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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

SÃO O OPUS DEI E A TFP QUE REGEM O ESPETÁCULO NA USP?

Também em 2007 Rodas chamou
a PM para agredir estudantes
"Isto é apenas uma ação autoritária, típica do espírito neo-fascista, ou é o embrião de um golpe? Não temos suficientes elementos para saber, mas a hipótese deve ser pelo menos considerada."

A ponderação é de Carlos Lungarzo, da Anistia Internacional, no artigo USP: um foco golpista?. Ele também vê com apreensão a escalada autoritária na Universidade de São Paulo e a sequência de medidas visivelmente provocativas do reitor João Grandino Rodas.

Em sua análise -- exaustiva, abrangente e impecável como sempre --, Lungarzo toca num ponto crucial: o atual reitor da USP foi escolhido contra a vontade manifestada pela comunidade acadêmica (que o preteriu na lista tríplice elaborada por votação), nem de longe apresentava méritos acadêmicos que justificassem a escolha, mas é tido e havido como integrante da organização ultradireitista Tradição, Família e Propriedade.

Eis mais alguns detalhes sobre Rodas, segundo Lungarzo:
Saldo da atuação de Rodas como diretor da Faculdade de
Direito da USP: foi por ela declarado persona non grata.
  • "Sendo Diretor da Faculdade de Direito pediu em 22 de agosto de 2007, o assalto da PM àquela faculdade, para expulsar violentamente estudantes e membros dos movimentos sociais";
  • "Devido a sua política de 'terra arrasada' com seus inimigos, aos quais perseguiu incansavelmente dentro da faculdade, foi declarado  persona non grata  pela Faculdade de Direito"; e
  • "[Como representante do Itamaraty na Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos] Grandino Rodas interveio no caso do filho da estilista Zuzu Angel, no qual votou contra a culpabilidade da ditadura no assassinato do rapaz. Além disso, indeferiu outros 45 pedidos com diversos pretextos (falta de provas, esgotamento do prazo, etc.)".
Então, é forte a possibilidade de que esteja mesmo em curso o balão de ensaio golpista a respeito do qual eu lancei o primeiro alerta, num espetáculo regido pelo Opus Dei de Alckmin e a TFP de Rodas.

Lungarzo foi muito feliz ao explicar por que a preparação de cenário golpista estaria se dando de forma mais sutil por parte das autoridades (mas não da grande imprensa, devo acrescentar, pois sua parcialidade está sendo simplesmente grotesca!):
"Em situações de enorme fascistização, um golpe de estado pode ser lançado sem nenhum problema, e ser aplaudido com grande fervor pelas ralés de classe média. Entretanto, quando o país possui, como atualmente o Brasil, uma democracia formal bastante estável, e a situação das classes populares mostra certo progresso em relação com governos anteriores, a necessidade de encontrar consenso para um golpe obriga a estratégias mais refinadas".

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

PM x USP, AUTORITARISMO E BARBÁRIE

Outros tempos, outro mundo é o título de uma coletânea de contos  sci-fi  de Robert Silverberg, lançada em 1970.

Menos valorizado que Asimov, Bradbury e K. Dick, ele é autor de uma indiscutível obra-prima, Mundos fechados (1973).

Mas, não é propriamente de Silverberg que eu quero falar, mas sim da sensação que tive ao ler a coluna desta 5ª feira (10) de Carlos Heitor Cony, O abuso das algemas, sobre Conrad Murray, o médico que querem jogar numa prisão porque Michael Jackson morreu:
"Ele foi condenado em primeira instância porque estava ausente do quarto onde o cantor, já devidamente dopado, tomou uma overdose do remédio que o matou. Que houve culpa do médico é evidente: sabendo da situação, ele deveria estar junto ao leito do artista ou ter retirado o remédio de seu alcance.

Daí a acusação de homicídio culposo. Tudo bem, a justiça foi feita, pelo menos em sua primeira etapa. O que não compreendi foi o ritual dos guardas logo após a leitura da sentença: algemaram o médico.

Em nenhum momento ele ameaçou fugir, agredir quem quer que fosse, não tinha antecedentes criminais e estava sendo julgado por homicídio não qualificado, com direito a apelação.

Compreende-se a condenação, mas não a violência das algemas. Se mais tarde for absolvido, ele terá sido vítima de um ritual judiciário-policial, completamente desnecessário no caso dele".
Cony é, como eu, de outro tempo e de outro mundo.

Do tempo em que ainda havia brasileiros cordiais e do mundo no qual ninguém considerava justificável virar uma universidade pelo avesso porque três jovens fumavam maconha sem prejudicarem a ninguém exceto, talvez, a eles mesmos.

Hoje, há um clamor popular por repressão e truculência, repulsivamente insuflado e maximizado pela indústria cultural. Não se quer justiça, quer-se linchamento (moral ou real) em público.

Cada telespectador, convenientemente adestrado pelos Big Brothers do pós-1984, sente-se aliviado ao desempenhar, ainda que imaginariamente, o papel de juiz e carrasco. A catarse lhe é provida pela indústria cultural, para que continue funcionando a contento numa sociedade desumanizada.

Então, bem-vindas as vozes que ainda alertam contra a escalada do autoritarismo!

Mesmo que o façam timidamente, pois não é só o uso de algemas que está errado no caso em questão, mas sim o caso inteiro: o médico não pretendeu cometer crime nenhum, foi apenas incompetente. Merece ser privado do direito de exercer a profissão, mas não da liberdade.

Tanto quanto a enfermeira que injetou leite na veia de um recém-nascido e lhe causou a morte. O que mais havia a fazer-se, além de a demitir? Por maior que seja nossa dor, não podemos clamar por vingança quando inexistiu intenção dolosa. 

É outra que jamais vai exercer de novo tal ofício e, espero, sofrerá com a lembrança de como provocou o próprio infortúnio e o de coitadezas obrigados a recorrerem à saúde dos pobres na rica São Paulo.

A devastação que sofremos é outra, mas caem como uma luva as palavras do dirigente esportivo chileno Carlos Dittborn quando, às vésperas do Mundial de 1962, a infra-estrutura com que seu país contava para sediar a Copa do Mundo de 1962 foi seriamente comprometida por forte terremoto: "Porque nada tenemos, lo haremos todo!"

