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sábado, 3 de setembro de 2011

Ovacionado Chavez retoma o 'curso da história': Hasta Siempre Comandante Chavez!


Após a saída do Hospital Militar, onde ficou internado recebendo mais uma dose de quimioterápicos, Chávez foi ao encontro de seu povo, que o saudou pelas ruas centrais de Caracas. Será que alguém tem dúvidas de que nas próximas eleições majoritárias da Venezuela, Chávez ganhará de goleada? Pelo visto vai ser muito difícil a aliança terrorista OTAN/Estados Unidos/Israel articulada com os golpistas de abril de 2002 e a grande mídia burguesa do mundo, desestabilizarem a Venezuela - pois esse país conta com grande mobilização popular em defesa de seu governo constitucional e está bem articulado no mundo (apoio da UNASUR; apoio da ALBA, apoio de BRICS, apoio da OUA e brevemente a CELAC). Se tentarem, os países terroristas atacantes sofrerão grande derrota política e militar, pois a América Latina deixou definitivamente de ser quintal dos Estados Unidos e está em formação um grande bloco de países solidários com aqueles que forem atacados militarmente ou desestabilizados. Jacob David Blinder 
 
 
 
http://www.youtube.com/watch?v=b666Hp1VTMg&feature=related  Presidente Chávez se encuentra con su pueblo
 
 
 

 
 
Chávez prepara artillería para el 4 de febrero de 2012
 
Por: CiudadCCS / VTV / Aporrea.org
Fecha de publicación: 03/09/11
 
 

03/09/11.- El presidente de la República, Hugo Chávez, afirmó ayer tras su salida del Hospital Militar que “el 4 de febrero es que yo largo mi caballería rumbo a las elecciones de 2012, según lo que diga el CNE”, aseguró.


Chávez resaltó que la oposición no quiere aceptar las encuestas. “Las mismas encuestas de ellos dicen la verdad, pero ellos no quieren reconocerlo”, subrayó.


“La pelea es peleando, pero no podemos decir que ganamos o no ganamos”, precisó.


LA MOTIVACIÓN DEL COMANDANTE


El jefe de Estado salió del Hospital Militar pasadas las cinco de la tarde, luego de someterse a su tercera fase de quimioterapia. El primer mandatario nacional explicó que a su ingreso para el tratamiento tenía un peso de 87 kilogramos y, a su salida, registró un peso de 88.5.


“Estoy muy motivado. Estoy con el alma encendida de luz y de vida. Y el cuerpo también, recuperé más de un kilo en esta semana”, expresó.


A su salida del hospital lo acompañaron un grupo de médicos tratantes; el vicepresidente, Elías Jaua; el canciller, Nicolás Maduro; la ministra, Eugenia Sader; sus hijas, Rosa y Rosinés.


El médico tratante que lo acompaña aseveró que al “Presidente se le aprecia una mejor condición no sólo física, sino anímica”, dijo.


Al referirse a las instalaciones del Hospital Militar, el jefe de Estado indicó que éste se encuentra en un “estado óptimo y con una moral muy alta”. Añadió que se comprometió con la ministra Eugenia Sader para llevar a cabo “algunas ideas” con el hospital.


“Mi compromiso con ustedes y con todo el personal del Hospital Militar para seguir apoyándolos. Voy a apoyar que da miedo al Hospital Militar”, sentenció.


CARAVANA HASTA MIRAFLORES


Luego, Chávez se trasladó a Miraflores en un vehículo descapotado donde recibió muestras de simpatía de centenares de personas apostadas a lo largo de la avenida San Martín para, posteriormente, arribar pasadas las 6 de la tarde al Palacio de Miraflores, donde una multitud lo acompañó.


Al salir al patio principal se escucharon las gloriosas notas del Himno Nacional. Seguidamente, el Presidente hizo un dúo, al ritmo de arpa, cuatro y maracas, con el cantautor venezolano Cristóbal Jiménez, trasmitido en cadena nacional de radio y televisión. La joven Anahe Torrealba le dedicó al mandatario la pieza venezolana Esteros de Camaguán.


Por su parte, el padre Numa Molina elevó una oración por la salud del Comandante y éste comentó que desea la paz para Venezuela.


Asimismo, no descartó otra sesión de quimioterapia si así lo indican sus médicos. Comentó que la que le han aplicado “es preventiva”, porque no tiene células malignas.
 
“No las hay y no las habrá”, dijo el Presidente.


IMPULSAR “LA GUARDIA DEL PUEBLO”


“La inseguridad en las calles es un problema en Venezuela y en el mundo, y estamos combatiéndola y tomando muchas decisiones y acciones”, manifestó. Pidió reimpulsar el programa La Guardia del Pueblo, además de implementar vigilancia en carreteras y autopistas, en calles, y exhortó a los consejos comunales incorporarse, expresó Chávez.


NO PODRÁN PISARME EL PONCHO


También, recalcó que se honra en “comandar a la Fuerza Armada. Y no habrá general retirado de pacotilla, cobarde, golpistas generales adecos y copeyanos, no habrá ninguno de ellos que venga a pisarme el poncho. Yo mando en jefe a la Fuerza Armada y la mandaré en jefe”, advirtió a los detractores de la institución castrense”.


Planteó efectuar la reunión de la Celac para los primeros días del mes de diciembre.


“QUE ALÁ PROTEJA A GADDAFI”


Se refirió a la crisis que se vive en Libia e insinuó que, al parecer, Gaddafi se fue al desierto. “Nadie sabe dónde está. Que Alá lo proteja donde quiera que esté”, dijo.

 
 
 
 
 
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QUERO COMPARTILHAR COM AMIGOS E LEITORES OS VÍDEOS SOBRE A VIAGEM EFETUADA À VENEZUELA E COLÔMBIA NOS MESES JANEIRO E FEVEREIRO DE 2011. Jacob David Blinder
 
1 - VÍDEO: PARQUE NACIONAL DE CANAIMA - VENEZUELA: Uma explosão da natureza em sua forma bruta
 
http://www.youtube.com/watch?v=5XLh9ZPzfqw 
 
2 - VÍDEO: PARQUE NACIONAL ARQUIPÉLAGO LOS ROQUES - VENEZUELA: O paraíso caribenho
http://www.youtube.com/watch?v=wmbETgpcqUA 
 
 
3 - VÍDEO: CIDADES DE CARTAGENA DE ÍNDIAS E SANTA MARTA - COLÔMBIA: AS JÓIAS HISTÓRICAS DO CARIBE 
 
 
 
Enviado por Jacob Blinder

DESVIOS DA ROTA: FARSA DESMASCARADA E AFRONTA À MINISTRA

Os últimos dias estão mostrando a verdadeira face da Rota - Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar.

Neste sábado (03/09), o noticiário revela um laudo do Instituto Médico Legal demolindo de vez a versão da Rota, de que teria ocorrido uma bizarra tentativa de atentado ao seu quartel em agosto/2010: o IML atesta que o presumido autor foi alvejado pelas costas e não baleado em tiroteio frontal, conforme alegado.

Isto, mais o fato de que não foi apresentado o suposto  coquetel molotov  e nem mesmo se encontraram fósforos ou isqueiro com o defunto, fez o próprio secretário da Segurança Pública de SP, Antonio Ferreira Pinto, admitir a possibilidade de a sede da tropa não ter sofrido atentado nenhum.

Na época havia integrantes da Rota sendo investigados em casos de corrupção e homicídios. Daí terem aumentado agora as suspeitas de que tudo não haja passado de uma cortina de fumaça para desviar a atenção da imprensa e da sociedade.

A semana já começara com a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, cobrando a retirada dos aberrantes elogios à ditadura dos generais, mantidos até agora no site da Rota (que está abrigado no portal do Governo de São Paulo).

Ela se queixou, especificamente, de que a unidade mais truculenta da Polícia Militar de São Paulo "se orgulha de ter participado da deposição de um presidente eleito" e dos "massacres promovidos pela violência de Estado".

