Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?
LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA KIT COLETA Todo cidadão/cidadã pode buscar voluntariamente as assinaturas para o projeto. Disponibilizamos abaixo um kit com o material necessário para o diálogo nas ruas. Clique na imagem acima.

Seguidores

#naovaitergolpe

#naovaitergolpe
Acesse Frente Brasil Popular

sábado, 25 de fevereiro de 2012

A SEMANA TREM TÁ FEIO NO VATICANO – GOLPE DE ESTADO? A CHAVE QUE ABRE PORTAS E COFRES DE BANCOS – “NEGRO DE ALMA BRANCA”

A SEMANA

TREM TÁ FEIO NO VATICANO – GOLPE DE ESTADO? A CHAVE QUE ABRE PORTAS E COFRES DE BANCOS – “NEGRO DE ALMA BRANCA”


Laerte Braga


Bento XVI fez um discurso na abertura da Quaresma com duras críticas aos seus opositores e refutando qualquer possibilidade de articulações dentro do colégio cardinalício (putz! Que troço doido sô!) para sua sucessão. É a primeira vez que um papa toca nesse tipo de assunto em público, sinal que a coisa está feia. Um cardeal italiano teria, segundo se afirma, dito que o papa morreria neste ano vítima de assassinato.

O botim compensa golpes e contragolpes. Na base de tudo a adequação do Banco do Vaticano às regras da Comunidade Européia sobre lavagem de dinheiro. Essa modalidade de operação bancária já esteve na crista da onda no papado de João Paulo II, o “santo súbito”, quando o cardeal norte-americano Marcinkus chegou a ter a prisão preventiva decretada pela justiça italiana.

E ficou no Vaticano até que fosse negociado um acordo para contornar o “incidente”.

O próprio Bento XVI é produto de uma espécie de golpe de mão. O discurso que pronunciou logo após a morte de João Paulo II foi como que uma ameaça aos cardeais sobre a eleição do futuro papa. Lembra um personagem da minha cidade que pretendendo ser reitor da universidade local – pública, federal – traçou um perfil ideal desse reitor e ao final proclamou – “eu”. Morreu coberto do ridículo.

Mas o integrante da juventude nazista na Alemanha nos tempos de Hitler acabou tendo êxito no seu “perfil”. Virou papa.

Sei não, esse tipo de disputa, de choque, de entrechoque entre dignatários da Igreja Católica Romana traz a baila os tempos de Lucrecia Bórgia, filha de Rodrigo Bórgia, filha ilegítima. Rodrigo foi mais tarde o papa Alexandre VI e senhor de muitas mulheres e escândalos que caracterizavam os papas à época do Renascimento.

Bento VXI deve ter sentido a corda no pescoço e por esse motivo colocou a boca no trombone.

Pastores desse mundaréu de “igrejas” que surgem diariamente e tornam um pedófilo como Magno Malta senador (o inquérito sumiu convenientemente numa delegacia no Espírito Santo), têm deixado de lado o caráter solene de igrejas, como é o caso da Católica Romana, para obter lucros mais fáceis e eleger vereadores, prefeitos, deputados estaduais e federais, senadores, para acuar e chantagear governos. Um deles vende uma chave que abre a porta e o cofre de qualquer banco.

A transação é simples. A chave custa 500 reais, um fiel comprou e pagou em 24 prestações, tentou abrir um banco e não conseguiu. Foi preso. Chamado a se explicar o pastor esclareceu que só abre porta de bancos para aqueles que merecerem a “graça divina”. O nome da “igreja” é “Deus é dinheiro” e a notícia pode ser vista em


Não vai demorar muito e esse pastor vira deputado. O delegado encarregado do caso disse que em qualquer circunstância um cidadão que fizesse isso seria preso e processado por estelionato, mas sendo pastor, não tem como, ele se escuda na tal “graça divina”. No mérito do “fiel/otário”. Quem sabe se ele comprar aquele spray de outro pastor, o que “espanto demônio”, o assunto fica resolvido e as portas dos bancos se abrem?

Já na paróquia de Santo Espírito de Campobasso, região central da Itália, hóstias produzidas com uma farinha recheada de alucinógenos – por engano diz a notícia – produziu reações as mais variadas entre os fiéis que entraram em alfa. Duas senhoras freqüentadoras da igreja começaram a correr atrás do padre a gritar que o dito cujo era o demônio. Foi preciso a Polícia para controlar a reação da turma e segundo esses não foi nada fácil.

Está lá em



No mundo dos vivos, da realidade, o presidente do Tribunal de Justiça do Espírito Santo exibiu um vídeo onde está presente a tortura nos presídios do estado. É a primeira vez que um presidente de um TJ procede dessa forma e o atual já havia dado indicativos que não seria complacente com o crime organizado ou não. O vídeo é estarrecedor. A tortura não é prática só nos presídios do Espírito Santo. Existe em qualquer, repito, em qualquer presídio em qualquer estado da desconjuntada Federação brasileira. É norma “disciplinar” da turma encarregada de tomar conta e participar do pseudo processo de ressocialização dos presos.

A média de reincidência hoje está próxima dos cem por cento. O sistema está falido. Se alguém perguntar ao governador de Minas Antônio Anastasia se isso acontece em seu estado ele vai dizer que não e gastar os tubos em propaganda para mostrar penitenciárias e presídios que se certamente se assemelharão a spas ou resorts de alto luxo, pela boca e com a carinha infantil de uma atriz global. Aquela que disse que os professores de Minas ganham bem.

O vídeo em questão pode ser visto em


Nesse desarranjo todo a primeira-ministra da Alemanha, Ângela Merkel, sugeriu ao seu colega grego que adiasse as eleições previstas para breve, com receio que o povo grego diga não ao pacote do Banco Central Europeu que, na prática, transforma o país em colônia, refém dos bancos falidos da Comunidade Européia. Merkel deve ter rezado na mesma capela que Hitler rezava e como os tempos são aparentemente diversos, veio com essa conversa mole.

O fato é que o conceito de nação está sumindo e o mundo inteiro vira um grande conglomerado de bancos e empresas capitaneados pelo arsenal nuclear/terrorista de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A. Foi por conta disso que 260 soldados franceses disfarçados de rebeldes sírios foram presos pelo exército daquele país, insuflando populares à rebelião que a GLOBO chama de protestos contra o governo de Bashar Al Assad. Nem uma palavra sobre essa intervenção descarada.

A proposta de Merkel não vingou, pelo menos até agora. Os protestos na Grécia são crescentes, o povo resiste à barbárie imposta pelos bancos e como a crise se alastra pela Itália, por Portugal, pela Espanha, cada vez mais vai ficar difícil encontrar uma saída pacífica, que não passe pela borduna, até porque a reeleição de Sarkozy, neste momento, é incerta. Não que os socialistas franceses vão mudar alguma coisa. São socialistas de boca, conjugam os verbos do neoliberalismo sem problema. Como Zapatero fez na Espanha. O problema são os levantes populares, uma eventual “primavera européia”, como gostam de dizer os repórteres da GLOBO, todos comprometidos com a “verdade”.

