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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

VOTO NULO É OBRIGATÓRIO NA ELEIÇÃO PAULISTANA

Há posicionamentos díspares no PSOL sobre se os filiados devem votar nulo ou praticar o voto útil neste domingo.

Como não falo pelo partido nem me considero suficientemente informado sobre o quadro nacional, vou opinar somente sobre o contexto paulistano.

José Serra iniciou, como governador, a montagem de um embrião de estado policial no Estado e na cidade de São Paulo, transformados num verdadeiro laboratório de testes de fórmulas fascistizantes; votar nele é impensável.

Fernando Haddad não se propôs, como candidato, a lutar contra tal escalada autoritária, nem assumiu o compromisso de exonerar imediatamente os 30 subprefeitos (de um total de 31) que são oficiais da reserva da Polícia Militar; votar nele é inútil, pois quem faz  campanha de consumo  governa como  prefeito do sistema, não como prefeito ideologicamente coerente.

O PT hoje é um partido reformista. Quer apenas atenuar os malefícios do capitalismo, tendo abdicado de fazer a revolução. 

Então, quem considera que o capitalismo esgotou sua função histórica e se tornará cada vez mais nocivo, desumano e exterminador nesta fase terminal, não tem motivo nenhum para apoiar os que se propõem a prolongar sua agonia, ao invés de dar-lhe um fim.

Os autênticos seguidores de Marx ou Proudhon não podem, portanto, optar nem pelo voto impensável, nem pelo voto inútil. Têm de votar NULO!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

a Hora de reconstruir as militâncias.


STFG OU PRG? - O BRASIL "INVISIVEL"



STFG OU PRG? – O BRASIL “INVISÍVEL”


Laerte Braga


Ou Lula é um idiota, ou Lula é um farsante. O mensalão foi uma das armadilhas das muitas nas quais caiu. A carta de intenções que assinou quando FHC era presidente e o País estava falido, tentando se mostrar um “candidato responsável”. Correu ao Palácio, abraçou o presidente, recebeu afagos de um “Lula está maduro” e eleito para mudar, inventou um “capitalismo a brasileira” misturado a políticas assistencialistas, o Brasil continua debaixo do tacão do sistema financeiro, dos grandes conglomerados empresariais, do latifúndio e sob a ameaça de retorno à idade das trevas na ação da chamada bancada evangélica.

Uma combinação de canalhas aos quais se associa a mídia de mercado.

Supremo Tribunal Federal da Globo, ou Partido da Rede Globo? Esse é o Brasil “visível” e mostrado todos os dias como se essa fosse a nossa realidade. É a deles, dos donos.

A armadilha Haiti. O assunto já estava decidido no governo FHC e Lula não hesitou um só instante em enviar tropas brasileiras para aquele país numa ocupação interminável e que não melhorou em nada a vida dos haitianos, tampouco promoveu a democracia. É parte do processo de ocupação e recolonização do Brasil, hoje relegado à condição de Grande Colômbia, o nome que o conglomerado ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A dá a todo esse conjunto de ações.

Cerca de 150 haitianos alojados numa casa no município de Basiléia, no Acre, 235 quilômetros de distância da capital, Rio Branco, próximo à fronteira com a Bolívia, passam fome. O governo do estado deixou de pagar o aluguel da casa e não fornece mais alimentação.

