Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?
LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA KIT COLETA Todo cidadão/cidadã pode buscar voluntariamente as assinaturas para o projeto. Disponibilizamos abaixo um kit com o material necessário para o diálogo nas ruas.

Seguidores

#naovaitergolpe

#naovaitergolpe
Acesse Frente Brasil Popular

sábado, 10 de setembro de 2011

TRABALHADOR CORROMPE? PROFESSOR CORROMPE? QUEM CORROMPE?

TRABALHADOR CORROMPE? PROFESSOR CORROMPE? QUEM CORROMPE?


Laerte Braga


Há dias o País tem assistido a um esforço desesperado de velhos golpistas (torturadores, estupradores, assassinos de 1964), aliados a grandes empresários, banqueiros e latifundiários, para mobilizar os brasileiros contra a corrupção.

Tentam convocar uma nova marcha da família com Deus pela liberdade arvorados em uma condição de salvadores da pátria, do mesmo jeito que fizeram em 1964 sob o comando do embaixador Lincoln Gordon dos EUA e do general Vernon Walthers, ex-diretor da CIA (o governo dos EUA, em 1964 designou um comandante militar para as forças golpistas que entre outras coisas era amigo pessoal de Castelo Branco e falava português).

Apoiados pela grande mídia, a mídia privada, GLOBO à frente, tecem as mentiras de sempre, criam as ilusões que sempre criaram e tentam reduzir a corrupção a deputados, governadores, senadores, prefeitos, até presidente da República.

Dilma repete o malabarismo de Lula, uma no cravo outra na ferradura. O diapasão desse concerto petista é a bolsa família e 45% das receitas orçamentárias para pagar juros da dívida junto a bancos privados.

A diferença entre Dilma e Lula é que a presidente não consegue se equilibrar sobre o fio tênue do “capitalismo a brasileira” que o ex-presidente inventou. É menor que o cargo e ainda carrega consigo alma de tecnocrata. Ou seja, o que vale são os números não o ser humano. Na cabeça dessa gente numa tragédia, digamos assim, se a primeira impressão é que morreram dez quando poderiam ter morrido vinte, houve lucro, deixaram de morrer outros dez. Enxergam o mundo desse jeito.

No sete de setembro a GLOBO editou as matérias sobre o Grito dos Excluídos e a marcha das elites paulistas que tentam espalhar pelo Brasil, jogando tudo no ar como se fosse protesto contra a corrupção. Canalhice bem ao estilo da rede.

Nasceu com a ditadura, apoiou a ditadura e é instrumento de interesses estrangeiros, de banqueiros, grandes empresários e latifundiários.

Trabalhador e professor, por exemplo, não corrompem ninguém. São ludibriados por políticos corrompidos por banqueiros, grandes empresários e latifundiários. Veja o caso de Minas. Quando governador do estado o ex-presidente Itamar Franco anulou um acordo feito pelo seu antecessor, Eduardo Azeredo – corrupto de carteirinha – que entregava a CEMIG a grupos estrangeiros. Aécio, agora, no final de seu governo refez o acordo e entregou a CEMIG.

A mídia disse alguma coisa? Nada. Está no bolso. É venal. E o povo, o trabalhador, os professores mineiros nas mãos de uma aberração política o tal Antônio Anastasia, valet de chambre de toda essa gente, está como? Mas Aécio comprou um apartamento de um milhão de reais no Rio de Janeiro.

Segundo outra aberração, Cid Gomes, “professor tem que dar aula por amor, se acha o salários baixo que procure outra profissão”. Sogra não. O dito leva para Paris em vôo pago pelos cofres públicos.

O esquema de financiamento de campanhas políticas no Brasil permite que empresas, bancos e latifundiários comprem lotes de candidatos em todos os partidos com representação na Câmara ou no Senado através de doações. Tornam-se proprietários lato senso desses deputados, senadores, de governadores, prefeitos, vereadores, atingem o Judiciário e permeiam o Executivo.

Mas e daí?

O xis da questão não está em reformas políticas ou outras, na tentativa de construir painéis coloridos de ilusão e manter uma realidade podre como querem os que se voltam apenas contra os políticos no caso da corrupção.

E quem corrompe? Para que exista um corrupto é necessário que exista um corruptor.

A corrupção está intrinsecamente ligada ao modelo político e econômico vigente. A reforma política tira José Sarney de cena e coloca na cadeia? Não. Sarney serviu a ditadura militar com subserviência e de quatro durante todo o período do regime, da mesma forma que descaradamente emergiu – com a morte de Tancredo – como guia e condutor do processo de reconstrução democrática.

E o povo? A participação popular? Não tivemos uma assembléia nacional constituinte, mas um congresso constituinte e tutelado pelos militares que, entre outras coisas, não permitiram, como tem criado toda a sorte de obstáculos para que sejam revelados os documentos que mostrem a covardia diária dos golpistas/torturadores enquanto durou o regime.

Na passeata contra a corrupção em São Paulo estava um desses generais, eram visíveis bandeiras dos Estados Unidos.

Não foi por outra razão que o pensador e parlamentar inglês Samuel Johnson afirmou que “o patriotismo é o último refúgio dos canalhas”.

O que querem? Mudar os políticos? É só olhar os antigos colaboradores do regime militar, vivos e fortes aí, exercendo mandatos e se afirmando democratas.

O que essa gente pretende é simples. Antônio Ermírio de Moraes compra dez tênis adidas a vista produzidos com trabalho escravo em países asiáticos, inclusive a China e o trabalhador compra um pagando em dez prestações para se sentir num dado momento como Ermírio de Moraes, na ilusão que vivemos numa democracia. O espetáculo, a “sociedade do espetáculo”.

Ermírio de Moraes está destruindo o Espírito Santo – o meio ambiente – com suas empresas, o tal progresso, adoecendo um povo, com aplausos de um ex-governador corrupto e assassino, Paulo Hartung, que de fato continua no covil do governo (chamam de palácio), onde um contínuo chamado Renato Casagrande faz de conta que governa.

Por trás da tal campanha existe a sórdida mentira capitalista, pela simples razão que os corruptos são corrompidos por eles. Não querem pagar impostos, não querem conquistas e direitos dos trabalhadores, não querem que o progresso seja algo comum a todos e sim privilégio deles. Querem professor dando aula por amor.

Quando se concede benefícios fiscais e tributários a uma grande empresa o custo dessa concessão é pago pelos trabalhadores, pelos pequenos empresários, pelo dinheiro que falta na saúde, na educação. É o caso da COCA COLA que financia parte dessa campanha. Ocupa terras públicas, através de uma empresa chamada CUTRALE, vende a idéia de progresso, geração de empregos, compra deputados, senadores, juízes, etc para manter as terras que repito são públicas e imputa-se a culpa aos trabalhadores rurais sem terra, aos pequenos produtores rurais.

E infestam a mesa do brasileiro de veneno como mostra um excelente documentário do notável Sílvio Tendler sobre agrotóxicos e coisas que tais. O veneno que comemos todos os dias produzido pelos compradores de deputados, senadores. juízes e que agora protestam contra a corrupção, biombo para disfarçar seus verdadeiros interesses.

