Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sábado, 28 de abril de 2012

COLOMBIA estado assassino- Assassinados Daniel Aguirre e Mao Enrique Rodríguez,


Bufete de Informaciones Especiales y Noticias
SINDICATO NACIONAL DE CORTEROS DE CAÑA (SINALCORTEROS) - COLOMBIA / Web
Afiliado a la CUT y filial de la UITA
Repudiamos asesinato de nuestro Secretario General, Daniel Aguirre
Rebanadas de Realidad - SINALCORTEROS, Florida, 27/04/12.- SINALCORTEROS manifiesta su repudio por el execrable crimen de nuestro Secretario General, Daniel Aguirre Piedrahita, ocurrido en la noche del viernes 27 de abril, en Florida, Valle.
El asesinato de Daniel se da en el contexto de intolerancia y violencia generalizada que azotan al país, en el que se destaca el desconocimiento de los derechos laborales y las libertades sindicales, el constreñimiento a los sindicatos que luchan contra una legislación interna que contraviene la normatividad de la OIT, hechos que contribuyen a hacer de nuestro país el más peligroso para la lucha democrática de los trabajadores y el más rentable para los negocios del capital financiero y las multinacionales. Segue: http://www.rebanadasderealidad.com.ar/sinalcorteros-12-02.htm



Enviado por Vanderley Caixe
‎[Carta O BERRO] ¡En Bogotá, asesinado escolta del Partido Comunista! Comienza el terror contra los integrantes de la Marcha Patriótica

Carta O Berro.........................................................repassem


Carlos Lozano, director del semanario Voz cuyo escolta fue asesinado anoche,
viernes 27 de abril en Bogota. ¿Es la respuesta del estado terrorista por
la fundación de la Marcha Patriótica?

¡En Bogotá, asesinado escolta del Partido Comunista! Comienza el terror contra los integrantes de la Marcha Patriótica

por Dick Emanuelsson
Mao Enrique Rodríguez, integrante del equipo de la seguridad del Partido Comunista Colombiano PCC, adscrito a la Unidad Nacional de Protección a cargo del Ministerio del Interior, fue asesinado en horas de la noche del viernes 27 de abril en la ciudad Bogotá.
Carlos Lozano Guillén, director del Semanario VOZ e integrante del Comité Ejecutivo Nacional del PCC emitió un pronunciamiento sobre este crimen a través de su cuenta en Twitter reclamando las garantías para el partido de izquierda:
¿Cuáles son las garantías? Hace pocas horas acribillaron a mi escolta de años, Mao Enrique Rodríguez. Estoy triste pero no hay vuelta atrás.
El tono anticomunista y las amenazas ha subido y han aumentado respectivamente desde que nació la Marcha Patriótica con una inmensa manifestación este lunes. Las 1700 organizaciones pretenden convertir al movimiento en un partido de izquierda, Consejo Nacional Patriótico (CNP) y ésto ha causado la tormenta y la rabia de la clase política y la cúpula militar que acusa a este descomunal movimiento de ser creado por la insurgencia colombiana. Y las acusaciones en Colombia de tal calibre son equivalentes a una muerte anunciada.
Hernán Henry Díaz, líder campesino del departamento de Putumayo, en el sur, estaba encargado de la coordinación de 200 campesinos que iba a rumbo a Bogotá para participar en la marcha le lunes pasado. Pero desapareció y es tomado como el primer ejemplo del inicio de la guerra sucia contra Marcha Patriótica, tal como la guerra sucia que sufrió la Unión Patriótica y todo el movimiento popular que surgió como un resultado del acuerdo de cese de fuego entre le gobierno conservador de Belisario Betancourt y la guerrilla de las FARC-EP en mayo de 1984. Más de 5000 militantes fueron asesinados por los organismos de seguridad y de los paramilitares, monstruo creado por el estado terrorista para aplastar cualquier alternativa popular amenazante al bipartidismo liberal-conservador.
Carlos Lozano, director del semanario Voz, órgano del PCC, también es el ejemplo ilustrativo de como el Estado y sus agentes del DAS-G3 le hacían seguimiento segundo por segundo, hechos revelados en las carpetas decomisadas por la fiscalía en febrero de 2009 cuando el escándalo de las “CHUZADAS” se reventó. Fue objeto por siniestros montajes de fotos en situaciones íntimas para desprestigiar al colega, amigo y compañero. ¿El Motivo? Por haber luchado toda su vida por una Nueva Colombia y haber facilitado la liberación de los prisioneros de guerra.
Y ahora le asesinan, los mismos sectores fascistas, a su escolta, comunista y persona humilde que daba la vida por la causa popular en Colombia.
Dick Emanuelsson
ANNCOL_______________________________________________
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A SEMANA - A QUEM INTERESSAM OS CONFLITOS NA AMÉRICA DOS SUL?

