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sábado, 24 de setembro de 2011

O 'mocinho' combatendo os 'terroristas' na Líbia. Tem condições?

Em site de relacionamento e TRINCHEIRA DE LUTAS hermanos se ajuntam e denunciam:


Guillermo Eduardo Quintanilla Guevara pública:

no mural de Leo Kielberg Chekielberg Nieilsen. — com Javier Huerta e outras 13 pessoas.
Resistenza anti-imperialista della Libia nega il controllo dei mercenari ribelli della NATO-EE.UU. e Al Qaeda Gheddafi conserva il controllo completo sui movimenti del suo esercito, tra cui il lancio di missili terra a terra. International | Popolare Gallery | 09/03/2011 | Il popolo libico celebra, in antimperialiste iniqua ed eroica lotta, il 42 ° anniversario della sua rivoluzione del 1° settembre 1969, che è un giorno di vittoria per il glorioso popolo libico! In questo contesto ha riferito le azioni di combattimento e di resistenza che si sviluppa contro i ratti mercenari della NATO, Stati Uniti e Al-Qaeda. È il momento della resistenza nazionale anti-imperialista in Libia, ha detto la notizia raggiungendo redazioni dei media alternativi da tutto il mondo, rompendo i media imperialista di accerchiamento. Parte della guerra: Combattimenti nel liquidi ratti esercito Misratah è cercando di controllare la strada che conduce alla Tunisia Gli anziani della tribù dei Bani Walid hanno rifiutato di sottomettersi a ratti e sono disposti a confronto e difesa della loro patria. Nonostante le centinaia di decessi provocati dall'attentato terroristico dinamitardo a Sirte, la città resistita eroicamente attraverso la guerriglia di lotta. Ha detto che l'Islam, figlio di Gheddafi segnala telefonicamente dalla periferia di Tripoli al mondo, che continua la resistenza e che l'intero Fezzan non si arrende e continuò a lottare. Si dice che ora ogni libico Gheddafi e Saif Islam e quando viene rilevato ogni cittadino con le lotte di ratti. Ha detto che nelle Sirte 20.000 combattenti preparano per il combattimento. Riferimento Telesur corrispondenti 4 note ratti ucciso nell'esplosione del suo veicolo a Tripoli a confutare il controllo totale della città dalla gentaglia NATO fanatica. A Tripoli, l'esercito libico distrugge un elicottero. Alcune zone della città rimangono nelle mani delle truppe fedeli, mentre altri sono nelle mani dei ratti della NATO Mercenario eliminato con i patrioti a Tripoli Forze militari Khamis Gaddafi ucciso diversi ufficiali, Qatar ed Emirati e mercenari in un attentato nella città di Zawiya. Il capo fatto prigioniero del Qatar. 2 Hace días che Gaddafi richiede radio Sirte persone che terrà. Le prove dell'efficacia della lotta di resistenza sono urgente richiesta fatta da burattino Jalil NATO per aumentare i loro attacchi. Il giorno 30 forze di resistenza anti-imperialista sono riprendere il controllo della strada di Tripoli in Tunisia. Web Algeria ISP sostiene che i soldati libiche sono ben organizzati e vestono dei ratti a retrocedere li e combatterle. Il simpatizzante di ex tenente colonnello sovietico Ilya Korenov di Gheddafi informa Argumenti.ru da Sirte che la città è completamente circondata da una prima linea di ratti e una seconda Francia, forze speciali della Gran Bretagna e sepoy dal Qatar ed Emirati Arabi Uniti. Continuo bombardamento per giorni, causando numerosi decessi. I piccoli gruppi di ratti cercando di penetrare di notte sono liquidati. Portavoce della NATO di colonnello canadese Lavoie dichiara che Gheddafi conserva il controllo completo sui movimenti del suo esercito compreso cotture missili superficie-superficie AFP. Ciò conferma che l'opinione dell'analista Webster Tarpley quella struttura di comando Gheddafi è intatto.


  • Você, Fernando Yépez Rivas e outras 8 pessoas curtiram isso.

