Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sábado, 20 de agosto de 2011

Um parlamento Golpista. Cuidado Dilma

a demagogia do parlamento ES, o silencio dos companheiros e a necessidade de mudança.

A DEMagogia de um DePUTADO pastelao. Mais uma do luciano rezende ( depois do comicio palanque pra ph - clique aqui) - O bobo da corte, escreve uma carta a população sobre a falta de recursos federais pro ES. Só esquece de esclarecer que o ES está sob intervenções em varios orgaos por varias instituições federais e internacionais por CORRUPÇÂO , desvios de vebas, justiça naufragada, .... 
http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/2011/08/torre-de-babel-foi-dada-largada-quem.html
O Retrato da Internacional em terras ES,
E que estado assim nao tem liberação de verbas.O deputado tb. sabe que as isenções fiscais e as doações arrasaram o governo. Abaixo a DEMAGOGIA do cara e com um marqueting estilo Basta , cansei. tenta ludibriar para pactuar com outros a impunidade dos crimes investigados em instâncias federais e internacionais. Taí Dag... toda a demagogia, via discurso ufanista, 'logico' aparentemente e DEMAGOGO, FASCISTA:
há 13 horas · · ·

    • Fernanda Tardin
      Mensagem encaminhada -----
      De: Luciano Rezende ende.com.br>
      Para: nandatardin@yahoo.com.br
      Enviadas: Quinta-feira, 18 de Agosto de 2011 20:45
      Assunto: Novo Pronunciamento sobre agravamento das ameaças ao ES...

      Prezado(a) amigo(a),
      Peço uma atenção especial a este pronunciamento. Os riscos para o Espírito Santo continuam!
      Precisamos mobilizar todos os capixabas para garantir, à toda uma geração, a extraordinária perspectiva de futuro que o Espirito Santo pode consolidar.
      Obrigado pela atenção,
      Luciano Rezende
      www.lucianorezende.com.br
      ps: veja também o vídeo do primeiro alerta que fiz sobre essa ameaça aos capixabas, há 3 meses;
      http://www.youtube.com/user/lucianorezende1#p/u/0/CYkHukLxJ2U

      PRONUNCIAMENTO SOBRE AMEAÇAS AO ES
      SESSÃO ORDINÁRIA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ES - N.º 072(17/08/2011)
      ( principais trechos)
      O SR. LUCIANO REZENDE - Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, amigos que acompanham esta sessão e cujas presenças muito nos honra, jornalistas, equipe de funcionários desta Casa, amigos que nos acompanham pela transmissão da TV Assembleia, há três meses e oito dias, exatamente no dia 9 de maio deste ano, subimos a esta tribuna para falar das ameaças que rondavam o Estado do Espírito Santo em relação às finanças do Estado.
      Após esse dia tivemos inúmeras reuniões, ações, manifestações da Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo, da Bancada Federal, da sociedade em geral e da imprensa que deu a devida importância publicando matérias esclarecedoras.
      Ontem, infelizmente ocorreu um fato que nos deixou mais preocupado e que gostaríamos de reportá-lo, aos Parlamentares desta Casa e à sociedade capixaba de forma geral. O nosso Governador esteve com a Presidenta Dilma Rousseff e os sinais dessa conversa de forma concreta em relação às ameaças do Estado, infelizmente não vieram...
      Ou seja, em meados do mês de setembro acontecerá a apreciação do veto à lei que distribui os royalties de petróleo no País, e se comete o desatino, inclusive contrário à Constituição, no sentido de não entender a importância da distribuição de royalties de forma diferenciada para Estados produtores.
      Lembramos no dia 9 de maio, quando nos pronunciamos pela primeira vez sobre esse tema, citamos o acidente ocorrido no Golfo do México, que é apenas um exemplo do que pode acontecer com um Estado produtor. O acidente do Golfo do México até hoje traz prejuízos para a região devido ao vazamento de petróleo que destruiu o meio ambiente local, as atividades pesqueiras, turísticas, e traz enorme impacto econômico e grande prejuízo para aquela região.
      Os royalties de petróleo precisam ser distribuídos observando-se características locais, pois os Estados produtores sofrem em sua organização urbana... Chegam milhares de pessoas para trabalhar na indústria de petróleo impactando os serviços de educação, de transporte, de infraestrutura, de segurança e de saúde local. Portanto, a distribuição dos royalties precisa ser diferenciada.
      Não é deixar os Estados que não são produtores à "míngua", mas estabelecer um limite razoável para o recebimento.
      Ontem, os sinais da Presidenta Dilma Rousseff não vieram para o Espírito Santo!
      E deixo registrado, hoje, porque em poucos dias teremos a confirmação ou não desse sentimento que me traz a esta tribuna e que é fruto de minha dedicação a esse tema nos últimos três, quatro meses, quando o estudei profundamente.
      O Governo Federal não tem dado sinais - estamos acompanhando a imprensa nacional, de nenhuma articulação no Congresso para manter o veto. Podemos estar enganado, mas os sinais que estão chegando do Congresso é de que o veto será derrubado!
      Restará para nós a luta na Justiça, que não é o caminho desejado para o País, porque confronta interesses e o acordo político bem feito, em benefício da população e dos Estados, no nosso modo de ver, teria que ser trabalhado pelo Governo Federal, pela força do Planalto, que tem maioria absoluta.
      Sobre o ICMS o Governador Renato Casagrande também não trouxe notícias concretas, portanto não é de responsabilidade de S Ex.ª, que está fazendo sua parte, reunindo a Bancada, fazendo mobilização, mas infelizmente a imprensa não traz dados que nos tranqüilize. E há grande ameaça rondando o sistema de incentivo dos portos capixabas, o Fundap.
      Nenhuma palavra foi dita sobre algum movimento no País que possa também organizar essa luta legítima dos Estados por arrecadação e que precisa de um grande mediador, no caso o Governo Federal, e a força da Presidência da República.
      O Congresso funciona hoje meio que à deriva por conta das crises de corrupção que assolam o País, da falta de articulação...
      Para o Estado do Espírito Santo, esperávamos que na reunião de ontem entre nosso Governador e a Presidente Dilma Rousseff tivéssemos um dado concreto e alguma tranquilidade com relação a essas ações.
      Esperaremos os próximos dias com muita ansiedade e torceremos para que o veto não seja derrubado e que os Estados produtores, principalmente Rio de Janeiro e Espírito Santo, tenham sua condição mantida pelo Congresso.
      Há notícias de que outros projetos começam a ser protocolizados na Câmara, projetos ruins, piores dos que os que foram colocados, enfrentando essa discussão sobre os royalties e a redistribuição de ICMS...
      Se esse ambiente for deixado por conta da luta entre os Estados, poderemos ter verdadeiros "monstrengos" sendo gerados no Congresso em relação à distribuição do ICMS no País e em relação ao equilíbrio financeiro dos Estados.
      Lamentavelmente, depois de três meses e oito dias de debate e discussões nesta Casa, as notícias não são boas... Um cenário que não é o desejado para o Estado do Espírito Santo. Continuamos com a ameaça cada vez maior. Temos ainda alguns dias até a apreciação do veto sobre os royalties.
      Solicitamos à taquigrafia a cópia do nosso discurso, da nossa reflexão para documentar o debate que estamos fazendo nesta Casa. A Assembleia tem feito todos os esforços e o Governo do Estado tem juntado a bancada federal. Mas, infelizmente, essa é uma discussão que será decidida pela maioria do Congresso Nacional.
      Nossa esperança em relação à visita, à audiência, ontem, do Governador Renato Casagrande com a Presidente Dilma Rousseff era de que as notícias chegassem de forma completa. Lamentavelmente, nem imprensa nacional, nem local, nenhuma fonte versa sobre qualquer organização na votação da apreciação desse veto que está se aproximando...
      O ambiente "salve-se quem puder" não é o adequado para uma votação dessa importância, muito menos para o Espírito Santo que está em minoria...
      O discurso "fácil" de que a distribuição tem que ser igualitária é muito mais disseminado do que o discurso mais responsável de que existem diferenças e de que elas têm justificativas inclusive na Constituição.
      Devemos nos manter alerta porque a situação requer atenção redobrada de todo o ambiente político, empresarial e imprensa do Espírito Santo. As ameaças infelizmente estão aumentando. A data de votação se aproxima sem nenhum sinal... nenhum sinal visível de que a coisas caminham para um final feliz.
      Agradecemos ao Senhor Presidente, aos Senhores Deputados e às Senhoras Deputadas a atenção e a paciência de nos ouvir. Muito obrigado.