Como o assunto mereceu destaque no jornal O Globo (RJ), a PM prometeu, em nota à imprensa, alterar sua página virtual.

O parto da montanha, entretanto, foi um rato: a correção se limitou à retirada da frase na qual o 1º Batalhão de Polícia de Choque Tobias Aguiar (do qual a Rota é força tática de policiamento motorizado) relacionava, dentre suas "campanhas de Guerra" através dos tempos, a "Revolução de 1964, quando participou da derrubada do então Presidente da República João Goulart, apoiando a sociedade e as Forças Armadas, dando início ao regime militar com o Presidente Castelo Branco".

Não havia mesmo como sustentar, em pleno estado de Direito, a afirmação de que, ao ajudar a golpear as instituições, estaria "apoiando a sociedade".

Os historiadores, contudo, terão algo a dizer sobre dois outros episódios dos quais a Polícia de Choque paulista jamais deveria ufanar-se:
  • sua contribuição ao massacre dos pobres famélicos de Canudos; e 
  • à repressão do heróico levante dos 18 do forte de Copacabana (justificada com uma afirmação estapafúrdia, a de que estaria "defendendo as fronteiras do Estado contra as invasões vindas do Paraná"!).
Pior ainda é a permanência da retórica outrora utilizada pela ditadura militar para validar as prisões ilegais, torturas, estupros, execuções e sequestro dos restos mortais daqueles que confrontavam o arbítrio instaurado pelo golpe de 1964. Vide estes trechos:
"Sufocado o foco da guerrilha rural no Vale do Ribeira, com a participação ativa do então denominado Primeiro Batalhão Policial Militar 'TOBIAS DE AGUIAR', os remanescentes e seguidores, desde 1969, de 'Lamarca' e 'Mariguela' continuam a implantar o pânico, a intranqüilidade e a insegurança na Capital e Grande São Paulo. Ataques a quartéis e sentinelas, assassinatos de civis e militares, seqüestros, roubos a bancos e ações terroristas. Estava implantado o terror"
"Mais uma vez dentro da história, o Primeiro Batalhão Policial Militar 'TOBIAS DE AGUIAR', sob o comando do Ten Cel SALVADOR D’AQUINO, é chamado a dar seqüência no seu passado heróico, desta vez no combate à Guerrilha Urbana que atormentava o povo paulista".
Quem, em condição de extrema desigualdade de forças, resistia a uma bestial tirania, não era nem de longe responsável pelo "pânico, intranquilidade e insegurança".

A ótica civilizada, expressa inclusive nas diretrizes da ONU, é exatamente a oposta: os verdadeiros culpados pelo festival de horrores que marca os regimes de exceção são os que quebram a normalidade democrática, não os que tentam libertar o país do despotismo.

E as ações armadas de movimentos de resistência -- desde as dos partisans que enfrentavam o nazifascismo na Europa até a de seus congêneres dos  anos de chumbo  na América Latina -- não se caracterizavam como terroristas, salvo na propaganda enganosa das próprias ditaduras, formulada por seus serviços de guerra psicológica. O  terrorismo de Estado, sim, estava indiscutivelmente tipificado.

Enfim, a PM não retirou da página virtual da Rota as lôas aos "massacres promovidos pela violência de Estado", numa óbvia afronta à ministra Maria do Rosário; e, na verdade, descumpriu a promessa feita para sair da saia justa em que a colocou o jornal O Globo.

Atitude igualmente evasiva a corporação adotou em 2009, quando um seu porta-voz prometeu ao Brasil de Fato revisar o site, mas acabou não sendo mudada uma palavra sequer.

PASSADO SOMBRIO

A brutal execução de três jovens inocentes de classe média por parte dos carrascos da Rota 66, em 1975, fez com que a opinião pública se desse conta da existência de grupos de extermínio legalizados a, eles sim, aterrorizarem a população dos bairros pobres de São Paulo.

O excelente livro Rota 66, do jornalista Caco Barcellos, documentou 4.200 casos de assassinatos cometidos pela Rota nas décadas de 1970 e 1980, tendo como vítimas, quase sempre, jovens pobres, pardos e negros (muitas vezes sem antecedentes criminais). Os inocentes atingidos por engano seriam em maior número do que os verdadeiros criminosos - cuja condição, claro, não eximia os policiais do dever de entregá-los à Justiça, ao invés de simplesmente abatê-los, como faziam.

Tudo é revoltante nos relatos de Barcellos: a impunidade dos criminosos que, nas raras vezes em que alguém ousava denunciá-los, eram julgados pelos próprios colegas de corporação; as arbitrariedades de toda ordem, como alterações nos cenários dos crimes, destruição dos documentos das vítimas, aceitação de depoimentos contraditórios e até ameaças aos profissionais íntegros que tentassem não envolver-se nessas farsas; a impotência das famílias que, sem recursos para custear advogados e exigir justiça, acabavam se conformando com a execução covarde de seus entes queridos...

Endeusada pelos jornais popularescos e sanguinários, a Rota era a menina dos olhos de Paulo Maluf, que lhe deu total liberdade de ação quando governador e depois, em suas campanhas políticas, sempre prometeu colocá-la na rua.

Os excessos cometidos pela Rota eram tão frequentes e chocantes que o jornal Folha de S. Paulo chegou a exigir, em editorial (06/02/1983), que o governo estadual desativasse a Rota, dando fim à sua "legenda sanguinária":
- O método de operação consagrado pela Rota e imitado, nos últimos tempos, por outras unidades da PM não é apenas essencialmente ilegal, porque baseado na detenção de "suspeitos" identificados por uma nebulosa intuição policial; não é só atentatório aos direitos humanos, porque conduz frequentemente à eliminação sumária desses "suspeitos" ou à extração de confissões mediante sevícias; é também intrinsecamente incapaz de conter a escalada da criminalidade, mas ao contrário a alimenta com doses de violência cada vez mais desatinada.

O papel de Fidel Castro no contra-golpe na Venezuela, em 2002


Por Antonio Ibiapino da Silva via blog Solidários

Em 11 de abril de 2002, a Venezuela sofre uma forte agitação política.No núcleo da agitação existia um golpe militar, coordenado por um setor do exercito venezuelano e seu comandante era o General Vázquez Velasco.

No dia 12, o presidente Hugo Chávez liga para Fidel Castro eram 12:38h. Fidel atende o telefone e recebe informes sobre os acontecimentos no país.

Entre os informes, Chávez diz: "Estamos en el Palacio atrincherados hemos perdido la forza militar que podia decidir y nos quitaran la señal de televisión". Dito isso, Fidel pergunta: "que forças tens"? Hugo Chávez respondeu que contava com 200 a 300 homens e que estavam todos esgotados. Fidel indaga uma vez mais: "Tanques tienes"? Não temos, havia tanques, mas retiraram estão agora nos quartéis. Fidel faz a última pergunta, queria saber se o presidente contava com outras forças. Mas a resposta não foi satisfatória, o presidente Hugo Chávez disse que havia outras forças, mas estavam longe e sem comunicação; falou também de um aliado, tratava-se do General Raúl Isaias Baduel, chefe da Divisão de Brindados.

Após o informe Fidel pediu ao presidente Chávez para expressar um ponto de vista sobre a situação; com a devida permissão do presidente, Fidel disse: "propunha uma saída, através de um acordo digno, pois é necessário preservar a vida dos homens que tens, eles são fieis, não os sacrifique. Mas Chávez respondeu que todos estavam dispostos a morrer lutando.

Eu sei que esses homens são valiosos, mas penso que nestas circunstâncias tenho melhores condições de refletir que você. Peço que não renuncies em nenhuma condição, exija garantias honoráveis e garantias para que não sejas vítima dessa tragédia. O esforço primordial é para que preserves a tua vida e a de teus companheiros. É importante que procure alguém com autoridade entre as fileiras golpista e propunha sua disposição para sair do país, contanto que não renuncie.

