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sábado, 10 de novembro de 2012

VIOLÊNCIA EM SÃO PAULO

A encrenca em São Paulo está absurda. Todas as noites cerca de 15 pessoas são assassinadas. Os tipos que andam de moto e promovem chacinas em bares, pontos de ônibus e em outros locais, pelo que sabemos, são policiais militares. Os bandidos revidam, matando os policiais.
Sabe o que eu acho, a sociedade judaico cristã ocidental, capitalista e neoliberal, plantou e cultivou zelosamente a desigualdade social, de forma perversa e com requintes e crueldade, escravizando negros e índios, dando educação, até hoje, diferenciada, de modo a fazer a população pobre parecer sempre mais burra e incapaz. 
Os mais inteligentes degeneraram para o crime, especialmente, tráfico de drogas, criaram o PCC, que domina os presídios e  comanda também do lado de fora. 
A criminalidade aumenta, os presídios estão entupidos de pequenos traficantes, que nada representam no mundo do tráfico, e tendem a aumentar. 
Havia um trato entre o PCC e autoridades, no sentido de evitar os crimes de sangue, que os policiais militares romperam. 
Não tem solução, porque a solução envolve mudança do sistema, no mínimo, dando acesso aos jovens pobres ao consumo daquilo que a publicidade divulga com itens indispensáveis à felicidade humana: celular, computador, carrão, roupa de marca e lazer.
Enquanto isso, o populismo penal da mídia faz estardalhaço, falando  em impunidade, propõe aumento das penas, pena de morte, diminuição da idade para responder criminalmente, enfim, uma série de medidas que satisfaçam o desejo de vingança da população, mas que não resolvem, como sabemos.

A sociedade, portanto, está colhendo o que plantou.

Vamos preparando o CORETO, as malas. Estamos dominados e a 'justiça' é maior aliada a mídia para consolidar Golpe

Enquanto o Brasil desconhece isto ( NAO DEU NA MÍDIA)

Será que vai ser capa da "Vejaaaargh"?

o blog do 


E comentamos abaixo em alerta:


  • Marcos Rebello Que absurdo essa medida do Supremo quando Zé Dirceu já havia entregue o passaporte de livre e espontânea vontade! Até parece que ele iria fazer um paralelo entre os dias de hoje e aquele regime de terror quando ele saiu do país.
    São estas coisas que obrigam a gente concluir que existe neste país uma força invisível que domina a politica e impede que o Brasil saia da lama politica em que sempre esteve.

  • Fernanda Tardin a completa ditadura militar e 'juridica'. GOLPE A VISTA minha gente.

  • Marcos Rebello O pior é que eles entraram por um túnel sem saída. Agora eles tem que terminar essa charada, custe o que custas para a imagem deles. Então aí reside o problema, o da imagem deles como Ministros do Supremo.
    Agora o Barbosa ... ahhh esse borrou-se todo.
     Ele mais o Gilmar tinham que abrir um clube: O "Clube Nas Coxa".
  • Fernanda Tardin II acho bom fazer logo um sequestro de embaixador. O golpe tá em curso... a história se repete.....

  • Jorge Soares Rezende  Emblemático essa colocaçao da Nanda! Significa Luta, Resistência!!! Alguns idiotas podem entender de forma literal!! Afinal, o q se esperar de golpistas?

