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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Grileiros golpistas revoltados com vetos de Dilma ao Código Florestal


18/10/2012 -
Jornal Correio do Brasil, por Redação, com Agência Senado - 
Vetos de Dilma ao Código Florestal dividem Senado
 
Código Florestal
Proteção a margens de rios é o ponto mais discutido
 
 
Enquanto o presidente do Senado, José Sarney, e o senador Luiz Henrique (PMDB-SC), relator da matéria, consideraram positivos os vetos aplicados pela presidenta Dilma Rousseff ao projeto de lei (PLV 21/2012) que alterou o Código Florestal, a senadora Ana Amélia (PP-RS) e o senador Cyro Miranda (PSDB-GO) criticaram as mudanças.
 
 
Após reunião na manhã desta quinta-feira com a presidenta Dilma Rousseff, Sarney avaliou que os vetos como necessários para restabelecer o equilíbrio do acordo firmado durante a tramitação do projeto no Congresso.
 
 
- Acho que os vetos não foram vetos de forma a prejudicar a Lei. Foram vetos de correção a fim de restaurar o antigo acordo que possibilitou a votação do Código Florestal. Acho que os vetos foram necessários para nós retomarmos aquele espírito que foi o espírito de não ficar radicalizado com nenhuma das correntes – disse Sarney.
 
 
Para Ana Amélia, Dilma foi “fundo demais” nos vetos ao texto aprovado pela Câmara dos Deputados e o Senado (Lei 12.541/2012). De acordo com a parlamentar, os nove vetos publicados no Diário Oficial da União não foram o esperado depois de uma exaustiva negociação entre ruralistas e ambientalistas para se chegar a um consenso no Congresso Nacional.
 
 
O ponto principal das divergências é a a recomposição mínima das margens dos rios para os que têm propriedade de dez a 15 módulos fiscais nas Áreas de Preservação Permanente (APPs). Um módulo fiscal é a quantidade de hectares necessária para viabilizar uma produção agrícola e varia de município para município.
 
 
- O médio agricultor está desassistido em matéria de políticas públicas. Porque o grande tem capacidade de financiamento, mas o médio, aquele até 300 hectares, esse está sem pai nem mãe nesse processo. E aí quais são as condições que ele terá para cumprir o rigor de toda essa legislação? – questionou a senadora, que prevê o aumento da concentração das propriedades ou de reparti-las em pequenos lotes.
 
 
Cyro Miranda vê os vetos como uma desautorização do Congresso Nacional:
 
 
- O que nos incomoda muito é que havia sempre a presença do governo nessas negociações e todos os dias isso era tratado junto à presidência da República. E depois vem esse veto. É uma desautorização. É uma prerrogativa da presidente? É sim, mas eu acho que ela vai criar arestas muito pesadas – afirmou o senador.
 
 
‘Além do possível’
 
 
No entender de Luiz Henrique, “o projeto sancionado vai propiciar ao país manter a liderança em termos de produção agrícola e de preservação ambiental. Não foi o ideal, mas foi além do possível na correlação de força no Congresso”.
 
 
O senador observou que, no texto sancionado, a presidenta Dilma Rousseff manteve a proteção aos pequenos agricultores e, no Decreto 7.830/2012, publicado na quarta-feira (17), estabeleceu as condições para aqueles que precisarão recompor áreas de preservação desmatadas ilegalmente.
 
 
O parlamentar não acredita que haverá retaliação em votações no Congresso por parte de parlamentares da bancada ruralista descontentes com os vetos.
 
 
– O que consta do projeto tem aceitação das principais lideranças da Frente Parlamentar da Agricultura. Há vozes discordantes, tanto entre ambientalistas como entre ruralistas, mas a maioria entende que foi um avanço importante a lei que agora entra em vigor – disse.
 
 
Questionado pelos jornalistas, Luiz Henrique disse não acreditar na possibilidade de o Congresso derrubar os vetos da presidenta.
 
 
– Há uma fila imensa de vetos a serem votados e, nos últimos meses, não vi votação de veto algum – observou.
 
 
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PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO NOTA OFICIAL SOBRE AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS EM JUIZ DE FORA E O SEGUNDO TURNO





PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO

NOTA OFICIAL SOBRE AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS EM JUIZ DE FORA E O SEGUNDO TURNO



O Comitê Municipal do Partido Comunista Brasileiro, a propósito das eleições municipais de 2012 e o segundo turno previsto para o dia 28 de outubro. Deixa clara a sua posição.
O PCB entende que eleições são um instrumento e não um fim, levando em conta suas características de partido revolucionário. Seu maior objetivo é a construção do Poder Popular. Ao longo do primeiro turno e através de seus candidatos levou aos cidadãos de Juiz de Fora a proposta de mudanças estruturais na administração pública municipal. O fez com firmeza e civilidade, em alto nível.
Defendeu e defende a reconstrução dos serviços públicos municipais desmanchados nos processos de terceirização, acentuando a situação precária da saúde pública municipal. A adoção do horário integral nas escolas públicas da rede municipal, proporcionando atividades além das já definidas na escola tradicional. Nós os comunistas nos manifestamos contra o processo de privatização da CESAMA, do DEMLURB e o sucateamento privatista da AMAC e das políticas de assistência social, posto em curso pela atual administração. Pela implantação gradativa de uma Companhia Municipal de Transportes Coletivos visando a estatização dos serviços de transportes coletivo urbano, transformando-o em transportes coletivos públicos.
O PCB levou aos cidadãos a constatação clara que é a cidade a primeira realidade de cada um de nós e não será possível a construção de uma cidade justa, capaz de proporcionar uma existência, coexistência digna às pessoas, sem a construção do Poder Popular. A plena participação dos mais variados setores e categorias da cidade e em sua totalidade, consciente que os atuais conselhos, previstos em lei, são meros instrumentos dos governos, cooptados na política de troca de favores e benefícios.
A compreensão que vivemos sob a égide do sistema capitalista em crise global, não significa que uma administração comunista não possa ter êxitos, levando em conta os direitos básicos e fundamentais do cidadão em sua cidade. Pelo contrário, ao assumir suas responsabilidades o Poder Público Municipal chama a si a construção de um processo cujo embrião revolucionário é real. A construção do Poder Popular.
Cumprimos o nosso papel, atingimos os nossos objetivos e ganhamos o respeito da população, mesmo dos que de nós discordam, pois fomos capazes de nos apresentar sem dissimulações ou artifícios. São 90 anos de luta ao lado da classe trabalhadora.
Não enxergamos em nenhum dos dois candidatos que disputam o segundo turno compromissos claros com o nosso programa e nem com nossos ideais e postulados marxistas leninistas. Por essa razão o Partido Comunista Brasileiro se mantém fiel a esses compromissos e não manifesta apoio nem a um e nem a outro, consciente que ambos representam o mesmo do mesmo com nuances de marketing que apenas disfarçam essa semelhança.
Nossa conclusão obedece a uma análise de conjuntura que leva em consideração o todo e não apenas partes ou fragmentos da realidade de Juiz de Fora, Minas e o Brasil. Somos, a cidade e os seus cidadãos, a primeira realidade de cada um de nós, mas somos também as primeiras vítimas do processo neoliberal desfechado no País em maior ou menor escala desde o governo de Fernando Henrique Cardoso. Hoje, por exemplo, vamos os hospitais universitários, indispensáveis à formação dos nossos médicos, do atendimento à população e de geração de tecnologias de ponta no setor, ameaçados de privatização.
Claro está que as promessas feitas ao sabor dos interesses eleitorais não poderão ser cumpridas e obedecem apenas ao caráter ilusório do processo eleitoral. Quem constrói mais, quem investe mais, quem vai administrar melhor. Para quem? Qual o sentido? Não há nenhum compromisso expresso com o Poder Popular.

É dessa forma como tem sido nossa característica que manifestamos os agradecimentos aos nossos apoiadores e declaramos nossa posição no segundo turno das eleições municipais de Juiz de Fora.
E nossa disposição de luta permanente em torno do Poder Popular. Passa pela organização da classe trabalhadora e a unidade das esquerdas nas ruas, sindicatos e associações, para fortalecer a luta de resistência contra novas investidas contra os trabalhadores (as).
É por esses motivos que não apoiamos nenhuma das candidaturas que disputam o segundo turno. Só a organização autônoma e a luta contra o poder das elites que governam Juiz de Fora é que fará com que esse cenário de marginalização social será combatido.



TODA BOÇALIDADE de um ministro 'Ditadura: um mal necessário', por Marco Aurélio Mello



num país como o Brasil, a apologia ao crime( SIM A DITADURA NO BRASIL É CRIME LESA HUMANIDADE) resulta em MINISTRO do STF. Olha o 'etico ministro do STF' aí :cumplice e boçal Marco Aurelio Mello. " a ditadura foi um mal necessario'. CADEIA NELLE.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Um Conjuntura Local que vale a todo território nacional


