A Reunião convocada com o Presidente da Comissão de Anistia, (Paulo Abrão) com os familiares dos 10 desaparecidos políticos indicados por Guerra como tendo sido incinerados no RJ, marcada para as 9:30 do dia 22/05 (terça feira) foi desmarcada. Fiquei sabendo extra oficialmente por amigos, porque não foi feito nenhum contado com os representantes das famílias alguns se organizado para virem de muito longe. Só seremos informadosprovavelmente, por E: Mail na segunda feira (que seria um dia antes da reunião em Brasília) isso na melhor das hipóteses...considerando que tem gente que já deve até estar com a passagem, e ter tomado outras providências para poder se ausentar de suas cidades. Não é o meu caso, pq mesmo tendo recebido um mail do Paulo, depois de enviar um a ele, onde questino o objetivo da convocação, que pelo menos no meu caso, não estava entendendo, já que eu tinha deixado claro que não acredito na versão do psicopata que sequer tem documentação para se sustentar e recebido outro de volta que reproduzo: "Cara Neusah,
O que precisamos mesmo são destas importantes informações. E queremos informar sobre o que o MJ tomou de providencias. É um dever do Estado lhes prestar contas.
Até lá e poderemos conversar mais.
Um abraço,
Paulo"
Bem, continuando...ou eles a Comissão obteve informações privilegiadas que não socializou ainda com os familiares...ou estão se sentindo inseguros pela pressão dos setores de direita e dos representantes das Forças Armadas, que teimam em querer proteger os agentes civis e militares responsáveis pelo sequestro, tortura, assassinato e ocultação dos corpos dos militantes combatentes da ditadura conhecidos como "desaparecidos polítcos". De qualquer forma os familiares deveriam ter sido TODOS informados sobre o cancelamento da reunião e suas razões.
BLOG VOLTADO PARA A INTEGRAÇÃO LATINO AMERICANA, A DISCUSSÃO E O DEBATE SOBRE O BRASIL QUE QUEREMOS, ARTIGOS, COMENTÁRIOS DIÁRIOS SOBRE ESSES ASSUNTOS. A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO POPULAR NO PROCESSO POLÍTICO, A LUTA POR TRANSFORMAÇÕES ESTRUTURAIS. SE SOMOS A BASE DA PIRÂMIDE NOS CABE O DIREITO LEGÍTIMO DE DEFINIR O QUE VAMOS CARREGAR. VAMOS DISCUTIR E DEBATER, POIS JUNTOS SOMOS FORTES
Drogas Uma Guerra Perdida? Para que esta realidade sujeita a todos nós tenha fim ou redução Assista
A Primeira condição para se mudar a realidade é conhece-la - Eduardo Galeano. -' Só a Participação Cidada é Capaz de Mudar o paí'. Betinho . Não fique fora desta, participe, UM OUTRO MUNDO É POSSIVEL e Juntos Somos Fortes. Este PPS faz parte do PROJETO COMPAIXÃO E Cidadania que agora abraçamos e divulgamos sugerindo a todos repetir o feito.
sábado, 19 de maio de 2012
"O Rei Leão": Walt Disney e a manipulação idelógica
A DOUTRINAÇÃO IDEOLÓGICA IMPERIALISTA COMEÇA, DESDE SEMPRE, COM AS CRIANÇAS... DISNEY?!...
COMO DIZ O PROVÉRBIO POPULAR: "É DE CEDO QUE SE TORCE O PEPINO!"
COMO DIZ O PROVÉRBIO POPULAR: "É DE CEDO QUE SE TORCE O PEPINO!"
"O Rei Leão": Walt Disney e a manipulação idelógica
O vídeo (endereço transcrito abaixo) mostra com clareza como ocorre a penetração imperialista através de mensagens sub-liminares contidas em desenhos animados e em películas produzidas por Hollywood. E tal processo comunicativo de caráter subliminar também se manifesta na grande mídia burguesa existente na maioria dos países do mundo. Os telespectadores que assistem às novelas, aos programas informativos e aos de variedades, das grandes redes de televisão do Brasil, poderão conferir a existência desse fenômeno que nada mais é do que a disseminação de mensagens ideológicas bem definidas, propagadas por métodos subliminares diretamente às suas vítimas – que, no caso do citado vídeo, são crianças.