Nosso mundo foi reduzido a nada, neste tempo em que a selvageria do capitalismo está sendo introjetada nos espíritos e devolvida na forma de hostilidade, preconceitos, grosserias, agressões -- várias facetas da barbárie que, paradoxalmente, recrudesce quando estamos no auge de nosso desenvolvimento científico e tecnológico.

O que nos obriga a reconstrui-lo por inteiro, tendo a igualdade, a harmonia e a felicidade dos homens como referenciais e valores supremos.

Cabral descobriu o Brasil e cabral quer entrega-lo aos USA que nos usam? Fora Multis NÓS, POVO, APOIAMOS O VETO de LULA

att TODOS deveremos e PRECISAMOS ser incansaveis e desmascarar esta corja subserviente aos USA que nos usam. Fora  cambada . Bora , NOS APOIAMOS O VETO. Juntos somos fortes, O PETROLEO É DO POVO do BRASIL, abaixo as multi nacionais.

Eu apoio o VETO DE LULA - O Petroleo é do POVO fora MULTI NACIONAIS - pense gente, pense: quem vai fazer campanha contra corrupção ou falar de PIG, de cabral ou do velho Oeste que apoia esta campanha da Globo aliada aos tucanos paulistas e a cabral e hartung? putzz teremos que perder até NOSSO petroleo para as multinacionais pq. os lacaios dos USA ganham para manipular e enganar a todos nós? Pensem. quando foi que globo, cabral , hartung e cia se uniram para um bem do povo? acorda Brasil..
                                                                                              Nanda Tardin



Alterar a distribuição dos royalties para estruturar o país

Por João Antônio de Moraes, coordenador geral da Federação Única dos Petroleiros - FUP

A disputa política em torno dos royalties de petróleo volta à cena, com manifestações organizadas por municípios e estados produtores, que não aceitam mudanças na distribuição desses recursos. Para a FUP e seus sindicatos, a luta estratégica que o petróleo impõe é a garantia da soberania nacional, com a suspensão definitiva dos leilões de concessão e a retomada do monopólio estatal, através da Petrobrás 100% pública.

Essa tem sido uma das principais bandeiras da FUP e dos movimentos sociais, através do Projeto de Lei 531/2009, em tramitação no Senado,  que assegura o total controle do Estado sobre o petróleo e gás, assim como a sua destinação social. Propomos que os royalties e demais excedentes gerados pelo petróleo passem a compor um Fundo Social Soberano, cujos recursos sejam utilizados para estruturar o país e resolver os principais problemas sociais que afetam milhões de brasileiros.

Sem perdas para os atuais estados e municípios produtores

Nossa proposta não implica em perdas de receitas para os estados e municípios produtores, pois mantém para essas regiões a distribuição de royalties, com base na média recebida nos últimos anos.  É uma forma justa de garantir o equilíbrio econômico e financeiro aos entes federativos que não têm condições de atender suas demandas e políticas públicas se perderem de uma hora para a outra parcela significativa dos royalties.

No entanto, é imprescindível que haja mudanças na aplicação dos recursos gerados pelo petróleo, para que beneficiem, prioritariamente, os municípios mais pobres e sejam de fato aplicados na estruturação do país. Vários estudos e pesquisas comprovam que os royalties, além de serem mal administrados e empregados, têm contribuído para aumentar a concentração de renda nas classes sociais mais privilegiadas dos municípios beneficiários.

Os atuais estados e municípios produtores de petróleo têm sido negligentes na administração desses recursos bilionários, que deveriam ser aplicados em benefício da população, através de investimentos em áreas estruturais como saúde, educação, habitação, saneamento básico, meio ambiente, entre outras.

O petróleo é um recurso finito, estratégico, que pertence ao povo brasileiro e deve ser utilizado essencialmente em benefício da nação.  A distribuição justa dos royalties é fundamental, mas é apenas parte de uma luta muito maior. Somente através do monopólio estatal do petróleo, garantiremos a efetiva soberania nacional  e  o controle social sobre os recursos gerados por essa importante riqueza.





ALESSANDRA MURTEIRA

Jornalista e Assessora de Comunicação da  FUP

www.fup.org.br

www.presal.org.br

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Militante, Aluno da USP, DESAPARECIDO

Militante, Aluno da USP, DESAPARECIDO

"Caros Companheiros.
Meu filho diretor da UNE estava na manifestação em frente a Reitoria e ninguém consegue localizá-lo. Por favor se alguém tiver alguma notícia me repassem e peço-lhes para tentar fazer uma REDE para isso!
Carlos Henrique, estudante de História, diretor da UNE e militante de O Trabalho e da Juventude Revolução!
" --
https://www.facebook.com/PROFHEITOR/posts/1912308345808
ALUNO MILITANTE DESAPARECIDO - DURANTE REINTEGRAÇÃO DE POSSE NA OCUPAÇÃO DA REITORIA
--VAMO TORCER PARA TUDO SER UM EQUÍVOCO!--
π (Pi)
---
Tua flor de fobia
fruto dessa dimensão
são pétalas envenenadas
sintetizando escuridão
Thank you for all
os tanques e o futebol
tuas medalhas de prata
revelar-se-ão, miragem
e a tal defendida pátria
naufraga na outra margem
Mas mió cardio
Que o edema
Que fizeram
em Iracema
Adeus, geriátrica farda,
Leve contigo um pouco
de veias arreganhadas:
de tristeza metálica,
de hematoma,pleura, neura,
Eu acuso o Cel. Mostarda!
(Gustavo Loureiro Conte, 2006)
s · Mural de Wilians

Seminário aponta limites e problemas do combate à corrupção no país

Versão para Impressão

Seminário aponta limites e problemas do combate à corrupção no país

Em seminário realizado em Porto Alegre, ministro Jorge Hage Sobrinho, da Controladoria Geral da União, apontou finaciamento privado das eleições como uma fonte da corrupção e criticou normas processuais brasileiras que permitem "possibilidades infinitas de embargos e agravos", o que impede prisão de pessoas com maior poder aquisitivo. Governador Tarso Genro e ex-procurador da República, Antonio Fernando Barros e Silva de Souza, criticaram "garantismo exacerbado" da Justiça.

O Brasil avançou no controle da corrupção do poder público, mas existem causas mais profundas que interferem nesse trabalho. Segundo avaliação do ministro Jorge Hage Sobrinho, da Controladoria Geral da União (CGU) no Seminário Internacional sobre Enfrentamento à Corrupção, o financiamento privado das eleições e partidos é uma fonte de corrupção política. Seria também fundamental e urgente a reforma das leis processuais, que praticamente impedem a prisão de pessoas com maior poder aquisitivo.

