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quinta-feira, 14 de julho de 2011

OS FORNOS CREMATÓRIOS DE TEL AVIV

OS FORNOS CREMATÓRIOS DE TEL AVIV


Laerte Braga


A julgar por uma nota apócrifa – sem nomes, só sigla – a CONIB (CONFEDERAÇÃO ISRAELITA DO BRASIL), não resta dúvidas que se trata de mais uma entidade laranja para atuação livre e descarada da MOSSAD – Serviço Secreto de Israel – em território brasileiro.

E do conjunto de empresas do estado terrorista de Israel que começa a controlar setores estratégicos da economia brasileira, como o de armas, por exemplo.

Israel foi uma invenção das grandes potências ao final da 2ª Grande Guerra para eximir-se de culpa pelo massacre de judeus (mas de ciganos, comunistas, negros, povos de países ocupados, homossexuais também, o holocausto não é “privilégio” dos judeus) em campos de concentração nazistas e uma forma de assegurar o controle do petróleo no Oriente Médio.

Hoje é um império nazi/sionista, aterroriza a região inteira com seu poder militar, saqueia a Palestina, comete crime de genocídio contra o povo palestino e na opinião do professor e intelectual norte-americano James Petras pôs fim à soberania dos Estados Unidos.

O USA como gostam de urrar os mariners espalhados pelo mundo em ações terroristas contra povos que lutam pela liberdade, não é mais um país soberano. É a opinião de Petras.

O que existe na prática é um complexo terrorista. EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A formado a partir de bancos, grandes corporações e valendo-se de setores de países outros dóceis aos interesses desse império. No Brasil, por exemplo, os latifundiários. Também não falam, urram, grunhem. Saqueiam, matam.

E nesse complexo Israel detém o maior número de ações. Tanto da sociedade em si, como de atos terroristas.

O jornalista argentino Manuel Freytas divulgou em um site em seu país – IAR NOTÍCIAS – comentários reproduzidos mundialmente sobre as práticas terroristas do nazi/sionismo.

Os fornos crematórios de Hitler estão agora em Tel Aviv na forma de muro, de um arsenal nuclear que transforma o “país inventado” em quarta potência militar do mundo e de todo um arcabouço de bancos, empresas sob controle desses grupos.

Avançaram e dominaram os EUA. Avançam e dominam o resto do mundo. Os principais credores da Grécia na forma neoliberal de pirataria econômica são banqueiros nazi/sionistas que controlam bancos alemães e franceses (no mundo inteiro a bem da verdade).

Segundo a CONIB, em representação feita ao Ministério Público Eleitoral contra o Partido Comunista Brasileiro – PCB – a divulgação do texto do jornalista argentino configura propaganda anti semita e pede sanções, inclusive cassação do registro do Partido, por conta desse disparate calculado e pensado, parte das ações da MOSSAD no Brasil. Interferência de potência estrangeira.

Entendem os nazi/sionistas que Manuel Freytas é um “obscuro intelectual argentino” a deitar comentários anti semitas.

Já a revista VEJA transformar muçulmanos em terroristas recheada de páginas de propaganda de empresas controladas por judeus/sionistas, isso pode.

O Brasil é hoje um dos alvos prioritários do estado terrorista de Israel. Tem ação livre – MOSSAD e empresas – dentro do País, conta com a cumplicidade – por omissão – do governo federal e a simpatia dos setores de extrema direita das forças armadas – a maioria, aliás. Sem falar lógico, nos banqueiros, nas grandes corporações empresariais e entre os latifundiários.

Um ataque frontal como esse ao PCB, o mais antigo partido político do Brasil, que abrigou figuras do porte de Luís Carlos Prestes, do escritor Oswald de Andrade, de Jorge Amado, Monteiro Lobato, Carlos Drumond de Andrade, o pintor Cândido Portinari, como outros e abriga o arquiteto Oscar Niemeyer, tem o viés do nazi/sionismo demonstrado com rara felicidade pelo cineasta Stanley Kulbrick no filme DOUTOR FANTÁSTICO.

O cientista “importado” pelos EUA ao fim da 2ª Grande Guerra Mundial para “ajudar” no desenvolvimento de armas atômicas. Numa cadeira de rodas o dito cujo em meio a uma crise com a União Soviética – um dos grandes filmes da história do cinema – mantém a mão direita presa ao braço da cadeira, sem conseguir evitar, no entanto, que em determinados momentos escape e faça a saudação nazista enquanto grita HEIL HITLER.

Ben Gurion, considerado um dos “fundadores” de Israel colaborou e negociou com Hitler – documentos do WIKILEAKS mostram isso, são oficiais – durante o conflito mundial. Ele e outras figuras do sionismo mundial. Foi onde adquiriram o now know necessário aos fornos crematórios de Israel, a despeito da forma diferente e sutil dos crimes que praticam mundo afora.

Existem inúmeras resoluções das Nações Unidas condenando Israel por violações de direitos humanos, por ocupação de terras palestinas, por crimes contra a humanidade e nenhuma delas é implementada pelo simples fato que os terroristas são sócios majoritários do maior arsenal nuclear do mundo, os Estados Unidos.

Uma das imposições feitas pelo governo alemão – refém de banqueiros, como qualquer governo – para a ajuda á Grécia foi exatamente exigir do governo grego que impedisse a saída da FLOTILHA DA LIBERDADE. Iria levar alimentos, remédios e roupas aos habitantes da Faixa de Gaza submetidos a um cerco desumano e covarde, típico de nazi/sionistas.

São senhores aparentemente invisíveis do mundo, mas são. Visíveis no terrorismo como forma de implantar e expandir um império moldado no sonho de Hitler.

A representação é descabida. Não tem sentido. Um eventual processo a partir de um fato assim permitirá provar a presença de agentes da MOSSAD agindo livremente no Brasil, de toda a história da barbárie nazi/sionista contra palestinos e povos árabes. Da cumplicidade com militares (traidores) em países como o Egito, Jordânia, Arábia Saudita e outros.

Os campos de concentração nos dias atuais tomam a forma de muros (contra palestinos e mexicanos). Restam presentes em Guantánamo, território ocupado de Cuba. Em cada pedaço de terra palestina roubada por nazi/sionistas. Nos assassinatos chamados de seletivos de lideranças que se opõem ao fuhrer do dia. Em cada criança, cada mulher, cada idoso, cada homem palestino sacrificado no terror dos que vivem escondidos no manto sangrento do holocausto, como se fossem os únicos a terem enfrentado a ira nazista da Alemanha de Hitler.