A semana registra a confusão no carnaval de São Paulo e o desespero da mídia em culpar a escola Gaviões da Fiel, pelo fato de ter homenageado o ex-presidente Lula. Tentaram de tudo, mas o invasor foi de outra escola e por trás dele um complô para anular uma grande marmelada. A presidente da escola vencedora é tucana de carteirinha. E está guardada no peito de Kassab.

O que pouca gente prestou atenção foi na notícia que José Serra foi a Buenos Aires consultar-se com seu “psicanalista” para saber se sai ou não candidato a prefeito de São Paulo. As aspas na expressão psicanalista é porque, na verdade, Serra foi consultar o que os argentinos chamam de “bruxo”. Pedir ao dito cujo, o seu, para ler seu futuro. Se melhor tentar a Prefeitura ou esperar e tentar a presidência outra vez.

O fato é que levou uma baita rasteira de Alckimin, de FHC e de Aécio que, na muda, trocou todos os tapetes e passou sabão nos novos. Escorregão na certa.

Na pior das hipóteses, como precisa de uma lavanderia para lavar o dinheiro das privatizações no governo FHC, se perder, abre uma igreja e vira pastor. Vende tranquilamente chave de cofre de bancos. Entende do assunto, sua filha é sócia de Daniel Dantas.

No duro mesmo a semana está brava em todos os sentidos. O jornalista Paulo Henrique Amorim, da RECORDE e do blog CONVERSA AFIADA – um dos poucos sem rabo preso no Brasil – está se vendo em palpos de aranha por conta da expressão “negro de alma branca”. O epíteto que usou para classificar Heraldo Pereira, jornalista da GLOBO e empregado de Gilmar Mendes.

A leitura cínica e equivocada de alguns ditos sábios classificou a expressão de racista. É exatamente o contrário. Mas, em se tratando de mídia de mercado e seus “agentes”, tudo é possível, até ler de cabeça para baixo como gosta de fazer o ex-presidente George Bush e sair “besteirando” mundo afora.  

É que o que deve sair por baixo vem para cima. Inunda e não tem cura. Pelo menos na medicina. O “bruxo” de Serra sei lá...

A expressão já foi usada várias vezes, inclusive em relação a Pelé, a Obama e só alguns “notáveis” aqui entenderam que é racista. Deve ser o tal instituto de estudos superiores de direito de Gilmar Mendes, movido em boa parte a verbas públicas.
 

A GLOBO E O CARNAVAL – “OS VÂNDALOS” DE SÃO PAULO www.jornalorebate.com.br

www.jornalorebate.com.br
Jornal O Rebate - 78 anos fazendo história!
 
 Do momento que o local onde eram apurados os votos do desfile de escolas de samba de São Paulo foi invadido, até a identificação do invasor, a repórter da GLOBO que estava no local imputou de forma sutil, mas nem tanto, a culpa a integrantes da GAVIÕES DA FIEL, escola que desfilou homenageando o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.
Num determinado ponto das transmissões, logo após o incêndio em um carro alegórico ter sido debelado (segundo a jornalista da GLOBO “chamas altas que podem gerar um incêndio de grandes proporções, há muitas casas aqui por perto”), ao pé da transmissão, embaixo dos televisores de quem sintonizava a GLOBONEWS, apareceu a mensagem tachando de vândalos e afirmando que por onde passavam os integrantes da GAVIÕES DA FIEL “estavam depredando tudo”.
De repente o invasor não era da GAVIÕES DA FIEL, mas de uma escola que estava sendo rebaixada com os números até então apurados. E nem os tais “vândalos” estavam quebrando tudo.
O foco das críticas mudou para a expectativa do que viria a acontecer, que solução seria dada à confusão e logo o estúdio chamou para um intervalo providencial, enquanto, lógico, se conseguia o tempo necessário para manter a pressão sobre a escola que homenageou Lula. Já não se podia imputar a um integrante da GAVIÕES DA FIEL a invasão.
Não sou lulista e nem sou petista.
Setores da GAVIÕES DA FIEL e de outras escolas haviam denunciado a troca de um jurado em cima da hora, pressões da GLOBO junto a jurados para não permitir uma eventual vitória da GAVIÕES DA FIEL e esses fatos vieram a público.
Há toda uma corrente nesse processo. Os que sustentam e patrocinam escolas de samba lavando dinheiro de atividades ilícitas, a GLOBO e autoridades do poder público.
A época de ouro da escola MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUEL – uma grandes escola sem dúvida – coincidiu com o fato de José Bonifácio, então diretor geral da GLOBO e Castor de Andrade, “empresário”, serem os principais dirigentes daquela agremiação. Num dos desfiles, num determinado ano apareceram juntos em plena avenida, em pleno sambódromo. Abraçados e comemorando antecipadamente o que já sabiam seria o resultado do desfile.
Em diversas oportunidades ao longo de sua história a GLOBO comprou eventos esportivos ou musicais e não os exibiu – foi acusada de práticas monopolísticas – simplesmente para que as concorrentes não tivessem chances de fazê-lo.
Não aconteceu nada, como nada acontece com a GLOBO quando se trata de infringir leis, receber dinheiro público – Fundação Roberto Marinho, destinado a obras de prevenção de acidentes naturais – promover estupros em um dos seus programas (um bordel televisivo e da pior qualidade, pois há bordéis respeitáveis), mentir em seus telejornais, insultar os telespectadores, como o fez William Bonner ao chamá-los de idiotas rotulando como Homer Simpson, ou servir descaradamente a interesses estrangeiros como William Waack (o preferido de Hilary Clinton. Defender assassinatos seletivos como Caio Blinder, apoiado por um foragido da justiça brasileira Diogo Mainardi (escapou de condenações em processos por calúnia, injúria e difamação).
É intocável nos falsos dossiês que monta. Nas práticas de monopólio, em tudo o que faz, pois nada do que faz é gratuito ou voltado para o bem comum, até o que possa parecer ser.
A GLOBO surgiu – a rede de tevê – pouco antes do golpe militar de 1964 e curiosamente o próprio Carlos Lacerda, paladino da direita, reagiu à presença de capital estrangeiro em veículos de telecomunicações (mas até perceber, ou receber o recado de Washington que “eram amigos”), dentro de um processo que seguia a linha do jornal, transferia-a para a tevê despontando como o mais importante veículo de comunicação e foi decisiva no golpe e durante todo o período da ditadura militar. Conivente. Porta-voz da barbárie.
Na transmissão do desfile das escolas de samba de São Paulo, à passagem da GAVIÕES DA FIEL, em nenhum momento se referiu à ditadura militar como tal, mas a “governos militares”, ousou tocar nas torturas covardes e desumanas do regime, enfim, buscou de todas as formas esconder do telespectador as críticas àquele período, enquanto pressionava jurados e dirigentes da liga de escola de sambas paulista para não permitir a vitória da escola que homenageava Lula. Como escrevi acima, até jurado foi trocado.
O carnaval paulista, como o carioca, é da GLOBO. Escolas de samba, em sua imensa maioria, transformadas em lavanderias de dinheiro sujo, sambista usado e explorado e autoridades (autoridade?) como o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, a serviço dos interesses desse conjunto de máfias, à medida que sua própria máfia é pequena diante desse gigante das comunicações.
É incrível, mas uma festa popular foi transformada em “AÍ QUE SAPUCA!” frase/bordão de uma figura ridícula, a socialite Narcisa Tamborindeguy, saiu das ruas com suas características de festa popular para os camarotes das grandes empresas e dos grandes escândalos (o ninguém é de ninguém que a emissora faz questão de sugerir nas entrelinhas do seu noticiário e todos os veículos de comunicação da mídia de mercado).
Um espetáculo para turistas. Por mais bonito que seja, por mais que ainda se encontre em todas as escolas a alma popular.
E todo o aparato monopolístico dessa máfia das comunicações, impune e desafiadora, que a exceção de Leonel Brizola político algum enfrentou. Nem Lula e nem Dilma. Lula, no dia seguinte de sua primeira eleição estava assentado ao lado de William Bonner numa ridícula participação no JORNAL NACIONAL e Dilma foi ensinar a fazer panquecas no programa de Ana Maria Braga.
A reação agressiva, despropositada de um diretor ou segurança de uma escola, como muitas vezes acontece no esporte, sobretudo o futebol, o descalabro que permeia essas duas atividades sob controle da GLOBO, tudo isso resulta exatamente das manipulações impostas pela rede. Do controle e da mão férrea sobre essa gente.
O sambista é apenas aquele que dá o show e no dia seguinte vira bandido/favelado, um Zé Ninguém, pois como afirmaram Jobim/Vinícius tudo se acaba na quarta-feira.
O gesto impensado, de desespero, condenável, a luta é outra, se dá por outro caminho, é apenas e tão somente o produto de todo esse processo criminoso que controla o futebol e o samba no Brasil. À frente os que lavam dinheiro sujo e a GLOBO, com a conivência de Kassab, de Eduardo Paes, de quem quer que seja, ou que esteja lá na hora, assentado no trono. César Maia já pegou vassoura e varreu a avenida.
Foi por isso que Brizola disse, quando governador, que como era um espetáculo público, transmitia quem quisesse, todas as redes poderiam fazê-lo.
A GLOBO nunca o perdoou. E Lula nunca vai entender, nem ele e nem Dilma que ou o Brasil acaba com a GLOBO, ou a GLOBO acaba com o BRASIL. É pior que a saúva de Washington Luís. Muito pior.