“Nosso país tem as piores normas processuais do mundo, com possibilidades infinitas de embargos e agravos que muitas vezes remete à impunidade”, disse o ministro. Enquanto a lei processual não for modificada, segundo Hage, o poder público tem como instrumentos para combater a corrupção apenas sanções de caráter administrativo e a “sanção social difusa” resultante da exposição pública dos envolvidos em escândalos.

Hage encerrou na terça-feira (dia 18) o seminário, organizado conjuntamente pelo governo, a Assembleia Legislativa e o Ministério Público do Rio Grande do Sul. O governador Tarso Genro (PT), no primeiro dia do encontro, na segunda-feira, criticou como “simplistas” as análises que atribuem aos governos de coalizão a corrupção do sistema político. “Existem governos de coalizão mais ou menos corruptos, como governos monopartidistas mais ou menos corruptos”, afirmou Genro.

Segundo ele, a iniciativa de um seminário conjunto com os poderes do Estado tenta sair do simplismo – do qual decorre “uma visão contra a política a e a democracia e dissolve a importância do poder político”. “No Brasil, de um lado, há a consciência cívica que se opõe à corrupção, o que é justo; e de outra parte existe a incitação manipulada contra a política”, completou o governador.

O professor catedrático de Direito Penal no Uruguai, Raul Cervini, também sugeriu cuidado para que “a luta contra a corrupção não seja manipulada e se transforme na luta contra a democracia”. O fundamental é a preservação do Estado de direito, disse Cervini, lembrando frase dita “há três séculos por um estadista inglês”: “O poder corrompe, mas o poder absolutista corrompe completamente”.

O risco de manipulação dos problemas de corrupção de uma democracia também foi abordado pelo professor de Direito do Trabalho e Trabalho Social da Universidade de Castilla-La Mancha (Espanha), Antonio Baylos. Para ele, o tratamento desse problema com uma “visão antipolítica, antidemocrática, causa uma desconfiança natural ante as figuras da política”.

Para o chefe da Casa Civil do Estado, Carlos Pastana, a intenção do seminário foi o de dar um passo à frente em relação à mera condenação da corrupção, e debater “ações propositivas para enfrentar o problema”. “Existe um senso comum de que todo político é corrupto, de que o Judiciário é lento e apenas a Polícia e o Ministério Público são efetivos nesse combate. Temos o desafio de constituir políticas que possam mudar esse conceito”.

O “garantismo exacerbado” da Justiça foi apontado por Genro e pelo ex-procurador da República, Antonio Fernando Barros e Silva de Souza, como um fator fundamental de impunidade ao agente público corrupto e ao corruptor. “O garantismo destoa de todos os parâmetros, inclusive da própria doutrina de garantias”, disse. Há uma excessiva possibilidade de recursos jurídicos, abrandamento da pena e prescrição de crimes, segundo ele.

O ex-diretor da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, expôs as dificuldades enfrentadas pela instituição, quando ela se volta a operações contra a corrupção. “Quando prendemos uma quadrilha de traficantes somos aplaudidos. Quando desbaratamos um esquema de corrupção, recebemos ataques de todos os lados”, observou.

O método do “trabalho em rede” foi o recomendado pela juíza Salise Sancholene, integrante do Conselho Nacional de Justiça na Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro”. “A única forma de enfrentar a criminalidade é através do trabalho em rede, com a ação conjunta de todas as instituições.”


Fotos: Claudio Fachel/Palácio Piratini
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=18922&editoria_id=4
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NOTA PÚBLICA DOS PRESOS POLÍTICOS DA USP Socialismo o Barbarie

NOTA PÚBLICA DOS PRESOS POLÍTICOS DA USP
Socialismo o Barbarie

Ação da tropa de choque da PM militarizou a universidade numa repressao sem precedentes

Fora polícia militar!
Liberdade aos presos politicos!

São Paulo, 08 de novembro de 2011

Nós, estudantes da USP, que lutamos contra a polícia na universidade e pela retirada dos processos administrativos contra estudantes e trabalhadores, viemos por meio desta nota pública, denunciar a ação da tropa de choque e da polícia militar na madrugada do dia 8/11.

Numa enorme demostração de intransigência em meio ao período de negociação e na calada da noite, a reitoria foi responsável pela ação da tropa de choque da PM que militarizou a universidade numa repressao sem precedentes. Num operativo com 400 homens, cavalaria, helicópteros, carros especializados e fechamento do Portão 1 instalou-se um clima de terror, que lembrou os tempos mais sombrios da ditadura militar em nosso pais.

Resistimos e nos obrigaram a entrar em salas escuras, agrediram estudantes, filmaram e fotografaram nossos rostos (homens sem farda nem identificação). Levaram todas as mulheres (24) para uma sala fechada, obrigando-as a sentarem no chão e ficarem rodeadas por policiais homens com cacetetes nas mãos. Levaram uma das estudantes para a sala ao lado, que gritou durante trinta minutos, levando-nos ao desespero ao ouvir gritos como o das torturas que ainda seguem impunes em nosso país. Tudo isso demonstra o verdadeiro caráter e o papel do convênio entre a USP e a polícia militar.

A ditadura vive na USP. Tropa de choque, polícia militar, perseguições a estudantes e trabalhadores, demissão de dirigentes sindicais, espionagem contra ativistas e estudantes, repressão através de consultas psiquiátricas aos moradores do CRUSP (moradia estudantil).

Nós, que estamos desde as 5h sob cárcere e controle dos policias, chamamos todos a se manifestarem contra a prisão de 73 estudantes e trabalhadores por lutarem com métodos legitimos por seus direitos.

