Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sábado, 26 de novembro de 2011

Nasce a CELAC - "UNA NACIÓN DE REPÚBLICAS"..

 
‎"UNA NACIÓN DE REPÚBLICAS"...

...Los 33 países de América Latina y el Caribe nos preparamos para dar el paso histórico de fundar una gran entidad regional que nos agrupe a todos, sin exclusiones, donde podamos diseñar juntos las políticas que habrán de garantizar nuestro bienestar, nuestra independencia y nuestra soberanía, con base en la igualdad, la solidaridad y la complementariedad. Caracas, la capital de Venezuela, se enorgullece desde ya en albergar, los próximos 2 y 3 de diciembre, la Cumbre de Jefes de Estado y de Gobierno que fundará definitivamente nuestra Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC)...
* Carta del Presidente Hugo Rafael Chávez Frías a la ONU
 
A futura CELAC já tem em sua agenda de trabalho, grandes e importantes projetos, tais como a criação de uma nova Comissão de Direitos Humanos que antagonizará com a que existe na famigerada OEA; a entidade ser um ente para resolução e/ou minorar os conflitos de fronteiras no Continente, tais como aqueles que existem entre Argentina e Inglaterra pela posse das Ilhas Malvinas, entre Peru, Bolívia e Chile como seqüela da Guerra do Pacífico, o contencioso entre Venezuela e Guiana Britânica na região do rio Essequibo e outros conflitos menores existente na América Central. E também estabelecer acordos para concluir o grave e prolongado conflito de guerra civil na Colômbia.  Sem a interferência dos Estados Unidos e muita determinação política por parte dos países membros a solução desses conflitos é factível. E para garantir a viabilidade desses projetos num mundo em que as potencias militares hegemônicas disputam seus espaços, está sendo proposta para a CELAC uma Comissão de Defesa. Segue abaixo opiniões de países membros sobre alguns projetos  em que a CELAC poderá atuar.
Jacob David Blinder
 
Ecuador propone a la Celac crear comisión sobre Derechos Humanos para América Latina
Não há tradução disponível.
 
 
Caracas 21 de Noviembre de 2011 (MPPRE).- Ecuador planteará la creación de una comisión sobre Derechos Humanos, en el nacimiento de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (Celac), el próximo 2 y 3 de diciembre en Caracas. 
 
Esta propuesta nace como alternativa a la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH), en el cual Estados Unidos tiene influencia, así lo indica el vicecanciller ecuatoriano, Kintto Lucas.
 
Expresa que el presidente de Ecuador, Rafael Correa, ve a la Celac, como un sustituto de la Organización de Estados Americanos (OEA), en la que está incorporada la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) como un organismo autónomo.
 
"La Celac de alguna forma está asumiendo algunas acciones que la OEA no ha podido hacer (...) justamente porque durante mucho tiempo se manejó bajo la tutela de Estados Unidos".
 
El presidente Correa considera que la OEA trata de imponer los valores de Estados Unidos al resto del continente, en ese sentido la nación suramericana pretende impulsar una entidad alejada de Washington con fines similares, pero con una perspectiva diferente "Una nueva comisión que aporte al tema de los Derechos Humanos desde una visión propia de América Latina", afirma en vicecanciller. FIN/OP. Con información de AVN.
 
 
Presidente Correa plantea que la CELAC debe ser un ente regional para resolución de conflictos
Não há tradução disponível.
 
 
Caracas, 23 de noviembre de 2011 (MPPRE).- "No es posible que los conflictos latinoamericanos tengan que ser tratados en Washington, donde está la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (pero) Estados Unidos no reconoce a la Comisión. Es claro el sesgo que ha tenido la Organización de Estados Americanos con respecto a países hegemónicos".
 
Así lo señala el presidente de Ecuador, Rafael Correa y propone que la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC), que tiene prevista se cree en Caracas los días 2 y 3 de diciembre, sea el ente regional encargado de la resolución de conflictos, en reemplazo de la Organización de Estados Americanos (OEA).
 
Las declaraciones se producen durante el encuentro con representantes de la Asociación de Prensa Extranjera.
 
"Lo que hace la OEA es tratar análogamente la posición del Banco Mundial", el sistema interamericano lo que trata es de generalizar con el establecimiento de instituciones anglosajonas que no necesariamente son las más convenientes para nuestra región".
 
El presidente ecuatoriano anuncia que trabajará por el fortalecimiento de la CELAC y manifiesta su interés de que la naciente institución "más temprano que tarde pueda reemplazar a la OEA, que históricamente ha tenido grandes distorsiones
 
 
CELAC: Mecanismo que marca una corriente histórica de avance
Não há tradução disponível.
 
 
Caracas, 18 de noviembre de 2011 (MPPRE).- "Como una corriente de avance hacia la unión en la diversidad política, ideológica y cultural, pero enmarcada en una identidad común de América Latina y del Caribe", considera el Canciller Nicolás Maduro, el nacimiento de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños, CELAC.
 
Manifiesta que los treinta y tres países que conforman este nuevo mecanismo de integración que nacerá en la Patria de El Libertador Simón Bolívar el próximo 2 y 3 de diciembre, "buscan en primer lugar desde nuestra cultura, costumbres y fortalezas; la independencia y el desarrollo conjunto".
 