      ...
      há 13 horas · ·
    • Fernanda Tardin lendo assim até parece que esta cambada é honesta, de luta, representa o POVO. queria saber ao menos a bancada petista na ALES o que respondeu a isto?
      há 13 horas · · 1 pessoa
    • Fernanda Tardin imagino que só lendo sem analisar a conjuntura, convocados o povo vai pra rua combater a 'perseguição do gov. federal ao ES'. certa?
      há 12 horas ·
       
       
       
      Estas materias completam  com dados e fatos o estado de impunidade que deputados querem esconder e dar continuidade:  
      http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/2011/08/findes-es-em-acao-e-farra-com-os.html
      http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/2011/08/o-retrato-da-internacional-em-terras.html

O COMBATE À CORRUPÇÃO E O "BASTA" QUE É "FARSA"

O COMBATE À CORRUPÇÃO E O “BASTA” QUE É “FARSA”


Laerte Braga


Que o governo Dilma Roussef é um fiasco diante das expectativas criadas, não tenho dúvidas. Mas, que a presidente é uma pessoa íntegra e busca limpar o terreiro presidencial de quadrilhas alojadas em ministérios e organismos do Estado é outra certeza. Quadrilhas inclusive de seu partido.

Em todo esse movimento contra a corrupção o fator predominante é a hipocrisia. Não há trabalhador brasileiro que não seja contrário à corrupção, como não há banqueiro, ou grande empresário, ou latifundiário que não seja corrupto.

Isso significa que, para existir a corrupção é necessário que haja o corruptor. Quem corrompe? O motorista de táxi? O dono da padaria? Ou o banqueiro que leva 45% da receita orçamentária do País em juros escorchantes, num Banco Central em que o COPOM – CONSELHO DE POLÍTICA MONETÁRIA – é controlado por eles? Ou o grande empresário, padrão Eike Batista, Daniel Dantas, Ermírio de Moraes que cometem crimes de toda a sorte e permanecem impunes porque tanto podem comprar governadores, como deputados, senadores, prefeitos e até ministros de cortes judiciárias supremas, caso de Gilmar Mendes, especialista em habeas corpus a bandidos de grande coturno?

E o latifundiário? Que se vale de toda a sorte de trapaças possíveis para manter privilégios de terras muitas vezes roubadas à própria União? Que lesa instituições financeiras públicas buscando dinheiro para um fim e aplicando em outro? Que se vale de trabalho escravo? Que aceita as regras impostas pelas companhias que produzem agrotóxicos, ou o tal do agronegócio, o transgênico, muito bem definido por Sílvio Tendler em seu documentário “O VENENO NA NOSSA MESA”?

Para denunciar a corrupção é necessário denunciar também a empresa QUEIROZ GALVÃO e suas laranjas. Compra governadores, prefeitos, funcionários públicos (Em Minas compraram a maioria das ações do setor ambiental, inclusive e principalmente o procurador JoaQUINZINHO, bandido sem nenhum respeito pela coisa pública).

As empreiteiras que servem ao governo de São Paulo e financiam campanhas de Alckimin, Serra, etc.

Ou as que devastam o estado do Espírito Santo sem respeito pelo ambiente, pelas pessoas, tudo em nome de um progresso que é privilégio, por comum a poucas pessoas.

Sair às ruas para denunciar a corrupção e exigir a punição dos corruptos implica em denunciar os corruptores e colocá-los, também, na cadeia.

Há um processo arquivado por Geraldo Brindeiro, Procurador Geral da República ao tempo de FHC – mentor da quadrilha tucana – que prova fartamente a compra de votos para aprovação da emenda que permitiu a reeleição do bandido. Está lá.

E as privatizações? A indicação do bandido Nelson Jobim para o STF – SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL – para “acabar” com a resistência de juízes decentes contra a entrega do patrimônio público pelo governo FHC?

A corrupção é implícita ao modelo político e econômico. Está agarrada nele, faz parte do modelo. É o modelo que está falido em todos os sentidos, o mundo institucional que é braço dos corruptores.

Todas as vezes que se fala em financiamento público de campanha a mídia venal, caso da GLOBO, VEJA, etc, despejam os William Waack da vida – agente norte-americano – para comandar as críticas e por uma razão simples. Querem que deputados, senadores, governadores, em sua maioria, prefeitos, etc, possam ser comprados, literalmente, por “doações” de bancos, empresas e latifundiários. Se acabar a boca como é que os bandidos vão arranjar dinheiro para comprar votos?

E as empresas, os bancos, os latifundiários, como vão controlar a maioria do Congresso, exemplo agora do Código Florestal, onde compraram o deputado Aldo Rebelo e já estão arranjando um emprego vitalício para ele no Tribunal de Contas da União (outra farsa)?

O Tribunal de Contas de Minas, onde existe um conselheiro que esteve envolvido com drogas, Antônio Andrada, dá mostras que vai liberar Alberto Bejani, ex-prefeito de Juiz de Fora, exibido até no JORNAL NACIONAL recebendo propina e contando o dinheiro para disputar, novamente, a Prefeitura da cidade? Quanto esse cara e outros não levaram?

