Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sábado, 6 de agosto de 2011

Conceição Tavares diz que a democracia precisa ser reinventada pela participação popular

quemtemmedodademocracia.com
‎"Da poça de desilusão escorre um veio de discernimento que se espalha aos poucos pelas praças do mundo: a crise só será efetivamente superada com uma democracia reinventada pela participação...
há 4 horas · · ·

    • Carlos Quartezani
      Me assusta a distância do povo em relação à política. Penso q a mídia, sobretudo, precisa rever seus conceitos. Sei que é necessária a denúncia, a exposição das mazelas, entretanto, há que se ter critério para que a responsabilidade seja atribuída ao próprio povo que mesmo tendo os mecanismos de orientação à mão, preguiçosamente preferem as soluções imediatas que sempre vem acompanhada de um latente "vote em mim, pois te ajudei". A culpa não é da política e sim da interpretação que fazem dela.
      há 3 horas · · 1 pessoa

Mensagem de Chavez ao Congresso del Partido Comunista de Venezuela

Escrito por Tribuna Popular   
Sábado, 06 de Agosto de 2011 11:18
Caracas, 6 ago. 2011, Tribuna Popular TP.- El Camarada Presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Hugo Chávez Frías, aparte de dirigirse a los presente en el Acto de Instalación del XIV Congreso del Partido Comunista de Venezuela (PCV) realizado el pasado 4 de agosto en Caracas, envió una nota de saludo a los participantes en nuestro Congreso, el cual transcribimos y publicamos en forma integra en esta página, junto a la imagen digitalizada de dicho texto.
Recordamos que el Presidente Chávez agradeció el apoyo que el PCV le ha dado incluso antes de ser electo Presidente (el PCV fue el primer partido político que lo proclamó como candidato para la elección de 1998), y señaló que  esa “alianza es mucho más que coyuntural, es una necesidad  histórica que tenemos que seguir construyendo”, al tiempo que llamó a la unidad de todas las fuerzas que apoyan al proceso bolivariano para la constitución del denominado Polo Patriótico.

Por instrucción del presidente Chávez, que también es el máximo dirigente del Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), una comitiva  de alto nivel encabezada por el Vicepresidente de la República  Elías Jaua, la diputada Cilia Flores, Primera Vicepresidenta del PSUV, el canciller Nicolás Maduro, el presidente de la Asamblea  Nacional (AN) Fernando Soto Rojas, el segundo vicepresidente de la AN, Aristóbulo Istúriz, y los dirigentes Antonia Muñoz, Jesús Montilla y Freddy Bernal, estuvieron acompañando a los miembros del Comité Central y del Buró Político del PCV en la instalación de este XIV Congreso.
 
Miraflores, 4 de agosto de 2011.
 
Mensaje al XIV Congreso del Partido Comunista de Venezuela
Presente.-
Queridos Camaradas:
Reciban un fervoroso saludo socialista, antiimperialista y revolucionario, en este gran día de inicio de su XIV Congreso. Con inmenso afecto levanto mi voz para manifestarle  mi respeto, admiración y cariño por la trayectoria de lucha que junto al Pueblo ha transitado el Partido Comunista de Venezuela, a lo largo de los 80 años transcurridos desde su fundación, aquel 20 de julio 1931.
Cómo olvidar el legado de hombres como Pio Tamayo, Rodolfo Quintero, Gustavo y Eduardo Machado, Salvador de la Plaza, Guillermo García Ponce, y mujeres como la camarada Livia Gouverneur que ofrendaron su vida por abrir el camino y ofrecernos la oportunidad que hoy tenemos de construir el Socialismo. ¡Honor y gloria para ellos!
El Partido Comunista de Venezuela es parte de la gloriosa historia cívico militar en lucha por la liberación del pueblo venezolano, siguiendo esa línea recta que une a rebeliones como elk “Carupanazo” el 04 de mayo, y el “Porteñazo” el 02 de junio del año 1962, con la Revolución Bolivariana que hoy construimos juntos. Nuestra unidad fraguada y cien veces comprobada en la lucha por la defensa de los sagrados intereses del Pueblo, es también una unidad de ideales y principios. Socialistas y Comunistas compartimos esa “idea de una sociedad extraida del principio del interés (…) una sociedad que no está gobernada por el hecho de que un hombre persigue su interés, sino por la idea de la asociación de los hombres” como lo describe el filosofo Alain Badiou ¡Nuestra unidad, nuestra asociación, Camaradas, no es asunto de circunstancias! Es una necesidad histórica.
He estado muy atento a los temas que abordarán en su XIV Congreso, y seguro estoy que como militantes de la esperanza asumirán la responsabilidad histórica de profundizar su programa y la línea política de los comunistas venezolanos, para seguir contribuyendo en la profundización del proceso revolucionario y en la construcción del socialismo.
El Socialismo del Siglo XXI nos impone, para su consolidación, la imprescindible tarea de la unidad. Unidad clamada por nuestro Padre Libertador, para concretar el anhelado proyecto de independencia continental. ¡Permítanme pues, en este importante momento que abre un nuevo ciclo de debate político entre ustedes, renovar mi invitación y mi llamado a que se sumen, cada vez con más fuerza, a la consolidación del Gran Polo Patriótico que habrá de constituir la amplia base de asiento para la victoria de nuestra Revolución!
Persuadido estoy que seguirán ustedes, vanguardia revolucionaria, dando muestra de lealtad, firmeza y convicción en este duro camino por conquistar la independencia definitiva. Ha vuelto a mi memoria aquella frase del camarada Argimiro Gabaldón que aprendí en la lucha junto a las comunistas y a los comunistas venezolanos: “el camino es duro, pero es el camino”. Y el camino que hoy transitamos nos conducirá, no tengo la menor duda.
 
¡Hasta la Victoria Siempre!
¡Independencia y Patria Socialista!
¡¡Viviremos y Venceremos!!
Hugo Chávez Frías
 
 
 
TRIBUNA POPULAR
       Redacción
 
Enviado Por Jacob Blinder

a globo vai partir pra cima de Amorin .olha o Golpe aí gente



A Globo vai partir pra cima de Amorim: isso prova que Dilma escolheu bem!

