Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sábado, 14 de janeiro de 2012

O Brasil está em débito com a humanidade

http://quemtemmedodademocracia.com/2012/01/14/modesto-da-silveira-o-brasil-esta-em-debito-com-a-humanidade-especial-para-o-qtmd/ 

olha só... pra animar, a Aninha ( Ana Helena Tavarez) publicou esta entrevista e me indicou. Adoreiii mas bem que podia tb. outros 'modestos' lerem.. uma aula. quem é GRANDE nao come salsicha e nem se abaixa pro rei.... tendeu? Viva o Modesto, Modesto da Silveira, e nem deveria ter esta modestia toda.... Renato Casagrande, aprendeu?

Nota de Repudio e Pedido Pauta contra Fascismo Governamental no ES

INDIGNAÇÃO TOTAL - No ES o Governo ataca manifestante fisica e moralmente e fica aliado a midia golpista sem sequer retratar-se. Infiltrou um agente para incendiar um Ônibus e responsabilizar aos movimentos estudantis protestantes.

Muito revoltante é o estado fascista que monta um 'espetáculo' de criminlazação social a ponto de infiltrar um individuo que queima um ônibus para incitar POVO contra POVO e responsabilizar aos manifestantes. Episódios que ocorreram num periodo que julgamos ter deixado para tras, como aconteceu no episódio do rio Centro. Pior que ver este 'show' é não ver punição e muito menos retratação. Que país é este? Punição já a este estado ditatorial e fascista. Apoio aos estudantes. De Pé o Vitimas da Fome, de pé.

BRASIL, DESMASCARE a  estes FASCISTAS, JUNTOS SOMOS FORTES.

Fotos de Volmar Serrano
Ta escrito "Opromidas" mas da para entender.

#OuvindoNaLognPlay SERGIO BOCCA via @lognplay

#OuvindoNaLognPlay SERGIO BOCCA via @lognplay

A urgência da democratização das comunicações

Por Lucas Morais no Diário Liberdade


O jornalismo da chamada “grande imprensa” brasileira passa por uma crise multifacética. Em 2010, tornou-se nítida a campanha da imprensa oligárquica, durante as eleições presidenciais, em defesa do PSDB e seu candidato, José Serra. Em matéria coordenada por Ali Kamel, na Rede Globo, durante o Jornal Nacional, uma bolinha de papel foi transformada em uma espécie de atentado terrorista ao então candidato presidencial tucano. Este foi o ápice da campanha política da “grande imprensa” durante as eleições. Ainda coroada por tentativas de difamação contra a candidata do PT, Dilma Rousseff, pelo amplo espaço dado à verde Marina Silva – na tentativa de se retirar votos da candidata petista, bem como pela tentativa de silenciar ou mesmo excluir do debate o candidato socialista Plínio de Arruda Sampaio.

Destacam-se nesta militância fanática a Globo, Abril, Folha e Estadão (este último ao menos se dignou ao declarar publicamente apoio ao candidato tucano durante a campanha em editorial), que também foram os principais meios de comunicação de massas a apoiarem o processo de privatização ocorrido durante o Governo FHC (1994-2002). Nos últimos anos esta imprensa vem perdendo espaço e audiência, enquanto o uso da Internet e suas redes sociais aumenta, colocando em perigo a então intocável hegemonia da mídia “tradicional”.

Se em 1989 a Globo foi capaz, no debate entre os presidenciáveis, de manipular as massas brasileiras contra Lula e consagrar Fernando Collor como presidente, hoje este quadro se inverteu. Apesar da tentativa de manipular as eleições em prol de José Serra, como no episódio da bolinha de papel, rapidamente a militância envolvida na eleição de Dilma Rousseff desmascarou o episódio em menos de 24 horas, dando a Lula condições inclusive de zombar da tentativa frustrada do candidato tucano, que ainda abusou do sensacionalismo de sua imprensa aliada realizando um exame tomográfico. Este episódio é emblemático de como as redes sociais capacitaram os “receptores” de informação a não só produzi-las, mas também desmistificar mentiras consagradas pelo jornalismo das oligarquias.

Entretanto, as demais emissoras e veículos de comunicação como Band, RedeTV! e Record não ficam atrás. Apesar das duas últimas estarem hoje mais alinhadas com o governo que as demais, são empresas ligadas a oligarquias e igrejas evangélicas, representando políticas e valores conservadores e/ou reacionários, atuando como porta-vozes das elites, do capital.

A democratização das comunicações em tempos de monopólios oligárquicos

Falar em democratização da comunicação, indo à raiz desta ideia, significa a luta pela socialização da produção e do controle dos grandes meios de comunicação, isto é, emissoras de televisão, rádios, cinema, telefonia, internet e redações jornalísticas.

Apesar do crescente uso das redes sociais e da decadência da chamada “velha imprensa”, a luta pela democratização das comunicações é mais urgente que nunca. Há urgência em se lutar para nos emanciparmos da propriedade privada dos oligopólios e dos monopólios transnacionais. Esta luta deve ser sempre rumo à socialização dos meios de comunicação.

No Brasil, como aludimos anteriormente, lidamos, por um lado, com as oligarquias da imprensa, que é comandada por seis famílias: Civita (Editora Abril), Marinho (Organizações Globo), Frias (Folha de S. Paulo), Saad (Rede Bandeirantes), Abravanel (SBT), Sirotsky (RBS). Por outro lado, lidamos com os grupos transnacionais das telecomunicações, como TIM, OI, Telefônica (Vivo), Sky e NET. São 668 veículos em todo o país, 309 canais de televisão, 308 estações de rádio e 50 jornais diários, todos estes monopolizados pelas seis famílias. Por outro lado, o monopólio das telecomunicações oferecem serviços de baixíssima qualidade. Este é outro setor fabricado pela privataria tucana durante os governos de FHC, quando privatizou as telecomunicações a preço de alface.

Mesmo do ponto de vista jurídico, esta monopolização oligárquica é uma afronta à Constituição brasileira e, infelizmente, foi mantida intacta durante os governos de Lula. Como já sinalizou o atual ministro das comunicações do Governo Dilma, Paulo Bernardo (PT), estes monopólios continuarão em vigor com a total conivência federal.

O fato é que, apesar do alcance crescente, as mídias sociais ainda estão muito aquém do poder quase onipresente da mídia tradicional, em especial da televisão. Pode-se perceber isto observando os chamados Trending Topics do Twitter, que foi apelidado por alguns usuários como “Tv Topics”, já que a maior parte destes tópicos costumam ser repercussões de informações transmitidas pela televisão.

Apesar da diminuição das tiragens dos jornais e do número de televisores ligados, a mídia tradicional ainda é a fonte primária de informação para boa parte da população e recebe rios de verbas dos governos lulistas, que são supostamente seus inimigos.