É possível olhar as partes, num determinado momento uma só parte, mas é preciso ter a compreensão do todo, do contrário não chegamos a lugar algum. No caso específico do PCB de Juiz de Fora a campanha alcançou os resultados que se desejava. O Partido se apresentou sem dissimulações, seus princípios veiculados com transparência, com civilidade, mas, principalmente, as pessoas da cidade puderam ouvir vão poder pensar sobre isso, algumas verdades inquestionáveis. A primeira delas é que a realidade imediata de cada um de nós é a cidade. A segunda é que não se constrói a cidade sem o Poder Popular, ou seja, a organização popular participando e decidindo ações de governo. Noutra ponta, isso passa por entender que as cidades, todas, estão inseridas num contexto capitalista, falo do Brasil. Por várias vezes fomos advertidos que ao criticarmos a globalização estávamos deixando de lado as questões relativas à cidade. Não. Estávamos cuidando da cidade no seu todo e mostrando aos cidadãos que como dizíamos, ou dissemos, um espirro na China repercute no preço do tomate ali na banca de uma feira. A seca nos estados do meio oeste dos EUA levou os latifundiários brasileiros ao desvario no afã de produzir etanol de desmatar tudo o que for possível. A área para a produção de alimentos está indo para o brejo por conta disso, o milagre de Lula que hoje está em mãos de grupos estrangeiros em sua maioria, tanto quando a produção de transgênicos, que cria dependência tecnológica sem tamanho e provoca alta no preço dos alimentos. Breve a necessidade cultivar tomate em casa e torcer para dar certo. Os preços vão subir mais ainda, latifundiários e agronegócio não têm escrúpulos e nem respeito por nada, são amorais. Outro fato é a mania do PT de achar que inventou a esquerda. Lula quando assinou o acordo de livre comércio com Israel, ato irresponsável, abriu as portas à dominação do pior terrorismo de Estado e de Negócios que existe. O marido da presidente da PETROBRAS já firmou 42 contratos com a empresa, sendo que 20 sem licitação. É israelense e tem sua firma na Europa, mas mora no Brasil, a mais nova vítima do avanço sionista, até no café que tomamos. A firma do consorte trabalha na área de tecnologias de componentes eletrônicos, o que vai aumentar nossa dependência (somos capazes de gerá-las) e nos fazer mais mancos ainda que já somos na presunção que somos potência mundial. Somos não, somos ilusão. E um outro aspecto, candidatos de um modo geral tendem a falar que vão ter apoio de governos estaduais. Mentira. Minas, por exemplo, está quebrada, as finanças foram para o brejo com o irresponsável do Aécio e Anastasia é só um hífen até a próxima eleição, sem prestígio algum. Vai cortar, no caso de Juiz de Fora, a sua participação na cota de pagamento das UPAs terceirizadas, transferindo essa responsabilidade à prefeituras, aumentando o custo. Na tevê diz o contrário, lógico, é amoral também. Confia nas mentiras veiculadas pela mídia de mercado muito bem remunerada pelos bandidos que detêm o controle acionário do Estado máquina federal, ou de cada Estados, dos estados unidades de uma Federação de fancaria. Latifundiários, banqueiros, grandes conglomerados empresariais e a famigerada bancada evangélica, especializada em qualquer espécie de dízimo. São realidades que muitas vezes a população não enxerga. Muitos porque não querem, outros porque acham que tudo que sai na GLOBO , na VEJA, ou na FOLHA, é verdade. É claro que, A VERDADE DOS DONOS, dos DONOS DE ESCRAVOS. O institucional está falido, a luta é nas ruas.

Vergonha: Camara legaliza GAZETA de Deputados e Marco Maia é vaiado ( CORRETAMENTE VAIADO)

VERGONHA.
 DE PÉ POVO!


  • Câmara muda regimento para permitir que deputado falte sessões de segunda e sexta


     Marco Maia é bombardeado por críticas de internautas


    Presidente da Câmara é questionado após aprovação de termo que encurta semana de trabalho










    O Twitter do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT), foi bombardeado por críticas após aprovação na quarta-feira, 17, de projeto que torna oficial a "gazeta" dos deputados às segundas e sextas-feiras.  ( segue 

  • a luta para UMA BANDA LARGA POPULAR é NOSSA. Participe.


    a luta para UMA BANDA LARGA POPULAR é NOSSA. Participe.


    ATENÇÂO :em curtas palavras aqui ( mas estarei ao dispor de quem quiser saber mais)
    Porque sermos reféns das TELES COMUNICADORES MULTINACIONAIS e pagar um minimo de 35 reais mensais se podemos ser donos de NOSSA NET a um custo mensal de 4 a 10 reais.? 


    Via Marcelo Saldanha postado  no meu perfil 1 Fernanda Tardin, que tá completamente travado, me fazendo obrigada a copiar lá e postar aqui a fim de responder e compartilhar:Marcelo Saldanha
    há 7 horas

    Fernanda, passe esta informação para quem vc achar que deve para se alinhar com as informações que iremos passar sobre as cidades digitais. Este evento vem de encontro com todas as discussões que já tivemos
    e apesar de não termos conseguido ainda implantar um projeto ai No ES ou MG, não quer dizer que os cidadãos não tenham que se mobilizar para procurar suas proprias soluções. O fato é que o governo federal está em ritmo acelerado no entreguismo dos bens publicos de telecom para as teles e cidades digitais é uma das ultimas linhas de resistência. Vamu embora botar pressão e pressionar os executivos e legislativos via mobilização popular, se o povo quiser ter uma internet de direitos vai ter que começar a gritar e exigir tais direitos, pq do jeito que está indo, será só o mercado. abs
    #######
    Pessoal já faço o convite para todos que quiserem entrar neste evento que vem com o objetivo de esclarecer e conscientizar prefeitos, vereadores e cidadãos da importância do Programa de Cidades Digitais. Este evento postará links com material que auxiliará no debate para a criação efetiva da rede de internet pública municipal, dando informações estimadas de custos, gestão e impactos sociais e economicos que o programa poderá causar. Sendo assim, para quem quiser ficar entendendo em como sua cidade poderá ter uma internet de direito do cidadão, melhorar a gestão publica, dar eficiência e economicidade sobre os gastos publicos e ampliar os espaços para a participação social, fiquem ligados neste evento. Abs e sigamos em frente.
    Compromisso Político para Cidades Digitais Livres e Sustentáveis
    1 de Janeiro de 2013 em Internet!!!
    Participar