Jacob David Blinder
Enviado por Arthur Gonçalves
Convocatória: III Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale, “Grito dos Atingidos por Mineração”, na Rio+20, junho de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Convocatória: III Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale, “Grito dos Atingidos por Mineração”, na Rio+20, junho de 2012
Nós, organizações, sindicatos e
movimentos sociais do Brasil, Canadá, Chile, Argentina, Equador,
Colômbia, Peru e Moçambique, convocamos todos os interessados para um
Grito dos Atingidos pela Mineração, em ocasião do encontro Rio+20 em
junho 2012.
Nosso encontro será ocasião para debater
os impactos sócio-ambientais e a acumulação injusta de capital causados
pela mineração, no contexto de um modelo de desenvolvimento global
excludente e insustentável.
A Rio +20, Conferência das Nações Unidas
sobre Desenvolvimento Sustentável (20 a 22 de junho), será um momento
em que todo o mundo estará voltado para o Rio de Janeiro. Contudo, a
solução para a crise ambiental proposta pela maior parte dos governos e
das grandes corporações envolvidos na Rio+20 é a ampliação da chamada
“economia verde” e a afirmação dos instrumentos de mercado como remédio
para os atuais problemas sociais e ambientais.
Essas são falsas soluções: procuram
tratar as crises atuais reforçando um modelo de desenvolvimento
ultrapassado e que é o principal responsável pela crise civilizatória
que hoje vivenciamos.
Mas a Rio+20 é também oportunidade para
continuar construindo um novo paradigma, um modelo de sociedade baseado
em formas de consumo e produção menos intensivas. Orienta-nos o paradigma da Justiça Ambiental,
pelo qual todos os grupos sociais, independente de sua origem ou renda,
têm direito a tratamento justo e envolvimento pleno nas decisões sobre o
acesso, ocupação e uso dos recursos naturais em seus territórios.
É essencial, na Rio+20 e em toda ocasião e contexto, escutar a voz dos atingidos,
denunciar e dar visibilidade às contradições do atual modelo de
desenvolvimento e favorecer a articulação em rede de nossos movimentos
sociais.
O setor da mineração é em todo o mundo,
atualmente, um dos principais motores do atual sistema econômico. Após a
crise de 2008 e puxado pelo crescimento econômicos de países ditos
“emergentes”, o comércio internacional de recursos minerais cresceu
significativamente, acentuando em contrapartida os seus impactos. As
comunidades de nossos diversos países sofrem na pele tudo isso em seu
dia-a-dia: expropriação das populações nativas com a perda do
território, desagregação dos laços de solidariedade da comunidade,
poluição e contaminação de territórios e rios, exploração de
trabalhadores e criminalização dos grupos que ousam enfrentar as grandes
corporações.
Precisamos gritar mais uma vez nosso “Basta!” a todas essas agressões.
O encontro dos povos em ocasião da Rio+20 será oportunidade para isso. Pretendemos realizar atividades autogestionadas pelos atingidos pela mineração; grandes assembleias dos atingidos (com troca de visões e estratégias entre os diferentes setores de resistência); ações de visibilidade que concentrem nosso protesto em volta de empresas ou instituições símbolo dessas violações.
Um dos grandes ícones do modelo
expropriador da mineração é a empresa Vale, líder mundial na produção de
minério de ferro e segunda maior produtora de níquel, operante em 30
países do mundo e geradora de um lucro operacional em 2010 de US$ 21,7
bilhões e US$ 3 bilhões em dividendos. Vale é também um dos grandes
entusiastas das soluções de mercado propostas na Rio +20, sendo membro
do Conselho Mundial para Desenvolvimento Sustentável e um dos grandes
investidores nos mecanismos de mercado de carbono.
A sede dessa companhia está no próprio
Rio de Janeiro e, coincidentemente, no mês de Junho de 2012 a Vale
estará “celebrando” 70 anos de sua existência.
Por esses motivos, consideramos a Vale
como um símbolo de todos os impactos da mineração no mundo e convidamos
todos/as os atingidos/as a visibilizar nosso protesto a partir dessa
empresa, nos dias da Rio+20.
Naquela ocasião, todos os olhos e ouvidos do mundo estarão voltados para o Rio de Janeiro, caberá a nós nos fazermos ouvidos.