O modelo está podre. Não há saída dentro do chamado mundo institucional e todo o esforço da presidente, sem favor algum uma pessoa íntegra, vai se perder na incapacidade de transformar essa integridade em ações efetivas de governo, pois lhe falta o principal, estatura para o cargo e coragem para enfrentar o dragão.

Quem é a oposição? O DEM? O PSDB? O PR? Ora, ir às ruas para fazer coro a esse bandidos deixando de lado os que corrompem é fazer exatamente o jogo da corrupção.

O que eles querem é a chave do cofre para que o poder de embolsar verbas públicas seja deles. E do lado de lá não existe ninguém, repito, ninguém, íntegro. São todos eleitos/comprados por bancos, empresas e latifundiários, meros funcionários dos donos.

Só isso. Veja lá, os líderes do tal movimento. Incorpora inclusive golpistas de 1964.

Não é BASTA é FARSA.

A luta é outra, é nas ruas pela reinvenção da democracia e pela participação popular.

Vamos prender banqueiros, grandes empresários, latifundiários, os corruptores, aí sim.

Banda larga, entreguismo e a toda a demagogia do congresso


‎'o PLC 116, antigo PL 29, aprovado na terça-feira pelo Senado, é a de que ele incentivaria a “concorrência” na TV por assinatura, e, por consequência, nos meios de comunicação, sabidamente monopolizados.'..."O projeto aprovado, de autoria do deputado Paulo Bornhausen (Dem-SC), com a demão ilusionista dos deputados Jorge Bittar (PT-RJ) e Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE), permite às teles estender seu monopólio ao setor de TV por assinatura"... quer manipulação maior? Isto é democracia ou CRIME contra a humanidade?
 
Vamos combater a demagogia e lutar 
por UMA BANDA LARGA COM AUTONOMIA CIDADA.
 Juntos somos Fortes!
 
Leia a integra do artigo que DENUNCIA FARSA da manipulação da lei entreguista aprovada no Congresso:De Dani Tristão : Recebi do Beto Almeida


Como o monopólio das teles vai estimular a concorrência e a cultura nacional na TV paga

Que vantagem há em substituir o monopólio da Globo por um monopólio estrangeiro, isto é, um monopólio sobre o qual o país e o povo têm ainda menos possibilidade de controle?

CARLOS LOPES
A ideia mais absurda sobre o PLC 116, antigo PL 29, aprovado na terça-feira pelo Senado, é a de que ele incentivaria a “concorrência” na TV por assinatura, e, por consequência, nos meios de comunicação, sabidamente monopolizados.

Naturalmente, a solução para impedir ou colocar limites a um monopólio não pode ser outro monopólio. Sobretudo quando se trata de um monopólio muito pior – mais poderoso financeiramente, mais sem escrúpulos, mais bandidesco – que o anterior.

O projeto aprovado, de autoria do deputado Paulo Bornhausen (Dem-SC), com a demão ilusionista dos deputados Jorge Bittar (PT-RJ) e Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE), permite às teles estender seu monopólio ao setor de TV por assinatura.

Monopólios, como se sabe, não existem para contribuir com a concorrência, mas para quebrá-la. Que vantagem há em substituir o monopólio da Globo por um monopólio estrangeiro, isto é, um monopólio sobre o qual o país e o povo têm ainda menos possibilidade de controle?

Há quem considere que essa questão (a possibilidade de controle nacional, pois no momento não há controle algum) é meramente teórica.

Porém, será teórico o monopólio das telecomunicações por parte da Telefónica, Telmex/AT&T, etc., sem contar o elefante branco em que se tornou a Oi? Todos nós conhecemos, por experiência prática, o desastre a que levou a privatização das telecomunicações, sendo inútil tentar convencer quem prefere acreditar na propaganda tucana sobre as suas maravilhas.

Mesmo assim, lembremos apenas um aspecto, que, devido à chamada “convergência digital”, está diretamente ligado à questão da TV por assinatura: a incrível concentração e preços da banda larga no Brasil, que fizeram o presidente Lula empreender o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), com a reativação da Telebrás - ambos, hoje, em liquidação pelo atual titular do Ministério da Comunicações, Paulo Bernardo.

Naturalmente, esperar melhora do domínio das teles sobre a TV por assinatura, depois do que fizeram com a banda larga, seria coisa de lunático. Aliás, por que estender o monopólio das teles à TV por assinatura, se todos os cidadãos honestos concordam que ele precisa ser limitado na telefonia?

PROMESSA
Naturalmente, muitos dos que esposam a ideia de que a entrada das teles na TV por assinatura (sem limite de participação no capital das operadoras) aumentará a concorrência, são pessoas indignadas com o monopólio da Globo – no entanto, o projeto foi aprovado apenas depois que a Globo o apoiou, em troca da promessa de que não seriam alterados ou vetados:

1) o artigo 5º (que impede as teles de ter mais de 30% das empresas de radiodifusão, isto é, das TVs abertas e rádios – pelo menos legalmente, isso permitiria à Globo continuar com seu monopólio na TV aberta);

2) o artigo 6º (que impede as operadoras de “com a finalidade de produzir conteúdo audiovisual para sua veiculação (…): I – adquirir ou financiar a aquisição de direitos de exploração de imagens de eventos de interesse nacional; e II – contratar talentos artísticos nacionais de qualquer natureza, inclusive direitos sobre obras de autores nacionais”).

Notemos, apenas de passagem, como é frágil a última garantia. Apesar da propaganda de que o projeto proibiria as teles de “produzir conteúdo”, nada impede que tragam para cá o que elas (ou outras empresas do mesmo grupo) produziram em outros países – ou, mesmo, contratem “talentos artísticos nacionais” fora do Brasil, para produções feitas no exterior. Certamente, a lei brasileira somente é válida nos limites do território nacional. Qual o controle que se terá sobre programas produzidos no exterior e veiculados aqui?

Existem outras formas de burlar essas interdições. A Globo sabe disso – e não apenas porque algumas dessas formas foram usadas na ilegal apropriação da Net pela Telmex/AT&T, que transformou a Globo em laranja na operação da TV a cabo; mas também porque sua produção de cinema é feita por “produtoras independentes”.
Portanto, o apoio da Globo ao PLC 116 apenas mostra como é decadente o seu monopólio, capaz de aceitar, ainda que de má vontade, alguns caroços de lentilhas, apesar de saber, como disse um seu representante, que as “empresas estrangeiras faturam de 10 a 12 vezes mais que a radiodifusão” (isto é, do que a soma de todas as TVs abertas e rádios do país).

Além disso, o PLC 116 espreme muito mais as outras concessionárias do que a Globo. Por isso, o sr. João Carlos Saad, presidente do grupo Bandeirantes, denunciou que o projeto, agora aprovado, montava “um monopólio de distribuição. Não existem salvaguardas para concentração, permitindo que tudo fique na mão de uma pessoa só. O que nós precisamos é de competição e não é isso que temos no PLC 116”.