    Então , eu Fernanda Tardin, repito a pergunta a todos os brasileiros:

    ATENÇÃO em curtas palavras aqui ( mas estarei ao dispor de quem quiser saber mais)
    Porque sermos refens das TELES COMUNICADORES MULTINACIONAIS e pagar um minimo de 35 reais mensais se podemos ser donos de NOSSA NET a um custo mensal de 4 a 10 reais.?

    quarta-feira, 17 de outubro de 2012

    ABRIRAM A PORTA DO HOSPÍCIO



    ABRIRAM A PORTA DO HOSPÍCIO


    Laerte Braga


    Mitt Romney só não é louco de pedra porque não rasga nota de dólar. Pelo contrário, guarda em paraísos fiscais. Imagine um sujeito assim senhor de cinco mil ogivas nucleares e aquela malinha que dispara os códigos?

    Com certeza a maior festa de réveillon de New York embora a cidade não seja propriamente norte-americana. Uma espécie de exceção a toda aquela baboseira de botas texanas e esporas. Esporas principalmente.

    A polícia inglesa está se transformando em motivo de piada mundial não fosse o caráter trágico de suas ações. Mataram um brasileiro confundido com terrorista e agora um policial dispara uma daquelas armas de choque contra um cidadão que portava uma bengala supondo que a dita fosse uma espada.

    Deve ter enxergado Gêngis Khan isso depois de horas e horas num pub. Só pode. Ou então visto aqueles filmes norte-americanos que monstros emergem do mar e saem destruindo tudo. A espada mágica do rei Arthur é que não foi.

    Pobre Grã Bretanha. Reduzida a condição de base militar da OTAN e com apenas uma rainha caquética com medo de deixar o trono para Charles, um trapalhão que adora tampax. Colônia dos EUA.

    A culpa disso tudo é do Irã. Da crise na Grécia, na Espanha, em Portugal, do prêmio Nobel para a Comunidade Européia. Os caras resolveram, no meio do baile, soltar o célebre grito – “todo mundo nu”.

    Pronto! Deu em Ângela Merkel.

    Falta um sambódromo em Paris. Se dá certo ou não num sei, mas Joaquim Barbosa no carro alegórico ia ser o máximo. Gilmar Mendes ajudaria a empurrar, com certeza.

    Senhoras e senhores, eis a Justiça!

    Volta correndo Conan Doyle. Dê um jeito aí em cima de materializar-se em um cidadão europeu qualquer e traga de volta Sherlock Holmes. Os norte-americanos já arranjaram um jeito do doutor Watson virar mulher.

    O capitalismo conseguiu transformar asa de frango em parte nobre dessa excelsa figura galinácea. Cisca para trás.

    Coloca o carro na cama e deixa Uma Thurman na garagem.

    Adore o air bag. Perceba toda a sensibilidade dos freios, do computador de bordo.

    Atenção! Olhar à esquerda! Quatro aeromoças da Panam em trânsito para os aeroportos do passado.

    Houve um tempo em que o melhor da culinária italiana podia ser encontrado nos vôos da Alitália.

    Houve um tempo...

    Barrinhas de cereais. Baixa caloria e alimenta. Ou então paga a primeira classe, mas o champanhe não é o célebre Don Peringnon.

    Os caras chegaram de todas as partes do mundo com suas malas, seus olfatos agudos, paladares apurados e sede desértica para concluir que o melhor vinho custa 15 euros e é produzido num vinhedo familiar.

    Trem de doido sô! Uvas massagadas com os pés e nem é do Porto.

    A maior besteira que fizeram foi acabar com o fog em Londres. Nunca vão descobrir a real identidade de Jack o Estripador.

    Resta James Bond e M. Dá caldo. Não foi bem o que Ian Fleming pensou, mas Hollywood repensa tudo e coloca cores e efeitos especiais fantásticos.

    A GLOBO por aqui mostra tudo para a galera de Homer Simpson.

    Abram outras portas, as da percepção de Huxley, antes que a essência faça macaquices.

    Pior se alguém descortinar um admirável mundo novo. É passo de ganso.

    Já tentou pensar no dia a dia de George Bush. Acordar e se vestir, ter que amarrar os sapatos? Umas duas horas no mínimo. O cara consegue a proeza de ler livros de cabeça para baixo. Mas se segura no lombo de um touro por alguns segundos e pronto.

    Explode o Iraque.