Não são sub-produto do III Reich. São o IV Reich.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O GOVERNADOR E O ASSASSINATO DO JUIZ

O GOVERNADOR E O ASSASSINATO DO JUIZ


Laerte Braga


Tentar escolher um estado da Federação (de mentirinha) brasileira para servir de referência em termos de índices quase absolutos de corrupção, barbárie, essas coisas corriqueiras do dia a dia do mundo institucional é difícil.

Seja porque a mídia privada é parte do processo de corrupção e degradação da vida pública, atrelada que é a interesses dos principais acionistas do Estado brasileiro e dos vinte e seis estados da Federação, além, lógico, do Distrito Federal. Seja porque o céu que se pinta azul, o cenário que se mostra deslumbrante refletem apenas o marketing de especialistas em transformar catástrofes em algo paradisíaco. Ou demônios em anjos.

Os maranhenses, por exemplo. Não têm culpa da família Sarney. Nem os baianos da família ACM. Ou os mineiros das famílias que repartem o poder no estado. Há toda uma estrutura a serviço dessa gente e a máquina estatal transformada em propriedade privada, logo, garantindo a existência dessas oligarquias.

Sérgio Cabral é um descalabro. Caiu a máscara do bom moço. O governador sorridente, que pacifica, ouve o povo, está no bolso e nos aviões de grandes empreiteiros, num dolce far niente, do faz de conta que governo o Rio de Janeiro. Saqueia, é diferente.

O extinto estado do Espírito Santo serve de exemplo para definir um lugar onde tudo o que acontece em Minas, São Paulo, Maranhão, etc, acontece por ali em termos quase absolutos.

O ex-governador Paulo Hartung é a soma de toda a podridão que se possa imaginar possível. Passou oito anos servindo aos donos do estado (ARACRUZ, SAMARCO, CST e outros menores). Qualquer ato de corrupção ou de barbárie imaginável ou inimaginável o ex-governador praticou.

Esse movimento maluco que aparece por aí convocando brasileiros a manifestarem-se em agosto contra algumas coisas, entre elas o auxílio reclusão – remanescentes da ditadura acuados na covardia dos documentos secretos da tortura – podia, tranquilamente, criar um sistema para aproveitamento desse tipo de político, Paulo Hartung em penitenciárias.

O risco é Beira-mar virar fichinha perto do ex-governador e qualquer grande traficante, pistoleiro, latifundiários (vamos supor, para efeito de raciocínio que tenha algum preso).

Professor de crime. Organizador de quadrilhas à prova de justiça e da Justiça. Não haveria estranheza na hipótese de acontecer algo assim, de Beira-mar ficar com a tarefa de lustrar os tacões assassinos de Hartung.

O juiz federal Alexandre Martins investigava no extinto Espírito Santo o crime organizado. Começa no Palácio do governo, o que já é complicado, passa pelo Tribunal de Justiça e tem ramificações profundas na Assembléia Legislativa e bancada federal.

Um estado que foi governado por Gérson Camata, não sei quantas vezes senador, sócio em negócios familiares de Aécio Neves, não pode imaginar nada positivo. A não ser que seja para ele e seus “negócios”.

Como no estado do Rio o último governador decente foi Leonel Brizola, de lá para cá só bandido. No Espírito Santo a exceção de Max Mauro e Vítor Buaiz, o resto – resto mesmo – dá nó em pingo d’água e desentorta banana em matéria de banditismo.

O juiz Alexandre Martins foi assassinado. Na manhã de 24 de março de 2003 foi executado numa rua da cidade de Vila Velha, Grande Vitória. Alexandre Martins de Castro Filho. Estava levantando fatos e dados incômodos a Paulo Hartung e seus cúmplices – os donos do estado –. Decidiram executar o juiz, contrataram o ou os assassinos e pronto. Pagamento feito, tarefa cumprida, missa de sétimo dia marcada. ( materia Integra Congresso Em Foco; Seculo Diario - 2007, link final postagem)

De lá para cá um tal de segura a barra, inventa história, arranja culpado falso, suspeitos que não têm nada a ver com o caso, um jeito de fazer o tempo passar rápido e cair no esquecimento – para isso tiveram e têm a cumplicidade da maior empresa de mídia privada do estado, a REDE GAZETA, ligada a GLOBO o que não é novidade, novidade seria o contrário –, enfim, tentativas de evitar qualquer investigação que levasse aos verdadeiros responsáveis e acima de tudo, por envolver, como mandante, um governador, terminasse na federalização do crime, ou seja, passasse à esfera da Justiça Federal.

Uma história de horror contada por veículos independentes de mídia como o jornal on line SÉCULO DIÁRIO, mas mantida dentro de um cofre de atrocidades guardado a sete chaves por Paulo Hartung e sua quadrilha. Nisso daí, inclusive, o silêncio covarde do pai do juiz. Diga-se de passagem também magistrado, digamos assim. É muita esculhambação com a palavra, mas vá lá.

Um dos advogados contratados pelo pai do juiz para prestar serviços de auxílio ao Ministério Público devolveu os honorários que havia recebido ao perceber que sua ação ficaria limitada à verdade oficial, vale dizer, a mentira. Devolveu e denunciou publicamente o fato.


Qualquer paralelepípedo, como diria Nélson Rodrigues, sabe da história e do envolvimento de Paulo Hartung. O problema é fazer com que a máquina estatal, corrompida, funcione e chegue ao ponto desejado, a verdade.

O atual governador – Renato Casagrande – é um fraco. Não vai mexer nessa história nem debaixo de pancada, sabe que governa o ingovernável, que por baixo das aparências oficiais está o verdadeiro capataz dos donos do extinto Espírito Santo, Paulo Hartung. O vice então é o que chamamos panaca. Ou panacão para ser mais preciso.  

A Justiça essa então! Metade do Tribunal de Justiça do extinto estado foi presa numa operação da Polícia Federal. A turma da venda de sentenças e outras fraudes, como sentar em cima de processos, etc, etc. A Assembléia? Olhe, onde existe um Carlos Verezza, ou um Genivaldo Lievori não vai a lugar nenhum que não show. O tal negócio do “eu faço” e depois some, não faz nada.