A CARA DA JUSTIÇA
Raul Longo 

Dizer que a Justiça Brasileira tem duas caras seria impróprio, apesar de permitir a fuga de escroques e estupradores enquanto se faz zelosa com os que se esforçam pela construção de um país.
A Justiça Brasileira não encara o país e o mundo com cara alguma e não adianta tentar cogitar com que cara vai ficar perante os anais da história.
A Justiça Brasileira nunca poderá tomar vergonha na cara e não é pela falta de pejo, de dignidade, ou qualquer outro senso.
Pelo acinte a qualquer senso que lhe justifique a função, a Justiça Brasileira não pode sequer ser apontada como cara de pau.
Não há possibilidade de ficar ruborizada e também não faz cara de safada. Apenas reflete o policrômico poder de seus donos. A Justiça Brasileira se mija de medo de seus donos aos quais abana-se como animalzinho de corda ou de pilha.
No Brasil só se age e se comporta corretamente, de acordo com a civilidade e as leis, por decisão pessoal, por caráter próprio ou foro íntimo. Pois o que erra, o criminoso, o fraudador não tem a quem ou o que encarar.
A Justiça Brasileira não tem venda nos olhos e não há carapuça que lhe sirva.
Vejam a declaração do jornalista Raimundo Pereira no link do vídeo. Depois leiam o texto do cronista Lula Miranda e tentem imaginar que cara a Justiça Brasileira tem.
http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/85019/Mostre-as-algemas-Z%C3%A9!.htm

Mostre as algemas, Zé!