Se fosse para valer não haveria um banqueiro solto. Estariam todos presos. Nem um grande empresário, ou latifundiário que até hoje se vale de trabalho escravo.

Por mais irônico que possa parecer, ou trágico, os que protestam contra a corrupção e tentam transformar a corrupção em único mal do Brasil são os que corrompem. E a meia dúzia de inocentes a acreditar nesse tipo de marginal.

O institucional está falido. O modelo está corrompido por essa gente. O palco da luta é outro, é dos trabalhadores e é nas ruas contra a farsa de campanhas como essa.

São velhos gatunos tentando fazer ressurgir o golpismo que é parte da genética desse tipo de gente.

Deputados, senadores e juízes corruptos, governadores, são apenas figuras execráveis e compradas que carregam em seus balaios.

Trabalhador não corrompe ninguém. Professor, que é trabalhador, não corrompe ninguém.

Quem corrompe são banqueiros, grandes empresários e latifundiários.

É simples entender isso. A corrupção é parte inseparável do modelo político e econômico que temos.

Jogar por terra toda essa estrutura podre e construir um Brasil livre e soberano, sem essa gente, aí sim, essa é a luta real dos brasileiros.

Não há corrupto sem corruptor.

E por longo que fique, uma breve e real historinha. Nos idos de 2002 a GLOBO estava enfrentando sérias dificuldades de caixa. A GLOBOPAR estava levando o dinheiro da empresa. Tentaram 250 milhões de dólares junto a FHC e como o ex-presidente estivesse demorando muito a liberar o dinheiro, lançaram, inventaram, a candidatura Roseana Sarney à presidência. Chamaram o IBOPE e suas pesquisas prontas para atender o interesse do cliente, levaram Roseana às alturas e aí FHC chamou a turma na conversa.

O capital da GLOBOPAR era o seguinte – 90% da GLOBO, 5% do BNDES e 5% da MICROSOFT. Convocaram uma assembléia geral para aumento de capital de um jeito que esse aumento implicasse nos 250 milhões de dólares e aprovação da emenda constitucional que passava a permitir a presença de capital estrangeiro no setor de telecomunicações. A GLOBO não entrou com sua parte, lógico, estava inclusive ameaçada de falência, havia credores externos apertando os Marinhos, a MICROSOFT que já sabia da mutreta correu fora e o BNDES entrou com a sua parte, dinheiro dos brasileiros. O Congresso aprovou a emenda, o grupo MURDOCH comprou parte da GLOBOPAR. Na semana seguinte a Polícia Federal de FHC estourou o escritório do marido de Roseana achando um milhão de reais ilegais doados para a campanha. Tudo pronto, ficou acertado o apoio da rede a candidatura de Serra. O furo foi exclusivo da GLOBO.

E a GLOBO está na campanha contra a corrupção. Dá para entender os verdadeiros motivos desses bandidos?

A luta é outra. É contra bandidos compradores e comprados. Se bobear essa gente revoga a Lei Áurea e amplia os limites da escravidão contra todos os trabalhadores. Na prática, vão fazendo isso nessa mistura de populismo com capitalismo e campanhas imorais e amorais como essa. Jogo de cena de bandidos para vender imagem de santos.

COMPANHEIRO ALLENDE? PRESENTE! AGORA E SEMPRE!

Há duas efemérides marcantes neste domingo, 11 de setembro.

A menos relevante para nós  é aquela que a mídia colonizada trombeteia ad nauseam: o décimo aniversário de um atentado nebuloso nos EUA, com grande possibilidade de ter sido urdido ou, ao menos, consentido pelos que depois surfaram na onda da indignação provocada. Algo como uma versão atualizada do incêndio do Reichstag.

O certo é que deu pretexto para o desencadeamento de uma escalada repressiva/intervencionista que fez lembrar a intolerante e paranóica década de 1950 -- aqueles anos terríveis do macartismo e da guerra fria.

Os efeitos da pirotecnia atribuída a Osama Bin Laden, contudo, pouco se fizeram sentir no Brasil -- ao contrário dos de um atentado que golpeou duramente as aspirações dos povos latino-americanos, destruindo um dos mais generosos experimentos socialistas do século passado. 

Deixando de lado a pauta da imprensa espiritualmente satelizada pelo Império (*), eu quero mesmo é reverenciar um dos maiores heróis da nossa sofrida América Latina: Salvador Allende, o  compañero presidente.

Que nunca pretendeu, no poder, ser nada além de outro militante revolucionário, como todos os seus companheiros de jornada na luta por um Chile com liberdade e justiça social.

E que, naquele terrível 11 de setembro de 1973, não aceitou curvar-se aos tiranos, preferindo a morte digna à fuga indigna que lhe ofereceram.

Então, as palavras que endereçou ao povo pelo rádio, na iminência do martírio, inspirarão para sempre os combatentes por um mundo redimido do pesadelo capitalista:
"Colocado numa transição histórica, pagarei com minha vida a lealdade do povo. E lhes digo: tenho certeza de que a semente que entregaremos à consciência de milhares e milhares de chilenos não poderá ser extirpada definitivamente. Trabalhadores de minha Pátria! Tenho fé no Chile e em seu destino. Outros homens se levantarão depois deste momento cinza e amargo em que a traição pretende se impor. Sigam vocês sabendo que, bem mais cedo do que tarde, vão abrir-se de novo as grandes alamedas por onde passará o homem livre, para construir uma sociedade melhor".
* E que ninguém venha me falar em números redondos e quebrados: aposto até meu último centavo que, em 11 de setembro de 2013, a mídia servil dará muito mais destaque aos 12 anos do atentado ao WTC do que aos 40 anos da morte de Allende.

A pergunta que não pode calar...

.

Rui Martins




Quem derrubou as torres em NY?

Berna (Suiça) - No 11 de setembro de 2001, ainda na CBN, eu comentava ao vivo diante de minha televisão, aqui em Berna, na Suíça, o ataque às torres gêmeas com Heródoto Barbeiro, em São Paulo, e Sidney Rezende, no Rio.

Pouco antes, estava terminando de almoçar e ouvia a rádio francesa Europa 1. Nessa época, ouvir os noticiários pelo rádio fazia parte da minha rotina diária, para garantir entradas imediatas na CBN, no caso de acontecimentos políticos, acidentes, atentados.

Foi assim que ouvi as primeiras notícias transmitidas num flash, dando conta de que um avião, ao que parecia desviado da rota, entrara num edifício de Nova Iorque. Logo depois, o correspondente nos EUA entrou ao vivo e fui correndo ligar a televisão quando ele anunciou que um outro avião entrara na segunda Torre Gêmea.

Era algo inacreditável, aquela fumaça de querosene em dois edifícios simbolos da força americana. Heródoto, comedido como sempre, não se aventurava a falar em atentado, queria primeiro esperar a confirmação. Eu e Sidney (não sei se a CBN guardou a gravação do programa) não tínhamos dúvida. E me lembro ter afirmado que, fazia alguns dias, um líder islamita prometera atentados nos EUA. Mas não me vinha o nome completo daquele que acabaria se tornando o pesadelo dos americanos.

