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sábado, 1 de dezembro de 2012

A SEMANA - "PARA VER É PRECISO TER VONTADE DE OLHAR"



A SEMANA


“PARA VER É PRECISO TER VONTADE DE OLHAR”



Laerte Braga

O “progresso” faz com que 40% das crianças no município de Vitória, Espírito Santo, tenham rinite alérgica. A purpurina, que se usa muito no carnaval para maquiagem, criar a sensação de brilho, é “natural em Vitória. Resultado da poluição causada pela VALE. Não há qualquer ação do governo estadual, ou do governo municipal no sentido de solucionar o problema.


Lute, Hoje em Dia, MG



O Brasil tem 66 milhões de habitantes com renda mínima, “mas são tidos como pobres porque não têm moradia digna, educação e nem proteção social”. “Mais de um terço da população ganha acima do básico, mas sofre carências sociais”. O fato está descrito na edição de novembro da revista RETRATOS DO BRASIL, em trabalho de Cássia Almeida, Lucianne Carneiro e Éfrem Ribeiro.

Prisioneira das alianças políticas construídas por Lula para que fosse eleita presidente da República, Dilma Roussef queria sancionar o projeto aprovado pela Câmara dos Deputados sobre os royalties do petróleo, o que evitaria briga política com a maioria dos governadores, mas vetou uma parte, pois foi alertada que o STF – Supremo Tribunal Federal – poderia dar ganho de causa aos governos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, levando em consideração o quesito “direito adquirido”. A isso se juntam as pressões do governador Sérgio Cabral.


O medo de judicializar o assunto levou a presidente ao veto. Foi alertada dos riscos por sua assessoria jurídica. É a tal história. Entrou no labirinto de alianças complicadas, sem qualquer compromisso com o País e os brasileiros, mas com parte da escória da classe política, acaba tendo o governo, mas não tem o poder. 


Aroeira, O Dia, RJ

Todo o esquema Dilma, que envolve principalmente o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, seu partido o PT e, lógico, Dilma, está sob ataque direto e frontal do STF, da grande mídia, das elites políticas e econômicas do País (ainda que camufladas, mas nem tanto), num momento em que golpes brancos são a tônica da Escola de Guerra em Honduras, onde, entre outros, pontificam militares brasileiros no aprendizado específico da matéria, golpe, sob a batuta de instrutores norte-americanos.

Em meio a tudo isso uma crise sendo exportada desde a União Européia, passando pelos EUA, num Oriente Médio convulsionado (numa direção diversa das eternas convulsões desde que inventariam Israel em processo de sentimento de culpa), o que mais ou menos vale dizer que um espirro na China significa um baita aumento no preço do tomate no Brasil e não deve ser por outro razão que a senadora Kátia Abreu, paladina do latifúndio quer vender terras brasileiras a chineses.

A Nova China, contraponto a Grande Colômbia, projeto norte-americano de controle da América do Sul (A Amazônia, o petróleo, a água, os minerais estratégicos como o nióbio, etc).

O STF, verdadeiro detentor do poder acaba de inventar a figura do semi corrupto, caso do ex-deputado Roberto Jéferson, antigo militante da ditadura militar, hoje prestando serviços à direita mais extrema do Brasil (e mais podre também, se é que isso é possível em se tratando de direita). A figura em questão foi condenada a pena superior a oito anos, mas vai cumprir em regime semi-aberto por ter denunciado o “mensalão”.
A Justiça no Brasil classifica: Regime semi-aberto é o regime que 'penaliza' a 'semi- corruptos'
Semana de sentença do STF a roberto jefersson

A privataria tucana nem pensar. O procurador Roberto Gurgel assenta em cima de qualquer denúncia contra a turma de FHC que num escândalo só, a compra de votos para a reeleição, bate com sobras qualquer outra denúncia de irregularidade em todos os tempos nos últimos anos, ou desde a “redemocratização”.

O pano de fundo de tudo isso é a sucessão presidencial de 2014. Os principais acionistas do Brasil (banqueiros, grandes empresários, latifundiários e agora bancada evangélica) não aceitam um quarto mandato do PT seja a reeleição de Dilma Roussef (em boa parte já cooptada porque fraca e confusa) e principalmente o retorno de Lula, alvo agora de uma implacável campanha de desmoralização. A constatação desse fato não significa juízo de mérito de seu governo, é só um fato visível a olho nu.
Mas vale dizer que o ritmo das privatizações, o crime de entregar os hospitais universitários, toda a agenda neoliberal vai continuar a pleno vapor.