Además la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños pretende la construcción de una zona política, económica, social y cultural que se desarrolle en sus relaciones internas y que se presenta frente al mundo en términos de beneficios mutuos.
 
"La CELAC en sus tres grandes zonas, Centroamérica, el Sur y el Caribe pretende consolidar la independencia de nuestros países a través del respeto a la autodeterminación y soberanía de los pueblos y declarar nuestra región como una gran zona de paz y de desarrollo integral", sentencia. FIN/ Mónica Sánchez. Foto: Patricio Gallardo.
 
Enviado por Jacob Blinder
 
 

 

 
 
 

A SEMANA A BRAVURA NA DIGNIDADE – CAIRO, OS CAMINHOS DA LUTA


A SEMANA

A BRAVURA NA DIGNIDADE – CAIRO, OS CAMINHOS DA LUTA


Laerte Braga


O major brigadeiro Rui Moreira Lima era o ministro da Aeronáutica do governo João Goulart quando os norte-americanos assumiram o comando de parcela das nossas forças armadas, derrubaram o presidente no golpe de 1964. Foram comandados por Vernon Walthers, amigo de Castello Branco – primeiro ditador – e oficial de ligação entre as forças dos EUA e do Brasil durante a 2ª Grande Guerra.

Walthers se ocupou da parte militar e Lincoln Gordon, o embaixador, de ser o intérprete de empresários, banqueiros e latifundiários.

O blog QUEM TEM MEDO DA DEMOCRACIA publicou nessa semana que se encerra uma entrevista histórica com o brigadeiro Moreira Lima. A prova viva que as forças armadas não são, necessariamente, um departamento do Pentágono. Existem militares com sentimentos e consciência voltados para o Brasil e os brasileiros.

Nem todo militar se chama Brilhante Ulstra.

Rui Moreira Lima condenou os torturadores, considera a tortura degradante para uma força armada, foi claro e veemente ao afirmar que torturadores devem ser punidos.

Esse é um dos aspectos da entrevista de um militar cuja bravura reside na dignidade e no compromisso com seu País e seu povo.

Outro ponto de suma importância na entrevista de Moreira Lima é o canal. Um blog. Isso soa como atestado de óbito da mídia tradicional em termos de independência, de compromisso com a informação real, de integridade. A mídia tradicional não tem nenhuma e o QUEM TEM MEDO DA DEMOCRACIA exibe uma realidade, as novas formas de comunicação, que suplanta o medo, a mentira, o mau caratismo e o caráter vendilhão de GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, VEJA, ESTADO DE MINAS, RBS, etc, que pululam por aí vendendo a idéia que o mundo é o que Miriam Leitão acha, mas a soldo dos banqueiros.

A entrevista de Moreira Lima e o QUEM TEM MEDO DA DEMOCRACIA simbolizam toda a luta de blogs e sites independentes. Uma rede, esse o significado de rede, que busca um caminho, que tem um mapa para esse caminho e sabe que é preciso ter determinação e coragem. Foi o que aconteceu.

Como acontece nas ruas do Cairo. Centenas de milhares de egípcios vivem o problema de um governo militar subordinado a potência estrangeira. Como os golpistas de 1964 aqui no Brasil.

Os egípcios não querem os militares governando o país. Esses, por anos a fio não só se acovardaram diante do principal inimigo – Israel – como aceitaram e aceitam o controle vindo de fora. Não sabem o que fazer, estão na expectativa das ordens de Washington e Tel Aviv.

É como se o Egito estivesse emergindo das pirâmides seculares e reencontrando sua história de nação vital para o processo da civilização.

Se olhada por outro ângulo faz sentido agora, hoje, a frase de Napoleão Bonaparte dita quando chegou àquele país – “soldados, 40 séculos de história vos contemplam”.

O Egito é a maior potência do mundo árabe e isso traz sérios problemas para os EUA e para Israel. O complexo nazi/sionista que aterroriza e domina o mundo tem diante de si um problema sério. Quer o respeito aos direitos humanos na Síria, não pode aceitar a repressão promovida por seus aliados militares no Egito – pega mal – e ainda se vê às voltas com 20 milhões de indigentes dentro do território norte-americano e milhares de pessoas ocupando centros econômicos de cidades estratégicas, como Wall Street.

Com uma referência comum. Lá, em New York, como em Damasco, ou no Cairo, as polícias baixam o sarrafo.

São os estertores da democracia como a conhecemos – farsa – e do capitalismo.

Não significa que a morte vá ser rápida, a agonia pode durar muito. Nessa mesma semana testaram um míssil supersônico capaz de atingir qualquer parte do planeta em uma hora e despejar ogivas nucleares.

O argumento da boçalidade.

Permanecem os escombros da Comunidade Européia. As colônias norte-americanas buscam ar de forma desesperada para salvar seus bancos e financiar suas guerras estúpidas.

E trabalhadores continuam nas ruas protestando contra a conta apresentada pelo que não foi consumido, sem falar em redução de direitos e aumento de obrigações.

É a barbárie com os requintes e perversidades da tecnologia dos dias atuais.

Histéricos saúdam uma “vitória” da direita na Espanha. Onde houve governo de esquerda na Espanha?

