley Caixe. Um dos advogados mais brilhantes e determinados na luta contra a barbárie da ditadura. Preso, torturado, nunca abandonou a luta. Wanderley Caixe, presente!

A última de Dona Dilma. Trabalha em segredo um projeto para ocupar terras indígenas e permitir a mineração. Mineração e transgênicos. É como criar uma faixa de Gaza para os índios e deixá-los à mercê de latifundiários, polícias militares, pistoleiros e pastores evangélicos levando a “salvação” a 10%, além, lógico dos bravos militares formados na escola de Guerra de Honduras (forma em golpes), no dirigir o trânsito no Haiti e no sim senhor aos generais do Tio Sam.

Um baita embuste a senhora que foi guerrilheira. 


     

A CEIA DO CARRASCO -por Raul Longo


via Carlos Caridade

http://twitter.com/carcouca
http://carcari.blogspot.com



----- Original Message -----
From: "Raul Longo" 



A CEIA DO CARRASCO
Raul Longo

Houve tempo de se dar o direito de escolher a última refeição aos condenados à execução. Mórbida tradição que talvez ainda se mantenha em países humanamente atrasados, onde até hoje se aplicam penas de morte.

Mas há dos mais atrasados ainda, onde aos condenados não se dá direito algum e se os mata sem qualquer julgamento, apenas com a desculpa de que é matando que se mantêm a ordem.

Isso de atraso humano não é particularidade de país algum, mas de períodos da história mesmo de nações consideradas mais notáveis e evoluídas em determinados aspectos. Como o Japão, por exemplo. Difícil imaginar que aquele país hoje tecnologicamente tão desenvolvido, tenha promovido tamanhas barbáries ao invadir a China.

A Alemanha é exemplo ainda mais gritante: berço dos maiores pensadores da alma e do comportamento das sociedades humanas, foi a responsável por um dos mais bárbaros períodos da história da humanidade.

Não se justifica incriminar os povos por estes lamentáveis momentos. Foram levados à barbárie por aqueles que então detinham o poder sobre suas instituições. O resultado dessa errônea premissa de julgamento é sempre o mesmo: preconceito.

Ontem mesmo participei de um diálogo que ia se descambando por aí. Começou com a lembrança do nazismo germânico, para grande incômodo do casal de brasileiros que tanto exaltava a cultura ocidental do hemisfério norte e com pessoal orgulho e vaidade nos proferiam como sub-raça. Não estou inventando! Foi exatamente isso o que deles ouvi.

Com muita dificuldade eu tentava suportar a conversa e para amenizar lembrei que pessoas de índole perversa como os executores dos pais de família na guerra cotidiana de São Paulo, existem em todos os países. Antes já havia provocado certo mal estar ao lembrar que, hoje, o governador daquele estado é o mesmo de quando sequestraram a Gothgam City brasileira e sem Batman. Tergiversaram e não fui atrás. Deixei pra lá, mas a incapacidade de raciocínio  da classe média é insistente e quando retornaram ao assunto para nos apontar como subcultura periférica, lembrei dos estupros coletivos praticados pelos europeus da Bósnia. Quiseram escapar pela multiplicidade étnica e religiosa dos antigos iugoslavos e suas reminiscências orientais, me obrigando a reportar ao exemplo do III Reich.

Condenavam a eugenia nazista quando para meu espanto arrematam com a brilhante conclusão que tudo aquilo foi um lamentável desvio provocado pelo condicionamento do povo germânico que não é uma sub-raça como nós, os brasileiros.

Num inaudito e desusado esforço de contemporização procurei manter a tese de que os seres humanos são todos iguais, mas me desmentiram, demonstrando que a classe média brasileira é mesmo um caso a parte, ao se enveredarem em lembranças e descrições de barbáries cometidas nos conflitos entre as etnias africanas. Tentar demonstrar-lhes que a manutenção daqueles conflitos interessa aos do hemisfério norte que tanto admiram iria me dar muito trabalho e apenas somei aos exemplos uma breve citação sobre o genocídio de palestinos pelo estado sionista de Israel.

Salvadora lembrança que pôs fim a conversa antes que me fizessem perder a paciência já de per si reduzida, mas retomo aqui como exemplo de que isso de barbárie é mais coisa de condicionamento de massas por sistemas de poder, do que das índoles dos povos e muitas vezes até mesmo das instituições de poder. Portanto, só há uma forma de combater a barbárie e promover a evolução da civilização: condenando aqueles que a estimularam e praticaram em períodos que por algum meio foram alçados ou ilicitamente ocuparam esse poder, pervertendo-o.