É alguma coisa como Ossuma. E Sidney Rezendo completou – é Ossuma Ben Laden. Alguns dias depois, a direção da CBN decidiu que a pronúncia certa seria Ossuma Bin Laden.
De repente, enquanto cada um ia fazendo seus comentários, ocorreu a queda das torres como numa implosão de velhos edifícios. E, ali, pronunciei o seguinte comentário, diante do que me parecia óbvio - « mas pelo visto, além de terem entrado nas torres com os aviões, eles tinham minado antes os prédios com explosivos colocados nos andares ».

Nos dias seguintes, fiquei com a impressão de ter dado um fora, porque nenhuma autoridade americana falou na hipótese dos explosivos, e me contentei com a versão oficial.

Mas, algum tempo depois, li alguns depoimentos levantando estranhas hipóteses, pelas quais os atentados teriam de certa forma sido ajudados, dando-lhes uma dimensão ainda maior. Ignorei, mesmo porque sei da tendência dos americanos de verem em tudo um complô ou mentiras, como é a história da ida do homem à Lua e mesmo do vôo do Gagarin.

Porém, hoje, dez anos depois, tem muita gente séria levantando dúvidas, geralmente engenheiros que entendem de resistência de material ao fogo e altas temperaturas. Assim, dizem que o querosene saído dos aviões queima a uma temperatura de 850 graus centígrados, mas que o metal das torres podia suportar calor de 1.250 graus, antes de fundir.

Como onde tem fumaça, há certamente fogo, nessa história de complô para derrubar as Torres Gêmeas, o melhor, para evitar o risco de abuso por esquerdistas ou antiamericanos, seria esperar surgir alguém não político. Ora, justamente, existe um, suíço, professor de História na Universidade de Basiléia. Seu nome Daniele Ganser. Ele diz ter ficado com a pulga atrás da orelha, três anos depois, em 2004, ao ler o relatório oficial da Comissão de Inquérito sobre esses atentados.

Depois de ler o calhamaço de mais de 500 páginas, Ganser não se convenceu, achou falhas, e muitos argumentos destinados a reforçar os ataques ao Iraque, Afganistão, ao islamismo e ao Eixo do Mal apontado pelo cristão Bush. Três mil mortos de um lado, centenas de milhares do outro.

Ganser ficou também impressionado pelo fato da torre 7, do World Trade Center, a WCT7, não constar do documento, embora tivesse caído como um castelo de cartas no fim da tarde do 11 de setembro, e o mais estranho, sem ter sido tocada pelos aviões.

Esse esquecimento da WTC7 não foi só do inquérito, muitas pessoas acham terem sido só duas, as Torres Gêmeas, as que foram ao chão. Se já era estranho as gêmeas terem desmoronado, mais estranho é o fato de um prédio de 43 andares ruir, sem ter sido incendiado e sem ter sido atingido por aviões.

Hugo Bachman, professor de material numa universidade de Zurique acredita que, a maneira pela qual caíram de maneira imediata todos os andares dos prédios, só tem uma explicação – a queda dos prédios foi controlada por explosivos, como se costuma fazer, e se vê na televisão, com os prédios antigos implodidos.

Além disso, o professor de economia Marc Chesney, da Universidade de Zurique, revela ter havido um jogo na bolsa de valores, um dia antes dos atentados, envolvendo as ações das companhias United Airlines e American Airlines, cujos aviões foram sequestrados, e que representaram milhões ou bilhões de dólares, coisa nunca investigada.

Parece também terem sido informados, a tempo, tanto o governo como a CIA, sobre a preparação dos atentados, por que, então, não foram inteceptados os terroristas antes de colocarem em prática o aprendido nas escolas de pilotagem?

Resta a pergunta, no caso desses indícios provarem ter havido ajuda aos terroristas para completar seus atentados, sobre quem teria tomado essas iniciativas. Se o objetivo era provocar guerras, uma coisa ficou provada – a intervenção no Afganistão e a guerra contra o Iraque beneficiaram amplamente as indústrias de armamentos, porém tiveram efeito boomerangue.

Os EUA de hoje com crise econômica e dólares em baixa acabaram sendo também vítimas da guerra contra o "Eixo do Mal", decretada por Bush, pelas enormes despesas representadas. Serão necessários ainda alguns anos para se saber com certeza se houve um complô paralelo no 11 de setembro de 2001, cujo objetivo era criar condições junto à população dos EUA para guerras contra os islamitas, transformados em representantes do Mal, e poder se apossar do petróleo do Iraque.


Rui Martins *Ex-correspondente do Estadão e da CBN, após exílio na França. Autor do livro “O Dinheiro Sujo da Corrupção”, criou os Brasileirinhos Apátridas e propõe o Estado dos Emigrantes. Vive na Suíça, colabora com os jornais portugueses Público e Expresso, é colunista do site Direto da Redação. Colabora com o Correio do Brasil e com esta nossa Agência Assaz Atroz.


___________________________________

Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

PressAA

.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O MAIOR ATENTADO TERRORISTA DA HISTÓRIA