Estado Laico? Lutemos contra esta farsa.

Duas noticias exemplificam o uso da fé a fim de dominar o povo e manter as benesses de opressores e aliados aos opressores. ISTO É HISTÓRIA, e ela repete com facilidade ainda hoje. Leia, e lute contra estas opressoes:

Notícias da Igreja "Deus é Dinheiro"

Delegado de polícia disse que nada pode fazer. "Se fosse uma pessoa comum, daria cana, mas um pastor pode vender qualquer tipo de coisa dizendo que faz milagre que não é crime algum", disse o delegado.

http://www.g17.com.br/noticia/brasil/pastor-vende-chave-milagrosa-que-abre-qualquer-tipo-de-cofre-de-banco.html
www.g17.com.br
Delegado de polícia explicou porque não é crime; e o pastor justificou porque um fiel foi preso
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
O Feitiço virando contra o feiticeiro. uaua será que a Inquisição pra ELLES chegou?
correiodobrasil.com.br
Ao invés de farinha normal, hóstias foram produzidas por engano com uma farinha alucinógena, que teve efeito imediato. E por isso, no último domingo, na igreja do Santo Espírito de Campobasso, na região central da Itália, desencadeou-se o caos: alguns testemunharam visões dos santos, outros abraçara...
· · · há 4 horas



A CABINE TELEFÔNICA DA SUPER DILMA - NEOLIBERALISMO SERVIL

A CABINE TELEFÔNICA DA SUPER DILMA – NEOLIBERALISMO SERVIL


Laerte Braga


A política econômica em absoluta e estrita obediência às diretrizes de instituições como o Banco Mundial, o FMI. A privatização (que disfarçam com o eufemismo concessão) de quatro grandes aeroportos do País e o anúncio que mais rodovias serão entregues à administração de empresas privadas. A plena falta de tino da presidente para questões de importância decisiva para o futuro do Brasil (basta dizer que Moreira Franco é o ministro Secretário de Assuntos Estratégicos) e um retrocesso sem tamanho na política externa com o ministro Anthony Patriot, funcionário qualificado do Departamento de Estado. A soma de tudo isso mostra um governo neoliberal e servil a uma ordem mundial que se sustenta em arsenais nucleares, já que falida em seus pilares políticos e econômicos.

Um velho e experiente domador de leões costumava dizer que esse negócio de colocar a cabeça na boca do rei da selva é complicado. Numa determinada hora o leão vai fechar a boca e a cabeça vai ser arrancada.

Dilma decidiu colocar o Brasil na boca do leão e já estamos sendo abocanhados aos poucos.

O jornalista Beto Almeida, membro da junta diretiva da TELESUR, faz uma análise precisa e correta da política externa do governo Dilma Roussef e conclui que o País “involuiu” em relação ao governo Lula e seu ministro de Relações Exteriores Celso Amorim.

Às vésperas do carnaval, denuncia que o representante brasileiro nas Nações Unidas votou a favor de sanções contra a Síria, afastando-se do chamado BRICs, países que no governo anterior se constituíram em bloco para afastar-se das imposições norte-americanas em todos os campos políticos (Brasil, Rússia, Índia, África do Sul e China).

Já havia votado contra o Irã e apoiado a criminosa invasão e destruição da Líbia.

A Líbia hoje é um país destruído depois de mais de duzentos dias de bombardeios, em guerra civil e na sexta-feira o governo sírio prendeu 160 soldados franceses que incitavam grupos rebeldes a lutar contra o presidente Bashar Al Assad. A velha hipocrisia da “intervenção humanitária”, o pretexto para assegurar os ganhos nos negócios.

Dilma é um embuste até em relação ao próprio Lula, muitas vezes adepto de uma no cravo e outra ferradura, ou quase sempre.

O PSDB e as forças que o movimentam agradecem ao poste eleito pelo ex-presidente.

Acendeu a luz ao contrário. A sensação que deixa é que ao entrar na cabine telefônica para transformar-se na Super Dilma, sai de lá com a camisa amarela de Super FHC. Delúbio Soares, um dos porta-vozes do petismo oficial chama a classe média de “base da pirâmide social brasileira”. É uma síntese da visão neoliberal do governo.

Há um processo de privatizações e terceirizações, estão sendo desqualificados os serviços públicos, há submissão a interesses das grandes potências (que na verdade são apenas duas Israel e Estados Unidos, a Europa Ocidental é só uma grande base militar), enfim, o roteiro traçado e executado nos oito anos de FHC com um discurso um pouco diferente, lógico, para atenuar o impacto do retrocesso. A América Latina já está sob controle. A Central com a base militar em Honduras e a do Sul com a base britânica nas Malvinas (território argentino ocupado) e pior, com armas nucleares.