publicada sexta-feira, 05/08/2011 às 18:52 e atualizada sexta-feira, 05/08/2011 às 18:27
por Rodrigo Vianna
Acabo de receber a informação, de uma fonte que trabalha na TV Globo: a ordem da direção da emissora é partir para cima de Celso Amorim, novo ministro da Defesa.
O jornalista, com quem conversei há pouco por telefone, estava indignado: “é cada vez mais desanimador fazer jornalismo aqui”. Disse-me que a orientação é muito clara: os pauteiros devem buscar entrevistados – para o JN, Jornal da Globo e Bom dia Brasil – que comprovem a tese de que a escolha de Celso Amorim vai gerar “turbulência” no meio militar. Os repórteres já recebem a pauta assim, direcionada: o texto final das reportagens deve seguir essa linha. Não há escolha.
Trata-se do velho jornalismo praticado na gestão de Ali Kamel: as “reportagens” devem comprovar as teses que partem da direção.
Foi assim em 2005, quando Kamel queria provar que o “Mensalão” era “o maior escândalo da história republicana”. Quem, a exemplo do então comentarista Franklin Martins, dizia que o “mensalão” era algo a ser provado foi riscado do mapa. Franklin acabou demitido no início de 2006, pouco antes de a campanha eleitoral começar.
No episódio dos “aloprados” e do delegado Bruno, em 2006, foi a mesma coisa. Quem, a exemplo desse escrevinhador e de outros colegas na redação da Globo em São Paulo, ousou questionar (“ok, vamos cobrir a história dos aloprados, mas seria interessante mostrar ao público o outro lado – afinal, o que havia contra Serra no tal dossiê que os aloprados queriam comprar dos Vedoin?”) foi colocado na geladeira. Pior que isso: Ali Kamel e os amigos dele queriam que os jornalistas aderissem a um abaixo-assinado escrito pela direção da emissora, para “defender” a cobertura eleitoral feita pela Globo. Esse escrevinhador, Azenha e o editor Marco Aurélio (que hoje mantem o blog “Doladodelá”) recusamo-nos a assinar. O resultado: demissão.
Agora, passada a lua-de-mel com Dilma, a ordem na Globo é partir pra cima. Eliane Cantanhêde também vai ajudar, com os comentários na “Globo News”. É o que me avisa a fonte. “Fique atento aos comentários dela; está ali para provar a tese de que Amorim gera instabilidade militar, e de que o governo Dilma não tem comando”.
Detalhe: eu não liguei para o colega jornalista. Foi ele quem me telefonou: “rapaz, eu não tenho blog para contar o que estou vendo aqui, está cada vez pior o clima na Globo.” 
A questão é: esses ataques vão dar certo? Creio que não. Dilma saiu-se muito bem nas trocas de ministros. A velha mídia está desesperada porque Dilma agora parece encaminhar seu governo para uma agenda mais próxima do lulismo (por mais que, pra isso, tenha tido que se livrar de nomes que Lula deixou pra ela – contradições da vida real).  
Nada disso surpreende, na verdade.
O que surprendeu foi ver Dilma na tentativa de se aproximar dessa gente no primeiro semestre. Alguém vendeu à presidenta a idéia de que “era chegada a hora da distensão”. Faltou combinar com os russos.
A realidade, essa danada, com suas contradições, encarregou-se de livrar Dilma de Palocci, Jobim e de certa turma do PR. Acho que aos poucos a realidade também vai indicar à presidenta quem são os verdadeiros aliados. Os “pragmáticos” da esquerda enxergam nas demissões de ministros um “risco” para o governo. Risco de turbulência, risco de Dilma sofrer ataques cada vez mais violentos sem contar agora com as “pontes” (Palocci e Jobim eram parte dessas pontes) com a velha mídia (que comanda a oposição).
Vejo de outra forma. Turbulência e ataques não são risco. São parte da política. 
Ao livrar-se de Jobim (que vai mudar para São Paulo, e deve ter o papel de alinhar parcela do PMDB com o demo-tucanismo)  e nomear Celso Amorim, Dilma fez uma escolha. Será atacada por isso. Atacada por quem? Pela direita, que detesta Amorim. 

Equador em risco

O Blog Será o Benedito publica este artigo:
Enviado por  Luis Giannini de Freitas ao grupo Union de los Pueblos Facebook


6.8.11


Equador: Correa ameaça dissolver o Parlamento, renunciar e convocar novas eleições

via Correio do Brasil

Correa
Correa avisa da sua intenção de deixar o governo, caso não consiga avançar com seu projeto socialista no Equador
Presidente do Equador, Rafael Correa advertiu que poderia dissolver a Assembléia Nacional e imediatamente renunciar ao cargo, caso a oposição mantenha as “as tentativas de desestabilizar a democracia”. O presidente disse, nesta sexta-feira, que poderá usar o mecanismo chamado “cruz da morte” com o qual ele pode dissolver a Assembleia, ao mesmo tempo em que renuncia à Presidência.
Correa disse que, se ele perder a maioria no Legislativo, a permanecerem os ataques da oposição ao seu projeto de governo, com o objetivo de conduzir o quadro político para um golpe de Estado, não pensará “10 minutos” para tomar a decisão de deixar o Palácio de Carondelet. A Constituição do Equador prevê que o presidente pode dissolver a Assembleia, mas uma vez adotado esse mecanismo o Conselho Eleitoral deverá convocar imediatamente e as eleições presidenciais para o período restante.
Segundo a agência equatoriana de notícias Andes, Correa acusou a oposição de recolher assinaturas de parlamentares para derrubar a eleição do presidente da Câmara, Fernando Cordero, re-eleito no domingo. Ainda nesta semana serão eleitos dois vice-presidentes da Casa e as nomeações serão decisivas para o regime obter maioria no Conselho de Administração do Legislativo, composto por sete membros, incluindo dois vice-presidentes.
Correa observou que o papel da oposição tem sido um “esforço constante de boicotar as iniciativas do executivo” e se ela avançar, “regridirão os projetos do governo em benefício do país”. No entanto, ele expressou muita fé e esperança “na consolidação de uma maioria parlamentar” em favor da decisão e reiterou que sua permanência no posto não é “para aquecer um assento”, mas para mudar o país. Se ele ver um sinal de obstrução do processo, avisa: “Cruz da morte”.
O presidente Correa havia dito que se o partido no poder perder a maioria na Assembleia Nacional, ele concordará com seus adversários políticos, mas advertiu que não aceitaria “chantagem de qualquer tipo”. Correa havia reconhecido as dificuldades de sua legenda, o Alianza País (AP) de manter a liderança na Câmara, e o avanço da oposição que colocou na agenda política equatoriana a possibilidade da sua renúncia. Ao longo do mandato, Corrêa já ameaçou renunciar outras duas vezes, mas foi vitorioso em seus objetivos e permaneceu no cargo
Via mail, o companheiro e Hermano Igor Calvo, nos informa:
Ecuador: Armadillo, otra papa caliente…
5 agosto 2011
 Ecuador Indigena,  

La convocatoria a licitación del campo petrolero donde están los pueblos protegidos por la Constitución es un viraje del estado.