:
Condenado, sem passaporte e prestes a ser sentenciado a uma das mais 
duras penas da história judicial brasileira, José Dirceu não tem alternativa a não ser exibir, com orgulho, as algemas preparadas por Joaquim Barbosa, assim como fez quando foi preso pelo regime militar; leia o texto inédito do poeta Lula Miranda, exclusivo para o 247
10 de Novembro de 2012 às 05:36
Por Lula Miranda
Foi o que teria dito a José Dirceu, em Setembro de 1969, um dos presos políticos naquele histórico momento de resistência à ditadura militar em que 15 prisioneiros do regime de exceção e arbítrio, que se instaurara no Brasil,  foram libertados em troca do embaixador americano – na fotografia aparecem 13, apenas uma mulher.
Exceção e arbítrio. Palavras malditas. Palavras-emblema  de tempos sombrios.
Segundo relato de Flavio Tavares, hoje jornalista e escritor, ele teria sussurrado aos companheiros na ocasião: “Vamos mostrar as algemas”. Fez isso num insight “de momento” ao notar que os presos que estavam ali perfilados, alguns agachados, como um time de futebol campeão, numa forçada pose para uma foto que viria a se tornar histórica, escondiam as algemas. E por que escondiam as algemas aqueles jovens? Talvez por vergonha. Talvez porque estivessem preocupados em como aquela imagem poderia machucar ainda mais seus familiares e parentes mais próximos. Ou talvez, simplesmente, porque já estavam por demais combalidos e abalados moral e emocionalmente para se preocuparem com aquele peculiar adereço do arbítrio. Não se sabe ao certo, tampouco importa. Mas, insistiu Tavares, naquele “insight” que, ao contrário,em vez de esconder, as exibisse.
 Mostre as algemas, Zé! Exorto-lhe nos dias que correm hoje. Dias de incipiente e vilipendiada democracia.
Na foto, podem verificar, percebe-se nitidamente o Zé Dirceu exibindo, intrépido, as malditas algemas.
Eu que não fui amigo daquele jovem idealista algemado de outrora, tampouco conheci o suposto homem “todo-poderoso” do governo; logo eu que o combati na disputa política, até com palavras duras, eu que nunca o vi mais magro,  ouso lhe fazer a mesma súplica: Mostre as algemas, José Dirceu!
Não tenha vergonha de nada; tenha orgulho. Você ainda será, por vias transversas, um preso político. Sim, orgulho! Em que pese a maledicência covarde daqueles que, assim como naqueles dias sombrios de 1969, hoje lhe apontam o dedo, xingam e condenam. São os mesmos – “imortais”, “eternos” porta-bandeiras da (falsa?) moral. Ora se são!
Mostre as algemas, Zé! 
Exiba a todos, daqui e para o resto do mundo! Mostre a todos o que se faz aqui no Brasil a homens como você, que prestaram valorosos serviços à pátria; que lutaram com destemor contra a ditadura; que ajudaram a eleger o Lula; que empenharam a sua vida e juventude no afã de mudar um pouco a feia face desse país tão injusto com seus filhos, ajudando a implantar políticas públicas que tiraram milhões da miséria e do desalento.
Mostre a p* dessas algemas, cara! Para o bem e para o mal. Para o orgulho dos amigos e  regozijo dos inimigos. 
Confesso que esperava que o julgamento do STF fosse “emblemático”, justo. Não “justo” pelo mesmo metro, critério ou “premissas” com que a imprensa insuflou e ensandeceu as galerias. Mas justo “de verdade”: que fossem condenados os culpados, aqueles que tivessem suas culpas efetivamente comprovadas. Sim,  que fosse uma firme sinalização rumo ao fim da impunidade no Brasil. Mas não foi isso exatamente o que se viu. Não foi isso que testemunhamos. Houve erro e exagero. Do Supremo. Da mídia grande em geral. Uma caricatura. Entre erros e acertos, a injustiça foi soberana.
Os ministros demonstraram-se, desgraçadamente, um tanto tíbios, vaidosos e suscetíveis à pressão e clamor da turba, de modo irresponsável manipulada e insuflada pela opinião publicada. 
Você foi condenado sem provas. Isso é fato, irretorquível. Foi condenado sem provas, repito. Foi condenado com base em  suposições e suspeitas, com bases em capciosos “artifícios” jurídicos, tais como a hoje célebre “teoria do domínio do fato”. Uma excrescência, uma espécie de “licença poética” do golpismo – com o perdão dos poetas, por aqui aproximar as palavras “poética” e “golpismo”.
Eu poderia “achar” que você era culpado. O meu vizinho poderia achar que você era culpado. O taxista poderia achar. Todo mundo poderia “achar” que Zé Dirceu era culpado. Mas um juiz, seja do Supremo ou de 1ª instância, não pode, em absoluto, “achar” que você ou qualquer outro é culpado. Isso é uma ignomínia – como você tem se cansado de dizer, reiteradas vezes, em suas manifestações. Não nos cansemos de, indignados, exclamar: uma excrescência, uma ignomínia!