A SEMANA A QUEM INTERESSAM OS CONFLITOS NA AMÉRICA DOS SUL? Laerte Braga A história real dos países latino-americanos, especialmente os sul-americanos é contada em regime de conta gotas, uma forma de fugir do oficialismo e do ufanismo que historicamente as elites buscam vender desde os bancos escolares. E há uma explicação simples para isso. As elites econômicas (cidade e campo) da América do Sul não têm uma identidade nacional, mas reportam-se aos modelos europeu e norte-americano, vale dizer, cingem-se às normas do capitalismo internacional. É comum, por exemplo, contar os feitos heróicos de brasileiros na guerra contra o Paraguai a pintar Solano Lopez como um ditador sem entranhas. A realidade só é encontrada em publicações independentes que mostram que o País entrou em guerra com o Paraguai a soldo da Inglaterra – da qual estava afastada, mas o dinheiro fala mais alto – e porque o Paraguai de Solano Lopez afetava os negócios dos britânicos. O governante paraguaio implementava um programa de reforma agrária, concorria com as indústrias têxteis dos britânicos e afetava os “negócios” do mate. Fomos apenas o instrumento do poder imperial da Grã Bretanha. Não houve patriotismo algum no confronto. Para registro, os Estados Unidos, à época, já buscando hegemonia junto ao império britânico se opôs ao Brasil e a seus aliados. Os governos e forças armadas comprados pelos ingleses. As Ilhas Malvinas, território argentino, até hoje são mantidas sob controle militar do falido império de sua majestade Elizabeth II e num flagrante desrespeito às eleis internacionais, mantêm na região submarinos com armas nucleares, aí já noutra conjuntura, a que envolve os Estados Unidos, antiga colônia britânica e hoje proprietário do outrora império “onde o sol não se põe”, Quando Nixon disse que o Brasil arrastaria a América Latina para onde se inclinasse, estava levando em conta o nível de desenvolvimento de nosso País, seu tamanho continental e justificando o apoio de seu governo à ditadura militar que encharcou de sangue o território nacional e preserva até hoje intocada em boa parte a barbárie militar. A exceção do movimento tenentista, que mesmo assim se dissolveu em boa parte absorvido pela ditadura Vargas, nossas forças armadas são forças auxiliares do poder maior, sem identidade e uma polícia maior e melhor qualificada da grande potência de hoje. Estamos no Haiti sem saber por que, em vias de irmos à Síria para fazer não sei o que e mantendo um fragata na frota de “paz” nas proximidades do estreito de Ormuz para garantir os interesses das companhias que transformaram os EUA em conglomerado terrorista ao lado de Israel. Máquina de guerra. O governo de Lula não privatizou setores essenciais, mas abriu as portas do País ao nazi/sionismo no tal tratado bi-lateral de livre comércio com Israel. São os donos dos setores estratégicos dos Brasil. Governos como o do presidente Chávez, ou do presidente Evo Morales, do presidente Rafael Corrêa, de Cristina Kirchener, de Daniel Ortega não interessam ao grande irmão. Promovem a reforma agrária, o fim do analfabetismo, estabelecem políticas públicas de participação popular, constroem habitações de qualidade para as pessoas, democratizam as relações do Estado com o cidadão, a despeito de uma ou outra limitação. Abrem caminhos para uma revolução popular a partir da consciência política. Cuba desafia os EUA desde 1959 e se mantém heroicamente a despeito de todas as tentativas golpistas e do bloqueio imposto pelos pelo conglomerado ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A. A Colômbia no entanto é o caso mais grave. Em guerra civil há anos o país está mergulhado num regime de terror e barbárie e é hoje o maior produtor de cocaína do mundo – o governo não tem interesse na paz, a guerra favorece os grupos produtores da droga e o presidente, todos são meros quadrilheiros ao lado de militares e latifundiários, os chefes dos grandes cartéis. No país são freqüentes os assassinatos de lideranças de oposição, sindicalistas, camponeses, há mais de 10 mil presos políticos e milhares de assessores militares norte-americanos, que controlam polícias, forças armadas e governo, além dos grupos paramilitares formados por latifundiários