El 10 de agosto del 2009, hace casi dos años, una madre y sus hijos caminaban por un sendero abierto en la selva, en una comunidad de colonos, Unión 2000, junto a una plataforma petrolera de nombre “Hormiguero Sur” cuando fueron atacados por enormes lanzas de chonta y murieron. Un año antes, en marzo del 2008, un trabajador de la madera fue muerto de la misma forma, atravesado con lanzas, en el sector llamado Armadillo, mientras aserraba un árbol. Se habían iniciado los trabajos de sísmica en la zona. Y el Ministerio del Ambiente, a través de su Plan de Medidas Cautelares, pedía, en ese entonces, que se suspendieran esos trabajos hasta tener más información sobre la presencia de pueblos indígenas que aún viven aislados en la selva ecuatoriana.
En el 2006 la Corte Interamericana de Derechos Humanos había otorgado medidas cautelares luego de la matanza, en agosto del 2003, de una veintena de mujeres y niños en un asalto, por parte de un grupo waorani de Tigüino, impulsado por intereses madereros. El Estado ecuatoriano las había acogido y daba pasos en ese sentido: en el 2007, el último decreto del gobierno de Alfredo Palacio, señalaba una zona intangible para la protección de esos pueblos. Poco más tarde, el gobierno de Rafael Correa hacía pública su Política de Protección para los Pueblos Tagaeri-Taromenani, en un acto realizado en Carondelet. En el 2008 se creó, desde el Plan de Remediación Ambiental y Social, PRAS, del Ministerio del Ambiente, una oficina dedicada a hacer cumplir esas medidas cautelares, PMC. Se estableció un puesto de control en Shiripuno y luego allí se construyó una gran edificación a la cual se ha llamado Estación de Monitoreo de la Zona Intangible.
La muerte de esta madre y sus dos hijos, en el 2009, provocó cambios de ruta en la agenda del PMC. A pesar de haber peinado la selva en sobrevuelos de avioneta para un estudio de información geográfica, y a pesar de haberse pronunciado contra los trabajos de sísmica en esos mismos campos, el acontecimiento les tomó por sorpresa.
El ataque ocurrió fuera de la llamada Zona Intangible, cerca de la población de colonos, en una frontera agrícola que ha ido internándose en el Parque Nacional Yasuní y en el territorio waorani, en vías alternas por donde, además, salían continuamente maderas finas como producto de la tala ilegal.
La Zona Intangible se había definido, no tanto por los patrones de movilidad o sobre la base científica de presencia de estos pueblos entre los ríos Nashiño, al norte y Curaray, al sur, sino más bien sobre la base del mapa petrolero. El lindero de los bloques marcaría que se guarde una zona libre de cualquier tipo de explotación, sea hidrocarburífera, maderera o minera. Sabido era ya, en ese momento, que los pueblos llamados en aislamiento, no conocen esas fronteras y que, para guardarlos y protegerlos, hay que saber dónde se encuentran, dónde asientan sus casas, dónde siembran sus alimentos, cuáles son sus recorridos y dónde han ocurrido hechos que revelen su presencia.
El suceso también develó las contradicciones del Estado en el tema: por un lado iban los planes de protección y por otro los planes de extracción.
Se dejaron ver las costuras dentro del propio gobierno. Una declaración del entonces gerente de Petroecuador, hoy ministro de Recursos No Renovables, en un canal de televisión era contraria a las afirmaciones de un funcionario del PMC. Los funcionarios del PMC fueron despedidos, mientras que el gerente de Petroecuador pasaba a ser secretario de Estado. El propio presidente Correa, en su cadena radial 173, en mayo del 2010, dijo, por un lado, que el Ecuador debiera tener un premio por tener pueblos no contactados en su territorio y que, en lugar de ello, recibe demandas. Sobre el caso Armadillo, en particular, manifestó que “quieren cerrar Armadillo porque se vio cerca de grupos no contactados. Dios no quiera que veamos no contactados de Quito y tengamos que desalojar Quito. No tiene sentido. Todos estamos de acuerdo en que hay que proteger a estos pueblos, pero a qué costo”.
El PMC había trabajado con agenda propia, casi sin relación con los demás ministerios, hasta que se creó una Comisión Interministerial para tratar el espinoso tema de la protección de los grupos llamados sin contacto frente a las urgencias de explotación petrolera en la zona. En el tema hay posiciones irreconciliables: desde la creación de tres “zonas núcleo” libres de cualquier extracción (Zona Waorani, Zona Yasuní, Zona Tagaeri Taromenani), propuesta planteada por Unesco y su Programa Yasuní, que significaría el adiós definitivo del Ecuador a los ingresos petroleros, pasando por la ampliación de la Zona Intangible a territorios donde hay evidencias de presencia de estos pueblos, hasta la negación total de su existencia, por parte de los sectores que apuestan por la extracción petrolera.
El tema del PMC salió del Ministerio del Ambiente y pasó al Ministerio de Justicia y Derechos Humanos al empezar el 2011. El proceso de transición empezó en enero de este año. Y ha tomado su tiempo. Tiempo que se alargó aún más con cambios en el interior de esa cartera cuando el ministro José Serrano pasó a ser cabeza del Ministerio del Interior y dejó Justicia. Nuevo ministro. Nuevos funcionarios y un plazo de traspaso de información y funciones que tiene por fecha el 30 de este mes. Nadie para hacerse cargo de la papa caliente, sobre todo, en el terreno, donde la expansión de la frontera agrícola, la inseguridad de los colonos sobre el futuro de sus fincas debido a rumores de reubicaciones, la actividad hidrocarburífera de empresas que operan en el bloque 17 (Andes Petroleum) y la posibilidad de explotación del Campo Armadillo, han quedado sin respuestas.

Reflexiones sobre el debate interno en Honduras

Reflexiones sobre el debate interno en Honduras
 
Los debates internos, sobre todo los de carácter teórico y filosófico dentro del Frente Nacional de Resistencia Popular son, posiblemente, la generación de pensamiento más intensiva que se ha vivido en la historia hondureña; sin embargo, las debilidades del capitalismo dependiente han propiciado una notable falta de medios que nos permitiera estar en contacto con el desarrollo alcanzado en este sentido en otras partes del mundo. De ese modo, a pesar de la riqueza creativa, seguimos recurriendo a dogmas y visiones ajenas a nuestra realidad para tratar de interpretar el momento que vivimos.
 
Para el caso, padecemos de un desconocimiento profundo del capitalismo como formación socioeconómica, al tiempo que, aunque lo atacamos todos los días, no entendemos a ciencia cierta lo que es el neoliberalismo. Estas carencias nos hacen caer constantemente en errores de análisis, que, consecuentemente, impactan en los resultados que obtenemos en la lucha por la liberación de Honduras. Nuestra inclinación a sustentar nuestros argumentos en frases de pensadores cuya práctica revolucionaria se enmarcaba en realidades diferentes a la nuestra, y estaban condicionadas por estas.
 
En muchos casos nos encontramos afirmando nuestra adhesión a cuerpos de pensamiento, como el marxismo, o el leninismo, sin atender hechos concretos sobre los mismos: por ejemplo, todo el desarrollo metodológico marxista se da en el marco de la dialéctica, concepto que citamos mucho pero comprendemos poco. En cualquier caso, es impensable que la dialéctica, que postula el cambio permanente, se negara a sí misma, quedando como una doctrina inmóvil, “pétrea”. En cuanto a las visiones de Lenin, Grossi, Rosa Luxemburgo, Mariátegui y el mismo Che, pretendemos darles carácter cuasi premonitorio, que, usualmente, les hace perder su valor conceptual.
 
El imperialismo concebido por Lenin dista mucho de las formas que el mismo ha adquirido con casi un siglo de desarrollo; tampoco sea escapado al paso del desarrollo teórico la visión del Estado-Nación el que, aceleradamente, se convierte en un apéndice mínimo del capital especulativo. El capitalismo busca incesantemente el rompimiento de las estructuras que le estorban al mercado, las fronteras entre ellas, especialmente en aquellos países que no muestran una dinámica favorable a la dinámica del sistema.
 
El hombre nuevo del Che, no era un concepto antojadizo; al contrario se trata de un ser humano con características distintas al que ha sido forjado por casi medio siglo de enajenación transnacional, que nos indica que el éxito y el dinero son la misma cosa; que debemos “informarnos” pero no formarnos; que el problema del vecino es asunto suyo, y que nuestro objeto sobre el planeta es consumir sin ningún tipo de restricción, siendo esta la mayor expresión de nuestra libertad. Comenzar por superar los intereses personales en beneficio de la colectividad, algo que tanto cuesta en nuestros países.
No cabe duda que muchos y muchas se sintieron desconcertados cuando se declaraba el fin de la historia, y el reino del mercado, quizá por mil años. La construcción de nueva expresiones de resistencia ante el régimen surgieron para mantener viva la reivindicación, aunque con muchas dudas ideológicas, y con propósitos más limitados. La cuestión del poder, esencial en la lucha del pueblo, igual que su partido de clase, paso a un segundo plano, y, de un modo extraño pasamos a ser parte del sistema. Todo este desarrollo, aunque dialectico, no pudo ser previsto por pensadores centrados en las realidades de su tiempo.
 