Saad apontou que o artigo 17º do projeto é, na verdade, uma restrição aos canais brasileiros, ao limitar em 12 os “canais brasileiros de espaço qualificado” que são obrigatórios nos pacotes da TV por assinatura.

[A propósito, o texto aprovado não define positivamente o que é “espaço qualificado”, sobre o qual incidem as badaladas cotas de “conteúdo brasileiro”; a definição é somente negativa, por exclusão, a rigor, uma sobra: espaço qualificado é o “espaço total do canal de programação, excluindo-se conteúdos religiosos ou políticos, manifestações e eventos esportivos, concursos, publicidade, televendas, infomerciais, jogos eletrônicos, propaganda política obrigatória, conteúdo audiovisual veiculado em horário eleitoral gratuito, conteúdos jornalísticos e programas de auditório ancorados por apresentador” (artigo 2º, inciso XII, grifo nosso)].

As operadoras de TV por assinatura são classificadas, pelo texto aprovado, como “empresas prestadoras de serviços de telecomunicações” e seu artigo 5º proíbe as “concessionárias e permissionárias de radiodifusão sonora e de sons e imagens e (…) produtoras e programadoras com sede no Brasil” (grifo nosso) de deter mais que 50% de seu capital. Assim, o grupo Bandeirantes teria que se desfazer ou fechar a TV Cidade, rede a cabo que atua em oito Estados. A limitação de 50%, como se pode ver pelo trecho grifado, não é extensiva a “produtoras e programadoras” que não tenham sede no Brasil.

O artigo 24º é um privilégio. Por ele, “o tempo máximo destinado à publicidade comercial em cada canal de programação deverá ser igual ao limite estabelecido para o serviço de radiodifusão de sons e imagens”. Ou seja, na TV por assinatura a publicidade deve ter o mesmo espaço (isto é, tempo) que na TV aberta.

Mas a TV por assinatura é paga – há países em que é proibida a publicidade, pois ela já é sustentada pelos assinantes, e, no Brasil, não é barata. No entanto, o PLC 116 não somente permite a publicidade, como, também, iguala seu tempo ao da TV aberta, que, como não tem assinantes, depende muito mais da publicidade para se manter.

O que significa não somente estabelecer duas fontes de lucro – onde, na TV aberta, só existe uma – como permitir que as operadoras de TV por assinatura desviem para si a publicidade que poderia ir para a TV aberta. Um desvio que afeta menos a Globo do que as outras.

Mas, voltemos à brilhante atuação do monopólio das teles no Brasil.

BANDA LARGA
As teles são o principal obstáculo à universalização da banda larga – que será decisiva para o acesso à televisão, em prazo razoavelmente curto. Isso não é uma idiossincrasia delas, mas a consequência de atuarem em regime monopolista, extraindo superlucros com sobrepreços, isto é, com a concentração de renda numa faixa estreita da população.

Segundo a última pesquisa da agência F/Nazca, a mais citada no país quanto aos dados sobre a Internet, em três anos a percentagem dos maiores de 16 anos que acessam - de algum modo, pelo menos uma vez em seis meses – a Internet, não variou. Continua a mesma de 2008, e não chega a metade dos cidadãos nessa faixa etária (cf. “F/Radar, 8ª ed., nov./2010”).

Apenas 29% das residências, segundo essa pesquisa, têm acesso à Internet via banda larga. Note-se que a pesquisa da F/Nazca registra mais usuários que a sua similar, da agência norte-americana Nielsen e do Ibope (entre uma e outra há uma diferença de nada menos do que 7 milhões e 400 mil usuários que não aparecem na última).

Geralmente, usam-se os inseguros números dessas pesquisas para afirmar que somos “o quinto país do mundo” em usuários da Internet.

Não temos certeza disso, mas a “taxa de penetração” da Internet no país é bastante baixa: apenas 34,4% da população. A da Argentina, por exemplo, é 64% (cf. Internet World Stats, “List of countries classified by internet penetration rates”, 2010, dados da UIT/ONU).

Significativamente, 73% dos acessos à Internet no Brasil são realizados fora das residências, predominando as lan houses (31%), segundo a compilação “Estatísticas, dados e projeções atuais sobre a Internet no Brasil” (ed. 01/07/2011), que constata: “entre os 10% mais pobres, apenas 0,6% tem acesso à Internet; entre os 10% mais ricos esse número é de 56,3%. Somente 13,3% dos negros usam a Internet, mais de duas vezes menos que os de raça branca (28,3%). Os índices de acesso à Internet das Regiões Sul (25,6%) e Sudeste (26,6%) contrastam com os das Regiões Norte (12%) e Nordeste (11,9%)”.

Como diz José Augusto Porto, diretor da F/Nazca, ao apresentar a última edição da pesquisa F/Radar: “É provável que um gargalo estrutural esteja impedindo a chegada de marinheiros de primeira viagem ao mundo digital. O barateamento espontâneo dos pacotes de internet rápida – ainda caríssima no Brasil - parece não ter dado conta de fazer crescer o bolo. Os números da nossa pesquisa reafirmam a urgência pela implementação do Plano Nacional da Banda Larga”.

Realmente, se esperarmos o “barateamento espontâneo” das teles, não vamos sair dessa situação. A tendência é piorar.

IMPUNIDADE
Então, se o quadro da banda larga é este – e na telefonia fixa, principal fonte de ganhos das teles, a situação é de escorcha – por que esperaríamos que a situação da TV por assinatura melhorasse com o seu açambarcamento pelas teles? Apenas mentes privilegiadas como o senador Walter Pinheiro são capazes de prever o barateamento da TV paga sob o monopólio das teles.

Porém, tão inútil é tal esperança quanto o fato de que as teles já açambarcaram o setor, sem que houvesse melhora alguma.

Este é o lado mais bandidesco do PLC 116, ex-PL 29. Ele é a legalização de um crime, em que seus perpetradores saíram, até agora, impunes.

A Telefónica e a Telmex/AT&T, contra a lei, que proíbe empresas estrangeiras – e, ainda mais, as teles – de ter mais que 49% do capital votante das operadoras de TV por assinatura, já são proprietárias, respectivamente, da TVA e da Net.

Em 2004, a Globo vendeu o controle da Net à Telmex/AT&T. Dois anos depois, em outubro de 2006, a TVA foi açambarcada pela Telefónica. (v., entre outros, HP, 10/08/2007 e HP, 20/06/2008).

Portanto, há sete anos a Net pertence à Telmex/AT&T, que, no Brasil, também controla a Embratel, e há cinco anos a Telefónica se apossou da TVA.

O senador Walter Pinheiro não precisa esperar pela sanção do PL 116 para comprovar que os preços não ficaram mais baratos com o assalto das teles sobre a TV por assinatura.