e pistoleiros de grandes conglomerados, os principais controladores da produção e distribuição de droga. O próprio jornal brasileiro (brasileiro?) O GLOBO, noticiou que o traficante Fernandinho Beira-mar havia sido preso com as FARCs-EP , para anos depois num canto de página admitir que Beira-mar foi entregue pelos paramilitares numa tentativa de minimizar os conflitos com o Brasil em torno do bandido. A ex-senadora Ingrid Betancourt, prisioneira de guerra durante anos das FARCs-EP, quando liberada estava em perfeita integração com a guerrilha, tinha um filho com um líder guerrilheiro. filho que abandonou – fato denunciado por sua secretária – e foi tentar o prêmio Nobel da paz patrocinada por uma indústria de cosméticos para mostrar que os anos na selva não a envelheceram. É a história vendida pela mídia de mercado, fabricada na sociedade do espetáculo, o objetivo de transformar o ser humano em zumbi diante de um projeto de poder que é mundial. Ao perceber que um controle como o que exercem na Colômbia – até porque o tráfico de drogas paga os custos da guerra e com sobras, já que a guerra hoje é privatizada, empresas cuidam do “negócio”, não seria possível no Brasil, os norte-americanos criaram o chamado PLANO GRANDE COLÔMBIA, que inclui parte do Brasil, a Amazônia, enquanto tentam, através de um governador provincial na Argentina, a instalação de uma base militar para controle total da América do Sul. Na piedosa prece que Obama faz todos os dias a morte de Chávez é um pedido que a mídia dos EUA não esconde. A Colômbia hoje é sócia do Brasil no antigo projeto SIVAM – monitoramento aéreo da Amazônia –, ao lado dos EUA e aviões de fabricação brasileira, mas capital e tecnologia norte-americana (ao privatizar a EMBRAER FHC abriu mão de dispormos de tecnologia nossa no campo). Detêm informações estratégicas sobre nosso País, inclusive e principalmente sobre nossas reservas minerais estratégicas, caso do nióbio. Marchamos para deixarmos de ser uma nação e caminhamos celeremente para o formato conglomerado da chamada nova ordem econômica, criada com o fim da União Soviética. Lula inventou, frase do secretario geral do PCB Ivan Pinheiro, “o capitalismo a brasileira. Só que os donos são os norte-americanos e grupos sionistas (controlam a indústria bélica brasileira). Como leite em pó instantâneo estamos nos dissolvendo na obsessão da guerra cambial que custou o poder a Kadafi. Um estudo das Nações Unidas feito na década de 70 mostra que a América do Sul é uma futura área de conflitos, Não são conflitos provocados pelos povos sul americanos, mas pelos interesses de elites políticas, econômicas do campo e da cidade que controlam o País sem que o governo reaja, pelo contrário, se deixa levar pela crença de potência de ilusão. Estamos sendo engolidos, tragados nessa voracidade falida do capitalismo, mas montado em milhares de ogivas nucleares. Um Eike Batista, um Daniel Dantas, um FHC, um Serra, um Alckimin, um Aécio (já apareceu uma prima de Cachoeira nomeada pelo ex-governador do bafômetro ou corruptômetro) e os políticos que controlam, parte expressiva do Poder Judiciário, tudo isso nos transforma definitivamente numa república de bananas, onde um Brilhante Ulstra tortura, assassina e permanece impune e a mídia faz e fala o que bem entende. Um banqueiro de jogo de bicho faz tremer a república. Coloca na berlinda um governador corrupto como Sérgio Cabral e abre perspectiva para outro criminoso Anthony Garotinho, que chega em nome do “senhor.” Que república? Somos uma democracia consentida. O Código Florestal nos condena a sermos um futuro deserto e a reforma agrária vai para o brejo. Mas somos uma potência, só que de ilusão. Não há saída dentro do processo político vigente, dentro do jogo sujo das eleições financiadas por empresas privadas, por bancos e latifundiários. Ou vamos às ruas e viramos essa mesa para rearrumá-la segundo a vontade popular, que tem que ser despertada, está anestesiada pela mídia, ou vamos de fato virar apenas um departamento do PLANO GRANDE COLÔMBIA. Esse é o desafio que as forças populares enfrentam. Os conflitos aqui interessam aos donos para que sejamos sempre o gado marcado que fala José Ramalho. Só isso, mais nada..