    • Leo Kielberg Chekielberg Nieilsen thanks friends
      03 de setembro às 16:55 · · 2 pessoas

    • Jorge Ese fuera el imperialismo
      03 de setembro às 19:51 · · 3 pessoas

    • Metaleros Sandinista jajajaja esta es la maldita OTAN democracia que deseaban los putos democratas , me gustaria que3 le hicieran eso a la familia de la rata , haber que piensa?
      03 de setembro às 23:36 · · 2 pessoas

    • Kerick Castellón se creen justos y son unos cobardes
      03 de setembro às 23:56 · · 4 pessoas

    • Jacqueline Manabi Pa-fa Venegaspaz Esta es la verdad que nos ocultan tras un discurso de país pacificador, se inmiscuyen en los asuntos internos de los países en los que el interés por su petroleo es lo que los mueve, hasta cuanto la prensa corrupta solo nos presenta un cara de la verdad...
      06 de setembro às 13:14 · · 2 pessoas

    • Uriel Blandon ESTA ES LA MALDITA AYUDA QUE DA LA OTAN AL HERMANO PAIS DE LIBIA.......
      06 de setembro às 13:18 · · 2 pessoas

    • Fernanda Tardin Com Permission, estou divulgando a boçalidade imperialista contra la humanidade em Blogs que faço parte. Hasta siempre, Salud, Juntos somos fortes.
      alguns segundos atrás ·



sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Vale a pena o BIS:

presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, voltou a criticar os Estados Unidos e as potências ocidentais em seu discurso na Assembleia da ONU nesta quinta-feira, afirmando que são responsáveis pela crise econômica mundial e usam seu poderio econômico e militar para invadir e destruir outros países. As delegações dos Estados Unidos e da União Europeia abandonaram o plenário durante o discurso do presidente.

Veja diplomatas deixando Assembleia da ONU durante discurso de Ahmadinejad

“Quem usou os misteriosos ataques de 11 de setembro como pretexto para atacar o Afeganistão e o Iraque, matando, destruindo e deslocando milhões de civis?", questionou.
Ele mencionou também a questão palestina, ao lembrar que foram impostos ao povo palestino “60 anos de guerra, terror e homicídios em massa”. "Como podem os países ocidentais usarem o Holocausto como desculpa para manter políticas opressivas?", alfinetou.
 “Quem apoiou ditaduras militares em países asiáticos, africanos e latino-americanos, fez laços com elas, e usou bombas atômicas contra civis? É aceitável que estes se autodenominem defensores da liberdade, da democracia e dos direitos humanos, enquanto atacam e ocupam outros países?”, continuou.
Ahmadinejad também frisou que as potências ocidentais “dominam a economia global” e por isso provocaram a crise atual. "A maioria dos países não tem responsabilidade na crise, mas são vítimas”, acrescentou, enquanto várias delegações -- entre elas, a dos Estados Unidos e da França -- deixavam o plenário da Assembleia em protesto ao discurso do iraniano.
O presidente também defendeu uma "nova ordem mundial", pois o Conselho de Segurança da ONU é "dominado" pelos EUA, continuou. “A ONU foi criada para que todas as nações participem das tomadas de decisões, e isso não tem acontecido. A composição do Conselho de Segurança é desigual.”
Ao mesmo tempo em que criticou os gastos “bilionários" dos EUA com defesa, Ahmadinejad ressaltou a situação da pobreza no mundo. “Aproximadamente 3 bilhões de pessoas vivem com menos de dois dólares por dia. Cerca de 40% dos mais pobres dividem 5% da riqueza mundial, enquanto 20% dos mais ricos dividem 75% da riqueza mundial.”
Para o líder, a solução para o atual contexto só poderá ser viável com uma mudança na arquitetura mundial.
 
Enviado por Laerte Braga

Especial Palestina - Carta Maior




 




O que é mais arriscado, a paz ou a guerra? O que é mais perigoso para palestinos e israelenses: o ódio mútuo alimentado pela morte e a violência ou a aposta humanista numa reconstrução generosa dos laços e valores compartilhados que sustentam convivência fraterna entre as nações? A quem interessa um povo palestino humilhado, expropriado em seus direitos, fragmentado em lotes territoriais, cindido em facções, que o enfraquecem enquanto nação mas ao mesmo tempo convidam ao desespero da ação unilateral pelas armas? A quem interessa uma Israel prisioneira de uma agenda bélica, asfixiada pelo orçamento da guerra, intoxicada por uma cultura de perseguição que apequena sua subjetividade e afeta a qualidade de vida e o futuro de seus jovens, além de legitimar governantes toscos que, definitivamente, não representam o povo judeu naquela que é a sua maior riqueza: a densidade e a alegria humanista que sempre o distinguiu em todos os campos da civilização? Depois de décadas de impasses, em que a sua sorte foi jogada nos campos de batalha e em mesas de negociação nas quais a sua existência enquanto povo foi tratada como objeto e não como sujeito histórico, a nação palestina resolveu olhar para frente porque é lá que se encontra a paz. E a paz é a única fronteira que unifica a pátria palestina e a pátria israelense.