    Acha que é John Wayne, nem chega aos pés de Jesse James. Com um pouco de esforço consegue ser um Dalton.

    Martin Lutero inventou o capitalismo. Um brasileiro, ou muitos alguns brasileiros inventaram o tal do dízimo. Milagre engarrafado.

    Garantia de êxito em cem por cento, mas no caso de falha não devolvem o dinheiro. A culpa é a falta de fé.

    Tenha fé irmão! Saia pelas ruas gritando aleluia, às vezes Deus é surdo e não consegue ouvir seu pedido.

    Três desejos só. Destampe a garrafa. Se for fanho não peça um pênis grande.

    Vamos lá, entupir as cidades de viadutos, mergulhões e forças pacificadoras, mas bem entendido na base do porrete.

    BOPE neles!

    Chamam isso de nova ordem democrática e implicam que mineiro chama troço de trem e trem de troço. Nada a ver com Aécio. Esse não é mineiro. Se for solto no centro de Belo Horizonte não chega na esquina. Só se for de táxi.

    E FHC não sabia onde ficava Sapopemba. Jânio pegou-o pela arrogância.

    Serra não. Sabe onde fica o cofre de Daniel Dantas. Gilmar Mendes já desenhou o mapa do tesouro. Dois habeas corpus.

    E louco é o cara que sai correndo pelas ruas pelado aos gritos de é o fim do mundo.

    Acaba nada! Mas que abriram a porta do hospício isso lá abriram. Qualquer hora aparece Napoleão Bonaparte para proclamar que “séculos de história vos contemplam”.

    Ninguém vai entender nada e vão interná-lo recluso em cela com camisa de força e tudo.

    Aí é hora, outra hora, de pedir um conhaque. E depois passar a régua. 






    Novo Video sobre el conflicto por la tierra que se vive en Honduras



    http://sphotos-g.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash3/552543_4661262619279_1461045918_n.jpg
    ¡Casilla 25! - ¡Allan Alvarenga Suplente!

    ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

    http://www.albasud.org/news/348.jpg
    1.
    Nueva producción audiovisual sobre el conflicto por la tierra que se vive en Honduras
    Bajo Aguán: Grito por la tierra

    ALBA SUD/Rel-UITA

    Nueva producción audiovisual de ALBA SUD y la Rel-UITA sobre el conflicto por la tierra que se vive en el Bajo Aguán, Honduras. Un conflicto provocado por la expansión de las grandes plantaciones de palma africana. El campesinado organizado lucha por defender su derecho a la tierra.
    El Bajo Aguán, en Honduras, sufre desde hace años un conflicto provocado por la falta de acceso del campesinado a la tierra y la expansión de las grandes plantaciones de palma africana, que han visto cómo crecía su demanda internacional. Tras el golpe de Estado de 2009 contra el presidente Manuel Zelaya el conflicto se ha agudizado, y la represión sobre el movimiento campesino se ha extendido en un estado de total impunidad.
    Bajo Aguán: Grito por la tierra es un reportaje realizado por ALBA SUD y la Rel-UITA en colaboración conMovimiento Mundial de Bosques Tropicales (WRM)FIAN InternacionalCoordinadora de Organizaciones Populares del Aguán (COPA)Radio Universidad (UCA Nicaragua) y el Comité de Empresa de Serveis Funeraris de Barcelona.

    El equipo técnico responsable de esta producción es:
    Realización y guión: Ernest Cañada
    Cámara y edición: Ríders Mejía
    Investigación y producción: Giorgio Trucchi
    Asistencia de realización: Alam Ramírez Zelaya
    Producción delegada: Gerardo Iglesias (REL-UITA)
    Colaboración técnica: Carlos Leonel George, Haidée Sarabia, Esly Banegas, Wilfredo Paz, Vitalino Álvarez, María Cilleros
    Imágenes de archivo:  Jesse Michael Freeston, Luis Miranda, Julian Manzanares, David Corea, César Silva, Wilfredo Paz
    Música: Gustavo Santaolalla (canción “Iguazú”, licencia NICAUTOR)
    Locución: Azucena Castillo
    Colaboración:  Movimiento Mundial de Bosques Tropicales (WRM), FIAN Internacional, Coordinadora de Organizaciones Populares del Aguán (COPA), Radio Universidad (UCA Nicaragua) y Comité de Empresa de Serveis Funeraris de Barcelona
    Auspicio: NGG (Alemania) y LO-TCO (Suecia)
    Diseño gráfico de portada: Pepe Montalvá de estudioja.com
     
    Más información del conflicto en la sección sobre palma africana página Web de la Rel-UITA: pinche aquí.

    http://www.nocturnar.com/forum/attachments/economia/26752d1337368105-se-comprar-dolares-dolares-reservas1.jpg
    2.
    Fuga de capitales

    Por información del Banco Central (BCH) nos enteramos de que en el primer semestre de este año la fuga de capitales fue de 86,5 millones de dólares, cantidad que ha ido a engrosar las reservas de otros países, particularmente de Estados Unidos.