O que o PLC 116 fez foi, mais ou menos, como se, em Tombstone, ao invés de enfrentar o bando dos Clanton, o xerife Wyatt Earp resolvesse legalizar o roubo de gado.

COTAS
Vejamos as cotas de “conteúdo brasileiro”, o supremo enrola-trouxas do PLC 116.

O projeto Bornhausen, apresentado após a apropriação da Net pela Telmex/AT&T e da TVA pela Telefónica, pretendia legalizar esta ilegalidade sem rebuços, pois o deputado não é dado a sutilezas.

Com isso, o projeto estava morto. Foi então que o deputado Bittar deu nova fantasia a ele, acrescentando as cotas de “conteúdo brasileiro”.

A propósito, o texto não se refere a “conteúdo nacional”. Por quê? Porque “conteúdo brasileiro” (artigo 2º, inciso VIII do PLC 116) é uma inovação da Medida Provisória nº 2.228-1, do governo Fernando Henrique, que inclui o produto de “regime de coprodução, por empresa produtora brasileira registrada na ANCINE, em associação com empresas de outros países (…), assegurada a titularidade de, no mínimo, 40% dos direitos patrimoniais da obra à empresa produtora brasileira” (MP 2.228-1, art. 1º, inciso V, item c).

Portanto, o “conteúdo brasileiro” do PLC 116 inclui produções em que empresas estrangeiras tenham 60% dos direitos patrimoniais...

Em sua primeira versão, Bittar propunha sete horas de “conteúdo brasileiro” por semana no “espaço qualificado” da TV por assinatura. Posteriormente, ele mesmo, após a pressão das operadoras, reduziu esse tempo para 3 h e 30 min, ou seja, 30 minutos por dia – com 15 minutos, desses 30, para a “produção independente”.

Se o leitor achou que 30 minutos por dia de “conteúdo brasileiro” é algo ridículo – considerando que não estamos em Papua-Nova Guiné, mas no Brasil – espere um pouco: o artigo 21º do texto introduz o direito das operadoras serem dispensadas dessas cotas, “em caso de comprovada impossibilidade de cumprimento” (?!).

Como é possível que uma operadora de TV por assinatura no Brasil não possa cumprir uma cota de 30 minutos diários com programação de “conteúdo brasileiro”? A única hipótese que nos ocorre é a de que a “impossibilidade de cumprimento” dessas cotas seja porque elas não queiram cumpri-la.

No entanto, o Ministério das Comunicações, em sua resposta ao pedido de informação do senador Álvaro Dias, enfatizou a possibilidade de dispensa das cotas, assim como a possibilidade de dispensa do must-carry (os canais obrigatórios para os pacotes da TV por assinatura, entre os quais as TVs abertas e os canais de interesse público). O interessante é que o Ministério das Comunicações diz que essas dispensas são, ou podem ser justas, devido às diferenças tecnológicas entre as várias formas de TV por assinatura...

Mas não é tudo, leitor: no artigo 41º, determina-se que essas cotas “deixarão de viger após 12 (doze) anos da promulgação desta Lei”.

Como essas cotas só entram em vigor plenamente no terceiro ano de vigência da lei (artigo 23º, incisos I e II), seu prazo real é 10 anos. Depois, nem as cotas. Só a desnacionalização da TV por assinatura – e seu domínio pelas teles.

Por que esse prazo? E por que prazo tão curto? Porque essas cotas não são sérias. Não passam de ouro de tolos para fazer passar o que realmente interessa aos seus autores: o monopólio das teles sobre a TV por assinatura. O interesse público e nacional, ou, que seja, “brasileiro”, é o que menos importa.

CONTEÚDO
Olhemos outra vez a questão de que as teles não poderão “produzir conteúdo”. Além do que já apontamos – e que se referia à burla do texto - há outra possibilidade, esta perfeitamente de acordo com o PLC 116.

As empresas de radiodifusão, produtoras e programadoras podem ter 50% de uma empresa de TV por assinatura. E as empresas de telecomunicações podem ter 30% das primeiras. O que impede essas empresas de entrelaçaram-se, tal como fazem os monopólios desde os anos finais do século XIX? O que as impede de constituírem uma espécie de trenzinho acionário, onde nunca se sabe quem é dono de quem – ou, melhor, se sabe, mas, devido ao entrelaçamento do capital delas, jamais o que aparece é o que existe realmente?

Quanto às “produtoras independentes”, são definidas para permitir que as operadoras sejam suas reais controladoras, ainda que oficialmente com suposta participação “minoritária” (artigo 2º, inciso XIX, item b). É suficiente imaginar o que significará a “participação minoritária” da Telefónica (ou de seu tentáculo, a TVA) numa “produtora independente”. Porém, mesmo que não haja essa “participação minoritária”: a quem a “produtora independente” venderá a sua produção, quando existe um monopólio na distribuição, isto é, na TV por assinatura? Portanto, quem determinará o que a “produtora independente” vai produzir, senão o comprador monopolista?

AUDIOVISUAL
Resta abordar o fascínio de alguns cineastas por um suposto dinheiro que o PLC 116 aportaria à produção audiovisual. Alguns falam em “R$ 600 milhões”, outros em “R$ 300 milhões”, como se fosse a cornucópia do último magnata – que, segundo Scott Fitzgerald, seria um produtor cinematográfico.

Sinceramente, leitor, falta-nos paciência com tanta bobice – em meio a essa selva monopolista, as teles, mais a Globo, mais sabe-se lá que outros picaretas, vão deixar R$ 600 milhões dando sopa? Se eles existirem mesmo – o que ainda não está provado – quem serão os beneficiados? Será o artista que se preocupa com o seu ofício e com o seu país? Quantos serão beneficiados?

E, antes de tudo, com outro monopólio – também estrangeiro – sobre os cinemas, como serão distribuídas as obras que os cineastas produzirem? Pela TV por assinatura monopolizada pelas teles? Com que critério?

O PLC 116, ex-PL 29, penou para ser aprovado, numa correlação de forças que era favorável a ele, tanto no Congresso quanto no governo. A resistência foi muito maior do que os seus autores imaginavam – por isso, ele passou por fora do plenário da Câmara, e queriam fazer o mesmo no Senado, mas fracassaram.

Assim, podemos afirmar que uma nova consciência sobre os problemas nacionais surgiu dessa batalha renhida que acabou de ser travada. Aliás, nem essa batalha acabou ainda.

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A INSÂNIA NAZI/SIONISTA

A INSÂNIA NAZI/SIONISTA


Laerte Braga


Os bombardeios da LUFTWAFFE nazi/sionista contra civis na Faixa de Gaza ultrapassam a costumeira insânia terrorista do estado de Israel. Uma aberração inventada ao término da Segunda Grande Guerra para permitir às grandes potências o controle do petróleo na região.