No entanto, a questão que se me suscita ao receber por um desses acasos internéticos o desabafo do obscuro carrasco Brilhante Ustra (abaixo copiado), é sobre qual seria a função do ritual da última refeição do condenado.

Pergunto-me se seria provocar a reflexão do criminoso sobre tudo o que perdeu por não reconhecer a humanidade de seus semelhantes? Enquanto mastiga e saboreia os últimos bocados de um prato de sua preferência, obrigá-lo a avaliar todos os outros sabores e prazeres da vida que se lhe tornou imerecida por sua miserável existência?

Se não for para isso, esse ritual é injusto com as vítimas desses criminosos, pois aquelas não tiveram direito de pedido algum. Torturadas, violentadas, seviciadas, executadas sem qualquer rito e o mínimo de humanidade.

E o banquete descrito aí pelo Coronel, o que é? O que é essa confraternização de carrascos?

Não foram condenados à morte, pois não há mesmo que se igualar à desumanidade representada em suas existências, mas o grande risco de mantê-los impunes se denota na própria displicência do coronel ao se referir sem o menor constrangimento aos adultos, mulheres e crianças que fez de suas vítimas. Aquela frieza de certos criminoso que provoca engulhos em magistrados.

Exatamente como os carrascos julgados em Nuremberg, o coronel alega ter cumprido ordens. Mas em uma coisa ele está certo, não pode nem deve ser o único a ser julgado pelos crimes cometidos naquele período de barbárie da história brasileira.

Claro que também não se pode julgar toda a instituição que fraudaram. O Exército Brasileiro em verdade também foi vítima daquelas mentes doentias que então subverteram as funções e a razão da existência da instituição. E o Exército Brasileiro tem uma imagem, um histórico que não pode ser enlameado por elementos que espuriamente o comandaram escrevendo o mais execrável período de sua história.

Ponderando essa evidência, considerando quão injusto e inócuo seria tornar o Brilhante Ustra em bode expiatório, creio ter descoberto uma função para a ceia dos carrascos, aqui descrita por um deles, inclusive citando nomes de alguns presentes. É como naquelas festas promovidas pelos chefes do tráfico, onde a polícia filma e depois sai catando um a um. Afinal, conviva de confraternizações de criminosos é o que? Tá fazendo o que ali?

A ceia dos carrascos é uma ótima oportunidade para o Exército Brasileiro resgatar a imagem da gloriosa instituição. Mas claro que tudo dentro de padrões civilizados e sem repetir a barbárie, pois seria tão arriscado quanto manter a impunidade desses comensais subversores da ordem que com tão mal exemplo ainda hoje impedem o progresso mental da classe média brasileira que gosta de parecer que pensa, mas não consegue nem reconhecer o absurdo em condenar o mito da supremacia racial germânica e ao mesmo tempo se auto-classificar como sub-raça.

Enquanto os criminosos da ditadura militar continuarem banqueteando, os condenados ao atraso da classe média brasileira não deixarão dessa ceia autofágica.
                 


Por Carlos Alberto Brilhante Ustra - Cel Ref do Exército Brasileiro
Matéria publicada no site      www.averdadesufocada.com     em  27/10/2012

Nos primeiros dias do mês de abril de 2006, recebi do Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da 23ª Vara Cível do Foro de São Paulo uma Ação Declaratória, movida por César Augusto Teles, sua esposa Maria Amélia Teles, seus filhos Janaína e Edson Luis de Almeida Teles e sua cunhada Criméia Schmidt de Almeida.

As 46 páginas da Ação Declaratória de ocorrência de danos morais tinham a finalidade de declarar que eu (RÉU), como Comandante do DOI/CODI/II Exército, agi com dolo e cometi ato ilícito passível de reparação, causei danos morais e danos materiais à integridade física dos AUTORES, incluindo seus dois filhos. Estava sendo acusado dos crimes de tortura, sequestro, cárcere privado dessas crianças e de tortura de seus pais e de sua tia Criméia.

Ao receber essa Notificação, deu-me o Magistrado o prazo de 15 dias para a minha Contestação. Caso isso não ocorresse, seria declarado culpado.