Ao levar à ONU diretamente, sem intermediários, como cabe a um povo dotado de legitimidade e autodeterminação, seu pleito pelo reconhecimento do Estado soberano, o que os palestinos estão dizendo é que o futuro do Oriente Médio não está na diáspora, nem no confinamento, tampouco na negação mútua de sonhos e direitos. Estão dizendo que a convivência realmente fraterna entre árabes e judeus, e entre os próprios judeus e os próprios palestinos passa por acordos e concessões mútuas. Mas, acima de tudo, passa pela mais importante das transformações que a história agendou para agora: assumirem juntos a construção de seu próprio destino, afastando a influencia nefasta de interesses econômicos expansionistas e imperiais, bem como de seus aliados internos e regionais que representam, no fundo, o grande obstáculo ao florescimento de uma verdadeira primavera da liberdade e da justiça social no Oriente Médio. Neyse histórico 23 de setembro de 2011, Carta Maior saúda a festa de libertária de todos os povos condensada na festa contagiante da nação palestina, cuja soberania, definitivamente, conquisou seu lugar nos corações e mentes dos democratas de todo o mundo. E isso nenhum veto imperial pode reverter.



Com orgulho e alegria, palestinos celebram dia da dignidade
O orgulho e a emoção brotavam dos milhares de palestinos reunidos em Ramallah. “Este é o dia mais feliz da minha vida”, dizia um membro da Autoridade Palestina. Há muitos anos que não se via palestinos tão felizes e cheios de orgulho, fazendo corpo com seu presidente. Não temos ilusões. “Sabemos que isso é só um começo, um passo curto em uma história muito longa, mas não é um passo vazio, não é um passo violento, é um passo que nos legitima, que nos faz visíveis aos olhos do mundo".
> LEIA MAIS | Internacional | 23/09/2011

As razões para Israel reconhecer o Estado Palestino na ONU
Fórum de ONG’s israelo-palestinas pela paz, grupo que compreende 100 organizações dos dois lados do muro, lançou um manifesto no qual expõe as “50 razões para Israel reconhecer o Estado Palestino na ONU”. O texto, respaldado pelo influente colunista do jornal Haaretz, Gideon Levy (foto), busca explicar à sociedade por que não há nem perigo nem catástrofe nesse reconhecimento. A reportagem é de Eduardo Febbro.
> LEIA MAIS | Internacional | 23/09/2011

"A Autoridade Palestina colocou Israel em apuros"
Em entrevista à Carta Maior, o historiador israelense Meir Margalit analisa a iniciativa palestina em busca do reconhecimento de seu Estado na ONU e as consequências sobre a política israelense. Pacifista e militante do Meretz, pequeno partido da esquerda israelense, Margalit destaca que o presidente da Autoridade Palestina pôs Israel em apuros e fala sobre as contradições da sociedade israelense e a crise da esquerda em seu país.
> LEIA MAIS | Internacional | 22/09/2011

Apoio ao Estado mobiliza mais de um milhão na Palestina
Manifestações ultrapassaram em 100% nossas expectativas, declarou Abdallah Abu Rahmah, coordenador nacional das mobilizações populares. “Tivemos a adesão de mais da metade da população da Cisjordânia. Não houve nenhum incidente. Já em Gaza, o Hamas não permitiu nenhum tipo de ação. Eles participaram do começo da campanha, mas desistiram nas últimas semanas.” Em Tel Aviv, apoiadores da causa palestina, entre eles o escritor Amos Oz, fizeram vigília cívica pela paz. A reportagem é de Baby Siqueira Abrão, direto de Ramallah.
> LEIA MAIS | Internacional | 22/09/2011

Palestina: "Se nada mudar em setembro, haverá uma grande decepção"
Kali Tafakji, ex-membro da delegação palestina que negociou os acordos de paz, argumenta que se não se apurar o passo “daqui a pouco não haverá mais nada o que negociar”. Fora quatro regiões que equivalem a apenas 40% da Cisjordânia, Israel controla todo o resto. Esse é o grande problema de toda negociação: desde os acordos de Oslo, o número de colonos israelenses se multiplicou por dois, chegando hoje à casa do meio milhão na Cisjordânia. O artigo é de Eduardo Febbro.
> LEIA MAIS | Internacional | 21/09/2011

"O contrato entre o Estado e os cidadãos foi rompido", diz líder dos indignados israelenses
“O contrato entre o Estado e os cidadãos foi rompido. O Estado fala de segurança. Mas o que ocorre quando o mesmo Estado não faz nada pela saúde e pela moradia? – pergunta Stav Shaffir, a jovem ruiva de 26 anos, líder dos indignados israelenses que saíram às ruas para protestar contra o atual modelo político-econômico do país. "A sociedade despertou em Israel", diz Shaffir. A reportagem é de Eduardo Febbro, direto de Tel Aviv.
> LEIA MAIS | Internacional | 21/09/2011