DESAPARECIDO HERNAN HENRRY DIAZ lider campezino da COLOMBIA QUEREMOS segurança de VIDA e imediato aparecimento del companheiro

Querida Nanda,peço acionar seus contatos no intuito de denuciar o desaparecimento desse companheiro colombiano. Eu e outros brasileiros participamos em Bogotá da Marcha Patriótica,que reuniu mais de 80 mil pessoas e podemos testemunhar que o evento nada tem haver com as FARC, precisamos formar uma grande rede internacional,para o aparecimento com vida Hernán Diaz.


Abraços solidários
Valmiria Guida - CASA DA AMÉRICA LATINA


Acción Urgente

Desaparecido Hernán Henrry Díaz, Miembro Del Movimiento Político Marcha Patriótica, Luego De Fuerte Campaña De Estigmatizacion Adelantada Por El Ejército Nacional Y Medios De Comunicación.


La Comisión Nacional de Derechos Humanos del Movimiento Político Marcha Patriótica DENUNCIA la DESAPARICIÓN del líder campesino HERNÁN HENRRY DÍAZ, miembro del Consejo Patriótico del Departamento de Putumayo, ocurrida desde el 18 de abril de 2012, luego de que el Ejército Nacional y medios masivos de comunicación (El Tiempo, El Espectador, Revista Semana, entre otros) iniciaran una fuerte Campaña de Estigmatización e Instigación de Crímenes de Lesa Humanidad contra los miembros de nuestro movimiento, a la cual se sumaron el Coronel Luis Villamarin y los abogados Jaime Restrepo y José Obdulio Gaviria (ex-asesor del ex-presidente Álvaro Uribe).

HECHOS
1.       El 18 de abril de 2012, en Puerto Asís Putumayo, a la 1:30 pm, el líder campesino HERNÁN HENRRY DÍAZ compró un tiquete terrestre en la oficina de la empresa de transporte COOTRASNTIGRE, con la ruta Puerto Asís - El Tigre, y con hora de salida fijada a las 3:40 pm, hecho que comunicó una hora después (2:30 pm) a otro integrante  de su organización gremial. Sin embargo, horas más tarde decidió cambiar de planes y se dirigió al rio San Miguel, donde le  solicitó al conductor de una lancha que lo transportara al otro lado del río,  donde queda el corregimiento de Puerto Vega.

2.       Este mismo día, a las 3:30 pm, HERNÁN HENRRY DÍAZ le envió a su compañera sentimental GLORIA BURBANO el siguiente  mensaje de texto: “estoy en puerto vega y voy para allá”, siendo ésta la última noticia que se conoce de su paradero. Por su parte, fue visto por última vez por habitantes de la región de Puerto Vega, zona con altos niveles de presencia de las fuerzas militares.

3.       El 20 de Abril de 2012, en el municipio de Mocoa, se denunció formalmente la desaparición de nuestro compañero HERNÁN HENRRY DÍAZ ante la Fiscalía General de la Nación y la SIJIN, a quienes se solicitó activar el mecanismo de búsqueda urgente.

4.       Al momento de su desaparición, HERNÁN HENRRY DÍAZ era el encargado de organizar la delegación de más de 200 personas del municipio del Valle el Guamues (Putumayo) que participó en el Lanzamiento del Movimiento Político Marcha Patriótica y Constitución de su Consejo Patriótico Nacional, llevado a cabo en la ciudad de Bogotá durante los días 21, 22 y 23 de Abril de 2012.

PERFIL DEL LIDER CAMPESINO HERNÁN HENRRY DÍAZ
HERNÁN HENRRY DÍAZ, es fundador de SINCACFROMAYO, Vicepresidente de ASOMAYO, afiliado a la Junta de Acción Comunal de la Vereda Puerto Colombia, integrante de la Mesa Departamental de Organizaciones Sociales, Campesinas, Afrodescendientes e Indígenas del Departamento del Putumayo, miembro de FENSUAGRO y dirigente del Movimiento Político Marcha Patriótica.

CONTEXTO DE LA CAMPAÑA MEDIÁTICA DE ESTIGMATIZACIÓN DEL MOVIMIENTO POLÍTICO MARCHA PATRIÓTICA E INSTIGACIÓN DE CRÍMENES DE LESA HUMANIDAD CONTRA SUS MIEMBROS

Desde el 27 de marzo de 2012, los medios masivos de comunicación (El Tiempo, El Espectador, Revista Semana, entre otros), basados en información suministrada por el ejército nacional, iniciaron la campaña de estigmatización del Movimiento Político Marcha Patriótica, en la cual, sin prueba alguna, se ha señalado a nuestro movimiento de estar infiltrado por la insurgencia de las FARC, generando un sin numero de reacciones, entre las cuales se destacan los comentarios publicados en los sitios web de dichos medios de comunicación, donde se emiten amenazas y se hace apología de repetir el genocidio cometido contra la Unión Patriótica – UP-.