A minha primeira providência foi de, por intermédio de seus assessores, informar ao Comandante do Exército, General Francisco Albuquerque, pois eu era o primeiro militar que eles tentavam processar por tê-los combatido.

A minha preocupação fazia sentido porque eu estava sendo processado como comandante do Destacamento de Operações de Informações - DOI - uma unidade militar criada de acordo com a Diretriz Presidencial de Segurança Interna, assinada pelo presidente Médici, na primeira quinzena de setembro de 1970. Os DOI eram órgãos eminentemente operacionais e executivos, adaptados às condições peculiares da contra subversão e do contraterrorismo.

Cumprindo a Diretriz Presidencial, o Exército Brasileiro, por intermédio dos generais-de-exército, comandantes militares de área, centralizou, coordenou, comandou e se tornou responsável pela condução da contra subversão e do contraterrorismo no País.

Durante a nossa vivência nos DOI, vários companheiros, a maioria, foi elogiada e condecorada por cumprir a missão com risco da própria vida. Receberam a Medalha do Pacificador com Palma, a mais alta condecoração concedida pelo Exército Brasileiro. Éramos, portanto, Agentes do Estado.

Assim, ao invés de estarmos sendo processados individualmente, a União (Exército Brasileiro) é quem deveria ser acionada judicialmente, posto que seria ela a detentora da responsabilidade objetiva e, portanto, aquela que deveria ocupar o polo passivo da lide. Caso posteriormente restasse apurado culpa ou dolo do agente no desempenho da função, aí sim, a União poderia intentar a ação de regresso contra este.

Após 8 dias de espera, com surpresa, recebi a resposta de que o General Francisco Albuquerque nada faria a respeito.

Logo a seguir a imprensa publicou uma nota, ou uma declaração, do chefe do Centro de Comunicação Social do Exército - CComSEx - dizendo que o Exército não ia se pronunciar porque o meu caso estava sub judice.

Tal declaração repercutiu muito mal, principalmente, entre os militares.

Como desagravo, promoveram um almoço em minha solidariedade, na Galeteria Gaúcha, no Lago Norte, em Brasília.

Os dois salões da galeteria ficaram superlotados. O comparecimento foi de mais de 600 pessoas, inclusive o de um ministro, da ativa, do Superior Tribunal Militar.

O orador oficial que me saudou, externando a solidariedade não só sua como a dos presentes, foi o coronel, ministro, senador e governador Jarbas Passarinho. Infelizmente seu estado de saúde, hoje, não permite confirmar minhas palavras, mas elas podem ser confirmadas pelos militares presentes.

Durante os 7 dias que me restavam procurei um advogado, em São Paulo, que aceitasse fazer a minha defesa.

Ainda em 2006, o Clube Militar/RJ, sendo seu presidente o Gen Ex Gilberto Figueiredo, também, em face da decisão do Gen Francisco Albuquerque, patrocinou um almoço por adesão em minha solidariedade, no Salão Nobre do Clube, na sede principal, situada na Avenida Rio Branco. O comparecimento foi muito grande e lotou, completamente, as instalações daquele salão.   

A decisão do Cmt do Exército provocou uma enxurrada de procesos contra mim.

A constante tentativa de mudança da história pelos ex-integrantes das organizações terroristas e a minha eleição como "bode-expiatório" demonstram que o rancor e o revanchismo são cada vez maiores.

O recrudescimento de antigos antagonismos começa a provocar a reação das forças contrárias. Esse retrocesso não é do interesse da nação, até mesmo porque a atual sociedade vive em outro cenário político e se depara com outras questões de relevo maior do que a senil luta entre trabalho e capital.

As ações movidas contra mim têm, dentre outros objetivos, exaurir-me física, psíquica e patrimonialmente.

É com tristeza e até com revolta que vejo o Exército ao qual servimos com tanta dedicação e até mesmo com risco de vida - não só da nossa, mas, também, de nossas famílias -, hoje, passados mais de 40 anos, nos relegar e abandonar à própria sorte.

Fomos deixados para trás no campo de batalha, feridos e sós, à sanha revanchista  do inimigo derrotado quando o Exército pelo qual lutamos venceu a luta armada e  se retirou. 