Voltamos aos tempos de entreposto do capital estrangeiro. Ou posto de troca dos cavalos na rota das diligências da Wells Fargo, hoje um poderoso conglomerado financeiro nos EUA e com tentáculos espalhados pelo mundo inteiro.

Quando o milionário Eike Batista diz que em poucos anos será o homem mais rico do mundo está afirmando que o BNDES – Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – vai financiar essa paranóia e o dinheiro do BNDES é do trabalhador brasileiro.

A privatização dos quatro aeroportos, que petistas insistem em chamar de “concessão”, na prática vem a ser, a grosso modo, abrir as pernas, da mesma forma vai ser financiada pelo BNDES.

É mais ou menos assim. Se um grupo econômico faz parte dos grupos amigos do poder, o dinheiro surge e os transforma em grupos cada vez mais ricos. Um “socialismo” às avessas do governo do PT e da presidente/poste que acendeu a luz e ilumina apenas a direita.

Ela própria, em sua descoordenação, que é o afã de obter o aval das forças mais retrógradas do País, não percebe que está sendo engolida pelo leão. Ou percebe e acredita que o leão vai ser bonzinho.

É bem mais que um embuste, é um fracasso redondo e rotundo.

Aquela história de esquerda se presta apenas a vender a imagem do que não existe mais, uma lutadora do povo. Luta agora pelos esquemas FIESP associados a interesses estrangeiros.

Os retrocessos na política externa brasileira dão a dimensão que outra vez estamos a reboque, no papel de coadjuvantes de segunda categoria. No governo Lula, malgrado as críticas ao seu todo, éramos protagonistas. E o chanceler era brasileiro.

Entreposto? Se prestarmos atenção não somos donos de nada. Sequer temos um carro brasileiro. O arsenal da Marinha tem plenas condições de produzir os submarinos nucleares necessários à guarda do litoral do País. Os setores estratégicos da economia estão privatizados e nem Lula mexeu nisso, enquanto Dilma aprofunda essas políticas de entrega.

As grandes mineradoras ou são estrangeiras (caso do nióbio), ou grupos nacionais associados a grupos estrangeiros. Vale dizer que no caso da VALE – supostamente ainda brasileira – a imensa extensão de terras da empresa aqui e em outros países, significa a cessão do subsolo. Nem a Constituição de 1946, liberal no sentido clássico do termo, abria ou permitia esse tipo de concessão.

A água está escoando pelas mãos de grupos como a Nestlé. A privatização da EMBRAER privou o Brasil de tecnologias que já estavam ameaçando as empresas internacionais. Como a própria indústria bélica, IMBEL e ENGESA.

No estado de Minas Gerais, ao sabor da doença Aécio Neves e agora Antônio Anastasia, as grandes companhias mineradoras destroem o ambiente com reflexos que se fazem sentir em outros estados como o Rio de Janeiro, por conta do curso dos rios. As licenças são concedidas pela FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente – onde a corrupção é generalizada.

Somos donos de que? Em determinadas regiões da Amazônia brasileira a presença de estrangeiros disfarçados em religiosos, bondosos voluntários a ajudar índios, populações ribeirinhas, etc, vão aos poucos transformando em realidade a frase de Al Gore (foi vice-presidente de Clinton) – “a Amazônia é importante demais para ser só brasileira, o Brasil tem que entender que deve reparti-la com o resto do mundo”.

O viés tacanho de militares brasileiros, em sua maioria aceita passivamente essa dominação num acordo militar que nos torna subalterno com os EUA. Entendem que demarcação de reservas indígenas e proteção ambiental têm cheiro de comunismo, sem ter a menor idéia, além de aprender que 1964 foi uma “revolução”, sendo um golpe conduzido por potência estrangeira, que a ocupação do País se dá de forma organizada e consistente desde o governo FHC, que na prática apenas sistematizou uma realidade que vem desde tempos imemoriais.

A classe trabalhadora brasileira anestesiada por um dos tentáculos mais poderosos desse sistema – o capitalismo – a mídia de mercado, não percebe, por exemplo, todo esse processo e acredita que é capaz de mudar os rumos do País pela via eleitoral.

Temos um modelo institucional falido. É uma bolha onde um clube de amigos e inimigos cordiais repartem entre si o País e suas riquezas. O governo Dilma não foge desse esquema, pelo contrário, caiu de braços abertos no clube.

A emenda constitucional que pôs fim ao monopólio estatal do petróleo – governo FHC – permanece intocada e o pré sal vai se esvaindo aos poucos para mãos de grandes empresas petrolíferas do conglomerado que controla o mundo.

A política externa é sintoma disso. O governo Dilma deu as costas aos seus compromissos, o seu partido tenta justificar o injustificável e isso coloca para os partidos populares, as forças do movimento social, o desafio de buscar sacudir os trabalhadores e mostrar-lhes a realidade que vai muito além do assistencialismo de programas como o bolsa família.

O que é o Congresso? O que são governadores? Em sua esmagadora maioria eleitos por grupos religiosos ultra conservadores e a serviço de potência estrangeiras, os financiados por empresas e pelo sistema financeiro e poucos a lutar pelos interesses do País e dos trabalhadores. De quebra os latifundiários agregados a empresas como a MONSANTO, despejando em nossas mesas as doenças de cada dia do transgênico e do agrotóxico.

É o desafio que se tem pela frente. A tarefa que deve ser cumprida, antes que o leão feche a boca de vez e triture a cabeça/país.

Com Dilma não vamos a lugar algum seguro. Pelo contrário, o poste eleito por Lula é um embuste político, um atraso em relação a algumas conquistas dos últimos anos.

Não é só uma luta político/partidária, é pela sobrevivência do Brasil como nação soberana e dos brasileiros como seres livres e capazes de definir o nosso destino.

Vade no reto, satanás!

.


Repórter da Carta Capital chama Reinaldo Azevedo de “Exu da Veja”

Anderson Scardoelli

Citado em post do blog de Reinaldo Azevedo, da Veja, o repórter da revista Carta Capital, Leandro Fortes, se referiu ao colega de profissão como “Exu da Veja”. O blogueiro do site da revista da Editora Abril criticou, em texto publicado na tarde desta sexta-feira, 24, a postura de Fortes em relação ao acordo judicial dos jornalistas Heraldo Pereira (TV Globo) e Paulo Henrique Amorim (TV Record).

Fortes avalia que Amorim não foi racista.

Demonstrando não conhecer o trabalho do repórter da Carta Capital – que tem passagens pelos jornais Correio Braziliense, Estadão, Zero Hora, Jornal do Brasil e O Globo, na revista Época e na TV Globo -, Azevedo discordou da afirmação de Fortes. O jornalista da Carta Capital avaliou que Amorim não foi racista ao se referir a Pereira como “negro de alma branca”. “Que graça! Fortes acredita que o ‘anti-racismo’ pode recorrer, às vezes, a ‘expressões cruéis’ e ‘pejorativas’, publicou o colunista da Veja.

