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sábado, 30 de julho de 2011

GUERRILHEIROS VIRTU@IS: TRISTE VICE-LIDERANÇA!

GUERRILHEIROS VIRTU@IS: TRISTE VICE-LIDERANÇA!: "FONTE: MTE"

Quando o POVO é Protagonista de sua história:

Quem são mesmo os terroristas?

Enviada via mail por Silvio Pinheiro


 
29.07.11 - Mundo
 
Terrorista louro de olhos azuis
 
Frei Betto
Adital
 
Preconceitos, como mentiras, nascem da falta de informação (ignorância) e
excesso de repetição. Se pais de uma criança branca se referem em termos
pejorativos a negros e indígenas, judeus e homossexuais, dificilmente a criança,
quando adulta, escapará do preconceito.
 
A mídia usamericana incutiu no Ocidente o sofisma de que todo muçulmano é
um terrorista em potencial. O que induziu o papa Bento XVI a cometer a gafe
de declarar, na Alemanha, que o Islã é originariamente violento e, em sua primeira
visita aos EUA, comparecer a uma sinagoga sem o cuidado de repetir o gesto numa
mesquita.
 
Em qualquer aeroporto de países desenvolvidos um passageiro em trajes islâmicos
ou cujos traços fisionômicos lembrem um saudita, com certeza será parado e
meticulosamente revistado.
 
Ali reside o perigo... alerta o preconceito infundido.
 
Ora, o terrorismo não foi inventado pelos fundamentalistas islâmicos.
Dele foram vítimas os árabes atacados pelas Cruzadas e os 70 milhões
de indígenas mortos na América Latina, no decorrer do século 16, em
decorrência da colonização ibérica.
 
O maior atentado terrorista da história não foi a queda, em Nova York, das
torres gêmeas, há 10 anos, e que causou a morte de 3 mil pessoas.
 
Foi o praticado pelo governo dos EUA: as bombas atômicas em Hiroshima
e Nagasaki, em agosto de 1945. Morreram 242.437 mil civis, sem contar as
mortes posteriores por efeito da contaminação.
 
Súbito, a pacata Noruega – tão pacata que, anualmente, concede o Prêmio Nobel da Paz – vê-se
palco de dois atentados terroristas que deixam dezenas de mortos e muitos feridos.
 
A imagem bucólica do país escandinavo é apenas aparente. Tropas norueguesas também intervêm
no Afeganistão e deram apoio aos EUA na guerra do Iraque.
 
Tão logo a notícia correu mundo, a suspeita recaiu sobre os islâmicos.
O duplo atentado, no gabinete do primeiro-ministro e na ilha de Utoeya,
teria sido um revide ao assassinato de Bin Laden e às
caricaturas de Maomé publicadas pela imprensa escandinava.
 
O preconceito estava entranhado na lógica ocidental.
 
A verdade, ao vir à tona, constrangeu os preconceituosos. O autor do
hediondo crime foi o jovem norueguês Anders Behring Breivik, 32 anos,
branco, louro, de olhos azuis, adepto da fisicultura e dono de uma fazenda
de produtos orgânicos.
 
O tipo do sujeito que jamais levantaria suspeitas na alfândega dos EUA.
Ele "é dos nossos”, diriam os policiais condicionados a suspeitar de quem
não tem a pele suficientemente clara nem olhos azuis ou verdes.
 
Democracia é diversidade de opiniões. Mas o que o Ocidente sabe do conceito
de terrorismo na cabeça de um vietnamita, iraquiano ou afegão?
 
O que pensa um líbio sujeito a ser atingido por um míssil atirado pela OTAN sobre
a população civil de seu país, como denunciou o núncio apostólico em Trípoli?
 
Anders é um típico escandinavo. Tem a aparência de príncipe. E alma de viking. É
o que a mídia e a educação deveriam se perguntar: o que estamos incutindo na cabeça
das pessoas? Ambições ou valores?
 
Preconceitos ou princípios? Egocentrismo ou ética?
 
O ser humano é a alma que carrega. Amy Winehouse tinha apenas 27 anos, sucesso mundial como
compositora e intérprete, e uma fortuna incalculável. Nada disso a fez uma mulher feliz. O que não
encontrou em si ela buscou nas drogas e no álcool. Morreu prematuramente, solitária, em casa.
 
O que esperar de uma sociedade em que, entre cada 10 filmes, 8 exaltam
a violência; o pai abraça o filho em público e os dois são agredidos como
homossexuais; o motorista de um Porsche se choca a 150km por hora com
uma jovem advogada que perece no acidente e ele continua solto; o político
fica indignado com o bandido que assaltou a filha dele e, no entanto, mete
a mão no dinheiro público e ainda estranha ao ser demitido?
 
Enquanto a diferença gerar divergência permaneceremos na pré-história do projeto civilizatório
verdadeiramente humano.
 
                                                                                                      ********************
 
[Frei Betto é escritor, autor, em parceria com Marcelo Gleiser e
Waldemar Falcão, de "Conversa sobre a fé e a ciência”.

devemos agradecer a soberba de jobim. Obrigada X-9, vade retrO

Depois de achar que era inatingível e confessar ter votado em serra, jobim joga a toalha: "sairei no máximo em 30 dias'.


.DIGA AO POVO QUE SAIO': acaba a farsa e o circo. saí o ministro ilusionista.

att: sugiro TODOS JUNTOS para a contagem Regressiva : Elle anunciou que no maximo em 30 dias vai sair. para que JOBIM NUNCA MAIS, contemos juntos: 30, ...

"O FUTEBOL SÓ EVOLUIU DA BOCA DO TÚNEL PARA DENTRO DO CAMPO

“O FUTEBOL SÓ EVOLUIU DA BOCA DO TÚNEL PARA DENTRO DO CAMPO”


Laerte Braga


A frase é de Flávio Costa, técnico da seleção brasileira na copa de 1950, várias vezes campeão carioca – torcedor do Flamengo – e personagem de uma célebre briga com o jogador Gerson quando quis escalá-lo como ponta esquerda. Gérson saiu do Flamengo e foi para o Botafogo, mesmo sendo torcedor declarado e ostensivo do Fluminense, onde, aliás encerrou sua carreira.

Flávio Costa fez essa declaração após a célebre derrota para a seleção do Uruguai e a perda do título. Às vésperas daquela final desde o prefeito do Rio, o truculento general Ângelo Mendes de Morais, aos dirigentes da antiga CBD – CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTOS – hoje CBF (CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL), todos festejaram a conquista antecipada da copa, exigiam a presença dos jogadores nos eventos que muitas vezes se esticavam noite à dentro e no jogo, entre outras coisas, o peso das comemorações – peru não morre de véspera – juntou-se à falta de pernas para reagir ou definir a partida com um segundo gol.

E diga-se de passagem a seleção do Uruguai era de fato uma senhora seleção, mas ainda assim muito inferior à brasileira.

João Havelange trouxe para a CBD algo que não existia no futebol do Brasil. Planejamento. Banqueiro, empresário ligado ao grupo J.P. Morgan quando foi buscar Vicente Feola, em 1958, para técnico do que chamavam scratch brasileiro. A imprensa o crucificou. Feola era administrador do futebol do São Paulo Futebol Clube e poucos perceberam que pela primeira vez estava se formando uma comissão técnica. Um supervisor, Carlos Nascimento, um preparador físico de alta envergadura Paulo Amaral, um coordenador José de Almeida, o médico Hílton Gosling e mais dois ou três, inclusive um dentista, o célebre doutor Mário Trigo que deu um tapinha nas costas do rei da Suécia depois da vitória do Brasil na final.

Havelange ligado ao Fluminense pegou a estrutura do clube e acrescentou Feola e Paulo Amaral. Naquele tempo o tricolor era considerado um modelo de organização, hoje é um modelo de bagunça (sou tricolor, o atual presidente está fazendo das tripas o coração para tentar colocar a casa em ordem).

Campeão em 1958 com uma geração de jogadores notáveis (Newton Santos, Djalma Santos, Pelé, Didi, Garrincha – uma espécie de extraterrestre no futebol – Zito, etc, repetiu a dose em 1962 e o fracasso de 1966 foi conseqüência do tal negócio de sucesso subir à cabeça.

Figura fundamental em todo esse processo, percepção de Havelange, até nos equilibrismos políticos, foi levar Paulo Machado de Carvalho – empresário paulista – para a chefia da seleção.

Dono da antiga Tevê RECORD o empresário era de uma geração que fazia de São Paulo ainda integrante da federação brasileira. Hoje é um país vizinho que fala a mesma língua e tem a governá-lo um triunvirato tucano, FHC, Serra e um pastel chamado Geraldo Alckimin. Um condado da quadrilha FIESP/DASLU.