Los movimientos sociales en varios países latinoamericanos optaron en principio por convertirse en contra poder, una especie de fuerza moral, sin incidencia actual para frenar la voracidad del modelo, tampoco apta para enfrentar las crisis que este sistema produce en su propio seno. Sin embargo, la lección más importante que conseguimos de estos pueblos hermanos es su cambio de posición frente al poder, frente a la clase dominante, y  la comprensión acertada de la correlación de fuerzas al interior de sus sociedades. En ese momento, los movimientos sociales recobran su función principal que es política; el sistema no se cambia con contra poder, el poder popular tampoco es contra poder.
 
Si resumimos, nuestra búsqueda del poder, por medio de un partido del pueblo es un proyecto concreto, una línea estratégica definida. Nuestras tácticas deben estar destinadas a cambiar la correlación de fuerzas de tal modo que las fuerzas hegemónicas tradicionales, estructuradas alrededor de oligarquías plutocráticas, sean desplazadas por una fuerza hegemónica nueva, democrática y revolucionaria. Cualquier otra visión de nuestra misión nos aleja de la posibilidad real de cambiar estructuralmente.
 
La pretensión de transitar aceleradamente hacia la redefinición de las relaciones de producción, así como la redistribución súbita de los medios productivos, luce ingenua, y muestra una falta de claridad sobre el escenario local e internacional en que vivimos. Es imperativo entender que nuestro enfoque principal debe estar dirigido al Estado Nación, a su recuperación, a la recuperación perdida por este frente al avance neoliberal. A la derogación de las leyes que afectan la soberanía del pueblo sobre ejes centrales del desarrollo. Una primera etapa de nuestro proyecto debe estar dirigida necesariamente a la recuperación soberana de la salud, la educación, los recursos naturales, la energía, y otros sectores estratégicos que hoy son secuestrados por grupos de poder económico.
 
El desmantelamiento de la superestructura, el aparato coercitivo y represivo del Estado es una tarea compleja que puede ser abordada únicamente con la participación del pueblo organizado. Entidades como las Fuerzas Armadas requieren de un proceso de cambio profundo, sin olvidar que, por ahora, ellas son un pilar fundamental de la defensa del sistema, y de la clase dominante. Es imperativo someter las Fuerzas Armadas al poder popular, entendiendo a este como la expresión de poder real del pueblo organizado. Una alternativa confrontativa presupone que estamos en capacidad de entrar en un conflicto, y este no parece ser el caso.
 
Mucho se habla acerca del severo atraso que tiene n la fuerzas productivas en relación a los medios productivos, lo que, desde un punto de vista meramente eurocéntrico, haría imposible pensar en transformaciones estructurales del capitalismo dependiente. Sin embargo, es nuestra misión primaria organizar políticamente al pueblo, de modo que participe activamente en la construcción de un sistema democrático real, y un modelo socialista que responda a la realidad de nuestro país. Ese, y no otro, es el mayor desafío que enfrentamos hoy. El papel de los movimientos sociales, en cuantas formaciones políticas, será clave, si logramos entender que muchos de los problemas subyacentes que afectan de diversas formas a sectores de la población son parte integral del proceso, pero que no cambian súbitamente. Estamos, por ejemplo, en contra de la discriminación de género, el maltrato a la mujer, y su marginación en todos los ámbitos de la sociedad, pero seriamos sumamente ingenuos si creyéramos que el machismo, arraigado por siglos en nuestra cultura, nuestras costumbres, nuestros prejuicios y hasta nuestras supersticiones, cambiara de una vez.
 
Creer que un proceso eleccionario por si solo cambia a una nueva sociedad automáticamente, es un craso error de quienes así lo piensen; como también es un error grave marginarse de la posibilidad de utilizar esta vía como una alternativa de lucha. Por esa razón, es que el debate no debe centrarse en las elecciones como fin, sino que debe ver hacia la conformación de una estrategia integral de lucha que incluya la posibilidad de luchar en el campo adversario, bajo sus reglas, pues no existe manera racional de pensar que estos crearan condiciones objetivas y subjetivas para perder lo que tienen, y entregárnoslo a nosotros.
 
Es de vital importancia, elevar el nivel de nuestros debates, y eliminar el canibalismo que hasta ahora ha caracterizado este permanente desencuentro, para transformarlo en una plataforma de liberación nacional, creíble, consciente, fuerte. Hoy el mandato es debatir, organizando, movilizando, haciendo uso de todas las expresiones del pueblo. Cada rincón del país debe estar dentro del proceso, cada individuo, cada célula que formemos, suma a una lucha que tiene varios escenarios posibles. La inmovilidad es lo único que está prohibido, si lo que queremos es alcanzar las metas de nuestra gesta. No olvidemos que la lucha ha sido y sigue siendo de todos, aprendamos a unirnos trabajando, ese es el camino, no lo perdamos de vista.
 
Ricardo Salgado
06/agosto/2011
 

"TERRITÓRIO DE GUERRA" - A REAÇÃO DOS MILITARES A AMORIM

“TERRITÓRIO DE GUERRA” – A REAÇÃO DOS MILITARES A AMORIM


Laerte Braga


A fúria de King Kong no topo de uma antena/pára-raios no Empire State até ser atingido por bombas num ataque devastador da força aérea norte-americana e em seguida à sua queda, o olhar terno e amoroso para a mocinha do filme mostra com boa dose de precisão o caráter da sociedade nos EUA. O escravo/objeto do espetáculo derrotado pela democracia cristã e ocidental.

E leviano, é boçal e hoje se reveste de uma natureza terrorista visível a olho nu. Uma nação que vai se fragmentando num processo que tangencia o autofágico e certamente vai chegar essa autofagia na busca desesperada da sobrevivência em meio ao caos. Tanto dos que disparam no Afeganistão em nome da liberdade e guiados por forças divinas – as deles – como nos que invadem escolas e afirmam que “fiz a mando de Deus para limpar o mundo”.

O diário do Congresso dos Estados Unidos – THE HILL – afirma que o Pentágono trouxe a público um plano de ciber/segurança, declarando a Internet “um domínio de guerra”. O diário não explica, no entanto, como os militares usarão a WEB para ataques ofensivos.

A rede social FACEBOOK é um dos instrumentos. Não admitirá qualquer tipo de ataque frontal aos EUA. A censura já começa a ser uma realidade.

Ferido mortalmente King Kong esmagava aviões e helicópteros com as mãos e como o Superman não tivesse aparecido – ou ainda não tivesse chegado de Krypton – muitas bombas foram necessárias para eliminar a fonte de lucro de meia dúzia de empresários inescrupulosos. Banqueiros, executivos de grandes corporações somam hoje dúzias de inescrupulosos a gerirem o país sob a bandeira do nazi/sionismo.

Hoje ficaria até meio difícil contar com o Superam. O herói resolveu renunciar a cidadania norte-americana em discurso na ONU diante de tantas barbaridades atribuídas a ele em seu nome.

O máximo que podem fazer é vir a Minas Gerais e buscar o monstro de um rio numa cidade desse estado brasileiro. Existem monstros assim em vários rios. O Paraibuna por exemplo. Segundo descrições de quem já viu, pode ser denominado “A Louca do Paraibuna”. É produto de restos de urânio enriquecido com toneladas de senhores legisladores, uma espécie aterradora que faz pouso em câmaras municipais. A principal delas na cidade de Juiz de Fora cidade cortada pelo rio. Pesa algo em torno de duas ou três toneladas, pois variam as descrições. É conhecida também como o monstro do Bla Bla Bla e suas reações dependem da presença ou ausência de HALDOL na corrente sanguínea até chegar ao que imagina ser algo como o cérebro. A caixa de comando.