Após o post de Azevedo, Fortes ironizou a crítica do jornalista da Veja.com. “O Exu da Veja fez um post só pra mim! Eu queria agradecer a todos que me ajudaram, direta e indiretamente, a chegar até esse momento máximo da minha carreira de jornalista”, comentou. “No fundo, o meu mestre, o Exu da Veja, tem razão. Eu sou apenas um rapaz latino americano, sem dinheiro no banco, repórter da Carta Capital, e, pasmem, branco”, complementou o repórter.

Em texto publicado no blog ‘Brasília, eu vi’ na tarde dessa quinta-feira, 22, Fortes analisa que o termo usado pelo jornalista da Record é pejorativo, mas que não tem conotação racista. “Paulo Henrique Amorim, assim como eu e muitos blogueiros e jornalistas brasileiros, nos empenhamos há muito tempo numa guerra sem trégua a combater o racismo, a homofobia e a injustiça social no Brasil”, afirmou no artigo intitulado “Racista é a PQP, não PHA!”.

COMUNIQUE-SE ou trumbique-se

_________________________________________




Leia artigo completo de Leandro Fortes defendendo PHA

Racista é a PQP, não PHA!

"Por isso, classificar Paulo Henrique Amorim de racista vai além de qualquer piada de mau gosto. É, por assim dizer, a inversão absoluta de valores e opiniões que tem como base a interpretação rasa de um acordo judicial, e não uma condenação. Como se fosse possível condenar PHA por racismo a partir de outra acusação, esta, feita por ele, e coberta de fel: a de que Heraldo Pereira, repórter da TV Globo, é um “negro de alma branca”.

O termo é pejorativo, disso não há dúvida. Mas nada tem a ver com racismo. A expressão “negro de alma branca”, por mais cruel que possa ser, é a expressão, justamente, do anti-racismo, é a expressão angustiada de muitos que militam nos movimentos negros contra aqueles pares que, ao longo dos séculos, têm abaixado a cabeça aos desmandos das elites brancas que os espancaram, violentaram e humilharam. O “negro de alma branca” é o negro que renega sua cor, sua raça, em nome dessa falsa democracia racial tão cara a quem dela usufrui. É o negro que se finge de branco para branco ser, mas que nunca será, não neste Brasil de agora, não nesta nação ainda dominada por essa elite abominável, iletrada e predatória – e branca. O “negro de alma branca” é o negro que foge de si mesmo na esperança de ser aceito onde jamais será. Quem finge não saber disso, finge também que não há racismo no Brasil."




________________________________

Leia também...

Garotinho compara Dilma a Hitler


"Estimados leitores, não é todo dia que a gente tem o privilégio de ver uma mente como a do deputado Anthony Garotinho em funcionamento, talvez devido à baixa frequência com que esse fenômeno ocorre, quem sabe.

"Agora, por exemplo, nosso bravo deputado, vem dizer em alto e mau tom que nossa presidente pode ser comparada a Hitler. Dilma Rousseff? Hitler?

Segundo o deputado, assim como Dilma é popular, Hitler também o foi. O que eu imagino, a favor do deputado, é que com os eventuais neurônios atordoados por citações bíblicas nas vinte horas por dia que ele se dedica aos seus afazeres de evangélico, ele não faça ideia do que esteja dizendo. E, com a intenção de contribuir para com a formação, digamos, intelectual, do deputado, vamos tentar explicar a ele por que, se se pode comparar Hitler com alguma coisa, isso jamais seria possível ser feito com relação à nossa presidente."

Marcelo Carneiro da Cunha / Terra Magazine


Leia c ompleto clicando no título da matéria.

________________________________

Para o seu final de semana pleno de paz e muita alegria

Exu Caveira



________________________________

Ilustração - AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

PressAA

.




El Sur es Nuestro

SEGÚN LA EMBAJADORA SALVADOR, Palacio y los hermanos Pérez presentaron en la CIDH una solicitud de medidas cautelares y al mismo tiempo una petición para analizar el caso. “La Comisión estaba en la obligación de pedir información al Estado ecuatoriano sobre el caso para tener ambas versiones, sin embargo no lo ha hecho” declaró.
Salvador dijo que los Estados miembros de la OEA reclaman más rigurosidad en los procedimientos para el otorgamiento de medidas cautelares. “Todos los Estados creemos que el sistema de DD.HH. debe transformarse en un sistema que garantice transparencia, efectividad y respeto a los procesos”, afirmó Salvador.
Salvador: Comunicado de la CIDH parece redactado por practicantes y no por abogados del organismo
www.zonasurecuador.com
www.zonasurecuador.com
Noticias de la Región 7; El Oro, Loja, Zamora Chinchipe, Ecuador y el mundo; economía, deportes, política, entretenimiento, farándula

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A fala de nóis, brasileiros, na Globo









A falta da voz brasileira na Globo

Urariano Mota*

Recife - Mais de uma vez eu já havia notado que os apresentadores de telejornalismo têm uma língua diferente da falada no Brasil. Mas a coisa se tornou mais séria quando percebi que, mesmo fora do trator absoluto do Jornal Nacional, os apresentadores locais, de cada região, também falavam uma outra língua. O que me despertou foi uma reportagem sobre o trânsito na Avenida Beberibe, no bairro de Água Fria, que tão bem conheço. E não sei se foi um despertar ou um escândalo. Assistam em “Falta de sinalização em avenida traz perigo para pedestres”.

Na ocasião, o repórter, o apresentador, as chamadas, somente chamavam Beberibe de Bê-Bê-ribe. O que era aquilo? É histórico, desde a mais tenra infância, que essa avenida sempre tenha sido chamada de Bibiribe, ainda que se escrevesse e se escreva Beberibe.

Ligo para a redação da Globo Nordeste. Um jornalista me atende. Falo, na minha forma errada de falar, como aprenderia depois:

- Amigo, por que vocês falam bê-bê-ribe, em vez de bibiribe?
- Porque é o certo, senhor. Bé-Bé é Bebê.
- Sério? Quem ensina isso é algum mestre da língua portuguesa?
- Não, senhor. O certo quem nos ensina é uma fonoaudióloga.


Ah, bom. Para o certo erram de mestre. Mas daí pude ver que a fonoaudióloga como autoridade da língua portuguesa é uma ignorância que vem da matriz, lá no Rio. Ou seja, assim me falou a pesquisa:

“Em 1974, a Rede Globo iniciou um treinamento dos repórteres de vídeo... Nesse período a fonoaudióloga Glorinha Beuttenmüller começou a trabalhar na Globo. Como conta Alice-Maria, uma das idealizadoras do Jornal Nacional: “sentimos a necessidade de alguém que orientasse sua formação para que falassem com naturalidade”.

Foi nesta época, que Beuttenmüller começou a uniformizar a fala dos repórteres e locutores espalhados pelo país, amenizando os sotaques regionais. No seu trabalho de “definição de um padrão nacional, a fonoaudióloga se pautou nas decisões de um congresso de filologia realizado em Salvador, em 1956, no qual ficou acertado que a pronúncia-padrão do português falado no Brasil seria do Rio de Janeiro”. (Destaque meu.)