Vieram para o Brasil perto de cinco mil haitianos, logo após o terremoto que devastou aquele país. O governo federal afirma que não tem mais recursos para ajudar imigrantes. O mesmo tipo de comunicado veio da Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos do Acre. Uma doação permitiu que os haitianos em Basiléia vissem a cor e sentissem o gosto de comer, depois de dois dias sem qualquer alimentação. Na casa estão 40 mulheres e algumas crianças, uma delas recém nascida.
O pesquisador Foster Brown, cientista do Experimento de Grande Escala Biosfera Atmosfera na Amazônia (LBA) e membro do MAP - de Madre de Dios (Peru), Acre (Brasil) e Pando (Bolívia)- uma iniciativa de direitos humanos, esteve em Brasiléia na quarta-feira. Inspeção camuflada de ONG.
O que fazem os militares brasileiros no Haiti? Comandam de brincadeira as forças das Nações Unidas. À época do terremoto, militares norte-americanos tomaram a si o poder de decisões e o comando, em tese de um general brasileiro, foi para o brejo. A exceção dos hospitais de campanha que o governo de Cuba montou no país e salvaram milhares de vidas, os norte-americanos guardaram os bens e propriedades das elites do Haiti, as regiões litorâneas onde se descobriu petróleo (um pré sal em dimensões mínimas, mas máximas para a extensão territorial do Haiti). Nessas ações foi permitida inclusive a volta do ex-ditador Jean Claude Duvalier, anos atrás caçado pelos EUA por crimes contra a humanidade e corrupção. Vive a larga entre Porto Príncipe e paraísos europeus.
Entre os militares brasileiros não só integrantes das forças armadas, mas das polícias militares. Recebem treinamento para a ocupação de áreas consideradas de risco no Brasil, as experiências estão sendo feitas nas favelas do Rio de Janeiro sob o nome de UPP – UNIDADE DE POLÍCIA PACIFICADORA –, que mantém intocado o tráfico de droga, quando não raro está, a polícia militar, envolvida no esquema.
Essa “experiência” tem base também em Medelín na Colômbia, freqüentada por militares e policiais brasileiros para “aprendizado” e já vai chegar ao Espírito Santo segundo declarações do porta-voz do governo estadual Renato Casagrande (ocupa nominalmente o cargo de governador, Paulo Hartung detém a palavra final).
É parte dos desdobramentos da Operação Condor, agora no período de abertura democrática. Eliminar toda e qualquer resistência, ou todo e qualquer risco ao controle que os acionistas do Estado possam vir a sofrer ou a correr.
O mesmo se aplica ao massacre de índios no País. A questão Guarani/Kaiowás está ligada a ocupação da terra pelo latifúndio, ainda mais agora no delírio de produzir etanol e transgênicos à larga. O controle é de empresas estrangeiras, até a figura do usineiro nacional está sumindo.
Essa armadilha tem outro viés. O tratado de livre comércio firmado por Lula com o governo de Israel. Agentes da MOSSAD – serviço secreto – agem no Brasil de forma descarada. O golpe no Paraguai, por exemplo, foi articulado em função desses interesses, outro capítulo do plano GRANDE COLÔMBIA.
A figura que chamam de chanceler no Brasil, Anthony Patriot, por pouco não foi escorraçada de Assunção quando tentou (de brincadeira, para inglês ver) evitar a deposição branca de Fernando Lugo.
Dilma governa o Brasil visível, o das elites. Mantém os programas assistencialistas do governo Lula e tenta evitar de todas as formas que a crise internacional que cobre a União Européia, por exemplo, chegue ao nosso País. Ou até a dos EUA, onde 30 milhões de pessoas vivem na linha da miséria, o que levou o ator Jeff Bridges a declarar que “se outro país fizesse com nosso povo o que as nossas elites estão fazendo, já teríamos entrado em guerra”.
Sabe que se não for assim, se não se equilibrar com muito cuidado vai para o limbo dos golpes brancos.
Paulo Maluf é deputado federal, aliado de Lula nas eleições municipais de São Paulo capital e procurado pela INTERPOL. Não pode sair do País do contrário será preso. Fernando Henrique, José Serra, Geraldo Alckmin, Daniel Dantas, Gilmar Mendes, Eduardo Azeredo, Aécio Neves, etc, passeiam sem problema algum, sem nenhum Joaquim Barbosa para fazer cumprir a lei, ou fazer andar inquéritos e processos e ainda deitam falação sobre “honra”. Que o diga o Procurador Geral da República sentado numa pilha de inquéritos.
Uma das edições do JORNAL NACIONAL, porta-voz dos acionistas do Estado ocupou 18 minutos de pouco mais de 40 da edição normal, para tentar alavancar a candidatura de José Serra a prefeito de São Paulo e outros menos votados, como ACM Neto.
É o Partido da Rede Globo, face visível desse modelo perverso. Pode ser também o Supremo Tribunal Federal da Globo. Um partido que se ocupa da “justiça”.
A decisão dos índios Guarani/Kaiowás de morrer coletivamente caso sejam removidos de suas terras no Mato Grosso do Sul começa a ganhar o noticiário internacional e isso desagrada a latifundiários e seus pistoleiros, prontos a fazer cumprir a “lei”. Lula se eximiu e culpa ao dizer que não deu tempo, que “fiquei devendo aos Guarani/Kaiowás”. Uma liminar de Gilmar Mendes suspendeu um decreto presidencial garantindo a terra aos índios. Gilmar Mendes tem interesses diretos nos dois estados do Mato Grosso. Políticos e econômicos. É ligado a latifundiários e seu instituto de estudos jurídicos foi salvo da falência com verbas públicas. É paladino da “moral, da justiça” e hoje aliado de Joaquim Barbosa.
Joaquim Barbosa que chamou Gilmar Mendes de cangaceiro e disse não temer seus “jagunços”, “capangas”, hoje ama Gilmar Mendes, que ama FHC, que ama a Fundação Ford, que ama o Departamento de Estado, que ama o terrorismo sionista do governo de Israel e que desamam, todos, os povos da América Latina, da África, da Ásia, que controlam a União Européia (uma grande base militar da OTAN e nada mais além disso) e promovem o terrorismo de Estado em larga escala, em qualquer parte do mundo. Trazem agora a ameaça de substituir a vaselina de Obama pela areia de Mitt Romney.
Supremo Tribunal Federal da Globo, ou Partido da Rede Globo são apenas instrumentos de um monstro chamado capitalismo, conhecido também como nazi/sionismo, assim como o Partido da Veja (uma espécie de PPS em relação ao PSDB).
Em todas essas histórias Lula entrou de gaiato, Dilma não sabe para que lado está a biruta e os verdadeiros donos governam o país invisível aos brasileiros, mas visível a eles. Foi por isso que William Bonner chamou os telespectadores do JORNAL NACIONAL DE Homer Simpson, com o sentido de idiotas.   
O partido de Lula está esfacelado, figuras históricas estão indo para a cadeia (sem juízo de mérito) e o plano GRANDE COLÔMBIA em marcha. O golpe de 1964 foi comandado por um general norte-americano, Vernon Walthers (falava português, ficava mais fácil ser entendido em suas ordens, as ordens que dava aos militares brasileiros). Esse é mais sofisticado, mas os objetivos são os mesmos.
Em todo caso tem Salve Jorge, a nova novela da GLOBO, tem Edir Macedo noutra ponta lutando pela primazia junto aos donos, todos farinha do mesmo saco e vem aí a COPA DO MUNDO.
É hora de ir às ruas e reencontrar a luta popular, muitas vezes perdida na cooptação do poder representado por uma cadeira, mesa, telefone e alguns cartões de crédito, além do “direito” de ser governo.
De onde? De quem?