Assim, chamamos as comunidades que
atualmente sofrem com os empreendimentos mineradores, os trabalhadores
na cadeia de mineração e siderurgia, as vítimas das violações da Vale,
movimentos e organizações sociais, pastorais sociais, estudantes e
professores para participar da construção desse debate e encontro. Vamos
mostrar ao mundo a verdadeira cara da mineração e da Vale,
desmascarando os discursos das empresas, suas propagandas e
investimentos falsos de responsabilidade social corporativa!
Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale
Enviada Padre Dário.
Porque Lutar Não é Crime, Estamos nas Ruas!
pq. sem a NET TRINCHEIRAS de LUTAS não teriamos este evento e FRENTE permanente. Pq. Precisa de POVO para que a justiça aconteça. Pq. precisamos fazer deste fato um modelo que em todo o Brasil seja realidade. URGE fazermos, BORA HERMANOS, não tem Vitórias sem lutas e nem lutas sem Vitória.
Para que a CPI da Cachoeira não se faça pizza. AS RUAS POVO BRASILEIRO
Aconteceu, Saímos às Ruas
http://fedipes.blogspot.com.br/2012/05/aconteceusaimos-das-redes-sociais-e.html?spref=fb
- Esta manifestação não tem caráter partidário. Estamos acima de partidos, somos a junção de movimentos populares, sindicatos, estudantes e a população que quer ver o fim da corrupção, o fim do coronelismo político e o Espírito Santao transparente a partir de ampla participação popular.
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- O capital não existe sem o trabalho. O estado vem sendo arrasado por empresas que aqui se instalam com falsas promessas, degradam o ambiente, matam a natureza e roubam a alma do nosso povo com mentiras enquanto exploram trabalhadores e geram poluição que nos transforma num estado onde as doenças respiratórias começam a assustar. Respiratórias e tantas outras.
- É preciso que governadores, que os deputados estaduais, prefeitos e vereadores entendam que quando são eleitos não recebem um cheque em branco, mas devem satisfação ao povo.
- A participação popular não se esgota no voto, ela é permanente e fator de fiscalização, mobilização e avanços, pois o que buscamos construir é o progresso que seja comum a todas as pessoas. Enquanto for de uns poucos será só privilégio desses poucos.






- A educação e a saúde são fundamentais. A segurança pública é indispensável. Nossos governantes priorizam interesses de empresas em detrimento da saúde, da educação e nossas forças de segurança publica são mal remuneradas, mal equipadas e acabam não conseguindo conter a violência que cresce na mesma dimensão desse progresso que beneficia a poucos.
- Empoderar o povo, dar ao povo voz ativa, permitir ao povo o conhecimento de cada projeto de importância para o estado e dar ao povo o poder de decisão. Governantes, políticos de um modo geral não são deuses.

- O estado que recebemos de nossos pais tem muitos erros, mas muitos acertos. Precisamos acertá-lo agora para que possamos usufruir do processo democrático, onde todo cidadão tem direitos básicos a saúde, alimentação, escola, segurança, lazer e assim construir o futuro, o estado que legaremos para nossos filhos.






- Não podemos nos intimidar, muitas vezes usam de violência contra professores, contra trabalhadores, contra camponeses sem terra, contra índios e
contra estudantes. Somos todos do Espírito Santo, somos todos brasileiros.- Em muitos momentos sentimos ventos de mudanças que foram paralizados na ação predatória dos que controlam o poder. É hora de empoderar o povo e dar um basta nisso.

- Nossa luta não é só de protesto, nem só de resistência, é também de sobrevivência das nossas e das gerações futuras.


- Ela não acaba aqui, estamos apenas começando e a união é necessária para que possamos ver despertadas as nossas consciências cidadãs. Não existe vitória sem lutas. Não existe luta sem povo.

- Vitória é uma ilha, não será uma cachoeira que fará com que nos afoguemos. Não estamos querendo justiça e justiça para todos. Lutar não é crime e temos um pacto juramos vencer. Jura! Jura! Venceremos.
- Ou bailam todos, ou não haverá baile. Que venha a força tarefa. Quem tem medo da democracia, quem tem medo do povo?