Mas isso é a morte da língua. É um extermínio das falas regionais, na voz dos repórteres e apresentadores. Os falares diversos, certos/errados aos quais Manuel Bandeira já se referia no verso “Vinha da boca do povo na língua errada do povo/ Língua certa do povo”, ganha aqui um status de anulação da identidade, em que os apresentadores nativos se envergonham da própria fala. Assim, repórteres locais, “nativos”, se referem ao pequi do Ceará como “pê-qui”, enquanto os agricultores respondem com um piqui.

De um modo geral, as vogais abertas, uma característica do Nordeste, passaram a se pronunciar fechadas: nosso é, de “E”, virou ê. E defunto (difunto, em nossa fala “errada”) se transformou em dê-funto. Coração não é mais córa-ção, é côra-ção. Olinda, que o prefeito da cidade e todo olindense chamam de Ó-linda, nos telejornais virou Ô-linda. Diabo, falar Ó-linda é histórico, desde Duarte Coelho. Coisa mais bela não há que a juventude gritando no carnaval “Ó-linda, quero cantar a ti esta canção”. Já Ô-linda é de uma língua artificial, que nem é do sudeste nem, muito menos, do Nordeste. É uma outra coisa, um ridículo sem fim, tão risível quanto os nordestinos de telenovela, com os sotaques caricaturais em tipos de físicos europeus.

Esse ar “civilizado” de apresentadores regionais mereceria um Molière. Enunciam, sempre sob orientação do fonoaudiólogo, “mê-ninô”, “bô-necÔ”, enquanto o povo, na história viva da língua, continua com miní-nu e buneco. O que antes era uma transformação do sotaque, pois na telinha da sala os apresentadores falariam o português “correto”, atingiu algo mais grave: na sua imensa e inesgotável ignorância, eles passaram a mudar os nomes dos lugares naturais da região.

O tão natural Pernambuco, que dizemos Pér-nambuco, se pronuncia agora como Pêr-nambuco. E Petrolina, Pé-tró-lina, uma cidade de referência do desenvolvimento local, virou outra coisa: Pê-trô-lina. E mais este “Nóbel” da ortoépia televisiva: de tal maneira mudaram e mudam até os nomes das cidades nordestinas que, acreditem amigos, eu vi: sabedores que são da tendência regional de transformar o “o” em “u”, um repórter rebatizou a cidade de Juazeiro na Bahia. Virou JÔ-azeiro! O que tem lá a sua lógica: se o povo fala jUazeiro, só podia mesmo ser Jô-azeiro.

*Urariano Motta é natural de Água Fria, subúrbio da zona norte do Recife. Escritor e jornalista, publicou contos em Movimento, Opinião, Escrita, Ficção e outros periódicos de oposição à ditadura. Atualmente, é colunista do Direto da Redação e colaborador do Observatório da Imprensa. As revistas Carta Capital, Fórum e Continente também já veicularam seus textos. Autor de Soledad no Recife (Boitempo, 2009) sobre a passagem da militante paraguaia Soledad Barret pelo Recife, em 1973, e Os corações futuristas (Recife, Bagaço, 1997). Colabora com esta nossa Agência Assaz Atroz.

_________________________________

Outras matérias que estiveram hoje sob o crivo dos pauteiros da PressAA

Alagoas na Net:

Livros brotam no sertão

Na Bahia, o povoado com a maior taxa de exemplares por habitante do Brasil

por Rodrigo Sombra - Revista Piauí

O povoado de São José do Paiaiá, no sertão baiano, tem 500 moradores, igreja, escola, praça e duas ruas. “Na de cima, mora a elite; na de baixo, a classe trabalhadora”, descreveu o historiador Geraldo Moreira Prado, 71 anos, o filho mais ilustre e ilustrado da terra. De cada dez habitantes de Paiaiá, três são analfabetos. Metade da população vive na pobreza, com renda de pouco mais de 200 reais por família a cada mês. Quatro famílias formam a elite local.

(Leia completo clicando no título)

...................

Carta ao Mercadante

"Quer mesmo uma educação melhor para o Brasil? Caso positivo, venha comigo exigir melhorias localizadas no Ministério da Educação. Vamos concentrar esforços pontualmente, um por vez, e esteja certo que conseguiremos. Nesse 2012 prometo pedir somente 5 minutos de seu tempo para ler o texto logo abaixo:

OBS: Ao final do texto pedirei para assinar uma petição que encaminharei ao Ministro da Educação. Se conhece meus esforços e achar desnecessário ler ASSINE AQUI. Grato."

Leia texto completo clicando no título desta matéria que foi enviada à PressAA pelo autor:

Sergio Grigoletto

Especialista em Leitura, Desenvolvedor de Tecnologias Educacionais e Instrumentos Técnicos de Aplicação. Meus blogues relatam minhas pesquisas e experiências com os métodos da Tecnologia Educacional e Instrumento Técnico "Amigos de Letras na Escola" e "Viva Livro!" (com oito títulos editados) as quais venho desenvolvendo desde 1995. Essas tecnologias se prestarão à formação de leitores e mediadores de leitura na escola e na família, criação da Cultura do Livro na sociedade brasileira e integração da família no ensino formal dos filhos. Contato no Twitter: @digrigo
_________________________________


Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons (O cartum da parte inferior do cartoon ilustração desta matéria foi copiado de Bigodão - Humor "sem" apelação... )

PressAA

.


DILMA PAGA PRA VER E FAZ CLUBES MILITARES ENGOLIREM BLEFE

O episódio da notícia plantada pelas  viúvas da ditadura  n'O Estado de S. Paulo para pressionar a presidente Dilma Rousseff (ver aqui) terminou com o  incrível exército de Brancaleone  batendo em retirada sob vara, conforme o próprio jornalão relata:
"Os presidentes dos Clubes Militares foram obrigados ontem a publicar uma nota desautorizando o texto do 'manifesto interclubes' [ver íntegra aqui] que criticava a presidente Dilma Rousseff por não censurar duas de suas ministras que defenderam a revogação da Lei da Anistia.

Dilma não gostou do teor da nota por não aceitar, segundo assessores do Planalto, qualquer tipo de desaprovação às atitudes da comandante suprema das Forças Armadas.

A presidente convocou o ministro Celso Amorim (Defesa) para pedir explicações. Ele se reuniu com os comandantes das três Forças, que negociaram com os presidentes dos clubes da Marinha, Exército e Aeronáutica a 'desautorização' da publicação do documento, divulgado no site do Clube Militar no dia 16, como revelou o Estado na terça-feira.

No dia seguinte, houve a reunião de Amorim com os comandantes das três Forças e uma conversa com a presidente. Paralelamente a essa movimentação, os comandantes telefonaram aos presidentes dos três clubes a fim de que a nota crítica a Dilma fosse suprimida.
Ontem, o 'comunicado interclubes' foi retirado do site no início da tarde. Por volta das 16 horas, foi divulgado um outro texto, em que os presidentes desautorizavam o comunicado anterior. Esse desmentido, porém, não chegou a ficar meia hora no ar. O Clube do Exército, para tentar encerrar a polêmica, retirou a nota e o desmentido..."
Uma avaliação interessante do episódio é a da colunista Eliane Cantanhêde, na Folha de S. Paulo:
"A nomeação de Menicucci [para a Secretaria de Políticas para as Mulheres] sinaliza claramente que a primeira presidente mulher da história brasileira, torturada pela ditadura militar, tem um encontro marcado, em algum momento à frente, entre restrições políticas e convicções, entre palavras e atos. É quando fará sua foto oficial para a história.