As tentativas de um processo maior de massificação da Internet como o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) se mostraram inócuas ou mesmo foram desvirtuadas e entregues àquelas mesmas empresas que hoje controlam toda a mídia e a infraestrutura das comunicações. O muito comentado projeto idealizado pelo então ministro Franklin Martins durante o governo Lula foi engavetado antes de sequer ser debatido publicamente. Enquanto isso, o controle da mídia por parte dos principais grupos oligárquicos vem se acentuando cada vez mais, e as empresas jornalísticas enxugam suas redações e precarizam os funcionários remanescentes.

Mesmo no único ambiente que proporciona uma imensa liberdade informativa, a Internet, pese a forte presença de sítios e portais que são parte da mídia tradicional (como o UOL, uma parceria entre Abril, Folha de São Paulo e várias outras empresas, entre outros), existem pressões enormes e cada vez mais intensas para que a rede seja controlada e a liberdade de expressão seja limitada, visando garantir sobrevida a uma indústria que cada vez mais perde força e espaço.

Iniciativas como as de ampliar o poder de organismos de direitos autorais (caso do ECAD, agência de arrecadação de música e direitos relacionados) e iniciativas para cadastrar usuários e monitorar suas atividades (parte do que se convencionou chamar de AI5 Digital, lei proposta pelo então Senador Azeredo, do PSDB de Minas Gerais) vão na contramão de um processo de democratização das comunicações e são, em parte, apoiadas de forma entusiasmada pelo governo e por diversos de seus representantes.

Hoje a luta pela democratização das comunicações não passa pelos tradicionais grandes partidos, nem pelo congresso, senado ou pelo governo federal, pois todas estas instâncias do poder do Estado brasileiro estão envolvidas com a manutenção e fortalecimento dos monopólios, seja com a conivência habitual, seja na articulação dos interesses das oligarquias. Será nas ruas que o povo brasileiro conseguirá impor uma verdadeira democratização das comunicações, do contrário, o que se discutirá sempre são remédios que não alteram em nada este quadro, como a “regulamentação da comunicação” proposta no último congresso do PT, que deverá manter intacta a estrutura do monopólio enquanto tenta adequá-lo às legislações específicas. Este é um falso debate, pois já tira do horizonte a verdadeira luta, que deve ser pelo controle social dos meios de produção de informação.

O poder das redes sociais

As redes sociais no Brasil possuem milhões de usuários, especialmente o Orkut e o Facebook, enquanto o Twitter, que possui menos usuários, também dá mostras de forças por seu potencial em difundir muita informação em pouco espaço tempo, em uma compacta linha do tempo, com cada mensagem de 140 caracteres, quase sempre acompanhadas de ligações para as informações na íntegra em sítios e portais.

Entretanto, cabe lembrar, quem comanda estas redes sociais são empresas norte-americanas e seguem as diretrizes do reacionário governo estadunidense. Um exemplo das limitações das redes sociais são as censuras que ocorrem com opositores políticos. Já há centenas de casos de ativistas de diversas causas que tiveram removidos seus perfis arbitrariamente, ou de temas que simplesmente não aparecem nos principais tópicos do Twitter, como o WikiLeaks internacionalmente ou nacionalmente o livro A Privataria Tucana, para ficarmos somente em dois exemplos.

Se por um lado elas promovem a livre manifestação de ideias, por outra serve como a maior máquina de espionagem já criada, como disse o líder do WikiLeaks, Julian Assange. Se antes as agências de espionagem precisavam realizar complexos trabalhos de infiltração em meios sociais “dissidentes” da ordem capitalista, hoje a própria dissidência se faz online e pode ser monitorada.

A Internet, que nasceu como instrumento de comunicação militar, é uma rede de controle, uma rede onde há vigilância constante, intrusiva ou não, de dados, conversas e todo tipo de comunicação. Mas, ao mesmo tempo, é o ambiente de maior liberdade de ação e com imenso potencial de penetração, podendo ser usada por ativistas como forma de subverter a ordem vigente.

A luta dos ativistas deve, em relação à Internet, ser sempre por sua abertura, neutralidade e ampliação, com constante pressão pela garantia por parte do Estado de sua popularização, expansão da infraestrutura e garantia de qualidade, tendo assim, na rede, um ambiente livre para todo tipo de discussão, informação e compartilhamento.

Não resta dúvidas do potencial enorme que as redes sociais promovem na socialização de informações, chegando ao ponto de muitas vezes ser essencial para pautar a imprensa. O potencial é tão enorme que os governos em todo o mundo já trabalham para produzir leis que controlem (isto é, censurem) o conteúdo na Internet, como já ocorre na China por exemplo. Nos Estados Unidos o Governo Obama já trabalha na aprovação da lei SOPA (Stop Online Piracy Act) no Senado, que, com o pretexto de combater a pirataria de mídias (CDs de músicas, filmes, etc), dará ao governo sinal verde para a promoção de censuras, derrubadas de sítios e o fim da liberdade de compartilhamento de informações na rede mundial de usuários de computadores.

No Brasil, iniciativas mais visíveis, como o projeto de lei do AI5 Digital, e mesmo outras tentativas, sempre via projetos de lei, de censurar, limitar ou dificultar o acesso, a navegação e o compartilhamento (seja de ideias e ou de arquivos) colocam em constante perigo a liberdade de expressão e informação da população.
Como se vê, a Internet e as redes sociais não se apresentam como uma alternativa às mídias tradicionais e nem deverá ser assim. O que está posto é a coexistência entre todas estas mídias, devendo sim oscilar o grau de utilização de cada uma delas.

Infelizmente, o que está posto em todas elas é o monopólio, tanto internacionalmente quanto em nosso país, enquanto os governos manobram para ter mais controle sobre a difusão de informação, que deverá se intensificar muito a partir deste ano. Nossa resposta só poderá ser lutar pela liberdade e democratização.

 Lucas Morais é jornalista e um dos editores do Portal Diário Liberdade.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

FOI O MOSSAD QUE MATOU O CIENTISTA NO IRÃ?

Serei sempre contra o autoritarismo, em todo e qualquer país.
Considerarei sempre os estados teocráticos um medievalismo sem lugar no século 21.

Lutarei sempre contra aberrações como a execução de uma mulher apenas e tão somente por ser adúltera (o resto, no caso de Sakineh Ashtiani, foram invencionices acrescentadas depois que o mundo inteiro condenou a sentença bestial).
São princípios dos quais jamais abrirei mão, pois os tenho como indissociáveis de minha opção revolucionária.

Mas, não sou maniqueísta --até porque ninguém que leu e absorveu os clássicos do marxismo o pode ser.

Então, coloco-me inteiramente ao lado do Irã quando ameaçado ou atingido pela imposição da  lei do mais forte  nas relações internacionais.