O caso é tão escabroso que o ex-governador montou um esquema de grampo dentro da REDE GAZETA, com cumplicidade dos donos, para saber que jornalistas estavam tentando “prejudicá-lo”. Um escândalo que ficou para lá também. Isso à época dos fatos, o esforço concentrado da turma para abafar e esconder a verdade.

Rodney Miranda, deputado estadual, é presidente da Comissão Parlamentar de Segurança. O cara esteve envolvido em tortura, tem seu nome na lista de torturadores das Nações Unidas. Outro envolvido na história, no crime.

Uma história de horror. Lembra as barbáries que latifundiários cometem contra camponeses e pequenos proprietários no Pará. Ou abusos de empresas contra trabalhadores. Corrupção de governos estaduais diante do poder de grandes empresários, banqueiros. Podridão da grande mídia. Enredo completo, não falta nada. Filme que se convencionou chamar de B, aquele que você passa perto de um beco e Jack o Estripador sai de lá e esquadrinha/navalha cada parte de seu corpo.

Boa parte dessa gente é oriunda da ditadura militar. Outros não, claro, apenas mudaram de lado, escolheram o “sou, mas quem não é”. Ou o “fazer o que?”

No bom português a maioria na conversa de ou dá ou desce preferiu não descer. Ficou.

E Paulo Hartung continua a governar de fato o extinto estado do Espírito Santo, Casagrande faz de conta que tem uma bússola, se é que sabe o que é isso e assim, vida que segue, um dos estados brasileiros com verdadeiros paraísos ecológicos vai se transformando, na sanha de criminosos, em síntese do que conhecemos como crime organizado.

Destruído no tal progresso que só beneficia a turma de cima.

Se Capone vivesse hoje duvido que iria optar por Chicago. Pelas bandas do extinto Espírito Santo os “negócios” são mais lucrativos e os riscos de ser pego praticamente inexistem. 

Abaixo os links onde a história pode ser lida em totum.          



Morte do juiz Alexandre mostra envolvimento do
governo com o crime organizado, acusa jornalista






José Carlos Bacchetti


Pela segunda vez, o site Congresso em Foco traz uma matéria especial apontando os nomes do governador Paulo Hartung (PMDB/foto à esquerda) e do seu ex-vice governador e atual deputado federal Lelo Coimbra (PMDB/foto à direita) como acusados de envolvimento com o crime organizado no Estado. A matéria investigativa intitulada Hora de Apurar, publicada pela primeira vez na sexta-feira (30), está assinada pela jornalista Maria Elena Azevedo, que conseguiu chegar a esses resultados ao ter acesso ao inquérito da morte do juiz Alexandre Martins de Castro Filho. Na noite anterior ao crime - apurou a jornalista -, o juiz Alexandre Martins, sem saber que o seu telefone estava grampeado, ligou para a dona da academia de ginástica, a personal trainner Júlia Eugênia Fontoura, informando o horário em que iria estar lá. Quando chegava à academia de ginástica, que fica localizada em Itapoã, em Vila Velha, ele foi emboscado e morto com três tiros. Os executores foram reconhecidos porque a moto em que se encontravam não tinha placa fria, mas uma placa com registro no Detran-ES. Além disso, eles retiraram os capacetes e acabaram identificados e presos mais adiante por causa de um defeito na motocicleta. O juiz Alexandre Martins integrava a força tarefa federal com missão de combater o crime organizado no Estado.

Foi o juiz Alexandre que ouviu, 13 dias antes de sua morte, o preso Wanderley da Silva Ferreira, o Thor do Imperito, em 11 de março de 2003. Thor do Imperito havia acusado o ex-vereador e membro da Scuderie Detetive Lê Cocq José Coimbra (PSDB) e o próprio deputado Lelo Coimbra de participação no assassinato do segurança do Clube Náutico Brasil José Carlos Preciosa, crime ocorrido em 1993.

Thor falou da sua relação de amizade com os irmãos Coimbra e das irregularidades em contratos firmados na década de 1990, nas áreas de limpeza urbana e manutenção de galerias pluviais pela prefeitura de Vitória, gestão de Paulo Hartung, que administrou a cidade entre 1993 a 1996. A empresa prestadora dos serviços era a Hidrobrasil, do ex-PM Sebastião Pagotto, apontado pela Polícia Federal como mandante do assassinato do advogado Marcelo Denadai, em abril de 2002. Este denunciara fraudes em licitações da prefeitura em um contrato, no valor de R$ 4,9 milhões, para a limpeza de fossas e galerias.
A outra empresa de Pagotto, a Desentupidora Líder, recebeu R$ 3 milhões da prefeitura de outro município, Cariacica, segundo o Tribunal de Contas do Estado, para pagamento de serviços inexistentes ou sem a devida emissão de notas fiscais. Por ocasião dessas denúncias, o advogado Marcelo Denadai acabou assassinado por pistoleiros. Ele, segundo Thor do Império, estava descobrindo o envolvimento do vereador Coimbra no sentido de acobertar o prefeito Paulo Hartung.

De acordo com a repórter Maria Helena Azevedo, a morte do advogado Marcelo Denadai deflagrou o pedido de intervenção federal no Estado, aceito pelo então ministro da Justiça, Miguel Reale, e pelo ex-presidente Fernando Hernique Cardoso, que, pressionado por políticos capixabas, voltou atrás. Miguel Reale , que já havia sido autorizado a anunciar a intervenção, e o fez, sentiu-se desconsiderado e se demitiu, como fartamente foi noticiado à época.

O governo federal substituiu a intervenção pela missão especial, que reuniria procuradores da República, policiais federais, juízes e promotores de alta qualificação técnica com o objetivo de investigar e reprimir o crime organizado no Espírito Santo. Além do juiz Alexandre, um outro juiz - Carlos Eduardo Ribeiro Lemos - integrava a missão especial com o mesmo objetivo, combater o crime organizado.
O chefe da missão especial era o subprocurador da República José Roberto Santoro, que tomou conhecimento de que um dos dois estava marcado para morrer e fez uma advertência dramática aos dois juízes da Vara de Execuções Penais, na frente de pelo menos três testemunhas ouvidas pela repórter Maria Elena Azevedo. "Reforcem a segurança. Um de vocês vai morrer".