Crianças e mulheres foram mortos pela ação terrorista. Casas destruídas e oficiais do exército banana do Egito (controlado por Washington) assassinados na fronteira entre os dois países. Um protesto formal foi feito pelo governo militar do Cairo e vai ficar nisso, é só para constar. A saída de Mubarak não mudou nada, ou melhor, mudou de general. Generais desse tipo de exército têm o patriotismo na concepção de Samuel Johnson – “o último refúgio dos canalhas” –, são excelentes em tortura, prisões, assassinatos de adversários políticos e grossa corrupção. Sabemos bem dessa história no Brasil. O golpe de 1964 deixou esse legado.

Nesse momento a criatura – Israel – se torna maior que os criadores e se transforma num monstro que mistura a estrela de David com a suástica de Hitler e impõe um silêncio absoluto das potências mundiais sobre os crimes cometidos contra palestinos. É que detém o controle acionário de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A. Fazem o que bem entendem.

Toda e qualquer ajuda humanitária aos moradores de Gaza é confiscada pelas forças de Israel e como é típico de sionista, ato de pirataria, vira benefício, proveito próprio.

O Hamas, ao contrário do que se afirma, foi eleito pelo voto popular por conta de um acordo firmado entre Clinton, Arafat e Rabin e que não foi à frente. É que um fundamentalista judeu assassinou Rabin abrindo caminho para os nazi/sionistas.

Os protestos contra o governo de Israel são diários no país. Os gastos excessivos com armas, com guerras, a corrupção generalizada no aparelho estatal, o Estado transformado, literalmente, em organização terrorista sob controle de bancos e grandes corporações empresariais que, hoje, detém o mando nos EUA e na Europa.

O que está acontecendo em Gaza é um genocídio de proporções aterrorizantes. A região está sendo transformada em campo de concentração pelos nazi/sionistas de Israel. Roubaram a água, as riquezas, as terras dos palestinos e impunes aos olhos do mundo continuam sua escalada de povo “preferido de Deus”. Eufemismo para esconder o bezerro de ouro dos banqueiros e imperadores da mídia – Rupper Murdoch –.

No Brasil, com a complacência dos militares – fecham os olhos ou fingem – e dos governos desde Sarney, transformaram-se – os nazi/sionistas – em grande proprietários da indústria bélica. Agentes da agência de assassinos que chamam MOSSAD agem impunemente em nosso País.

Não existe a menor perspectiva que a mídia em qualquer parte do mundo relate o horror que vai se alastrando entre os palestinos em Gaza, massacrados pelas tropas de Hitler travestidas de nazi/sionistas, na brutal reedição do Reich, o IV.

Palestinos são “terroristas”, norueguês de olhos azuis e cabelos louros é “atirador”. Ingleses que protestam contra o desemprego, a fome, são “vândalos”.

É a lógica simples do capitalismo e do institucional falido, mas montado num arsenal de cinco mil ogivas nucleares.

No fim de tudo a culpa é do Irã.






Deus não joga dados pra perder


Danou-se, então, o capitalismo?





Nouriel Roubini, Project Syndicate After
the storm is Captalism Doomed?
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

NEW YORK. A volatilidade massiva e as fortes quedas nas cotações de bolsa que hoje atingem os mercados financeiros globais mostram que as mais avançadas economias estão à beira de um segundo mergulho na mesma recessão. Uma crise financeira e econômica causada por excesso de dívidas e de alavancagem no setor privado levou a uma massiva realavancagem pelo setor público, para evitar uma Grande Depressão 2.0. Mas a ‘recuperação’ subsequente foi anêmica e inferior ao que se esperava nas economias mais avançadas, por causa de uma dolorosa desalavancagem.

Agora, uma combinação de altos preços de petróleo e commodities, turbilhão no Oriente Médio, terremoto e tsunami no Japão, crises de dívida na zona do euro e os problemas fiscais nos EUA (e, recentemente, a desvalorização dos papéis americanos por uma agência de avaliação de riscos) levaram a aumento massivo do comportamento de aversão a riscos. Economicamente, os EUA, a zona do euro, o Reino Unido e o Japão estão ociosos. E até mercados emergentes de rápido crescimento (China, os emergentes asiáticos e a América Latina), e economias orientadas para exportação que dependem daqueles mercados (a Alemanha e a Austrália, rica em recursos), experimentam fortes freadas.

Até o ano passado, os políticos sempre conseguiram inventar algum novo coelho para tirar das cartolas, reinflar preços e tentar alguma recuperação econômica. Estímulos fiscais, taxas de juro próximas de zero, duas rodadas de “injeção de dinheiro novo” [orig. quantitative easing], cerco aos papéis podres e trilhões de dólares em “resgates” e provisão de liquidez para bancos e instituições financeiras: tudo isso já foi tentado. Agora, acabaram-se os coelhos.

Atualmente, a política fiscal é o peso que impede o crescimento tanto na zona do euro como no Reino Unido. E até os EUA, governos estaduais e governos locais, e agora também o governo federal, estão cortando gastos e reduzindo pagamentos. Em pouco tempo, não há dúvidas, começarão a aumentar impostos.

Mais uma rodada de “resgate” de bancos é politicamente inaceitável e economicamente irrealizável: a maioria dos governos, sobretudo na Europa, estão tão depauperados que não têm fundos para “resgatar” coisa alguma; de fato, seus riscos soberanos são de tal ordem que já há preocupação sobre a saúde dos bancos europeus que detêm a maior parte dos papéis cada dia mais desvalorizados, dos estados europeus.

Nem a política monetária poderá ajudar muito. Novas injeções de dinheiro [ing. quantitative easing] são limitadas pela inflação que já ultrapassa as metas fixadas na eurozona e no Reino Unido. O Federal Reserve dos EUA talvez inicie uma terceira injeção de dinheiro [ing. quantitative easing (QE3)], mas será pequena demais, vinda tarde demais. Os 600 bilhões da injeção QE2 do ano passado e $1 trilhão em cortes de impostos e transferências conseguiram crescimento pífio de apenas 3% durante um trimestre. E em seguida o crescimento despencou para menos de 1% no primeiro semestre de 2011. A terceira injeção de dinheiro (QE3) será menor e conseguirá ainda menos, em termos de revalorizar os ativos e restaurar o crescimento.

A depreciação da moeda não é opção viável para todas as economias avançadas: todas precisam de moeda mais fraca e melhor equilíbrio na balança comercial, mas não podem ter tudo isso todas ao mesmo tempo. Portanto, depender de taxas de câmbio para influenciar equilíbrios comerciais é jogo de soma zero. Veem-se guerras monetárias no horizonte, com Japão e Suíça já engajados nas primeiras escaramuças para enfraquecer a taxa de câmbio. Em seguida virão outras.