A reação de militares brasileiros a Celso Amorim no Ministério da Defesa é outra aspecto que define bem o que sejam forças armadas em quase todos os países do mundo. Como têm o poder da Borduna – e muitas vezes pouco poder cerebral – costumam baixar a dita Borduna para garantir a lei e a ordem no viés totalitário e boçal que vimos no período da ditadura militar em 1964.

É a velha história contada por Darcy Ribeiro sobre a origem do Estado. O mais inteligente da tribo chamou o mais esperto e resolveram que o primeiro seria o rei e o mais esperto encarregado de vender a idéia ao resto da turma, como sendo desígnio divino e implicando em pelo menos 10% da colheita a guisa de tributos. Esse mais esperto foi o primeiro sacerdote da história da humanidade. Por via das dúvidas escolheram o mais estúpido para ser o chefe militar encarregado de colocar ordem e nos conformes – “teje preso”- quem ousasse discordar.

O diálogo do rei era direto com “Deus”. Mas se demorasse muito em suas meditações os cá de baixo acabavam cultuando um bezerro de ouro e emprestando a juros.

Militares não mudaram muito em relação à sua gênese e os que mudaram pagam preços pesados pela coragem e pela ousadia. O negócio é marchar no passo certo, pensar para que?

Não se constrói uma nação sem uma força armada identificada com anseios, aspirações populares e consciência do dever de respeito a essa vontade – não importa qual seja – e muito menos forças armadas podem avocar a si o direito de definir os destinos de um país, principalmente, quando são comandadas por elites políticas e econômicas de fora. Ou seja, a continência real é para o Pentágono e seus brinquedinhos de eliminar King Kong, hoje, capazes de destruir o planeta por cem vezes se necessário for, mas incapazes de superar índices elevados de desemprego, de pessoas na linha da pobreza, de racismo explícito em relação a negros e outros povos considerados inferiores, ou de impedir que bancos se assenhorem das casas de gentes que sustentam toda essa estrutura.

Não existe esse negócio de um simples telegrama para comunicar que “seu filho morreu honrando os Estados Unidos na defesa da democracia”.

Onde? No campo de concentração de Guantánamo? Nas prisões de tortura livre no Iraque? Nos bombardeios contra alvos civis na Líbia? No massacre genocida do povo Palestino?

A percepção que a internet é um campo de batalha e de fácil entendimento. O Pentágono, uma das empresas das corporações que controlam os EUA, percebeu que a guerra da comunicação começa a ser perdida. As mentiras em redes espalhadas por todo o mundo – televisão – através de agentes e comentaristas terroristas (FOX, CNN, GLOBO, BAND, RECORDE, na Europa, etc) se perdem diante do volume elevado de verdades postadas na rede mundial de computadores.

O nascer da consciência pela informação correta, pelo contraditório, o debate.

Quando um agente de quinta categoria como o deputado Eduardo Azeredo apresenta um projeto que na prática é censura, a turma de cima já tinha consciência da necessidade de apertar o garrote sobre a realidade.

A reação dos militares brasileiros a indicação de Celso Amorim é o temor que esse estamento – que fica à parte, corre paralelo – de nossa sociedade tem de ver a história das barbáries e atrocidades da ditadura militar mostradas ao povo.

Ou o de se verem forçados a sair do Haiti onde exercem um comando nominal, depois do carimbo do general norte-americano, o de “aprovado”, ou “autorizado”.

Há um confronto em aberto no Brasil e que precisa ser fechado. Uma página não escrita da história. Em 1964 triunfaram no golpismo e na violência militares sob o comando de Washington. Excluíram militares dignos e honrados que serviam ao País. Prenderam, torturam, mataram, estupraram, exilaram centenas, milhares de pessoas. Forjaram uma história que não aconteceu.

Escondem-se atrás das cortinas das elites econômicas e dos interesses da grande potência ocidental, ou na bainha da saia da lei da anistia que os torna impunes por crimes contra a humanidade.

Sabem que Celso Amorim é o oposto de tudo isso. E acima de tudo um brasileiro maior que qualquer um dos que vociferam hoje montados em divisas, estrelas ou dragonas. Já não existem mais figuras como Lott, Moreira Lima, Ladário Pereira Telles, Luís Carlos Prestes, Gregório Bezerra, major Cerveira, Lamarca, Milton Temer. Existem generais comandantes de campos de arrozeiros – latifundiários – interessados em ver o Brasil atrelado e submetido a uma nação terrorista, parte de um conglomerado de terror – ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A –.

Celso Amorim é o oposto.

E vem aí a censura na WEB, a tal guerra do Pentágono Incorporation. O terror virtual. É bem maior que o monstro que emerge espargindo fogo e ensandecido das águas do Paraibuna. O monstro conhecido como “A Louca do Paraibuna” psiquiatra resolve, o outro não. É guerra mesmo.

nao falo de guerras, mas quero falar da ROSA DE HIROSHIMA

eLLES mataram as rosas, inutilizaram temporariamente jardisn.. mas outros 'outubros vieram' e com o tempo a Primavera que NUNCA MATARAO HIROSHIMA, NUNCA MAIS! http://www.youtube.com/watch?v=9YJaaVAQ5lE

Então para nao ser classificada como ' PONTO DE GUERRA', e excluida pela CIA, falemos de imperialismo  usando o PERFUME DA ROSA.
http://www.youtube.com/watch?v​=6iv16kjELf4&feature=player_de​tailpage

6 DE AGOSTO DE 1945 -OS EUA LANÇAM BOMBA ATÔMICA SOBRE HIROSHIMA

O dia 6 de Agosto de 1945 amanheceu claro e quente em Hiroshima, sétima maior cidade do Japão, com 343 mil habitantes e uma guarnição militar de 150 mil soldados. Hiroshima fica junto ao delta do rio Ota, que desemboca no mar Interior. Naquela Segunda-feira, apesar da guerra travada nas ilhas do oceano Pacífico contra os Estados Unidos da América, a vida corria como sempre: os comerciantes já tinham aberto as lojas, os estudantes estavam nas salas de aula, os escritórios e as fábricas estavam a pleno vapor.

Pouco antes das 8 horas da manhã, toca a sirene avisando sobre a presença de aviação inimiga. O alerta era tão corriqueiro que pouca gente correu para os abrigos antiaéreos. A sirene parou. Às 8:15h, bem alto no céu, surge uma faísca branco-azulada que se transforma num arco rosado. Em décimos de segundo, Hiroshima (Ilha Larga) fica branca. Prédios e casas levitam. Pessoas e animais evaporam; telhados e tijolos derretem. Uma onda de calor de 5,5 milhões graus Celsius e ventos de 385 Km/h arrasam a cidade.

Vinda do céu, a punição à cidade japonesa era a primeira bomba atómica usada para fins militares, lançada por um bombardeiro B-29, a Superfortaleza Voadora, dos Estados Unidos. Nem mesmo a tripulação do B-29 - apelidado de Enola Gay - sabia que tipo de bomba transportava. Inocentemente chamada Little Boy, a bomba foi lançada a 10 mil metros de altura, tendo descido de pára-quedas e explodindo a 650 metros do solo sobre o centro da cidade. Tudo que se encontrava a 500 metros do epicentro da explosão foi imediatamente incinerado. Segundos depois, a onda de choque atingia um raio de mais de 7 quilómetros. Menos de uma hora depois da explosão, 78 mil pessoas tinham morrido e 10 mil simplesmente evaporaram. Foram 37 mil feridos e milhares de pessoas foram morrendo nos dias, meses e anos seguintes. Durante muitos anos nasceram crianças deficientes devido à radiação a que as mães tinham sido expostas. Na cidade arrasada, a sombra de pessoas, de plantas, pontes ficou impressa em negativo - a marca da sombra atómica.