Não é fácil. O caminho é tortuoso, cheio de obstáculos e armadilhas. Uma delas foi a nota impertinente dos clubes militares, na qual oficiais de pijama se deram ao direito de criticar a presidente e comandante em chefe das Forças Armadas e exigir que ela desautorizasse duas ministras -Menicucci e Maria do Rosário (Direitos Humanos)- por defenderem a verdade sobre ditaduras.

Tal como a presença de Menicucci 'diz' o que Dilma não pode dizer, militares da reserva muitas vezes verbalizam o que os da ativa pensam, mas não podem falar. Tal como Menicucci mede as palavras para não expor a amiga presidente, os da reserva tiveram de recuar por conveniência dos da ativa. E a luta continua".
Eu só faria uma ressalva:  alguns  militares da reserva temerosos do que a Comissão da Verdade possa vir a apurar verbalizam o que alguns colegas na ativa com esqueletos no armário pensam, mas não podem falar. A grande maioria do oficialato quer mais é saber de sua carreira, pragmaticamente.

Então, a Dilma agiu muito bem ao pagar para ver, expondo o blefe de uma minoria extremista e fazendo seus autores o engolirem a seco. 

OUTROS TEXTOS RECENTE (clique p/ abrir):
GRAVE ALERTA: CONFLITO SÍRIO PODE CONFLAGRAR TODO O ORIENTE MÉDIO

ASSIM GRASNARAM OS CORVOS

VIÚVAS DA DITADURA PLANTAM NOTÍCIA CONTRA MINISTRAS DA DILMA
CAOS NA LÍBIA

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Justiça tardia mas JUSTIÇA JÁ ao ex prefeito Cassaro

Falar de Cassaro e não falar de Reforma Agraria é dificil. 25 anos após a morte do prefeito de São Gabriel da Palha, a justiça PODE SER FEITA, enfim. Terça feira dia 28 de fevereiro a partir das 18 hs haverá vigilia em frente ao TJ-ES, pois se não bastasse a lentidao da justiça, após um longo percurso para julgar e CONDENAR os mandantes do crime contra o prefeito que lutou pela reforma agraria nas terras de grileiros e escravagistas do municipio, os condenados ( ENFIM - 25 anos depois) recorrem em liberdade para anular sentença. Pedimos a todos adentrar a esta luta: Por Cassaro, Por Justiça, por Reforma agraria. Pedimos a todos assinarem http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinada.aspx?pi=P2012N20890 e assim comparecerem a este ato de luta e justiça , distribuir o pedido, pautar o tema e aos que são de Vitória comparecerem a vigilia ao TJ-ES. JUNTOS SOMOS FORTES. Alô garotos de renovação e luta (ESTUDANTES) bora lá?

A Sandra, Arildo e familiares, minha solidariedade e a certeza que seguiremos como sempre juntos nesta e noutras lutas. Hasta siempre.,
www.peticaopublica.com.br
Armazenamento online gratuito para Abaixo-assinados disponível grátis 24 horas por dia. Um serviço público de qualidade para todos os cidadãos brasileiros.

Tortura nas masmorras do Es em Video

De volta ao faturo à custa dos bobos



Deu no...

Folha de São Paulo publica "notícias do futuro"

Nathália Carvalho

"Qual a notícia que você gostaria de ver na Folha daqui a 90 anos?". A proposta da Folha de São Paulo rendeu um especial publicado no caderno 'Corrida' desta semana. A ideia reuniu cerca de 7.500 sugestões enviadas pelos leitores. Entre as matérias principais, está a manchete "Brasil continua com melhor IDH do mundo".

Para agrupar as sugestões dos leitores, o impresso reuniu um grupo de jornalistas, que separou e editou as reportagens. "A relação destacada pela redação reflete ainda o desejo de melhorias no transporte público ("Metrô de SP supera o de Xangai" é uma das notícias fictícias que foram produzidas) e o interesse pela exploração espacial ("Nave com turistas de 27 países deve pousar em Marte"), disse a matéria do jornal sobre a experiência.

Ainda no especial, matérias como "Teletransporte em SP pode resolver caos no trânsito", "Número de habitantes na Lua já supera a casa dos 10 milhões" e "Especialistas comentam exercícios que prometem aumentar a expectativa de vida de 120 para 150 anos" podem ser lidas. Além disso, os leitores brincaram com notícias futebolísticas, que foram reunidas no caderno 'Esporte'. O especial também está disponível na página da Folha.

_____________________________

Está dando (no bom sentido!) nesta nossa Agência Assaz Atroz:

Notícias do Passado

Quais as notícias que você gostaria de ter lido há uns 50 anos?

O Goober (o cavalo alado que adquirimos da Wells & Fargo num leilão da New York Stock U$) leva você até lá...

Clique nos títulos e leia...

Folha de S.Paulo ataca torturadores dos tempos da Redentora





POR QUE A NOSSA INTERNET É TÃO BARATA (stricto senso) E BOA?
_________________________________

Outras matérias que estiveram hoje sob o crivo dos pauteiros da PressAA




MÍDIA & JUSTIÇA

O júri e a imprensa

por Carlos Brickmann


"Mentira a jato

"Uma mentira pode dar a volta ao mundo, enquanto a verdade ainda calça os sapatos. (Mark Twain)

"Isto já era verdade nos tempos de Mark Twain, quando o telégrafo e o código Morse faziam o papel da internet hoje em dia, só que bem mais devagar. A velocidade da internet faz com que boatos e notícias mal apuradas circulem em todo o país antes que seja possível iniciar os desmentidos (e, considerando-se a área atingida pelos equívocos, será praticamente impossível abranger e rebater o noticiário todo). Segundo, enquanto for permitido que as pessoas mais covardes se escondam atrás de pseudônimos, os equívocos são seguidos da mais ampla divulgação possível de preconceitos. Basta assinar algo como “Gladiador Branco”, ou PKSRTL, e o mundo estará aberto para a xingação, a mentira e os preconceitos. Este é um dos nascedouros do ódio a negros, nordestinos, gays, judeus, torcedores de times adversários."


Clique no título e leia a coluna completa do Brickmann no OI.

_____________________________

No blog da redecastorphoto

Síria: O fiasco dos agentes secretos franceses em Homs

_____________________________

Ilustração - AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

PressAA

.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

O que será que te dá, ó Nega?




As máscaras do “Cansei” genérico

A intolerância social, sexual e política que experimentamos nos dias de hoje ainda é a herança imposta a várias gerações que cresceram e se formaram sob as mordaças da ditadura militar. Está presente na direita, na extrema esquerda e, mais ainda, nos que garantem ser apolíticos ou apartidários.