A eleição de Havelange para a presidência da FIFA foi uma espécie de mingau comido pelas beiradas (pegou os votos africanos, americanos, asiáticos e isolou a Europa). A ditadura militar colocou o Itamaraty como principal cabo eleitoral do brasileiro e a retribuição veio em 1978, quando a copa foi montada para a ditadura argentina triunfar. E curiosamente, Menotti, o técnico argentino, pertencia ao partido comunista daquele país e acabou sendo marginalizado após a conquista.

A vitória argentina em 1978 foi parte de um acordo entre o governo do ditador Médici e os generais argentinos. Havelange fora eleito em 1974.

Isso contribuiu para aumentar a aversão que o general Ernesto Geisel, que sucedeu Médice tinha pelo presidente da FIFA (acumulava a presidência da CBF). Forçou a renúncia de Havelange e colocou na CBF um almirante Heleno Nunes, que inventou um técnico chamado Cláudio Coutinho – capitão do exército –. Entre outras coisas Coutinho inventou o “ponto futuro”, escalou o quarto zagueiro Edinho de lateral esquerdo, barrou Nelinho e Rivelino. Ao final, como o Brasil não perdera proclamou-se “campeão moral”.

É que, no macete de diferenças de gols o goleiro argentino da seleção peruana tomou todos os gols necessários para que a Argentina fosse à final. O nome era Quiroga.

A volta do grupo de Havelange se deu com Ricardo Teixeira. Sucedeu a Otávio Pinto Guimarães, um ex-diretor do Botafogo, ora amigo, ora inimigo de Havelange.

Ricardo Teixeira foi eleito exclusivamente por ser genro e da estrita confiança de Havelange. Anos mais tarde teria sido afastado do cargo – em eleições -. É que se separou da filha de Havelange com a qual era casado, foi viver com uma cidadã norte-americana. A moça morreu num acidente de automóvel e para não perder a boca voltou à filha do sogro.

Conservou o cargo.

De lá para cá ganhou autonomia, a presença de Havelange é simbólica. Não apita mais nada.

Associou-se aos bandidos costumeiros do futebol (o primeiro tricampeonato do Vasco da Gama, único, foi arranjado entre Teixeira e Caixa D”Água, presidente da Federação Fluminense de Futebol e juízes, o que não difere muito de hoje). Eurico Miranda era um dos principais aliados de Teixeira. Num dos jogos o já falecido juiz Margarida deu mais dez ou doze minutos de acréscimo, até o gol do Vasco sair, acho que contra o Olaria.

Como se vê, máfia pra ninguém colocar defeito.

Os técnicos à época de Flávio Costa ficavam assentados nas escadas dos túneis utilizados pelos clubes para entrar em campo, falo da Maracanã, daí a frase do treinador.

Com uma incrível capacidade de colar-se a governantes (oferece entradas grátis, coloca nas delegações da seleção quando esta vai ao exterior, é useiro e vezeiro em fazer isso com desembargadores e juízes que julgam processos nos quais é réu) sobrevive e destrói o futebol no Brasil, agora em parceria exclusiva com a REDE GLOBO.

Torcidas organizadas dos grandes clubes começam a protestar contra os desmandos e a corrupção generalizada no futebol brasileiro sob a batuta de Ricardo Teixeira. Faz até doações para campanhas eleitorais. O que é corriqueiro.
A escorá-lo a GLOBO (corrupta na gênese, gambá cheira gambá) e toda essa corja de senadores, deputados, juízes, desembargadores, Gilmar Mendes etc, ávidos de um dinheirinho extra ou uma ajuda no período eleitoral.
´
Tem um acordo com Blatter, atual presidente da FIFA, para sucedê-lo. Mas aí é outra história.

O futebol europeu é hoje o retrato da Europa, um continente em processo de extinção. A crise começa a afetar grandes clubes e os poucos sobreviventes já sabem que terão que diminuir o ímpeto de grandes concentrações (ainda que uma ou outra aconteça), mesmo porque as máfias russas que por lá lavam o seu dinheiro, os xeques árabes, não são tão idiotas assim, sentem o cheiro da falência.

A corrupção no futebol da Europa é semelhante à que acontece no Brasil.

Teixeira vai disputar a presidência da FIFA com um europeu qualquer, de olho, ambos, no tesouro que é o esporte mais visto em todo o mundo.

Neste momento precisa sobreviver na CBF, um problema que não contava.

A sorte dele é que a corrupção generalizada permeia as federações estaduais, vai fundo nos eleitores que compõem o colégio eleitoral da CBF e para derrubá-lo vai ser preciso mais que protestos.

Mas é importante afastá-lo. Se continuar, em breve, o futebol vira um esporte em extinção, só de cartolas corruptos e venais como ele.

Outro dia um desses juízes que “apitam” no campeonato nacional lembrou os ajustes para esse ou aquele ser campeão. Lá pelas tantas ninguém entendeu nada que o “magistrado” havia marcado e um locutor lembrou certinho uma frase, outra, essa de Leônidas da Silva – “apitou o que? Perigo de gol?”

É por aí que anda o futebol brasileiro. Como ano passado o Corinthians se indispusera com Teixeira andou tomando uns pênaltis um tanto esquisitos. Esse ano, até agora, a coisa está acerta direitinho.

Mas... Ah! O mas. Se Mano Menezes não der conta do recado e não vai dar, é tapa buraco, Teixeira quer mesmo é Felipão e aí o Palmeiras ou aceita, ou dança. Muricy segundo o presidente da CBF é “engenheiro de obras prontas, só pega clube montado e cheio de craques”.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

COMO SE CRIA DINHEIRO? ESCRAVIDÃO MODERNA ?

COMO SE CRIA DINHEIRO? ESCRAVIDÃO MODERNA ?

Imperdivel  a serie de videos. Vá ao Blog e assista:
http://mentesemliberdade.blogspot.com/2011/07/como-se-cria-dinheiro-escravidao.html 

O ânus do Rei

Não estou percebendo nas diferentes plataformas ou mídias,incluindo as diferentes instâncias políticas, uma manifestação mais contundente,contra o AI5 Digital do Senador Tucano, Paulo Azxeredo(O mesmo do mensalão mineiro). Uma avaliação simples, observa que o "impoluto parlamentar", tenta criminalizar algo que já é tipificado,tanto na Constituição,quanto nos Códigos Civil e Penal. É presumível, que a desinformação possa ser uma virtude apregoada pelo referido congressista,e que fruto da mesma ignorância, esteja por ser assumida por vários de seus"Pares", ainda que isto possa configurar-se como uma desapropriação de um meio de interação pública, que se confunde com a própria idéia de democracia. É difícil acreditar que os portadores de moral questionável, de ética reprovável e de honestidade inexistente,se arguam,mesmo que com a chancela do mau voto, no direito de corromper a própria essência da liberdade. Só sabe da importância do segredo de um cofre,aquele que pretende abrí-lo por quaisquer meios. E,isto é o que preocupa. Jamais pergunte ao burro que vai adiante da carroça,se os tapumes nos olhos o fazem enchergar algo que ninguem viu. E,esta é,lastimávelmente a grande virtude deste parlamentar. Houve um momento na nossa história recente,em que vislumbrou-se na reserva de "mercado" da área de informática, uma exponencial oportunidade de desenvolvimento de tecnologias e de meios. O resultado disto,foi o resguardo de um atrazo, cujo "lucro" ainda vem sendo pago por outras gerações,que não as do imbecil que a sacramentou sob a forma de lei. Somos um país refém de leis mal escritas. De atitudes que revogam o bom senso. De processos legislativos que resguardam o torto. De políticas que viabilizam as quadrilhas e os mal feitos. Contudo,não precisamos desta ciclópica contribuição do senhor Paulo Azeredo,para que o ânus seja guindado ao valor de um único olho de sabedorias. Poupe-nos e resuma-se!

Honduras e Brasil - A Ditadura via Justiça .

Honduras: Persecución política y judicial “for Dummies”
 
Después del golpe de Estado militar de junio de 2009, la represión, el asesinato político, el sicariato, la violación, la persecución político – judicial, la tortura y otra abominaciones, características de la inquisición (con muchos agregados), son prácticas comunes en Honduras, donde, a pesar de todos los discursos oficiales, ni ha habido reconciliación ni se ha cesado un solo instante de conspirar para continuar y perfeccionar estas acciones cobardes contra el pueblo hondureño y sus organizaciones.
 