A explosão libertou uma quantidade absurda de radiação e o mundo conheceu pela primeira vez a imagem do temido cogumelo atómico. Ao todo, morreram cerca de 300 mil pessoas em consequência directa do ataque. Quem não morreu queimado, esmagado ou pulverizado sofreu mais tarde com os efeitos da radiação - em geral, morte por cancro.

A vez de Nagasaki
A intenção do governo dos Estados Unidos era de que o Japão se rendesse. Mesmo com a destruição de Hiroshima, o governo do imperador Hirohito não apresentou a rendição. Três dias depois, em 9 de Agosto, a operação militar-científica repetiu-se em Nagasaki, na ilha de Kyushu, mais ao sul no Japão. O B-29 Grand Artist lança a bomba número 2, Fat Boy, às 11:02h. Dos 250 mil habitantes, 36 mil morreram nesse dia. A carnificina não foi maior porque o terreno montanhoso protegeu o centro da cidade. Quatro meses depois, porém, as mortes na cidade chegavam a 80 mil. Nagasaki, na verdade, era o objectivo secundário. Foi atingida porque as condições meteorológicas de Kokura, o alvo principal, impediam que os efeitos destrutivos da bomba fossem os planeados. Em 1950, o census nacional do Japão indicou que havia no país 280 mil pessoas contaminadas pela radiação das bombas de Hiroshima e Nagasaki.

Rendição incondicional

Historiadores e analistas militares consideram o ataque atómico às duas cidades japonesas totalmente desnecessário, além de desumano. O mundo inteiro já sabia que o Japão estava derrotado. Os Estados Unidos fechavam o cerco sobre o arquipélago japonês depois da conquista de Iwo Jima e Okinawa, ilhas próximas do Japão. A rendição incondicional do Japão ocorreu no dia 14 de Agosto, mas a Segunda Guerra Mundial só seria encerrada oficialmente em 2 de Setembro de 1945, um Domingo, assim que os representantes japoneses assinaram a declaração, a bordo do couraçado norte-americano Missouri.

Un premio al espíritu “maligno” de la Interne

Extremadamente preocupante en momentos en que el Pentágono -¿O debiéramos decir "Obama, el 'informático'"?- abre las puertas a la guerra ciberespacial (léase "El Pentágono se asocia con la OTAN para crear un sistema de guerra ciberespacial global) estamos seguros que EE. UU. mantendrá como bien dice Rafael, su mismo doble rasero:
Un premio al espíritu “maligno” de la Internet
Por Rafael de la Osa Díaz, Blog Mito y Realidad

stuxnet-mapa
Este mundo loco en que vivimos, nos demuestra, cada día más, a donde han ido a parar los valores éticos (si es que alguna vez todos los tuvieron) que primaban en las comunidades científicas y de carácter profesional en la era anterior al uso masivo de Internet, y tomo Internet como punto de inflexión porque sin dudas es uno de los factores que ha acelerado la masiva manifestación social de las buenas y las malas cualidades del ser humano.
Por estos días el periódico El País, de España, se hacía eco de una noticia relacionada con el mundo de los “Hackers” titulada “Los ´hackers´ también tienen su Oscar“, en la que se reseñaba sobre la ceremonia que la comunidad hacker prepara para conceder premios a aquellos que destacan por la actividad desarrollada e incluso a las empresas que han ofrecido mayores debilidades a los ataques.
La ceremonia de entrega está fijada para el 3 de agosto en la conferencia BlackHat de Las Vegas y entre los nominados estan el Grupo Lulzsec, el virus Stuxnet o la compañía Sony, en este último caso por sus padecimientos este año como victima de los ataques recibidos.
El virus Stuxnet, fue diseñado especialmente para atacar centrales nucleares del tipo que existen hoy en Irán, con equipos Siemens y una configuración específica, solo encontrada en este país y en Pakistán, que impedía que el proceso de enriquecimiento de uranio se produjera, con lo cual afectaba el desarrollo de la industria energética de este país. ¿Debemos aceptar entonces que ese diabólico ataque informático, del que han sido acusados los gobiernos de EE.UU. e Israel, sea premiado en un evento internacional en reconocimiento a su “éxito”?
Analistas sobre el tema calculan que el desarrollo de este virus requirió al menos 1 año de trabajo y unos 10 millones de dólares. Si tenemos solo en cuenta lo que debe haber costado el banco de pruebas para simular una cadena de más de 10 aceleradores de partículas, controlados por sofisticados equipos de la marca Siemens, podemos tener una idea del dinero invertido.
Pero a esto debemos agregar que en el virus se “gastaron” tres vulnerabilidades de Windows, lo que demuestra que el objetivo de su desarrollo no fue buscar dinero. Las vulnerabilidades de Windows son fallas que se detectan en el Sistema Operativo de dicho nombre que permiten generar un programa que introduzca un código “maligno” dentro del equipo atacado.
Por tanto encontrar una vulnerabilidad de este tipo puede significar ganar mucho dinero divulgando la misma dentro de la comunidad que genera virus y otros programas malignos, pues siempre demorará un tiempo que esta pueda ser detectada y corregida. Sin embargo en este caso se dieron el lujo de utilizar tres en un solo virus. Evidentemente era un proyecto ganar-ganar al precio que fuera necesario.
¿Qué estamos premiando entonces?