Del mismo modo, el Coronel Luis Villamarin y los abogados Jaime Restrepo y José Obdulio Gaviria, publicaron artículos en los cuales afirman que nuestro movimiento es una propuesta de la insurgencia e instigan a la opinión pública para que ésta conciba a nuestro movimiento como un enemigo, colocando sus miembros como blanco fácil de grupos paramilitares y demás enemigos de la democracia. Además de desconocer la legalidad y legitimidad de más de noventa mil personas pertenecientes a organizaciones sociales, populares, campesinas, afrodescendiente, indígenas, sindicales, de derechos humanos, juveniles, entre otras, que integran el Movimiento Político Marcha Patriótica.

Por estos hechos, y citando como antecedente el genocidio cometido contra la UP, el19 de abril de 2012, la Comisión Nacional de Derechos Humanos emitióDenuncia Publica en la cual ALERTAMOS sobre posibles consumaciones de crímenes de lesa humanidad contra los miembros de nuestro movimiento, en consecuencia de la fuerte campaña de estigmatización que tanto militares como medios masivos de comunicación estaban desarrollando.


ALERTAMOS
1.       Que se encuentran en riesgo los derechos a la vida, la dignidad e integridad física de nuestro compañero HERNÁN HENRRY DÍAZ, quien podría ser víctima de desaparición forzada.

2.       Que en consecuencia de la campaña de estigmatización contra el Movimiento Político Marcha Patriótica, sus miembros podrían ser objeto de exterminio, ejecuciones extrajudiciales, desaparición forzada, montajes judiciales y detenciones arbitrarias, entre otros crímenes de lesa humanidad.


RESPONSABILIZAMOS
Al Estado Colombiano, en cabeza del ejército nacional, a los medios masivos de comunicación, al coronel Luis Villamarin y los abogados Jaime Restrepo y José Obdulio Gaviria, por cualquier agresión contra la vida, la dignidad e integridad física de nuestro compañero HERNÁN HENRRY DÍAZ, y por las agresiones que se cometan contra los miembros del movimiento político marcha patriótica.


EXIGIMOS
1.    Que aparezca con vida el compañero HERNÁN HENRRY DÍAZ de manera inmediata.

2.    Que el Estado Colombiano active A NIVEL NACIONAL el mecanismo deBUSQUEDA URGENTE de nuestro compañero HERNÁN HENRRY DÍAZ y de manera inmediata emita las comunicaciones a las autoridades a nivel nacional, a fin de prevenir violaciones a sus derechos a la vida, la dignidad e integridad física.


LLAMADO A LA SOLIDARIDAD
Solicitamos a los medios de comunicación, a las organizaciones nacionales e internacionales defensoras de derechos humanos, al movimiento social  y personas solidarias  DIFUNDIR  la presente ACCION URGENTE  y respaldar nuestra solicitud enviando sus comunicaciones a las siguientes autoridades colombianas:

JUAN MANUEL SANTOS CALDERÓNPresidente de la República de ColombiaCarrera 8 No. 7 -26 Palacio de Nariño Bogotá
Fax: (+57 1) 566.20.71
E-mail:   fsantos@presidencia.gov.co

ANGELINO GARZÓNVicepresidente de la República de ColombiaCarrera 8 No.7-57 Bogotá D.C.
Teléfonos (57 1) 444 2120 - 444 2122Fax: (57 1) 596 0651
E-mail:  contactovicepresidencia@presidencia.gov.co

FEDERICO RENGIFO.Ministro de Justicia y del Derecho de ColombiaCarrera 9a. No. 14-10 - Bogotá, D.C.
e-mail:   ministro@minjusticia.gov.co
PBX (+57) 444 31 00 Ext. 1820
ALEJANDRO ORDOÑEZ MALDONADOProcurador General de la Nación
Cra. 5 No.15 – 80F Bogotá D.C.anticorrupció n@presidencia.gov.co

WOLMAR ANTONIO PEREZ ORTIZDefensor del PuebloCalle 55 # 10-32, Bogotá
Fax:  (+571) 640.04.91
E-mail,  secretaria_privada@hotmail.com