Responsabilizamos o reitor Joao Grandino Rodas, e toda a sua burocracia acadêmica e o governador do estado de SP Geraldo Alckmin, junto ao seu secretário de seguranca pública, por toda a repressao dessa madrugada. Reafirmamos nossa luta contra a polícia, dentro e fora da universidade, que reprime a população pobre e trabalhadora todos os dias.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

NOV Resposta a uma impostura

Enviado por Paulo Avila

http://www.tijolaco.com/resposta-a-uma-impostura

Peço desculpas aos leitores por ter sido mais duro do que geralmente sou ao responder à provocativa entrevista do sr. Giovanni Queiroz, líder da bancada do PDT.
Mas não posso deixar de reagir, com indignação, a declarações de quem diz que ” o partido entrará com representação junto à Procuradoria-Geral da República (PGR) a fim de pedir investigação sobre as denúncias no Ministério do Trabalho” como forma de “apoiar” Lupi, coisa que ele próprio já pediu, oficialmente. E que a oposição, ontem, já tinha feito.
O deputado Miro Teixeira, segundo relatou o próprio Ministro Carlos Lupi, comunicou-lhe, domingo, que ia representar à PGR. Direito dele. Mas não é direito do líder da bancada, apenas em função da posição do deputado Miro Teixeira, dizer que o partido vai representar seguindo a onda da mídia.
E muito menos dizer que exceto por mim – que estaria interessado em derrubar Lupi para ser ministro, segundo ele – a bancada está coesa em torno de Lupi.
Não está, porque essa atitude de “pegar carona” e fazer média com a mídia e dizer que é da bancada a atitude de um ou dois deputados irem protocolar uma representação “pleonástica” – porque o próprio Lupi já o tinha feito.
A menos que, para o deputado Giovanni, a bancada seja o deputado MiroTeixeira.
Suas palavras são uma impostura, porque não correspondem à realidade.
A mídia está se fartando com a tal representação, sem dar nenhum daque para as declarações do próprio Procurador-Geral de que nada há contra Lupi, até este momento.
““Por enquanto, os elementos dizem respeito a irregularidades em programas do Ministério do Trabalho, mas não apontam, pelo menos neste primeiro momento, o envolvimento direto do ministro”, disse o procurador-geral”.
Eu não tenho nada com o Ministro Lupi, a não ser fortes divergências  sobre a forma de conduzir o partido, o que discuto nas instâncias partidárias. E eu espero que ele se sensibilize com o que tenho afirmado nas reuniões do partido e convoque eleições em todos os níveis do PDT. Trato deste assunto no partido, não na mídia.
Não entro em onda de intrigas e suspeições de caráter por oportunismo político, nem para arranjar espaço nos jornais. Os jornalistas que me têm procurado e ouvido muito pouco de mim sabem disso.
Na reunião de hoje da bancada e da executiva partidária, o deputado Giovanni ouviu isso de mim e respondeu que “era isso mesmo que ele pensava”.
Se seu pensamento é limitado, só posso lamentar. Mas isso não lhe dá o direito de ir para a imprensa atribuir à bancada a iniciativa de uma representação que é partida do deputado Miro Teixeira. E muito menos atribuir-me o propósito baixo de querer derrubar Lupi “por querer ser ministro”.
Líder de bancada pode ser uma condição que se adquire no voto dos parlamentares. Já o fui e sei que, quando se assume essa posição, assume-se também a responsabilidade de falar em nome de todos ou, pelo menos, depois de consultar e conversar lealmente com todos.
E não transformar a voz da bancada no que diz o seu mentor.
O deputado disse que não disse aquilo que o jornalista Tales Faria registrou e que vou transcrever:
“O deputado Miro Teixeira, inclusive, está produzindo um documento que o partido vai entregar ao Ministério Público pedindo abertura das investigações”.
O partido, quem? O partido nem a bancada são o Sr. Giovanni e seu líder. O partido só fala por suas instâncias legítimas, como na reunião de hoje, onde o sr. Queiroz disse que declarou ao jornalista  que apenas  “ia colocar a proposta para a bancada”.
Uma atitude de quem não tem explicações para o que fez, nem coragem para se retratar de um erro.

MENTIROSO ou Fascista? Sarkozy chama primeiro-ministro de Israel de "mentiroso"

nanda · Mural de Fernanda

ESCALADA AUTORITÁRIA NA USP É INÍCIO DE ARTICULAÇÃO GOLPISTA?

Previsivelmente, a ditadura mal extirpada em 1985 insinua-se pelas frestas da democracia.

A presença e a ação da Polícia Militar no campus da USP, como um túnel do tempo, nos remete diretamente aos  anos de chumbo, quando tais demonstrações de força, de uma truculência e de um ridículo atroz, eram amiúde utilizadas para intimidar estudantes, professores e cidadãos.

Pareceu estarmos assisitndo de novo a prisões em massa de universitários como as do congresso da UNE em Ibiúna e ataques a campi como o deflagrado por Erasmo Dias contra a PUC.

Foi o máximo de perda que poderia causar um episódio de absoluta insignificância. E, agora, a exigência de fiança para libertar quem jamais deveria ter sido preso é outra grotesca aberração -- para não dizer evidente provocação.

Este caminho só leva ao acirramento dos ânimos, até se chegar ao que ninguém deveria querer: universitários mortos ou feridos por aqueles a quem compete defender a coletividade de bandidos, não tumultuar ambientes acadêmicos, com a conivência de um reitor sem legitimidade e sob as ordens de um governador que segue as piores cartilhas direitistas.

NÃO vale a pena ver de novo
Só que não vivemos mais debaixo das botas. E homens livres não se resignam a ser tratados a pontapés

Haveremos de protestar, de lutar, de tudo fazermos para que o arbítrio não retorne, pelas mãos dos discípulos da Opus Dei e daquelas viúvas da ditadura que até ontem entoavam loas para a derrubada de um presidente legítimo.

E lanço um alerta à presidente Dilma Rousseff: o primeiro ano de governos petistas tem sido marcado por balões de ensaio golpistas que, sob Lula, não prosperaram -- caso do movimento Cansei!, evidentemente inspirado na Marcha da Família, com Deus, pela liberdade, que se avacalhou ao só levar à Praça da Sé meia dúzia de gatos pingados.

A versão 2011, contudo, causa maior preocupação, pois a articulação se dá num nível mais alto. Daí a necessidade de pronta e incisiva resposta, antes que o mal cresça.

Não passarão!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

“Otra vez triunfará Nicaragua”

“Otra vez triunfará Nicaragua” y triunfó el Frente Sandinista en una victoria abrumadora

Enviamos esta canción de campaña electoral que ha hecho bailar más que un(a) sandinista durante los meses de campaña electoral y ahora con la GRAN FIESTA de celebración de la victoria ayer domingo.

Es la canción “Otra vez triunfará Nicaragua”, en inglés “Stand by me”, por Ben E. King, Benjamin Earl Nelson, que también ha cantado Rolling Stones y John Lennon, entre varios artistas.

La victoria sandinista es principalmente de la juventud y de la mujer, los dos sectores más favorecidos por el gobierno sandinista que asumió el poder el 10 de enero de 2007.