Como, desde meados do século passado, Israel vem sendo o pior estado transgressor das normas civilizadas e aquele que mais vezes teve suas práticas repudiadas pela ONU --só se salvando de punições concretas graças aos vetos estadunidenses no Conselho de Segurança--, não faz nenhum sentido impedir-se o Irã de ter a bomba atômica, já que os desequilibrados israelenses a possuem.
Que confiança merecem quem foi capaz de desencadear um genocídio tão escabroso quanto o da faixa (gueto?) de Gaza, na virada de 2008 para 2009? E de lançar ataque pirata contra uma embarcação de auxílio humanitário, assassinando pacifistas? E de, em 1975, oferecer petardos nucleares ao execrável regime do apartheid sul-africano?
Desarmamento, sim. Unilateral, não. Fanáticos por fanáticos, o arsenal nuclear de Israel representa perigo tão grande para a humanidade quanto o que alegadamente o Irã estaria tentando criar. É, sem sombra de dúvida, a primeira nação em qualquer relação honesta das que precisam ser desarmadas, pois se trata da que massacra sistematicamente os vizinhos.

O genocídio de Gaza jamais será esquecido
Quanto aos assassinatos de cientistas e técnicos que tocam o programa nuclear iraniano, merece o meu mais veemente repúdio.
Tudo leva a crer que o culpado seja mesmo o mordomo. A tradição israelense de desrespeito à soberania alheia vem de muito longe --quem não se lembra, p. ex., do ultrajante sequestro de Adolf Eichmann na Argentina, em 1960? Ou da Operação Entebbe, em 1976?
É um estado que prima por agir, na vida real, como a  Spectre  das fantasias de James Bond. E, pior, seu serviço secreto (o Mossad) é muito mais eficiente do que a CIA na implementação dessas ações piratas.
Então, são mais do que justificadas as suspeitas de que provenha de Israel o atentado que matou, na última 4ª feira (11), o cientista Mostafa Ahmadi-Roshan, o quinto funcionário importante do programa nuclear iraniano assassinado desde 2007.
Além das matanças seletivas, direcionadas contra alvos específicos, houve também a carnificina indiscriminada na instalação nuclear de Isfahan, explosão cujo saldo foi um general e 16 pessoas dizimadas, em novembro último.
Já se passaram alguns anos desde que qualifiquei Israel de IV Reich. Infelizmente, continua fazendo por merecer a  láurea.

Quanto ao Irã, tem minha total solidariedade com relação a tais atentados terroristas, o que não me impedirá de continuar repudiando incisivamente suas violações de direitos humanos e direitos civis. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.
Em ambos os casos sigo meus princípios, que não distinguem países e regimes, aplicando-se a qualquer um que incorra em práticas condenáveis. Não há nenhuma justificativa admissível para a barbárie e revolucionários de verdade jamais devem  aliviar   para os que nela incidam.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

URINANDO SOBRE O MUNDO

URINANDO SOBRE O MUNDO

URINANDO SOBRE O MUNDO


Laerte Braga


Soldados da democracia cristã e ocidental aparecem num vídeo feito no Afeganistão urinando sobre corpos de supostos guerrilheiros talibãs mortos. São bestas/feras. No processo de transformação dos EUA em um grande complexo terrorista – a maioria do controle acionário é de sionistas – o episódio foi logo minimizado pela mídia de mercado e poucos veículos noticiaram o fato no Brasil.

O vídeo está disponível no Youtube e pode ser visto em

http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/article1242969.ece

O governo Bush terceirizou funções militares, tais como recrutamento, treinamento e ações de campo a empresas privadas. Serviços de inteligência são hoje praticamente controlados por essas empresas.

A guerra deixou de ser um negócio disfarçado para se transformar em alavanca do império em decadência.

Toda a indústria armamentista norte-americana é privada e hoje, na chamada nova estratégia de defesa do presidente Barack Obama (um Bush com jogo de cintura, cínico e perverso), esse tipo de negócio tende a prosperar com a fantástica tecnologia de destruição que os norte-americanos detêm e ampliam cada vez mais.

Em breve as bestas/feras que urinam sobre todo o mundo estarão portando armas nucleares de pequeno porte, mas de efeito devastador e carregadas em mochilas. Ao lado do chocolate, dos cigarros e dos enlatados. E lógico, dos chicletes. É indispensável ao jeito de ser boçal e arrogante dos norte-americanos.

A visita do presidente do Irã a países da América Latina não incluiu o Brasil. Ahmadinejad sondou o governo brasileiro sobre seu interesse em estar com Dilma Roussef. O ministro das Relações Exteriores não é mais Celso Amorim, mas atende pelo nome apropriado de Antônio Patriota. Faz parte da turma que se precisar tirar o sapato e cai de quatro para ser revistado em aeroportos dos EUA., tira e cai.

O governo Dilma conta jogar um jogo de nem faz e nem deixa de fazer em relação ao Irã de olho em eventuais benesses norte-americanas diante da crise econômica que afeta o mundo. Não passou ainda com intensidade pelo Brasil, mas já pode ser avistada em forma de tormenta vinda de outras partes do planeta. Como entreposto do capital internacional o Brasil cai na armadilha do capitalismo e é guardado como reserva para futuros saques.

A sorte da presidente é que a oposição é débil, composta de notórios corruptos comprometidos com o neoliberalismo de Washington e o populismo inaugurado na era Lula vai servir de rede para Dilma e seu PT cada vez mais PSDB por sua cúpula.

Esse jogo duplo, sem cara, começou com Lula, no acordo de livre comércio firmado com o governo de Israel. Isso significou abrir os portos brasileiros à ocupação sionista. A indústria bélica brasileira já é desses grupos.

Richards J. Roberts, prêmio Nobel de Medicina, em entrevista pública, entre outras coisas disparou contra a indústria farmacêutica.

“Os medicamentos que curam completamente não dão lucros.
“A pesquisa sobre a saúde humana não pode depender apenas de sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas, nem sempre é bom para as pessoas”.

“Eu vi que em alguns casos, os cientistas que dependem de fundos privados descobriram um medicamento muito eficaz, que teria eliminado completamente uma doença ... ( integra da Entrevista do Nobel da Medicina - http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2012/01/guerra-silenciosa-das-farmaceuticas.html )

as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas na cura, mas na obtenção de dinheiro, assim a investigação, de repente, foi desviada para a descoberta de medicamentos que não curam completamente, tornam isso sim, a doença crônica. Medicamentos que fazem sentir uma melhoria, mas que desaparece quando o doente pare de tomar a droga”.

“Pararam investigações com antibióticos porque estavam a ser muito eficazes e os doentes ficaram completamente curados. Como novos antibióticos não foram desenvolvidos, os organismos infecciosos tornaram-se resistentes e a tuberculose hoje, que na minha infância tinha sido vencida, reaparece e matou no ano passado um milhão de pessoas”.

“Não fique muito animado: no nosso sistema, os políticos são meros empregados das grandes empresas, que investem o que é necessário para que os "seus filhos" se possam eleger, e se eles não são eleitos, compram aqueles que foram eleitos.
O dinheiro e as grandes empresas só estão interessados em multiplicar. Quase todos os políticos - e eu sei o que quero dizer, dependem descaradamente destas multinacionais farmacêuticas, que financiam as suas campanhas.
O resto são palavras...”