O MAIOR ATENTADO TERRORISTA DA HISTÓRIA

Laerte Braga

Cento e sete suicídios de veteranos da guerra do Iraque assombram a base de Fort Hood, nos Estados Unidos. Três vezes durante o conflito a base militar enviou divisões àquele país. O número de suicídios é o maior desde 2003.
Melissa Dixon, tatuadora, percebe que os soldados que voltam das guerras travadas mundo afora pelo império norte-americano, trazem consigo um nível alto de stress. “Alguns deles têm problemas com as mulheres e seus entes queridos, ficam brigando entre e outros têm amigos que cometeram suicídios”.
Em outras bases, como a de Fort Bragg, no estado da Carolina do Norte, onde esta a 82ª Divisão Airborne o número de suicídios desde 2003 foi de setenta e sete. A onda de suicídios é generalizado e só no ano passado trezentos soldados, na ativa ou na reserva, se mataram.
Há um programa específico das forças armadas para previnir e evitar suicídios de militares nos EUA.
O general George Casey foi aposentado e não ficou bem esclarecida a sua passagem para a reserva. A causa teria sido um elevado nível de stress e uma tentativa de suicídio. É uma exceção entre os militares de alta patente, já que o maior número de suicidas é de militares de baixa patente. O general, ano passado, admitiu que passou para a reserva por conta de stress, que segundo ele, “arrasou com todos os seus relacionamentos”.
Entre os suicidas, na cidade de Killeen, cidade militar desde a Segunda Grande Guerra, um massacre. Um veterano entrou num restaurante, matou vinte e três pessoas e suicidou. O fato aconteceu em 1991.
A mãe do sargento Gregory Eugene Giger disse que seu filho ficou deprimido após um divórcio que começou quando ele estava o Iraque. Enforcou-se com uma gravata. “Era um texano alto e quieto, que estava devastado pela separação. Acredito que havia muitas coisas que ele guardava para si mesmo”. Foi a afirmação de Helen Giger, mãe do sargento.
Michael Timothy Franklin matou sua mulher e cometeu suicídio. Outro veterano de guerra. Um mês antes Armando Galvan Aguillar Júnior, 26 anos, foi preso pela polícia em Fort Hood após uma perseguição de carro. Era conhecido como “Mando”, tinha retornado do Iraque e estava em tratamento para stress pós traumático e depressão. Em sua última noite de vida bebeu trinta latas de cerveja e atirou em sua própria cabeça com uma arma calibre 45, que lhe fora emprestada por um amigo também veterano que curiosamente, estava tentando cometer suicídio.
Soldados norte-americanos são recrutados por empresas privadas que mantêm contratos de prestação de serviços com o governo do país num processo de terceirização crescente desde a era Bush. Recrutamento, treinamento, administração de bases, serviços de inteligência, toda a parafernália terrorista moldada na cultura da barbárie que permeia o cidadão norte-americano desde o momento que é concebido.
Uma sociedade doente e que forma seres doentios.
As guerras travadas pelos EUA – hoje um complexo terrorista controlado e dominado por grupos sionistas (ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A) – vão bem mais longe que combates a que nos acostumamos nos filmes sobre a Segunda Grande Guerra Mundial.
Ou melhor, a crueldade dos soldados nazistas àquela época transferiu-se para os norte-americanos, Israel e seus aliados. Assassinatos seletivos e de adversários. Tortura, estupros, prisões secretas, campos de concentração, toda a boçalidade de um império terrorista. Moldado no terrorismo. Um império falido, mas com milhares de ogivas nucleares capazes de destruir o mundo cem vezes.
É possível que tenham sido uma referência a essa desumanização do ser as palavras da mãe do sargento Gregory. “Acredito que tenha muitas coisas que ele guardava para si mesmo”.
Bradd Manning, acusado de liberar documentos secretos dos EUA para o site WIKILEAKS, está preso incomunicável há mais de ano, sem direito algum, submetido a forte tortura psicólogica e física, com base no ATO PATRIÓTICO, um documento legal da época do terrorista George Bush. Permite a tortura e especifica, o “afogamento simulado”. Autoriza o assassinato de inimigos do país – a critério deles – em qualquer lugar do mundo.
No filme de Alain Resnais, HIROSHIMA MON AMOUR, o diretor mostra num roteiro de Marguerita Duras, toda estupidez contida nas bombas despejadas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagazaki, já no final do conflito e sem necessidade. O Japão estava negociando sua rendição.
“A saída, onde fica a saída?” É uma pergunta aflita e angustiada de uma das vítimas de Hiroshima. Na dimensão da tragédia e na individualidade de uma francesa e um japonês que vivem um amor “proibido”.
O presidente dos EUA à época do atentado contra as duas cidades – 200 mil vítimas – era Harry Truman. Democrata, havia assumido o governo com a morte de Franklin Delano Roosevelt.
A bomba despejada sobre Hiroshima em seis de agosto pelas forças aéreas dos EUA foi chamada de “LITTLE BOY” – pequeno rapaz – e a que destruiu Nagazaki de “FAT MAN” – homem gordo.
A operação que acabou com o regime de Saddam Hussein na mentira das armas químicas e biológicas que não existiam foi denominada “CHOQUE E TERROR” pelo secretário de Defesa Donald Rumsfeld, um executivo de companhias petrolíferas e empresas fabricantes de armas.
A imensa e esmagadora maioria dos mortos era de civis.
O presidente Truman não havia aceito a rendição condicional dos japoneses. Exigia rendição incondicional e decidiu lançar as duas bombas, com a guerra ganha, para dois atingir três objetivos. A rendição incondicional, mostrar ao mundo a nova face do nazismo, agora nazi/sionismo e fortalecer o líder que em 1948, três anos depois, iria tentar a reeleição. Truman era um político sem prestígio e carisma. No dia das eleições presidenciais o jornal NEW YORK TIMES cometeu uma de suas maiores barrigadas. Saiu, antes do resultado, com a manchete DELAWAY VENCEU. Truman comemorou a vitória com a edição do jornal em suas mãos. As bombas sobre Hiroshima e Nagazaki foram decisivas. Usou a força militar com complexo terrorista que começava a tomar forma para vender aos norte-americanos a idéia que são invulneráveis e senhores do mundo – ao lado de Israel – por vontade divina.
Truman criou a CIA – AGÊNCIA CENTRAL DE INTELIGÊNCIA – em 1947 e em 1950 mandou tropas norte-americanas para garantir a propriedade do seu país sobre a Coréia do Sul. Detém o controle das ações de Seul até hoje, agora na denominação ISRAEL/EUA/TERRORISMO S/A.
O IV REICHE ressurreto.
Em 1952 Truman e o Congresso criaram a célebre COMISSÃO DE INVESTIGAÇÃO DAS ATIVIDADES ANTI-AMERICANAS no país, um braço do terrorismo que nascia em sua forma atual sob o comando do senador Joseph MacCarthy. Vários intelectuais, atores, diretores, atrizes, roteiristas, cidadãos comuns foram presos acusados de conspirar contra os EUA. O mesmo discurso adotado pelos boçais do golpe de 1964 aqui, ou o do Chile, na Argentina, não varia. MacCarthy terminou seus dias envolvido em grossa corrupção e ligações com gangsters.
Truman é lembrado como aquele que sucedeu Roosevelt. Foi, no entanto, o responsável pelo maior atentado terrorista da história, as bombas nucleares sobre Hiroshima e Nagazaki.
O onze de novembro de 2001 foi um ato de guerra, consequência das ações terroristas e das formas que as guerras assumiram, todas elas ditadas pela crueldade e perversidade do império nazi/sionista de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.
O destaque dado pela grande mídia brasileira, em vários outros países, na verdade, não passa de um espetáculo que esconde o verdadeiro terror que encurrala nações no mundo inteiro e não hesita em destruir o que for necessário para sobreviver intocado na barbárie e na cultura da violência e do ódio, características dos estados terroristas dos Estados Unidos e de Israel.
São tumores que não permitem a paz, tampouco transformações que resgatem o ser humano da mediocridade vendida no dia a dia da farsa democrática e capitalista. Se espalham pelo mundo inteiro. Entre nós têm a forma de tucanos, DEMocratas, pastores a soldo de Washington, dignatários de uma igreja romana fascistizada, sustentando banqueiros, grandes corporações e latifundiários. Contam com a complacência de governos supostamente progressistas, caso de Dilma Roussef. É ilusão imaginar que estamos imunes a essa violência do capitalismo.
A maior barbárie já cometida em todos os tempos foram as bombas sobre Hiroshima e Nagazaki. Não é difícil, pois, entender o genocídio contra palestinos (genocídio, saque, roubo) praticado pelo estado terrorista de Israel, ou os suicídios crescentes de veteranos de guerra, vítimas também quando robotizados pelo patriotismo canalha que cerca o terrorismo praticado por essa gente.
Os campos de concentração de Hitler? Permanecem. Só mudaram os carrascos. Agora estão em Tel Aviv e em Washington.