    También ha trascendido que Honduras tiene el privilegio de contar con el mayor número de millonarios, entre todos los países de América Central, lo que resulta sorprendente en un país que es el segundo más pobre de América Latina.

    Hay, por supuesto, una relación entre la fuga de capitales y la acumulación de riqueza, pues por lo general se trata de fortunas depositadas en el exterior por muchas razones, entre las que destaca su origen oscuro o especulativo, producto de la corrupción.

    La transferencia de capitales a otros países es una vieja práctica, pero se ha acrecentado en los últimos años, en la medida en que van creciendo las actividades del narcotráfico, el peculado y el abuso comercial.

    Siempre se dijo que si lográramos repatriar esos dineros habría recursos financieros para desarrollar el país sin necesidad de acuerdos con el Fondo Monetario Internacional (FMI), de concesiones leoninas ni de dependencia crediticia externa. Pero tal retorno de capitales es una utopía.

    Una utopía que se revela con proyectos como el de las “ciudades fletadas”, o ciudades-modelo, que son cebo para la atracción de capital aventurero, independientemente de su cognomento desnacionalizador y de colonialismo económico.

    Algunos analistas de la economía chapados al modelo neoliberal consideran que la causa principal de la fuga de capitales obedece, en nuestro país, esencialmente a tres factores: el exceso de violencia y criminalidad, la elevada carga de impuestos y la incertidumbre por la lucha de clases.

    Posiblemente esos tres elementos juegan un papel reflejo, pero podrían ser considerados, más bien, consecuencia de la fuga de capitales. Lo que sí es fundamental en todo esto es el problema de la seguridad jurídica, un tema, por cierto, jamás resuelto y que es fundamental para el diseño de un modelo económico.

    La cuestión es, en última instancia, que la forma natural —por no decir ideal— de desarrollar un país es creando su propia riqueza, su ahorro interno, aprovechando al máximo sus recursos y su capital humano. Un país que cumple con esa fórmula, en ejercicio de su propio modelo económico, fortalece la unidad nacional y permite el funcionamiento democrático.

    Con el modelo económico y sus prácticas actuales la perspectiva es de crecimiento de la violencia y de la criminalidad, de la fuga de capitales —en dinero y humano— y de mayor carga de impuestos para sostener el andamiaje político-estatal. En suma, es el horizonte de la pobreza en todas sus formas.

    Además, cuando se habla de fuga de capitales no se toma en cuenta la otra parte, que son las transferencias derivadas de la explotación corporativa, cuyo monto se calculaba hace muchos años en 5 dólares por cada dólar invertido. Actualmente ha de ser mucho más, y peor todavía en el panorama de las ciudades fletadas.

    http://www.tiempo.hn/editorial

    http://www.ellibertador.hn/sites/default/files/3156.jpg
    3.
    Honduras: Congreso Nacional exonerará pago de intereses por mora a abonados de la ENEE
    Redacción Central / EL LIBERTADOR
    Tegucigalpa. Luego de un receso, el Congreso Nacional regresará este miércoles para tratar varios temas importantes relacionados con la seguridad del país y economía nacional, anunció el presidente de ese poder del Estado, Juan Orlando Hernández.
    Al respecto, el titular señaló que ya está el decreto “para que miles de abonados que viven en barrios y colonias humildes y en zonas residenciales del país, así como pequeños y medianos negocios, alcaldías y patronatos, no paguen los intereses que por mora tienen con la Empresa Nacional de Energía Eléctrica”.
    Hernández asegura que “de esa forma se evitará que compatriotas tengan que hacer pegues clandestinos porque tienen la luz cortada y por otra parte se oxigenará las finanzas de la ENEE ya que estará recibiendo dinero que de otra manera sería imposible por el monto de los intereses acumulados”.
    Detalló que a los abonados que tengan deudas con la estatal eléctrica, y una vez condonados los intereses moratorios, se les hará un plan de pago en cuotas para que puedan volver a tener luz cuanto antes en sus casas o en sus negocios.
    Adelantó que el CN discutirá este miércoles una Iniciativa de Ley de la secretaría de Seguridad, con el fin de revisar las medidas sustitutivas que en la mayoría de los casos benefician a delincuentes ligados al crimen organizado y otros tipos de delitos.
    Esas medidas sustitutivas que dan en los juzgados serán reformados para no beneficiar mas a los criminales. Los estudios demuestran que los delincuentes aprovechan estas medidas sustitutivas para seguir delinquiendo mientras el juicio sigue su curso, señaló el congresista.
    De acuerdo con Hernández, lo mejor es reformar la Ley de Medidas Sustitutivas para que delincuentes pertenecientes al crimen organizado u otros con perfil de alta peligrosidad sean privados de libertad en tanto el juez emita una sentencia y que no estén en las calles cometiendo fechorías mientras esperan un fallo.
    Hernández espera “que sean jueces nacionales, bien protegidos y cuyas identidades no sean muy conocidas en los lugares donde se lleva a cabo el proceso, los que emitan las sentencias sin temor a amenazas de muerte”.
    Al respecto, ejeplificó que un juez nacional de Tegucigalpa podría llevar un caso ocurrido en Catacamas o en San Pedro Sula, para brindar protección a quien se encargue de dictaminar, en base a un proceso judicial.
    http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2012/10/nino-come-arroz-alimentacion.jpeg
    4.
    Día de la alimentación en un mundo de 870 millones de hambrientos