El 19 de julio año en curso bailaron centenares de miles de jóvenes y mujeres en la Plaza Juan Pablo II al tono de esta canción, y ahora salen los perdedores diciendo que todo ha sido un fraude. Los 600.000 nicas ese martes allá en Managua el 19 de julio es la prueba que la Revolución va por un buen camino, digan lo que digan los neocolonialistas, los “Izquierda Light”, uno u otro “ultraizquierdista” y los que ahora derramaron la lecho gritando Fraude.

Disfruta la canción y si quiere ver los jóvenes bailando, pues haz click en el video de ese día histórico: http://vimeo.com/30782256

Una llama Roja y Negro cumple 50 años

SINDIJOR responsabiliza emissora por Morte de Cinegrafistas.

Sindicato dos Jornalistas do Rio responsabiliza TV Bandeirantes pela morte de cinegrafista

 

Enviado por

Sarita D Avila - via facebook - Comunidade Amigos da Nina ( Neusah Cerveira)

Cristiane Ribeiro
Da Agência Brasil
No Rio de Janeiro
Comentários 9
  • Foto do cinegrafista  Gelson Domingos da Silva, 46, morto neste domingo durante uma operação do Bope na Favela dos Antares, no Rio de Janeiro Foto do cinegrafista Gelson Domingos da Silva, 46, morto neste domingo durante uma operação do Bope na Favela dos Antares, no Rio de Janeiro
O Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro responsabilizou a TV Bandeirantes pela morte do repórter cinematográfico Gelson Domingos, de 46 anos, ocorrida hoje (06). Ele foi atingido no peito por um tiro de fuzil durante a cobertura de uma operação da Polícia Militar contra o tráfico de drogas na favela de Antares, em Santa Cruz, na zona oeste da cidade.
Gelson Domingos, que também trabalhava na TV Brasil, usava um colete à prova de balas, mas o projétil ultrapassou a proteção. Para a presidenta do sindicato, Suzana Blass, a morte do cinegrafista foi uma tragédia anunciada, porque os coletes fornecidos pelas empresas de comunicação não resistem a tiros de fuzil. Ela disse que o sindicato pode recorrer à Justiça para obrigar a Bandeirantes a amparar a família de Domingos.
“Isso [o colete] é uma maquiagem. Os coletes não oferecem segurança para o profissional porque não protegem contra os tiros de fuzil, a arma mais usada pelos bandidos e também pela polícia no Rio. E as emissoras só dão o colete porque a convenção coletiva de trabalho estabeleceu que o equipamento é obrigatório em coberturas de risco."
Suzana Blass disse que o sindicato propôs às empresas de comunicação a criação de uma comissão de segurança para acompanhar a cobertura jornalística em situações de risco, mas que a proposta não foi aceita. “Sabemos que as condições oferecidas são precárias, mas as empresas alegam que a comissão seria uma ingerência no trabalho delas e que iriam sugerir um outro formato, mas até agora nada ofereceram."
“Também  já pedimos que as empresas de comunicação façam um seguro diferenciado para as coberturas de risco, mas elas responderam que já protegem seus funcionários e classificaram a proposta do sindicato como uma interferência em seu trabalho”, acrescentou Blass.
Outro problema, segundo ela, é que muitas empresas contratam operadores de câmera externa para exercer a função de repórter cinematográfico, porque os salários são menores, o que acarreta em prejuízos no resultado do trabalho.
Para Suzana Blass, além da falta de condições de trabalho, o profissional de comunicação convive diariamente com uma questão cultural, pois está sempre em busca da melhor imagem. “Com isso, ele acaba aceitando o trabalho sem pensar no risco que vai correr, sem pensar na necessidade de se prevenir contra os acidentes e também para não ficar com fama de "marrento" caso se recuse a cumprir a pauta."
Pela TV Brasil, o cinegrafista Gelson Domingos e o repórter Paulo Garritano ganharam, no ano passado,  menção honrosa na 32ª edição do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, na categoria TV Documentário, com a série sobre pistolagem no Nordeste, exibida no programa Caminhos da Reportagem.

http://miltontemer38.blogspot.com/2011/11/por-que-morreu-o-cinegrafista-da-band.html?spref=ok e achei complementar este artigo do Milton Temer. att aos que choram com o sensacionalismo de uma Izabella enquanto tantas morrem diariamente.... este é o preço do 'oficio' ditado pelas emissoras sensacionalistas. Bora boicotar  a elas, assim estaremos preservando a vida dos que são obrigados a ser submissos. bj  E de novo quero parabenizar aos companheiros jornalistas que denunciam ASSEDIO MORAL na Rede gazeta e tribuna, apoiados

OS INSANOS

OS INSANOS

Laerte Braga



Benjamin Netanyahu, o primeiro-ministro do estado terrorista de Israel quer atacar o Irã e mobiliza apoios para essa insânia. Dentro e fora do seu país. Nos EUA, decisivo para as pretensões de Israel (mesmo hoje sob forte controle de grupos sionistas), falcões como são chamados os partidários das várias guerras inconsequentes que travam mundo afora tentam levar o governo Obama a apoiar essa desvairada loucura.