Los golpistas, dirigidos por el comando sur de los Estados Unidos, han mantenido la política de terror contra toda forma de oposición,  mientras desmembran aceleradamente el país, entregando su integridad territorial, su soberanía sobre cosas fundamentales como el acceso al agua o a los alimentos.  Esta, y no otra, es la realidad de Honduras. Las injusticias se dan ante la mirada pasiva de la comunidad internacional, que observa a los buitres comportarse como niños malcriados, con la mayor impunidad, ensañándose contra un pueblo indefenso que poco a poco se acerca al límite de su paciencia.
 
Además de que, a pesar de la firma de  los Acuerdos de Reconciliación Nacional y Reconstrucción de la Democracia, suscritos en Cartagena de Indias con el patrocinio de Colombia y de la Bolivariana Venezuela, más de 100 hondureños siguen en el exilio forzoso desde el Golpe, hoy se suman muchos más a esta legión de víctimas, incluyendo lideres connotados de la lucha popular hondureña (como el Padre Fausto Milla y su asistente Denia Mejía, ambos miembros de la Conducción del Frente Nacional de Resistencia Popular) o el padre Andrés Tamayo, miembro de la Comisión Política del frente; el asesinato de más de 200 hondureños y hondureñas sigue sin investigarse, aunque han sido denunciados en debida forma ante las “autoridades” competentes.
 
La lista de víctimas incluye ex funcionarios de la administración Zelaya, entre los que se pueden mencionar a la abogada Rixi Moncada quien fue acusada y amenazada con prisión por el hecho de haber alquilado un edificio para la empresa eléctrica (siendo ella la Ministra con facultades para hacerlo, y a pesar de que esta es una práctica que el régimen actual no solo ha adoptado, sino cargado de vicios de corrupción), o la Licenciada Rebeca Santos quien, por el solo hecho de haber sido Ministra de Finanzas, está sometida ahora al escarnio de los “jueces” y otros “paladines” de la injusticia, siendo tratada como reo, debiendo permanecer en el país, y reportarse ante los juzgados a firmar un libro dos veces a la semana indefinidamente, mientras la seudo justicia hondureña se ha negado a resolver un recurso de amparo presentado por su defensa hace más de seis meses. Hasta hoy los daños causados a estas personas, tanto en el campo moral, como familiar y profesional, son incalculables, llegando incluso a estar imposibilitadas para trabajar y ganar sus sostén diario; el régimen, insaciable bestia de la ignominia, pretende hacer pordioseros a hombre y mujeres que simplemente buscaron dar una cuota de trabajo a favor de la participación ciudadana y la profundización de la democracia n beneficio del pueblo hondureño.
 
Pero el caso más escandaloso avasalla a Enrique Flores Lanza, abogado, ex Secretario de la Presidencia en la administración Zelaya, y miembro de la Comisión Política del Frente Nacional de Resistencia Popular, quien a la sombra del Acuerdo de Reconciliación firmado en Cartagena, decidió enfrentar la que sabía era la misma estructura judicial que había conspirado y jugado un papel fundamental en el barracaso, que derrocó el gobierno legítimo de Manuel Zelaya, y había provocado su exilio. La presentación de Flores Lanza, contrario a lo que muchos afirman, es un acto consciente, que no descartó nunca la posibilidad de ser víctima de la atrocidad con que opera este sistema bárbaro, corrupto, servil y canalla.
 
Las pruebas sobre el caso indican la culpabilidad de otros actores, está involucrada la cúpula militar en el latrocinio del que acusan a Flores Lanza, existen incluso videos de gente connotada arrastrando la “carreta” en el interior del Banco Central de Honduras, pero es al miembro del Frente al que se acusa, en una jugada más bien digna de un “Reality Show” de bajo presupuesto que de una acción jurídica seria, responsable y civilizada; es como si los delincuentes manejaran la justicia bajo una carpa circense. A pesar de la abrumadora evidencia, la Corte Suprema de Justicia hace oídos sordos a toda la arbitrariedad y consiente no solo las medidas irracionales como la prisión preventiva a una persona que se ha presentado voluntariamente para defenderse, o la fianza “en las nubes” que ni siquiera a los narcotraficantes se ha aplicado nunca en este país, ahora lo mantiene rehén en el propio domicilio de sus padres, con vigilancia policial 24 horas, mientras asesinan personas a escasos kilómetros, sin un solo agente de policía en los alrededores.
 
La justicia de Macondo, o de cualquier otro sitio pintoresco de la América Latina de finales del siglo XIX o principios del siglo XX, se ven como ejemplos de jurisprudencia, seriedad, honestidad comparados con  esta pantomima que todos los días castiga a miles de hondureños a favor de los beduinos que se han adueñado de todo. El caso Flores Lanza es emblemático porque mientras las fieras de la oligarquía local tratan de presentar el caso como un escandaloso asunto de corrupción, el imputado exige a gritos que se le otorgue el derecho al debido proceso para defenderse y demostrar su inocencia. A esto los “sicarios judiciales” responden con más injusticia, impunidad y hasta burla de toda la civilización del planeta. Gran ironía que mientras más exigimos fin a la impunidad y juicios justos a nuestros presos, el régimen opta por demostrar cuan bestial puede ser.
 
Indudablemente el caso Flores Lanza, así como las expatriaciones forzosas de dirigentes del Frente Nacional de Resistencia, detallada en párrafos anteriores, exhibe un plan definido para liquidar a la oposición al Golpe de Estado, al régimen represor, y acallar a todas las víctimas de este anacrónico montaje antediluviano en pleno siglo XXI. Dos miembros de la conducción nacional y dos miembros de la comisión política del frente están bajo la metralla de los verdugos; también al Coordinador General se le hacen advertencias permanentemente. Esta es la novedosa estrategia para mantener vivo el sistema, es originada en laboratorios del imperio y ejecutada minuciosamente por los esbirros de la oligarquía hondureña.
 
No debemos desestimar la posibilidad de que apliquen a Flores Lanza una condena escandalosa, sin fundamento, con el propósito de desmoralizar la poderosa resistencia que hoy se ha convertido en un colosal agente de transformación revolucionaria en el país. Estamos a penas al comienzo de una monstruosa campaña que arranca con los casos descritos pero que seguramente arrastrara a Honduras a un holocausto.
 
No olvidemos a nuestras víctimas, ni a nuestros presos políticos, la comunidad internacional hermana, debería comenzar ya a condenar lo que, de antemano, sabemos está por venir. Exijamos la libertad de Flores Lanza para que se defienda de acuerdo a las leyes de Honduras, otro tanto para Rebeca Santos, y la repatriación inmediata e incondicional de los exiliados. Este es un reto  para los pueblos de América, recordemos a Brecht, no dejemos que llegue a ser demasiado tarde.
 
Ricardo Salgado
29/julio/2011
 

quinta-feira, 28 de julho de 2011

JOBM COMEÇA A NOMNAR OS IDIOTAS - LULA E DILMA SÃO OS PRIMEIROS

JOBIM COMEÇA A NOMINAR OS IDIOTAS – LULA E DILMA SÃO OS PRIMEIROS


Laerte Braga


O ministro da Defesa Nelson Jobim afirmou em entrevista ao site UOL – UNIVESO ON LINE – que votou em José Serra para presidente. Jobim era ministro de Lula à época e continua ministro de Dilma. Junto com Michel Temer que quer se aliar a Alckimin para a disputa da Prefeitura de São Paulo. Governam o País.

O que fica claro na entrevista de Jobim é que o ex-presidente e atual presidente estão na lista de idiotas a que o ministro se referiu no aniversário de FHC. A presença de Dilma é incontestável desde que afirmou que o tucano foi o responsável pela “estabilidade econômica no País”, jogando fora a herança maldita do governo Lula. Do qual, aliás, foi ministra durante os oito anos dos dois mandatos.

O poste que Lula escolheu para sucedê-lo está dando curto circuito.

Como o PT – Partido dos Trabalhadores – é uma das mais recentes repartições públicas brasileiras (na maioria de seus integrantes, restam poucos sobreviventes) diz que não é o responsável pela presença de Jobim no Ministério e o PMDB faz de conta que não é com ele, tudo leva a crer que Jobim foi imposto tanto a Lula como a Dilma, logo, claro está que a democracia brasileira é de aparência.

Que o diga o coronel Brilhante Ulstra, torturador, assassino, covarde escondido atrás da saia da mamãe anistia e agora colunista do jornal FOLHA DE SÃO PAULO, especialista em desova de corpos de presos assassinados no DOI CODI.

O mundo institucional está falido, a luta é nas ruas.