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Rui Martins : O Governo Financia a Direita


O governo financia a direita

Rui Martins

Berna (Suíça) - Daqui de longe, vendo o tumulto provocado com o processo Mensalão e a grande imprensa assanhada, me parece assistir a um show de hospício, no qual os réus e suspeitos financiam seus acusadores.
O Brasil padece de sadomasoquismo, mas quem bate sempre é a direita e quem chora e geme é a esquerda.

Não vou sequer falar do Mensalão, em si mesmo, porque aqui na Suíça, país considerado dos mais honestos politicamente, ninguém entende o que se passa no Brasil.
Pela simples razão de que os suíços têm seu Mensalão, perfeitamente legal e integrado na estrutura política do país.
Cada deputado ou senador eleito é imediatamente contatado por bancos, laboratórios farmacêuticos, seguradoras, investidores e outros grupos para fazer parte do conselho de administração, mediante um régio pagamento mensal.
Um antigo presidente da Câmara dos deputados, Peter Hess, era vice-presidente de 42 conselhos de administração de empresas suíças e faturava cerca de meio-milhão de dólares mensais.

Com tal generosidade, na verdade uma versão helvética do Mensalão, os grupos econômicos que governam a Suíça têm assegurada a vitória dos seus projetos de lei e a derrota das propostas indesejáveis. E nunca houve uma grita geral da imprensa suíça contra esse tipo de controle e colonização do parlamento suíço.

Por que me parece masoca a esquerda brasileira e nisso incluo a presidente Dilma Rousseff e o PT?
Porque parecem gozar com as chicotadas desmoralizantes desferidas pelos rebotalhos da grande imprensa.
Pelo menos é essa minha impressão ao ler a prodigalidade com que o governo Dilma premia os grupos econômicos seus detratores.

Batam, batam que eu gosto -- parece dizer o governo ao distribuir 70% da verba federal para a publicidade aos dez maiores veículos de informação (jornais, rádios e tevês), justamente os mais conservadores e direitistas do país, contrários ao PT, ao ex-presidente Lula e à atual presidenta Dilma.

Quando soube dessa postura masoquista do governo, fui logo querer saber quem é o responsável por essa distribuição absurda que exclui e marginaliza a sempre moribunda mídia da esquerda e ignora os blogueiros, responsáveis pela correta informação em circulação no país.

Trata-se de uma colega de 'O Globo', Helena Chagas, para quem a partilha é justa – recebe mais quem tem mais audiência! diz ela.
Mas, isso é um raciocínio minimalista! Então, o povo elege um governo de centro-esquerda e, quando esse governo tem o poder, decide alimentar seus inimigos em lugar de aproveitar o momento para desenvolver a imprensa nanica de esquerda ?

Brasil de Fato, a revista Caros Amigos, o Correio do Brasil fazem das tripas coração para sobreviver; seus articulistas trabalham por nada ou quase nada, assim como centenas de blogueiros, defendendo a política social do governo, e a senhora Helena Chagas, com o aval de Dilma Rousseff, nem dá bola, entrega tudo para a Veja, Globo, Folha, SBT, Record, Estadão e outros do mesmo time?

Assim, realmente, não dá para se entender a política de comunicação do governo. Será que todos nós, jornalistas de esquerda, que votamos na Dilma somos paspalhos?

Aqui na Europa, onde acabei ficando depois da ditadura militar, existe um equilíbrio na mídia.
A França tem Le Figaro, mas existe também o Libération e o Nouvel Observateur.
Em todos os países, existem opções de direita e de esquerda na mídia.
E os jornais de esquerda têm também publicidade pública e privada que lhes permitem manter uma boa qualidade e pagar bons salários aos jornalistas.

Comunicação é uma peça-chave num governo. Por que a presidenta Dilma não premiou um de seus antigos colegas e colocou na sucessão de Franklin Martins um competente jornalista de esquerda, capaz de permitir o surgimento no país de uma mídia de esquerda financeiramente forte?
Exemplo não falta.
Getúlio Vargas, quando eleito, sabia ser necessário um órgão de apoio popular para um governo que afrontava interesses internacionais ao criar a Petrobrás e a siderurgia nacional.
E incumbiu Samuel Wainer dessa missão com a Última Hora.
O jornal conseguiu encontrar a boa receita e logo se transformou num sucesso.
O governo tem a faca e o queijo nas mãos – vai continuar dando o filet mignon aos inimigos ou se decide a dar condições de desenvolvimento para uma imprensa de esquerda no Brasil?