Seis olhares sobre o reconhecimento da Palestina na ONU
A rede Al Jazeera ouviu seis pessoas, conhecedores da realidade política do Oriente Médio, para falar sobre o pedido de reconhecimento do Estado palestino na ONU. A conversa levanta algumas interrogações:O reconhecimento porá um fim na ocupação israelense? Ele alterará o papel diplomático dos EUA na região? Trará os palestinos e israelenses de volta à mesa de negociações? Ou inspirará uma mobilização social palestina?
> LEIA MAIS | Internacional | 20/09/2011
 
 

Apesar Delles , É Primavera!



o bom é saber que ELLES podem matar rosas, mas NAO DETERAO A PRIMAVERA. Saludo-os, Chegou a primavera. Bjao http://www.youtube.com/watch?v=WN311lTkgf8 "sempre fica um perfume nas mãos de quem oferece flores". Vai um cravo aí?
www.youtube.com
Bela canção do Chico com imagens do Movimento. A festa murchou mas a Semente... Da-lhe Uba58

Netanyahu e seu discurso Humanista, emocionante. Pelo Estado da Palestina, Pela Liberdade dos POVOS, LUTEMOS

http://tvuol.uol.com.br/permalink/?view/id=presidente-da-palestina-e-ovacionado-na-onu-assista-04020C183264C0892326/mediaId=12102200/date=2011-09-23&&list/type=tags/tags=18794/edFilter=editorial/from=compartilhe-facebook/




magico, emocionante, humano. Lição de vida e luta. Que todos assistam. Bjao

tvuol.uol.com.br
Nesta sexta-feira (23), o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, discursou na Assembleia Geral da ONU, tendo sido aplaudido de pé durante sua fala. Ele acusou Israel de dificultar as negociações de paz e exibiu cópia do pedido entregue à ONU requisitando que a Palestina se torne...

 Com Comentário

 
O discurso de Netanyahu na ONU foi mais ou menos a fala do Lobo na fábula, sobre a ovelha turvar sua água. Netanyahu é o principal executivo do maior acionista da corporação EUA/SA, as grandes corporações e bancos nazi/sionistas. Quer assentar à mesa de negociações com armas nucleares contra estilingues e garantir o saque terras e riquezas (água sobretudo), além do genocídio contra palestinos. E um primor de terrorista. Cínico, logo mentiroso, perverso, sem entranhas. Levaram até a ajuda humanitária confiscada a uma flotilha de paz e transformaram em lançamentos contábeis na coluna do lucro. E sem ficar vermelho nem nada, cita a Bíblia.

Como seria um "apartheid nordestino"?

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Título original: “E se Golias Viesse?” (revisado)

Fernando Soares Campos

Li no site do Observatório da Imprensa nota intitulada "Hamas usa sósia de Mickey em campanha contra Israel ". Militantes do Hamas estariam usando uma réplica do ratinho símbolo da Walt Disney Company "para divulgar mensagens da dominação islâmica (sic) e da resistência armada para o público infantil em um programa da emissora de TV al-Aqsa chamado Pioneiros do Amanhã ". A imitação do Mickey se chama Farfour.

Este foi o trecho da matéria que mais chamou a minha atenção:

"O programa conta também com a participação de crianças, cantando hinos sobre a luta contra Israel – que há muito tempo vem reclamando que os canais palestinos incitam ódio ao povo israelense. David Baker, porta-voz do primeiro-ministro israelense Ehud Olmert, afirmou que `não há nada cômico sobre ensinar novas gerações de palestinos a odiar israelenses´. Mark Regev, porta-voz do ministério do Exterior, acusou os palestinos de não assumir o compromisso de parar de incitar ódio contra Israel. `As crianças aprendem que matar judeus é algo bom´, diz."

A contrapartida

Em 2006 foram amplamente divulgadas na internet fotos de crianças israelenses escrevendo mensagens nos mísseis que seriam lançados contra as posições palestinas no Líbano. Crianças e adolescentes, usando batom e lápis de desenho, aparentemente descontraídas, escreviam mensagens nos petardos e conversavam com os soldados. Ao lado, seus pais acompanhavam a visita ao front, provavelmente orgulhosos de verem seus filhos se instruindo na arte da matar, indiferentes à dor que possam causar.
Baseado naquelas fotos, acredito que qualquer porta-voz do Hamas poderia dizer que ali "as crianças aprendem que matar palestinos é algo bom". Pelo visto, crianças de ambos os lados são vítimas dos senhores do ódio e da intolerância, da ganância e da prepotência.