Entenda e combata: Salve os Índios Guarani-Kaiowá




 ASSISTA O VIDEO


http://novobloglimpinhoecheiroso.wordpress.com/2012/10/24/gilmar-mendes-suspendeu-decreto-de-lula-que-dava-posse-de-terras-aos-indios-guarani-kaiowa/ — 
http://novobloglimpinhoecheiroso.wordpress.com/2012/10/24/gilmar-mendes-suspendeu-decreto-de-lula-que-dava-posse-de-terras-aos-indios-guarani-kaiowa/

Por que a América Latina é um território vigiado pelos EUA?

http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=7766:amlatina241012&catid=30:america-latina-&Itemid=187
Por que a América Latina é um território vigiado pelos EUA?

Escrito por Romina Lascano   
Quarta, 24 de Outubro de 2012

O conflito geoestratégico com a China, o futuro da América Latina e o interesse de Washington na região são o miolo do novo livro da analista Telma Luzzani, Territorios Vigilados, recentemente apresentado em Buenos Aires, que deixa claro como opera a rede de bases militares estadunidenses na América do Sul.

Segundo a autora, a ideia do livro foi amadurecendo pouco a pouco até que em 2008 escreveu uma nota sobre a reativação por parte dos Estados Unidos da IV Frota Naval do Comando Sul, a fim de patrulhar os Oceanos Pacífico e Atlântico.

"O que me perguntava nessa nota é por que razão os EUA teriam interesse em reativar uma frota de semelhante poder de fogo no território onde, visivelmente, não havia nada que chamasse a uma guerra”, assinala Telma.

"Falei com vários analistas e o resultado dessa nota era que, justamente, nossas riquezas, com os recursos naturais e mais as mudanças que estavam acontecendo no mundo em âmbito econômico e político, tornavam necessário para os Estados Unidos militarizar a zona, para continuar mantendo seu poder e seu domínio”.

Depois ficou-se sabendo que o ex-presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, naquele momento à frente do governo, havia acordado a presença de sete bases militares em seu país. Esse foi o início de uma investigação de vários anos e de um livro que tardou quase dois anos para ser publicado.

Com a colaboração dos jornalistas Emiliano Guido e Federico Luzzani, a autora começou a desenrolar o motivo que levou à instalação e manutenção das bases militares – que passaram de 14 (em 1938) para 30.000 (em 1945), das quais, ao finalizar a II Guerra Mundial, somente permaneceram abertas 2.000 – sem conflito bélico à vista. Explica: “Todos os impérios tiveram bases militares. Os países que têm uma frota marítima significativa necessitam de lugares onde abastecer-se, treinar-se, acumular recursos. Então, as bases militares, na realidade, são parte da estrutura militar de uma potência. Quando os Estados Unidos se converteram na maior potência juntamente com a União Soviética, após a II Guerra Mundial, decidiram expandir suas bases em função de um projeto de dominação global”.

Segundo a jornalista, em cada período político, e de acordo com as circunstâncias, as bases vão mudando de características: “Uma base tradicional, grande, com muito pessoal, é muito cara e é odiosa para o país que tem de alojá-la. Em geral, cria conflitos, traz problemas ambientais. Após a queda da União Soviética, os Estados Unidos redesenharam seu poder militar e decidiram em algum lugar deixar as bases tradicionais, e em outros abrir novas bases ou substituir as que tinham por outras menores, dissimuladas, com pouco pessoal, que é rotativo. Para o governo que as aloja, é fácil convencer seus cidadãos de que não se trata de uma base militar...”.

Com relação ao critério empregado para situar as bases, a autora ressaltou que é geoestratégico. “Está vinculado à guerra e ao comércio”. E aprofundou, em uma das hipóteses de seu livro, o potencial conflito entre os Estados Unidos e a China rumo a 2016: "É somente uma projeção; 2016 é o ano assinalado pelo Banco Mundial como o momento em que, provavelmente, a China superaria os Estados Unidos como primeira potência econômica do mundo. Os Estados Unidos não vão esperar por 2016 e que isso seja um fato consumado; essas coisas são resolvidas antes que aconteçam. Não sabemos se a China continuará o mesmo esquema expansionista dos Estados Unidos. Vamos rumo a um sistema que ainda não conhecemos”.

Nesse contexto, Luzzani analisou a papel da América Latina e ressaltou duas questões importantes. “Uma é que, pela primeira vez, os Estados Unidos têm de deslocar uma presença militar evidente, que até aparece com a Base de Manta (EQU), mas não fazia falta porque havia uma quantidade significativa de governos militares, cuja linha de mando terminava diretamente no Pentágono. E, em segundo lugar, uma escassez de recursos naturais que, em nosso território, são abundantes”.

Luzzani também busca desmascarar com seu texto a denominada irrelevância latino-americana. “Outra hipótese que trabalho no livro é o fundamento que diz que a América Latina não tem nenhuma importância para os Estados Unidos. Tento demonstrar que é exatamente ao contrário. É tão importante que, em geral, sempre está presente em seus primeiros objetivos sobre o que vai acontecer na região. Sem a América do Sul e a América central, os Estados Unidos não poderiam ser a potência que são”.

A jornalista argumentou que daí provém a necessidade de dominar a região e de separar o Brasil e a Argentina, união que considerou como “um dos piores pesadelos dos Estados Unidos”. Telma Luzzani explicou que alguns fatos políticos não puderam ser incluídos no livro. "O que aconteceu com (Fernando) Lugo é importante porque eles têm uma base militar, que é a de Mariscal Estigarribia. Que no Paraguai exista um governo como o de Lugo ou o de Federico Franco faz uma grande diferença. Nesse sentido, me interessava muito ampliar esse enfoque”.