Bogotá D.C., Abril 26 de 2012

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Frente Sindical e social Convida / Associações Policia repudia em NO risco de vida de Presidente do TJ-ES.

nota apoio feu rosa





  CONVITE A TODOS:
Sindipúblicos ES/ ASSINPOL, Associação de Policia Civil , Sindibancarios, Peritos Papiloscópicos Appes, reunidos como sociedade civil, cidadaos, organizações sociais, veem a público

CONVIDAR:

"Amigas e amigos estamos articulando via Rede Social um ato público em apoio às ações do presidente do TJ-ES desembargador Pedro. Para tal, estamos com reunião agendada para a próxima quinta-feira (03/05), às 14h30 no auditório do Sindipúblicos. Por favor, fique a vontade para convidar quem vc detecta como parceiro de valor, e confirme presença. O ato deverá ser suprapartidário, supra-sindical, suprapessoal... Apenas manifesto da sociedade civil organizada."

Rua Gama Rosa, nº 111, frente da Nizar Malhas.

tel 3205-4563
3201-4561

JUNTOS SOMOS FORTES.

ELEFANTES, CACHOEIRAS - O PETRÓLEO É NOSSO

ELEFANTES E CACHOEIRAS – O PETRÓLEO É NOSSO Laerte Braga O rei da Espanha paga por cada elefante abatido na reserva onde foi caçar. Na Suíça, por exemplo, onde existe uma reserva para caça de búfalos e é freqüentada por sua alteza, o custo de cada búfalo abatido é de cinco mil dólares. Lyndon Baynes Johnson era o vice-presidente de John Kennedy e uma vez convidou-o para uma caçada no Texas. Johnson, que mais tarde viria a ser presidente, era texano e havia disputado as primária do partido democrata com Kennedy, A reação de Kennedy foi simples. Consultou alguns assessores, foi aconselhado a aceitar o convite para não dificultar as relações políticas, Johnson tinha excelente trânsito no Congresso, mas Kennedy não deixou de registrar que “isso é uma estupidez”. Perto de 25% dos espanhóis estão desempregados. Isso significa um quarto da população do país. É assustadora a média de portugueses que perdem suas casas diariamente por conta das hipotecas bancárias, sendo de se registrar que o governo paga aos bancos para que não quebrem. Permanecem com as casas, os bancos, óbvio, recebem o que lhes devem os portugueses sem teto, que continuam sem teto. Todas as vezes que a Grã Bretanha entra em crise se comemora uma efeméride qualquer da família real. A mídia manipula, festeja, convida, conclama e o casal real vai desfrutar o momento a sós num iate de alguns bons milhões de dólares. A França é um país caquético. Vive os estertores de uma crise atrelada á Alemanha, em breve bandeiras de Ângela Merkel tremulando por toda Paris, nos sete anos de mediocridade de Nicolás Sakozy, que parecem prestes a terminar. No Brasil os elefantes são outros. O governo Dilma não percebeu que a União Européia se volta para a América Latina como nos tempos dos países colônias, na expectativa de recuperar o esplendor das cortes, agora travestidas de neoliberais e montadas em bases nucleares da OTAN – força militar norte-americana/sionista que controla os países da UE). Cristina Kirchener acordou a tempo e nacionalizou o petróleo, tanto quanto antes havia feito votar a lei da mídia. O fim do monopólio. Ou seja, VEJA é responsável pelas mentiras que inventa e fala. Idem a GLOBO. Em meio a tantas cachoeiras que sua majestade o rei Juan Carlos deve ter encontrado na busca de elefantes, a Polícia Federal brasileira prendeu Carlos Cachoeira, doublê de banqueiro de jogo de bicho e empreiteiro, senhor de políticos, empregados de governadores, deputados, senadores, prefeitos, vereadores, ministros de cortes supremas (Gilmar Mendes) e segundo sua esposa “preso político”. O Estado brasileiro, a instituição, é controlada por acionistas majoritários. Bancos, grandes corporações e latifúndios e uma parcela ponderável das igrejas neopentecostais, doidas por um controle maior e sonhando um novo Vaticano, esse sob a égide de Edir Macedo, bispo que prefere as delícias de Miami, paraíso de bandidos com alguma notoriedade. Os de pouco notoriedade conseguem empregos de porteiros de hotéis, mas mantèm o título, seja de bispo, de conde, visconde, etc. Há alguns poucos anos atrás esse trem que chamam de representação popular, a Câmara dos Deputados e o outro que chamam de representação dos estados da Federação, o senado, receberam pedidos regimentalmente legais para a criação de CPIs dos bancos, e das empreiteiras e mais recentemente da PRIVATARIA TUCANA. Foram todas para o brejo dos arquivos, os banqueiros, as empreiteiras têm a maioria dos deputados e senadores no bolso. Neste momento não há como esconder o efeito devastador da obra de Carlos Cachoeira, seus impactos sobre o DEM e o PSDB, seus resvalos no PT, no PPS, enfim, em quase todos os partidos políticos