A globalização do medo

Hoje, o conflito no Oriente Médio é tratado pela grande imprensa brasileira apenas através das notícias frias, relatando as atrocidades, porém geralmente transformando vítimas em culpados. Nota-se que os intelectuais e mesmo artistas, escritores e figuras notórias em geral evitam abordar o assunto em artigos de opinião.

Em 2003, para editar um documentário que estava produzindo para exibição no 3º Fórum Social Mundial, o cineasta-publicitário Kais Ismail solicitou apoio de uma universidade da Grande Porto Alegre, a qual lhe cedeu as instalações e equipamentos de uma ilha de edição. O documentário se intitularia "Palestina em lágrimas". Ao término do trabalho, Kais pediu autorização da universidade para inserir no vídeo um agradecimento à direção da instituição; esta, no entanto, respondeu que colaboraria, mas negou-se a aparecer como colaboradora.

Em 2004, Mohamad, brasileiro-palestino, 22 anos, primo-irmão do Kais Ismail, foi assassinado na Palestina com 30 tiros de M-16 (metralhadora americana), disparadas por sionistas estrangeiros que obedecem às ordens dos comandantes israelenses. Mohamad foi agredido de tal forma que o seu braço esquerdo foi decepado a tiros. Kais foi entrevistado por uma emissora de televisão brasileira. A primeira pergunta do entrevistador foi: "O seu primo era terrorista?", ao que o entrevistado respondeu: "O meu primo, certamente, não era um garoto que corria a varrer as ruas para que os tanques de guerra passassem e arrasassem tudo, pelo contrário, o que ele fazia, era tentar barrar estes tanques e defender sua família, desde criança, atirando pedras."

O publicitário Kais ainda nos informa: "No último programa do Fantástico (Rede Globo) do mês de novembro de 2004, foi exibida uma matéria que, como num passe de mágica, fez com que toda a imprensa não tocasse mais no assunto e curiosamente procurei agora, há pouco, no site do Fantástico a matéria do dia 28.11.2004 e não encontrei nada". Sumiu! Escafedeu-se!

Já imaginou uma "Faixa do Piauí"?

Aqui neste Brasil de todo mundo, a maior miscigenação do Planeta, a gente fica indignado com o que fazem com as populações pobres, que, nos grandes centros urbanos, são empurradas para os morros e alagados, onde se aglomeram em favelas que não oferecem as mínimas condições de habitabilidade. São ambientes insalubres, onde falta de tudo: segurança pública, escolas, postos de saúde, áreas de lazer e até mesmo acesso independente às residências. Também acompanhamos as marchas dos sem-terra, forçando a barra para ocupar latifúndios improdutivos, apesar de formados por terras férteis, com muita água e estradas para o escoamento das produções.

Já ouvi muita gente do povo perguntando sobre a guerra no Oriente Médio, pessoas que dizem não entender como é que se briga tanto por uma terra que, em grande parte, não passa de desertos aparentemente inóspitos. O nosso povo é assim mesmo, está acostumado a "ver" a fartura de terras produtivas em nosso país, mesmo que verdadeiramente concentrada nas mãos de poucos.

Ainda bem que o nosso movimento dos sem-terra e sem-teto não é formado por poderosos fascistas apoiados pelo poder global dos EUA e UE. Imaginemos que esse poder resolvesse fundar em terras brasileiras um estado para algum dos seus povos protegidos. Então, baseados na Carta de Pero Vaz de Caminha, ou mesmo no Tratado de Tordesilhas, reivindicasse, por exemplo, o Nordeste Brasileiro para fazer tal assentamento e fundação do novo estado. A primeira providência, creio, seria criar a "Faixa do Piauí", onde seria concentrado o povo autóctone, romeiro do Padre Cícero e devoto de Frei Damião. Duvidam que isso possa um dia vir a acontecer?! Pois não duvidem! Lá na Palestina tem um povo encurralado vivendo nessas condições.

Como seria o "apartheid nordestino"?

Lá no Oriente Médio a cidade de Belém, sede da Natividade, é hoje uma cidade sitiada e, a mau exemplo da fronteira dos EUA com o México, cercada de muros de oito metros de altura. Aqui, eles cercariam a cidade de Juazeiro do Norte, a "meca nordestina", onde os romeiros reverenciam o Padim Ciço.

Israel instituiu quatro tipos de carteiras de identidade para palestinos: os de Ghazaa não podem sair da Faixa, os da Cisjordânia não podem vir a Jerusalém, os de Israel não podem entrar nos Territórios Palestinos Ocupados e os do Vale do Jordão também não podem sair dessa área para visitar as demais regiões. Nesse caso, o apartheid nordestino seria mais ou menos nos seguintes moldes: cabeça-chata do Sertão não poderia visitar o Agreste nem a Zona da Mata, exceto na época do corte de cana; empregados domésticos em Recife, para se dirigirem ao trabalho, seriam obrigados a usar os velhos túneis que os holandeses construíram durante a ocupação, no século XVII.