Um dos setores mais radicais do sionismo, o serviço secreto de Israel, o MOSSAD, se coloca contra a guerra, considera-a uma aventura. Militares norte-americanos já advertiram o governo que as consequências serão desastrosas em todos os sentidos em médio e longo prazo. Político, econômico e militar. Uma ação contra o Irã pode trazer como reação a unidade entre sunitas e xiitas e complicar a situação no Oriente Médio. Nazi/sionistas enfrentam dificuldades em Israel. As manifestações contra o governo de Netanyahu e suas políticas terroristas crescem, tomam vulto e podem vir a se transformar num problema político interno sério. Obama tem vinte milhões de indigentes nos EUA e não sabe como fazer para aplacar os protestos do movimento OCCUPY WALL STREET (mas a Polícia sabe, tem baixado o sarrafo). Não seria o caso de ajuda humanitária da OTAN para evitar violações sistemáticas dos direitos humanos? Obama também está às voltas com as colônias da Comunidade Europeia em estado falimentar e tem pela frente a disputa eleitoral de 2012. Quer mais quatro anos para fingir que é negro e tem práticas políticas diferentes das de seus antecessores, por exemplo, George W. Bush. Radicais de extrema-direita, tanto em Israel como nos EUA, não consideram a questão econômico/financeira como problema para uma guerra contra o Irã. É o contrário. Entendem que é preciso liquidar de vez com qualquer perspectiva adversa no Oriente Médio. A “Primavera Árabe” é encarada como risco para os interesses dos dois países – Israel e EUA – e o único dado que levam em conta é o poder bélico que dispõem. Na avaliação desses insanos, destruir o Irã, liquidar com a Revolução Islâmica, vai permitir que os ajustes econômicos se façam pelo terror e pelo medo, mesmo que a China, e eventualmente a Rússia, possam se inquietar com a voracidade do complexo ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A. E antes que o mal cresça, a reação dos povos árabes, é necessário cortá-lo pela raiz. É o modo de pensar dos malucos do IV Reich. Temem, entre outras coisas, que os generais egípcios, subordinados a Washington, percam o controle da situação no país e grupos islâmicos, em eleições livres, se transformem em governos. Se vão conseguir ou não é outra história. Via de regra têm alcançado seus objetivos desde o primeiro mandato de George W. Bush. As forças armadas norte-americanas, os serviços de inteligência e os interesses daquilo que o general Eisenhower chamava de “complexo industrial e militar” são maiores que a propalada “democracia”, tanto nos EUA como em Israel. E estão privatizados nos milagres do neoliberalismo. A isso se juntam interesses de banqueiros, apavorados com a possibilidade de alguma mudança de maior porte da ordem econômica mundial e essa vir a representar a perda de juros, extorsões, etc.. O fracasso militar no Afeganistão, ou as perdas no Iraque não pesam na balança de qualquer raciocínio dessa gente, pelo simples fato que não raciocinam. Eles grunhem, é bem diferente. Um holocausto nuclear, hipótese não descartada, já que o governo de Israel dispõe de pelo menos cem ogivas de fusão e ameaça usá-las, também não assusta os insanos de Washington e Tel Aviv. As cavernas sempre estarão prontas para acolhê-los. Os cidadãos de seus países, nem de longe. São adereços no processo político da barbárie. E o resto do mundo então? A maneira de agir dos insanos cresce em ferocidade na exata proporção das dificuldades econômicas e financeiras. Do ponto de vista militar o Irã é uma incógnita, embora se saiba que sua capacidade de defesa seja maior que a de outros países da região. A ideia de começar a guerra fomentando manifestações contra o governo iraniano e a Revolução Islâmica a partir de mercenários infiltrados, como fizeram na Líbia, pode se repetir. O maior risco segundo alguns observadores inclusive do próprio MOSSAD é o nacionalismo árabe. A inconsequência dessa gente, o jeito banana de ser de Barack Obama, pode ser visto em sua totalidade na decisão de cortar suas participações na UNESCO – órgão das Nações Unidas voltado para a cultura e a educação – pelo simples reconhecimento da Palestina como Estado independente e o direito de um assento no organismo. Retaliação imediata e brutal do complexo terrorista. A superioridade militar desse complexo é indiscutível. O preço a ser pago esse não. De qualquer forma a insânia é de tal ordem que não se importarão de praticar ações militares de terra arrasada. Fizeram isso na Líbia. Ou massacram com o consentimento de governos locais, como o da Arábia Saudita, do Iêmen, ou ainda na Europa, como o da Grécia, ou despejam robôs travestidos de humanos e toneladas de bombas. Os falsos pretextos são os de sempre: Armas químicas e biológicas que não existiam no Iraque.Violação dos direitos humanos na Líbia.Plano Colômbia para colonizar o país e instalar bases militares contra toda a América do Sul.Golpe militar (como em Honduras) para afastar riscos de governo hostil. Todo um arsenal de mentiras geralmente anunciadas pelo primeiro-ministro britânico, “sparring” preferido de Washington e Tel Aviv. Londres é a pérola, o diamante, do império ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A. Tem um ar assim de rainha Elizabeth II, cheira a formol e traz destruição em sua genética. Um dos generais norte-americanos que defendem o plano de Israel de destruir o Irã, posto diante de uma pergunta sobre a reação dos chineses, respondeu assim – “e daí, vão nos atacar?”. Todo o poderio econômico da China, ou de quem quer que seja, ou venha a ser, é impotente contra a insânia de generais, políticos, banqueiros e grandes corporações empresariais montados em arsenais nucleares capazes de destruir o planeta centenas de vezes. A lógica dos insanos é a destruição. Para figuras como Netanyahu pouco importa o que pensa boa parte dos cidadãos de Israel, ou do resto do mundo, desde que o poder terrorista possa ser mantido intacto. É ele que sustenta o poder econômico e permite as políticas históricas de saques, barbárie crueldade contra povos considerados inferiores. Por isso são insanos. Não há saída fora da luta nas ruas mesmo que o preço a ser pago seja alto. É uma questão de sobrevivência da espécie que se pretende classificada como humana e racional. E nem alternativas dentro do mundo chamado institucional em qualquer lugar. Está ruindo e a despeito de um bramir aqui e outro ali sujeita-se ao complexo terrorista. Chegamos ao ápice da evolução. Do processo civilizatório. A insânia com o comando do leme.





Enviado por Laerte Braga via Facebook (Union de los Pueblos de Nuestrra America)Publicado originalmente no Diário da Liberdade
http://redecastorphoto.blogspot.com/2011/11/os-insanos.html

Com Texto Livre: Paulo Bernardo, por que te callas? - Por uma Banda Larga Cidsada, lutemos.

Quando deveria falar...se cala!
contextolivre.blogspot.com
‎"acreditava que o jornalismo era um serviço público, destinado às pessoas “pequenas” e não servindo os interesses do grande poder; um defensor do lado das pessoas e um porta-voz da democracia”.
· · · · sexta às 20:20

    • Marcelo Saldanha Só tenho uma coisa falar disso....e estou supondo que seja isso...ele levou uma prensa da imprensa..no caso dos jatinhos...não me surpreenderia se o marco demorar pra sair em troca de uma tregua...o fato é que a Dilma Na Rede precisa convercer ele a sair na virada do ano pra que a coisa ande sem haver escandalos...pq manter este tipo de transação a base de trocas é instavel e perigoso..enfim uma hora a casa cai e as caras serão descobertas...
      sexta às 23:39 · · 1

    • Marcos Rebello No que o artigo refere o "custo politico" do governo é obrigação DA SOCIEDADE buscar dar APOIO ao governo. Porque o governo só pode negociar com os grandes interesses internacionais se houver respaldo ativo de grupos de interesse da sociedade. Isso para mostrar, ao vivo e a cores, nos momentos mais críticos das negociações que O CUSTO exigido por estes interesses IRÃO SER MITIGADOS pelo custo politico da base de apoio nas próximas eleições. Ou seja, o governo não pode se dar ao luxo de não sentir ENORMES PRESSÕES da sua base de sustentação politica para que negocie com mão forte!