Aqui de Cuba, eu tratarei de mobilizar o corpo diplomático em nosso país e na Venezuela. Também enviaremos dois aviões com nossos conselheiros e um grupo de diplomatas para transladá-lo.

Hugo Chávez pensou um pouco e finalmente aceitou a proposta do comandante Fidel.

O Comandante cubano elaborou três possibilidades estratégicas para o problema do golpe. A primeira era ficar dentro do palácio Miraflores e resistir até a morte; a segunda era sair do palácio e tentar reunir-se com o povo para desencadear uma resistência nacional com ínfimas possibilidade de êxito e a terceira era exatamente sair do país de forma segura e ganhar tempo para reorganizar as forças necessárias para a vitória.

Em plena madrugada Fidel se reuniu com o corpo diplomático e propôs que os embaixadores seguissem com Filipe Pérez Roque, Ministro das Relações Exteriores, à Caracas para, pacificamente, resgatar vivo o presidente da República.

Inicialmente a proposta não pode ser concretizada, porque os golpistas não concordaram, comunicando ainda que Hugo Chávez seria submetido a um Conselho de Guerra.

Chávez tenta conversar com o comando golpista, colocou seu uniforme de pára-quedista e seguiu acompanhado de seu ajudante, Jesús Suáres Chourio, para o Forte de Tiuna; Quartel General e posto de mando militar do golpe.

Nesse momento não havia comunicação, ninguém sabia o que estava acontecendo; apenas a televisão divulgava esporadicamente que Chávez tinha se demitido. O objetivo era desmobilizar os partidários de Chávez e também o povo. Fidel liga para Chávez, mas não consegue completar a ligação, ele já estava preso.

No dia 12 de abril Fidel fala com a filha do presidente Chávez, Maria Gabriela, que comunicou a prisão do presidente.

Às 10:02h do mesmo dia, Maria Gabriela chama outra vez Fidel e transmite as palavras de Chávez. De imediato, Fidel pergunta: "tu estarias disposta a informar ao mundo com tuas próprias palavras"? Ela responde: "Qué no haria jo por mi padre"?

Então Fidel chama Randy Alonso, jornalista e diretor do Mesa Redonda. Antes das 11:00h, Randy chama Maria Gabriela, através do telefone informado por Fidel, e faz a gravação, que Cuba entregou as agencias credenciadas em Havana e também as transmite pelo noticiário de televisão.

Às 12:40h do dia 12 de abril de 2002, a informação cubana na própria voz de Maria Gabriela desmoraliza a CNN, que publicava as mentiras divulgadas pelos militares. A desmoralização foi motivo de reunião por parte da direção da CNN.

As noticias veiculadas em Cuba foram escutadas por milhões de venezuelanos e pelos militares fieis a Hugo Chávez, e ainda serviram para que a CNN parasse com as mentiras de que o Chávez havia renunciado.

Há noite, precisamente às 11:15h. Maria Gabriela liga para Fidel e começa falar com voz trágica. O Comandante nem deixou que ela terminasse, interrompeu a e perguntou: "o que aconteceu?" Maria Gabriela responde: "Levaram meu pai em um helicóptero, e não sabemos onde ele está agora". Fidel a interrompe novamente dizendo: "Você tem que denunciar isso com a sua própria voz". Randy Alonso, estava com Fidel e também um grupo de dirigentes da juventude, pararam a reunião e Randy fez a denúncia com a própria voz da filha do Chávez. Mais uma vez, o mundo sabe a verdade, através de Cuba.

No dia 13 sábado, às 10:00h. Maria Gabriela liga novamente para Fidel e comunica que os pais do presidente queriam falar com o comandante Fidel e fazer uma declaração.

Na fala a mãe de Chávez, informa que o chefe militar da Guarnição acabara de falar com seu esposo, Hugo de los Reyes Chávez e, que esse havia dito que seguia firme a constituição.

Em seguida Fidel fala com Lucas Rincón, Inspetor Geral das Forças Armadas, o qual afirmou que a Brigada de Paraquedista, a Divisão Brindada e a Base de Caça Bombardeiro F-16 estavam contra o golpe e prontas para atuar. Após o informe Fidel pede para que fossem evitados confrontos entre militares.

Alguns minutos depois a brava Maria Gabriela liga para Fidel e diz que o General Baduel, chefe de Brigada de Paraquedistas estava querendo comunicar-se com Fidel e que as forças leais de Maracay desejavam fazer uma declaração ao povo da Venezuela e a opinião pública internacional.

Fidel fala com o General Badual e diz: "tudo bem, a declaração pode ser feita agora mesmo". Espere, disse o General; e passou o telefone ao General Julio García Montoya, secretário permanente do Conselho Nacional de Segurança e Defesa. O General Montoya fala com Fidel que logo o coloca em contato com Randy, para que fizesse a declaração, que consistiu no seguinte: "Las Fuersas Armadas venezolanas são fieles a la Contitución". Nesse instante Fidel declara a seus assessores que o golpe estava derrotado. Mas restava uma preocupação, era com a vida de Chávez.

Às 4:15h da tarde, Fidel telefonou ao embaixador de Cuba na Venezuela, Germán Sánchez e perguntou se era possível fazer um contato com o General golpista, Vázquez Velasco. O embaixador respondeu que sim. Neste caso, disse Fidel fale em meu nome e expresse a opinião de que um rio de sangue pode correr na Venezuela e que somente um homem poderia evitar essa possibilidade perigosa; esse homem é Hugo Cháves.

O General Vásquez respondeu a chamada e afirmou que Chávez estava sob seu poder e garantiu que a vida do mesmo seria preservada, mas não podia libertá-lo. Na ocasião o embaixador insistiu, mas o General interrompeu a ligação desligando o telefone.

Fidel imediatamente chama a Maria Gabriela e comunica sobre as palavras de Vázquez, especialmente no que se relacionava com as garantias de preservar a vida do presidente. Ao mesmo tempo pediu para comunicar-se com o General Baduel.

Eram 4:49h da tarde, com Baduel Fidel expressa a opinião de continuar fazendo pressão sobre o General chefe dos golpistas. O General Baduel aproveitou para comunicar ao Comandante Fidel que estava selecionando os homens e também preparando os helicópteros para fazer o resgate do presidente Chávez.
Durante o resto do dia até à 0:00h da noite do dia 13, Fidel Castro tratou de fazer contatos com várias pessoas sobre o resgate e sobretudo com a preservação do vida do resgatado. Falou com Diosdado Cabello Hector Navarro, ministro da Educação Superior sugerindo que ordenasse a Vázquez a liberação do Chávez e que o advertisse da grave responsabilidade, caso desacatasse essa ordem.

Os golpista permaneciam irredutíveis e esperavam um avião de um empresário para transladar o presidente a um lugar desconhecido.

Estou convicto de que Fidel Alejandro Castro Ruz foi o grande estrategista da batalha para salvar a vida e também a Revolução Bolivariana. A inteligência do comandante e sua capacidade de dirigir conflitos de alto risco fez a diferença naquela situação em que o povo venezuelano poderia ter se confrontado em uma desnecessária e violenta guerra civil, pondo em risco a vida de milhares de pessoas.

Fidel sabia que a guerra era suja, que por trás daquela desordem estavam os Estados Unidos e a CIA mancomunada com o gusano Pedro Carmona, para desestabilizar o governo legitimo e o povo, e assim alterar o curso da Revolução, para fazer prevalecer a concepção metafísica, porque essa correspondia naquele momento conjuntural os interesses das classes dominantes.

De fato o golpe foi arquitetado pelos Estados Unidos, para impedir a ideia dos revolucionários venezuelanos de querer mudar o histórico regime social vigente no país de Bolívar, de Dom José Maria Gual, de Dom José Maria Espanha e do contemporâneo e heróico povo, que hora lutava por um mundo em que todos e todas tivessem direito ao bem estar e a vida.

Antonio Ibiapino da Silva é advogado e sindicalista. Autor do livro "Fidel e a democracia" também é membro do Partido dos Trabalhadores no estado do Ceará

Zé Dirceu fala na FORUM : Vou a OEA contra a Veja. APOIAMOS.