A simples permanência de Nelson Jobim no Ministério é prova cabal que os setores estratégicos no Brasil são controlados de fora para dentro. Foi Jobim quem disse aos norte-americanos que Celso Amorim e Samuel Pinheiro Guimarães eram “antiamericanos viscerais”. Ambos foram afastados dos seus ministérios (Relações Exteriores e Assuntos Estratégicos) dando lugar a um corrupto ressuscitado no milagre da pilantragem Moreira Franco e a um pastel de vento, Anthony Patriot.

O poste que Lula elegeu só rosna com subordinados e se ajoelha para Jobim e Temer.

Vai ser duro consertar mesmo porque, na base aliada, uma das principais empresas chamadas partido, o PC do B encontrou leito natural nos latifundiários (Aldo Rebelo e seu código florestal) e Haroldo Lima (entrega do pré-sal).

Achei que Dilma fosse apenas menor que o cargo que ocupa. É pior. Bem pior. Não tem a menor noção de nada e atira a esmo. O risco de um governo tucano e 2014 e o retorno do processo de venda do Brasil é real, concreto e foi por isso que José Serra resolveu retornar da Transilvânia e assombrar os brasileiros.

Votou-se em Dilma para rejeitar Serra e Dilma veste a roupa de Serra com laivos de FHC e se enche com o vento de Geraldo Alckimin na esperteza de Temer e Jobim.

Claro está que preenche uma das linhas da lista de Jobim, a dos “idiotas que nos cercam”.

É um escárnio um político corrupto e sem escrúpulos como Nelson Jobim ocupar o Ministério da Defesa, em si e por si, ainda mais agora, depois de declarar seu voto em Serra. Ele é livre para votar em quem quiser, mas não é livre para ludibriar e enganar os brasileiros, promover a entrega do Brasil.

Isso é canalhice e a coragem de Dilma se esvai quando tem que lidar com o PMDB dessa gente.

O PT não está nem aí, não vai correr o risco de perder mesas, carimbos, clips, telefones, etc, etc, que o poder proporciona.

Senta em cima e fica.

É de causar engulhos.

A primeira reação da presidente (presidente? De que?) deveria ter sido chamar Jobim e pedir a ele, educadamente, que oficializasse sua demissão. Se não fosse aceita a sugestão, demiti-lo sumariamente.

A julgar pela limpeza feita no Ministério dos Transportes não há lugar para Jobim e Moreira Franco no governo.

Exceto se volta a imperar o “complexo de vira latas”, definição precisa do ex-chanceler Celso Amorim.

A continuar assim, já já, o embaixador dos EUA assume o controle dos “negócios” sem intermediários, sem necessidade dos relatórios de William Waack para Hilary Clinton.

E cabe a Lula botar a boca no trombone. Jobim foi para Defesa escolhido por ele, ou, sabe-se lá, imposto pelos que tutelam a democracia brasileira.

Deve ser por isso que o brasileiro senta e almoça agrotóxico como mostra o notável Sílvio Tendler em seu documentário sobre o assunto.

Engoliu um poste, por que não transgênicos e agrotóxicos?

O tom da entrevista de Nelson Jobim sugere que todas as decisões do Planalto passam por sua mesa e Dilma só as toma após receber sua chancela e a de Michel Temer.

Moreira Franco é só um adereço a dez por cento dos “negócios”. Foi indicado por isso, é prestativo e barato. Como o jornal da BAND.

É um insulto a permanência dessas figuras no Ministério do governo (?) Dilma Roussef. Ao Brasil e aos brasileiros.

É por aí que os covardes da ditadura se refugiam no patriotismo canalha para omitir parte de nossa História, a da tortura e da boçalidade de 1964.

Dizem que vão marchar dia primeiro de agosto. A bandeira é o fim do auxílio reclusão. São tiranos liderando a manada. Não sabem que isso existe em qualquer nação decente.

Aqui não, têm Nelson Jobim e um poste que brinca e faz de conta que é presidente. Deve ser, do Grêmio Recreativo Partido dos Trabalhadores. Sai de chapa branca.

Torturas relatadas a justiça

noticias.uol.com.br
Seis testemunhas relataram nesta quarta-feira (27), no fórum João Mendes, centro de São Paulo, as torturas que Carlos Alberto Brilhan...

que elle tem que os companheiros o mantem? O POVO TEM QUE SABER

A pergunta que nao quer calar: pq. jobim está neste governo?
Charge enviada por Paulo Avila

UM FILHO DA PÁTRIA QUE FOGE À LUTA: BRILHANTE USTRA

Embora adorem cerimônias cívicas e hinos, os militares brasileiros nem sempre se colocam à altura dos modelos que cultuam.

O coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra -- aquele que, segundo a frase imortal do ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, “emporcalhou com o sangue de suas vítimas a farda que devera honrar” -- faz jus ao nome: fecha-se como uma ostra quando confrontado com seus  feitos. A ele não se aplica o "verás que um filho teu não foge à luta". Nem de longe.

Desde que a atriz Bete Mendes, ainda no (des)Governo Sarney, o identificou como o antigo comandante do DOI-Codi, principal centro de torturas paulista durante os  anos de chumbo, Ustra evita o confronto com seus acusadores. Alega inocência, mas age como o culpado que, indubitavelmente, é.

Baseia-se nos relatórios secretos militares -- aqueles que o Governo nunca consegue encontrar, mas a extrema-direita virtual utiliza dia e noite como munição propagandística -- para escrever livros e artigos que, fosse este um país sério, acarretariam a ele punição idêntica às impostas no 1º mundo a quem nega a existência do Holocausto.

Pois é exatamente isto o que Ustra faz por aqui: ataca as vítimas de um genocídio, tentando desacreditá-las para tornar menos chocantes os atos praticados por seus algozes, esbirros de uma tirania tão bestial quanto boçal.

Suas bravatas, contudo, restringem-se ao teclado e aos discursos falaciosos que profere quando  desagravado  por seus pares no Clube Militar. Os veteranos do arbítrio ajudam uns aos outros, no afã de evitar que os esqueletos saiam de seus abarrotados armários.

Da prova dos nove no único campo de honra que restou, a Justiça, ele quer distância. Alega que sufocaram sua verdade mas, quando teve a oportunidade de a expor, preferiu orientar seu advogado a tentar, de todas as maneiras, obter o arquivamento, sem julgamento do mérito da questão, do primeiro processo que lhe foi movido pela irmã e pela ex-companheira de Luiz Eduardo Merlino.

A defesa chutou em todas as direções: desde que Angela Mendes de Almeida não comprovara a união com o jornalista assassinado no DOI-Codi (perseguidos políticos têm obrigatoriamente de se casar, mesmo durante uma terrível ditadura?!) até que a ação carecia de razão de ser, pois só visava obter uma declaração de que Ustra era assassino, sem pleitear qualquer forma de reparação.

A primeira saída pela tangente foi impugnada pela corte, mas a segunda colou. Então, Ustra preferiu ver extinto o processo em função de uma filigrana jurídica do que sustentar a própria inocência. Para bom entendedor...

Pior ainda fez no processo que lhe movia, também em 2008, a Família Teles: quis escapar à responsabilidade por seus atos, transferindo-a totalmente para a  gloriosa  corporação, ao protocolar uma contestação segundo a qual "agiu como representante do Exército, no soberano exercício da segurança nacional".

Ou seja, sugeriu formalmente que o Exército tomasse seu lugar no banco dos réus, conforme se constata neste trecho:
"O Exército brasileiro é uma pessoa jurídica, sendo que, pelos atos ilícitos, inclusive os atos causadores de dano moral, praticados por agentes de pessoas de direito público, respondem estas pessoas jurídicas e não o agente contra o qual têm elas direito regressivo. (...) Todas as vezes que um oficial do Exército brasileiro agir no exercício de sua funções, estará atraindo a responsabilidade do Estado".
A corte, certamente inspirada em exemplos como o do julgamento dos dirigentes nazistas em Nuremberg, declarou Ustra torturador, pois há uma responsabilidade pessoal e intransferível, sim, em quem cumpre ordens que constituem crime contra a humanidade.

Agora, na segunda ação relativa ao assassinato de Merlino -- desta vez por danos morais --, Ustra não teve sequer a coragem de se colocar frente a frente com seus acusadores, olho no olho. Optou por não comparecer à audiência desta 4ª feira em São Paulo.

As seis testemunhas -- inclusive o antigo titular da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi -- confirmaram que Merlino foi barbaramente torturado sob as ordens e com a participação de Ustra, daí decorrendo a gangrena nas duas pernas e a morte.

E o próprio advogado do torturador, Paulo Esteves, admite implicitamente a culpa do seu cliente, como se depreende da notícia publicada na Folha de S. Paulo:
"Esteves disse que o principal (sic) argumento da defesa do ex-chefe do órgão repressor na ação é que, caso tivessem ocorrido de fato os crimes, eles já estariam prescritos e, por isso, Ustra não poderia ser punido".
Evidentemente, o eminente jurista Fábio Konder Comparato replicará que assassinato decorrente de tortura é, tanto quanto a própria tortura, crime hediondo e imprescritível.