Cabral e Casagrande (governador nominal do Espírito Santo) contam com os royalties para assegurar a continuidade. No caso de Cabral a vice presidência, conversa com Aécio sobre isso. Já Casagrande a reeleição.
Prometem que no próximo ano 100% dos royalties do petróleo serão utilizados, investidos na educação.





A grande e imensa maioria da população está alheia a esse debate, nem todos os governadores liberam o transporte coletivo quando público para que as pessoas participem de manifestações “espontâneas” a favor de seus interesses (deles governadores), não tem vontade e nem estímulo para olhar. É induzida a isso pela grande mídia. Prefere o bombardeio diário da ilusão capitalista delineada e desenhada pelas agências de publicidade para veículos como a REDE GLOBO, ou a revista VEJA, vai por aí afora.

E, como afirma o ditado antigo, hoje lembrado por um amigo, “para ver é preciso ter vontade de olhar”. Não percebe que essa falta de vontade de olhar vai representar mais que nunca um custo adicional ao já onerado trabalhador brasileiro.

Pior que isso só a propaganda do governo de Minas louvando os feitos do governador Anastásia. Lembra um velho político que anunciava no norte as obras que não fez no sul e no sul as obras que não fez no norte. Vida que segue, ia ganhando as eleições e pronto. Anastásia é uma das maiores fraudes da política mineira e brasileira, um desses lamentáveis episódios a descaracterizar um estado que já foi governado por Milton Campos, JK, Clóvis Salgado e até o próprio Aureliano Chaves, indicado pela ditadura, mas que nunca meteu a mão no bolso de ninguém.

Anastásia governa Minas em estado falimentar depois de oito anos de descalabro Aécio Neves. É síndico de massa falida.

Fora isso a semana continuou a ser marcada pelos confrontos entre o PCC, grupo que controla o estado de São Paulo e o encurralado governo de Geraldo Alckmin. É que Dona Lu ainda não acabou de experimentar os 400 vestidos doados para os pobres e até o fim da saison o tiroteio vai continuar.

Foto: Less than two hours left for PA leader Mahmoud Abbas to give his speech and I think it will be followed straight after by the vote.

The speech will be give at:
03:00 p.m. New York time (GMT-5)
08:00 p.m. GMT (same time as London, UK)
10:00 p.m. Local Palestine time (GMT+2)

De destaque e grande destaque, a decisão da Assembléia Geral das Nações Unidas de reconhecer a Palestina como Estado Observador. Conseqüência do bom senso e da reação ao nazi/sionismo de Israel, país inventado após a 2ª Grande Guerra, para purgar a culpa dos aliados no massacre de judeus por Hitler. Israel hoje massacra palestinos.
Foto: Primera silla con el nombre de Palestina en la ONU. Felicidades Palestina, compartimos su alegría!

O delírio hitlerista de Benjamin Netanyahu, como farsa, repetição, ameaça o mundo com uma guerra sem proporções definidas, cujo alvo é o Irã, que segundo a mídia ocidental encarna todos os demônios existentes.


No mais, de volta a dupla Luís Felipe Scolari e Carlos Alberto Parreira. A despeito da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) continuar no século passado, nos primórdios do século passado, José Maria Marin é discípulo direto de Paulo Maluf, neste caso, prevaleceu o bom senso, ou um ataque de sensatez. É possível até em Maluf, em qualquer pessoa, por que não em Marin? Não significa absolver essa gente, Marin, Teixeira, etc, significa reconhecer que Scolari e Parreira são competentes e sabem onde têm seus narizes.



E a perspectiva da Corte de Justiça da OEA – Organização dos Estados Americanos – rever as condenações do STF a políticos supostamente envolvidos no “mensalão”. Mais ou menos, foi feita a vontade da GLOBO, que por sua vez fez a vontade das agências de publicidade, que, na outra ponta, cuidam dos negócios dos banqueiros, latifundiários, grandes empresários e bancada evangélica.



É só questão de perceber que, “para ver, é preciso ter vontade de olhar”.      

Inventaram o semi corrupto para justificar o semi aberto.

Palestina livre! 



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