      Nisso, é obrigação de grupos de interesse da sociedade que vasculhe incessantemente na busca de material que sirva de subsídio no levantamento de pontos de barganha para o governo. Se a Anatel é obscura, aonde está a obscuridade? Que sejam levantados todos os pontos a serem discutidos e que se faça exigencia. Se a Telebras não deve ser privatizada, que canais de financiamento o público poderia exigir para a estatal, e que programas de benefício público ela poderia executar para obter esse financiamento? Por que um serviço deve ser prestado pela iniciativa do governo em vez de privado? E assim por diante. O mesmo se dá com as falcatruas dos agentes do governo. Que seja tudo levantado.

      No artigo, na parte "Democratização", estão explicitadas as regras decididas na Argentina. Ora, as razões pelas quais aquelas regras foram definidas explica, a grosso modo, o raciocínio necessário por tras delas. No Brasil, por ser um país referência no continente e no mundo, a briga é bem mais intensa e exige por parte de grupos de interesse da sociedade que estes sejam muito mais ativos na busca dessas razões. Logo, as pressões no governo devem ser bem maiores e aumentar para que ele se sinta mais confortável nas mesas de negociação com os grandes interesses. Quanto mais pressão no governo, melhor para ele.
      sábado às 17:53 · · 3

    • Marcelo Saldanha Entendi Marcos....só teremos os pleitos se convencermos a maioria do congresso ou se efetivamente os temas não implicarem articulação e o proprio executivo poder decidir....uma coisa é certa a banda larga mexe com os interesses do congresso tb...principalmente no tocante na angariação de votos....principalmente no norte e nordeste...estamos reunindo as provas, mas pelo que entendi só isso não basta...vai ter que ter um ponto de pressão forte e aliados pq caso contrário será igual oque esta ocorrendo com o pleito da banda larga em regime publico...a coisa não anda pq não conseguimos ainda mobilizar as pessoas em massa e muito menos os politicos....Rui Rodrigues agora que a democracia participativa faz falta :-)....
      sábado às 21:48 · · 3
    • Marcos Rebello É isso aí, Marcelo. Precisa-se urgentemente de agentes livres que se disponham a organizar e a conduzir movimentos. Existem várias causas que já estão sendo debatidas mas não existe uma frente coesa de ativistas focando em fazer pressão no Congresso e nos Ministérios para que os PLs sejam aprovados a contento da sociedade. O que ocorre é que com a internet e a mentalidade atual as questões de peso ficam apenas no conhecimento e não se parte para a ação. Existe a curiosidade, existe a busca pela informação, existe o debate, existe a cobrança mas não existe a mobilização para FECHAR a questão.

      Precisa-se mais organização na última milha do processo. ...
       
      ...Marcelo, vamos fazer assim ... primeiro uma lista das causas imediatas pelas quais precisa-se de mobilização, depois uma agenda do que precisa ser feito, em seguida um levantamento dos pontos principais de cada caso - uma espécie de cartilha para os Blogs e para os e-mails, logo depois a consequencia: organização de grupos de ação na Internet e nas ruas. Temos que focar e agir, senão fica só no conhecimento. Tem muita gente que quer e pode participar, mas precisam de um roteiro da causa e do que deve ser feito.

    • Marcos Rebello P De outra maneira a democracia seria apenas um rebanho de chorões. Pobre do governo que tem a responsabilidade sobre esses. Mesmo assim seriam mera massa de manobra porque criam as condições para isso. Então só choram, porque não fazem nada alem disso! Democracia então é uma tensão sadia e harmoniosa entre partes conscientes das suas necessidades e deveres.

      O Brasil está reencontrando a sua vocação, e a sociedade começando a perceber que é preciso agir em prol dos seus interesses. O delegar poderes e ficar alheia ao processo é um convite à tirania e à corrosão do bem comum, porque minorias sempre se apoderam da máquina estatal para fazer valer as suas vontades - isso quando não são a camarilha de estafadores e ineptos. Oligarquia então é isso, e o fascismo é uma oligarquia de interesses corporativos que dominam o estado pela máquina dos governos sucessórios. Se olharmos o processo pelo qual estão passando todos os países latinoamericanos podemos observar o desmanche dessa máquina que formou-se desde os tempos de colônia e consagrou-se com o advento da guerra fria quando interesses suprematistas fizeram subir ditaduras militares ao poder. Infelizmente estes não enxergaram o mal que viria, mesmo porque foi uma classe que formou-se sem um conhecimento adequado dos interesses investidos na geopolitica mundial e serviram de fantoches para interesses suprematistas que tinham e tem ainda hoje no complexo industrial militar o seu esteio. Mas falam de boca cheia em democracia. Democracia então cuidaram para que fosse algo facil de ser obtido mas que serve para ludibriar os menos avisados que ficam mesmerizados pelo rótulo colorido e comem da porcaria que lhes servem. Aí está o liberalismo do laissez-faire com toda a permissividade que o indivíduo é capaz de absorver para, ao usufruir dessa liberdade desmedida, dizer de si mesmo: afinal, quem sou eu esse pobre infeliz voraz consumista que não consegue preencher o buraco interior? E a Igreja então não sabe como fazer. Há muito o que fazer pelo ser humano, mas ela ainda não se deu conta. Ou melhor, prefere ser a advogada do diabo ao propor um Banco Central Mundial quando sabe-se perfeitamente quem estão a postos para ficarem à frente desta instituição. Fazer o que então pela humanidade, e de que adianta se o individuo não tem mais parametros e não sabe mais o caminho de si mesmo? Esse é o substrato daquilo que havia-se comentado anteriormente sobre uma sociedade que só sabe reclamar. Ela reclama e esperneia porque na verdade não sabe o que quer para ser feliz. E não há cangalha que sirva! Então ela protesta indiscriminadamente para fazer valer uma falsa democracia enquanto consome para aumentar o PIB, e isso é progresso.