Antecipou que poderia mudar algum capítulo para se aprofundar sobre o processo de paz iniciado entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). "O presidente Juan Manuel Santos surpreendeu muito. A Colômbia sempre foi o país aliado estratégico dos Estados Unidos. A presença do Plano Colômbia justificada pelo narcotráfico, pelo terrorismo, parece que vai por água abaixo caso avance o processe de paz. Suponhamos que o processo seja um êxito e que o argumento do terrorismo e do narcotráfico se debilitem. Então, não se justificaria semelhante deslocamento militar”.

Em relação à reeleição do presidente venezuelano Hugo Chávez, a autora ressaltou que para os Estados Unidos é uma má notícia e ressaltou que esse país também está rodeado por bases militares norte-americanas. "Há bases que estão a 50 quilômetros da costa venezuelana. Estão também as bases da Colômbia. O modelo venezuelano e o tipo de política que é levado adiante na Venezuela são exatamente o que os Estados Unidos não gostariam que tivesse êxito, porque é totalmente contrário ao que eles disseram por toda a vida que era melhor”.

Na hora de desvelar se a América Latina pode libertar-se do controle norte-americano, Luzzani não deu lugar a dúvidas. “Se pensarmos nas riquezas que temos, creio que, no momento, é muito difícil que deixemos de ser um território vigiado”.

(Territorios vigilados. Como opera la red de bases militares norteamericanas en Sudamérica; Editorial Debate, Buenos Aires, 560 páginas).

Romina Lascano é jornalista do Página 12, onde a matéria foi originalmente publicada.
Traduzido por Adital.

Enviada por Paulo Ávila.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

"FAMAFIOSOS" COM FAZENDAS EM TERRAS INDÍGENAS

Lista dos Famosos que Tem Fazendas Invadidas em Terras dos Guarani e Kaiowá

 
 
 
 
 
 
33 Votos

Ratinho tem fazendas na Regiao do Cone Sul, em terra indígena. Ele é empresário em telecomunicação no Parana, tem fabrica de cerveja e café, alem de ser o apresentador do SBT. Pedimos a sua colaboração na campanha de boicote, NÃO COMPRE CAFÉ, CERVEJA E OU QUALQUER OUTRO PRODUTO PRODUZIDO EM SUAS EMPRESAS, NÃO COMPRE OS PRODUTOS QUE ELE ANUNCIA NO PROGRAMA E NÃO ASSISTA O PROGRAMA ATÉ QUE ELE ENTREGUE AS TERRAS AOS INDÍGENAS QUE FORAM EXPULSOS DE LÁ.

Hebe Camargo tem fazenda proximo (A FAZENDA DELA ESTÁ DENTRO DE OUTRA TERRA INDÍGENA EM FASE DE ESTUDOS) as aldeias que foram atacadas. ATÉ O MOMENTO NÃO CONSEGUIMOS LEVANTAR INFORMAÇÕES DE EMPRESAS EM NOME DE HEBE CAMARGO, MAS TAMBEM PODEMOS BOICOTAR SEUS PATROCINADORES, NAO COMPRANDO OS PRODUTOS QUE ELA ANUNCIA NO PROGRAMA E NÃO ASSISTINDO O PROGRAMA, ATÉ QUE ELA DEVOLVA AS TERRAS AOS INDÍGENAS.

Regina Duarte lidera  o setor pecuarista contra os povos indígenas, participa de comicios contra as demarcações e contra os povos indígenas em todo Brasil. No MS ela é a “Garota Propaganda” em campanhas contra indígenas. ELA É PRODUTORA DE TEATRO, E VENDE BOI NO MERCADO. BOICOTE AS PEÇAS TEATRAIS QUE ELA ESTIVER ENVOLVIDA, POICOTE OS PATROCINADORES, NAO COMPRE PRODUTOS DOS PATROCINADORES DAS PEÇAS DE TEATRO DELA. NÃO ASSISTA NOVELA QUE ELA TRABALHA E NAO COMPRA PRODUTOS DOS PATROCINADORES DESTAS NOVELAS, ATÉ QUE ELA DEVOLVA AS TERRAS AOS INDÍGENAS.

se voce conhece mais algum artista que tem fazenda em Terra Indígena, denuncie aqui como comentário, nós colocamos a foto aqui nesta lista.
Obs: em breve o nome de políticos com fazendas em Terra Indígena, mande sua denuncia!

O Risco de Golpe cada dia maior e via 'pacificadores'





  • Fernanda Tardin II É fato que embasam o artigo: os militares que comandam grupo de pacificação, são militares que comandam alternadamente grupos de 'ajuda humanitária no Haiti', que comandam grupos que 'vigiam ' a fronteira na Amazônia ( e detestam os índios, falam ser eles os bandidos ). Estes militares estão sendo treinados e 'capacitados' pelos militares do General Mourão em Juiz de Fora (Mourão é o general comandou a tropa que saiu de JF para consolidar o golpe de 64) em parceria com a USAID / MOSSAD ( Israel).

    A Globo , aliada do sistema e de golpistas, estreia uma novela de 'heróis', e venderá ao mundo a ideia ( via heroína com escova e vestidos de grifes e namorada do herói galã)de militares terem acabado com o trafico no Alemão.( ou no Rio).