Zé,mostre as algemas! Elas são o espúrio troféu que lhe ofertam os verdugos!
Nunca pensei em sair do meu país, Zé, agora já penso com carinho e desconforto nessa possibilidade. Como posso viver num país em que minhas garantias fundamentais de cidadão não são respeitadas?! 
Que país é esse?! Que Justiça é essa?!
Quebrou-se a pedra fundamental de toda nossa estruturação jurídica: a presunção da inocência. Em seu lugar colocaram a presunção da culpa. Parece piada, de mau gosto, decerto, mas não é. Como já disse antes, repito: não se é permitido fazer graça com a desgraça alheia. E sua vida foi desgraçada, Zé.
Mostre as algemas!
Veja bem, se você – insisto, reitero – um homem que tantos serviços prestou ao país, um homem respeitado por intelectuais, políticos e autoridades do mundo todo foi enxovalhado dessa maneira, submetido à execração pública pela mídia. Desonrado, chamado de “quadrilheiro”, “mensaleiro”, “ladrão”, o que fariam com um “poeta marginal” como eu? Um homem qualquer, sem galardão algum, sem cânone, sem mérito.  Parafraseando certa atriz de cenho angelical, “namoradinha” desse mesmo Brasil: tenho medo. 
Não sei que monstro o STF e a grande imprensa estão ajudando a criar. Mas uma coisa eu lhe asseguro: é assustador.
Para aqueles que, sem questionar, acham justa a sua condenação e prisão eu pergunto; para os “inocentes úteis” que aceitam sem titubear esses consensos forjados e essas verdades absolutas que a grande mídia sopra, todos os dias, em nossas consciências nos telejornais e nas manchetes dos jornais estampadas nas bancas; faço-lhes a pergunta que não quer calar: porque criminalizam e prendem somente os petistas e mais alguns “mequetrefes” da chamada “base aliada” do governo Lula? 
Por que essas práticas de sempre na política, hipocrisia à parte, agora “ilícitas” e “criminosas”, só são permitidas aos “de sempre”? Por que os sessenta e tantos investigados no chamado “mensalão mineiro” [não é tucano?!] não foram acusados/denunciados? E não serão jamais – pois para estes o crime é eleitoral; é caixa 2, já prescreveu [“Dois pesos, dois mensalões” – by Jânio de Fritas]. Já quando são petistas os agentes da ação...   é corrupção; é “golpe”; são “práticas espúrias”, “criminosas” de um partido, digo de uma “quadrilha”, em “sua sanha de se perpetuar ad eternum no poder”. Não, essas palavras não vieram da tribuna do Senado ou da Câmara dos Deputados,  não saíram da boca de algum político da oposição, mas – pasmem! –  foram proferidas por ministros do Supremo. Por ministros do Supremo, repito! Juízes na Ação Penal nº 470. Vejam a que ponto chegamos!!!
Mostre as algemas, Zé! Mostre as algemas!
Essas tais “práticas ilícitas” ou “criminosas” não deviam ser permitidas a ninguém - não é mesmo?  A Justiça não deveria ser igual para todos?!
Qual a resposta a esse singelo por quê?
Por que só os petistas são condenados, execrados  e presos? 
A resposta também é simples: para que o poder permaneça nas mãos dos "de sempre", nas mãos dos eternos “donos do poder”. As chamadas “regras do jogo”, até as bastardas, servem apenas para a parte podre das nossas elites; quando é para os “do lado de cá” aí deixa de ser “regra do jogo”, passa a ser crime; “práticas espúrias”; “compra de voto”.
Faço um singelo convite a todos: vamos pensar o país, no qual  a gente vive, um pouco além da hipocrisia, do partidarismo, do "falso moralismo" e dos "manchetismos grandiloquentes" de uma imprensa que serve aos interesses de determinada classe social e ideologia. Mais temperança e equilíbrio aos juízes Supremos e nem tão supremos assim, o  chamado “cidadão comum”. 
Não podemos nos dobrar a esse estado de coisas. Não podemos nos calar e assim sermos cúmplices e testemunhos silentes dos erros dos tribunais. Repito: o Supremo exagerou; a mídia exagerou. 
Quadrilha?! Onde? Compra de votos?! Penas de reclusão superiores a 30 anos! Há aí um nítido erro na tipificação dos crimes, nas condenações  e exagero na dosimetria das penas. O que é uma pena. Pois isso poderá até favorecer aos condenados, pois essas condenações injustas e essas penas exageradas certamente serão revistas algum dia, por esse ou por outro tribunal. Espero, sinceramente, que sejam revistas por esse mesmo colegiado, pois ali também estão homens de valor. E que essa vergonha, esse grave equívoco não se perpetue.
Nesse momento, só me resta dizer...
Mostre, com orgulho, as algemas, José Dirceu!
Lula Miranda é poeta, cronista e Economista. Foi um dos nomes da poesia marginal na Bahia na década de 1980. Publica artigos em veículos da chamada imprensa alternativa, tais como Carta Maior, Caros Amigos, Observatório da Imprensa, Fazendo Média e blogs de esquerda