    La ONU celebra este martes el Día Mundial de la Alimentación cuando el número de personas hambrientas en el planeta, 870 millones, ha dejado de reducirse durante la última década.Esta cifra sería superior a los 1.500 millones de mal nutridos si se tomara en cuenta el déficit de elementos esenciales para el desarrollo físico y sicológico de los niños, estima el ponente especial de la ONU para el derecho a la alimentación, Olivier De Schutter.
    “Si midiéramos la malnutrición en lugar del hambre, no ya el déficit de calorías sino el de micronutrimentos esenciales para el desarrollo de los niños, como yodo, hierro, vitaminas, las cifras serían aún más considerables: pasaríamos por lo menos a 1.500 millones”, indicó.
    Cuando los precios de los productos básicos aumentan, como sucedió este verano de forma brutal cuando la sequía en Estados Unidos hacía presagiar una cosecha de cereales menor, los más pobres reducen su consumo: “No solo menos comidas, también menos diversificadas”, explica.
    Para De Schutter, “esta amenaza no se ve bastante como una prioridad, y lo es”.
    El África subsahariana, confrontada a severas inclemencias climáticas, sigue siendo la más afectada por el hambre, y la proporción de personas hambrientas ha ido en aumento cuando bajaba en otras partes, en Asia,América Latina y Oceanía.
    La proporción de las inversiones agrícolas en el mundo ha caído en veinte años para pasar “de un 20% de la ayuda total en los ochenta a un 4% hoy en día”, señala Luc Guyau, presidente independiente del Consejo de la FAO, para quien la labor esencial de la organización debe ser aplicar políticas agrícolas para favorecer a los productores.
    Una mesa redonda reunirá este martes en la sede romana de la FAO a representantes de cerca de 40 países, entre ellos unos 20 ministros.
    http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2012/10/5bfde25af6ed2633db35990acae77c9d_article.png
    5.
    Canberra confirma que intercambiaba con Washington información sobre Assange
    El fundador de WikiLeaks fue también uno de los temas de los informes de la inteligencia australiana desdeWashington poco antes de que Assange pidiera el asilo diplomático en la embajada ecuatoriana enLondres.Este martes el Ministerio de Asuntos Exteriores de Canberra confirmó a Fairfax Media la existencia de un informe de inteligencia referente a WikiLeaks y Assange despachado a la capital australiana desde la embajada australiana en Washington el 1 de junio.
    18 días después de perder la batalla legal para evitar su extradición desde el Reino Unido a Suecia para afrontar cargos de presunta agresión sexual en el país escandinavo, Assange solicitó asilo diplomático en la embajada de Ecuador en la capital británica.
    Los diplomáticos australianos han confirmado también que el comienzo de los intercambios de información sobre WikiLeaks entre servicios secretos de EE.UU. y Australia data de hace más de dos años, al revelar la existencia de dos informes de inteligencia enviados desde Washington a Canberra el 4 y el 25 de agosto de 2010; es decir, nada más ser publicados por el portal los primeros cables clasificados de Estados Unidos sobre la guerra enAfganistán.
    Todas las agencias de inteligencia australianas están representadas en la embajada de su país en Washington y mantienen un estrecho contacto con sus colegas de Estados Unidos. Mientras tanto, los cancilleres británico, William Haig, y ecuatoriano, Ricardo Patiño, no lograron resolver el callejón sin salida diplomático y legal sobre el estatus de Assange.
    El Gobierno británico afirma que está legalmente obligado a extraditar a Assange a Suecia y que no va a permitir que abandone la embajada ecuatoriana para viajar al país sudamericano.
    Por su parte, el titular de Exteriores ecuatoriano ha prometido a Assange asilo diplomático por un plazo de diez años.
    --



    Via Castor Photo

    conheça os membros da Comissao Especial da Verdade, Recém criada

     Criada a Comissão Especial da Verdade, criada pelo Conselho Federal da Ordem, e que vai subsidiar os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, ligada ao governo federal.
    http://www.seculodiario.com.br/exibir.php?id=1432&secao=12


    'Em reunião com os membros da Comissão Nacional da Verdade, no último dia 8, o presidente do Conselho Federal da Ordem, Ophir Cavalcante, anunciou a criação do órgão especial da OAB, com vistas a contribuir com a sociedade e o governo na apuração das violações aos direitos humanos ocorridos entre os anos de 1946 e 1988, com destaque para o período da ditadura militar (1964-1985). 