Para manter o terror, caças F-16 Fighting Falcon, toda noite, sobrevoariam a "Faixa do Piauí", roncando suas turbinas, lembrando o desfile de tanques do tipo Merkava Mk 3 durante o dia.

Mas quero que todos saibam que nós, nordestinos, somos muito bons no uso de estilingue. E pedra é o que não falta lá no Piauí. Além disso, religioso como nosso povo é, tá assim de Davi no Nordeste!

Pelo sim, pelo não, estão avisados!

___________________________________

Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

PressAA



O ORNITORRINCO DE MINAS - O MUNDO "GLOBALITARIZADO" (SOBRE SERVENTES DE PEDREIRO)

O ORNITORRINCO DE MINAS – O MUNDO “GLOBALITARIZADO”
(SOBRE SERVENTES DE PEDREIRO)


Laerte Braga


Se lenda ou verdade não sei. O senador Amaral Peixoto, genro de Getúlio Vargas e almirante nas horas vagas, além de presidente do lendário PSD (não o de Kassab), costumava contar uma história no mínimo interessante.

Dizia ele que quando da inauguração de um dos fornos da Cia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda, nada de um dos fornos pegar no tranco. Chamaram engenheiros altamente qualificados, especialistas no negócio, nacionais e gringos e o forno nada. Lá pelas tantas um dos trabalhadores alertou o engenheiro chefe que havia um desnível no terreno e por esse motivo o forno não daria partida nunca.

Segundo o senador Amaral Peixoto foi uma questão de “calços para nivelar o terreno”.

Os professores da rede pública de Minas Gerais estão em greve por melhores condições de trabalho e salariais em torno de pouco mais de dois meses. O governador do estado é um ornitorrinco inventado pelos tucanos desde a pré-história tucana, ainda no Congresso Nacional Constituinte e com passagem pelo governo de FHC, onde criou o tétrico “fator previdenciário”.

Burocrata de quinta categoria, ávido por poder, disposto a qualquer negócio para chegar ao topo, produto incompleto da evolução da espécie, despeja através da mídia mineira comprada e silenciada (o jornal ESTADO DE MINAS é departamento do Palácio de Governo) um monte de mentiras em torno das reivindicações dos professores e dos “feitos” do seu governo e deu pai em Minas, o tresloucado Aécio Bafômetro Neves.

Conta ainda com apoio do Tribunal de Justiça – declarou a greve ilegal em flagrante desrespeito ao direito de greve e cumplicidade com o Executivo – e o desplante de besteiras de alguns deputados, ditas no último volume.

Professores deveriam ser serventes de pedreiro, pois ganhariam mais. Duplo desrespeito. Aos professores e aos serventes de pedreiro. Foi uma sugestão ouvida na Assembléia mineira.

Tucanos não gostam de professores e médicos que atuam nos serviços públicos na área de saúde. Servidores públicos de um modo geral.

São adeptos das privatizações, terceirizações, etc, permitem maior mobilidade, mais rapidez e segurança nas propinas e nos “negócios” de um modo geral.

Nesta semana que termina, por exemplo, saiu aí a notícia que um diretor da VALE, à época da privatização criminosa da empresa, manobrou uma jogada com ações da antiga CIA VALE DO RIO DOCE, tudo em proveito próprio e dos interesses tucanos/DEM, etc.

Em ato na Assembléia Legislativa de Minas Gerais uma professora foi desrespeitada por um deputado (dizem que são representantes do povo, um décimo se tanto). Deputados estaduais em Minas e em qualquer estado brasileiro desrespeitam cidadãos a todo dia, toda hora. Não há a menor transparência na ação de deputados estaduais, ressalto um crédito para um décimo dessas figuras execráveis.

Antônio Anastasia não quer saber de investimentos na saúde, na educação, em nada que não implique em contratos com as empresas que controlam o governo do estado desde os tempos de Aécio (o que morava no Rio e governava Minas).

As escolas públicas estaduais estão à deriva, caindo aos pedaços, sem qualquer tipo de investimento (muito em propaganda isso sim) e os professores largados à própria sorte diante de um quadro caótico.

Isso implica em dizer que os cidadãos mineiros que freqüentam escolas públicas recebem um ensino onde apenas o professor funciona, na consciência política que lhe é inerente. Esse direito básico, educação, o governo costuma tratar com Polícia Militar distribuindo bordoadas para todos os lados.