- Se formos capazes de nos unir que maravilhoso será o futuro de nossa cidade, de nosso estado, de nossa nação.
- A primeira realidade de cada um de nós é a nossa cidade. O lugar onde vivemos, trabalhos, onde estão nossas famílias. O nosso estado. Ou preservamos essa cidade e esse estado que são as nossas casas, ou eles invadirão e tomarão conta de nossas consciências e e nossas almas.
- A presença de estudantes significa que o movimento estudantil retoma suas velhas lutas com a coragem de sempre. Essas lutas são parte da história do nosso País.
- Os sindicatos aqui presentes não são muitos, mas são significativos, representam a essência do sentido de um sindicato, da luta sindical. É preciso que o movimento sindical retome a luta, no exemplo dos que aqui estão.
A SEMANA - A INDIGNAÇÃO E A CPMI DO CACHOEIRA
A INDIGNAÇÃO E A CPMI DO CACHOEIRA
Laerte Braga
Um eleitor de Paulo Hartung, ex-governador do Espírito Santo, motorista de táxi, levou Dona Cremilda Fernandes, professora aposentada, ao ato que na quinta-feira mostrou a indignação popular naquele estado diante de outro estado, o de coisas gerado pela quadrilha Hartung. Ao final da corrida o motorista se disse estarrecido com o que ouviu de Dona Cremilda sobre o ex-governador e que a partir daquele momento deixaria de ser eleitor do dito.
Aos 72 anos de idade a professora Cremilda Fernandes foi participar de atos dos professores e outro contra a corrupção generalizada na máquina institucional do Espírito Santo. Buscar o reconhecimento de direitos fundamentais, já que lesada pelo complexo mafioso que controla o estado. Ela e o povo do Espírito Santo. Anos de empulhação, Camata, Hartung, o inexplicável Casagrande (não se sabe se de fato existe, é apenas uma marionete inventada por Hartung, ou banana mesmo).
O deputado Cláudio Vacarezza, um dos principais líderes do PT, assustado com a possibilidade de convocação do governador Sérgio Cabral – Rio de Janeiro – para depor na CPMI do Cachoeira, em plena sessão enviou mensagem de texto através de seu celular ao governador para “tranqüilizá-lo”. Ao final escreveu o seguinte – “a relação com o PMDB vai azedar na CPI, mas não se preocupe, você é nosso e nós somos teu”.
De um lado a indignação e a coragem, de outro lado a farsa, o embuste. A CPMI nasce morta no interesse dos partidos majoritários no Congresso, da mídia venal padrão VEJA/GLOBO e de todos os envolvidos. Vai-se um anel, Demóstenes Torres, ficam os dedos, continua tudo como dantes no quartel do Abrantes. Nem falo do tal Procurador Geral Roberto Gurgel e da Procurada/esposa Cecília Sampaio.
Quartéis estão se deixando envolver por velhos golpistas fardados, no temor da Comissão da Verdade. Temem que a História revele a covardia que buscam encobrir de todas as formas em nome do “patriotismo canalha”, definição precisa de Samuel Johnson – “o patriotismo é o último refúgio dos canalhas”.
Cabral anunciou um “código de conduta” para os que exercem cargos de confiança em seu governo e para ele governador. A tranca depois da porta arrombada e escancarada na luta política no Estado do Rio entre duas máfias. A dele Cabral e a de Anthony Garotinho.
Aí nem marcha para Jesus. A massa de alucinados na ilusão de terrenos no céu ao custo de dízimos e coisas que tais. Como a ação do deputado estuprador/religioso padrão Gildevan Fernandes.
A CPMI sem pressão popular não vai a lugar algum.( Brasil, Rua!). Dona Cremilda terminou seus dias vibrando de indignação e deixando o exemplo que a luta é nas ruas e é contra o modelo político e econômico gerido por elites que estão bem acima de Carlos Cachoeira. Banqueiros, grandes empresários, latifundiários, bancada evangélica e todo o retrocesso que traz consigo, ou ameaça de.
É assustador que em determinados assuntos estejamos marchando de volta a Idade Média ou sob ameaça de lá pararmos em meio a fogueiras que sacrificam humanos pela “verdade divina”.
Toynbee previu nunca é demais repetir. E algumas coisas Freud explica, outras nem ele.