com representação no dito Congresso. Não dá nem para comprar aquele spray que afasta o diabo. Vão ter que inventar o spray afasta bandido. Meia dúzia de culpados, de escolhidos para o sacrifício e a honra nacional fica lavada. O senador Demóstenes Torres, por exemplo, parceiro de Gilmar Mendes na farsa das gravações no gabinete do ministro vira rancheiro, fazendeiro e se bobear ainda se elege deputado federal e anos depois posa de injustiçado. Tudo é possível desde que Collor de Mello Renan Calheiros são escolhidos para compor a comissão de ética do Senado. Não duvidem se a “representação popular” ficar por conta de Beira-mar e Nem, com livre trânsito nos meios bancários – banqueiros – e nas ajudas a campanhas eleitorais. Por enquanto buscam ganhar tempo. Aquela parafernália de papel, de elege presidente, elege relator, isso enquanto VEJA, GLOBO, FOLHA, etc, se preparam para inverter a história – como sempre fazem – e se refestelam na perspectiva de uma baita audiência e uma grande indignação dirigida. A luta não é em frente à tevê, nem na leitura de jornais e revistas. A luta é nas ruas, enquanto PM do governo de Brasília agride professores, enquanto permanecem impunes os autores do massacre de Eldorado do Carajás, e Aécio Neves mergulha em profunda depressão, pois não tem a menor idéia do que vai fazer quando as coisas começarem a respingar em Minas e o bafômetro – corruptômetro – for inevitável. Cachoeira “preso político”. O famoso “capitão Guimarães”, banqueiro de jogo de bicho no Rio de adjacências, era o carcereiro dos mais famosos banqueiros da época, todos presos pela ditadura num assomo de moralidade dos ditadores. Castor de Andrade, Miro do Salgueiro, Natal da Portela, vai por aí afora. O título, digamos assim capitão não é simbólico, como o de “coronel” de José Sarney. Era capitão mesmo. Ganhou uma área, aliviou a barra dos bicheiros e virou um dos maios poderosos contraventores do estado do Rio, sem perder as características de torturador. Não é dele, no entanto, que quero falar. Castor de Andrade montou um “país” à parte. Tinha legislativo, executivo e judiciário. A diferença é que o executivo era sempre exercido por ele. Castor, quando algum dos seus “cidadãos” cometia um deslize promovia o julgamento com direito a defesa inclusive, jurados, etc, presidindo ele próprio o júri. Não havia sentença intermediária. Se provada a culpa era executado, caso contrário saia livre. Cachoeira fez a mesma coisa só que no âmbito nacional. Controla políticos de alto nível, no sentido de cargos que ocupam. Entrou em negócios ao lado de criminosos ditos legais, como banqueiros, grande empresários, latifundiários, líderes da chamada bancada evangélica, e se vê agora enrolado, ou seja, um dos anéis a ser sacrificado pela grande máfia vai ser o próprio. Se abrir a boca ou aparece com a dita cuja cheia de formigas, como já aconteceu com muita gente, ou varre com a república. O arremedo de democracia que temos. A democracia consentida pelas forças armadas. A democracia onde torturadores exibem força à luz do dia e encurralam o governo federal, onde o código florestal e código de destruição das reservas florestais, enfim, um galope desenfreado rumo ao passado, ciclo da cana de açúcar, do café, etc, tudo, para piorar, dentro de um negócio que os norte-americanos/sionistas inventaram. O PLANO GRANDE COLÔMBIA. Nem mais GRANDE BRASIL. Foi por perceber que seu país estava sendo recolonizado que a presidente da Argentina nacionalizou o petróleo, toma atitudes para defender os argentinos e parte para enfrentar os britânicos que mantêm bases submarinos com armas nucleares nas ilhas Malvinas. Ou vamos para as ruas conscientes que o processo eleitoral é farsa, ou vamos voltar aos tempos que o ouro de Minas vinha em tropas de burros sob o comando do alferes Joaquim José da Silva Xavier. Se formos esperar Dilma Roussef devemos ter uma cadeira bem confortável por perto, ainda demais depois que seu antecessor, Lula, negociou um tratado de livre comércio com o governo sionista de Israel. São os novos donos. Como todo banqueiro de jogo tem a banca da desova para milhares chamadas de carregadas, os sionistas são os novos banqueiros onde desovam o que está carregado. Ah! A justiça de New York manteve Paulo Maluf na lista dos foragidos internacionais e o ex-governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, está explicando à Polícia Federal o milagre de ganhar um apartamento da DELTA no valor de dois milhões, a época e declará-lo por 48 mil. A DELTA e Cachoeira são só uma parte da grande teia capitalista que envolve o Brasil e o transforma em potência de ocasião, ou de ilusão, se o preferirem. Quero ver a hora de Sérgio Cabral.