É óbvio que o modelo cubano afeta o capitalismo, amedronta essa estrutura cruel e boçal. Busca a cura e a despeito do bloqueio imposto pelos que urinam sobre o mundo e obtém resultados fantásticos.

Ralph Nader, precursor na luta pelos direitos do consumidor e depois pelos direitos fundamentais do cidadão, chegou a afirmar na década de 70 que a GOODYEAR poderia fabricar pneus com alta durabilidade, pelos menos dez mais que os atuais modelos, mas não se interessava, pois o lucro sumiria.

É por isso que a crise é de modelo. O capitalismo transforma o ser humano em “não pessoas”. A afirmação é de Noam Chomsky, judeu e notável professor dos EUA. Faz parte do um por cento de norte-americanos que consegue acreditar em vida inteligente para além e fora dos sanduíches da rede Mcdonalds acompanhados de Coca Cola.

O resto já nem acredita mais em Superman. A mediocridade que resulta da arrogância é tanta, que acham que Silvester Stalone mesmo resolve.

As coisas no Brasil andam em correntezas ou grandes pastos secos. O ministro Fernando Bezerra está sendo acusado de favorecer com verbas públicas o seu estado natal, Pernambuco. Não há uma linha sobre os recursos orçamentários para o combate a “desastres naturais” transferidos para a Fundação Roberto Marinho, laranja da quadrilha Marinho e que opera a lavagem de dinheiro das operações do grupo.

Nem Bezerra e nem Marinho são flores que possam ser cheiradas.

Protestos estudantis contra o aumento das tarifas de transportes coletivos urbanos em Vitória no Espírito Santo e Teresina, no Piauí, são reprimidos com a costumeira “gentileza” das polícias militares. Aberrações em qualquer democracia que se pretenda como tal, instrumentos de defesa das elites e forças corruptas, o que se vê, diariamente, até na mídia de mercado. Borduna, gás de pimenta, gás lacrimogênio, o de sempre. O governador do Piauí nem sei quem é, nem é necessário saber seu nome para saber que é como a maioria. Coronel político posto em cargo público a serviço de bancos, grandes corporações e latifúndio. O do Espírito Santo, ao contrário, chamam de Renato Casagrande. É governador nominal. Paulo Hartung governa de fato. Casagrande leva tranqüilo o troféu banana do ano até então em mãos de Eduardo Azeredo, ex-governador de Minas. ( sobre manifestações e bestialidades no ES)http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2012/01/pedido-de-pautas-para-parar-os-bocais.html

Não apita nem sobre seu almoço. Pelo contrário, atende a apitos de Hartung. Como não usa “tigre”, vive fazendo flexões. O Espírito Santo, por suas características, inclusive dimensões territoriais, resta sendo a síntese explícita das máfias políticas que atuam no Brasil. Executivo, Legislativo e Judiciário.

Um desses “meganhas”, transformado em estudante (deve ter sido um esforço sobre humano), nas velhas táticas das ditaduras, colocou fogo num ônibus em Vitória e transformou estudantes em baderneiros. Casagrande se refugiou na despensa enquanto Hartung comandava a operação. Comeu latas de salsichas enquanto aguardava as ordens para voltar a ser objeto de decoração visível ao público.  ( A BESTIALIDADE GOVERNAMENTAL)

Um PM (uai, esperava o que?) agrediu um estudante negro na USP. A universidade é controlada pela Polícia Militar (Polícia?) Pô meu! O governador do estado é um pastel de vento disfarçado, vem com a roupa da OPUS DEI, organização criminosa que opera nos porões e palácios do Vaticano.

Os modelos são desenhados pela DASLU e financiados pela FIESP.

A propósito de modelos, as FARCs-EP (FORÇAS ARMADAS REVOLUCIONÁRIAS COLOMBIANAS-EXÉRCITO POPULAR) desenvolveram há décadas um projeto de casa popular (a sobrevivência na selva) que países como o Canadá aprimoraram. O projeto original era de 48 metros quadrados, com garantia de 20 anos contra qualquer problema comum a casas construídas por quadrilhas/empreiteiras. Podem se transformar em mansões se estendidas.
 (Vide modelo)http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/2012/01/minha-casa-minha-vida-um-outro-jeito-de.html
E não só no Canadá o projeto ganhou força, em vários outros países do mundo. Um prefeito de uma cidade atingida pelas águas disse que o difícil e atrair empreiteiras para obras de reconstrução, pois o lucro é pequeno.

Grande é a ganância, urinam sobre o mundo inteiro.

O vídeo de bestas/feras chamadas de mariners urinando sobre os corpos de supostos guerrilheiros talibãs é a definição pronta e acabada do que os EUA fazem sobre todo o mundo. Urinam montados em arsenais nucleares, sobre os quais querem o privilégio. O monopólio do terror.

Qualquer problema é só organizar uma carreata de integrantes do BBB – existe no mundo capitalista inteiro exatamente para isso – e pronto, tudo resolvido. Viram heróis.

É uma “mijada” e tanto. O corriqueiro do dia a dia sobre “não pessoas”.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Pedido de pautas para parar os BOÇAIS contra manifestantes no ES>

sobre a boçalidade contra estudantes em manifestação no ES - Vitória

Companheiros, aumenta a repressao da policia aos manifestantes  no ES e colocaremos por hora fatos soltos a fim de darmos munições para pautas . Voltaremos adiante com boletins diarios.

Comentários: 