Entrevista exclusiva: Zé Dirceu diz que vai à OEA e SIP contra Veja

http://www.revistaforum.com.br/blog/2011/09/02/entrevista-exclusiva-ze-dirceu-diz-que-vai-a-oea-e-sip-contra-veja/

Entrevistei o ex-ministro José Dirceu por telefone. Ele disse que está aguardando a investigação policial para processar a Veja, mas que vai, inclusive, à OEA e à SIP contra a revista. Dirceu cogita várias hipóteses para a tentativa de invasão do seu apartamento no Hotel Naoum, até a de terem tentado colocar uma escuta no seu quarto.
Também afirma que não recebeu solidariedade de nenhum diretor de grande veículo da imprensa nacional no episódio: “Eles querem me ver morto ou preso.”
Ministro, o senhor acha que a revista Veja só soltou esta matéria de capa no último final de semana em decorrência de o hotel ter registrado o boletim de ocorrência pela tentativa de invasão do seu quarto, já que as fotos que eles utilizam são de junho?

Não. Acho que eles iriam soltar a matéria de qualquer jeito. O que estavam discutindo é se faziam capa ou não. Quando fizemos o Boletim de Ocorrência, resolveram fazer capa. A matéria eles iriam fazer. Na verdade, o que precisamos avaliar é por que eles fizeram essa matéria. Se foi por causa do julgamento no Supremo ou se é uma tentativa de criar algo novo contra o governo. Porque se você analisar eles fracassaram na questão da separação da Dilma, de dividir a base dela, entendeu? De tirar o PMDB e o PR da base. E para piorar, para eles, o PV acabou decidindo apoiar a Dilma. Além de o Fernando Henrique e o Aécio terem feito este gesto de estender a mão, sem entrar no mérito da divisão do PSDB, com o Álvaro Dias e o Serra se posicionando contra.
O resultado final disso tudo é que a estratégia de rachar a base do governo não deu certo. E eles voltam para a estratégia deles.
Não sei se você se recorda, mas em setembro, quando fui à Bahia, fizeram toda aquela campanha de que eu estaria em uma linha de confrontar a Dilma. Agora voltam para isso.
Na verdade essa é a segunda hipótese. A primeira é que eles produziram esta matéria para tentar influenciar o julgamento no Supremo Tribunal Federal. Mas a coisa vai se complicar, porque tudo indica que eles plantaram uma câmera lá no hotel. É quase certeza isso.
O senhor esta falando da câmera no corredor?
Exato, que não é a câmera do hotel. A situação vai começar a complicar, porque vai se descobrir quem plantou a câmera lá. Brasília é muito pequena e eu estou sentindo empenho por parte da policia.
O senhor vai processar a Veja?
Isso eu tenho que fazer na hora que tiver a informação de que a câmera foi plantada e souber quem fez isso. Muita gente considera isso gravíssimo. A Veja não está tendo defensores neste episódio. A mídia não critica, mas também não a defende. A Folha, o Globo, o Estadão, por exemplo, não deram matéria, mas também não defenderam a Veja. Se nós conseguirmos provar que foi uma câmera plantada e viermos a descobrir o nome da pessoa que fez isso, daí eu já tenho dois dos melhores criminalistas do Brasil que vão trabalhar numa ação contra eles. Mas, só posso fazer a coisa na hora certa, porque se não eles vão transformar em censura e essas coisas todas. Já começaram a desviar o foco com a história da discussão da regulação da mídia no Congresso do PT. Todo encontro do PT aprova isso. E eu nunca liguei o assunto da Veja a regulação, porque o assunto da Veja é caso de policia, de delegacia. Não é uma questão política, o que a Veja fez é crime. Eles têm que ser processados por crime, não é porque falaram isso ou aquilo de mim. Isso é outra discussão. Se eu estou tendo influência no governo, se eu estou fazendo advocacia administrativa, em relação a esses assuntos ela pode falar o que ela quiser. E eu respondo. Mas o caso é outro… caso de polícia.
Não consigo entender por que eles guardaram essas imagens desde junho, o senhor tem alguma hipótese em relação a isso?
É mais provável que eles só vieram a receber essa fita agora. Alguém pode ter vendido essa fita para eles, porque necessariamente eles não têm de estar na origem da fita. Mas isso é tudo hipótese. Outra hipótese é que eles estavam tentando me grampear, porque o jornalista pode ter tentando entrar no meu apartamento para várias coisas. Pode ter tentado entrar para colocar droga, dinheiro ou ainda para colocar uma escuta. Hoje existem escutas muito sofisticadas.
Ou seja, para mover uma ação o senhor vai esperar a investigação policial avançar?
Temos que fazer uma ação muito bem feita, porque em geral a justiça é sempre pró-mídia, né?

Mas digamos que o caso Murdoch cria um novo tipo de jurisprudência…
Claro, a situação hoje em dia é melhor. Por isso estou pensando em ir aos Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos) e fazer uma provocação a eles. E ao mesmo tempo fazer uma representação contra a Veja na SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa). Fazer o que eles fazem com a Venezuela e com Cuba. Aí é mais provocação, porque a gente conhece a SIP, né? (Se o leitor não conhece, vale a pena ler este texto do Altamiro Borges).
Ou seja, o senhor vai fazer uma ação política de cunho mais internacional?
Isso, pretendo fazer isso. Eu não vou deixar barato, não. Vou confrontar… vou enfrentar a Veja.
Por fim, o senhor teve alguma solidariedade de diretores de redação ou de proprietários de veículos comerciais tradicionais?
Não. Eles querem me ver morto ou preso.
PS: Na entrevista José Dirceu disse que apenas Reinaldo Azevedo, Lucia Hipólito e Augusto Nunes defenderam a revista Veja. E acrescentou: mas eles… Não sei porque cargas d´água eu saltei esse trecho na hora da transcrição.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Dilma: : Recursos para a saúde podem vir do fundo social do pré-sal

A presidenta Dilma Rousseff afirmou que para melhorar o sistema de saúde será preciso conseguir mais verbas para o setor.

"Você vai necessitar cada vez mais recursos para colocar na saúde para ela ficar cada vez mais de qualidade", disse a presidente, ontem em entrevista para rádios de Minas Gerais.

"O Brasil tem um sistema de saúde que é universal, gratuito e tem que ser de qualidade. Nenhum país do mundo resolve essa equação sem investir muito em saúde. Quem falar que resolve isso sem dinheiro é demagogo. O que é demagogo? Mente para o povo, não dá todas vas informações", ponderou Dilma.
dagmarvulpi.blogspot.com
No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras, que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se...Ediane Wunderlich......
há 12 horas · · · ·