dada a largada POVO ES ORGANIZADO para sair as ruas. Força Feu Rosa.



nós movimentos sindicais, sociais, estudantis , lideranças politicas estamos nos ajuntando e TODOS estamos ao lado de FEU ROSA para apoia-lo. DECRETADO: FEU ROSA É NOSSO AMIGO, BRIGOU COM ELE BRIGOU CONOSCO: Assinamos.
BALANCÊ DA POLÍTICA CAPIXABA 26/04/2012

01 - Parlamentares temem pela vida de Feu Rosa

O relatório do TJES (Tribunal de Justiça do ES), assinado por Pedro Feu Rosa, baseado no inquérito 100120002314 da Polícia Federal, está circulando por alguns gabinetes de parlamentares capixabas e gerando temor pela vida do desembargador.

O documento aponta o envolvimento de dezenas de agentes públicos, o que levou no dia 19 de abril à prisão de 27 pessoas, estre elas o prefeito de Presidente Kennedy, Reginaldo Quinta (PTB).

Além do prefeito, foram presos seis secretários, quatro servidores municipais, doze empresários, três pessoas ligadas a empresas laranja e um soldado da Polícia Militar.

O grupo é acusado de fraudes em 21 contratos que chegam a R$ 55 milhões. A denúncia da PF liga o grupo ao ex-governador do ES, Paulo Hartung, a esquema de lavagem de dinheiro, compra de terrenos em Kennedy, e concessão de benefícios fiscais às empresas.

Entre elas a Ferrous Resources do Brasil S/A, ZMM Empreendimentos e Participações LTDA e BK Investimentos e Participações Ltda.

O inquérito aponta o envolvimento do ex-secretário de Fazenda do ES, José Teófilo de Oliveira, que "fez uma série de concessões a empresa Ferrous, e se tornou, encerrando o governo, sócio do ex-governador Paulo Hartung na consultoria Econos.

02 - Desembargador diz que é proibido por lei de comentar processos

O presidente do TJES, Pedro Valls Feu Rosa, não quis se manifestar em Brasília, a respeito do inquérito 100120002314, que resultou na “Operação Lee Oswald” e desarticulou uma quadrilha acusada de diversas fraudes no ES.

A denúncia levou a prisão 27 pessoas, entre elas o prefeito de Presidente Kennedy, Reginaldo Quinta (PTB). E envolvem também o governo Paulo Hartung, citado diversas vezes no documento do presidente do TJES.

"Sou proibido por lei de comentar sobre qualquer processo que esteja em meu poder, se eu comentar não poderei julgá-lo lá na frente. O processo é publico, todas as decisões são públicas, estão abertas a consulta popular, só não posso comentá-lo, o processo é absolutamente público", disse Feu Rosa.

Ele estava em Brasília por ocasião de homenagem prestada a seu pai, ex-deputado e desembargador, Antonio José Miguel Feu Rosa, que passou a emprestar o nome ao plenário 8 da Câmara dos Deputados.

No documento o desembargador cita como principais áreas de atuação da quadrilha 15 municípios, Presidente Kennedy, Cariacica, Vila Velha, Serra, Viana, Guarapari, Aracruz, Fundão, Linhares, Sooretama, Anchieta, Apiacá, Montanha, Mantenópolis e Santa Leopoldina.

De acordo com o relatório do TJES (página 139), o delegado da PF responsável pelo caso fala da atuação do grupo em esquema de compra de terrenos em Presidente Kennedy.
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lista de presença na luta da virada:
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