Já a ANDRADE GUTIERREZ pode fazer e desfazer, entra pela porta da frente do Palácio, da Assembléia, do Tribunal, etc, a empresa e suas e seus aliados, pois como costumam dizer alguns advogados em Belo Horizonte (capital do estado), o negócio é o nível do “cartão”. Cartão de ouro, trânsito em qualquer esfera do governo, solução garantida (por governo entenda-se o todo. Executivo, Judiciário e Legislativo). Cartão de prata exige um pouco mais de sacrifício, mas também funciona e cartão de bronze... Bom aí depende do tamanho da mala.

A mídia nacional silencia sobre a greve dos professores de Minas Gerais, como silencia sobre todos os fatos que contrariam interesses daqueles que compram. Foi o caso do governador de São Paulo, que, distribuindo nove milhões de reais (dinheiro público), sem licitação, em assinaturas de VEJA, ÉPOCA (GLOBO), ISTO É, FOLHA DE SÃO PAULO, ESTADO DE SÃO PAULO, comprou o silêncio da turma da “liberdade de expressão”.

Em Minas o governo demite jornalistas de empresas privadas que ousam criticar sua majestade imperial Antônio Anastasia, ornitorrinco político que veio dar com os costados aqui por obra e graça de Aécio Neves da Cunha, ex-governador, senador e aspirante a presidência da República.

Ele e Sérgio Cabral são a nova dupla da política brasileira no afã de criar a república do Pirlimpimpim (nada a ver com Monteiro Lobato, ou o Machado de Assis “branco” da Caixa Econômica Federal).

No caso do Machado de Assis foi viagem e preconceito mesmo.

O geógrafo brasileiro Milton Santos, reconhecido em todo o mundo, cunhou a expressão “globalitarização” para definir o modelo político e econômico vigente entre nós e nos chamados países democráticos governados pelo terror neoliberal. A globalização imposta pela militarização.

Mais de 50 mil crianças palestinas morreram assassinadas pelos terroristas nazi/sionistas de Israel nos conflitos ao longo dos últimos anos. Centenas de milhões de pessoas morreram ao longo das guerras de “ajuda humanitária” dos norte-americanos e seus aliados.

No Brasil, até hoje tutelado pelo fantasma da ditadura militar (é só olhar a luta para revelar a barbárie que imperou durante o regime), onde governantes pisam em ovos para não contrariar interesses das elites e a covardia dos militares escondidos na saia da anistia, as questões são tratadas de uma forma diversa. Temos um governo que fala uma coisa para fora e outra para dentro.

No caso de Minas Gerais acontece a redenção desse modelo. Aécio inventou um ornitorrinco político, ou seja, próximo da perfeição.

É um insulto a Minas e aos mineiros uma figura como Antônio Anastasia e seu séquito.

E aos professores e aos serventes de pedreiro, especificamente.

Anastasia não é nem uma questão de “calços” como dizia Amaral Peixoto, mas de sem vergonhice absoluta e plena mesmo. De ação deliberada contra a saúde, a educação, os direitos básicos do cidadão, pois governa em nome dos interesses básicos de elites podres e venais que controlam os palácios de sua majestade o ornitorrinco.

Deve ser isso, uma espécie diferenciada a serviço da pilantragem dos grandes, o grande golpe de Aécio (donatário do estado), a viagem a Marte do ex-governador, que pode ser tudo, menos bobo.

Professores e serventes de pedreiro é hora de ir às ruas e resgatar o que está sendo tomado de cada cidadão mineiro.

O respeito que nos é devido por governantes, mesmo que sejam anomalias como Antônio Anastasia (até rima).

“O genoma do ornitorrinco (Ornithorhyncus anatinus), assim como o próprio animal, apresenta um amálgama de características que pertencem a um réptil ancestral e são derivadas de mamíferos”. Definição do cientista Wesley Warren, na revista NATURA, edição de 2008.

Mais ou menos mistura de Nero/Calígula com Bush, pitadas de FHC e o fim do multiculturalismo decretado por outra figura da espécie, David Cameron, primeiro-ministro da Micro-Bretanha. Tem a forma das bombas da OTAN, das hordas nazi/sionistas de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, assume também características de deputados estaduais de Minas (a maior parte deles), bordunas da Polícia Militar e hábitos noturnos, ou seja, na lua cheia é um perigo sem tamanho. Pior, é uma espécie sobre a qual não paira nenhuma ameaça de extinção.

O que vale dizer, que no caso dos que tomam forma dita humana, caso de Anastasia, dentre outros, o povo pode varrer, extinguir. O ornitorrinco em si, o bicho, mistura de mamífero com ovíparo, não tem nada a ver com isso, exceto ser incompleto, ou uma completa fraude – Anastasia.