  • Ilza Souza curtiu isto.
    • Fernanda Tardin desde que nao seja motivo para derrubarem o VETO PRESIDENCIAL , ok. MAS> PREVINIR é MELHOR QUE REMEDIAR. E PREVENINDO sobrarao leitos para as doenças que nao forem evitadas. certa?
      há 11 horas · · 1 pessoa
    • José Safrany O DINHEIRO, DONA DILMA ENTREGA, DIARIAMENTE, VEJA-SE BEM: DIARIAMENTE, a módica quantia de R$2,2 BILHÕES DE REAIS AOS BANQUEIROS E AGIOTAS/ESPECULADORES, VIA JUROS/AMORTIZAÇÕES, ISTO É 52,7% DO ORÇAMENTO.... DE UMA DÍVIDA QUE, PAGOS MAIS DE R$7 TRILHÕES, DESDE 1994, DOS QUAIS QUASE R$5 TRILHÕES SÓ SO O SR. LULA E AINDA DEVEMOS MAIS DE R$3 TRILHÕES.
      EIS AÍ O DINHEIRO NÃO SÓ PRA SAÚDE, MAS PRA TUDO.
      OU DEIXAMOS DE SER ROUBADOS, COMO ATÉ AQUI (ONDE ESTÁ A AUDITORIA DA DÍVIDA???) OU NÃO NOS RESTARÁ MAIS PAÍS ALGUM. O EQUADOR FEZ SUA AUDITORIA, COM A NOSSA EXCELENTE MARIA LUISA FATORELLI, QUE, LÁ, DESCOBRIU MAIS DE 70% DE DÍVIDAS IRREGULARES E DISSE QUE, AQUI, O SISTEMA É SEMELHANTE...
      ACORDA POVO! VAMOS BOTAR ESSES LADRÕES PRA CORRER E RECUPERAR NOSSA SOBERANIA.
      BANQUEIROS, OLIGARCAS E ATÉ O IMPÉRIO FINANCIA AS CAMPANHAS DESSES POLÍTICOS, POR ISSO, ENTRE OUTRAS, ELES NÃO QUEREM NEM FALAR EM MEXER NESSE ASSUNTO, NÃO É?!!!
      REVOLUÇÃO PRA CIMA DA CAMBADA!!!
      há 5 horas via · · 2 pessoas
    • Antonio Fernando Araujo Como o assunto é pertinente, mas sem aprofundar a questão do nosso sistema regressivo de arrecadação de impostos, é bom ter em mente que 48% de tudo que se arrecada serve para irrigar o bolso dos rentistas que apostam na dívida pública do governo federal, renda fixa e outros quetais atrelados à taxa Selic, tudo que a classe média aprecia e onde, feliz da vida, me incluo. O que esta classe média talvez ñ saiba é que desse bolo, 74% é apropriado por apenas 20 mil famílias, repito 20 mil. Para os 26% restantes, onde certamente se encontra boa parte dos integrantes deste Grupo, ou seja ñ mais do que 3,5 milhões de famílias, sobra uma poeira de centavos q a cada mês pinga nas nossas contas quando, a favor do vento, o gerente finge q nos agraciou c/ uma taxa de 0,8% / mês. A comparação entre cargas tributárias brutas dos diferentes países, repetidas de maneira leviana pela mídia, apenas faz sentido se cotejadas com o tamanho do PIB per capita. Enfatizo o "per capita", visto que os gastos mais importantes de um Estado são a previdência social e a saúde pública, cuja magnitude é atrelada naturalmente à população e assim não pode incluir a parcela de 48% paga aos rentistas. O Brasil teve, em 2009, a 22ª carga tributária no mundo. Dos países que tinham carga tributária maior que a nossa, 14 eram países desenvolvidos europeus. O país mais rico do mundo, a Noruega, tinha carga tributária de 43,6% e arrecadou 25 mil dólares per capita. O Brasil tinha carga tributária de 38,4% e arrecadou 4 mil dólares PPC per capita. A imprensa GAFE (Globo,Abril,Folha,Estadão), os liberais e a oposição nunca mostrarão isso, pois aí teriam também que demonstrar como fazer o milagre de se ter serviços de 25 mil dólares arrecadando 4 mil.

      Resumindo, estamos diante do seguinte quadro fiscal onde os que mais pagam - classe média-média para baixo - são a maioria dos que utilizam os serviços públicos e menos reclamam, enquanto a fração rentista da nossa elite que proclama que nada recebe do Estado, é a que mais dele usufrue:
      1. Um sistema tributário de baixa solidariedade social devido a elevada participação da tributação sobre o consumo, diretamente na carga tributária;
      2. Uma elevada participação da tributação sobre o consumo na renda pessoal das famílias, caracterizando fortemente a regressividade do sistema;
      3. Modestos ganhos distributivos das políticas sociais, anulados pela tributação regressiva.

      Dá-se com a mão esquerda e retira-se com a direita. Portanto à pergunta: “Para onde vai o grosso da arrecadação federal?”. A resposta: “Vai engordar, principalmente, os ratos na despensa do endividamento garantido pelo Banco Central”. Desculpem-me por ter me alongado tanto.
      há 5 horas · · 2 pessoas

Movimentos sociais obtêm conquistas na Jornada Nacional de Lutas

‎[Carta O BERRO] Movimentos sociais obtêm conquistas na Jornada Nacional de Lutas

Carta O Berro..........................................................repassem

02.09.11 - Brasil
Movimentos sociais obtêm conquistas na Jornada Nacional de Lutas

Várias organizações
Adital
Nas últimas semanas, e com a instalação em Brasília de um Acampamento Nacional, os movimentos sociais da Via Campesina realizaram a Jornada Nacional de Lutas, um conjunto de ações políticas voltadas para apresentar a governos e sociedade suas principais pautas, e pressionar o poder público para que atenda às necessidades populares nas zonas rurais e urbanas. As reivindicações foram apresentadas de diferentes formas pelos movimentos, que consideraram exitosa a mobilização. "A nossa avaliação, enquanto MAB e Via Campesina, é extremamente positiva. Foi correta a ocupação e a pressão sobre o Ministério da Fazenda, e obteve-se conquistas concretas, como a volta da Reforma Agrária à pauta do governo", afirma Gilberto Cervinski, da coordenação nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

Em 21 de setembro, a presidenta Dilma apresentará um plano de execução de políticas de Reforma Agrária para o próximo período. "A grande leitura é que vale a pena lutar. Houve conquistas concretas, apesar de insuficientes perante a demanda que se tem". Para Cervinski, foi significativa a realização, pela Via Campesina, de lutas unificadas. "Isso é questão importante: as saídas são coletivas, e a Jornada demonstrou isso, com mobilizações em diferentes estados e processo de acampamento em Brasília".

Também Rosângela Piovisani Cordeiro, da direção nacional do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC) e da Via Campesina Brasil, considera positivos os resultados da Jornada, que reuniu quatro mil pessoas no Acampamento em Brasília, e outras 50 mil em ações realizadas em 18 estados. "Foi possível recolocar na pauta a questão da Reforma Agrária, o modelo de agricultura, e com isso a gente tirou o compromisso de destinação de R$ 400 milhões de reais para obtenção de terras", afirma.

O Governo Federal anunciou este montante para compor o orçamento do Incra e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para obtenção de terras para a Reforma Agrária, além da liberação dos R$ 15 milhões contingenciados do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera). "A demanda do MST é de terras para 70 mil famílias, que estão acampadas. Essa verba atenderá só 20 mil. É muito baixo ainda o recurso que conseguimos, mas é positivo porque recoloca na pauta a questão de obtenção de terra", explica Rosângela.

Durante a semana, os movimentos ocuparam o Ministério da Fazenda. Cervinski considera acertada a decisão de dar centralidade na luta às questões econômicas. "A ocupação foi para questionar essa política: destina-se R$ 2 bilhões para pagamento de juros e amortização da dívida por dia, e para os pequenos agricultores R$ 16 bilhões por ano para produzir alimentos", de modo que "os banqueiros recebem em oito dias de juros o equivalente a todo montante repassado para quase cinco milhões de famílias em um ano".

No entanto, não foi atendida a reivindicação de renegociação das dívidas dos pequenos agricultores. "A política é inadequada. O governo oferece subsidio para vender veneno e não tem linha de crédito de produtos agroecológicos. É contraditório", entende Cervinsky. Também Rosângela afirma que a resposta do governo à demanda foi "muito ruim", e não aceita pelos movimentos. "Vamos voltar a conversar na primeira quinzena de setembro".

Apesar de não terem sido atendidos, a negociação com o governo terá continuidade. "O desafio agora é manter a pressão. Estão em disputa os interesses dos especuladores, dos setores mais rentistas, industrializados, mas a pauta do projeto popular está de fora, o interesse dos trabalhadores só vai entrar em pauta se houver pressão, mobilização popular" afirma Cervinsky.

Também foi objeto de luta o uso de agrotóxicos no Brasil, maior consumidor mundial. "Consumimos alimentos carregados de venenos". Essa questão envolve não apenas a população do campo, mas também a urbana, consumidora dos produtos agrícolas. "A Via Campesina tem buscado construir processo de aliança com setores urbanos em torno de alguns pontos, como esse, a diminuição da jornada de trabalho, 10% do PIB para Educação e criação de escolas técnicas no campo, dentre outras", explica Cervinsky.