¿Por qué censuran a la UNESCO?* (+ video)


From: Amaro de Natal RN


¿Por qué censuran a la UNESCO?* (+ video)

Cubainformación
 




Cuba ocupa el lugar 16 entre 120 estados del mundo en lo que respecta al llamado Índice de Desarrollo de la Educación para Todos (IDE), según un reciente informe de la UNESCO (la Organización de Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura) presentado en octubre (2).

Este índice combina la tasa de escolarización en primaria;

la tasa de alfabetización de personas adultas;

la paridad e igualdad de género en educación;

y la tasa de pervivencia escolar hasta el quinto grado.

En esta clasificación, Cuba es la primera nación de América Latina y el Caribe, y supera a países ricos, como Estados Unidos, Dinamarca.


Via Rede Castor


ENQUANTO ISTO NO BRASIL:

-- 

LA NUEVA CARACAS




Enviado por Safany e Jacob Blinder

QUANDO UMA REVOLUÇÃO PRÓ SOCIALISTA SE INSTALA NUM PAÍS FAZ COM QUE A FORÇA POPULAR QUE ANTES ESTAVA CONTIDA SE MANIFESTE E SE EXPANDA. O VÍDEO MOSTRA  O QUE ESSA FORÇA É CAPAZ DE FAZER NAS ARTES.  JACOB DAVID BLINDER
 


  
EN ESTE VIDEO SE MUESTRA EL MARAVILLOSO TRABAJO REALIZADO POR EL ARTISTA WINSTOR SALAS, EN EL ESTADO VARGAS, LA GRAN CARACAS Y PROXIMAMENTE EN TODA VENEZUELA.

A SEMANA - OBAMA, CRISTINA E O REPÚBLICA DO PCC



A SEMANA


OBAMA, CRISTINA E A REPÚBLICA DO PCC


Laerte Braga

#Charge - No acerto de contas entre o PCC e a PM de São Paulo, quem é alvo de quem?
Fonte: http://twitpic.com/photos/CarlosLatuff

O alívio provocado em alguns governos pela reeleição de Barack Obama é proporcional ao medo da eleição de um tresloucado como Mitt Romney, misto de bandido e pistoleiro texano sem entranhas (texano no espírito e no jeito de ser, não nasceu no Texas).

Romney é daqueles caras que não toca harpa, nem deve saber o que é isso, mas coloca fogo em Roma com a maior tranqüilidade. Em seguida chama Benjamin Netanyahu e bebe um brinde enquanto palestinos ardem nas chamas da insânia.

Se o genocídio contra esse povo já é praticado sistematicamente pelo Estado terrorista de Israel, é só imaginar por breves segundos com uma figura como Mitt Romney presidente dos Estados Unidos. Know how das SS de Hitler.
Enfim: O que vai de avião é menos pior.
Há um certo cansaço em setores do governo americano e dos dois principais partidos com os privilégios de Israel na política externa do país. Isso a despeito do domínio que os grupos nazi/sionistas exercem sobre setores estratégicos da economia dos EUA. É que, de repente, o cidadão começa a se dar conta que ele paga a outra conta, a de sustentar um Estado governado por genocidas desde a morte de Itzak Rabin e a ascensão do líder nacional socialista Ariel Sharon.

E esse cansaço se estende a ponderáveis grupos das forças armadas, mesmo privatizadas em sua quase totalidade por questões de custos. Custos financeiros e políticos.

É um peso muito grande.

Uma análise acurada do problema mostra que a população muçulmana cresce em progressão geométrica em toda a Europa e mínguam os arianos. Isso pode influenciar em futuras eleições nas colônias da União Européia a despeito das bases da OTAN. Num prazo aí de 20 ou 30 anos, o que em termos de História é nada.

Sem falar na pressão dos eleitores continentais dos EUA. Já são 30 milhões na linha da miséria e 18 milhões de desempregados. Sem medo de errar nesse quadro político e econômico pode incluir a classe média que se vê sumindo, sumindo...

Vai sobrar quem? Os VIPS e seus grandes conversíveis, ou seus passeios em iates no final de semana? VIPS não comem hambúrgueres, preferem caviar ainda que não saibam e nem compreendam a essência dos vários caviares existentes. São capazes de misturá-los a uísque de milho bebido no bico da garrafa. Ou cerveja, apesar do que a bebida esteja em baixa depois que descobriram que Obama é um cervejeiro Foi mais ou menos por isso que brancos arianos protestaram contra a reeleição do presidente “negro”.

Cristina Kirchner resolveu enfrentar os grandes grupos de comunicação de seu país e conseguiu arrancar do Congresso uma lei sobre os meios de comunicação. O grupo EL CLARIN (uma espécie de GLOBO de lá) tem jornal, rádios e 244 canais de televisão. Vai ter que ficar com 24 canais, perder o monopólio da mentira, da distorção e das invenções (prática corriqueira na GLOBO). O poder de desinformar, de alienar e manipular a opinião pública ao sabor dos interesses dos grandes grupos econômicos e latifúndio. Estão urdindo um golpe midiático contra a presidente nos mesmos moldes que tentaram em 2002 – e fracassaram – contra o presidente Hugo Chávez na Venezuela.
Imagem retirada do Face de Miguel Baia Bargas
Com a nova lei de meios da Argentina VEJA, por exemplo, ia para o brejo. Ou denuncia com provas e fatos ou se arrebenta.