Policiais da ROTAM, sem identificação, pararam estudantes no Centro depois da manifestação, revistaram e os humilharam em público, sem nenhuma acusação, anotaram números de documentos e não disseram sob que acusação faziam a ocorrência. Revistaram até as fotos pessoais da câmera de minha filha. Estive lá na hora, pedi satisfação e não deram. Serviço de inteligência? Enquanto isso, o tráfico cresce e os morros de Vitória vão sendo controlados sem ação de inteligência da polícia. Aos companheiros antigos que estão aliados ao Governo, peço que iniciem uma discussão acerca do braço militar do Estado, sobre direitos humanos e Estado de Direito. Como não houve golpe militar no ES, a responsabilidade é toda do Poder Executivo e os aliados políticos se tornam cúmplices. Não acredito que, em nome de alianças partidárias, militantes que lutaram por direitos humanos aceitarão essa mancha em sua história, apoiando um governo que não quer comandar sua polícia.
As manifestações de estudantes no Espírito Santo e no Piauí contra aumentos do custo das tarifas do serviço de transportes urbanos foram duramente reprimidas pelas policias militares dos respectivos estados. É pouco provável que estudantes tenham ateado fogo a um ônibus em Vitória. Não é característica do movimento estudantil esse tipo de ação, mas das quadrilhas que governam o estado. A propósito o governador é o clásico banana. Polícias militares são uma aberração com a estrutura que têm em países democráticos, ou assim ditos. Derivadas da Guarda Nacional, dos antigos coronéis das antigas províncias, trouxeram até hoje exemplos de barbárie, ilegalidade e corrupção e após a ditadura militar de 1964 transformaram-se em aparato de garantia dos coronéis de hoje - tipo Hartung, Sarney, etc - e da propriedade privada acima do bem estar das pessoas. Somos hoje para essas figuras "não pessoas". Políticos ganham mandatos a partir, em sua grande maioria, de "contratos", isso mesmo, "contratos" com grupos empresariais, com o sistema financeiro, com o latifúndio e definem as agendas e as formas de agir sem qualquer respeito à vontade popular, a compromissos asssumidos em campanha. Eleições dentro desse modelo dominado pela mídia de mercado - venal - são farsas. Não refletem as aspirações populares. Li hoje, por exemplo, a absoluta ausência de explicação para questões levantadas aqui e em outros grupos por parlamentares chamados a explicar, porque esses "notáveis" da bandidagem que permeiam governos estaduais, assembléias legislativas, prefeituras, câmaras municipais (adereços desnecessários e caros, conselhos cumpririam esse papel de maneira mais legítima), congresso nacional, o Estado instituição como um todo está falido. Não responde aos anseiso populares. Governos não governam para os cidadãos, governam para banqueiros, grandes corporações, latifundiários, isso aqui, na Europa Ocidental, hoje grande base militar norte-americana. O conceito de nação some nas mãos dessas figuras desprezíveis e só vamos varrê-los se formos para as ruas com objetivos claros, definidos, para não acontecer como no Egito, onde derrubaram um ditador e a ditadura permanece com os generais no poder. O movimento estudantil é decisivo em processos assim. O levante de estudantes aqui, no Chile, em várias partes do mundo, na resistência grega - que a mídia não noticia, pois é venal - mais que o apoio dos que defendem a democracia em seu sentido popular, lato, é importante, deve se transformar em bandeira de luta. É hora de irmos às ruas resgatar o que é nosso, hora de ocupar os espaços, quaisquer que sejam, antes que sejamos, definitivamente, massacrados pelas elites dominantes e seus empregados em câmaras municipais, assembléias legislativas, congresso nacional, governos estaduais, prefeituras. Vale para o poder judiciário também. Que se locupleta como ministros do STF - que chamam de corte suprema - de gratificações ilegais. O Estado está podre, as estruturas carcomidas e o governo federal sem rumo. Figuras como Hartung, Aécio, Anastasia, Serra, FHC, o banana Casagrande, o tal Luís Paulo que ameaça ser prefeito de Vitória, os que ameaçam ser prefeitos de outras cidades (o da minha cidade, 600 mil habitantes é bandido em todos os sentidos), o atual prefeito Coser, enfim, a corja. Não vamos acabar com isso em eleições e faz de conta que é democracia. Só nas ruas. E tenhamos em mente que as PMs não são forças policiais, mas forças corruptas e a serviço das elites e das grandes quadrilhas que contram o Estado, inclusive os serviços públicos de transportes coletivos urbanos.
 
Fatos:  
 
10/01 - 20h25

- dia 10 de janeiro de 2012 - governo anuncia fechamento de avenida no Centro a fim de  calar manifestação- 

Prevendo protesto, Secretaria vai interromper Jerônimo Monteiro nesta quarta

manha de 11  de Janeiro de 2012 - Centro Vitória - 
SOS BOÇALIDADE INSTALADA EM VITORIA contra estudantes em manifestação. JUNTOS SOMOS FORTES, URGE DENUNCIAR em blogs sites, ..



www.youtube.com
Mais uma vez, em 11 DE JANEIRO DE 2012, o governador eleito pelo PSB no Espírito Santo, Renato Casagrande, se acovardou dos estudantes e mandou a polícia de ...

 A tarde da quarta foi tumultuada por  forte repressao policial e guarda montada, onde acusaram aos estudantes em manifestação atearem fogo em um Ônibus Transcol, mas averiguações já apontam ter sido um manifestante INFILTRADO a fim de criminalizar o movimento quem a mando do PODER ateou fogo no ônibus. 
 
 
A Vergonha -
GIVALDO, o vice governador  mais uma vez perdeu a oportunidade de ficar calado. Givaldo Vieira-Lotado PEDE PRA SAIR . putz meu......

A Fala vergonhosa de um 'companheiro'. - 'O governo do Estado não vai se mobilizar com objetivo de reduzir os valores das tarifas de ônibus. Horas após um confronto entre manifestantes e policiais do Batalhão de Missões Especiais (BME), no Centro de Vitória, onde um ônibus foi incendiado durante o conflito, Givaldo Vieira qualificou a manifestação no período da manhã como um ato de radicalismo extremo.

"Não é possível o radicalismo extremo como está sendo colocado de queimar ônibus, atear fogo em avenidas, impedir a circulação de pessoas. Há o direito de se manifestar assim como existe o direito do cidadão comum de ir e vir. Temos a obrigação constitucional de garantir que os cidadãos circulem na cidade", afirmou.

O porta-voz dos manifestantes rebateu as palavras do vice-governador e afirmou que o radicalismo foi protagonizado pela polícia. "Radicalismo extremo foi como a polícia atuou hoje (quarta) reprimindo os estudantes", rebateu.
 A FRAUDE  DESMONTADA:  já tem investigações apontando que o incendiario foi um contratado do sistema opressor para atear fogo e responsabilizar manifestantes a fim de criminalizar a luta e dividir a opinião pública.
Comentando em resposta a populares 'revoltados':
Estudante não é gado....mas um animal "RACIONAL" e em hipotese alguma justifica o vandalismo...... porque o onibus que meia dúzia de panacas colocaram fogo é dinheiro do proprio bolso e porque a passagem aumentou para todos, eu pago , trabalho e tenho hora pra entrar.
    • Fernanda Tardin Tânia Lúcia Chagas, precisamos acabar com este complexo de senzala que nos faz , mesmo escurraçados , sermos subservientes aos nossos opressores. Não é pq. poucos andam de frescão, mas de transporte publico, que vamos ter que seguir rezando a cartilha que nos impõem ELLES a anos, seculos. Ou lutamos todos ou seremos eternamente escravos e pior cada vez mais suceptiveis a sermos tangidos, tô fora compa, sou GENTE que luta com toda força para nao ser parte de uma boiada que bate cartao... e finge tá tudo bem. como diz Gonzaguinha: VIDRO MOIDO E AREIA no cafe da manha... mas beba que passa e toma cachaça. aguenta firme irmão a opressao...no mais: 
      " Se a saida para reestabelecer a ordem e democracia for a luta armada que venha " diz a Enciclica Papal mater et magistra, . 
       