  • Cabral, Casagrande e cias em agosto de 2011 se reúnem , no Palácio Anchieta - fui pq. fui convidada e vi com estes olhos que a terra.( VIDE relatório em artigo de Laerte Braga e fotos da 'confraternização'http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/2011/09/quadrilhasempresas-querem-o-pre-sal-o.html ..- sob a batuta do dirigente tucano e ex secretario de finanças de hartung ( Jo´se Teofilo - http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/04/noticias/a_gazeta/politica/1209552-governo-explicara-em-15-dias-beneficios-fiscais-de-10-anos.html) organizando uma manifestaçao ' O PETROLEO ( Pre sal)É NOSSO '), contra o VETO de Lula. Ignoraram de proposito que o Veto era contra empresas estrangeiras participarem dos leilões de extração. GOLPE...
  • gazetaonline.globo.com

    Pedido é do TJES, que questiona suposta atuação de Teófilo em compra de terreno
    na mesma época, o Alemão é ocupado. Pacificam os excluídos e dão ao povo uma sensação de ' tudo resolvido'. Agora, BEM SUCEDIDOS os amigos do sistema , num governo que tem ciência que existe meios muito mais inclusivo para tal, ocupam para 'pacificar' 3 bairros da grande Vitória: BONFIM ( comunidade petista), Bairro da Penha e Morro de Sao Benedito, morro este historicamente resistente a ditadores e que escondeu guerrilheiros urbanos na ditadura ( certa Clemente - Carlos Eugenio Paz?).

  • Paralelo os privatas seguem imunes no poder e está condenado o mentor do PAC ou de Emendas que se aplicadas de fato estaria acabando com a farra que via 'parcerias' possibilita farras diversas e em quantidade como a do exemplo acima. Cassado após aprovar um conjunto de emendas, Zé Dirceu e o POVO não viram ainda hoje a aplicação destas na pratica, nos deixando todos reféns do sistema que volta e meia traz a tona via operações da PF 'pixotes', Naufrágios, cachoeiras...

  • Policia Interativa, que EMPODERA O POVO, e inclusão social.. 'nem pensar' , certa casagrande? ACORDA POVO.....a Operação Condor IV está sendo articulada, estrategistas nos empurram pacificadores....


terça-feira, 23 de outubro de 2012

A PACIFICAÇÃO DOS EXCLUÍDOS - DIÁRIO LIBERDADE

A ocupação de morros no Rio de Janeiro, prática que começa a se estender a todo o País, é uma decisão tomada longe do Brasil e sob a batuta dos serviços secretos dos EUA e de Israel. A decisão de enviar tropas brasileiras ao Haiti (forças armadas e polícias militares) deu início ao treinamento do que chamam pacificação.