Via Arthur Gonçalves Filho

OS ABSURDOS POLITICOS DE MINAS GERAIS



Enviado por Paulo Ávila

que república é essa? via M. Pacheco

Joaquim Barbosa diz que condenados do “mensalão” não terão direito a Prisão Especial Essa é a lei. O preso com diploma de nível superior (e outros “direitos” que a elite se concedeu) mesmo condenado, só tem direito à Prisão Especial enquanto o processo não “transitou em julgado”. Até porque resta a possibilidade de a sentença vir a ser alterada ou revogada. E o ato final é a publicação do acórdão.
Acontece que alguns juízes e promotores nomeados pelo presidente da República e “sabatinados” pelo Senado, agem segundo as conveniências de quem os nomeou, ou até levados por fatores alheios aos ditames da Justiça, que podem resultar em prescrição das penas. Um desses fatores é manter processos nas gavetas, como ocorreu no governo FHC, quando o PGR Geraldo Brindeiro chegou a ser apelidado de Engavetador Geral da República, por não levar à frente denúncias feitas contra o presidente que o nomeou, Fernando Henrique Cardoso.
Agora mesmo, a sociedade está estarrecida ao saber que existem nada menos que 67.890 processos aguardando julgamento no STF e 2.632 já julgados, aguardando publicação de acórdão. E sem acórdão, um condenado pode ser mantido em prisão especial ou até em liberdade, se tiver um bom advogado ou um bom relator.
 Breve estatística do STF Imagina-se quantos banqueiros como Daniel Dantas, Cacciola, Indio da Costa; estupradores como Abdelmassh; e jornalistas como Pimenta Neves estão em liberdade aguardando julgamento, ou em celas especiais aguardando publicação de acórdão?
Total de processos aguardando julgamento no STF 67.890;
Total de acórdãos aguardando publicação 2.632:
POR MINISTRO:

Celso Mello: 689;
Marco Aurélio Mello: 372;
Cármen Lúcia: 304;
Dias Toffoli: 303;
Presidência: 224 *;
Ricardo Lewandowski: 198;
Luiz Fux: 145;
Rosa Weber: 140;
Gilmar Mendes: 111;
Joaquim Barbosa: 107 *;
Cezar Peluso: 32 **;
Ayres Brito: 7 ***
(*) Ao assumir a presidência, Joaquim Barbosa assumirá os acórdãos da presidência;
(**) Os acórdãos de Peluso serão assumidos por seu substituto, Teori Zavascki;
(***) Os acórdãos de Ayres Brito (que está se aposentando) serão assumidos por seu substituto quando este for nomeado.
 Aos amigos tudo, aos inimigos a Lei Há um ditado antigo que diz isso. Mas se o atualizarmos após o julgamento do “mensalão” pode-se dizer que basta buscar uma interpretação da Lei que atenda aos objetivos previamente concebidos na denúncia do PGR(quando este não engavetou o processo), para aumentar as penas dosadversários da mídia.
Como já dizia o editorialista para o dono do jornal, na edição da sexta-feira da paixão: “É para falar bem ou mal sobre Jesus Cristo?”
Quando se quer, encontra-se sempre um jeito.
M. Pacheco (no 123° aniversário da República)

"Curta' o PCC , o colarinho e a bolsa ( de valores?)


  • O capitalismo é um trem incrível. O PCC - Primeiro Comando da Capital - está trocando dívidas de bandidos com o a organização por morte de policiais militares. OU seja, matou um policial quitou a dívida. Isso vai gerar um problema danado na bolsa da criminalidade, pois muito PM faz parte do PCC, ou seja, nos quartéis, nas patrulhas, ninguém vai ficar sossegado. Resta saber como a cúpúla da organização decidiu que o "pagamento da dívida" será provado. A cabeça do executado, a mão, para conferir pelos dedos as impressões digitais, etc. E definir a tabela, pois quanto vale um soldado, quanto vale um cabo, um sargento e um coronel, com certeza vai ser blue ship. Não tem diferença nenhuma da bolsa de valores que opera na capital paulista e onde operam Nagi Nahas, Paulo Maluf e outros, da organização criminosa rival. Só falta emitir comoditties.

Acreditar na 'folha' é FRIA.