      Colocar fogo num ônibus é a reação das ações despotas que sucessivamente antecedem a manifestações estudantis. Em 2007 Janeriro eu mesma, quando dirigia o IGRAT a pedido de estudantes dentre eles o Paulo Vinicios, paulinho, aqui presente, representei contra o estado por tortura sofriada por varios estudantes. E olha que os danos foram maiores ao POVO mas mesmo assim seguiu sobrerano e despota este estado fascista que se tornou o ES. NAO PODEMOS MAIS. APOIO TOTAL AOS ESTUDANTES e se depender de representações em tribunais internacionais estamos ao dispor. SEMPRE, HASTA LA VITORIA. abaixo o fascismo, nao poderao mais ganhar a custa de nós POVO. OCUPAAAAAAAAAa,
    • Paulo Batista Gomes Gomes Estatização do transporte coletivo já!
      h
      Paulo Batista Gomes Gomes Reflexo da política do estado mínimo defendida pelo neoliberalismo, pela estatização de todos os serviços essenciais já!

 
http://www1.folha.uol.com.br/poder/992315-cabo-anselmo-diz-que-pode-entregar-nomes-a-comissao-da-verdade.shtml GALERA, ESTÁ ROLANDO QUE O INCENDIÁRIO DO ONIBNUS FOI UMA PESSOA DO PROPRIO GOVERNO DO ESTADO, TOTALMENTE ALHEIRO A MANIFESAÇÃO E AOS INTERESSES DOS ESTUDANTES. O OBJETIVO DESSA PESSOA É INCRIMINAR, ENFRAQUECER E JOGAR A SOCIEDADE CONTRA O MOVIMENTO. ISSO NÃO É NOVIDADE NO BRASIL. DURANTE A DITADUA MILITAR HAVIA UMA PESSOA CONHECIDA COMO CABO ANSELMO, QUE TODO MUNDO ACHAVA QUE ERA DE ESQUERDA, MAS ELE ERA UM AGENTE DA CIA A SERVIÇO DA DITADURA MILITAR E FAZIA COISAS DESSE TIPO. SE QUISER SABER COMO FUNCIONA O ESQUEMA, BASTA LER ESSA NOTICA DA FOLHA DE S. PAULO SOBRE O CABO ANSELMO. O IDEAL É SABER QUEM É ESSE FUNCIONÁRIO DE RENATO CASAGRANDE E DENUNCIAR ELE ATRAVÉS DA IMPRENSA, PARA DESMASCARAR ESSE GOVERNO INTRANSIGENTE.
www1.folha.uol.com.br
Mais célebre agente duplo a serviço da ditadura (1964-1985), José Anselmo dos Santos, o cabo Anselmo, abriu caminho para revelar nomes de colaboradores da repressão militar em uma futura Comissão da Verdade.
 
E atenção 
MANIFESTAÇÂO CONTRA AUMENTO - CONVOCATÓRIA
    • Quando - QUINTA FEIRA - 12 /01/2012
      quinta
    • Hora 16:00 até 22:00
  • Onde
    Concentração Ponte da passagem
  • Descrição
    Haverá concentração desde as 16 horas na Ponte da Passagem para produzir materiais para a manifestação.
    É preciso que todos se sintam parte responsavel e organização das manifestações , assumindo o compromisso para si de divulga-la e amplia-la. Anunciem e convidem mais gente na parte direita do evento ( função convidar amigos). Organização é bem mais que comparecer aos atos e reuniões , é cotidiano e labor. Façam parte!!

A guerra silenciosa das farmacêuticas


Porque 2012 esta aí e a luta pela Saude também é bandeira dos POVOS.

Segue brilhante revelação em forma de artigo enviado por Susana PRIZ

"Os medicamentos que curam completamente, não dão lucro"
Entrevista com Dr. Richard J. Roberts, Prémio Nobel  da Medicina

Tenho 63 anos e o pior do envelhecer é ter muitas verdades como sagradas, pois é quando é realmente necessáriio fazer perguntas.
Nasci em Derby e o meu pai era mecânico, ofereceu-me um kit de química e ainda gosto de brincar. Sou casado tenho quatro filhos e sou tetraplégico devido a um acidente. O que me estimula é a investigação e por isso ainda a faço, participo no Campus for Excellence.

                                                                                                                                                                                                                         
- A pesquisa pode ser planeada? 
Se eu fosse ministro da ciência procuraria pessoas entusiasmadas com projectos interessantes. Bastava financiar para que aparecessem em 10 anos resultados surpreendentes.

- Parece uma boa política.
Acredita-se geralmente que financiar a pesquisa é o bastante para se poder ir muito longe, mas se se quer ter lucros rápidos, tem de se apoir a pesquisa aplicada.

- E não é assim?
Muitas vezes as descobertas mais rentáveis são feitas baseadas em perguntas básicas.
Foi assim que foi criado, com biliões de dólares, o gigante da biotecnologia dos EUA, a firma para quem eu trabalho.

Como foi criado esse gigante?
A biotecnolgia apareceu quando apaixonados pela matéria se começaram a questionar se poderiam clonar genes. Assim se começou a estudar e a purificá-los.

- Uma aventura por si só.
Sim, mas ninguém na altura esperava enriquecer com essa matéria, foi difícil arranjar financiamento para as pesquisas, até que o Presidente Nixon em 1971 resolveu lançar a guerra contra o cancro.

- Foi científicamente produtivo?
Permitiu muitas pesquisas, uma delas foi a minha, com uma enorme quantidade de fundos públicos, com pessoas que não estavam directamente ligadas ao cancro, mas foi útil para compreender os mecanismos que permitem a vida.

- Que foi que o Prof. descobriu?
Phillipe Allen Sharp e eu descobrimos o ADN em íntrons eucarióticas e mecanismo de "splicing" do gene, e fomos bem recompensados.

- Para que foi útil?
Essa descoberta levou a perceber como funciona o ADN, no entanto tem apenas uma ligação indirecta com o cancro.

- Que modelo de pesquisa parece mais eficaz para você, o americano ou o europeu?

É óbvio que os EUA, onde o capital privado tem um papel activo, é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espetacular da indústria de computadores, onde o dinheiro privado é que financia a pesquisa básica aplicada, mas para a indústria da saúde ... eu tenho as minhas reservas.

- Eu escuto.
A pesquisa sobre a saúde humana não pode depender apenas de sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas, nem sempre é bom para as pessoas.

- O senhor poderia explicar?
A indústria farmacêutica quer servir o mercado de capitais ...

- Como qualquer outra indústria...
Não é apenas qualquer outra indústria, nós estamos a falar sobre a nossa saúde e as nossas vidas, os nossos filhos e milhões de seres humanos.

- Mas se eles são rentáveis, eles vão pesquisar melhor.
Se você só pensar em benefícios, você vai parar de se preocupar em servir as pessoas.

- Por exemplo?
Eu vi que em alguns casos, os cientistas que dependem de fundos privados descobriram um medicamento muito eficaz, que teria eliminado completamente uma doença ...