Na prática, além da violência não noticiada pela mídia, consuma a exclusão dos excluídos e a incompetência do aparelho policial, logo dos governos, para combater o tráfico de drogas.
Há alguns anos atrás uma senhora perguntada em São Paulo sobre a ação policial na favela onde morava reclamou mais ou menos nos seguintes termos – "prefiro o INPS do PCC, lá tem remédio, o do governo não".
A decisão de construir muros separando comunidades e que soa como instrumento de combate ao tráfico de drogas e outras modalidades de crimes não difere dos muros que separam palestinos de israelenses, ou mexicanos de norte-americanos. São muros de segregação, dos preconceitos.
A violência em São Paulo, por exemplo, na própria mídia de mercado, atinge a níveis absurdos tanto por parte de criminosos como de policiais, sobretudo militares. Polícias militares, com as características que têm em nosso País, são uma aberração em si e por si. Polícia é uma instituição civil.
Resquício do coronelismo escravagista do século XIX, força de repressão a serviço das elites políticas e econômicas. Se o tráfico de drogas se mantém intocado (as prisões são de bagrinhos no esquema), movimentos de trabalhadores rurais sem terra, professores, estudantes, trabalhadores de um modo geral, são reprimidos com requintes de barbaridade só visível em países totalitários.
Não é um fenômeno que atinge só o Brasil. A exceção dos países latino-americanos cujos governos não aceitam a tutela das elites (internacionais e as submissas nacionais), essa forma de reprimir e "pacificar" excluídos é comum aqui, na Colômbia, no Peru, nos países da América Central a exceção de Cuba e começa a se mostrar forte e viva na reação de trabalhadores de países da Comunidade Européia diante do novo Reich que se forma em Berlim.
BOPE. Glorificado em prosa, verso e na tela. O assassinato oficializado, o linchamento coletivo autorizado pelo Estado. O medo e o terror impostos a populações de favelas. A imensa e esmagadora maioria formada por trabalhadores, ou marginalizados pelo sistema. Os excluídos.
Um dos grandes temores dos governos dos EUA e de Israel (que controla a indústria bélica brasileira desde o acordo de livre comércio firmado pelo governo Lula, o que foi engolido pela baleia capitalista/sionista) é que as conversações de paz entre os rebeldes colombianos e o governo cheguem a bom termo. A perspectiva de controle, em eleições, do Parlamento e até da eleição de um presidente ligado às FARCs é real. No último acordo de paz firmado, quando as Forças Armadas Revolucionárias Colombianas depuseram armas e resolveram disputar as eleições perto de três mil militantes foram assassinados, dentre eles dois candidatos a presidente (Jame Pardo Leal e Bernardo Jaramillo Ossa, além do ex-secretário geral da Juventude Comunista Colombiana José Antequera e dirigentes como Teófilo Forero e Manuel Cepeda Vargas.
As forças regulares colombianas ignorando o acordo de paz atacaram o secretariado nacional das FARCs. As distorções da mídia funcionaram e ao movimento não restou alternativa que não a de voltar à luta armada.
Não interessa ao tráfico de droga, comandado pelos militares colombianos, pelo governo de Uribe e agora Manoel Santos, pelas forças de extrema direita – os paramilitares – que haja paz. E muito menos a Washington ou Tel Aviv que enxergam na América Latina um vasto campo de experiências, de controle, de espoliação de riquezas, nos mesmos moldes dos colonizadores espanhóis e portugueses.
Em 2007 o governo da Colômbia foi condenado pela Corte Internacional de Direitos Humanos pelo assassinato de doze investigadores de direitos humanos. Foram mortos por paramilitares (traficantes). Relator das investigações, Michael Camilleri, afirmou que "a sentença mostra que o Estado não só carecia de vontade de confrontos os paramilitares, mas que alguns oficiais se mancomunaram com eles contra os investigadores do próprio governo".
Militares brasileiros, policiais militares visitam regularmente a Colômbia onde apreciam os métodos que vão pondo em prática aqui.
É a pacificação que se estende ao Brasil, milícias, como as que atuam no Rio (apoiaram Sérgio Cabral em 2010 e a Eduardo Paes agora).
O embrião desse processo começa ainda no governo FHC, prossegue no governo Lula e agora no governo Dilma, com a inevitável contribuição de governadores estaduais (Casagrande já pensa em fazer o mesmo no Espírito Santo, na prática, recebeu a comunicação que a bola da vez é seu estado).
O acordo militar Brasil/EUA passa pela Escola de Tegucigalpa, onde são formados os militares golpistas para todos os países latino-americanos, africanos, motivo da deposição de Manuel Zelaya (é a maior base americana na região), como o controle da tríplice fronteira resultou no golpe branco contra Fernando Lugo e em seguida manobras militares de tropas paraguaias e norte-americanas.
Em Honduras se mata em média dez pessoas por dia (trabalhadores, jornalistas, resistentes) nas políticas de repressão do governo "democrático" de Pepe Lobo que, neste momento vai privatizar "CIDADES". Expropriar áreas no interior do país para construir cidades a serem entregues a iniciativa privada.
Grande Colômbia é o nome disso e inclui o Brasil.
Quando uma rede de comunicações como a GLOBO começa uma novela para louvar a "pacificação" dos morros do Rio de Janeiro está apenas vendendo a idéia colonizadora e de exclusão. Quando a RECORDE reage está reagindo a uma investida em sua área, onde, muitas vezes aliada ao tráfico, "recupera" bandidos e os transforma em pregadores da "palavra" de Deus. Legiões de excluídos de um lado catequizados no fanatismo religioso e de outro nos carros blindados que chamam de "caveirões".
A disputa pelo direito de melhor servir ao capitalismo.
A tal inclusão social é falácia. Serviu para conferir ao automóvel a condição de divindade.
Transformá-lo em objeto de culto e adoração e entupir ruas de cidades no afã de levar pessoas – supostamente – a se vangloriarem de terem participado de congestionamentos de 50, 60 quilômetros. Exibidos portentosamente do alto em helicópteros especiais para o gáudio dos zumbis.
É o espetáculo exibido diariamente e sob disfarce de entretenimento, às vezes de "cultura", a submissão imposta pelo tacão da telinha e das bordunas pacificadoras.
Não se percebe o sangue que sangra verde nos ralos das ruas das cidades. O ser vai se despojando do seu bem mais precioso, seu caráter humano.
Não existe pacificação alguma nas favelas do Rio, apenas se conclui um processo brutal e que robotizando pessoas se transforma num outro grande muro, esse invisível, mas perceptível. O da colonização, ou recolonização.
E chamam isso de pacificação. É o muro que exclui os "pacificados". Um perfil aterrorizante do capitalismo (dentre muitos).
É preciso arrebentar esses muros e recobrar a vida em seu sentido, em sua essência, sentir correr nas veias o sangue vermelho da luta de classes.
Que é de sobrevivência.
E tome Regina Duarte dissertando sobre liberdade de expressão.

PERSEGUIÇÃO POLÍTICA Periodista condenado na Colombia


From: Azalea Robles 


Periodista de Telesur condenado a 15 años de cárcel en un juicio político en Colombia: Operación escarmiento


Se ruega publicar en medios alternativos, si posible en cobertura especial y portada para ejercer mayor solidaridad: solo la solidaridad hará cesar la persecución contra el periodismo en Colombia. Los medios alternativos deberían tomar parte activa en un mayor ejercicio de la solidaridad con estos colegas sacrificados.

Texto de D.Emanuelsson a continuación, y carta del periodista de Telesur, Fredy Muñoz, víctima de un grotesco montaje judicial, y condenado a 15 años de cárcel por cargos para los cuales ya había sido absuelto.
 

15 años de cárcel para el periodista Fredy Muñoz: “Operación Escarmiento” para que no queden dudas y no cunda el ejemplo…

Por Dick Emanuelsson, ANNCOL
 

 

“Operación Escarmiento” para que no queden dudas y no cunda el ejemplo…

Nueva víctima de la caricaturesca ¿Justicia? Colombiana.