Rosângela afirma que, em relação aos agrotóxicos, a presidenta Dilma se mostrou sensibilizada. "Também esteve em pauta o relatório de Aldo Rebelo referente ao novo Código Florestal. Há compromisso da presidenta de vetar alguns pontos". Ela também elenca a necessidade de avançar na proposta de aquisição de placas de energia solar para as famílias do campo, no assentamento das 12 mil famílias atingidas pelas grandes barragens e na restrição de compra de terra por estrangeiros. Não há também avanço na demarcação de terras indígenas e quilombolas, e problemas referentes ao fechamento das escolas no campo. "Nesta conjuntura em que vivemos, é fundamental enquanto Via Campesina, e organizações do campo e cidade, que se trace estratégia de unidade nacional nas nossas bandeiras".

Organizações da sociedade civil

Os movimentos consideram fundamental a participação das organizações da sociedade civil nesse processo de luta. "Temos relação muito boa com muitas das organizações, é necessário fortalecer as que representam trabalhadores ou que atuam nesse campo, pois precisamos caminhar para construir unidades", afirma o integrante da coordenação nacional do MAB.

Para Cervinsky, vivemos um momento que exige unidade do conjunto dos trabalhadores, que é construída a partir das lutas concretas em que movimentos e organizações se inserem. "Há pontos que geram unidades, e em alguns deles se tem obtido avanços". Rosângela exemplifica com as pautas da educação e da violência contra as mulheres do campo e das cidades. "É interessante a participação de várias organizações do Fórum Nacional pela Reforma Agrária, e a ABONG faz parte desse processo".

Ambos também enfatizam que o calendário de lutas prossegue, bem como a importância de engajamento nas mobilizações, que já terão sequência no Grito dos Excluídos, em 7 de setembro. "É um processo de pressão permanente", afirmam. A próxima reunião entre o governo e a Via Campesina já está marcada para 21 de setembro.

Respostas do governo à Via Campesina na Jornada

- Acréscimo de R$ 400 milhões no orçamento do Incra e MDA para obtenção de terras para a reforma agrária.
- Liberação dos R$ 15 milhões contingenciados do Pronera.
- Programa de Alfabetização Rural, nos moldes propostos pela Via Campesina.
- Agroindústria em assentamentos: R$ 200 milhões para projetos de até R$ 50 mil e outros R$ 250 milhões para projetos até R$ 250 mil, todos esses créditos a fundo perdido.
- MDA e Incra devem apresentar entre 7 e 10 de setembro um plano emergencial de assentamento até o fim do ano, mas também com vistas até 2014.
- Dívida: crédito de até 20 mil, com juros de 2% ao ano e prazo de pagamento de 7 anos, para quitar as dívidas atuais, liberando o acesso a novos créditos no Pronaf.
- Inclusão das áreas de reforma agrária no Programa de Habitação que o governo anunciará semana que vem.
- A Produção Agroecologia Integrada e Sustentável (PAIS) terá todos os recursos necessários para todos os projetos apresentados.
- Instalação de Grupo de trabalho para laborar nova regulamentação para uso dos agrotóxicos.
- Implementação de 20 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFETs)
- Cultura: criação de editais para bibliotecas, cinema e produção audiovisual, específicos para o campo.
- Programa de liberação de outorgas para rádios comunitárias em assentamentos.

ROBERTO CARLOS E ISRAEL - ISRAEL E O BRASIL

ROBERTO CARLOS E ISRAEL – ISRAEL E O BRASIL


Laerte Braga


O cantor e compositor Roberto Carlos foi recebido pelo presidente de Israel Shimon Peres. Israel é uma invenção dos países aliados ao fim da Segunda Grande Guerra Mundial, forma de estabelecer uma base para o controle dos países árabes e do petróleo, evidente e principalmente.

É um Estado terrorista e hoje, longe de ser mera base, é a maior ameaça terrorista existente, uma ressurreição do REICH, no capítulo nazi/sionista. O ex-primeiro-ministro Ben Gurion, considerado o fundador do moderno estado de Israel, como chamam, foi colaborador do III REICH.

Controla o maior arsenal nuclear do mundo, capaz de destruir cem vezes o planeta, já que detém a maioria das ações da companhia ESTADOS UNIDOS INC. Formam juntos o conglomerado ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A. Um dia foi ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A.

O Brasil é um dos alvos prioritários de Israel e do conglomerado como um todo.

O governo Lula, na política de uma no cravo e outra ferradura, ao mesmo tempo que se aproximava de países árabes como o Irã, assinou um tratado de livre comércio com Israel. Desde então o avanço dos terroristas nazi/sionistas sobre nosso País tem sido escandaloso sob todos os aspectos e hoje ocupam funções vitais dentro do Estado brasileiro, como atuam através do seu esquadrão da morte, a MOSSAD, em ações de guerra – são peritos em assassinatos de adversários, seqüestros, tortura, o repertório da boçalidade nazi/sionista.

E o marketing, evidente.

Um artista, qualquer que seja, ir apresentar-se em Jerusalém – cidade palestina ocupada por Israel – não implica em apoio ao terrorismo de estado daquele país. É necessário registrar que milhares de cidadãos de Israel começam a se opor às políticas de seu governo, percebendo os riscos e armadilhas de um delírio hitlerista. É lógico, muitos deles conhecem os horrores dos campos de concentração nazista e avaliam o que sejam os horrores dos campos de concentração mantidos por ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.

Só que Roberto Carlos não foi se apresentar em Jerusalém como artista em condições normais para um artista. Foi comprado por grupos nazi/sionistas que atuam no Brasil e trabalham com incrível desvelo a construção de imagem favorável ao Estado terrorista, na tentativa de reverter os danos causados por ações como roubo de terras palestinas, riquezas palestinas, bloqueio de Gaza, assassinatos de cidadãos de outros países que tentam chegar a Gaza com ajuda humanitária, enfim, a barbárie que caracteriza Israel.

Esse tipo de evento, ou fato, como queiram, é comum. O ex-presidente do STJ – Superior Tribunal de Justiça –, aquele que deu um chilique e demitiu um estagiário que aguardava na fila do caixa eletrônico sua vez, atrás do ministro, o nome é Ari Pendgler, é um dos principais ativistas desse tipo de trabalho, digamos assim.

As Nações Unidas vão divulgar nos próximos dias um relatório em que afirmam que as forças de Israel agiram com violência contra ocupantes de um navio de ajuda humanitária que pretendia chegar a Gaza. Morreram vários deles e o governo da Turquia resolveu suspender as relações militares e diplomáticas com Israel por conta disso.

A covardia sionista não tem paralelo na história contemporânea, exceto se compararmos ações como a de Hitler, ou agora, a “ajuda humanitária” à Líbia para o controle do petróleo naquele país.

Querem o Brasil e por conta disso começam a comprar figuras de prestígio popular no País. Caso de Roberto Carlos.

Em 1967, época do esplendor dos festivais de música, um episódio determinou o verdadeiro caráter de Roberto Carlos, nada a ver com seu trabalho como cantor e compositor (embora como compositor tenha sido acusado várias vezes de plágio e de comprar músicas).

Foi no festival da antiga RECORD, também nada a ver com a atual. Naquele ano surgiram Caetano Veloso com “Alegria Alegria”. Gilberto Gil com “Domingo no Parque”, a extraordinária “Roda Viva” de Chico Buarque de Holanda e o primeiro lugar foi de Edu Lobo com “Ponteio”.

Ficou marcado quando Sérgio Ricardo atirou o violão na platéia ao ser vaiado por sua música em homenagem a Mané Garrincha. Sérgio Ricardo é um dos grandes compositores da MPB e a vaia foi injusta. A música era BETO BOM DE BOLA.