- E porque parar de investigar?
Porque as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessados ​​na cura mas na obtenção de dinheiro, assim a investigação, de repente, foi desviada para a descoberta de medicamentos que não curam completamente, tornam isso sim, a doença crónica. Medicamentos que fazem sentir uma melhoria, mas que desaparece quando o doente pare de tomar a droga.

- É uma acusação grave.
É comum que as empresas farmacêuticas estejam interessadas em pesquisas que não curam, mas que apenas tornam as doenças crônicas, com drogas mais rentáveis, do que medicamentos que curam completamente uma vez e para sempre. Você só precisa seguir a análise financeira da indústria farmacêutica e verificar o que eu digo.

- Estão a matar dividendos.
É por isso que dizemos que a saúde não pode ser um mercado e não pode ser entendida meramente como um meio de ganhar dinheiro. E eu acho que o modelo europeu de capital privado e público misto, é menos susceptível de encorajar tais abusos.

- Um exemplo de tais abusos?
Pararam nvestigações com antibióticos porque estavam a ser muito eficazes e os doentes ficaram completamente curados. Como novos antibióticos não foram desenvolvidos, os organismos infecciosos tornaram-se resistentes e a tuberculose hoje, que na minha infância tinha sido vencida, reaparece e matou no ano passado um milhão de pessoas.


-  Está a falar sobre o Terceiro Mundo?
Esse é outro capítulo triste: doenças do Terceiro Mundo. Dificilmente se fazem investigações, porque as drogas que iriam combater essas doenças são inúteis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Mundo, o Ocidental : o remédio que cura completamente não é rentável e, portanto, não é pesquisado.

- Há políticos envolvidos?
Não fique muito animado: no nosso sistema, os políticos são meros empregados das grandes empresas, que investem o que é necessário para que os "seus filhos" se possam eleger, e se eles não são eleitos, compram aqueles que foram eleitos.
O dinheiro e as grandes empresas só estão interessados ​​em multiplicar. Quase todos os políticos - e eu sei o que quero dizer, dependem descaradamente destas multinacionais farmacêuticas, que financiam as suas campanhas.
O resto são palavras...


Mais assuntos relacionados: http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/2011/02/saude-como-direito-fundamental-do-povo.html

EX-RESISTENTES DEVEM FICAR FORA DA COMISSÃO DA VERDADE?

No meu artigo Comissão da Verdade: por que parou, parou por quê?, afirmei que "mais do que a mim mesmo, gostaria de ver na Comissão o companheiro Ivan Seixas, por sua atuação incansável contra os carrascos da ditadura e pelo magnífico papel que desempenhou no episódio das ossadas de Perus".

A companheira Tânia Veiga, participante destacada de fóruns de discussão da internet como o Portal Luis Nassif, levantou, nos comentários, uma objeção que deu ensejo à troca de idéias abaixo sobre a participação de ex-resistentes e figuras ligadas à ditadura na Comissão Nacional da Verdade.

Acredito que, no mínimo, sirva para lançar algumas luzes sobre o assunto --o que já justifica sua reprodução.

TÂNIA: IVAN SEIXAS NÃO 
PODE, POR SER ATINGIDO

Ivan Seixas não pode, por ser atingido. Mas há muitos outros nomes interessantes.


CELSO: UM GOVERNANTE PRECISA 
MOSTRAR CORAGEM POLÍTICA

Eu discordo totalmente do critério de que vítimas não possam participar. Carrascos, sim, têm de ser impedidos.

É uma daquelas ocasiões em que um governante precisa mostrar coragem política --como o Lula, quando não se vergou às pressões italianas no Caso Battisti.

E eram pressões bem maiores do que as de parlamentares reacionários.


TÂNIA: DEVEMOS ENTENDER AS 
REGRAS DA JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO

Justiça de Transição é uma área do direito recente, mas muito bem sedimentada, nascida no Tribunal de Nuremberg.

Se queremos que a Comissão da Verdade seja respeitada por que podemos vetar a participação dos carrascos e podemos aceitar a participação das vítimas? Essas devem relatar suas histórias e não participar das decisões. Isso que se deve entender! Como podemos pedir isenção se um dos participantes for atingido?

Se queremos que toda a sociedade aceite e respeite as decisões da Comissão devemos entender essas regras da Justiça de Transição!


CELSO: JAMAIS SERÍAMOS CAPAZES 
DE LINCHAR MORALMENTE ALGUÉM

Não se pode igualar carrascos e vítimas, nem dar aos primeiros os direitos de réus.

Por um motivo óbvio: não se trata de um julgamento, mas sim de uma investigação histórica, para produzir um veredicto oficial sobre o período de exceção.

E não há hipótese nenhuma de que as autoridades e os agentes da ditadura sejam inocentes: são, de antemão, culpados. Conspiraram e derrubaram um governo legítimo, governaram sob terrorismo de estado e cometeram atrocidades de todo tipo.

A própria instituição das comissões de Anistia e de Mortos e Desaparecidos Políticos já implicou o reconhecimento de que houve arbítrio, houve vítimas do arbítrio e, consequentemente, culpados do arbítrio.

O que está agora em pauta é definir-se exatamente o que foi cometido e por quem, com finalidades históricas e não punitivas.

Neste sentido, cabe, sim, a participação de antigos resistentes, insuspeitos de tendenciosidade ou ânimo linchador.

P. ex., existe qualquer dúvida quanto à imparcialidade e espírito de justiça de Jacob Gorender, ex-dirigente do PCBR?

Você colocaria em dúvida minha imparcialidade e espírito de justiça?

Evidentemente, nós dois condenaremos esses carrascos, EM BLOCO, até o dia da nossa morte.

Mas, quanto às responsabilidades individuais, jamais seríamos capazes de linchar moralmente alguém. Talvez até lhes concedêssemos mais o benefício da dúvida do que quem não foi resistente.

E por que nós poderíamos participar da Comissão e não eles?

Pelo mesmo motivo que os nazistas foram julgados por seus inimigos em Nuremberg: em razão da monstruosidade dos crimes que cometeram.

Sendo que, lá, produziram-se condenações à morte.

Aqui se produzirá apenas um relatório.

Por tudo isto, eu repudio enfaticamente a falácia de parlamentares direitistas, viúvas da ditadura ou  corvos  que ela criou --pois foram eles que primeiramente impugnaram a participação de antigos resistentes na Comissão.

Faz sentido na lógica deles, de considerarem que os dois lados cometeram crimes.

Não faz sentido na lógica da civilização, que condena os crimes dos déspotas, mas reconhece o direito dos cidadãos de resistirem à tirania, inclusive pela via armada.

Então, faço um veemente apelo à presidente Dilma, que num dia longínquo de 1969 conheci como  companheira Vanda: não cooneste tal falácia dos inimigos de ontem, de hoje e de sempre.

Sabendo que as práticas ditatoriais são indefensáveis numa democracia, já desistiram de eximir-se de suas culpas.

Tentam, isto sim, igualar-nos a eles, puxar-nos para baixo, para seu esgoto moral e para a lixeira da História.