Mas, importante mesmo é a atitude.

A Pátria e o Exército de Caxias estão constatando que têm, sim, filhos que fogem à luta, da forma mais vexatória, como coelhos assustados.

SOBRE O MESMO ASSUNTO, LEIA TAMBÉM: DIANTE DA LEI

Testemunhas confirmam Ustra como responsável por torturas no DOI-Codi

"Um bando através de um golpe armado toma o poder, derruba um presidente eleito democraticamente, instala no país uma ditadura e sai eliminando tudo e todos que se manifestam contrários. Muitos dos que resistiram são assassinados com requintes de crueldade. Um dos chefes da repressão agora vai a julgamento e sequer comparece. Não precisa. O Sarney, imortal da academia brasileira de letras, "herói" do plano cruzado, presenteado com repetidora da globo no Maranhão onde por isso não perde uma eleição, também é testemunha. À distancia. Uma beleza. Só quem talvez tenha comparecido a este julgamento, proibido para jornalistas, são os espíritos dos que morreram na tortura ainda na esperança junto aos seus familiares de que se faça justiça. As famílias neste caso se recusam a receber indenização. Querem apenas o reconhecimento pelo Estado de que Ustra é um assassino torturador. E que as vítimas destes monstros não são os terroristas que eles inventaram e sim trabalhadores, estudantes, pessoas comuns de todas as classes sociais, que apenas tiveram coragem e disposição para reagir. O resgate da dignidade dos brasileiros que resistiram. Terrorista era a ditadura civil-militar". - BlogueDoSouza


Audiência no Tribunal de Justiça de São Paulo reafirma que coronel responsável pelo DOI-Codi não prestou assistência médica ao militante Luiz Eduardo Merlino, que morreu em 1971- João Peres, Rede Brasil Atual
Testemunhas confirmaram perante a Justiça de São Paulo que o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra foi o responsável pelas torturas que resultaram na morte do jornalista Luiz Eduardo da Rocha Merlino. O assassinato deu-se em 1971 nas dependências do Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), um dos principais instrumentos de repressão da ditadura militar (1964-85).

quarta-feira, 27 de julho de 2011

DIANTE DA LEI (HOJE)

Diante da lei está um porteiro. Um cidadão de país dito democrático chega a este porteiro e pede para entrar na lei. Mas o porteiro diz que, por determinação da juíza, não pode permitir-lhe a entrada.

Quase um século depois, vi-me repetindo o enredo kafkiano.

A porta em questão foi a da 20ª Vara Cível, no Fórum João Mendes.

E eu não me conformei em esperar, como o fictício homem do campo da Checoslováquia; pedi ao porteiro que transmitisse à juíza minha solicitação de ingresso.

Ele tinha em mãos a lista dos poucos que poderiam ser admitidos na audiência de testemunhas de acusação contra o coronel reformado Carlos Brilhante Ustra, na ação por danos morais que lhe movem a irmã e a antiga companheira do jornalista Luiz Eduardo Merlino.

Gato escaldado por uma má experiência em Brasília -- tive de sair correndo até a Cia. do Terno para poder assistir ao julgamento de Cesare Battisti no STF, já que calça e casaco não bastavam --, cheguei cedo e com traje formal completo, inclusive gravata. Sacrifício inútil.

A desculpa para manter imprensa e público do lado de fora foi a exiguidade de espaço.

Como se isto fosse motivo suficiente para tornar  fechada  uma audiência aberta!

Aleguei ser defensor dos direitos humanos e veterano da resistência ao arbítrio, reconhecido por dois governos como vítima da ditadura.

Aleguei ter estado preso no DOI-Codi que Brilhante Ustra comandou, terrível centro de torturas e palco de cruéis assassinatos.

Aleguei ter perdido amigos e companheiros queridos nas mãos de carrascos como o que está sendo processado.

O porteiro voltou com a resposta da juíza: infelizmente não havia mesmo espaço, blablablá, e depois seria entregue um relato aos interessados. [Evidentemente em juridiquês, ou seja, frio como gelo...]

Fiquei curioso: quem era, afinal, esta juíza que tão insensivelmente me batia com a porta da lei na cara?

Consultei o Google e fiquei sabendo que foi aprovada no vestibular de 1995.

Talvez nem tivesse nascido quando eu quase morria no DOI-Codi do Rio de Janeiro, irmão gêmeo daquele que Brilhante Ustra comandou na rua Tutóia.

Quando aproximadamente 20 companheiros que conheci pessoalmente -- um deles meu amigo de infância -- eram assassinados pelas bestas-feras do arbítrio.

Quando juiz nenhum ousava ir nos porões onde seres humanos éramos massacrados.

E são tão poucos os que hoje reconhecem o heroísmo dos heróis e o martírio dos mártires!

E são tantos os indiferentes à luta quase suicida que travamos para livrar o Brasil do despostimo (ou, pelo menos, evitar que o povo brasileiro carregasse o opróbrio de haver docilmente consentido em ser tiranizado)!

Não, senhora juíza, nós merecemos respeito.

Se já nos negam o direito de ver exemplarmente punidos aqueles que nos torturaram e trucidaram nossos irmãos de ideais, que, pelo menos, esses monstros respondam por seus crimes no tribunal das consciências.

Que todos saibam -- que as novas gerações, principalmente, saibam  -- quem foi Brilhante Ustra e o festival de horrores que ele comandou, pela boca de suas vítimas -- as quais, elas sim, passaram muito tempo obrigadas a  sufocar  sua  verdade, quase enlouquecendo de tanta dor e tanta raiva!

O grito é tudo que nos resta, agora. E se gritamos, é para sermos escutados.

Até isto V. Ex.ª  nos tirou, senhora juíza, ao trancar a porta do seu tribunal, impedindo que fossem ouvidos de viva voz os torturados e que a imprensa transmitisse toda a carga emocional da audiência!

Muitos silenciavam sobre as atrocidades durante os anos de chumbo. Em 1985, eu acreditei que nunca mais me depararia com este silêncio cúmplice.

Hoje, não tenho mais tal certeza. Só imenso pesar e extrema indignação.

PODVAL DÁ O SERVIÇO E DEIXA TOFFOLI EM TOGA JUSTA

Confirmado o óbvio: o criminalista Roberto Podval admitiu ao repórter Fausto Macedo, de O Estado de S. Paulo, ter sido ele quem bancou a hospedagem do ministro José Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, num nababesco hotel da ilha italiana de Capri.

Cidadãos perspicazes tiveram a certeza disto logo no primeiro momento, quando Toffoli afirmou ter pagado ele próprio as passagens aéreas, calando-se, entretanto, sobre a conta do Capri Palace Hotel (cujas diárias variam de R$ 1.400 a R$ 13,3 mil).

Como Podval, num primeiro momento, também se recusara a tocar no assunto, nada mais fácil do que depreender-se a verdade.

Para o criminalista, "não há impedimento legal" em agraciar velhos amigos e o fato de Toffoli estar relatando casos em que ele atua como advogado é irrelevante:
"Quem me conhece sabe que não faço e nem sei fazer lobby. Seria absurdo acreditar que convidei o ministro com interesse em alguma causa".
O representante da caserna no Ministério de Dilma Rousseff, o inacreditável Nelson Jobim, também saiu em defesa de Toffoli, na mesma entrevista em que trombeteou ter sido eleitor de José Serra na última eleição:
"É uma decisão pessoal. Conheço muito bem o Toffoli, ele tem absoluta independência".
Parece a ninguém ocorrer que uma atitude destas -- cabular um julgamento pelo fútil motivo de assistir a um casório -- constitui, nada mais, nada menos, um escárnio aos trabalhadores Ainda mais partindo de um ministro da mais alta corte do País.

Se ela for considerada normal e válida, a Justiça Trabalhista jamais poderá aceitar de novo que faltas injustificadas ao trabalho tenham como consequência a demissão por justa causa. A lei não é igual para todos?

E, dê ou não alguma contrapartida, um magistrado não pode, jamais, aceitar favores e agrados de quem está envolvido nos processos que ele julga. Isto é o óbvio ululante.

Ficando provado que Toffoli não favoreceu, como ministro, os interesses de Podval, ainda assim não poderá deixar de receber a mais severa admoestação, por sua conduta gritantemente antiética.

Se houver prevaricado, tem de não só sofrer processo de impeachment, como ser processado criminalmente pelo Ministério Público Federal.