Em meio a esse caos o simulacro histriônico de Mussolini, Sílvio Berlusconi, lança um CD de baladas românticas.

De calça curta, mas bolsos cheios foi pega a CHEVRON. A empresa que opera no Brasil na bacia de Campos, RJ, anunciou um vazamento num dos poços. Chamou correndo a GLOBO, fechou o setor a sete chaves, pagou a sua “verdade” – a GLOBO existe para isso, repórter voar em avião de empresa que compra a “verdade” – e na outra ponta, a verdade não adjetiva, estava tentando atingir a camada do pré-sal para piratear petróleo brasileiro. É bom não esquecer, ter sempre a cabeceira um papel pequeno lembrando que FHC acabou com o monopólio estatal do petróleo.

A crise na Comunidade Européia expõe uma face cruel desses países e povos. Imigrantes passam a correr riscos e começam a ser culpados e perseguidos pela crise. A Secretaria Nacional de Mulheres através de decisão da secretária Iriny Lopes criou uma linha telefônica para denúncia de mulheres brasileiras que estejam sendo vítimas de violência dos “civilizados” europeus. Com certeza não são trabalhadores, mas policiais como os que mataram Jean Charles em Londres.

Gregos, italianos, franceses, portugueses, espanhóis, tanto quanto egípcios, norte-americanos, iemenitas, israelenses, estão nas ruas protestando contra seus governos. Indignados. É preciso mais que isso. É fundamental que esses movimentos tenham diretrizes básicas, objetivos definidos, do contrário o bicho papão do capitalismo vem e come. Sem esses pressupostos não vamos a lugar algum, seremos como a rainha gaulesa que com mais de 100 mil homens foi derrotada e massacrada, ela e seu povo em busca de liberdade, por pouco mais de dois mil legionários romanos.

Por fim, a Rússia parece ter acordado. Medved e Putin anunciaram que estão posicionando mísseis e ogivas nucleares em áreas estratégicas, não querem bases norte-americanas ou da OTAN próximas de suas fronteiras e nem querem o Irã destroçado pela insânia terrorista/capitalista. 

São cada vez mais concretas as possibilidades que Stanley Kulbrick tenha razão. Em seu filme DOUTOR FANTÁSTICO exibe um general norte-americanos, olhos esbugalhados, loucura visível a olho nu, anunciando a corrida para as cavernas. Nunca saíram de lá. É o habitat do capitalismo. Sombrio e predador.

E haja Copa do Mundo. Por um certo período na vassalagem costumeira de nossos governos, boa parte do território brasileiro passará a pertencer à FIFA. Ricardo Teixeira rege a orquestra e coloca o presidente do Corinthians para encerrar o ano no show dos esquemas arranjados e bem arranjados.

A esperança que resta é que existe Rui Moreira Lima. Um símbolo.


 Fora isso nem o samba e nem Beth Carvalho e sua lucidez podem ser esquecidos. Numa entrevista ao site do IG colocou todos os pingos nos iiis e nos jjjs. É só a turma dos acordos ortográficos não cismar de cortar os pingos.

Uma parte da Entrevista

iG: Por ser oriundo dos morros, o samba foi conivente com o poder paralelo dos traficantes?
BETH CARVALHO: Não, o samba teve prejuízo enorme. Hoje dificilmente se consegue senhoras para a ala das baianas nas escolas de samba. Elas estão nas igrejas evangélicas, proibidas de sambar. Não se vê mais garoto com tamborim na mão, vê com fuzil. O samba perdeu espaço para o funk.
iG: Quem é o culpado?
BETH CARVALHO: Isso tem tudo a ver com a CIA (Agência Central de Inteligência dos EUA), que quer acabar com o samba. É uma luta contra a cultura brasileira. Os Estados Unidos querem dominar o mundo através da cultura. Estas armas dos morros vêm de onde? Vem tudo de fora. Os Estados Unidos colocam armas aqui dentro para acabar com a cultura dos morros, nos fazendo achar que é paranoia da esquerda. Mas não é, não.
iG: O samba vai resistir a esta “guerra” que a senhora diz existir?
BETH CARVALHO: Samba é resistência. Meu disco é uma resistência, não deixa de ser uma passeata: “Nosso samba tá na rua”...

Beth em entrevista PORRETA. Não deixe a Beth calar, o mundo foi feito de samba, de politica e cidadania.


  http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/musica/beth-carvalho-a-cia-quer-acabar-com-o-samba/n1597382636665.html



Beth Carvalho: "A CIA quer acabar com o samba"

Cantora lança CD e, em entrevista ao iG, acusa a Agência Central de Inteligência dos EUA. Veja galeria de fotos