Na quinta-feira, dia 20 de março de 2003, o juiz Alexandre comentou com a personal trainner Júlia ter sido chamado pelo governador Paulo Hartung, que lhe teria oferecido segurança. Paulo Hartung, segundo Júlia, teria oferecido dois policiais. O juiz Alexandre teria aceitado, mas deixou claro que ele não queria nem PM e nem agente federal, já que ele mesmo escolheria os policiais, como de fato ocorreu. De acordo com Júlia, no momento em que o governador lhe ofereceu segurança, já sabia que "queriam matá-lo". E isto teria sido dito pela vítima na academia: 'Quando ele me ofereceu segurança, eu já sabia que a intenção dele era me matar e por isso aceitei. Se resistisse, tiraria a responsabilidade deles e se algo acontecesse comigo eles ficariam livres, poderiam dizer, eu ofereci a segurança, ele é que não aceitou".

A repórter Maria Elena Azevedo disse a este Século Diário que a conclusão a que chegou com a reportagem é que a morte do juiz tem outros mandantes, e que a imprensa local sabia dessas informações, mas por causa de pressão política e econômica, acabou publicando declarações cortadas. A matéria, disse ela, busca também respostas dela como repórter e como integrante sociedade.

Há 20 anos militando no jornalismo, ao começar a trabalhar a matéria Maria Elena se desvinculou da assessoria da deputada federal Iriny Lopes (PT) para ter total isenção no trabalho de apuração e na elaboração do texto. Ela defende que o caso continue sendo investigado. "Não investigar dá um mal estar", disse Maria Elena, acrescentando: "Fiz a minha parte.

A íntegra da matéria especial está no site "Congresso em Foco". Clique aqui

terça-feira, 12 de julho de 2011

'QUEM NAO SE COMUNICA SE ESTRUMBICA' - Conhecendo acomunicação e as formas para avançarmos no desafio

 Tá 'rolando' um bate-papo  e resgate de memórias importante na comunidade DOCUMENTOS DA DITADURA. Memórias vivas  começam a resgatar as formas usadas para comunicação entre resistentes na Ditadura. Vencer as barreiras de comunicação ainda é um grande desafio, Abaixo uma primeira etapa do bate papo, atualizaremos sempre que tiver novidades. 
Acompanhem

 
Como era feita a comunicação entre guerrilheiros e resistentes com grupos distintos/pares/e apoiadores? Bora resgatar esta parte da história?
sabemos que músicas, jornais, mas queremos saber de outras historias e detalhes de todas. Resistentes, PRESENTE?
Ontem às 10:14 · · ·

    • Fernanda Tardin
      Bem, tem tempo ( uns dois anos) que recebi este mail de um ( até então) companheiro virtual: 
      "Nanda,


      Um dia desses fiz essa pergunta, mas você não respondeu.


      Gostaria de saber porque trabalhei em Vitória nos anos 70 (A GAZETA). Mais exatamente de 1972 a 1976. Se você é capixaba (e já vi que é jovem) diga-me quantos anos você tinha nessa época. Depois eu digo por quê.


      M. Pacheco – QUEM SE OMITE, PERMITE! (http://www.quemseomiteperm​ite.blogger.com.br/)"
      há 23 horas · · 1 pessoa
    • Fernanda Tardin
      Além de ter falhas de memória ( ou ter pouca idade na época), não reconheci , durante todo o tempo de amizade virtual o M.Pacheco, e dada a resposta a ele, recebi outra e fomos trocando mail, tel, informações aqui e ali, poucas , pois ele lançará um Livro Biografico e tenho que aguardar para saber detalhes, mas coloco aqui a parte da história de M. Pacheco referente a uma forma de comunicação usada na época , tendo CERTEZA que neste grupo alguns participantes vao recordar esta etapa e com sorte acrescentar outras informações e outras histórias. Bora?
      há 23 horas · · 2 pessoas
    • Fernanda Tardin
      ‎"Meu papo também é longo. Tão longo que estou colocando em um livro.

      Título do livro: VOTE NULO, E VOTE CONSCIENTEMENTE! (Vote nulo! E todo o mundo se curvará diante da certeza de que o brasileiro é um povo politizado). Este é o parágrafo final do MANIFESTO DO VOTO NULO que redigi em 1966 e me levou à prisão em 1971.

      Explico: A campanha do voto nulo em 1966 só aconteceu no RJ (Guanabara) mas só beneficiou ao governo. E a “oposição” perdeu muitos votos porque, quem anulou o voto era eleitor dos mais radicais e autênticos.

      Meu jornal recebeu a visita dos agentes da repressão e fui “aconselhado” a deixar de escrever sobre política, ou seria preso e meus direitos cassados.

      Em 1970, o próprio partido do governo levou meu manifesto para o Brasil inteiro. O voto nulo “arrebentou” e eles conseguiram o que queriam. A maioria no Congresso.

      No finalzinho de 70, aconteceu o seqüestro de um embaixador, e o DOPS/RJ prendeu todos os já conhecidos envolvidos em movimentos de oposição. Eu, um deles. Fiquei preso de janeiro de 1971 a abril de 1972, aguardando julgamento. Por fim fui libertado. Mas não conseguia trabalho.

      Em agosto fui para Vitória.

      Convidado a editar o suplemento GAZETINHA, aceitei, por falta de opção. Mas não me arrependo.

      Consegui criar uma geração de cidadãos conscientes. Você faz parte dessa geração...."
       
       
       
       
      há 23 horas · · 1 pessoa
    • Fernanda Tardin
      ‎"...Jovens da faixa etária entre 11 e 14 anos, me ajudavam a fazer o suplemento, reunindo-se em grupos de cinco, em seus bairros e cidades e me enviando material que eu transformava em colunas, identificando os autores. Se o jornal dos adultos não tinha voz, minhas crianças diziam o que bem entendiam, inclusive denunciando irregularidades em seus municípios.

      Havia um slogan que os incentivava: JOVEM, ESTE MUNDO É TEU. NÃO DEIXE QUE OS ADULTOS DESTRUAM A TUA HERANÇA!

      Tenho boas lembranças do ES. Deixei bons amigos.

      Minha vida foi facilitada pela coincidência do sobrenome PACHECO que era o mesmo do diretor presidente e do diretor responsável da Gazeta – General Darcy Pacheco de Queiroz. Acho que a PF nunca se preocupou comigo, devido ao sobrenome.