"Seja, porém, o vosso falar: sim, sim; não, não. Pois todo o mais será sugerido pelo Maligno." (Mateus, 5:37)

HOJE É DIA DE OUVIRMOS A VERDADE SOBRE O DOI-CODI DE USTRA

Serão ouvidas hoje (27/07) as testemunhas arroladas pela Família Merlino na ação por danos morais que move contra o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, acusando-o de responsável pelo assassinato do jornalista Luiz Eduardo Merlino nas dependências do DOI-Codi/SP, que ele comandava, há exatas quatro décadas.

A audiência terá lugar no Fórum João Mendes, no centro velho de São Paulo, a partir das 14h30. Vão depor Eleonora Menicucci de Oliveira, Laurindo Junqueira Filho, Leane de Almeida, Otacílio Cecchini e Ricardo Prata Soares, que foram companheiros de militância de Merlino no Partido Operário Comunista; o ex-ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo de Tarso Vanucchi; e o historiador e escritor Joel Rufino dos Santos.

Eis um bom relato do Coletivo Merlino sobre os motivos e antecedentes dessa batalha judicial:
"Inconformada [com a impunidade dos torturadores dos anos de chumbo, sacramentada pelo STF], a família do jornalista Luiz Eduardo Merlino, assassinado em 19 julho de 1971 nas dependências do DOI-CODI, em São Paulo, retomando a digna luta de sua mãe, D. Iracema, moveu, em 2008, uma ação declaratória na área cível contra o coronel reformado do Exército Brasileiro, Carlos Alberto Brilhante Ustra.

A ação, subscrita pelos advogados Fábio Konder Comparato e Anibal Castro de Sousa, não pretendia nenhuma indenização pecuniária. Angela Mendes de Almeida, ex-companheira do jornalista, e Regina Merlino Dias de Almeida, sua irmã, pretendiam apenas o reconhecimento moral de que ele foi morto em decorrência das terríveis torturas que sofreu nas dependências do DOI-Codi de São Paulo. O coronel Ustra foi comandante daquele destacamento de outubro de 1969 a dezembro de 1973.
 Durante esse período estiveram presas nessa unidade cerca de 2 mil pessoas. Entre elas, 502 denunciaram torturas e pelo menos 40 foram assassinadas.
Luiz Eduardo Merlino tinha 23 anos e era um rapaz bonito e talentoso. Ainda que jovem já havia construído uma brilhante trajetória profissional como jornalista no Jornal da Tarde, na Folha da Tarde e no Jornal do Bairro, bem como no jornal alternativo Amanhã.
Merlino: torturado até a morte.
 Era um militante admirado e combativo do POC (Partido Operário Comunista) e acabava de voltar de uma viagem à França, feita para estreitar contatos com a IV Internacional.
Foi preso em casa de sua mãe, em Santos, dia 15 de julho de 1971, levado para o DOI-CODI de São Paulo, na Rua Tutóia, onde, conforme o livro Direito à Memória e à Verdade, editado pela Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos do Ministério da Justiça, 'foi torturado por cerca de 24 horas ininterruptas e abandonado numa solitária, a chamada  cela-forte, ou  x-zero’.

Em 19 de julho a família recebeu a notícia de que ele tinha se suicidado, jogando-se embaixo de um carro na BR-116, na altura de Jacupiranga, quando estaria sendo conduzido ao Rio Grande do Sul para 'reconhecer' companheiros. O laudo necroscópico atestando esta versão foi assinado pelos médicos legistas Isaac Abramovitc e Abeylard de Queiroz Orsini.
Porém o corpo não aparecia. Apesar disso familiares localizaram o corpo de Merlino no IML de São Paulo, com marcas de tortura, numa gaveta, sem nome. Depois disso o caixão foi entregue à família fechado.
Diversos militantes denunciaram, na Justiça Militar e em várias ocasiões, sua tortura e seu abandono, particularmente Guido Rocha, que esteve com ele na  cela-forte...
A ação declaratória para o caso Merlino, proposta em 22 de outubro de 2007 e acolhida em 8 de abril de 2008 pelo juiz Carlos Abrão,  corria na 42ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo... Mas o Tribunal de Justiça de São Paulo acatou um agravo de instrumento do advogado do torturador Ustra, suspendendo o processo.

Em seguida, (...) três desembargadores manifestaram-se sobre o agravo interposto pelo advogado de Ustra. Por dois votos contra um aceitaram tal ponto de vista e o processo foi extinto. Através de seus advogados, os familiares de Merlino recorreram então ao Superior Tribunal de Justiça, mas o relator do caso não considerou o recurso, que foi então arquivado em março de 2010.

A ação declaratória na área cível tem sido o recurso que familiares de mortos e desaparecidos têm utilizado para que o Estado brasileiro seja considerado responsável por estes crimes, já que a via penal está bloqueada. Boa parte das decisões foi favorável a este reconhecimento.

A primeira ação declaratória que, para além do Estado, apontava como responsável por torturas o coronel Ustra foi movida pela família Teles (Amelinha, César e Criméia) e teve decisão favorável no julgamento em primeira instância, em 2008.

No entanto, o processo do mesmo tipo no caso da morte de Merlino foi extinto na primeira instância, não chegando sequer a ser julgado em seu mérito. A decisão já relatada do Tribunal de Justiça de São Paulo, posteriormente encampada pelo STF, baseou-se em um argumento  técnico, o de que uma ação declaratória não era propícia para estabelecer 'uma relação jurídica' entre o réu, Ustra, e as proponentes, pois o que se pretendia era, na verdade,  'a declaração da existência de um fato'.
A Justiça o declarou 'torturador'.
E poderá acrescentar 'assassino'
 Haveria 'falta de interesse de agir' das proponentes da ação, já que não pretenderiam extrair da sentença nenhuma consequência, como por exemplo, uma indenização.
Os dois votos pela extinção deixaram claro seu aspecto  técnico, não implicando  nenhum juízo de valor sobre qualquer ato supostamente praticado pelo réu.

Por isso, em 2010, os advogados dos familiares de Merlino (Fábio Comparato, Claudineu de Melo e Anibal Castro de Sousa) entraram com uma nova ação, ainda na área cível, contra o coronel Ustra, que implica em um ressarcimento por danos morais.

Esses são os meandros da Justiça brasileira e os caminhos  técnicos  na área jurídica que se impõem para que seja possível conhecer a verdade. Esses são os limites colocados pela Lei de Anistia e pela decisão do STF.

Nenhum ressarcimento ou reparação paga uma vida ceifada. Memória, verdade e justiça são os objetivos que devem ser fixados no horizonte para um Brasil livre da impunidade para com o terrorismo de Estado".

terça-feira, 26 de julho de 2011

O "AUSTRALIANO" É ISRAELENSE E DE ULTRA/DIREITA - O NORUEGUÊS TEM OLHOS AZUIS E É LOUROS

O “AUSTRALIANO” É ISRAELENSE E DE ULTRA/DIREITA – O NORUEGUÊS TEM OLHOS AZUIS E É LOURO

Laerte Braga

Um cidadão dos EUA fala no “sonho americano”. Afirma que esse “sonho” acabou. E explica. “É que antes a cenoura estava à nossa frente e imaginávamos poder alcançá-la. Hoje percebemos que isso é irreal”.
A idéia que a sociedade capitalista, num dado momento, propiciaria a todos uma ilha paradisíaca como a um xeque árabe – escreveu seu nome em sua “propriedade” em forma de grafite, com tal grandeza que pode ser enxergado do espaço – vai para outro espaço nada sideral.
O das nações controladas por mega empresas a serviço de interesses de fato terroristas, por um sistema financeiro sem entranhas tal a sua brutalidade, gerando seres mortos/vivos, sombrios, mergulhados em depressão gerada pelo medo, pelo pânico, propositalmente criado.
A Idade Média da Tecnologia. Os castelos encravados em suntuosas sedes de bancos e empresas vendidas diariamente no mundo das comunicações/alienação e o entorno que ainda teima em acreditar que a cenoura está à frente.
O fosso que separa barões e servos pode ser visto se comprado em longo prazo nas Casas Bahia ou na rede Walmart. Mas só visto. Chegar a ele nunca.
Rupert Murdoch nasceu na Austrália, é o principal acionista de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, senhor das comunicações – no Brasil é sócio da família Marinho/GLOBO – tem o mundo na palma das mãos.
O terrorista é de ultra-direita e israelense. Ou seja, é cidadão de Israel. Trabalha com a agenda nazi/sionista, supera qualquer ficção, deixa SPECTRE criada por Ian Fleming para que James Bond pudesse combatê-la no chinelo.
Terrorismo, extorsão, vingança, assassinato, chantagem.
O expediente usado pelo tablóide inglês de Murdoch não se restringe a ele. É prática em todo o império do terrorista. Escutas telefônicas, invasão de mails, os ingredientes de sempre.
Foi assim que Murdoch e o terrorismo de Estado de Israel assumiram o controle do Legislativo dos EUA, da Casa Branca, do Judiciário nos EUA e montados em milhares de ogivas nucleares transformaram os muçulmanos em odiosos terroristas e palestinos especificamente em sangrentos e inferiores seres.
Deitam ramas pelo mundo afora. Não encontram fronteiras ou obstáculos em seu avanço. O IV Reich. Quem disse que Hitler estava errado ao prever que o Reich duraria mil anos?
O jornal VETERANS TODAY publica artigo perguntando “quem é de fato Rupert Murdoch?”
Mílton Temer, capitão de mar e guerra da Marinha do Brasil – posto na reserva pela ditadura militar –, ex-deputado, apresenta uma tradução do artigo do jornal britânico – VETERANS TODAY – em sua página no Facebook.