Origen de un Hacker

El significado del término “hacker” ha cambiado a lo largo de décadas desde que empezó a utilizarse en un contexto informático. Como su uso se ha extendido, el significado primario de la palabra, por parte de los nuevos usuarios, ha pasado a uno que entra en conflicto con el énfasis original.
En un principio se utilizaba la palabra “hack” para expresar algo así como “perder el tiempo”. “Hackear con la computadora” era pasar largo rato sentado frente a esta. Quizás este sea el origen del término que se le adjudicó inicialmente a las personas que tenían un profundo conocimiento del funcionamiento interno de un sistema, en particular de las computadoras y redes informáticas. Desfortunadamente con el tiempo el signifcado y uso del término ha cambiado bastante.
Según la Enciclopedia Wikipedia:
“En informática, un hacker es una persona que pertenece a una de estas comunidades o subculturas distintas pero no completamente independientes:
  • Una comunidad de entusiastas programadores y diseñadores de sistemas originada en los sesenta alrededor del Instituto Tecnológico de Massachussetts (MIT), el Tech Model Railroad Club (TMRC) y el Laboratorio de Inteligencia Artificial del MIT. Esta comunidad se caracteriza por el lanzamiento del movimiento de Software Libre. La Web y hasta la propia Internet en sí misma son creaciones de hackers.
  • Gente apasionada por la seguridad informática. Esto concierne principalmente a entradas remotas no autorizadas por medio de redes de comunicación como Internet (“Black hats”). Pero también incluye a aquellos que depuran y arreglan errores en los sistemas (“White hats”) y a los de moral ambigua como son los “Grey hats”.
  • La comunidad de aficionados a la informática doméstica, centrada en el hardware posterior a los setenta y en el software (juegos de ordenador, crackeo de software) de entre los ochenta y noventa. “
El primero de estos grupos o comunidades a que se hace referencia, tenía que ver con especialistas con mucho conocimiento sobre los equipos y sistemas conque trabajaban, lo que les permitía detectar problemas y deficiencias, encontrar sus soluciones, generar nuevos productos, servicios y aplicaciones, pero sobre todo trabajar con un espíritu colaborativo muy alto. En este entorno y con esta filosofía fue que creció el movimiento del desarrollo del software libre enfrentando a la privatización en el desarrollo de la industria del software.
Los “hackers” originales de hecho eran benignos estudiantes que gustaban de demostrar y hacer gala de sus conocimientos y habilidades. En la década del 60 para los estudiantes del MIT la palabra “hack” se refería a una solución simple, creativa y elegante de un problema. Muchos de estos “hacks” solían ser también bromas pesadas que ponían al descubierto las posibilidades de sus autores, pero en general se asociaban a la floreciente escena de los programadores informáticos, para los que un hack representaba una proeza en el campo de la informática. Siempre se trataba de actividades que causaban admiración por combinar un conocimiento especializado con un instinto creativo.
Es una época donde se generaron una gran cantidad de tecnologías y conceptos que forman la base del desarrollo informático actual y donde la divulgación de los avances de la ciencia y la técnica, y el intercambio de información científica entre los especialistas, estaban por encima del beneficio económico que podía representar, para una empresa o grupo de estas, la comercialización de productos y servicios basados en estos avances, sobre la base de esconderlos a la comunidad internacional.
Como una de las principales tareas que realizaban estos “hackers” iniciales, tenía que ver con la revisión y corrección de errores, así como la instrumentación de medidas de seguridad, se asoció el trabajo de estos especialistas a la “seguridad informática” en general.
No se si fue que alguien comenzó a utilizar estos conocimientos para generar programas que realizaran algún tipo de daño o porque se pagó para que alguien lo hiciera, pero lo cierto es que la esencia de la filosofía cambió de “proteger” a encontrar la forma de “vulnerar” y hoy la palabra “hacker” se utiliza mayormente para referirse a los “criminales informáticos”, como los han calificado los grandes medios de comunicación, que no son más que gente que invade los sistemas de otros por placer, por dinero, pero casi siempre para generar un daño de manera directa o indirecta.
Todo había comenzado con grupos de muchachos jugando con la red de teléfono, infiltrandose en los sistemas de ordenadores y hablando sobre sus éxitos y fracasos en una especie de “murales electrónicos” (bulletinboards),precursores de los actuales foros de Internet.
A medida que los hackers se fueron sofisticando, empezaron a llamar la atención de las fuerzas de seguridad. Ya en las décadas de 1980 y 1990, legisladores de EE.UU. y Reino Unido tuvieron que aprobar leyes contra el uso indebido de computadores, lo que permitía procesar a quienes las violaran, a lo que siguió una serie de medidas drásticas, que culminaron en 1990 con la operaciónSundevil (Demonio Solar), una sucesión de redadas contra hackers del servicio secreto de EE.UU que en genral fracasó.
En la medida que aparecían más sistemas para todas las cosas y la seguridad se iba convirtiendo en un tema crucial, crecía el número de hackers deseoso de demostrar sus capacidades.

Los malos y los buenos

Ya en el siglo XXI la palabra “hacker” se ha convertido en sinónimo de gente que siembra el terror en Internet, de forma anónima, oculta en oscuras salas. En este mundo, al parecer lleno de hackers, apenas pasa un día en el que no se de a conocer una nueva violación de seguridad informática.
Esta visión poco positiva de la ética en el mundo informático ha sido respaldada por los principales consorcios empresariales, focos de atención de los principales ataques informáticos, algo de lo que se han hecho eco los medios de comunicación internacionales. Realmente sin querer tapar lo negativo y oscuro que realmente existe alrededor de esto, lo cierto es que la mayoría de loshackers se mueven en una línea muy fina entre la legalidad y la ilegalidad, unas veces con buenos propósitos y otras con objetivos deplorables.
A tono con las clásicas películas del Oeste norteamericanas se ha establecido una clasificación entre hackers “buenos” y hackers “malos”. Un hacker deSombrero Blanco (en inglés White Hat), es aquel que se centra en asegurar y proteger los sistemas de las Tecnologías de la Información y las Comunicaciones (TIC), por lo que se considera trabajan con cierta ética de hacker. Estas personas generalmente trabajan o son contratados por empresas de seguridad informática o grandes empresas desarrolladoras que necesitan probar la seguridad de sus productos.
Por el contrario, un hacker de Sombrero Negro (en inglés Black Hat) es el villano o chico malo de la película, como en las películas de cowboys, de ahí el uso del sombrero negro en contraste con el sombrero blanco del héroe. Y como nada en esta vida es Blanco o Negro pues también hay Sombrero Gris (en inglés Gray Hat) haciendo alusión a los que lo mismo hacen una cosa que la otra, algo muy común hoy y a lo que ya nos referimos antes.
Un caso particular son los llamados “crackers” (tomado del inglés safecrackerque significa “ladrón de cajas fuertes”) que demuestran sus habilidades en informática rompiendo los sistemas de seguridad de las computadores, colapsando servidores, entrando en zonas restringidas, infectando redes o apoderándose de ellas, generando claves de acceso para poder utilizar programas de manera pirata o acceder a servicios a los que no han sido autorizados.Hay toda una jerga de otros nombres relacionada con el mundo del hackingteniendo en cuenta los roles y funciones de cada cual. Asi tenemos los Samurai(contratados para investigar fallos de seguridad), Phreaker (con amplias habilidades y conocimientos en telefonía fija o móvil), Wannabe (interesados en el hacking pero aún sin reconocimiento de la élite), LammerScript-Kiddies(los que pretender hacer hacking o creen hacerlo sin tener conocimiento para ello, por lo que suelen ser repudiados).
Los “hackers” de sombrero blanco o los que conservan el espíritu original por el que fueron bautizados con este nombre, como los que defienden el universo del software libre, no aceptan que llamen también “hackers” a los de sombrero negro y sus acólitos, denominando a todos ellos “crackers”.
Desde el año 2002-2003, se ha ido configurando una perspectiva del hacker más acorde con una actitud ética ante la sociedad, con una orientación a su integración al hacktivismo en tanto movimiento. Aparecen espacios autónomos en Internet denominados hacklabhackerspace y los hackmeeting como instancias de diálogo de hackers. Desde esta perspectiva, se entiende al hackercomo una persona que es parte de una conciencia colectiva que promueve la libertad del conocimiento y la justicia social.
En este caso, los roles de un hacker pueden entenderse en cuatro aspectos:
  • Apoyar procesos de apropiación social o comunitaria de las tecnologías.
  • Poner a disposición del dominio público el manejo técnico y destrezas alcanzadas personal o grupalmente.
  • Crear nuevos sistemas, herramientas y aplicaciones técnicas y tecnológicas para ponerlas a disposición del dominio público.
  • Realizar acciones de hacktivismo tecnológico con el fin de liberar espacios y defender el conocimiento común.
Parece que aún todo no está perdido.