Valmir Moratelli, iG Rio de Janeiro | 25/11/2011 07:00
 

Foto: George Magaraia
Beth Carvalho, 65 anos, no hall de entrada de sua casa
Ao abrir o elevador, ainda no hall de entrada do apartamento, um quadro com a foto de Che Guevara. Não há dúvidas. Ali é o andar de Beth Carvalho. Ela surge na sala, amparada por duas muletas, que logo deixa de lado para posar para as fotos. “Nunca vi coisa para cair mais do que muletas. Estas meninas caem toda hora”, diz, bem-humorada.
Ainda se recuperando de uma fissura no sacro (osso do final da coluna), aos 65 anos, Beth anda com dificuldades. Ficou dois anos sem pôr os pés no chão. “Estou ótima, salva! Os médicos comentaram com minha filha que eu poderia não andar mais. Mas não me abati. Foi um processo menos doloroso por perceber a prova de amor dos amigos e da família”, relata.
Leia também: crítica do novo CD de Beth Carvalho
Após quinze anos, a sambista lança o CD de inéditas “Nosso samba tá na rua”, dedicado a dona Ivone Lara, com canções sobre a negritude, o amor e o feminismo. Uma das letras, “Arrasta a sandália”, é de autoria de sua filha, Luana Carvalho. Cercada de quadros de Cartola e Nelson Cavaquinho, entre almofadas verdes e rosas (cores de sua escola de samba Mangueira), perante uma estante com dezenas de troféus e outra com bonecos de Che, Fidel Castro e orixás, Beth concede a entrevista a seguir ao iG.
No fundo da janela, o mar de São Conrado, bairro vizinho à favela da Rocinha. “A CIA quer acabar com o samba. É uma luta contra a cultura brasileira. Os Estados Unidos querem dominar o mundo através da cultura”, diz a cantora, presidente de honra do PDT. Entre os fartos risos, também não faltaram palavras ríspidas para defender seu ponto de vista.


Foto: George Magaraia
Baluartes em miniatura: Beth entre Dorival Caymmi, Nelson Cavaquinho, Tom Jobim, Cartola e Luiz Gonzaga
iG: Qual foi a sensação ao voltar a andar?
BETH CARVALHO:
A pior da minha vida. Quando pus os pés pela primeira vez no chão, achei que nunca ia andar de novo. Parecia que não tinha mais pernas, sem força muscular. Depois, com a fisioterapia, a recuperação foi rápida. Precisei colocar dois parafusos de 15 cm cada um, só isso me fez voltar a andar. Agora sou interplanetária e biônica (risos).
iG: Em seu novo CD, a letra “Chega” é visivelmente feminista. Por que é raro o samba dar voz a mulheres?
BETH CARVALHO:
O mundo, não só o samba, é machista. Melhorou bastante devido à luta das mulheres, mas a cada cinco minutos uma mulher apanha no Brasil. É um absurdo. Parece que está tudo bem, mas não é bem assim. Sempre fui ligada a movimentos libertários.
iG: De que forma o samba é machista?
BETH CARVALHO:
A maioria dos sambistas é homem. Depois de mim, Clara Nunes e Alcione, as coisas melhoraram. O samba é machista, mas o papel da mulher é forte. O samba é matriarcal, na medida que dona Vicentina, dona Neuma, dona Zica comandam os bastidores da história. Eu, por exemplo, sou madrinha de muitos homens (risos).


Foto: George Magaraia
"Não desanimo nunca. Minha esperança é a última que morre"
iG: A senhora é vizinha da favela da Rocinha. Como vê o processo de pacificação?
BETH CARVALHO:
Faltou, por muitos anos, a força do estado nestas comunidades. Agora estão fazendo isso de maneira brutal e, de certa forma, necessária. Mas se não tiver o lado social junto, dando a posse de terreno para quem mora lá há tanto tempo, as pessoas vão continuar inseguras. E os morros virarão uma especulação imobiliária.
iG: Alguns culpam o governo Leonel Brizola (1983-1987/1991-1994) pelo fortalecimento do tráfico nos morros. A senhora, que era amiga do ex-governador, concorda?
BETH CARVALHO:
Isso é muito injusto. É absurdo (diz em tom áspero). Se tivessem respeitado os Cieps, a atual geração não seria de viciados em crack, mas de pessoas bem informadas. Brizola discutia por que não metem o pé na porta nos condomínios da Avenida Viera Souto (em Ipanema) como metem nos barracos. Ele não podia fazer milagre.


Foto: George Magaraia Ampliar
Relíquia: o instrumento que foi de Nelson Cavaquinho
iG: Defende a permanência de Carlos Lupi no Ministério do Trabalho?
BETH CARVALHO:
Olha, sou presidente de honra do PDT porque é um título carinhoso que Brizola me deu, mas não sou filiada ao PDT. Não tenho uma opinião formada sobre isso, porque não sei detalhes. Existe uma grande rigidez a partidos de esquerda. Fizeram isso com o PC do B do Orlando Silva, e agora fazem com o PDT. O que conheço do Lupi é uma pessoa muito correta. Eles deveriam ser menos perseguidos pela mídia.
iG: Aqui na sua casa há várias imagens de Che Guevara e de Fidel Castro. Acredita no modelo socialista?
BETH CARVALHO
: Eu só acredito no modelo socialista, é o único que pode salvar a humanidade. Não tem outro (fala de forma enfática). Cuba diz ‘me deixem em paz’. Os Estados Unidos, com o bloqueio econômico, fazem sacanagem com um país pobre que só tem cana de açúcar e tabaco.
iG: Mas e a falta de liberdade de expressão em Cuba?
BETH CARVALHO:
Eu não me sinto com liberdade de expressão no Brasil.
iG: Por quê?
BETH CARVALHO:
Porque existe uma ditadura civil no Brasil. Você não pode falar mal de muita coisa.
iG: Como quais?
BETH CARVALHO:
Não falo. Tem uma mídia aí que acaba com você. Existe uma censura. Não tem quase nenhum programa de TV ao vivo que nos permita ir lá falar o que pensamos. São todos gravados. Você não sabe que vai sair o que você falou, tudo tem edição. A censura está no ar.
iG: Mas em países como Cuba a censura é institucionalizada, não?
BETH CARVALHO:
Não existe isso que você está falando, para começo de conversa. Cuba não precisa ter mais que um partido. É um partido contra todo o imperialismo dos Estados Unidos. Aqui a gente está acostumada a ter vários partidos e acha que isso é democracia.