https://www.facebook.com/notes/milton-temer/tradu%C3%A7%C3%A3o-da-mat%C3%A9ria-sobre-rupert-murdoch-postada-logo-abaixo-publicada-no-vetera/254048911288024
O poder devastador de Murdoch é pleno.
Um médium espírita de nome Gaspareto – chegou a ter um programa na televisão – pintava quadros (ou pinta ainda) que recebia em transmissão direta de grandes nomes da arte. Há um Monet em que Cristo tem olhos azuis, cabelos louros e a face ariana. Kardec não fez mais que – um homem sério – que transformar em palatáveis conceitos de religiões orientais a burguesia na Europa, num tempo em que o positivismo era a verdade absoluta. No Brasil inclusive, Benjamin Constant era um dos líderes da corrente entre nós e foi fundamental ao convencer o marechal Deodoro da Fonseca a ir às ruas proclamar a República.
Teria sido nosso primeiro ditador não fosse bem ou mal a figura de Floriano Peixoto.
O cidadão norueguês que matou mais de 70 pessoas lega ao mundo um manifesto pela pureza racial, instila o ódio aos muçulmanos, negros, deixa pegadas sobre o Brasil – um país acometido pela miscigenação racial – e bobagens e mais bobagens em não sei quantas páginas.
Seus seguidores no Brasil estão convocando manifestação para o dia primeiro de agosto contra “desmandos” do governo (eleito pela vontade popular) e tomam como bandeira o auxílio reclusão. Devem sair com a suástica à frente das marchas com cheiro de cansei.
Essa gente, o norueguês, os que querem protestar no Brasil, não tolera democracia, mesmo que a nossa seja apenas um simulacro daquilo que se conceitua com do povo, para o povo e pelo povo.
Aqui é dos banqueiros, para os banqueiros, pelo banqueiros.
Trazem consigo o espírito Bolsonaro, uma aberração política que teima tentar manter viva a era das torturas e das barbáries da ditadura militar.
Como ficam os sócios e dependentes de Murdoch aqui no Brasil que insistiram em atentado praticado por grupos muçulmanos?
Os cruzados, em nome de Cristo, destruíram tudo o que encontraram pela frente para não deixar vestígios de impurezas. Só a deles. Os mouros ocuparam parte da Europa durante séculos e nenhum monumento cristão foi destruído.
“Aceito o Cristo de vocês, mas não aceito o crisitianismo”. Afirmação de Mahatma Ghandi a um jornalista inglês.
Israel é o centro irradiador desse tumor terrorista que varre o mundo. Um estado inventado pelas grandes potências ao fim do último conflito mundial numa espécie de mea culpa, na verdade, um enclave facínora para manter o controle sobre os povos árabes e o petróleo.
São criminosos em si, por si e historicamente.
Adoram bezerros de ouro e substituíram a tábua de dez mandamentos de Moisés pelo juros.
Foram colaboradores do nazismo – Ben Gurion considerado o fundador de Israel –.
Começam a deitar tentáculos nazi/sionistas pelo mundo afora e são donos de boa parte do Brasil, sobretudo a indústria bélica.
Murdoch é um dos senhores da irracionalidade nazi/sionista.
Há dias, num filme que assisti, um dos personagens se declara “deus”. Com o revólver à testa de uma vítima diz pomposamente – sou “deus”, aqui, tenho o poder da vida e da morte”.
O conglomerado terrorista ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A é isso. Com as bençãos de Bento XVI a proteção celestial de João Paulo II, o beato.
Murdoch tem olhos e ouvidos em todo o mundo e alguns deles postos em nosso País via GLOBO, organização criminosa que chamam de empresa de comunicações.
É a ficção superando a realidade. A barbárie triunfando.
Os rotos politicamente querem marchar no dia primeiro de agosto. São fétidos sobreviventes da ditadura militar. Zumbis aos quais vai se abrir a porta do curral, ou das celas.
FHC deve ir à frente, é uma sugestão já que o mau caratismo é a regra desse fascismo a la Luciano Huck (o da casa ilegal legalizada).
ÊÊÊÊÊÊÊÊÊ Boi. Preste atenção nas palavras de ordem do assassino Brilhante Ulstra – esconde-se atrás da saia da mamãe anistia na covardia dos torturadores –. Um dois três o norueguês é nosso rei.
Cambada de pulhas vigiados pelo grande irmão, servis aos grande irmão.
O israelense Rupert Murdoch é o inimigo público número um das liberdades democráticas. E Israel o tumor gerado no ventre do imperialismo. A criatura hedionda que se transforma em poder maior que o dos criadores.
Na esteira do acordo firmado pelo STJ – SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA – um ministro (é aquele tribunal que pegaram um vendendo sentenças a um milhão cada) validou a decisão que permite trabalho escravo. O acordo que falo é o assinado entre o presidente nazi/sionista do tribunal (o tal que demitiu o funcionário que estava atrás dele na fila do caixa eletrônico) e o Banco Mundial.
Senhoras e senhoras os navios negreiros estão de volta e entram em suas casas pela televisão com direito a dentes brancos e a beber água gelada no milagre capitalista chamado Colgate (com patrocínio de dentistas sem ética profissional), ou aquele que limpa o vaso sanitário dez vezes melhor que outros produtos.
Você e nem ninguém nasceu para lavar vasilhas depois do jantar. A Brastemp finge que faz para você (fica tudo sujo do mesmo jeito). Nasceu para ir às ruas adorar o tal bezerro de ouro. A sede agora é em Tel Aviv, capital do terror.

Anteproyecto de Ley de Comunicación Popular se debate en todo el país


Participaron más de 2 mil personas

Anteproyecto de Ley de Comunicación Popular se debate en todo el país

20 julio 2011 | Haga un comentario

La segunda vicepresidenta de la Asamblea Nacional, Blanca Eekhout, destacó que este instrumento permitirá construir un modelo de comunicación solidaria
El Anteproyecto de Ley de Comunicación Popular, instrumento impulsado por el pueblo a través de los consejos comunales, está en debate en todo el territorio nacional, en el cual ya han participado 2.843 personas, así como mesas técnicas de comunicación, entre otros organismos.
La información la suministró la segunda vicepresidenta de la Asamblea Nacional, Blanca Eekhout, a través de un contacto en vivo con Venezolana de Televisión.
La parlamentaria dijo que este anteproyecto tiene 10 títulos, todos creados por colectivos populares, y refirió: “Hay necesidad de humanizar la comunicación, una comunicación para la solidaridad y que no esté atrapada por los intereses comerciales y mezquinos”.
Este trabajo de debate nacional ha desembocado en proceso de sistematización, el cual es dirigido por el pueblo legislador, del pueblo comunicador.
Texto/Nancy Mastronardi
Foto/Archivo
 
Enviado por Ev. Chaves

RESCALDO DE UM ATENTADO DEBILÓIDE

O filósofo Vladimir Safatle continua sendo responsável por alguns dos fugazes lampejos de vida inteligente que ainda encontram brecha no  inferno pamonha  engendrado pela indústria cultural.

No artigo Um fantasma na Europa, ele disseca o atentado norueguês com base nas leituras que Theodor Adorno e Max Horkheimer fizeram do totalitarismo contemporâneo, acertando na mosca:
"...o fascismo conseguira se colocar como um modelo de forma de vida. No caso, uma forma de vida constituída através da transformação de comportamentos patológicos em norma social, de temáticas que normalmente aparecem em delírios paranoicos no conteúdo de discursos políticos tacitamente aceitos.