No GRITO dos EXCLUIDOS, todas as 'tribos' se juntaram para as lutas


  • o Hoje, O Ontem,
    • Fernanda Tardin O POVO UNIDO JAMAIS SERA VENCIDO! Vídeo do Grito dos Excluídos em Juiz de Fora MG - creditos, filmagem e edição PCB-JF.
    •  

      E o amanha

      Mulheres na luta - a lider do MST

      Guerreira, educadora, companheira, mulher. A liderança 

      Quem queria ir embora? No fim, uma grande confraternização

      JURAMOS VENCER, VENCEREMOS

      De tudo um pouco: sindicatos de diferentes centrais sindicais, partidos politicos, movimentos sociais.Pq? JUNTOS SOMOS FORTES

      Muita história e lutas.

      quem falou que temos que ser iguais? Divergindo nos juntamos a luta




      Juntos pq. a Palestina somos nós

      O Barsil são eles

      E JUNTOS SOMOS LIVRES.
       Vi juntos na luta, centrais sindicais, militantes de varios partidos politicos JUNTOS ( PT, PCB,Patria Livre, PSTU,) Vi CUT e CTB na luta dos Professores, na luta contra privatização dos correios, na luta pela Terra. Vi todos juntos defendendo a reforma agraria, a justiça social. No fim ninguem arredou o pé, todos estavam confraternizando. JUNTOS FOMOS E SEREMOS FORTES. Arriba.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Grito dos Excluídos JF - 2011




Pela Vida Grita a terra... Por direitos todos nós!!!!
Assim tomamos as ruas de Juiz de Fora!!!!!
Hoje ocorreu o 17 grito dos excluídos de Juiz de Fora, resultado de uma grande articulação que envolveu mais de 30 organizações. Com uma participação de mais de 600 pessoas que romperam o cerco da polícia que vem criminalizando os movimentos sociais. Historicamente a polícia tenta nós impedir de mostrar para a população as desigualdade desse sistema que explora os homens e a mulheres, que retira cada vez mais os diretos dos trabalhadores que pagam com sangue e suor de seu trabalho os custos de manutenção desse sistema.
A principal pauta do grito dos excluídos Juiz de Fora de 2011 foi a educação, as ruas foram tomas por palavras como “O professor é meu amigo, mexeu com ele mexeu comigo”, estavam presentes trabalhadores da educação municipais, estaduais e federais, além de Sem-Terras, ativistas, movimento estudantis, bancários, religiosos, moradores de áreas de ocupação, artistas que realizaram intervenções durante toda a marcha, vários sindicatos da cidades e os mais diversos movimentos sociais. Ao longo da marcha a população se reconhecendo parte desta luta também foi se somando, assim construindo um bonito ato em Juiz de Fora. As principais pautas do Grito dos excluídos de Juiz de Fora foram:
- Apoio a luta dos educadores do Estado e do Município em defesa do piso salarial dos professores;
- Em defesa de um novo modelo de agricultura, sem a utilização de agrotóxicos;
- Pela construção de Moradias Populares que realmente atendam as necessidades do povo;
- Em defesa da Reforma Agrária;
- Contra a criminalização dos movimentos sociais;
- Pela imediata entrega do Restaurante Popular de Juiz de Fora.
Levanta Povo Olha o Novo, que começa a despertar. É a força, é a beleza do
Projeto Popular!!!
Coletivo Construtor do Grito dos Excluídos de Juiz de Fora





0 comentários

O Partidão: VÍDEO DA MANIFESTAÇÃO DO 17º GRITO DOS/AS EXCLUÍDOS/AS - JUIZ DE FORA-MG

O Partidão: VÍDEO DA MANIFESTAÇÃO DO 17º GRITO DOS/AS EXCLUÍDOS/AS - JUIZ DE FORA-MG

sobre a necessidade de uma midia moralizada

Gostaria de sugerir um debate com dois temas interligados: Banda Larga com autonomia cidada, sem teles, para uma verdadeira fonte de formação e informação e Liberdade de informação, em tempos de manipulações midiaticas, como se traduz.Topam?
 1-

Os jornalistas, os patrões e as redes sociais

publicada quinta-feira, 08/09/2011 às 11:33 e atualizada quinta-feira, 08/09/2011 às 11:48

#jornalistasinterditados
Por Leandro Fortes, no Brasília, eu vi
As relações arcaicas que ainda prevalecem nas redações brasileiras, sobretudo naquelas ancoradas nos oligopólios familiares de mídia, revelam um terrível processo de adaptação às novas tecnologias no qual, embora as empresas usufruam largamente de suas interfaces comerciais, estabeleceu-se um padrão de interdição ideológica dos jornalistas. Isso significa que a adequação de rotinas e produtos da mídia ao que há de mais moderno e inovador no mercado de informática tem, simplesmente, servido para coibir e neutralizar a natureza política da atividade jornalística no Brasil.
Baseados na falsa noção de que o jornalista deve ser isento, as grandes empresas de comunicação criaram normas internas cada vez mais rígidas para impedir a livre manifestação dos jornalistas nas redes sociais e, assim, evitar o vazamento do clima sufocante e autoritário que por muitas vezes permeia o universo trabalhista da mídia. Em suma, a opinião dos jornalistas e, por analogia, sua função crítica social, está sendo interditada.
Recentemente, a ombudsman da Folha de S.Paulo, Suzana Singer, opinou que jornalista não deveria ter Twitter pessoal. Usou como argumento o fato de que, ao tuitar algo “ofensivo”, o jornalista corre o risco de, mais para frente, ter que entrevistar o ofendido. A preocupação da ombudsman tem certa legitimidade funcional, mas é um desses absurdos sobre os quais me sinto obrigado a, de vez em quando, me debruçar, nem que seja para garantir o mínimo de dissociação entre a profissão, que tem caráter universal, e os guetos corporativos onde, desde os anos 1980, um sem número de manuais de redação passaram a ditar todo tipo de norma, inclusive comportamental, sobretudo para os repórteres.
Suzana Singer deu um exemplo prosaico, desses com enorme potencial para servir de case em cursinhos de formação de monstrinhos corporativos que pululam nas redações:
“Hoje o jornalista pode estar em um churrasco, com os amigos, e ser ofensivo com os palmeirenses porque eles ganharam o jogo de domingo. E na semana seguinte ele tem que ir entrevistar o presidente do Palmeiras. Ou seja, é uma situação muito desagradável, que poderia ter sido evitada se o repórter tivesse a postura adequada de não misturar as coisas. Não tem como ter dupla personalidade, separar a sua vida pessoal da profissional, assim como não dá para ter duas contas no twitter”.
Bom, primeiro é preciso esclarecer duas coisas, principalmente para os leitores desse blog que não são jornalistas: é possível, sim, separar a vida pessoal da profissional; e, claro, dá para ter duas contas no twitter. Essa história de que jornalista tem que ser jornalista 24 horas é a base do sistema de exploração trabalhista que obriga repórteres, em todo o Brasil, a trabalhar sem hora extra, ser incomodado nas férias e interrompido nos fins de semana, como se fossem cirurgiões de guerra. Também é responsável, na outra ponta, por estimular jornalistas que se tornam escravos de si mesmo, ao ponto de, mesmo em festas de crianças e batizados de bonecas, passarem todo tempo molestando alguma fonte infeliz que calhou de freqüentar o mesmo espaço.
A interdição imposta aos jornalistas pelas empresas de comunicação tem servido, entre outras coisas, para a despolitização das novas gerações de repórteres, instadas a acreditar que são meros repassadores de notícias e tarefeiros de redações. Desse triste amálgama é que surgem esses monstrinhos entusiasmados com teses fascistas, bajuladoras profissionais e bestas-feras arremessados sobre o cotidiano como cães raivosos, com carta branca para fazer, literalmente, qualquer coisa.
Não causa mais estranheza, mas é sempre bom expor o paradoxo dessa posição da ombudsman, que não é só dela, mas do sistema na qual ela está inevitavelmente inserida, desde que o pensamento reacionário e de direita passou a ser bússola fundamental da imprensa brasileira. Digo paradoxo porque o mesmo patronato que confunde, deliberadamente, liberdade de expressão com liberdade de imprensa, para evitar a regulação formal da atividade midiática, é esse que baixa norma sobre norma para impedir seus funcionários de se manifestarem no ambiente de total liberdade das redes sociais, notadamente o Twitter e o Facebook. Não o fazem, contudo, por zelo profissional.
Essa interdição visa, basicamente, evitar que os jornalistas opinem, publicamente, sobre a própria rotina e, assim, exponham as mazelas internas das corporações de mídia. Ou que expressem opiniões contrárias à de seus patrões. Foi assim, por exemplo, no caso da bolinha de papel na cabeça de José Serra, na campanha de 2010. Aquela farsa ridícula foi encampada, sem nenhum respeito ao cidadão consumidor de notícia, por quase toda a imprensa, por imposição editorial. Diversos colegas jornalistas, alguns que sequer conheço, me mandaram mensagens (um me abordou numa livraria de Brasília) implorando para que eu tratasse do assunto nas redes sociais. Todos me informaram que seriam demitidos sumariamente se contestassem, no Twitter e no Facebook, a tese patética do segundo ataque com um rolo de fita crepe. Todos, sem exceção.
A ética do jornalista é a ética do cidadão, dizia um grande jornalista brasileiro, Cláudio Abramo, aliás, responsável pela modernização de O Estado de S.Paulo e da Folha, nos anos 1960 e 1970. Portanto, nada mais natural que tenha o jornalista os mesmos direitos do cidadão, aí incluído o de se expressar. Impedi-lo, sob um argumento funcional, de exercer seu direito de opinião e crítica é, no fim das contas, mais um desses sinais de decadência moral da mídia brasileira. E, claro, retrato fiel do que ela se tornou nos últimos anos.
Leia outros textos de Outras Palavras