Por Dick Emanuelsson

 

ANNCOL / 2012-10-17 / Condenan a nuestro colega y amigo, Fredy Muñoz Altamiranda, a 15 años de prisión en otro “Falso Positivo Judicial”.
Hace un mes fue condenado Joaquín Pérez Becerra, director de esta agencia de noticias, en un juicio que no tendría asidero en otro país. Ese comentario no es nuestro, es de los colegas colombianos, transmitidos recientemente al Lars Palmgren, corresponsal en América Latina de la Radio Estatal Sueca, SR, después de haber entrevistado a Pérez en la cárcel La Picota.
Ahora nos llega la Carta Pública del compañero Fredy, informando sobre otro caso de la macabra trama judicial colombiana: el suyo.
Nos cuenta que fue condenado a 15 años de cárcel, a través de un juicio falso y absurdo, ya que el colega fue acusado de ser integrante del Frente 37 de las FARC-EP.
Por supuesto en dicho juicio no quedó constancia de que el compañero ejercía su profesión de comunicador social del canal Telesur, lo cual hubiera sido muy distinto y más noble porque esa era su realidad y no la lucha dentro de la organización guerrillera.
En Photoshop se puede hacer mucho.
 

La rabia contra Telesur y su corresponsal colombiano

En el año 2005 en el continente americano se abrió el espacio Telesur, causando fastidio indisimulado entre los socios de la SIP –Sociedad Interamericana de Prensa- dirigida y financiada, desde la década del ’40, nada más ni nada menos que por la CIA.
Al hacer su aparición, Telesur, la reacción de esos personajes mercenarios de la información fue similar a la que manifestaron cuando ANNCOL hizo su aparición en la mitad de los ´90. Grande fue su malestar porque no podían neutralizar la voz de esta agencia ya que no se encontraba en tierra colombiana.
Telesur habría de oponerse al monopolio de los medios oligarcas como por ejemplo, el clan Santos, Santodomingo, Carlos Slim y Cía y eso resultaba demasiado fastidioso.
Fredy Muñoz fue uno de los primeros reporteros de Telesur en Colombia y tuvo que soportar bastantes agresiones de la clase social que se siente dueña de Colombia.

Entra en acción el DAS-G3

Durante la primera instancia del juicio, en el año 2007, el compañero fue absuelto y por obvias razones decidió instalarse en Venezuela, sabiendo que su vida en la tierra que lo vio nacer corría demasiado peligro.
No sólo Fredy fue objetivo del régimen uribista. También cayó la estigmatización sobre William Parra, jefe de redacción de Reuters en Bogotá y hombre cáustico cuando de formular preguntas se tratara en la Casa Presidencial. Por supuesto ello apresuró la avalancha de críticas que cayeron sobre él, en Colombia no se acepta que un periodista ejerza las bases del verdadero periodismo.
William fue apuñalado un domingo, mientras paseaba con su familia por la sabana de Bogotá, salvando su vida de manera inexplicable para quienes no creemos en milagros.
Durante años y desde el doloroso exilio, William Parra luchaba para que
su honra fuera restablecida.
Al igual que Fredy, incapaz de dejarse amedrentar por las hordas fascistas, William continuó con su tarea hasta que aterrizó ante el mismo poder judicial, porque los ideólogos del régimen estaban desesperados por tener gente enredada en la llamada “Farc-política”. Después de 5-6 años de juicios, el colega Parra fue absuelta, gracias por la solidaridad internacional de los colegas en el mundo. Un reconocimiento a las autoridades y gobierno de Venezuela que no se dejaron a presionar por el Estado Colombiano. Hoy, William colabora con Telesur.

Los montajes contra Hollman, Lozano. . .

Siguió la lista de periodistas estigmatizados por la “justicia” colombiana, pasando a engrosar la lista Hollman Morris, Carlos Lozano, Claudia Duque, Daniel Coronel, un periodista británico y quien escribe.
Todos fuimos objeto de persecución del grupo ilegal DAS-G3 durante un tiempo interminable. Según Santos, el DAS está disuelto. Pero no dejó sus operaciones y guerra psicológica.
Juan Gossaín, el legendario director de RCN Radio, una mañana de 2009 leyó su editorial y calificó a la Policía Política Secreta de Uribe como una banda criminal, una mafia y concluyó asegurando que no actuaba como una rueda suelta, sino que lo hace bajo órdenes estrictamente dirigidas para neutralizar todo tipo de oposición contra el régimen criminal de Uribe.

Videomontajes DAS contra Hollman y Emanuelsson

 
 
“Incluir en video de FARC”, era el plan del DAS-G3
contra Hollman Morris y Dick Emanuelsson
 
 
Los agentes del DAS-G3 hacen el trabajo “sucio” y la fiscalía
y el Poder Judicial formaliza los montajes de
los “Falsos Positivos Judiciales”
 
 
Contra Hollman Morris y mi persona, los agentes del DAS-G3 estaban listos para fabricar videomontajes, ubicándonos como guerrilleros de las FARC, lo mismo que aplicaron a Fredy. Al mismo tiempo tenían el espacio para implementar sus campañas sucias en los medios que históricamente han sido fieles al poder fáctico colombiano.
Causa gracia a todos los que conocemos a Freddy Muñoz, verlo en una foto truncada en el cuerpo de un guerrillero de casi dos metros de altura, cuando el compañero no mide más de 1.65 metros.
A mi la fiscal en el juicio contra Joaquín Pérez, me acusaba de ser guerrillero, presentando una foto de “prueba reina” para desacreditar mi credibilidad como testigo.