Foto: George Magaraia
"Só acredito no modelo socialista, é o único que pode salvar a humanidade"
iG: Este não seria um pensamento ultrapassado?
BETH CARVALHO:
Meu Deus do céu! Estados Unidos têm ódio mortal da derrota para oito homens, incluindo Fidel e Che, que expulsaram os americanos usando apenas o idealismo cubano. Os americanos dormem e acordam pensando o dia inteiro em como acabar com Cuba. É muito difícil ter outro Fidel, outro Brizola, outro Lula. A cada cem anos você tem um Pixinguinha, um Cartola, um Vinicius de Moraes... A mesma coisa na liderança política. Não é questão de ditadura, é dificuldade de encontrar outro melhor para ocupar o cargo. É difícil encontrar outro Hugo Chávez.
iG: Chávez é acusado por muitos de ter acabado com a democracia na Venezuela.
BETH CARVALHO:
Acabou com o quê? Com o quê? (indaga com voz alta)
iG: Com a democracia...
BETH CARVALHO
: Chávez é um grande líder, é uma maravilha aquele homem. Ele acabou com a exploração dos Estados Unidos. Onde tem petróleo estão os Estados Unidos. Chávez acabou com o analfabetismo na Venezuela, que é o foco dos Estados Unidos porque surgiu um líder eleito pelo povo. Houve uma tentativa de golpe dos americanos apoiada por uma rede de TV.
iG: A emissora que fazia oposição ao governo e que foi tirada do ar por Chávez...
BETH CARVALHO:
Não tirou do ar (fala em tom áspero). Não deu mais a concessão. É diferente. Aqui no Brasil o governo pode fazer a mesma coisa, televisão aberta é concessão pública. Por que vou dar concessão a quem deu um golpe sujo em mim? Tem todo direito de não dar.
iG: A senhora defende que o governo brasileiro deveria cassar TV que faz oposição?
BETH CARVALHO:
Acho que se estiver devendo, deve cassar sim. Tem que ser o bonzinho eternamente? Isso não é liberdade de expressão, é falta de respeito com o presidente da República. Quem cassava direitos era a ditadura militar, é de direito não dar concessão. Isso eu apoio.


Foto: George Magaraia
Che e Fidel "enfeitam" a estante da casa da sambista
iG: Por ser oriundo dos morros, o samba foi conivente com o poder paralelo dos traficantes?
BETH CARVALHO:
Não, o samba teve prejuízo enorme. Hoje dificilmente se consegue senhoras para a ala das baianas nas escolas de samba. Elas estão nas igrejas evangélicas, proibidas de sambar. Não se vê mais garoto com tamborim na mão, vê com fuzil. O samba perdeu espaço para o funk.
iG: Quem é o culpado?
BETH CARVALHO
: Isso tem tudo a ver com a CIA (Agência Central de Inteligência dos EUA), que quer acabar com o samba. É uma luta contra a cultura brasileira. Os Estados Unidos querem dominar o mundo através da cultura. Estas armas dos morros vêm de onde? Vem tudo de fora. Os Estados Unidos colocam armas aqui dentro para acabar com a cultura dos morros, nos fazendo achar que é paranoia da esquerda. Mas não é, não.
iG: O samba vai resistir a esta “guerra” que a senhora diz existir?
BETH CARVALHO:
Samba é resistência. Meu disco é uma resistência, não deixa de ser uma passeata: “Nosso samba tá na rua”.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Mulheres na Luta Nicaragua

viernes 25 de noviembre de 2011

(FOTOS) 25 de noviembre - Nicaragua: ¡Acabar con la impunidad...para vivir libre de violencia!

Managua, 25 noviembre (LINyM).- Centenares de mujeres, jóvenes y niñas nicaragüenses  se sumaron a la actividad organizada por la Red de Mujeres contra la Violencia (RMcV) y se movilizaron hacia el Parlamento (Asamblea Nacional), para conmemorar el Día Internacional de lucha contra la violencia hacia las mujeres, exigir el cese de la impunidad y promover la sanción social.
 
© Fotos Giorgio Trucchi - Rel-UITA
Las fotos se pueden reproducir añadiendo los créditos
(Click en la foto para agrandar y en LEER TODO para galería)

























 

CELSO FURTADO E A MULHER

CELSO FURTADO E A MULHER


Laerte Braga


O ex-governador de Minas Hélio Garcia, numa das greves do professorado mineiro, chamou as professoras de “mal amadas”. A expressão é do jornalista Antônio Maria e aconteceu num contexto completamente diverso. Foi durante a campanha eleitoral de 1960.