Dilma aqui escorrega que nem quiabo. VEJA faz e desfaz, a GLOBO molda o País segundo sua vontade e neste momento começamos a viver uma briga religiosa entre a maior rede do País, a GLOBO e a RECORDE, ligada ao “bispo” Edir Macedo, algo assim como um Al Capone de segunda categoria. Os Marinhos não, Capone seria pé de chinelo perto da turma.

O “governador” Marcola, vai acabar no programa do Faustão explicando como conseguiu terminar com a violência em São Paulo, a despeito de Geraldo Alckmin, FHC, Serra, Kassab, Roberto Freire e seus adereços tipo Polícia Militar e milícias de “defensores” da ordem, da lei e dos bons costumes.

Se bobear fazem uma grande coligação, assim dessas do tipo que o PT costuma fazer, entrar pelo cano e FHC vira Secretário Geral da ONU seu sonho secreto.

O problema vai ser a coleção de vestidos de D. Lu Alckmin, ponto de suma importância nas negociações. Devem servir para indenizar os despejados de Pinheirinhos e das favelas incendiadas para o regalo da turma da especulação imobiliária.

O extinto estado de São Paulo, hoje República do PCC, continua a ser um país vizinho  faz fronteira com vários estados brasileiros – e fala a mesma língua. O que se espera é que o governo do Brasil tome medidas adequadas para a proteção de brasileiros que lá continuam residindo e trabalhando e atitudes contra os esquemas FIESP/DASLU (rede de extorsão e contrabando) e que permanecem atuando nos subterrâneos do crime ao lado dos bancos e latifundiários. Como conseguiram ocupar o nariz de Minas, o Triângulo, os entendimentos deverão ser feitos com a MONSANTO, ou com a DOW CHEMICAL, empresas especializadas em agrotóxicos, transgênicos e trabalho escravo.

O ex-governador de Minas, Aécio Neves, ante a paralisia plena e total da figura que afirmam governar o estado, Antônio Anastásia, deve tentar acordos visando criar rota para a exportação/importação de “produtos mineiros”, já que o seu sócio no Espírito Santo, Gérson Camata, perdeu o controle dos pauzinhos com os quais mexia os “negócios”.

O governador Marcola já disse que não se opõe ao “livre mercado”, desde que pagos os tributos na forma da “lei”. Deve condecorar Aécio com a Ordem do Mérito PCC e drinques de chá especialmente importado da Colômbia.

Alckmin vai pagar penitência imposta pela OPUS DEI. Ficar um ano ajoelhado sobre milhões rezando terços contínuos e louvando o generalíssimo Francisco Franco, guardião dos valores da ordem sob as bênçãos de Bento XVI. Vai ser ungido com a suástica numa tentativa de recuperação..

GLOBO e VEJA vão depender do comportamento diante do governo da nova “república”. O “governador” Marcola pode optar pelo controle da mídia através da TEVÊ EDUCATIVA, mesmo levando em conta que GLOBO,  VEJA  e FOLHA DE SÃO PAULO operam na mesma área que o PCC.

A diferir só o estilo. 

E Não é coisa pra 'grande mídia' fomentar: 

Urge a Luta Cidada por liberdade de comunicação a TODOS.


De novo  fica  a questão:
Por que temos como usufruir de uma Internet Banda Larga POPULAR, do POVO a um custo de 4 a 5 reais mensais e gozarmos de autonomia cidada e o governo  se submete a nos ENFIAR uma banda larga controlada a multi nacionais ( Telecomunicações) e ainda com custo mínimo ao povo de 35, 40 reais?
Abaixo um alerta para que a luta seja incorporada por todos.
Vamos juntos EMPODERADOS elles não nos farão dominados
Fernanda Tardin
http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?&infoid=32343&sid=4