    Conheça os Membros da Comissao:
    'Homero Mafra - ES
     Márcio Augusto Santiago (MG), Tales Castelo Branco (SP), Belisário dos Santos Júnior (SP), René Ariel Dotti (PR), Omar Ferri (RS), Aurélio Wander Bastos (RJ) e Marcello Augusto Diniz Cerqueira (RJ). 

    terça-feira, 16 de outubro de 2012

    Relatório da OEA classifica Minas Gerais como "Terra sem Lei"

    De: Carceroni 

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    novojornal .: Política .: Notícia
    Publicado em 16/10/2012 às 13:30:21

    Relatório da OEA classifica Minas Gerais como "Terra sem Lei"
    Estudo sobre o funcionamento das instituições nos Estados brasileiros relata a ausência do “Estado Democrático de Direito” em Minas Gerais

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    Estudo realizado e divulgado pela OEA coloca Minas Gerais junto com o Estado do Pará em último lugar entre os Estados brasileiros, levando-se em conta a liberdade de imprensa, obediência e garantia aos cidadãos pelos Poderes, Legislativo, Executivo e Judiciário dos princípios constitucionais assegurados. 
    O mesmo estudo coloca Minas Gerais como o segundo colocado entre os Estado da Federação brasileira em nível econômico e o primeiro em Poder político. O Estado do Pará é historicamente e sabidamente internacionalmente considerado um Estado sem Lei, porém, a classificação de Minas Gerais no mesmo nível assustou analistas internacionais.
    Já há quase dois anos diversas reportagens publicadas por Novojornal a respeito do que vem ocorrendo em Minas Gerais, têm sido objeto de analise e pesquisa por diversos organismos internacionais, chegando ao ponto da Less Editor Ltd, localizada em Amsterdam, na Holanda, solicitar autorização para publicar uma série de reportagens sobre a atuação da “Gangue dos Castros”, o que se transformou em livro.
    Novojornal foi agraciado em Belgrado pelo Partido Liberal Democrático, no parlamento da Sérvia, devido uma série de reportagens publicadas sobre o envolvimento do considerado chefe da “Gangue dos Castros”, o mineiro Danilo de Castro, com a multinacional de jogos Ghetec. A empresa, segundo apurou a Comissão Parlamentar de Inquérito, do parlamento Sérvio, foi quem, representando a Máfia Russa, patrocinou diversos movimentos armados no País. Danilo de Castro é citado três vezes no relatório final das investigações como o representante no Brasil da Ghetec mundial, o que já havia sido comprovado na CPI dos Bingos que tramitou no Parlamento Brasileiro.
    Segundo analistas políticos, a péssima classificação de Minas Gerais neste estudo trará dificuldades para que lideranças que dirigem ou dirigiram o Estado nos últimos anos, tendo como auxiliar Danilo de Castro, consiga alçar vôos mais altos na política nacional.  O Banco Mundial, o Banco Interamericano de Desenvolvimento Econômico e a própria ONU têm sido questionados sobre a relação dúbia que vem tendo com o Estado de Minas Gerais ao conceder empréstimos sem questionar a inexistência do “Estado Democrático de Direito”
    A Organização dos Estados Americanos é o mais antigo organismo regional do mundo. A sua origem remonta a Primeira Conferência Internacional Americana, realizada em Washington, D.C., de outubro de 1889 a abril de 1890. Esta reunião resultou na criação da União Internacional das Repúblicas Americanas, e começou a se tecer uma rede de disposições e instituições, dando início ao que ficará conhecido como “Sistema Interamericano”, o mais antigo sistema institucional internacional.
    A OEA foi fundada em 1948 com a assinatura, em Bogotá, Colômbia, da Carta da OEA que entrou em vigor em dezembro de 1951. Posteriormente, a Carta foi emendada pelo Protocolo de Buenos Aires, assinado em 1967 e que entrou em vigor em fevereiro de 1970; pelo Protocolo de Cartagena das Índias, assinado em 1985 e que entrou em vigor em 1988; pelo Protocolo de Manágua, assinado em 1993 e que entrou em vigor em janeiro de 1996; e pelo Protocolo de Washington, assinado em 1992 e que entrou em vigor em setembro de 1997.
    A Organização foi criada para alcançar nos Estados membros, como estipula o Artigo 1º da Carta, “uma ordem de paz e de justiça, para promover sua solidariedade, intensificar sua colaboração e defender sua soberania, sua integridade territorial e sua independência”. Hoje, a OEA congrega os 35 Estados independentes das Américas e constitui o principal fórum governamental político, jurídico e social do Hemisfério. Além disso, a Organização concedeu o estatuto de observador permanente a 67 Estados e à União Européia (EU).
    Para atingir seus objetivos mais importantes, a OEA baseia-se em seus principais pilares que são a democracia, os direitos humanos, a segurança e o desenvolvimento.
    Documentos que fundamentam esta matéria
    Pesquisa no Google onde consta as matérias do Novojornal transcritas no sitio do Partido Liberal Democrata da Sérvia
    Matéria do No