      Mas você não imagina o que tenho para dizer sobre o período em que estive na tua terra, vivendo na CLANDESTINIDADE até que o Cariê (dono da gazeta) descobriu meu passado e fui obrigado a sair do jornal e de Vitória, reiniciando tudo em Curitiba.

      Acho que você deve conhecer alguém que participou da Gazetinha daqueles tempos.

      Um forte abraço...."
      há 23 horas · · 1 pessoa
    • Fernanda Tardin
      Bem,e foi só,com algumas reticencias e pistas ( depois confirmadas por ele), mas bastou para que eu fosse 'seguir a trilha' e buscar dados: Bem tinha na época 4, 5 anos em 76 tinha 9 anos. Lembro de fazer alguns programas na tv. Com Milson Henriques ( teatrinho, estas coisas) junto a tantas outras crianças, mas não lembrava de forma alguma o descoberto: Era eu, uma das crianças que 'ajudava ' a fazer o jornalzinho. Desenhos, cartinhas....era a base da comunicação entre resistentes e guerrilheiros , presos ou em campo. Enfim, A LUTA CONTINUA, Vencer BARREIRAS DE COMUNICAÇÃO ainda hoje é fundamental, e por isto venho conclamar por memorias referentes a esta etapa da luta. Aos compas em geral um abraço aosque viveram este capitulo e tem recordação , um apelo. PS: Sigo hoje, numa luta travada com a rede gazeta de comunicações, em especial . a Rede manipulo responde a um mail assim: " Boa Sorte com a midia nacional e internacional, aqui publicamos o que nos serve. " A LUTA TEM QUE CONTINUAR, bora as recordações historicas. Temos herois para que? bjao
      há 23 horas · · 1 pessoa
    • José Gomes da Silva
      Fernanda, havia muitas formas de comunicação, dependendo das circunstâncias. Um prova é que, quando estavam presos, criaram uma forma de comunicação, com espelhos e toques de canecos de estanho nas grades. Depois que saíram, os criminosos passaram a adotar a tática de comunicação...só que dessa vez pra o crime. Há quem diga, até (não tenho nenhuma informação fundamentada), que até o nome "Comando Vermelho" foi originado de um comando que a esquerda criou na prisão, pra proteger e unificar a defesa de todos os presos políticos, no presídio, independente de sua facção (PRC, MEP, POLOP, PDBR, PCR, ALN, ANL, etc.). Abços.
      há 23 horas · · 4 pessoas
    • Marco Lisboa
      Para divulgar a guerrilha do Araguaia, o PC do B editava um jornal, salvo engano, Brasil Notícias. Ele usava dados recolhidos nos jornais legais (Estadão e JB, por exemplo) e noticías vinculadas através da Rádio Tirana. A partir de 74 já não havia qualquer comunicação entre o partido e a guerrilha. Os últimos guerrilheiros foram caçados um a um. Valquíra, a última guerrilheira morreu em outubro deste ano. Foi ela quem me recrutou para o PC do B. Este noticiário era mimeografado e enviado pelo correio para as redações de jornais e alguns endereços de pessoas que lutavam contra o regime. Uma parte era entregue em mãos. Mas em 76 o partido estava praticamente destruído no Brasil e a maior parte de sua direção no exterior. Os militantes de AP, que haviam ingressado em 73 estavam organizados em estruturas separadas. No Rio, por exemplo, havia duas estruturas. Depois disso as organizações legais de massa, como diretorios e sindicatos começaram a se rearticular. Em 75 surgiu o jornal Movimento e em 76 a censura praticamente saiu das redações dos jornais.
      há 16 horas · · 4 pessoas
    • Fernanda Tardin Marco, como era a comunicação e a articulação e estrategias entre grupos de guerrilhas?
      há 14 horas · · 1 pessoa
    • Fernanda Tardin Como se ficava sabendo (alguns) que a milicada estava na cola e alguns ainda conseguiam escapar da cana?
      há 14 horas · · 1 pessoa
    • Carlos Molina Eram marcados pontos de encontro com horários rigidamente pré estabelecidos e caso falhassem é que alguma coisa de errado tinha acontecido (prisões, etc.). Pelas normas de segurança para quem era preso a orientação era que aguentasse a tortura fornecendo dados falsos por pelo menos 3 dias, para que desse tempo para a organização pudesse fazer as mudanças de aparelhos, reorganização das redes de contatos, etc..
      há 13 horas · · 3 pessoas
    • Fernanda Tardin Molina e demais companheiros, Como era a participação de mensageiros ocasionais ou disfarçados de mendigos, lavador de carro, vendedor de bala(picolé...) e prostitutas, que segundo varios resistentes faziam a comunicação semanal com presos políticos.?
      há 13 horas · · 1 pessoa
    • Fernanda Tardin Os grupos distintos de resistencia e luta armada tinham comunicação direta um com o outro?
      há 13 horas · · 1 pessoa
    • Dagmar Vulpi Convido os companheiros a fazerem um relato detalhado sobre o assunto para postarmos no blog do grupo, estou certo que este assunto resultará em uma bela postagem! Quem se habilita? Carlos Molina, Marco Lisboa, José Gomes da Silva, outro amigo do grupo, ou quem sabe uma matéria mais abrangente com a participação de vários amigos. Fico no aguardo. Abraço.
      há 13 horas · · 1 pessoa
    • Fernanda Tardin ou quem sabe uma matéria mais abrangente com a participação de vários amigos. Apoiado
      há 12 horas · · 3 pessoas
    • Marco Lisboa
      Quando o PC do B começou a guerrilha do Araguaia, havia a ilusão de que os revolucionários e a juventude iriam aderir em grande número ao partido e à guerrilha. A própria repressão tinha esta ilusão. Entretanto isto nunca aconteceu. As orga...Ver mais
      há 3 horas · · 3 pessoas
    • Fernanda Tardin
      Aprendendo com os erros da história: "Isto era mais ou menos natural porque quando houve a ruptura com o PCB e sua política reformista aconteceu um movimento centrífugo. Cada organização tratava de recrutar mostrando que sua linha era mais ...Ver mais
      há ± 1 hora ·
    • Fernanda Tardin ‎"Esta comunicação que você citou é meio fantasiosa (mendigos, prostitutas, etc.) Pode ter acontecido com um ou outro militante." Tô , na verdade, provocando para sabermos o que a história está nos negando. rsrs Mas tem muitas outras revelações aí, Vamos aos fatos? bjao
      há ± 1 hora ·
    • Luiz Aparecido da Silva
      Uma informação. A Guerrilha do Araguaya foi abortada porque não pretendiamos iniciar as ações naquele momento. A descoberta pela repressão e o primeiro cerco nos obrigou a agir em autodefesa. Os planos era implantar mais gente e ampliar as ...Ver mais
      há 39 minutos · · 2 pessoas
    • Fernanda Tardin Lu, sei que vc. tem muitas novidades referentes a este tópico também, nos dê o privilegio de ouvi-las? bjaohermano.
      há 34 minutos · · 1 pessoa
    • Carlos Molina
      O que pegou o PC do B de surpresa foi o avanço do capitalismo no campo na sua forma mais selvagem naquela região que antes era isolada. O isolamento facilitava a implantação do projeto de GPP (Guerra Popular Prolongada) e com o fim deste nã...Ver mais
      há 27 minutos · · 2 pessoas
    • Carlos Molina Embora os "paulistas" tivessem a simpatia de grande parte da população ainda não estavam militarmente enraizados e eles estavam mal equipados, com armas obsoletas, sem estrutura de comunicação (rádio), etc.. Foi um grande erro a direção não ter cancelado o projeto já na primeira ofensiva.
      há 24 minutos · · 1 pessoa
    • Fernanda Tardin ‎"sem estrutura de comunicação (rádio), etc" Para mim continua a ser o grande desafio. Precisamos conhecer detalhes para vencer etapas. Vamosseguir pois RECORDAR É VIVER literalmente. Juntos somos fortes. bjao
      há 17 minutos ·