  • Marcos Rebello Pode ser econômica como também pode não ser. Depende como o assunto é abordado. Quando um assunto é de grande impacto na sociedade não se pode discutir o mérito das coisas em departamentos estanques. Uma coisa sempre deriva para outra automaticamente. Por exemplo, em economia discutem-se os números, digamos, taxas de juro. Seria correto discutir apenas  o desejo dos bancos em acumular lucros exorbitantes sem contemplemos o impacto no setor produtivo e na sociedade? O mercado apenas consegue equilibrar o sistema apenas até um certo ponto, enquanto que as pressões do marketing pela mídia, e os próprios interesses dela como ocorre hoje, podem encurralar o mercado para que aceite uma taxa que venha a destruir a saúde social e o próprio mercado. O Brasil não é um bom exemplo disso? O que vemos é um inchasso social diretamente proporcional às taxas de juro eternamente altas. Nas telecomunicações está ocorrendo exatamente o mesmo. As tendencias apontam para um afunilamento ao mesmo tempo que verticalização da industria que irá encurralar o mercado. Ou seja, os interesses de uma oligarquia midiática irá mascarar a realidade de tal maneira e tão amplamente que a homogenização social será apenas uma questão de tempo. pergunta-se: para onde irão a diversidade e a originalidade? As tendencias apontam para um controle muito estreito se não houver neutralidade na rede.


    O que o Ministro Paulo Bernardo está pretendendo?

O GOZO MORTIFERO DO CRACK - A Violência tem solução, basta tratar.


Mônica Simões O GOZO MORTIFERO DO CRACK

Como profissional da saúde, pesquisa com adolescentes usuários de drogas/moradores de rua, além de ter desempenhado a função de educadora social por um ano numa unidade 'socioeducativa'l para adolescentes em conflito com a l
ei – conflito este em sua maioria pelo tráfico ou uso de entorpecentes, tendo como carro chefe o crack, dividirei o que constatei em minha vivência com os “crackeiros” nos últimos anos.

Vivenciamos um caso de saúde pública e de educação, principiada no individualismo, no caos social, e, em hipótese alguma podemos enxergar no usuário de crack, objeto criminal.

Creio haver fases e momentos em nossas vidas. Eu, por exemplo, usei droga quando adolescente e não fiquei maculada como “drogada” ou “toxicomona”, porque o que houve comigo e com a grande maioria dos adolescentes de minha geração foi passageiro. Continuei estudando, trabalhando, e, como muitos amigos, vivenciando meus projetos e ideais. A droga ficou como um momento de desacerto emocional, psíquico, entre mim e o mundo que me rodeava, uma fuga momentânea, rápida.

Mas, há casos em que a dor do viver é tão profunda, tão penetrante, que o indivíduo se torna dependente daquele torpor, daquele estado que ameniza seu sofrimento de viver e é ali num mundo de “viagens” que lhe é mais suave estar. E a mensagem que ele quer passar à família e à sociedade é a de que está doente. E a droga é o meio que encontra para pedir socorro, ajuda, pois quer a suspensão da dor de estar vivo.

O viciado em crack busca um sofrimento menor do que o vivenciado sem a droga, uma proteção para sua decadência moral e emocional. O crack passa a ser o analgésico para enfrentar o dia a dia, pois viver é muito doído, custoso e difícil, ainda mais de forma íntegra e digna. Integridade, dignidade: ... famílias desestruturadas, barracos deslizando morro abaixo, segregação racial e social, desemprego, latas vazias, violência policial, necessidades várias e excessos de faltas. Resiste-se por algum tempo nas migalhas do Estado, inserindo-se nas franjas sociais, até que se sucumbe e ponto.
O jovem pobre, negro, favelado e morador das periferias está fora do mercado digno de trabalho, está fora dos espaços sociais, está fora de ter, de ser alguém, ele está fora, ele está fora... Ele só está dentro é do “movimento” das bocas, dos “centros socioeducativos” e das cadeias, ajudando em sua superlotação. E saem e voltam para esses espaços com uma facilidade assustadora, provando para quem queira ver, o fracasso da penalização do traficante e do usuário de drogas. E se conseguir se manter sem recaídas aqui fora, ainda assim, continuará excluído, porque isso de 'reinserção social' é balela, letra morta, coisa de ONGs com outros interesses, pois não se reinsere quem nunca esteve inserido.