Num programa de televisão Maria chamou as integrantes de um comitê de Carlos Lacerda de “malamadas” (ele próprio passou a escrever a palavra dessa forma). À época o jornalista foi um dos responsáveis pela extraordinária votação do candidato Sérgio Magalhães, uma dos grandes figuras do Parlamento na História do Brasil.

Feliz ou infeliz a expressão usada por Antônio Maria não tinha o mesmo caráter quando usada por Hélio Garcia. O ex-governador de Minas apelidado de “maverick” – tinha um tanque maior para combustível – afogava no combustível as mágoas de uma paixão não correspondida. Sua ofensa aos professores foi uma sórdida vingança de sua perda, sua fraqueza.

Celso Furtado afirmou que “a revolução feminista foi o maior movimento revolucionário do século XX”. Ao contrário do que pode pensar a Mulher Melancia, ou a Miss Laje essa afirmação não se refere a exibir a bunda na revista PLAYBOY.

Trata da conquista da condição de ser humano pleno de direitos políticos, econômicos e sociais. Nada daquele negócio de levar dois ou três tiros do marido por conta de legítima defesa da honra e a absolvição garantida.

Jorge Amado fala disso em GRABRIELA CRAVO E CANELA. A idéia que tiro lava a honra é complicada.

Grupos muçulmanos hoje buscam formas de interpretação do Islã que elimine os preconceitos e os costumes bárbaros em determinadas parte do mundo do Islã contra a mulher. No Irã onde a evolução foi significativa com a Revolução Islâmica se consegue preservar os fundamentos religiosos/culturais com a percepção dessa necessidade, embora em alguns cantos do país prevaleça a cultura milenar da submissão. É um processo a busca de avanços.

Na Praça Tahir no Egito as mulheres são parte da luta do povo daquele país contra a opressão de militares, norte-americanos e o governo de Israel.

As dificuldades que mulheres encontram pela frente, em países como o Brasil, ou nos Estados Unidos, para citar dois, decorrem de um fenômeno típico dos nossos tempos. A imensa goela do capitalismo se apropria de cada movimento popular e transforma, por exemplo, calça jeans em símbolo de liberdade.

É o grande dilema dessa revolução fantástica. Que traz a mulher da condição de objeto de cama e mesa para o centro de decisão e parte do processo maior de vida e de construção de um mundo alternativo, diverso do que temos. É claro, pois nele a mulher continua sendo subjugada na forma espetáculo.

É só lembrar a transmissão ao vivo e exclusiva do parto de Xuxa. Do nascimento de Sasha. Serve para ilustrar várias situações.

Não é possível construir um mundo alternativo ao mundo do espetáculo e da barbárie se não estivermos juntos homens e mulheres, no mesmo patamar. Boçais como Jair Bolsonaro sempre existirão e sempre se farão presentes.

E nem importa que seja caso de psiquiatra, importa que encontra eco em parcela da opinião pública para o amontoado de sandices que diz cada vez que abre a boca. Reflete o pensamento fascista da ordem unida em torno dos porões da estupidez, onde o estupro era regra geral em nome do “patriotismo”.

O desafio hoje é maior que as passeatas pelo direito ao voto – nas primeiras décadas do século XX – ou por queimar sutiãs.

O direito de cada mulher ser dona de si, portanto, do seu corpo, vai mais além. É o de estar presente no processo decisório. Temos hoje uma presidente da República e essa afirmação exclui ser contra ou a favor, mas é inegável o caráter pessoal de Dilma Roussef.

Há outra goela imensa a serviço do modelo na tarefa de se apropriar da revolução feminista e de todos os movimentos sociais que possam colocar em risco não o mundo dos homens propriamente dito, mas da estupidez que é regra geral do capitalismo.

É a goela da mídia.

A construção da mulher objeto fazendo-a crer que um reality show é um momento supremo de revelações e afirmações. Vivemos um tempo em que se estimula expor de público as nossas vísceras. Uma das “preocupações” da mídia no caso Nardoni foi sobre como a mãe reagiria ao assédio de outras mulheres na prisão, acostumada a uma vida confortável. Um debate se gerou em torno disso, até com “análises” de especialistas, enquanto a violência contra a mulher era deixada de lado. Ou a questão do trabalho, os salários mais baixos que os pagos aos homens.

Nem toda mulher tem a dimensão de Frida Khalo e nem todo homem tem a dimensão Lenine.

Mas isso não significa que todos temos que ser Frida Khalo ou Lenine. Temos que ser apenas humanos conscientes dos nossos papéis e da igualdade plena de direitos. Isso porque, certamente, a mulher bóia fria que cata laranjas num latifúndio hoje, o faz sob condições desumanas e é desrespeitada a cada momento em cada situação de vida.

E tem a dimensão de Frida.

Há um caminho imenso a ser percorrido e uma encruzilhada a ser vencida hoje. O da apropriação pelo capitalismo das conquistas da mulher, moldadas ao sabor do espetáculo, enquanto permanecem a violência, o preconceito, enfim a barbárie, numa igualdade de fantasia, acessível na prática a poucas diante da totalidade do universo feminino.