Enquanto isso, na zona do euro, Itália e Espanha estão em risco de perder acesso aos mercados, com pressões financeiras subindo também na França. Mas Itália e Espanha são ambas grandes demais para quebrar e grandes demais, também, para serem resgatadas. Por hora, o Banco Central Europeu trocará alguns bônus, como ponte para a nova Instituição de Estabilização Financeira da Europa [ing. European Financial Stabilization Facility (EFSF)]. Mas, se Itália e/ou Espanha perdem acesso aos mercados, os €440 bilhões ($627 bilhões) do escudo da EFSF já estarão desvalorizados ao final de 2011 ou início de 2012.

Assim sendo, a menos que se triplique o montante do EFSF – movimento contra o qual a Alemanha resistirá –, só resta, como opção, a reestruturação ordeira, mas coercitiva das dívidas de Itália e Espanha, como aconteceu na Grécia. A reestruturação coercitiva de dívidas não securitizadas de bancos insolventes virá em seguida. Assim, apesar de o processo de desalavancagem mal ter começado, logo será indispensável reduzir as dívidas, se os países não conseguem crescer nem salvar-se nem se autoinflacionar a partir de seus problemas fiscais.

Tudo isso leva a concluir que, ao que parece, Karl Marx acertou, no mínimo em parte, quando disse que a globalização, a intermediação financeira sem qualquer controle, e a redistribuição de renda e riqueza, do trabalho para o capital, poderia levar o capitalismo à autodestruição (embora, pelo que já se viu, o socialismo não seja capaz de fazer melhor). As empresas cortam empregos porque não há demanda final suficiente. Mas, com menos empregos, cai a renda do trabalho, aumenta a desigualdade e a demanda final acaba por ficar ainda mais reduzida.

Manifestações populares, do Oriente Médio a Israel e ao Reino Unido – e logo também, sem dúvida, em outras economias avançadas e mercados emergentes – são todas provocadas pelas mesmas questões e tensões: desigualdade crescente, pobreza, desemprego e desesperança. Até as classes médias já sentem, em todo o mundo, que a renda e as oportunidades encolheram.

Para conseguir que as economias orientadas pelo mercado operem como podem e devem, temos de voltar ao equilíbrio adequado entre mercados e provisão de bens públicos. Isso implica fugir tanto do modelo anglo-saxão de economia de laissez-faire e vudu, quanto do modelo europeu continental dos estados de bem-estar movidos a déficits. Esses dois modelos faliram.

O equilíbrio adequado exige que se criem empregos em parte por estímulos fiscais orientados para o investimento em infraestrutura produtiva. Exige também taxação mais progressiva; mas estímulos fiscais de curto prazo, com disciplina fiscal de longo prazo; empréstimos-só-em-último-caso por autoridades monetárias, para evitar corridas a bancos, e só nesse caso; redução da carga da dívida para proprietários insolventes e outros agentes econômicos super pressionados; e supervisão e regulação mais estrita de um sistema financeiro que perdeu o rumo e o prumo. Além disso, é preciso quebrar e dividir todos os bancos e trustes oligopolistas grandes demais para quebrar.

Ao longo do tempo, as economias avançadas terão de investir em capital humano, formação e redes de segurança social, para aumentar a produtividade e permitir que os trabalhadores sejam competitivos, flexíveis e encontrem seu nicho numa economia globalizada. É isso. A única alternativa é – como nos anos 1930s – estagnação sem fim, depressão, guerras monetárias e comerciais, controle de capitais, crises financeiras, fundos soberanos insolventes e incontrolável instabilidade social e política massiva.

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agência assaz atroz pressaa - redação

Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

Pressaa

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Jundiaí: uma cidade dominada pelo medo

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por André Lux

Infelizmente a Folha do Japi não será mais impressa e distribuída pela cidade. Durante esses quatros meses, tentamos levar até a população de Jundiaí informações, questionamentos e debates sobre temas que raramente são abordados pelo restante da mídia local. Mostramos que nossa cidade está muito longe de ser essa “Ilha da Fantasia” que o governo do PSDB, que já está há 20 anos no poder, tenta vender por meio de caríssimas peças de marketing – inclusive durante o horário nobre da rede Globo, um dos mais caros do planeta.

Nesse período, a Folha do Japi recebeu inúmeras mensagens de apoio e carinho, bem como ofertas de ajuda inclusive na distribuição do jornal. Mas, lamentavelmente, foi no aspecto financeiro que a coisa desandou. Mantido com recursos próprios e com pequenas contribuições dos poucos anunciantes que ousaram comprar um espaço no jornal, chegamos a um ponto em que não havia mais condições de manter a publicação do jornal.

E é ai que se revela o aspecto mais triste dessa história: muita gente que prometeu ajudar o jornal comprando espaço para publicidade desistiu da ideia quando percebeu que a Folha do Japi primava por manter uma postura firme e crítica frente ao poder público local. A justificativa para a desistência? Medo.

Sim, isso mesmo. Medo de sofrer represálias desse mesmo poder público. Inclusive, é preciso dizer, alguns de nossos anunciantes sofreram ameaças anônimas por terem aparecido em nossas páginas! Isso sem falar nos donos de bancas que receberam, logo no início da distribuição da Folha do Japi, uma carta com ameaças veladas feitas pelo maior distribuidor de jornais e revistas da cidade. A quem será que interessa ameaçar anunciantes e donos de bancas só porque compraram espaço publicitário e distribuíram um jornal que manteve postura independente e não alinhada com a propaganda oficial do governo tucano? Isso não podemos responder, infelizmente.

E nem vamos aqui falar das inúmeras falsas acusações, ameaças e difamações feitas contra o jornal e seus colaboradores - proferidas inclusive por funcionários de cargo comissionado da Prefeitura de Jundiaí durante o horário de expediente de trabalho nas redes sociais. Esse descaramento e falta de respeito aos valores democráticos e republicanos já nem impressiona mais ninguém.

Todos esses fatos lamentáveis demonstram que, apesar de já estarmos em pleno século 21, em Jundiaí ainda vivemos num clima antidemocrático, de controle do poder na base do terror e de ataques à liberdade de expressão que remetem aos períodos mais obscuros da ditadura cívico-militar que tomou o Brasil de assalto no golpe de estado de 1964 e durou 22 amargos anos, durante os quais centenas de homens, mulheres e até crianças foram presos, torturados e mortos simplesmente por discordarem dos “coronéis” de plantão.

Assim, incapaz de continuar arcando com os custos da produção impressa do jornal, a Folha do Japi vai continuar existindo apenas virtualmente, aqui no blog, nas redes sociais e nas inúmeras listas de e-mails que os cidadãos com caráter progressista da cidade possuem. Vamos tentar, quando possível, imprimir edições especiais do jornal quando houver algum tema de grande pertinência.

Perdemos uma batalha, é verdade. Mas não perdemos a guerra. Na verdade, quem sai perdendo mesmo é justamente a população de Jundiaí, que a partir de agora será privada de obter informações que mostram o outro lado da moeda da realidade local e também de conhecer opiniões que não se alinham com o que vende como “verdade única” a imprensa local e as milionárias peças de publicidade do governo do PSDB.