As drogas sempre foram usadas por todas as classes sociais, por ricos e pobres, mas associadas às minorias: ópio aos chineses, maconha aos mexicanos, cocaína aos negros e favelados, crack aos miseráveis. Daí, explica-se tantas prisões de pobre e preto.

Estamos caminhando para o caos social e a situação é dramática. Esses meninos e meninas pobres com as pontas dos dedos amareladas pelo uso do crack, nada mais são que o efeito colateral de uma sociedade omissa para com a população que vive em favelas e periferias dos grandes centros, que sobrevivem e se viram como camelôs, traficantes, gerentes de bocas, prostitutas, “catireiros” e tantas outras "funções". A vida digna é inviabilizada devido a este sistema excludente, que coloca à deriva essa parcela – dentre outras - de jovens e adolescentes pobres e miseráveis. Não faltam leis, não faltam planos, faltam debates políticos sérios. Os discursos que tenho ouvido acerca desse problema, são simplistas demais e soam ainda como ferramenta para a legitimação das desigualdades sociais, numa retórica conservadora e preconceituosa, que apenas demonstra a irracionalidade política que inferioriza e criminaliza a pobreza. Os jovens pobres e negros sofrem então duas vezes: uma pela mão do Estado e outra pela criminalização de sua condição social e cor.

Em 1994, havia cerca de 110 mil presos no Brasil. Hoje, este número é cinco vezes maior. Creio se dever a uma política preventiva, que trabalha o conflito social pelo olhar penal. Confundem justiça com punição e punição com privação de liberdade e nem imaginam o que rola dentro das prisões. Essa política de prender leva-me a crer na imagem da demonização das áreas faveladas, o “grande vetor para encarceramento da população pobre”. E, aos usuários presos, não é dado novas oportunidades, nem quando estão sob liberdade, pois ficam de fora de todas as dimensões de reparação para com ele, que também é vítima, apesar de transgressor de leis e regras do convívio social.

É preciso retomar discussões mais sérias acerca deste assunto, de forma menos reacionária e eleitoreira.
Talvez penas alternativas para o pequeno e médio traficante, controle sobre o consumo pessoal, redução de danos de quem usa o crack e acolhimento no tratamento voluntário seja o início de uma discussão real, voltada não para as elites, mas para os interessados em modificar este quadro triste que estamos ajudando a esboçar com nossa visão torpe, defeituosa, ignorante e egoísta.

Essa galera que está aí pelas ruas, perambulando como zumbis, nada mais são que vítimas desta esquizofrenia da era moderna, desse sistema que a muitos mata e a poucos basta. Necessário se faz outra visão e outro viés discursivo. O acesso ao crack é fato, tornando-se impossível controlar a demanda de compra e venda, o mercado de oferta e procura... é o capitalismo né?! Mesmo para os miseráveis há que existir o consumo. Precisamos analisar em que contexto seria menos mal lidar com a realidade do acesso a esta droga, focando os usuários como objeto de saúde pública e educação e não como casos de polícia.

Não nos livraremos dos efeitos destrutivos do crack, mas poderemos aprender a conviver melhor com seus usuários e tentar minimizar o sofrimento humano que seu abuso provoca.

Eu convivi com eles, os “crackeiros”, ouvi suas histórias, suas dores, suas neuroses, seus choros, gritos e desesperos. Vi seus surtos, suas insônias, suas saídas, suas misérias, suas recaídas, seus retornos, suas tristezas e suas mortes. Acho-os sobreviventes do caos urbano e social, guerreiros confusos que não aceitaram de pronto o papel que a sociedade lhes deu, preferindo muitas vezes o ato infracional, a fuga através da droga ou a morte à indignidade de viver sem integridade. Honestamente... não sei se faria diferente no lugar deles...

Mônica