taí a cura Para Diabéticos - abaixo a PL 22 -MedicinaPreventiva Já

 Enquanto tiver GENTE morrendo em filas do SUS e sofrendo males desnecessariamente, falaremos:

aos médicos que compartilham com a ganância da indústria farmacêutica fica a pergunta:Quantos brasileiros sofrem de Diabetes?Quantos poderiam ser salvos Medicina preventiva e humanizada Já. Abaixo a PL 22 
 
Para diabéticos
por Erasmo Antonio Borges, segunda, 11 de julho de 2011 às 22:57
La esperanza de los diabéticos está en el implante de células madre
Por: Agencia EFE
La curación de la diabetes comienza a ser una realidad con implantes de células madre de la médula ósea en el páncreas, tal y como se ha demostrado en 30 pacientes atendidos por el doctor argentino Esteban Estrada, promotor del tratamiento.
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Estrada explicó que su primer paciente “fue trasplantado hace cinco años y hoy está libre de la enfermedad.

Este doctor argentino se encuentra en Colombia para “supervisar la investigación” que desarrolla en este país, en colaboración con otras instituciones de China, Italia y Estados Unidos.
Según Estrada, los resultados de su tratamiento sobre los treinta pacientes que formaron parte de la investigación apuntan a que la diabetes tipo II se revierte.
“En este momento podemos hablar de unos 200 pacientes ya tratados que muestran y vuelven a reflejar el primer dato que nos arrojaron esos treinta iniciales, que supera el 80 por ciento en mejorías notables”, dijo el especialista.
Tras seleccionar a los enfermos, comienzan el tratamiento, de forma gratuita, con una sesión de “oxigenoterapia hiperbárica”, una práctica “inédita en el mundo” que inventó el mismo Estrada.
La terapia consiste en ubicar al paciente en una cámara herméticamente cerrada con oxígeno a alta presión atmosférica antes de la extracción, lo que permite recolectar “hasta veinte veces” más cantidad de células madre.
Las células madre autólogas (propias del paciente) se extraen de la cresta ilíaca en la cadera, y entre sus particularidades destaca que no hay rechazo, se evita el uso de “medicamentos inmunodepresores” y “la posibilidad de contagio de enfermedades es nula”, subrayó el doctor.
Una vez extraídas las células, son separadas y procesadas “por métodos físicos lo más rápidamente posible”, y se reimplantan en el paciente por vía arterial, “con una pequeña punción para la colocación de un catéter (...) que viaja por el abdomen hasta encontrar exactamente al páncreas”, detalló el médico.

Tras el implante autólogo, el paciente sigue con la oxigenación hiperbárica para estimular el crecimiento celular, según Estrada, quien aseguró que en cinco años está prevista la “evolución total”.

El investigador sostiene que su protocolo es “mini-invasivo” y, durante el trasplante el paciente se encuentra despierto y bajo los efectos de una anestesia local.
“Con el implante celular hemos mejorado mucho la función del páncreas, hemos disminuido la medicación y (el paciente) tendrá una mejor calidad de vida, que es lo fundamental”, aseveró el doctor.

Aunque reconoció la eficacia de la insulina y otros medicamentos para combatir la diabetes, observó que estos tratamientos “no han logrado detener las complicaciones de la enfermedad”.

Estrada destacó la capacidad de regeneración de estas células no embrionarias -hasta ahora consideradas las que mejor copian la información de células de los diferentes órganos- y ello se sostiene en el hecho de que sus pacientes “lograron dejar la medicación con células madre autólogas”.

Sobre el debate ético que suscita la manipulación de células embrionarias, el argentino consideró que “tanto la célula madre autóloga como la célula madre embrionaria pueden ser utilizadas y la ética no queda de lado en ningún caso”.

También lamentó que en su país haya “más reglamentos y un poquito más de burocracia” que les lleva a estar “un poquito más atrasados” en materia de investigación celular, motivo por el que decidió llevar su proyecto más allá de sus fronteras.
Según el médico argentino, los países que más invierten en investigación de este tipo son China, Estados Unidos, Inglaterra, Alemania, México, Australia y Japón.
En el caso de España, se congratuló por “el cambio” a partir del nombramiento de Bernat Soria como ministro de Sanidad, en relación al aumento de partidas para la investigación celular.
Por último, recordó que -según la Organización Mundial de la Salud (OMS) - para 2015 la población de diabéticos ascenderá a 450 millones.
También recalcó que los trasplantes de células madre autólogas se pueden aplicar a enfermos de parkinson o alzheimer, con garantías de éxito de entre un 80 y un 85 por ciento.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

SÓ FALTA OS COLÉGIOS MILITARES ADOTAREM O 'MEIN KAMPF'...