      Progresso só existe quando há ordem. E ordem só existe quando há parametros de conduta, e conduta é pautada por preceitos morais, coisa que anda em escassês nos dias de hoje. Nisso lembrei daquele vídeo da Cidinha Campos na Assembléia do RJ. Um monumento à dignidade humana. De repente o sujeito passa a ter uma noção do que é ser gente novamente. Mas muitos não sabem o que é isso, e muitos deles estão no governos e ditam os termos da democracia.
      .
      Marcelo Saldanha Pessoal....digo e chamo Wagner Marins Fernanda Tardin Carmen Costa de Figueiredo Vilmar Oliveira Carpter Rui Rodrigues Marcos Rebello acredito que será pela rede que conseguiremos abraçar a todos, mas sou obrigado a concordar que isso irá demorar mais um pouco, pois, estas questões de mobilização em rede será mais para a geração que ainda está chegando no ponto de bala....para a nossa geração ainda, meio analogica e meio digital...precisaremos unir as duas fases...estou me formando ainda nas questões revolucionárias, na verdade como diria um amigo professor de ciências politicas, ainda estou verde :-)... como minha cruzada está chegando a um ponto de equilibrio (4 anos pra permitir que provedores comunitários existam) e agora acredito que falta pouco (30 dias) acho que poderemos passar pra proxima fase (Nanda mesmo se esta cruzada até o fim do ano não saisse, iriamos fazer um movimento de desobediência civil, com base no texto da lei e não mais na interpretação da Anatel sobre os provedores comunitarios)...a mobilização nas ruas ou pelo menos iniciando o processo com seminários abertos ou falas em locais publicos....porém, apesar de meus pequenos esforços em mobilizar fisicamente as pessoas....me vejo sozinho em minha cidade...ainda não concegui achar parceiros que abracem esta causa...e até comrpeendo o porque...pois, debater comunicação e especificamente banda larga é relativamente complexo....de certo já temos em mente em fazer alguma coisa sobre telecomunicações e direito junto a faculdade de direito de campos, chamando primeiramente os alunos para o debate...onde iremos antes fazer uma palestra, captar inscrições para o seminário e dai começarmos o debate mais profundo e alinhado....enfim....me coloca a disposição para iniciarmos este processo onde quer que seja....e fico como coadjuvante para fazer este espaço de debate tb onde quer que seja....estou com filho recente, mas acho que um dia de viagem não fará muita falta..de repente até levo a galera :-) já ir politizando a cambadinha....dia 5 a 7 em Vitoria teremos a 10 oficina de inclusão digital...os espaços estão em aberto para se propor conteudos....qoeu vcs ahcam de promovermos uma mesa aberta dentro do evento pra debater sobre o tema ? no ano passado eu reuni umas 15 pessoas no saguão mesmo e levantei a contrução de um projeto de lei pra band alarga em ambito municipal...com fundo e tudo...rolou uns meses mais depois, chegamos no nosso limite....enfim fico no aguarde de uma ajuda de vcs...abs e sinto-me privilegiado em conhecer tantas pessoas legais...bacanas e super interessantes...sou feliz por ter tantos amigos afins..obrigado a todos
      Ontem às 08:58 · · 3

    • Marcelo Saldanha Link do evento... http://oficina.inclusaodigital.gov.br/ vejam em o evento - programação...tem muito espaço livre...e acredito que até lá já teremos uma resposta dos provedores comunitários...dai poderemos falar sobre o tema de forma a disseminar o novissimo conceito e botar pra quebrar..já tenho pautas na cabeça...como cidades digitais : sustentabilidade via provedores comunitários...Provedores comunitários : Enfim uma internet 100% social...cara tem tema a balde
      oficina.inclusaodigital.gov.br
      Ontem às 09:01 · · 2
    • Vilmar Oliveira Carpter Agradeço a atenção de vocês(Marcos Rebelo e Marcelo Saldanha) e lhes informo que as dois últimos comentários de ambos, não foi possível comentar pois só constava curtir ou então remover visualização. Mas mesmo assim aproveito aqui para dizer ao Marcos que se tivéssemos mais Cidinhas na política as coisas seriam muito diferentes. Marcelo, mas se plantarmos algo para as novas gerações, teremos feito muito. Afinal o mundo lhes pertence.
      há 19 horas · · 2
    • Marcelo Saldanha Vilmar disso eu não tenho duvidas...esta galerinha de agora vai detonar e atropelar qualquer governo ou empresa que se interponha num modelo colaborativo....o grande detalhe que nos cabe e fazer a judar a farem a transição através do amor...para isso governos e empresas precisam entender que precisam desistir deste modelo de controle absoluto.....e não sou eu quem estou dizendo...pegue qualquer um que estude os novos movimentos e até mesmo literaturas que já fazem decada e verá este apontamento...alvim toffler é um deles....mas sigamos e caso tenham interesse em fazermos algo em vitória....nos dias 5 a 7 me avisem pra organizarmos...abs
      há 19 horas · · 1
    • Vilmar Oliveira Carpter Vou pensar e ver se poderei me ausentar e se possível terei o máximo prazer em ir até Vitória. As vezes o que me impede é esta distância, mas...
      há 18 horas · · 1
    • Marcelo Saldanha Anima de ir que este evento é um showww...muita coisa legal...veja a programação...
      há 17 horas · · 1
    • Vilmar Oliveira Carpter Vou tentar!...
      há 14 horas ·
    • Fernanda Tardin Marcelo, vou tentar, mas confesso não conseguir focar a tantas frentes, mesmo que em tantas nunca deixo de ajuntar a luta pela Banda Larga. Concordo com Marcos Rebello, precisamos de militantes focando e pressionando, e vai uma dica : ficar uma semana sem acompanhar este grupo faz com que precise ler e reler tudo, pois a cada hora muda o discurso da Luta. estava em vitória semana passada e juntei lideranças comunitarias para prepara-los para mEs que vem ter como fazer o primeiro tentativa lá.. mas .... valor, prazo, cota, ponto, velocidade ;.....tá muito variado, nunca consigo saber que o pé desta semana é o mesmo da semana passada. Como estao as coisas hoje e como poderemos resolver questões assim. Me proponho a ser divulgadora na base, mas fica dificil manter credibilidade se a cada hora eu falar com divergencias fundamentais. Pronto, 'desabafei', rsrs podemos achar a formula desta equação? bjao querido irmão
      há ± um minuto ·
    • Fernanda Tardin opa, agora que li que em 30 dias se não sair faremos desobediencia civil.uauaua bora lá, adorei.
      alguns segundos atrás ·