Los Premios Pwnie en la era del ciberterrorismo

Desde el 2007 fueron instrumentados los Premios Pwnie para reconocer los mejores “trabajos” desarrollados por los hackers en todo el mundo. En el sitio Web http://pwnies.com/nominations/ ya están disponibles las nominaciones.
El nombre “Pwnie” esconde más de un juego de palabras, pero fundamentalmente se refiere al acrónimo “pwn“, que en el ambiente de loshackers significa “apropiarse” (por ejemplo de un servidor o una computadora personal ajena), por su relación significante con “own” (”poseer”); también está vinculada con “pawn” (”peón”, como la pieza de ajedrez).
Si los premios concentraran su labor en la detección de importantes vulnerabilidades, sus soluciones o en el desarrollo de herramientas para detectar problemas o mejorar sistemas, todo estaría más en la ética de los Sombreros Blancos, pero solo con revisar el evento en el que tendrá lugar (Black Hats Conference, Las Vegas) tendremos una rápída respuesta de la “ética” del premio, independientemente de lo que sus organizadores digan.
Paralelamente a esto el Pentágono declara el ciberespacio como otro escenario de conflictos y el subsecretario de Defensa de Estados Unidos, William J. Lynn III, al presentar a primera Estrategia para Operar en el Ciberespacio, lo definión como un programa con miras a proteger la nación de un potencial y devastador ataque en la red contra su infraestructura crítica, sistemas clave y otros intereses físicos y electrónicos, definiéndolo como un campo de operaciones igual a la tierra, mar, aire o espacio y, por ende, igualmente sujeto a ser escenario de maniobras defensivas y, si es necesario, ataques preventivos y represalias.
¿Cuál es entonces el futuro hacia donde avanzamos en este sentido? ¿Favorecerá la política del Pentágono el establecimiento de una ética en este ambiente informático o por el contrario retará a los hackers a una batalla de demostraciones de fuerza? ¿Será otro escenario donde el Gobierno de los EE.UU. demostrará una vez más el doble rasero conque pretende siempre medir al mundo?
Es sin dudas un terreno inestable, peligroso y no regulado cuyas consecuencias pueden acarraer verdaderos desatres en casi todo el mundo. No olvidemos que ataques de este tipo pueden destruir o interrumpir redes críticas, causar daños físicos o alterar el funcionamiento de sistemas clave al otro lado del mundo, en un abrir y cerrar de ojos, o ¿que fue si no lo que ocurrió en Irán?.
Confiemos en que al igual que la batalla por el Sofware Libre, los caballeros de “Sombrero Blanco” sean capaces de detener el espíritu del “Maligno”.
Tomado de Cubadebate




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Lic. Rosa Cristina Báez Valdés "La Polilla Cubana"

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

com Amorim na DEFESA, os caes ladram , mas não temos o que temer.

AMORIM NA DEFESA: VAI DAR TUDO CERTO
.


Em conversa no dia de hoje com integrantes das Forças Armadas Brasileiras ouço algo que eu já esperava, mas que sinceramente, não vejo lógica alguma.


Os milicos estão se pinicando porque Celso Amorim cuidará do Ministério da Defesa, um posto de maneira geral (aos olhos deles, ao menos), militar.
Mas a verdade não é essa. A verdade é que o bicho pega porque Amorim é de esqureda, e latu sensu os integrantes dos quartéis são de direita. Ora, mas que importa?


Sejamos francos. Os militares penaram muito nas mãos de FHC e sua trupe. Baixos soldos, redução de expediente, depauperização de equipamentos e diminuição do moral das tropas. A esquerda não faz nada disso. Dilma já mostrou por A + B que apesar de ter apanhado muito na mão dos militares, não tem contra eles (enquanto instituição) nenhuma mágoa.


E nem poderia afinal, decerto nenhum dos cidadãos que a torturaram barbaramente ainda está no comando de alguma coisa. Ora, fica mesmo o ranço mas Dilma é mais forte que isso.


O governo de Lula trouxe o dinheiro de volta, ainda que em doses não tão grandes, à caserna. E não dá pra negar que estão muito melhores do que sob Don Fernando e sua camarilha, cuja tônica era detonar a esquerda, mas que na prática, detonava todo mundo, inclusive os supostos aliados.


Aliás, em termos de ideologia nacionalista, Dilma e Lula estão muito mais próximos das Forças Armadas do que FHC e Serra. Sabemos que os militares não eram vendidos. E sabemos também, que a tucanagem entregou o Brasil de graça para os forateiros. Amorim enquanto Ministro das Relações Exteriores mostrou que o Brasil é soberano, muito, mas muito ao contrário do que Celso Lafer fez ao tirar o sapato para entrar nos EUA.


FHC achava que esse tipo de política era certa. A submissão.


Amorim vai causar polêmica, sem dúvida. Mas honestamente, em menos de um ano os ânimos mudarão bastante. Eles irão perceber que era apenas birra e que ter um ministro civil e de esquerda, só vem a melhorar a condição das Forças Armadas enquanto instituição de proteção e orgulho para o país.


Os militares deveriam apenas manter a calma e esperar, dar uma chance. Ou não viram que o país mudou bastante

Enviada por Robson Soarers

Anistia Internacional responsabiliza o crescimento econômico do Brasil, mas sem preocupações sócio-ambientais, por ameaças aos indígenas

http://molinacuritiba.blogspot.com/2011/08/anistia-internacional-responsabiliza-o.html

Anistia Internacional responsabiliza o crescimento econômico do Brasil, mas sem preocupações sócio-ambientais, por ameaças aos indígenas


A organização não governamental Anistia Internacional divulgou hoje (5) relatório informando que o crescimento econômico tem gerado ameaças de violação dos direitos dos povos indígenas do Brasil. "O crescimento rápido do Brasil, a expansão do agronegócio e a construção de grandes obras, como a barragem de Belo Monte [no Pará], aumentam o risco para os indígenas", disse o responsável pela pesquisa no país, Patrick Wilcken.
O relatório, intitulado Sacrificando Direitos em Nome do Progresso, mapeia a situação dos índios em 12 países das Américas. Os problemas relativos aos povos indígenas, segundo o relatório, são parecidos entre si. A maior parte das questões envolve a expansão econômica e a manutenção das populações indígenas em seu território de origem.
Segundo Wilcken, há uma série de efeitos provocados pelo crescimento. "A ameaça não vem só do projeto em si, mas dos efeitos colaterais. Muitas pessoas migram para a região e aumentam as invasões a territórios indígenas por madeireiros e garimpeiros", disse. "Além da Amazônia, vemos isso no Centro-Oeste, como em Mato Grosso do Sul onde há expansão do setor sucroalcooleiro."
O relatório diz ainda que os "povos indígenas que lutam pelo direito constitucional às terras tradicionais [pela demarcação] continuam a sofrer discriminação, ameaças e violência". Segundo o documento, "a situação é particularmente grave no estado de Mato Grosso do Sul, onde comunidades Guarani-Kaiowá enfrentam perseguição constante de capangas contratados por fazendeiros locais".
O pesquisador, no entanto, reconhece que as condições de vida dos povos indígenas melhoraram bastante a partir dos direitos adquiridos na Constituição de 1988. Porém, para ele, a expansão da economia brasileira, nos últimos cinco anos, expõe os indígenas às situações de maior perigo em comparação à década anterior.
"A Funai [Fundação Nacional do Índio] não tem recursos suficientes para cumprir o seu papel", disse Wilcken, acrescentando que, no caso dos indígenas que vivem em fronteiras agrícolas, como no Centro-Oeste, é intensa a pressão e a influência dos ruralistas sobre os governos locais.
A Funai nega que o atendimento seja "precário". A fundação informou que seu quadro de servidores foi ampliado para 3 mil e que o orçamento de 2010, de R$ 423 milhões, foi o maior de sua história.
No relatório, a Anistia Internacional critica a "consulta ineficaz", por parte do governo brasileiro, das populações que serão deslocadas para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Segundo o pesquisador responsável pelo trabalho, o governo se posicionou com "tudo pronto às audiências públicas e só comunicou os indígenas sobre o que iria ser feito, sem engajá-los na decisão".
Em abril deste ano, o diretor de Licenciamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Pedro Bignelli, disse que “as comunidades que forem diretamente afetadas serão transferidas para locais onde possam manter condições similares de vida”. Ele também negou que elas "serão diretamente atingidas" pelas obras da barragem. (BBC)
Do blog de Carlos Molina