Há um golpe em organização contra o presidente Hugo Chávez na Venezuela. “Patriotas” venezuelanos (banqueiros, grandes empresários, latifundiários) associados a grupos internacionais e inseridos no Plano Grande Colômbia que prevê o controle da América do Sul pelos norte-americanos, buscam criar condições para a tentativa de derrubada do presidente – sabendo de antemão das dificuldades por conta das reações populares e da impossibilidade de derrotar Chávez nas urnas –, mas abrindo o caminho para uma guerra civil, ensejando uma intervenção estrangeira “humanitária” e colocando o país no curso dos seus interesses.
Foi assim que destruíram a Líbia e é assim que estão tentando destruir a Síria.
Não são os interesses dos trabalhadores venezuelanos. É uma tentativa que atinge em cheio a América do Sul, toda a América Latina, ainda mais depois que o governador da província do Chaco na Argentina e o presidente Piñeda, Chile, escancaram o sul dessa parte do mundo a Washington e o que Washington representa.
As eleições na Venezuela serão em outubro, Chávez é o favorito, o país cresceu ano passado mais de 5%, índice surpreendente e a perspectiva é de um crescimento maior ainda neste ano.
Os resultados não interessam às elites que querem um crescimento em seus negócios e não participação popular no processo político. Lá, como aqui, elites entendem que democracia é fazer eleições dirigidas pela mídia facciosa, podre e marqueteiros capazes de vender ilusões. Quando se rompe esse esquema partem para o golpe.
Não tem escrúpulos em jogar o país no precipício de uma guerra se entenderem ser necessário, tampouco de aceitar a intervenção estrangeira. Já nascem colonizados.
Nesse diapasão, na desintegração da União Européia, o povo grego, valente e determinado, vai às urnas de novo. Não aceita as imposições do governo de Ângela Merkel, vocação frustrada de Hitler e da “superioridade germânica”, agora com um obstáculo, pelo menos no início, o francês François Hollande. Hollande quer renegociar o pacto fiscal, não aceita medidas restritivas. Sabe onde pega o chicote de Merkel e percebe seu país rumo a uma crise semelhante a que afeta a Grécia, a Espanha, a Itália e Portugal e começa a desintegrar o tal Reino Unido, principal colônia do complexo ISRAEL/EUA agora sob nova denominação – ISRAEL/EUA TERRORISMO HUMANITÁRIO E DEMOCRÁTICO S/A.
“Gosto de demitir pessoas”. É uma afirmação de Milt Romney, adversário de Barack Obama na disputa pela presidência dos EUA. O republicano é um empresário especialista em “recuperar empresas” e isso sempre significa demissões, pois empresas são uma aberração própria da aberração maior, o capitalismo. A recuperação via de regra é com dinheiro público, como foi o caso da General Motors no início do governo Obama.
Pior, cegos por elevado consumo de hambúrguer especiais da rede McDonald’s, na crença que fora do basquete e do beisebol não existe saída, as pesquisas mostram que há um empate técnico entre os dois candidatos. Isso talvez porque saibam que ninguém muda nada, quem governa são outros.
Breve um massacre qualquer em qualquer parte, é a alternativa que os norte-americanos sempre encontram, ainda mais agora, que a guerra se escancarou como grande negócio e é gerida por empresas privadas.
Fora isso uma tonta, Soninha Francine, do PPS, partido de Roberto Freire, um esperto, mas nem por isso isento de faniquitos como o que deu com o boato de “louvado seja Lula” e a moça que considera o Nordeste e os nordestinos como peso para o Brasil, ou “indignos” do Brasil.
Os muitos anos de tucanato em São Paulo geraram figuras assim. Sem percepção da realidade achando que São Paulo é a Paris da América do Sul, ou a New York sei lá. Quem passa o domingo mergulhado em shopping não tem a menor noção da realidade e se bobear acaba acreditando que existe um tantinho assim, um cadinho de verdade em VEJA. Ou que pizza tem que ter toneladas de catchup com dez tomates para ser mais autêntico. Pior elege Roberto Freire deputado.
Aí acaba falando esse monte de besteira. Não é culpa do paulista, é o efeito PSDB/DASLU/FIESP. Fábrica de Boris Casoy.