2 - isto é liberdade? nao isto é manipulação da noticia em beneficio de opressores. Basta né?E-mail trocado entre Fernanda Tardin e Carlos Lederberg Neto, Diretor presidente da rede gazeta de comunicações:
Res: URGENTE - QUE A MÍDIA CUMPRA SEU PAPEL
Quarta-feira, 19 de Abril de 2006 17:41:55
De:

"cafe.lindenberg@redegazeta.com.br" a.com.br>
Exibir contato
Para:

Fernanda Tardin

>Sra. Fernanda,

Estou viajando. Nao poderei estar pessoalmente com a sra.
Quanto ao papel da mihdia, no tocante aa minha empresa, estah sendo cumprido adequadamente.
Boa sorte com a imprensa nacional e internacional.

>_____________________________________________________________________________
>Carlos Lindenberg Neto (Café)
>cafe.lindenberg@redegazeta.com.br
>Phone 55 27 3321 8429
>Fax 55 27 3321 8665
>
>Fernanda Tardin
>19/04/2006 12:14
>
> Para: Carlos Fernando Lindenberg a.com.br>
> cc:
> cco:
> Assunto: URGENTE - QUE A MÍDIA CUMPRA SEU PAPEL
>
>
>

>REDE GAZETA DE TELEVISÃO
>EXMO. SR. CARLOS LINDEMBERG NETO
>
>Caro Diretor
>Sou do grupo da sociedade que luta pela reforma social e penitenciária do ES. Ontem, dia 18 de abril de 2006, participei junto a vários e importantes movimentos sindicais e sociais do Estado do ato contra a segurança pública no ES. Oportunamente, eu, a presidente da Federação do Terceiro Setor do ES, lancei o manifesto a favor da Reforma Penitenciária no ES, que conta com apoios de fora para dentro assim como: Secretaria de Segurança e de Justiça do Estado do Paraná, Conselho de Direitos Humanos da Presidência da República, Integrantes da ONU, da Anistia Internacional, de Centro de Estudo e Pesquisa de Violência da USP, de ONGS, OSCIPS, Fundações, da Marinha do Brasil, do Tribunal de Justiça do RJ, e de muitos outras instituições credenciadas para tal e devidamente registradas por mim, o qual coloco a V. inteira disposição para apreciação.
>No dia 17/04 encontrei-me com um dos nossos apoiadores aqui no Estado, Dr. Danilo Bahiense e a jornalista Marluce desta rede de comunicação ( e já são muitos atores sociais), entre partidos políticos, sindicatos, instituições governamentais, delegacias de policia, escrivães, lideranças comunitárias, lideres de movimentos sociais e logicamente as ONGS e OSCIPS.
>Ontem, dia 18 de abril, saímos às ruas, e a imprensa negligentemente, deixou passar desapercebido da sociedade, o verdadeiro motivo da manifestação. Foi feita uma entrevista prévia com a jornalista Marluce e o objetivo principal e primário da passeata foi esclarecido. Não fomos às ruas para a caça de bandidos corruptos, pois para tal, seria mais relevante o apoio da Mídia. Ontem nos reunimos para alertar a sociedade e agregar a nossa determinada luta a necessidade de reformas. Como necessidade maior, a Reforma Penitenciária. Este é um assunto urgente! Temos pouco tempo para nos justificarmos diante da determinação da Anistia Internacional. Torna-se óbvio, que V.Sa conhece a pauta.
>Diante da ALES e novamente em frente ao TJES, falou-se que documentações mostram o caos dos presídios daqui do Estado, coisa que o Brasil acompanha na imprensa geral, e nós aqui pouco podemos ter acesso, pois nossa mídia não noticia. Falou-se e pediu-se a conclusão das CPIs que apuram os deputados envolvidos em desvio de verbas públicas (isto foi o noticiado), falou-se de secretário torturador, de líder político corrupto e de que a reforma penitenciaria é “LEGAL” e precisa ser feita, e que a SOCIEDADE ORGANIZADA, onde eu participo fazendo a junção de projetos, está com a reforma em mãos já proposta ao Governo, apresentadas aos Secretários de Governo e precisa apenas da assinatura e parceria do Dr. Paulo Hartung, Exmo. Governador do Estado. Lamentável, este lapso jornalístico.
>Gostaria de ainda hoje falar a V.S.a PESSOALMENTE, antes de forças aliadas nacionais abrirem espaço nacional e internacional para que eu fale da reforma, o que pareceria descaso da mídia local, ou no mínimo DESPREPARO para tal.
>Estou às ordens, no tel 99189111. No aguardo.
>
>Fernanda Tardin

Porque:
Como podem observar a ONG”empresarial” ES em Ação, que faz parcerias com o governo tem em sua formação anterior ( link retirado do ar, mas fácil de ser constatado no Ministério da Justiça, onde deveria ser registrada a ONG e a formação da ONG



e isto é o que? O jornal A Tribuna deixou de publicar a coluna de Elio Gaspari na edição deste domingo (07/03). O texto, veiculado em outros jornais, fazia críticas ao governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB-ES). Segundo o jornal capixaba, houve uma falha técnica que impediu a veiculação do artigo.
O texto intitulado "As masmorras de Hartung aparecerão na ONU" critica o sistema prisional do Espírito Santo e anuncia que no próximo dia 15/03 o governador terá que prestar esclarecimentos à ONU sobre a situação das carceragens no estado. Elio Gaspari também cita crimes hediondos ocorridos entre presos durante a gestão do governador. Além disso, o jornalista aponta números de superlotação nos presídios capixabas.
O editor do jornal Francisco Henrique Borges informou que a coluna não foi publicada por um problema técnico, mas não especificou qual. Até o fechamento desta matéria, a direção do jornal não foi localizada para comentar o assunto.