Luís Carlos Paraná nasceu em Ribeirão Claro, São Paulo, foi comerciário no Rio de Janeiro – onde aprendeu a tocar violão sozinho – e companheiro de quarto numa pensão do extraordinário João Gilberto. Morreu precocemente e deixou uma obra de grande valor na MPB. Foram duas grandes perdas precoces. O próprio Luís Carlos Paraná e Sidney Muller.

Em 1967 inscreveu no festival da RECORD a música MARIA CARNAVAL E CINZAS e ficou com o quinto lugar. O intérprete foi Roberto Carlos. Àquela época vaiado pelo auditório por sua posições políticas dúbias diante da ditadura militar. Já se sabia ali que o cantor e suposto compositor não tinha nada a ver com a luta contra a censura, as prisões arbitrárias de cantores, compositores, artistas de um modo geral. Omisso e em seguida cúmplice do regime militar no processo de silêncio diante da barbárie e aceitação das regras da censura.

Foi mais além que isso.

Terminado o festival o próprio Roberto Carlos disse a jornalistas que não participaria mais de festivais, havia se irritado com a vaia, estava acostumado aos aplausos de astro da chamada jovem guarda. Não discuto mérito artístico, não está se tratando disso, mas caráter de artista. Houve um incidente – troca de palavras criticas – entre ele e Chico Buarque através da mídia e cada qual seguiu seu caminho. Chico e sua dignidade de lutador contra a ditadura e Roberto Carlos a falta de tal em sua cumplicidade com a ditadura militar.

Anos mais tarde o cantor conseguiu revelar a face hipócrita de setores dominantes da Igreja Católica e a natureza de santo do pau oco do papa João Paulo II. O feroz combate dos dignatários – vá lá – da igreja contra o divórcio não impediu que o papa, em sua visita ao Brasil, recebesse e abençoasse o cantor e sua companheira, sendo ele divorciado. João Paulo II é produto de marketing e esse detalhe, no Brasil, seria abafado pelo prestígio do cantor junto a determinados setores do público e do próprio papa, visto como santo (mas do pau oco, por baixo das vestes papais a suástica gravada no peito).

Hoje, o cantor se presta a ação terrorista de Israel em todos os cantos do mundo, à cobiça em torno do Brasil e sobre o Brasil, no papel de astro da música brasileira, de artista de prestígio indiscutível, mas de um caráter às vezes doentio (basta ver as exigências que faz em relação a suas apresentações, assim tipo cor de lençol, tantas toalhas, guardanapos, etc).

Foi cooptado – comprado – por esse marketing do terrorismo nazi/sionista.

Besteira tudo isso?

Israel desde o tal tratado de livre comércio se tornou controladora da indústria bélica brasileira – logo tecnologias indispensáveis à segurança nacional, a própria soberania do Brasil. Toma conta de setores industriais estratégicos, de bancos (isso é o óbvio), é parte do apoio ao latifúndio escravagista que ainda habita por aqui em larga escala e agentes da MOSSAD atuam no controle de refugiados palestinos (suas terras foram roubadas pelos israelenses), como dispõem de larga influência em setores do Estado brasileiro e nos três poderes.

O mingau brasileiro sendo comido pelas beiradas pela nação líder do IV REICH.

Roberto Carlos é uma distração/alienação para o povo tanto de lá, como de cá. Mais de cá, pois o show em Jerusalém é só para dizer que você tem prestígio aqui e fechar o negócio, impressionar o alvo.

É lamentável, estamos mergulhando outra vez em noites que não terminam em dias.

A propósito, Luís Carlos Paraná não teve nada a ver com Roberto Carlos interpretar sua belíssima MARIA CARNAVAL E CINZAS. Àquela época o cantor tentava parecer uma coisa que não era e nem nunca foi. Seu verdadeiro caráter veio a tona exatamente no pós festival e suas declarações à imprensa. Mania de Deus.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

QUADRILHAS/EMPRESAS QUEREM O PRÉ-SAL – O PETRÓLEO É NOSSO!

Exclusivo para o Rebate. Opinião QUADRILHAS/EMPRESAS QUEREM O PRÉ-SAL – O PETRÓLEO É NOSSO!
+-. Artigo escrito por Laerte Braga(redação) e Nanda Tardin(campo, foto  e pesquisas) 
QUADRILHAS/EMPRESAS QUEREM O PRÉ-SAL – O PETRÓLEO É NOSSO! PDF Imprimir E-mail
 Artigo escrito por Laerte Braga(redação) e Nanda Tardin(campo, foto  e pesquisas) 
Qui, 01 de Setembro de 2011 16:11
Os principais chefes mafiosos do setor empresarial e financeiro que atuam no Brasil, associados ao latifúndio, proprietários de lotes de deputados e senadores, governadores como Sérgio Cabral, Renato Casagrande (governador nominal), Paulo Hartung (governador de fato), a aberração política Antônio Anastasia e Geraldo Alckimin, através de um dos braços das quadrilhas empresariais que atuam no Brasil, a ONG ESPÍRITO SANTO EM AÇÃO, num debate no covil que chamam de Palácio do Governo, em Vitória, defenderam abertamente a entrada de empresas estrangeiras na exploração do pré-sal e de forma plena e total.
O corrupto governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, uma das propriedades desses grupos, defendeu que se deve ouvir sempre o presidente dos EUA Barack Obama, fez críticas ao seu aliado o ex-presidente Lula, ao governo Dilma Roussef e foi corroborado pela deputada Rose Freitas (também propriedade das quadrilhas empresariais) e pelo presidente do PT do Espírito Santo, que presente ficou calado.
Em nenhum momento o governador Sérgio Cabral falou de discussão ampla e com participação popular sobre o tema. Defendeu os royalties para os estados produtores apenas, a entrada de empresas estrangeiras e lamentou o veto de Lula que tornou a distribuição de royalties mais equitativa e voltada para programas de desenvolvimento e sociais.
O público presente era, em sua esmagadora maioria, de empresários, banqueiros, latifundiários, deputados de todos os partidos com representação no Congresso (representantes dos lotes das quadrilhas/empresas). O falso debate terminou quando diante de perguntas incômodas dos poucos representantes de movimentos populares, o governador do Rio, principal intérprete das quadrilhas/empresariais, afirmou que teria que voltar ao seu estado.
A escolha do esconderijo em Vitória se deveu principalmente ao trabalho da ONG/QUADRILHAS ESPÍRITO SANTO EM AÇÃO. Para se ter uma idéia desse tipo de ação, cidades capixabas como Anchieta estão sendo destruídas e a população transformada em objeto para benefícios de empresas/quadrilhas.
Como era de se esperar, um dos lotes dessas empresas/quadrilhas, a mídia, absorveu imediatamente a ordem e começa a campanha para a derrubada do veto de Lula. A deputada Rose Freitas ameaçou inclusive trancar a pauta de votações na Câmara se isso não acontecer. Registre-se que a despeito de ser propriedade das empresas/quadrilhas, a deputada é filiada ao PMDB, 'aliado' do PT.
O interesse de governadores como Sérgio Cabral e o preposto de Paulo Hartung, Renato Casagrande, além de empresários (grandes empresários são apátridas), banqueiros e latifundiários, vai além da questão dos royalties. Defendem a ampliação da presença de empresas/quadrilhas estrangeiras e formas de limitar a PETROBRAS.
O apoio de governadores como Geraldo Alckimin e Antônio Anastasia, embora sejam seus estados beneficiados com o veto de Lula, se deve a ordens vindas do epicentro das empresas/quadrilhas, no caso do Brasil, a FIESP (Federação das Indústrias de São Paulo), principal antro de sonegação e entreguismo em nosso País.
A cobiça estrangeira do pré-sal está localizada tanto em Washington como em Wall Street e no Texas, principal centro de empresas petrolíferas norte-americanas.
Acabaram de destruir a Líbia através do braço OTAN (Organização do Tratado Atlântico Norte), ao custo de centenas de milhares de vida e absoluto caos naquele país. O antigo aliado Muammar Gadaffi está sendo substituído por políticos mais dóceis. O petróleo líbio é o alvo, como foi o caso do Iraque.
No caso do Brasil o cerco começa a se fechar com a desculpa dos royalties e avança na direção da entrega do pré-sal a essas quadrilhas/empresas. Foi o que de fato defendeu na segunda-feira no serpentário em Vitória o governador Sérgio Cabral.
O que ficou definido entre os mafiosos é uma ação política que permeia o próprio partido do governo, o PT, através de setores como a deputada/objeto Rose Freitas. A idéia é a de sempre. Vender o projeto como fator de desenvolvimento e benefícios para os brasileiros, tal e qual fez FHC ao privatizar empresas estratégicas do País a pretexto de pagar a dívida (não pagou, tucanos ficaram milionários com os negócios da privatização).
O encontro foi apenas o lançamento da campanha, uma espécie de out door da série de mentiras e ações antinacionais que vem em seguida, lógico, com apoio da grande mídia, toda ela propriedade das empresas/quadrilhas que querem o controle do setor.
O tema transcende o próprio governo Dilma – enfraquecido e perdido em questões essenciais como petróleo e banda larga – e serve para mostrar a falência do modelo político e econômico.
Não há alternativa para a garantia que pré-sal se transforme em fator de progresso real para todos os brasileiros e não privilégios para elites podres, que não a luta nas ruas, uma nova campanha nos moldes da que resultou na criação da PETROBRAS, a luta O PETRÓLEO É NOSSO.
Já sobre o acidente com o bondinho de Santa Teresa – querem culpar o motorneiro e privatizar o serviço –, sobre o ex-sogro, proprietário da empresa de ônibus que faz as linhas para aquele bairro, sobre a legalização da casa ilegal do apresentador Luciano Huck, o governador Sérgio Cabral não falou nada.
Nem vai falar. É um dos grandes embustes da política brasileira. Criado a pão de ló pela mídia privada e sustentado por interesses estrangeiros e de empresários que costumam ceder-lhe aviões, helicópteros, etc, para passeios e diversões, serve aos seus amos.
Os mortos de Santa Teresa não falam. Gritam contra esse tipo de político repugnante. Feito de arame enferrujado.