Os intolerantes de direita continuam sendo os mesmos: aquele percentual que não chega a dois dígitos do conjunto social há um bom tempo. Seus ícones-gurus são, por assim dizer, adversários honestos. Como nós, dão a cara a tapa; você sabe onde estão, para quem trabalham e como manipulam a opinião pública. Já os desmascaramos várias vezes e continuaremos a fazê-lo.

Imagine o espectro político como um círculo. Nele, os extremos ideológicos se encontram e muitas vezes descobrem interesses comuns. É o caso do PSOL e do DEM. Não se pode afirmar que Heloísa Helena seja uma fascista. Saiu do PT porque o PT se aproximou ao centro, fez alianças e, assim, viabilizou seu projeto de governo. Heloísa não gostou da mistura e cuspiu no prato que comeu.


DEM e PSOL se encontram nos extremos e derrubam a CPMF. Heloísa Helena vibra ao lado dos "colegas"
A associação do PSOL e DEM no combate ao “inimigo” comum resultou, por exemplo, na extinção da CPMF em 2008. Minorias estagnadas ou em franca decadência, seus eleitores não representam perigo algum para o projeto de governo encabeçado por Dilma Roussef.

Perigosos mesmo, são os que se dizem apolíticos ou apartidários. Gente que está, consciente ou não, a serviço da ultra-direita fascista. Estes, sim, estão em franca ascenção nas redes sociais e portais da Internet. Usam diversas máscaras. Repare naquele tipo cético, indignado, decepcionado com tudo à volta. Entra em qualquer roda – e o papo é mais ou menos o mesmo: “político é tudo ladrão, tem que fuzilar todos”, o clássico “este país não tem jeito – acorda Brasil” etc. Não conseguem formular uma frase que não tenha palavras como “corruptos” e “corrupção”. O curioso em relação ao estigma da corrupção é que não se interessam pelo sujeito oculto: o corruptor. Não mencionam nomes, generalizam para não revelarem seu propósito. Quando se referem ao passado com discreto saudosismo, recuam de 2002 direto para ditadura – sem escalas no mandato de FHC. Lamentam reconhecer que sob o regime militar “político ladrão não tinha perdão: morria em vala rasa”. Para não parecerem completos alienados, têm pequenos surtos de informação política e se aventuram em citar Fidel Castro ou Hugo Chavez em suposta conspiração comunista sob a “conivência da nossa imprensa” – como quem acha pouco ou nenhum o golpismo diário do PiG.

“Cansamos”, “Basta de”, “Fora os”… são expressões presentes na maioria de seus banners. A tática não é propor solução nem destacar algum político “bom”, mas desmoralizar TODA a classe política que aí está. Em sua lógica surreal, fica sub-entendido que depois de fuzilarmos os ocupantes do Palácio do Planalto, do Congresso e da Câmara, e varrermos assim toda a corrupção que nos corrói, o povo iluminado pela “nova era” descobrirá, espontaneamente, que ainda tem gente boa para nos governar. Quem? Ora, todos que não nos governam atualmente. Certo? Deixa eu adivinhar: Agripino Maia, Maluf, Serra, Kassab, Bolsonaro… Quem sabe o Tiririca – pior do que está não fica?

Todos conhecemos alguma pessoa que não liga pra isso, esse negócio de política. Gente que não dá a mínima, que não acredita nem se interessa por política e políticos. Uns são religiosos, outros praticam aeróbica. Uns são músicos, outros intelectuais. Uns viajam, outros meditam. Uns tem muita grana, outros nenhuma… Para um apolítico, não importa quem governa: sua vida segue sempre igual.

Mas quando alguém decide reunir um grupo para reivindicar, protestar ou difundir uma causa ou palavra de ordem, seja no condomínio onde mora, no seu bairro, ou nas redes sociais – estará fazendo política. Mesmo que não se dê conta disso.

Outro dia segui uma amiga no Facebook e cheguei a um grupo que propunha fazer abaixo assinado para “acabar com os corruptos que mamam nos impostos provenientes do nosso trabalho suado”. Ok, até aí eu concordo. Mas por que não citam nomes? Eis o x da questão! Deixam isso pro visitante “descobrir”. O dono do pedaço usa um avatar com aquela máscara do Anonymous e prega o voto nulo. Discordei, argumentei com o Zé Mané mascarado que não está certo fazer campanha para o voto nulo. Porque o voto é a única arma que temos para mudar as coisas, que é preciso distinguir os bons e maus políticos… 5 minutos de debate e o mascarado já me “acusava” de petista, comunista, de estar sendo pago pra falar bem do governo etc.

Aí me dei conta de que andei incorporando “amigos” no Facebook sem saber quem eram de fato. Me dei conta também, que a nova tática da direita é acusar a espécie política, o genérico. Porque só assim conseguem atacar o PT. Porque os governos de Lula e Dilma são muito bem avaliados e de fato alavancaram o Brasil de cabo a rabo, dos bancos às favelas. Porque nem a imprensa deles tem como omitir e o jornalista tem que fazer uma ginástica enorme, criar factóides sem fundamento pra desmerecê-los. Lembrei de como a campanha de Serra evitou atacar Lula.

O movimento “Cansei” não cansa nunca. É um camaleão grotesco que se apropriou da máscara alheia.

Aliás, será que os verdadeiros hackers do Anonymous não pensaram que QUALQUER pessoa do planeta pode usar essa máscara e se fazer passar por eles? Se amanhã eu formar um grupo que se reúne aos sábados pra jogar boliche e usarmos essas máscaras, como saberão se somos ou não os hackers que invadem e derrubam o site do Pentágono? E mais: o que faz um fascistóide pensar que seus “ideais” são os mesmos do verdadeiro Anonymous?

___________________________________

Artigo recebido por e-mail de ronichira@terra.com.br
que nos indicou o seu blog...
O que será que me dá? OU DEMOCRATIZAMOS AS COMUNICAÇÕES OU MERGULHAMOS NA BARBÁRIE

A nossa Agência Assaz Atroz agradece.

___________________________________

Outras matérias que estiveram hoje sob o crivo dos pauteiros da PressAA

O amargo chá do colonialismo inglês

por Gilson Caroni Filho, em Quem Tem Medo da Democracia

"Voltemos à guerra de 1982. Quatro anos antes, em 1978, Chile e Argentina estiveram a ponto de entrar em guerra pelo litígio do Canal de Beagle. Ao serem desatadas as hostilidades pelas Malvinas, o governo de Santiago recusou a aliar-se aos seus vizinhos como fez o resto da América Latina, opôs-se à convocação do Tiar (Tratado Interamericano de Assistência Recíproca) e absteve-se em todas as votações que condenaram a agressão britânica e o apoio norte-americano. A posição chilena favorecia o Reino Unido e, contudo, os ingleses colocaram o parceiro em evidência, expondo-o a consequências desagradáveis."

A “crise do capitalismo global” – Crise de quem? Quem lucra?

É só clicar...

Recebido por e-mail da redecastorphoto

______________________________________

Iustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

PressAA

.