Num campeonato feminino de futebol, quem prestar atenção, vai notar que os que transmitem os jogos vão eximir-se de comentar o que consideram “tipos estranhos”, sempre achados por uma câmera indiscreta na arquibancada, mas em seguida, ato contínuo, vão de forma asséptica, comentar a beleza de uma ou outra jogadora, num outro jogo, esse sórdido, de tentar execrar o que consideram “aberrações” ao padrão de beleza e comportamento estabelecido pelos ditadores do “o que deve ser e como deve ser”. Chegam ao desplante de “até essas mulheres têm o direito de ter seu espaço”.

O modelo paulista quatrocentão, por exemplo. Reunido e discutindo questões como a ocupação da USP em torno de salgadinhos, sucos naturais, temendo que Chávez possa descer em Brasília montado num cavalo baio e afetar a pipoca dançante de cada dia em favor dos que sofrem.

Há um longo caminho a ser percorrido pela mulher em todos os cantos do mundo, para que manifeste em sua totalidade a revolução feminista que e sua importância definidas por Celso Furtado.

Não passa só pela mulher. Passa por todo o conjunto que equivocadamente chamam de “minorias”. Minorias são eles, os donos, os que estampam objetos melancia, morango, laje, melão, Xuxa, Angélica, dóceis ao mundo dos refletores, para o gáudio do que William Bonner chama de idiota, a tradução correta de Homer Simpson.

Uma vez perguntaram ao pintor Degas, filho de banqueiro, sobre a razão de quadros tão grandes e especificamente em torno de bailarinas. Ele respondeu de uma forma direta, sem vacilar – “você queria que eu pintasse o que? A hipocrisia dos desejos reprimidos das mulheres dos salões dos banqueiros de Paris? Pois eu pinto a leveza e a pureza da dança e das bailarinas. Você não sente o cheiro de paz e vida em cada quadro desses? Se não sente não entendeu nada. Nem as imperfeições que são perfeitas”

É uma luta da mulher e dessas “minorias” contra um modelo opressor.

Imagine se um Brilhante Ulstra da vida vai entender tudo isso.

VOSSA MERCÊ ACHA QUE ESSE TREM TEM JEITO? OU DESCARRILOU?

VOSSA MERCÊ ACHA QUE ESSE TREM TEM JEITO? OU DESCARRILOU?

O senador Magno Malta, dublê de pastor, senador com intensos laivos de pilantra, num discurso histérico feito na tribuna do Senado, bateu duro no ministro da Educação Paulo Haddad. O motivo? A cartilha do Ministério sobre homofobia.
Não vou entrar no mérito da questão. Em nenhum de seus ângulos. Mas há uma afirmação do senador em "pronunciamento", que diz assim - "ninguém pede para nascer negro".
Putz! Isso é crime de racismo. ...

Qui, 24 de Novembro de 2011 11:51 Laerte Braga
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O senador Magno Malta, dublê de pastor, senador com intensos laivos de pilantra, num discurso histérico feito na tribuna do Senado, bateu duro no ministro da Educação Paulo Haddad. O motivo? A cartilha do Ministério sobre homofobia.
Não vou entrar no mérito da questão. Em nenhum de seus ângulos. Mas há uma afirmação do senador em "pronunciamento", que diz assim - "ninguém pede para nascer negro".
Putz! Isso é crime de racismo.
O pronunciamento de sua excelência excelentíssima está em www.youtube.com/watch?v=A5haleNh2Fc
E deve ter sido feito após contato direto com o "divino".
Magno Malta faz parte da trupe de políticos que comprou e distribuiu com dinheiro público ambulâncias superfaturadas, mantém uma organização para recuperar meninos desgarrados - com muitas verbas públicas - mas isso naturalmente não conta.
O que conta é que, segundo afirma, viajou durante 26 dias com a presidente Dilma, isso durante a campanha eleitoral, para poder "dessatanizá-la".
Aí, saindo do Brasil, dando um mergulho na Austrália, na cidade de Darwin - não é coincidência, isso não existe - um salão de beleza resolveu voltar-se para crocodilos de preferência fêmeas.
Uma das moças colocou "uma" crocodilo em forma, "lisinha", com trabalho de pedicure, depilação e segundo a gerente do salão, Louanne Grasmeder, o nome do dito é salão Parap Day SPA, a "crocodila" está pronta para a procriação e o casamento.
E acrescentou - "os machos estão lutando pelos melhores lugares". O réptil habita um centro de pesquisas em Darwin.
O senador Magno Malta investido de poderes celestiais pode doar uma ambulância para o centro e quem sabe ser padrinho da prole que vier a nascer.
Aí a família vai estar resgatada.
E o trem vai que vai.
Nos EUA, na cidade de Longa, em Utah, estado de predominância mórmon, Alise Baddley, com 21 anos, irritada por estar sendo preterida por um joguinho de videogame, colocou um anúncio em jornais vendendo o marido. Tudo de comum acordo com a sogra.
No anúncio a moça afirma que o marido gosta de "comer e jogar videogame todo dia", ou o dia inteiro. Entre as exigências feitas ao possível comprador lá estavam a necessidade de um cômodo com internet, espaços para jogos e que o dito cujo deve "ser alimentado e hidratado de três a cinco horas". Ao final aceita troca de maridos.
Ficou surpresa com o número de respostas. Uma compatriota se dispôs a treiná-lo e depois devolvê-lo dentro dos parâmetros. Um homem sugeriu ser trocado pelo marido já que ao invés de videogame preferia livros.
O nome do marido é Kyle Baddley e após o anúncio resolveu deixar de lado os videogames e cuidar melhor da mulher, já que a moça afirmou que tudo era uma "brincadeira" para acordá-lo e enxergar o mundo ao seu redor.
Registre-se que Kyle prestou serviço militar no Afeganistão.
No discurso que fez na tribuna do Senado, chamado de Câmara Alta - cúmulo da esculhambação - o senador Magno Malta além de manifestações homofóbicas, racistas, natureza de qualquer fascista, acabou deixando bem explícito porque o seu estado, o Espírito Santo sofre com os políticos.
Um governador que não governa, é figurante de Paulo Hartung, o poderoso chefão. Um prefeito de Vitória que não "prefeita", enriquece e em meio ao histérico discurso referiu-se àqueles que dirigem embriagados e recusam o teste do bafômetro. Não sei se o senador Aécio Neves estava presente no plenário. Se estava deve ter baixado a cabeça, ou ido tomar uma para relaxar. Com certeza.
É um trem de muitos vagões e poucas locomotivas, ou locomotivas desembestadas, que dessatanizam os trilhos. Hugo Napoleão, deputado do novo partido, o de Kassab, dormiu a sono solto no plenário da Câmara quando da discussão da DRU. Registre-se que seus vizinhos atestam ronco.
DRU vem a ser Desvinculação de Recursos da União, interessa ao governo Dilma, lógico, independente de qualquer coisa interessa ao Brasil.
Voltando ao senador Malta, encarregado de missões divinas, o dito cujo amaldiçoou o STF - Supremo Tribunal Federal - por uma decisão que, segundo ele, obriga mulheres a aceitar beijos de mulheres, homens a aceitar beijos de homem, sob pena das sanções legais contra homofobia.
Deve ser o efeito das ambulâncias superfaturadas que andou distribuindo para o bem e a felicidade geral do seu bolso.
Só pode.
O trem é que está desembestado, vai descarrilar com toda a certeza. "Crocodila" pronta para o acasalamento, senador que afirma que "ninguém pediu para nascer negro", mulher vendendo marido e Obama proclamando que Lula está em suas orações.
Imagino oração de Obama. Recheada de bombas.