La fiscalía “googeleando” buscando pruebas

En realidad todos pueden darse cuenta que soy un rubio sueco. Vale agregar que la foto fue sacada por mí mismo en el año 2001. Y seguimos agregando, en el mismo grupo fotografiado están los comandantes, Pastor Alape (FARC) y Gallero (ELN) y otros guerrilleros cuyas edades oscilaban entre los 18 y 25 años. Sus cabellos negros contrastaban con los míos, canos, ya que yo casi había llegado a los 50 años.
Es más, la foto que la fiscal descargó de Google desde la portal de Prensa Rural, unos días antes de mi testimonio, el 19 de agosto (2012), había sido publicada en tres columnas en el semanario VOZ la primera semana de febrero del 2001 junto con el reportaje que hice ese día cuando cinco fortificaciones de los paramilitares habían sido tomadas por una combinada fuerza guerrillera de la FARC-ELN. Es más que obvio, que el juez no pudo hacer otra cosa que rechazar la foto de la fiscal que quedó totalmente desenmascarada.
 

A rechazar el terrorismo judicial colombiano

Este comentario accesorio no está desprendido de la realidad que hoy padece nuestro compañero Freddy Muñoz. Vemos, con los datos aportados, que nuestro colega es víctima de una justicia caricaturesca, dañina y como tal, demasiado peligrosa.
Hoy está siendo estigmatizado por semejante caricatura de justicia, nuestro compañero. Urge que nuestros colegas en el mundo levanten su voz contra semejante atropello a la libertad de expresión y garantías plenas de ejercer el periodismo sin ser asesinado o encarcelado.
Exijamos JUSTICIA PARA FREDDY MUÑOZ, el terrorismo de estado colombiano buscará más víctimas y sólo nuestra solidaridad podría detener semejante barbarie.

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Carta Pública de Freddy Muñoz

UNA CONDENA CONTRA LA PAZ

Rechazo de forma categórica la condena proferida por un juez colombiano en mi contra. Nunca he sido, ni seré un “terrorista”, “explosivista”,” bombardeador de centrales eléctricas” como dice su fallo. Nada más absurdo que eso. En toda mi carrera, cuya huella es pública y notoria, sólo he bombardeado a la mentira con lo que mejor sé hacer: escribir la verdad.
Fredy Muñoz
En 2005 representé en Colombia como corresponsal a la multiestatal teleSUR, hasta el año 2007, cuando salí de la cárcel, acusado de rebelión por fiscales espurios. En ese tiempo un juez valiente determinó que el testimonio de tres, cinco, diez, o cien hombres condenados a pudrirse en los intestinos del sistema judicial colombiano, a cuarenta años de cárcel, y motivados por promesas de rebajas de penas, no eran suficientes para acusarme, menos aún para condenarme.
Hoy, con esas mismas pruebas: los testimonios de hombres coaccionados y en desgracia, un juez decide condenarme a pagar 15 años de cárcel por hechos cuyos autores son confesos y están condenados desde hace tiempo.
Esta condena evidencia que mis denuncias siguen vigentes: la Fiscalía, y una buena parte del Sistema Judicial colombiano están al servicio del narcotráfico y del paramilitarismo, para judicializar y disminuir a la resistencia social en Colombia.
Miriam Martínez Palomino, la fiscal que me acusó inicialmente durante este proceso, es un personaje funesto de la “justicia” colombiana, famosa por archivar el sonado proceso de los campesinos desplazados, víctimas del paramilitarismo en Las Pavas, Sur de Bolívar. (Ver http://www.lasillavacia.com/historia/los-sonados-casos-de-la-fiscal-que-no-les-creyo-los-campesinos-de-las-pavas-30278)
Martínez Palomino, condenada por sus decisiones contra el patrimonio público, tomadas en el caso del desfalco de Foncolpuertos, y responsable, por su impericia intencional, de la salida de Alfonso Hilsaca de la cárcel, es junto al fiscal Demóstenes Camargo de Ávila, y el ex director de Fiscalías en Cartagena, Jaime Cuesta Ripoll, parte del equipo de narco-para fiscales manejados por el ex jefe paramilitar de los Montes de María, Rodrigo Mercado Pelufo, y el ex fiscal general Luis Camilo Osorio, durante la presidencia de Álvaro Uribe Vélez.
La condena en mi contra es un estertor de la presencia uribista y paramilitar en nuestro entorno judicial.
Cuando fui detenido en el aeropuerto El Dorado, el 19 de noviembre de 2006, la orden de captura en mi contra estaba en los sistemas del DAS desde el 3 de noviembre de ese mismo año, y yo salí del país, con esa orden vigente, el 6 de noviembre, tres días después.
Los organismos de inteligencia decidieron hacerla efectiva a mi regreso de Caracas, para involucrar y perjudicar el nombre de la multiestatal teleSUR y al Gobierno venezolano con mi captura por rebelión y terrorismo.
Hoy este fallo condenatorio, que estaba listo en agosto de este año, es publicado a una semana de haberse dado los resultados electorales en Venezuela, y a dos días de iniciarse formalmente en Oslo el inicio de unos nuevos acercamientos de paz con la insurgencia colombiana.
Condeno esta decisión judicial por ser una persecución a mi público disentimiento con el sistema que nos ha gobernado siempre, por mis denuncias frontales y en nombre propio de nuestros detractores, y porque es una manera de amedrentar a quienes encaramos sin capuchas la vocería de los procesos políticos que buscan nuestra justicia social.
Seguiré dinamitando a la mentira, bombardeando con mi trabajo periodístico a las estructuras de un sistema que tiene al mundo movilizado en su contra, y amplificando las voces de quienes quieren una Colombia y un mundo mejor.
Fredy Muñoz Altamiranda – octubre 17 de 2012
Agencia de Noticias Nueva Colombia, ANNCOL
Web: www.anncol.eu




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