Estão em todo o mundo. No Texas, por exemplo, o senador estadual John Whitimare, presidente do Comitê de Justiça do Senado, decidiu proibir a condenados a morte o direito à última refeição. É que Lawrence Russel Brewer, de 44 anos, executado na quarta-feira, dia 21, pediu uma farta última refeição e sequer tocou no prato. Segundo o senador isso é um desrespeito e custa dinheiro público. Tudo bem que o cozinheiro da penitenciária disse que o senador está mentindo, tirando proveito político da situação (senador mentir é uma espécie de pleonasmo, com raras exceções, Sarney então).

Anastasia quer que os professores mineiros não comam. Que nem o cavalo do inglês segundo Silva Mello. O dito estava onze dias em jejum e foi morrer no décimo segundo, quando já estava acostumando.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Especialista em Direito da ONU pede ao mundo que reconheça o Estado palestino

Via Ilza Souza e Fernanda Tardin e compartilhou. SIM estamos lutando em REDE, Juntos somos Fortes.
www.onu.org.br
O Relator Especial das Nações Unidas sobre a Situação de Direitos Humanos nos Territórios Palestinos Ocupados, Richard Falk, pediu hoje (22/9) que todos os Estados-Membros reconheçam a realidade de um Estado palestino e que Israel ouça a vontade do povo palestino.

Honduras: 23 periodistas muertos en menos de tres años

 E O Governo ditador , genocida e golpista faz parte da ONU? PROTESTO

 

Honduras: 23 periodistas muertos en menos de tres años

Jueves 22 de septiembre de 2011  - 07:36 am La libertad de expresión es uno de los mayores problemas de Honduras, donde la inseguridad ha causado la muerte en tres años de al menos 23 periodistas.
Nery Jeremías Orellana, comunicador social asesinado ayer en Lempira. Foro: Archivo
Libertad de prensas
Tegucigalpa, Honduras
"Sólo en el 2010 y en lo que va del 2011, el ejercicio periodístico en Honduras quedó marcado por el asesinato y la impunidad de más de una docena de comunicadores sociales, amenazas y atentados contra periodistas y medios de comunicación", dijo en un comunicado el Comisionado Nacional de Derechos Humanos Ramón Custodio.
Señaló asimismo que "la muerte violenta de personas es parte de los problemas no resueltos por la administración del presidente Porfirio Lobo, de acuerdo a un análisis del Comisionado Nacional".
Subrayó además que "la libertad de expresión en Honduras es uno de los mayores problemas del país, a causa de la inseguridad generalizada para los periodistas".
Desde el 2007 a la fecha se han registrado 23 periodistas muertos en Honduras, según el Comisionado Nacional de Derechos Humanos, Ramón Custodio, y apenas tres casos han sido aclarados por la policía.
Sólo en el 2010 hubo 10 periodistas muertos, por lo que Honduras, de acuerdo al organismo de derechos humanos, se ha convertido en uno de los más peligrosos para ejercer la profesión, aunque las autoridades atribuyen los crímenes a la delincuencia común.
El gobierno de Lobo ha pedido ayuda al FBI y a España para resolver los crímenes.
La organización no gubernamental The Freedom House presentó en mayo un informe llamado "Libertad de Prensa 2011", en el que catalogó a Honduras junto con México, Cuba y Venezuela, como las naciones en donde no existe prensa libre.
Para Custodio, la creciente ola de violencia que agobia al país dejó en el primer semestre de 2011 un promedio de 20 asesinatos por día.
Advirtió que de mantenerse la tendencia, Honduras podría cerrar el 2011 con una tasa de 86 homicidios por cada 100.000 habitantes, que sobrepasando once veces la tasa mundial establecida en 8,8.
http://laprensa.hn/Secciones-Principales/Honduras/Apertura/Honduras-23-periodistas-muertos-en-tres-anos

Enviada por Esteban Meléndez C.


Camara aprova Criação da Comissao da Verdade. ATT para que nao enrolem o POVO.

O projeto do Executivo é para prestar conta à Corte Interamericana de Direitos Humanos que condenou o Brasil por desaparecimentos forçados. Esta Comissão da Verdade é um engôdo. Ora bolas, investigar violações dos direitos humanos de 1946 à 1985 é conversa. Queremos uma Comissão da Verdade e Justiça, que investigue os crimes da ditadura civil-militar (1964/1985) e que puna os responsáveis por torturas e ocultaçao de cadáveres. Tortura é crime contra a humanindade e desaparecimento forçado é crime continuado.Os responsáveis por essas violações aos direitos humanos devem prestar conta à Justiça.
oglobo.globo.com
BRASÍLIA - A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei que cria a Comissão da Verdade, colegiado que terá dois anos para apurar os crimes cometidos durante a ditadura militar.