Respondendo a perguntas dos leitores da revista Época, o deputado Jair Bolsonaro assim se manifestou  sobre a Comissão da Verdade:
"Partindo do princípio de que todos os integrantes serão indicados pela presidente da República, não se pode esperar imparcialidade do que for relatado. O que se pretende é elaborar relatórios mentirosos, endeusando os petistas e demais adeptos da esquerda e satanizando os militares para que conste em livros didáticos uma nova História escrita de forma unilateral e mentirosa".
Decerto ele gostaria que os livros didáticos fossem todos como o História do Brasil: Império e República, de Aldo Fernandes, Maurício Soares e Neide Annarumma, adotado pelos colégios militares brasileiros. 

A Anpuh - Associação Nacional dos Professores Universitários de História tem enviado reiterados protestos aos ministérios da Defesa e da Educação e Cultura, bem como à Casa Civil, pois tal livreco mantém a falaciosa retórica ditatorial, que foi para a lixeira em 1985 e hoje só é encontrada nos nichos da extrema-direita. “Que cidadãos estão sendo formados por uma literatura que justifica, legitima e esconde o arbítrio, a tortura e a violência?" -- questiona a entidade.

De acordo com Luis Fernando Cerri, diretor da Anpuh e professor de História da Universidade Estadual de Ponta Grossa, legitimar o golpe militar na educação básica fere preceitos constitucionais, já que “nossa Constituição proíbe várias práticas da ditadura militar, como a formação de grupos armados para tomar o poder”.

Além disto, acrescenta Cerri, tal obra está abaixo do padrão de qualidade exigido pelo Programa Nacional do Livro Didático, "pela falta de organização da informação, pelo modo como são formuladas questões para os alunos e por não estar dentro das discussões atuais da historiografia brasileira, do nosso atual estado de conhecimento”.

Faz exatos 13 meses que esta aberração foi denunciada pela Folha de S. Paulo, sem que se tomasse nenhuma providência. O MEC sai pela tangente, alegando que o ensino militar tem autonomia e uma legislação específica.

A CENSURA TERIA SIDO NECESSÁRIA 
PARA O PROGRESSO DO PAÍS

Eis os principais trechos da notícia publicada em junho/2010:
"A história oficial contada aos alunos dos 12 colégios militares do país omite a tortura praticada na ditadura e ensina que o golpe ocorrido em 1964 foi uma revolução democrática; a censura à imprensa, necessária para o progresso; e as cassações políticas, uma resposta à intransigência da oposição.

É isso que está no livro didático História do Brasil - Império e República, utilizado pelos estudantes do 7º ano das escolas mantidas com recursos públicos pelo Exército.

As escolas militares poderiam utilizar livros gratuitos cedidos pelo Ministério da Educação a todas as escolas públicas. Mas, para a disciplina de história, optaram pela obra editada pela Biblioteca do Exército, que deve ser adquirida pelos próprios alunos. (...) O Exército afirma que o material 'atende adequadamente às necessidades do ensino de História no Sistema Colégio Militar'.
 O livro de história mais adquirido pelo MEC para o ensino fundamental, da editora Moderna, apresenta a tomada do poder pelos militares como um golpe, uma reação da direita às reformas propostas por João Goulart. A partir disso, diz a obra, seguiu-se um período de arbítrio, com tortura e desaparecimentos, em que a esquerda recorreu à luta armada para se manifestar contra o regime.
Já a obra da Bibliex narra uma história diferente: Goulart cooperava com os interesses do Partido Comunista, que já havia se infiltrado na Igreja Católica e nas universidades. Do outro lado, as Forças Armadas, por seu 'espírito democrático', eram a maior resistência às 'investidas subversivas'.

No caderno de exercícios, uma questão resume a ideia. Qual foi o objetivo da tomada do poder pelos militares? Resposta: 'combater a inflação, a corrupção e a comunização do país'.

A obra não faz menção à tortura e ao desaparecimento de opositores ao regime militar. Cita apenas as ações da esquerda: 'A atuação de grupos subversivos, além de perturbar a ordem pública, vitimou numerosas pessoas, que perderam a vida em assaltos a bancos, ataques a quartéis e postos policiais e em sequestros'.

A censura é justificada: 'Nos governos militares, em particular na gestão do presidente Médici, houve a censura dos meios de comunicação e o combate e eliminação das guerrilhas, urbana e rural, porque a preservação da ordem pública era condição necessária ao progresso do país'".

O QUE A MÍDIA PRIVADA MOSTRA É O QUE OS DONOS PAGAM

O QUE A MÍDIA PRIVADA MOSTRA É O QUE OS DONOS PAGAM


Laerte Braga

Há uma guerra imunda sendo travada contra os líbios. O governo francês armou os “rebeldes” para enfrentar as forças do líder Muamar Gadafi e a OTAN proclama que seus bombardeios atingem instalações militares do governo daquele país.

Um relatório da ANISTIA INTERNACIONAL divulgado na Europa e convenientemente omitido no Brasil – a turma recebe para não divulgar – mostra que os ataques de um dos tentáculos de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A contra os líbios atingem alvos civis, matam crianças, destroem hospitais, são inconseqüentes e têm como objetivo destruir a infra estrutura do país. Física e humana.

Embaixadores norte-americanos no Brasil têm o hábito de reuniões com jornalistas. É o que mostra o WIKILEAKS. William Waack da GLOBO é um dos mais estimados, digamos assim. A despeito de ter errado redondamente nas avaliações que fez das eleições presidenciais de 2010 no Brasil – encantou Hilary Clinton com sua verborragia e submissão – continua participando de reuniões, encontros, ágapes em “negócios” que os EUA têm interesses diretos, para depois veicular em seu JORNAL DA NOITE, ou em programas da GLOBONEWS (canal fechado) aquilo que foi determinado, é do agrado dos que pagam.

Num estúdio de tevê o telespectador enxerga o cenário do programa apresentado e nesse cenário o que é interesse da emissora. Nos programas de William Waack não mostram os pés dos embaixadores brasileiros convidados para emitir opiniões sobre essa ou aquela situação. Caso de Celso Láfer, ou do próprio apresentador. É que estão todos descalços controlados pela embaixada dos EUA. Submetem-se a revista prévia por agentes especializados. Só depois sai o contracheque.