Entretanto, saímos com as cabeças erguidas e cientes de ter feito um bom trabalho, fato que pode ser medido facilmente pelo nível de ódio e de desespero das campanhas de difamação feitas contra o jornal por pessoas incivilizadas e de sem caráter que não aceitam ser contraditas ou sequer questionadas.

Dizem que o caráter de uma pessoa pode ser medido pelo tipo de amigos e inimigos que ela tem. Se for assim, a Folha do Japi e todos aqueles que ajudaram esse sonho a se tornar realidade, mesmo que por um breve período de tempo, tem um excelente caráter.

E vamos em frente, porque amanhã vai ser outro dia...

Obrigado a todos.

- André Lux, editor da Folha do Japi



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Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

Pressaa
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Tucanos golpistas preparam manifestação contra corrupção PIADA!!!!!!!!!!!!

Pra abrir o olho para mais uma tentativa de GOLPE da tucanalha e micalhada

Bem-vindo ao grupo "PSDB-DF: Primárias já!"
A criação deste grupo foi inspirada nos trabalhos do Workshop PSDB-DF realizado no dia 18/06/2011 que teve como um dos grandes temas a necessidade de haver maior participação democrática no partido. A ideia central é que os filiados tenham voz e poder de escolha em todas as decisões do partido por meio de eleições primárias e de outros mecanismos democráticos. Um partido que leva o nome da Social-Democracia não pode deixar de aplicar a democracia na sua gestão interna.

"QUE DEUS ABENÇOE A AMÉRICA E OS AMERICANOS"

“QUE DEUS ABENÇOE A AMÉRICA E OS AMERICANOS”


Laerte Braga


A frase é de Barack “Banana”, reles imitação de Al Jolson, cantor branco engraxado de negro para o filme O CANTOR DE JAZZ. Foi dita ao terminar o comunicado feito aos norte-americanos que Osama bin Laden estava morto. THE JAZZ SINGER foi o primeiro filme de longa metragem falado e com canto sincronizado com um disco de acetato.

O problema é que Barack “Banana” desafina.

Os EUA estão diante de um dilema terrível. Se reelegem “Banana” a viagem ao centro da Terra continua. Precipício sem fim. Se elegem um republicano chegam mais depressa ao caos absoluto.

Susanne Eman tem 32 anos de idade e dois filhos. Gabriel de 16 e Brendin de 12. Susanne pesa, atualmente, 317 quilos e está se submetendo a um regime radical para atingir os 700 quilos e entrar no Guinnes como o ser humano mais gordo da história.

Maureen Chao é uma diplomata dos Estados Unidos. Presta serviços na Índia. É vice cônsul. Foi a uma cidade do estado de Tamil Nadu fazer uma palestra para crianças numa escola. O típico marketing de norte-americanos no desespero de vender sanduíche da rede McDonald’s.

Lá pelas tantas disse que passou 72 horas dentro de um trem quando deveria ter passado apenas 24 horas e não pode tomar banho. Arrematou – “no entanto, após 72 horas, o trem ainda não havia chegado ao seu destino e minha pele ficou suja e escura como a de vocês”. A afirmação foi feita às gargalhadas, no melhor estilo de oradores norte-americanos, de encerrar seus discursos com uma piada.

Nos últimos meses da campanha eleitoral de 2008 o senador John McCain, caquético adversário de “Banana”, fazia piada com as pernas de Sarah Palin, a vice de sua chapa e considerada de extrema-direita. Numa dessas observações, no desespero registrado pelo que as pesquisas mostravam, McCain chegou a dizer que “os EUA precisam das pernas de Sarah para caminhar o seu grande destino”.

E Sarah mostrava as pernas em fotos com vestidos curtíssimos nos comícios e aparições na tevê.

É pré-candidata para as eleições de 2012.

ZARA é uma grife espanhola de alcance quase mundial. Usa trabalho escravo em São Paulo. Os principais acionistas são defensores intransigentes dos valores democráticos, cristãos e ocidentais. A Espanha é um dos países da grande base militar de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A, na quase extinta Europa Ocidental. Uma complexa mistura de pulo no escuro e abismo sem fim, ao som das caçadas do rei Juan Carlo. O herdeiro de Francisco Franco.

O produto espanhol de maior sucesso, atualmente, é Lionel Messi. Nasceu na Argentina e joga no time do Barcelona que é catalão.

A legislação norte-americana não permite que americanos naturalizados sejam presidentes. Isso afastou as chances de Henry Kissinger (alemão), do ator Arnold Alois Schwarzenegger (austríaco), ex-governador da Califórnia e agora de David Cameron, primeiro-ministro da Grã Bretanha (atual Micro-Bretanha). Cameron tem o perfil ideal para o “Deus abençoe a América e os americanos” e deve terminar sendo nomeado conde ou marquês por sua majestade. Seria a glória suprema.Os EUA governados por um marquês branco e nazista.

Está cogitando da idéia de toque de recolher em algumas áreas de seu país. Teme que a turba não se aquiete e incomode o sono de sua majestade a rainha Elizabeth II.

Como na política as coisas não funcionam como no futebol, não dá para comprar o passe de Cameron e colocá-lo em Washington.

Mas... O mas sempre. Existe ainda Jeb Bush, filho do ex-presidente George Bush, irmão do ex-presidente George Walker Bush e mentor da fraude que deu a vitória ao mano em Miami, onde exercia o ofício de governador.

No entender de George pai, a carreira de George filho era improvável – “é um estúpido” – e as apostas foram todas feitas em Jeb. Deu zebra, mas agora...

Barack “Banana” vai ter que rebolar para convencer os seus concidadãos que sua permanência na cervejaria Casa Branca (os EUA hoje são protetorado de Israel) garante melhor qualidade, na temperatura ideal.

E que “Deus abençoe a América e os americanos”. É o jeito de achar que são donos de tudo. Em Honduras a média de execução diária da ditadura de Pepe Lobo é de dez hondurenhos. A base militar dos EUA no país é em Tegucigalpa, capital do país, é chamada “escola de golpes”.

Os soldados lá, por sorte, conseguem tomar banho todos os dias. Não precisam ficar iguais aos indianos.

Quando alguém desembarca no aeroporto de New York, qualquer aeroporto norte-americano, o primeiro cheiro que sente é o odor fétido de um povo que tangencia a insânia por conta de governantes e uma elite política e econômica podre. A sede agora é em Tel Aviv.

Breve, no museu de cera de Londres, as pernas de Sarah Palin.

Quem sabe não é hora de “ajuda humanitária” para a Inglaterra? Ou Israel, onde os protestos são diários contra o governo nazi/sionista? Vai ver a culpa é do Mourinho, técnico do Real Madrid que não consegue segurar Lionel Messi.