  1. Indignado ( e com MUITOS MOTIVOS) Fernando Claro Dias
    'Em 15 de novembro de 2012 a Folha de São Paulo ainda mantêm nome e foto de Luiz Gushiken como acusado no tal do "mensalão".
    Onde está o respeito à honra e a dignidade, e o compromisso com a verdade?!
    http://www1.folha.uol.com.br/especial/2012/ojulgamentodomensalao/ojulgamento/acusado-7089-luiz-gushiken.shtml#perfil'

    Fernanda Tardin II, corro...
    borando com o Claro, observa:

    a folha Não sabe o que é respeito.

    É esteo jornal da ' ditabranda' e o jornal que escondia , na DITADURA, corpos de resistentes, negros e homossexuais para em caminhoes de 'jornal' , madrugada a dentro, fazer a desova.

    PARANUNCAMAIS, não vamos deixar que o POVO DESCONHEÇA a VERDADE. Iniciemos mostrando QUEM é a folha. Juntos Somos Fortes ..

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Falece Vanderley Caixe- Hasta siempre COMPANHEIRO



© VANDERLEY CAIXE 

'poeta que canta,
 me encanta, 
me espanta. 
Fala de flores, dores, amores, cores,
 Descobre o sentimento,
 revela lamento, faz de tudo um tempo.
 Faz presente, faz passado, embota o atrasado.
 Mas o canto é mais que isso, é o verso do universo, 
das gentes alegres e sofridas, dos trapos desta vida, 
Das angústias e da cobiça, 
dos bandidos adversos, penetrando em nossos versos, 
rasgando a carne humana, 
com bombas de Hiroxima, do trovão de Nagasaki. 
Do urânio empobrecido, sobre seres humanos, em crianças,velhos, mulheres, enfim, em gente como a gente, gente diferente. 
É o lucro perverso buscando pelo universo. E
, eu de um gesto, faço aqui, paralisado em lirismo, faço meus versos.




 CAIXE —http://poetasdobrasil.blogspot.com.br/2010/04/vanderley-caixe-nasceu-em-ribeirao.html
 Nasceu em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo.  advogado, jornalista e  poeta. 
Foi preso político, por sua luta contra a ditadura militar. Foi no cárcere que ensaiou seus primeiros poemas, publicados somente trinta anos depois (“19 Poemas da Prisão e Um Canto da Terra”) Participou de várias Antologias: Foi, jornalista na Tribuna da Imprensa, do RJ; coordenador jurídico da pastoral penal do Rio de Janeiro; Assessor jurídico no Escritório do professor Sobral Pinto; Criador, junto com D. José Maria Pires – Arcebispo da Paraíba – do primeiro Centro de Defesa dos Direitos Humanos do Brasil (ainda na época da ditadura militar); coordenou por vinte anos o Centro de Defesa dos Direitos Humanos/AEP; ex-secretário geral da Associação Nacional de Advogados de Trabalhadores Rurais; “expert” para a América Latina do Instituto Interamericano dos Direitos Humanos; possui centenas de artigos publicados na imprensa brasileira e internacional; Atualmente é advogado de presos políticos da América Latina, com atuação junto a Corte Interamericana e da Comissão de Direitos Humanos da ONU. Assessora o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, nas questões jurídicas.

Ana Arraes informa via face: 
                                
                           NOTA DE FALECIMENTO 
COMPANHEIRO VANDERLEY CAIXE. PRESENTE! 
O velório esta sendo realizado no Salão Nobre da Câmara Municipal de Ribeirão Preto. 
Enterro no Cemitério da Saudade. 15h. Ribeirão Preto. — com 

  • Valdir Fraga Junior JUNTO AOS COMPANHEIROS QUE O CONHECEU E PRESTO MINHA SINCERA HOMENAGEM!

  • Ana Arraes Sinto um vazio tão grande como se o tivesse conhecido pessoalmente. Tinha muito reconhecimento e gratidão por sua combatividade, compromisso e idealismo. Um grande combatente. Um grande homem. E uma grande perda!

  • Paulo Roberto Franco Andrade Continuemos sua luta!

  • Ana Arraes Vanderley Caixe, PRESENTE hoje e sempre em nossa luta!

  • Fernanda Tardin II que isto????? Um grande homem, eterno guerreiro, maravilhoso amigo. Vanderley viverá em Nós hasta siempre.
    I Vanderley Sua luta continua em cada um de nós. PRESENTE!