Elio Gaspari retira direitos de A Tribuna publicar sua coluna,


3 - o Marqueteiro de washington contratado para respaldar mídia golpista:
e isto é o que? Liberdade de imprensa que nao é: http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2010/09/marqueteiro-de-bush-e-fhc-sustenta.html destaques: E destacar estas partes:
(Veja contrato na integra no link: http://hondurasurgente.blogspot.com/2009/09/marqueteiro-trabalha-para-micheletti.html)

promover la dictadura del presidente y usurpador Roberto Micheletti, como una democracia "a través de la utilización de los medios de comunicación, contactos responsables de las políticas y los eventos, y la difusión pública de información a los funcionarios del gobierno, medios de comunicación y grupos no-gubernamentales", todo ello con el objetivo de avanzar en "el nivel de comunicación, conciencia y atención sobre la situación política en Honduras."

Schechter, el jefe ilusionista de CLSA, sabe como vender la ficción política, ya lo ha hecho en el pasado. Como parte del trabajo de consultoría electoral ha trabajado para el ex presidente mexicano Ernesto Zedillo, para el presidente colombiano Álvaro Uribe y para el ex presidente brasileño Fernando Henrique Cardoso —este último es un contacto útil dado que el presidente electo democráticamente, Manuel Zelaya, está refugiado en la embajada brasileña de Tegucigalpa, Honduras.

...
Marcelo Saldanha
O Marco Regulatporio é a chance que temos de destituir o poder que foi dado as 11 familias da midia...o PiG não deve e não pode ficar neste papel de comando e controle mais....agora se o PT acha que destituir o PiG e implantar outro modelo de controle...dai estão redondamente enganados....o forida é que o PNBL está caminhando pra isso....espero que a sociedade não caia no partidarismo cego e apoie esras ações em NOME do PT e do GOVERNO.....fico somente triste..pq nas pesquisas que estou fazendo não vejo o debate qualificado de forma massiva....é a prova de que a falta de interesse sobre as politicas publicas e junto a alienação que o governo promove em torno de temas impoartens, faz efeito realmene em cima da massa...sendo assim, depende de nós....que temos maior consciência dos fatos...em continuar a disseminar-los e fazer o papel de professores....não que sejamos melhores do que outros...mas a informação traz isso como consequencia e responsabilidade...na verdade é um dever nosso passar a informação a frente...de forma clara, transparente e veridica...abs e vamos juntos, pq juntos somos FORTES.
03 de setembro às 17:14 · · 1 pessoa

Presidente Chávez alerta invasión de la OTAN contra Venezuela

Fernando Gaebler via lista de Blogueiros do Rio de Janeiro rbp-politica
envia:



Presidente Chávez alerta invasión de la OTAN contra Venezuela


http://www.vtv.gov.ve/index.php?option=com_content&view=article&id=67012%3A-presidente-chavez-alerta-invasion-de-la-otan-contra-venezuela-&catid=49%3Anacionales&Itemid=102

Alí Primera La Guerra del Petróleo

http://youtu.be/T_roTFQvKe8

Ali primera - Tio sam

http://youtu.be/8lCS60pVka8

SKA-P--TIO SAM

http://youtu.be/1dq1ITRyZIY

Alí Primera La Patria Buena
http://youtu.be/_VCuC9Duwps

Alí Primera-No Basta Rezar

http://youtu.be/pPSFHivmcog

Ali primera - Cuando las Aguilas se arrastren

http://youtu.be/2pCoaN-1_r8

Alí Primera -La patria es el hombre-
http://youtu.be/nnJ0NgzQAUc

El Comandante Se Queda

http://youtu.be/1NhUo_YL6tA

LLoviznando Cantos - 13 de Abril 2002 Y BAJARON

http://youtu.be/VKSyKE7Y5R0

Lloviznando Cantos - No pasarán No volverán

http://youtu.be/uzYr9pfq-H4

Videoclip SKA-P El Libertador

http://youtu.be/VCkMUYyml50

HIMNO DEL PSUV LA HORA DEL PUEBLO (EXCELENTE CALIDAD)

http://youtu.be/Lo31j6PtgSA

EL PUEBLO UNIDO JAMAS SERA VENCIDO!!!!!!!!!!!

VIVA CHAVEZ Y LA REVOLUCION BOLIVARIANA, PATRIA SOCIALISTA Y VIDA, SEGUIREMOS VENCIENDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
--
#RioBlogProg - Política
Movimento dos Internautas Progressistas do Estado do Rio de Janeiro
Grupo de discussão sobre Política
 

Tijolaço: Quem não é arrogante, faz consenso

Quem não é arrogante, faz consenso

O Globo noticia que o Ministro da Defesa, Celso Amorim, teria recebido “carta branca” dos comandantes de Marinha, Exército e Aeronáutica” para negociar no Congresso a aprovação da Comissão da Verdade, que deve buscar informações sobre pessoas desaparecidas na ditadura militar.
Embora a expressão seja imprópria, porque ninguém quer excluir os militares de qualquer discussão, é um sinal de que era pura intriga a tal história de que Amorim tinha dificuldades, quase uma sublevação, com os comandos militares. A serenidade com que tratam este tema espinhoso é um exemplo de que isso está longe de existir.
E é totalmente pueril a discussão de que a Comissão da Verdade implica diretamente em qualquer apreciação judicialmente punitiva ou mesmo persecutória sobre os monstruosos eventos ocorridos na noite sombria da ditadura. Essa atribuição não é dela ou do Governo, mas do Judiciário e do Ministério Público.
Vivemos num Estado de Direito, onde respeitam-se as decisões judiciais e o direito de delas discordar. Nossa Corte Constitucional examinou o assunto em tese e teve uma decisão, na opinião de muitos, errônea. Como é próprio da democracia, ela pode, diante de fatos concretos, rever sua posição. Volta e meia, aliás, os tribunais superiores fazem isso.
A Comissão da Verdade, como o nome bem diz, a verdade busca. Diante dela, e só diante dela, se pode ter paz e, igualmente, se pode decidir com sentimento de justiça o que fazer diante dos fatos revelados.
Este é o consenso, o alvo comum que deve superar todas as divergências de opinião: conhecer a verdade.
E  então, diante dela, discutir – na Justiça, outra vez,  inclusive, frente a fatos concretos – o que fazer.
http://www.tijolaco.com/quem-nao-e-arrogante-faz-consenso/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Tijolacoblog+%28Tijola%C3%A7o+-+O+Blog+do+Brizola+Neto%29 