Num telegrama de 2005 o cônsul norte-americano em São Paulo (país vizinho que fala a mesma língua e é controlado pelo esquema FIESP/DASLU) conta a visita do embaixador de seu país John Danilovich a Porto Alegre e o encontro com diretores da RBS – REDE BRASIL SUL – num almoço particular com os editores do grupo. A RBS é o maior grupo regional de comunicação da América latina e ligado à GLOBO.

Os objetivos eram dois. A defesa dos “negócios” segundo a ótica dos EUA e de Israel, evitando notícias sobre o crime de genocídio que vem sendo cometido desde a invenção do Estado pelas grandes potências contra os palestinos. Os resultados foram satisfatórios. O compromisso foi selado.

O embaixador foi agraciado com uma entrevista no jornal ZERO HORA e em emissoras de rádio e tevê do grupo. Esse mesmo embaixador encontrou-se com líderes da comunidade judaica em Porto Alegre e jornalistas, presente o rabino Henry Sobel (aquele que teve uma crise e roubou uma gravata numa loja de New York e acabou passando uns dias na cadeia). No encontro estava presente Abraham Goldstein, presidente da B’nai Brith do Brasil e que garantiu que a mídia faria campanha para garantir pontos de vista favoráveis ao estado invasor e terrorista de Israel e a comunidade de judeus no Brasil.

O mesmo Goldstein garantiu que o editor do ESTADO DE SÃO PAULO assegurou campanha favorável a Israel. Essa campanha tinha como objetivo buscar não judeus críticos do secretário de Assuntos Estratégicos do governo de Lula, o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, considerado anti-sionista. Essa importante Secretaria no governo Dilma foi comprada pelo PMDB e está em mãos de Wellington Moreira Franco, político de “grande competência” e “reputação ilibada”. Tem certificado fornecido por Washington, por Wall Street e paraísos fiscais para dinheiro público roubado.

Um ex-onbudsman do JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO (partícipe ativo da ditadura militar na desova de corpos de presos políticos assassinados nos porões do regime) Carlos Eduardo Lins e Silva é outro “patriota” que tem o hábito de conversar com os diplomatas norte-americanos. Entrega o ouro e de quebra se compromete a defender a matança de palestinos. Esteve, como mostra o WIKILEAKS, com o Assistente do Departamento de Estado para Assuntos Econômicos no Fórum Econômico Mundial América Latina, em 2006. Errou feito também em suas previsões ao apresentar o governador Geraldo Alckimin, coroinha da OPUS DEI, como um candidato de “grande viabilidade” às eleições presidenciais daquele ano.

Participou de um encontro com o senador republicano Chuck Hagel, em São Paulo, onde estava Celso Láfer (ministro das Relações Exteriores do governo FHC que tirou os sapatos nos aeroporto de New York para ser revistado). No mesmo encontro estavam Rubens Ricúpero, ex-ministro da Fazenda do governo Itamar, embaixador do Brasil nos EUA e Sérgio Amaral, também ex-ministro de FHC.

Quando do início das descobertas do pré-sal o jornalista esteve reunido com o cônsul geral dos EUA Thomas White. Discutiram planos para a exploração do petróleo, campanhas para a entrega. Noutro encontro juntaram-se o sociólogo Bolívar Lamounier, Celso Láfer, e o ex-ministro da Ciência e Tecnologia de FHC, José Goldemberg. Essa foi uma reunião com o Arturo Valenzuela, secretário assistente para assuntos do Hemisfério Ocidental.

O cientista político Bolívar Lamounier e José Augusto Guilhon de Albuquerque aparecem noutra “reunião” com norte-americanos, onde foram apresentados como “acadêmicos ligados ao PSDB”. O partido é um dos principais braços do complexo EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A no Brasil.

Os dois acertaram a previsão que Lula elegeria seu sucessor, mas seria necessário buscar apoio no PMDB classificado como um partido que “é sempre problema, nunca a solução, porque não tem nenhuma identidade política nem ideológica e existe com o único propósito de avançar em interesses pessoais para seus membros”.

Aí Dilma correu lá e chamou Moreira Franco, entre outras peças das máfias que formam o partido (existe gente decente sim, mas 0,00000000001%).

Nesse encontro estava o embaixador Cliford Sobel, dos EUA lógico, que ao final relatou aos seus superiores que ficou acertada uma cobertura positiva para os Estados Unidos, inclusive nas manobras militares entre as marinhas de três países. A dos EUA e as auxiliares, do Brasil e da Argentina.

O jornalista Fernando Rodrigues, repórter político especial do jornal FOLHA DE SÃO PAULO, foi procurado duas vezes para analisar questões relativas ao Brasil. O funcionamento do Tribunal de Contas e uma eleição para a presidência da Câmara dos Deputados, onde o deputado Aldo Rebelo – pró-EUA, relator do Código Florestal, no bolso dos latifundiários, da bancada do PC do B) concorria.

Como se vê, toda aquela proclamada liberdade de expressão da mídia brasileira pode ser encontrada nos livros caixas da embaixada e consulados norte-americanos, grupos sionistas do Estado invasor de Israel, imaginem quanto a revista VEJA – a líder em podridão explícita – deve ter recebido para a matéria onde afirma que muçulmanos são terroristas e que agem no Brasil com conhecimento do governo.

Na realidade os que agem aqui são outros. Os da MOSSAD – serviço terrorista do Estado invasor de Israel –, da CIA e embaixadores e funcionários dos EUA, no serviço de “amaciar “jornalistas e empresas privadas de comunicações.

O que o brasileiro lê, escuta ou vê na mídia privada é aquilo que foi pago pelos donos. A liberdade de expressão dessa gente se resume aos “negócios e Dilma Roussef vai entregar a Banda Larga às teles num ato criminoso e de pura traição a tudo o que foi dito durante sua campanha eleitoral. É tucana, disfarçou-se para ser o poste que segundo Delfim Neto Lula elegeria – “Lula elege até um poste” –. Elegeu uma tucana com roupagem petista.

Um dos momentos de rara felicidade no jornalismo brasileiro foi quando Paulo Henrique Amorim definiu essa mídia – PIG, o PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA. E outro, anterior a essa definição precisa, quando o jornalista Millôr Fernandes afirmou ainda na revista O CRUZEIRO, que “a corrupção começa no cafezinho”. Estava definindo o jornalista venal.