EX-ASSESSOR DE SERRA E SUPLENTE DE AGRIPINO MAIA É PRESO NO RN




"De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto." (Rui Barbosa)
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EX-ASSESSOR DE SERRA E SUPLENTE DE AGRIPINO MAIA É PRESO NO RN
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Suplente do senador José Agripino Maia, o ex-deputado federal João Faustino (o segundo da esquerda para a direita aí na foto) foi preso na manhã desta quinta-feira em operação do Ministério Público Estadual com o apoio da Polícia Militar.

Faustino também integrou o governo de José Serra de quem foi assessor, é acusado de integrar um grande esquema de corrupção. Outras 13 pessoas foram presas, como informa o site do jornal TRIBUNA DO NORTE.

O esquema teria pago cerca de 35 milhões de reais em propinas para poder atuar na inspeção veicular no Rio Grande do Norte nos próximos 20 anos.

Segue trecho da reportagem:

O Consórcio Inspar teria pago cerca de R$ 35 milhões em propinas a políticos e empresários para poder atuar na inspeção veicular no Rio Grande do Norte nos próximos 20 anos – o que renderia um montade de aproximandamente R$ 1 bilhão nesse período. Os R$ 35 milhões são exatamente o mesmo valor em bens que o Ministério Público requereu que fosse sequestrado dos envolvidos no suposto esquema fraudulento.

De acordo com a petição do MP, o montade a ser sequestrado servirão para reparar “os danos às vítimas lesadas, que, como já referido, foram os milhares de cidadãos potiguares que pagaram taxas indevidas em razão do convênio com o IRTDPJ/RN, e o erário estadual, em razão dos contratos viciados com a PLANET BUSINESS LTDA e com o cONSÓRCIO inspar”.

Esse suposto esquema fraudulento resultou na operação Sinal Fechado, deflagrada na manhã desta quinta-feira (24).
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http://www.ailtonmedeiros.com.br/suplente-do-senador-agripino-maia-e-preso-no-rn/2011/11/24/
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Quem ama Luta. Dia de Combate a Violencia contra a Mulher

HOJE 25/11 Dia internacional pelo fim da violência contra a mulher
O Espírito Santo está em primeiro lugar em homicídios contra mulheres: 10,3 mulheres assassinadas para cada 100 mil habitantes. E segundo o VIVA-Ministério Saúde, a partir dos registros nos serviços hospitalares dos municípios de Vitória, Serra, Colatina, Linhares, São Mateus, Cachoeiro de Itapemirim apontam dentre os atendimentos totais as mulheres nas faixas etárias de 20 a 29 anos somam-se 29,2%, seguindo de mulheres de 30 a 39 anos com 22,4%. Nas denúncias realizadas no DISQUE 180, o Espírito Santo é o oitavo em ligação para cada 50 mulheres.



ompartilhado por Frederico Rebouças Gonçalves. Bora compas , lutemos todos Juntos bjoa

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