'blogueira' cubana desmascarada pelo Wikileanks

pragmatismopolitico.blogspot.com
Você está em: Home » mídia internacional » Blogueira Yoani Sánchez mentiu sobre entrevista com Obama, revela WikiLeaks

    • Américo Jurca O que se pode esperar de uma canalha dessas? De alguém que se vende a um inimigo de seu povo??? Ao inferno com essa Yoani mercenaria e com os Fariñas da vida.Cuba devia catapultá-los diretamente para Miami, a terra que eles tanto adoram.
      Nem sei como Cuba permite que esses bandidos tenham tanto poder de sabotar o regime dentro de suas próprias fronteiras!
      terça às 17:23 · · 5 pessoas
    • Antonio Granado Quero Reinaldo Azevedo nas minhas mãos.
      terça às 18:12 · · 2 pessoas

GUERRILHEIROS VIRTU@IS: 17º Grito d@s Excluíd@s

GUERRILHEIROS VIRTU@IS: 17º Grito d@s Excluíd@s: GUERRILHEIROS VIRTU@IS

17º Grito d@s Excluíd@s



GUERRILHEIROS VIRTU@IS

terça-feira, 6 de setembro de 2011

MENSAGEM À OMBUDSMAN DA 'FOLHA' SOBRE DESVIOS DE CONDUTA DO JORNAL

Prezada senhora,

em nome de Cesare Battisti, venho denunciar três graves desvios de conduta jornalística em que incorreu a "Folha de S. Paulo" na entrevista "Revolução? Isso é uma piada", publicada no último domingo, 04/08.

1) a utilização, por parte do jornalista João Carlos Magalhães, de uma relação familiar (no caso o tio, Magno de Carvalho Costa) para obter a entrevista, a despeito da desconfiança que a "Folha de S. Paulo" inspirava em Battisti e em todos nós do Comitê de Solidariedade -- não só por seu viés na cobertura do caso, que sempre avaliamos como adverso, como por ter se posicionado favoravelmente à extradição para a Itália em editorial publicado no dia do julgamento no STF.

Eis o depoimento de carvalho Costa:
"Quero dizer que me sinto responsável por trazer a minha casa, onde está hospedado o companheiro Cesare, o jornalista João Carlos Magalhães da 'Folha de S. Paulo', que acabou fazendo a matéria, que certamente foi o que de pior já publicou sobre Cesare Battisti no Brasil.

Este jornalista no qual confiei e fiz confiar ao Cesare, é meu sobrinho e é filho de pais de esquerda...

Foi com a maior surpresa e decepção que leio a matéria infame publicada pela 'Folha de São Paulo', (...) em que o Sr. João Carlos Magalhães rompendo com todos os acordos feito comigo e com o próprio Cesare de imparcialidade, publica esta matéria com o claro objetivo de provocar a Direita e por outro lado, indispor Cesare com todos os que o apóiam, negando suas convicções".
2) O logro, o uso de subterfúgios e o descumprimento de promessas poderiam ser considerados apenas lapsos morais, se o jornalista não tivesse se valido da confiança que Battisti nele depositou (porque afiançado pelo tio), para induzi-lo a uma exposição negativa. Eis o relato de Battisti:
"...[foi colocada na] primeira pagina uma foto aonde eu apareço feliz da vida com gargalhadas e cervejas, cujo titulo e legenda 'La dolce vita clandestina' serve para dizer à Itália que eu estou me lixando dos dramáticos anos 70...

...Agora vem a safadeza: ele mesmo [o jornalista João Carvalho Magalhães] me levou ao bar só na intenção de tomar essa foto".
A conjugação de uma foto de Battisti gargalhando com uma legenda sarcástica predispõe, indiscutivelmente, os leitores contra ele. É inaceitável que o jornalista o tenha induzido a colocar-se nessa situação, aproveitando a forma dúbia como se introduziu junto a Battisti para o desmoralizar. Trata-se, nem mais, nem menos, de uma armadilha. A ingenuidade de um não justifica a má fé e falta de escrúpulos do outro.

3) Pior ainda foi haver rompido unilateralmente e sem comunicação prévia o acordo de não revelar a região em que Battisti estava morando. Trata-se de um cidadão contra quem, há vários anos, é movida uma intensa campanha de ódio na Itália e no Brasil. A própria imprensa italiana já noticiou que o serviço secreto daquele país tentou contratar mercenários para sequestrá-lo ou eliminá-lo em solo estrangeiro, com as tratativas só não avançando por desacordo quanto a preço. Enfim, Battisti tem justificados motivos para adotar algumas precauções.

Uma condição imposta aos entrevistadores tem sido sempre esta: a de não facilitar sua localização. A revista "IstoÉ" a respeitou, mesmo se tratando de uma matéria de capa. Idem a revista "Piauí".

A "Folha", não. Logo no 3º parágrafo, bem como no crédito do jornalista, colocou uma informação que poderia inspirar um atentado contra Battisti -- sem nenhum motivo jornalístico para tanto, uma vez que nada de relevante acrescenta ao texto, sua situação no Brasil está totalmente legalizada e ele pode residir onde quiser. Por que não aludir, simplesmente, a "uma pequena cidade no litoral paulista", como os outros fizeram?

Confio em que a Senhora compreenderá a gravidade do que estou expondo e vá tomar as providências devidas.

Atenciosamente,

CELSO LUNGARETTI
jornalista profissional

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Palestina: Novo caminho para paz - Assinem a Carta a ONU

Caros amigos,

Hoje o Conselho de Segurança da ONU se reuniu para discutir o apelo da Palestina para se tornar o 194º país do mundo. No entanto, governantes de países de destaque ainda estão em cima do muro. Somente um esforço gigantesco da opinião pública pode mudar a situação.

A Avaaz fez um pequeno, mas emocionante vídeo mostrando que essa proposta legítima é de fato a melhor oportunidade para acabar com o beco sem saída das infinitas negociações mal-sucedidas e abrir um novo caminho para a paz.

Clique para assistir o vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe para todos:


Enquanto a violência se espalha novamente e as tensões sobem no Oriente Médio, uma nova proposta de independência da Palestina ganha fôlego em todo o planeta. Se conseguirmos a aprovação dessa proposta na ONU, ela poderá significar um novo caminho para a paz.

Porém, os chefes de governo de países de destaque ainda estão em cima do muro e para convencê-los a apoiar a independência da Palestina precisamos reforçar a pressão da opinião pública. Muita gente acha que não entende a situação suficientemente bem para se mobilizar. Para ajudar, a Avaaz fez um novo vídeo de curta duração contando a verdade sobre o conflito. Se uma quantidade suficiente de pessoas assistir ao vídeo, assinar a petição e a encaminhar a todos os seus contatos, nossas lideranças serão forçadas a nos ouvir.

Quase 10 milhões de membros da Avaaz estão recebendo este e-mail. Vamos mudar o teor da conversa sobre o Oriente Médio e criar um maremoto de apoio à independência da Palestina. Clique no link abaixo para assistir ao vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe este e-mail a todos os seus contatos:

http://www.avaaz.org/po/middle_east_peace_now/?vl

Enviado por Vitor Buaiz.