A ARTE DE REINVENTAR A VIDA

A ARTE DE REINVENTAR A VIDA

Frei Betto



Finda o ano, inicia-se o novo. No íntimo, o propósito de “daqui pra frente, tudo vai ser diferente”... Começar de novo. Será? Haveremos de escapar do vaticínio do verso de Fernando Pessoa, “fui o que não sou”?

Atribui-se a Gandhi esta lista dos Sete Pecados Sociais: 1) Prazeres sem escrúpulos; 2) Riqueza sem trabalho; 3) Comércio sem moral; 4) Conhecimento sem sabedoria; 5) Ciência sem humanismo; 6) Política sem idealismo; 7) Religião sem amor.

E agora, José? No mundo em que vivemos, quanta esbórnia, corrupção, nepotismo, ciência e tecnologia para fins bélicos, práticas religiosas fundamentalistas, arrogantes e extorsivas!

Os ícones atuais, que pautam o comportamento coletivo, quase nada têm do altruísmo dos mestres espirituais, dos revolucionários sociais, do humanismo de cientistas como os dois Albert, o Einstein e o Schweitzer. Hoje, predominam as celebridades do cinema e da TV, as cantoras exóticas, os desportistas biliardários, a sugerir que a felicidade resulta de fama, riqueza e beleza.

Impossibilitada de sair de si, de quebrar seu egocentrismo (por falta de paradigmas), uma parcela da juventude se afunda nas drogas, na busca virtual de um “esplendor” que a realidade não lhe oferece. São crianças e jovens deseducados para a solidariedade, a compaixão, o respeito aos mais pobres. Uma geração desprovida de utopia e sonhos libertários.

A australiana Bronnie Ware trabalhou com doentes terminais. A partir do que viu e ouviu, elencou os cinco principais arrependimentos de pessoas moribundas:

1) Gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira para mim, e não a que os outros esperavam de mim.

No entardecer da vida, podemos olhar para trás e verificar quantos sonhos não se transformaram em realidade! Porque não tivemos coragem de romper amarras, quebrar algemas, nos impor disciplina, abraçar o que nos faz feliz, e não o que melhora a nossa foto aos olhos alheios. Trocamos a felicidade da pessoa pelo prestígio da função. E muitos se dão conta de que, na vida, tomaram a estrada errada quando ela finda. Já não há mais tempo para abraçar alternativas.

2) Gostaria de não ter trabalhado tanto.

Eis o arrependimento de não ter dedicado mais tempo à família, aos filhos, aos amigos. Tempo para lazer, meditar, praticar esportes. A vida, tão breve, foi consumida no afã de ganhar dinheiro, e não de imprimir a ela melhor qualidade. E nesse mundo de equipamentos que nos deixam conectados dia e noite somos permanentemente sugados; fazemos reuniões pelo celular até quando dirigimos carro; lidamos com o computador como se ele fosse um ímã eletrônico do qual é impossível se afastar.

3) Gostaria de ter tido a oportunidade de expressar meus sentimentos.

Quantas vezes falamos mal da vida alheia e calamos elogios! Adiamos para amanhã, depois de amanhã... o momento de manifestar o nosso carinho àquela pessoa, reunir os amigos para celebrar a amizade, pedir perdão a quem ofendemos e reparar injustiças. Adoecemos macerados por ressentimentos, amarguras, desejo de vingança. E para ficar bem com os outros, deixamos de expressar o que realmente sentimos e pensamos. Aos poucos, o cupim do desencanto nos corrói por dentro.

4) Gostaria de ter tido mais contato com meus amigos.

Amizades são raras. No entanto, nem sempre sabemos cultivá-las. Preferimos a companhia de quem nos dá prestígio ou facilita o nosso alpinismo social. Desdenhamos os verdadeiros amigos, muitos de condição inferior à nossa. Em fase terminal, quando mais se precisa de afeto, a quem chamar? Quem nos visita no hospital, além dos que se ligam a nós por laços de sangue e, muitas vezes, o fazem por obrigação, não por afeição? Na cultura neoliberal, moribundos são descartáveis e a morte é fracasso. E não se busca a companhia de fracassados...

5) Gostaria de ter tido a coragem de me dar o direito de ser feliz.

Ser feliz é uma questão de escolha. Mas, vamos adiando nossas escolhas, como se fossemos viver 300 ou 500 anos... Ou esperamos que alguém ou uma determinada ocupação ou promoção nos faça feliz. Como se a nossa felicidade estivesse sempre no futuro, e não aqui e agora, ao nosso alcance, desde que ousemos virar a página de nossa existência e abraçarmos algo muito simples: fazer o que gostamos e gostar do que fazemos.



Frei Betto é escritor, autor de “A arte de semear estrelas” (Rocco), entre outros livros. http://www.freibetto.org/


Enviado por Vitor B.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

"Há uma mentalidade doentia países ainda acreditam serem donos do mundo"

“Hay una mentalidad enfermiza de países que aún se creen amos del mundo” - Majid Salahi - Embaixador Iraniano no Equador
De importância a analise em poucas palavras ditas no Equador por  MAJID Salahi,
O diplomata disse que agora o povo deve ser livre, soberana e decidir seu próprio destino.
Ele disse também que a turnê do presidente do Irã é baseada no reforço das relações com países amigos da América Latina e em muitos outros países em todo o mundo. "Isso é muito construtiva, porque fortalecer os laços de cultura, amizade, economia, social e diferenças políticas com respeito mútuo e de trabalho em comum," ele disse.
E por fim, com coerencia e espírito de integração com os povos e a liberdade dos povos, coloca: 
"Há uma mentalidade doentia países ainda  acreditam serem donos do mundo" |  
 
Leia a integra da Materia divulgada e enviada por  Fernando Yépez RivasVice Presidente Federação Periodista Equador e Membro Fundador da Union de los Pueblos da AL e Caribe.
MAJID SALAHÍ, EMBAJADOR DE IRÁN EN ECUADOR:
El diplomático dijo que la época en que existían países hegemónicos ya pasó, y ahora los pueblos deben ser libres, soberanos y decidir su propio destino.
Precisó que la gira del presidente de Irán se basa en el fortalecimiento de las relaciones con los países amigos de Latinoamérica y con muchos otros países del mundo. “Esto es muy constructivo porque fortalecemos lazos de amistad, cultura, economía, social y político, respetando mutuamente las diferencias y trabajando en lo común”, recalcó.
Embajador de Irán: “Hay una mentalidad enfermiza de países que aún se creen amos del mundo” | ANDE
www.andes.info.ec
Quito, 10 ene (Andes).- El embajador plenipotenciario de la república islámica de Irán en Quito, Majid Salahí, desestimó las críticas de Estados Unidos a los países de América Latina que reciben la visita del presidente persa, Mahmoud Ahmadinejad.
andes.info.ec
El consulado permitirá ampliar los mecanismos de protección y defensa de los derechos de la comunidad ecuatoriana y fortalecerá la promoción del comercio en la región.