Assim, delírios de perseguição se normalizavam por meio da crença de que um elemento estranho estava infectando a bela totalidade de nosso corpo social. Elemento que destruiria, com o beneplácito de cosmopolitas ingênuos, nosso caráter nacional naquilo que ele teria de mais especial.

Força e disciplina eram convocadas para restaurar esse corpo quase moribundo separado de seu solo, mesmo que tal solo seja hoje uma fazenda de produtos orgânicos.

Por sua vez, delírios de grandeza animavam discursos que pregavam a amplidão redentora da nação. A identidade era, assim, elevada à condição de sistema defensivo ameaçado, e, por isso, compulsivamente afirmado.

Não por acaso, palavras como 'limite', 'fronteira', 'território' tornavam-se os significantes centrais do discurso político. A defesa da identidade se tornava uma patologia.
 Lembrar isso, após o massacre em que um norueguês islamófobo, cristão conservador e simpatizante de partidos de extrema-direita matou dezenas de jovens do Partido Trabalhista, é só uma forma de insistir como alguns não aprendem nada com a história.
 Tal como o direitista americano que, meses atrás, atirou contra uma deputada democrata em Tucson contrária a leis mais duras contra a imigração, o que temos aqui é simplesmente alguém que quer realizar tal forma de vida fascista com as próprias mãos.
Eles não querem esperar os partidos xenófobos ganharem para 'eliminar' os imigrantes. Preferem passar ao ato, literalizando o discurso que ouvem todos os dias".
 Vou além: a tralha que a indústria cultural despeja nas telinhas e telonas, pura lavagem cerebral, martela o tempo todo a noção de que a ameaça aos  bons, aos  normais  e  saudáveis, são os  maus, os  aberrantes  e  doentios   que vêm ameaçar o status quo, principalmente o  terrorista  e o  serial killer.

Enquanto o capitalismo solapa as próprias bases da existência humana, suas patéticas vítimas são tangidas a  sentirem  a sociedade como um  bem  a ser preservado das investidas de vilãos mefistofélicos que vêm de fora para a destruir, com o apoio de alguns traidores de dentro.

Então, não há motivo para estranharmos que o debilóide norueguês tenha levado às últimas consequências  aquilo que vem sendo plantado na sua cabeça dodói desde criancinha -- é, p. ex., o que se vê na série Harry Potter, o mundinho paradisíaco da escola de bruxaria ameaçado pelo caos que um Bin Laden de nariz achatado personifica.

A escola destruída no episódio (por enquanto...) final não se confunde, no imaginário dos videotas, com as lembranças traumáticas do WTC posto abaixo?

anulação do diferente  é a mensagem que os meios propagam sem parar, tangendo as pessoas à defesa obsessiva de um status quo que, ele sim, é a verdadeira ameaça à paz, à felicidade e à própria sobrevivência da espécie humana; e  imunizando-as  contra o antídoto oferecido pelos que, via transformação da sociedade, as tentam salvar.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

manifesto dos Movimentos Sociais contra TELES

A Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) lançou nesta segunda-feira, 18, um manifesto repudiando as negociações entre o Ministério das Comunicações (Minicom) e as empresas de telecomunicação. Os movimentos alertam que o acordo entre o Governo e os empresários “afronta o interesse social e rasga as diretrizes do próprio Plano Nacional de Banda Larga (PNBL)”. [postagem completa no blog abaixo]
dagmarvulpi.blogspot.com
No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras, que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se...Ediane Wunderlich......

Financiados pelos USA estados brasileiros retomam instrumentos da ditadura para repressao a manifestações






Conheça o Gladiador e suas 'utiliadades ' repressoras?

"O GLADIADOR possui capacidade para defesa química, biológica ou radiológica, detecção de raio laser sobre a viatura, além de baixa assinatura térmica, de radar e de ruído. Outra característica inclui mobilidade noturna e possibilidade de ser aerotransportado aos pares em aviões C-130 usados pela força aérea brasileira. O carro possui seis lançadores de granadas fumígenas dispostos nas laterais do veículo.

O GLADIADOR tem sido alvo de grande interesse pelas Forças Armadas, bem como pelas diferentes polícias no Brasil. Alguns países também já confirmaram a intenção de compra de várias unidades do veículo, fato este que colocará o Grupo Inbrafiltro definitivamente no mercado de exportação de blindados leves."

 http://www.grupoinbra.com.br/inbfilvesp.htm





https://picasaweb.google.com/n​andamqn/HondurasUrgente02#5395​828634660775634 Veja se esta analise quimica não é a mesma que possibilita uma das 'utilidades' do Gladiador Capixaba.
 agora vamos relacionar fatos:
apublica.org
Segundo documento de 2009, embaixada em Brasília pediu mais dinheiro para lobby por parcerias na área de segurança pública – US$ 6 milhões para o ano de 2011
http://lfigueiredo.wordpre​ss.com/2011/06/29/wikileak​s-serra-atropelou-itamarat​y-em-2007-ao-tentar-parcer​ia-direta-entre-sp-e-eua-p​ara-combater-o-pcc/ taí mais motivos para governos serem coniventes com o caos em preshttp://lfigueiredo.wordpre​ss.com/2011/06/29/wikileak​s-serra-atropelou-itamarat​y-em-2007-ao-tentar-parcer​ia-direta-entre-sp-e-eua-p​ara-combater-o-pcc/ taí mais motivos para governos serem coniventes com o caos em presidios. Adivinhem: além de superfaturamento em licitações emergencias , cada rebeliao possibilita a novas 'parcerias' de PMs com USA
lfigueiredo.wordpress.com
A parceria entre o WikiLeaks e a Pública – agência brasileira independente de jo..
idios. Adivinhem: além de superfaturamento em licitações emergências , cada rebelião possibilita a novas 'parcerias' de PMs com USA
lfigueiredo.wordpress.com
A parceria entre o WikiLeaks e a Pública – agência brasileira independente de jo..
 
 
 
mais provas que o Wikileaks tá certo:http://carosamigos.terra.c​om.br/index/index.php/comp​onent/content/article/154-​edicao-172/1790-militariza​cao-kassab-reforca-estado-​policial-em-sao-paulo
carosamigos.terra.com.br
Site da revista mensal Caros Amigos .Conteúdo de interesse geral com ênfase em política, cultura, comunicações e comportamento.
 
 
Sobre Midia Golpista? 
a midia golpista: Documento, exemplos e comparação: 07/07/2011 - 16:56 | Natália Viana/Agência Pública | São Paulo
Wikileaks: segurança pública é o 'maior interesse' dos EUA no Brasil

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www.estadoanarquista.org
A estrutura diplomática dos Estados Unidos mantém-se permanentemente alerta para o comportamento da imprensa. Um dos centros das atenções, segundo mostram documentos vazados pelo Wikileaks, é a repercussão de questões relacionadas à política interna norte-americana, além de questões de relações bila
 
  Eu lembrei da bomba química usada pelos policiais norte americanos em Honduras junto a outra violação e crime de lesa humanidade: o som em frente a embaixada brasileira.
 https://picasaweb.google.c​om/nandamqn/HondurasUrgent​e02# , crimes de Lesa humanidade em Honduras com MODUS OPERANDI identica a 'recem adquirida no ES'. OLHA A DITADURA AÍ GENTE....
picasaweb.google.com
Se lá os crimes de lesa humanidade ocorreram e fotografados foram denunciados e não houve punição.... a moda pegou sim, e os USA , cada vez mais bancam estados brasileiros a se armarem violando Direitos Internacionais,promovendo condições para aqq momento usarem impunes veiculos e crimes de lesa humanidade, e manipulados pela mídia manterem uma ditadura sanguinária SOBRE A MANIPULAÇÃO da Midia FOTO dos documentos assinados com marqueteiro de washington que tb. trabalha pra fhc, uribe, bush.... e faz a sustentação da midia golpista para transformar em 'democratico' golpes contra o povo.https://picasaweb.google.c​om/nandamqn/HondurasUrgent​e02#5395827782517492162, https://picasaweb.google.c​om/nandamqn/HondurasUrgent​e02#5395828638022842322, A RELAÇÃO E DADOS com fatos de Hoje está aqui: http://juntosomos-fortes.b​logspot.com/2010/09/marque​teiro-de-bush-e-fhc-susten​ta.html, que falta para este estado ser ditatorial? Existe ONU para que?Se demorarem a agir contra estas barbaries estaremos todos sofrendo a ditadura e não teremos meios de falar . POVO FALEMOS AGORA OU CALEMOS PARA SEMPRE.

Esta postagem é fruto de um debate ocorrido com Jornalistas, Militantes, resistentes e Movimentos sociais numa comunidade do facebook e postado na integra no Link: 

http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/2011/07/veiculo-ditador-comprado-para-reprimir.html