 artigo extraido do REBATE,
Os Patrocinadores: IBEF-ES
ibefes.ning.com/ - Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF-ES) , Governo do ES, FINDES, Sistema FECOMERCIO,SESC e SENAC, FETRANSPORTES, FAES ( Fedaracao da Agricultura e pecuaria do ES) e pasmem ES em ACAO(ong empresarial composta por Aracruyz, vale, CST,...) , sim elles mostraram que QUEREM MUITO MAIS.














 Chegada a hora do "baluarte de luta' como falou Rose de Freitas: o gov. Sergio Cabral.  parabenizou ao evento ter tanta gente de importância, cumprimentou a Renato Casagrande e citou por 3 vezes ( cONTEI) seu grande amigo o 'GOVERNADOR' ( assim mesmo que falou , acreditem) Paulo Hartung ( vai ver que sao amigos de modus operandi em acidentes a juizes). Dai, 'simpatico' resgatou 'AQUELE POEMA' que fala 'entraram no meu jardim e pegaram uma rosa.... dai acaba assim, como ninguem fez nada roubaram tudo'. o nome do poeta . a' acho que brech', fala cabral. Emenda falando que "houve um veto em ano eleitoral e o marco regulatorio foi fraudado , pois o foco do veto foi eleitoral'. ' MEU AMIGO PH( please amigo delle), assistiu a mudanca do marco regulatorio.Houve um erro no veto e o pais vai pagar caro por este erro do Veto de Lula.baseado na fala do ' O presidente Obama' e nos avancos tecnologicos de investimentos em OUTRAS PARCERIAS nacionais e ESTRANGEIRAS, completa cabral.
Casagrande fez um discurso ao gosto do FREGUÊS, agradeceu aos presentes, conclamando-os a luta .... entregou o resto....abriu-se o debate e 3 perguntas apareceram. Uma delas foi: qual a contrapartida dos empresários extratores neste processo e como farão para programar os impactos deste 'progresso' e realidade em municipios diretamente atingidos como Anchieta que esta com processo de favelizacao crescente, Como a perguntas eram escritas, o "moderador ' tucano JoseTeofilo alegando que Cabral tinha qu eretornar , falou que nao daria tempo para faze debate e  encerrou lendo uma pergunta de sei la quem:  pq, outros estados nao entram na luta conosco. ALCKIMIN aderiu, foi a resposta.

sobre Os patrocinadores , a fala de Cabral, o Mediador do 'debate', a vice presidente do Congress0 -

 Sobre os Patrocinadores do "debate':

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Analise de Conjuntura:
 Por nanda Tardin - Bem a judicialização será um transtorno para os parlamentares presentes ao 'debate' e os nao presentes, por causa do leilao da Petrobras, marcado para final de setembro e que deixará de fora por causa do VETO de Lula, as empresas estrangeiras. Por isto este frenesi, afinal nossos parlamentares nada ,mais sao que gerentes das multinacionais. Simples assim.

Jose Teofilo Oliveira, o ex-secretário da Fazenda do GOVERNO DE PAULO HARTUNG e membro da executiva do PSDB, foi o (ou seria) moderador do 'debate' ( se tivesse havido). Iniciou com " o VETO de Lula e ameaça ao Futuro do ES e do RJ' para 'suavizar' , pois tinha presença de 'estranhos(as') no 'ninho' emendou : 'este assunto tb. tem que ser debatido com o POVO, que esta ficando fora deste debate e nao (quase) se fala dele. ( E FOI SO nesta hora que ouvimos o 'palavrao' POVO) MAS DEBATE MESMO não teve,
Laerte Henrique Fortes Braga A questão é bem mais séria que se possa imaginar. Há por trás dessa manobra de evitar o que chamam de "judicialização" os interesses das grandes empresas estrangeiras em conluio com empresários ditos nacionais (grandes empresários são apátridas) e funciona aí o lote de deputados e senadores que cada empresa/quadrilha dispõe na Câmara ou no Senado. O povo entra onde? Quando se elege um deputado, um senador, um governador, quem quer que seja, não se dá um cheque em branco. Decisões sobre tema de relevância como o pré-sal, que envolve soberania e o futuro do Brasil, têm que ser objeto de debate público e não debate num covil como o que aconteceu sob o patrocínio da ONG/QUADRILHA ESPÍRITO SANTO EM AÇÃO, num estado governado nominalmente por um banana, Casagrande, de fato por um ex-governador criminoso e ligado a grupos empresaraiis bandidos, Paulo Hartung. Lá não estavam nem os capixabas, nem os cariocas, nem os mineiros, nem os paulistas, nem os dos estados do Nordeste, do Sul, apenas os quadrilheiros tentando vender uma idéia que convém a empresas nacionais/estrangeiras e rende financiamentos em campanhas, etc, etc. É um caso de judicializar sim, não importa que demore mais ou menos, o Poder Judiciário existe para dirimir dúvidas em torno de questões como essa e impasses como esse. Há uma descarada traição do governador corrupto Sérgio Cabral ao ex-presidente Lula, ao Rio, ao Brasil, nem falo do dois que um finge outro governa no Espírito Santo e de lotes de deputados federais e senadores a soldo de empresas. O debate é maior, tem que ser maior, o PETRÓLEO É NOSSO e é hora de ir para as ruas mostrar o que se busca decidir em recintos fechados contra o Brasil e os brasileiros, do contrário acordaremos dominados por esses grupos que devastam o País, submetem a Nação a empresas e potência estrangeira, Anchieta é um exemplo. São no caso dos deputados os que absolveram a propineira da família Roriz em votação secreta, ato de covardia diante do medo de se expor ao eleitor. A legitimidade dessa gente não e plena e nem absoluta. É preciso cobrar para além do voto atitudes anti nacionais, conluio com empresas proprietárias de mandatos (financiaram, praticamente compraram) e assumir a defesa dos interesses do povo e do País. Vale dizer o nosso, que não é o dessa gente.