O presidente da FIESP foi candidato a governador pelo Partido Socialista, precisa mais?
Fica a lição da professora Cremilda Fernandes. Não há saída fora das ruas e o desafio é despertar os trabalhadores para a luta que certamente não terá gente como Vacarezza em seu meio. Nem Cabral, mas nem Garotinho. E tampouco o festival de “patriotismo” dos torturadores, mas o esculacho que os estudantes promovem para identificar essas figuras repulsivas. Esse sim.
O general Leônidas Gonçalves, ministro do Exército escolhido por Tancredo em comum acordo com o general Ernesto Geisel (Tancredo e Geisel eram amigos próximos e o ex-presidente apoiou abertamente a indicação de Tancredo para a presidência, como incentivou o racha na antiga ARENA/PDS e depois PFL), foi o responsável pelo penúltimo golpe branco no Brasil (o último foi a reeleição comprada de FHC).
Na impossibilidade da posse de Tancredo e diante do estado de saúde do então eleito presidente, comunicou que os militares não aceitariam a posse de Ulisses Guimarães como presidente e a convocação de novas eleições como determinava o texto constitucional. Sarney, um oportunista, era mais fácil de controlar, aliás Ulisses não seria controlado, não era de sua natureza, nem do seu caráter de homem íntegro. Para evitar que os militares permanecessem no governo Ulisses aceitou a solução e Sarney virou presidente. Agora o general investe contra a Comissão da Verdade. Tem sentido.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
"NENHUM CARRO VALE UMA VIDA HUMANA"
“NENHUM CARRO VALE UMA VIDA HUMANA”
Laerte Braga
Há anos passados, a propósito de uma dessas obras monumentais que governos costumam fazer e que não têm sentido ou se têm, é porque se ajustam à perversidade do capitalismo, o jornalista Millôr Fernandes, diante da perspectiva de desapropriação de casas de famílias que moravam no local a mais de meio século, escreveu o seguinte em protesto contra o fato – “nenhum carro vale uma vida humana”.
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| Palavras da Mestra: 'Esperei anos para ver este momento: Vou Panfletar também' |
Foto arquivo da Frente batida por Joelma. A Mestra e um membro da Frente panfletando
Cremilda Fernandes, 72 anos, professora no Espírito Santo, morreu na quinta-feira ao término de uma manifestação contra toda a sorte de trapaça de governantes. Era, como muitos brasileiros, a imensa maioria, uma das vítimas da insensibilidade de monstros que governam na tal democracia. Um infarto fulminante. Momentos antes de sua morte havia dito a vários dos presentes à manifestação que queria participar do ato, panfletar e ouvira do motorista de táxi que a levara até o local que, finalmente, ele havia entendido que o ex-governador Paulo Hartung é apenas um chefe de quadrilha de assaltantes de cofres públicos.
Não difere de Sérgio Cabral, de Antônio Anastásia, de Jacques Wagner, de Geraldo Alckmin e tantos outros.
O ser humano é um número, um objeto na roda cruel do capitalismo e aos olhos de figuras como Demóstenes Torres, ou as bancadas do PT e do PMDB, que ao lado do PSDB, PPS e outros iguais, pretendem transformar a CPMI do Cachoeira em farsa, em jogo e espetáculo, enquanto entregam alguns anéis e salvam os dedos.
O clube de amigos e inimigos cordiais que opera o Estado em suas três dimensões.
Cremilda Fernandes aos 72 anos estava buscando indignada e corajosa os seus direitos. Receber um precatório que lhe era devido e a professores no Espírito Santo. Paulo Hartung, que continua governando o estado como uma espécie de fantasma sobre a pasmaceira do governador nominal Renato Casagrande, sumiu com os precatórios numa grossa fraude que os indícios apontam envolver a REDE GAZETA, afiliada da GLOBO naquele estado.
Precatórios existem em todos os estados e não são pagos a despeito de ações judiciais com trânsito em julgado, enquanto atitudes não são tomadas e atitudes nunca são tomadas. Bandidos ficam impunes.
Professores são sempre o bode expiatório de governos insensíveis e governantes sem qualquer respeito pelo ser humano, como pela classe trabalhadora no seu todo.
Anos depois é que vão para a cadeia dois dos principais executores do massacre de trabalhadores sem terra em Eldorado do Carajás.
Governantes são construídos a partir de interesses das elites, da classe dominante, num espetáculo gerado por especialistas e pela mídia de mercado, na crença que eleições de tempos em tempos significam democracia.
Governos atuam sem a menor participação popular no processo de decisões e bancadas em câmaras municipais, assembléias legislativas, Câmara Federal e Senado se constituem em representantes de “ruralistas” igual a latifundiário/trabalho escravo, evangélicos sustentados na fé cega de inocentes ludibriados e espertalhões associados a bancos e grandes empresas. O que sobra de compromisso popular é mínimo diante do estrago que essa gente causa.
E quase sempre, no âmbito do clube de amigos e inimigos cordiais, mesmo que fora, são como sino de madeira, não ecoam, pois a mídia é podre como se vê agora no caso de VEJA e no esforço titânico do setor em defender a quadrilha Civita.
A professora Cremilda Fernandes, pouco antes de morrer, havia declarado que “espero há anos por manifestações assim”.
Não existe saída fora da luta popular e da ampla participação popular no processo de decisões.
Isso implica em organização, em formação, em conscientização e em ir às ruas buscar direitos, pois de outra forma as quadrilhas que operam o poder continuarão a gerar cachoeiras que se manterão impunes, lépidos e fagueiros, enquanto se joga o jogo da mentira combinada e contratada nas falsas comissões de investigações.
Um país com Roberto Gurgel como Procurador Geral da República e Gilmar Mendes no Supremo Tribunal Federal não pode esperar seriedade ou avanços democráticos. No máximo novas gavetas para esconder os mal feitos ou tapetes para varrê-los e fazer parecer que a sala está limpa.
“Informado” pela mídia de mercado (GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, VEJA, ÉPOCA, as mídias regionais como RBS, ou estaduais como ESTADO DE MINAS, REDE GAZETA, etc, um povo não pode adquirir consciência da realidade e se permite massacrar pelos que fato governam – banqueiros, latifundiários e grandes empresários.
Uma força armada que reage à verdade não pode pretender o respeito. Tentar esconder o caráter e a natureza do golpe militar de 1964, seus requintes de barbárie, é ocultar a História.
Não cumprir o tal preceito que todo cidadão é igual perante a lei, ou transformá-lo em ficção jurídica/constitucional, negar direitos básicos, tem sido uma constante de governos. Avanços paliativos não levam às mudanças estruturais que o Brasil necessita e pouco a pouco vamos nos transformando num entreposto do capital internacional, vamos virando parte do plano GRANDE COLÔMBIA, concebido pelos senhores do mundo, EUA e Israel.
A morte da professora Cremilda Fernandes tem essa dimensão, causa esse impacto vivo na lição de luta que deixa. Uma brasileira do Espírito Santo, 72 anos, indo às ruas por direitos que a tal lei lhe assegura, mas um tal Paulo Hartung, chefe de quadrilha de assaltantes de cofres públicos e um governador que se “abanana”, Renato Casagrande, lhes negam na presunção de que isso é democracia e a ordem constitucional impõe esse tipo de procedimento.
São só monstros gerados pelo capitalismo. Como os monstros que permeiam Minas, o Rio de Janeiro, a Bahia, Brasília, São Paulo, etc, etc. Ou que constroem Belo Monte em regime de escravidão imposto aos trabalhadores e a “lei” imposta pela violência policial.
Para esse tipo de gente um carro vale mais que uma vida humana. Nessa direção breve as igrejas dos automóveis divinos como símbolos da existência e o povo à margem do processo político e das decisões que lhe dizem respeito.
A professora Cremilda é, ela sim, um símbolo, como todos os trabalhadores, que indignar-se é ir à luta e a luta é nas ruas, é o caminho. Fora dos clubes fechados dos amigos e inimigos cordiais que dominam o Estado instituição.
Ou das tais “normas de conduta” do governador cachoeira Sérgio Cabral. Sinônimo de Anastásia, Alckmin, Wagner e toda a corja. É necessário entender também que a corrupção é inerente, parte inseparável do capitalismo, aqui ou em qualquer lugar do mundo.
Jogar por terra o modelo político e econômico, esse é o sentido da luta popular..
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