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sábado, 9 de julho de 2011

Memoriade Golpes de estados no Seculo XX em Nuestra America

Memoria del golpe de Estado en América latina durante el siglo XX
Enviado por

carlosroberto_1958@yahoo.com


** Memoria del golpe de Estado en América latina durante el siglo XX **

Cursio Malaparte, el autor de La Técnica del Golpe de Estado (1937) decía
que el golpe de Estado no era otra cosa que un “recurso de poder cuando
se corre el peligro de perder el poder”. Esta media verdad sirve para
recordar que el golpe de Estado ha sido el recurso utilizado por las clases
dominantes, cuando se les agotan los recursos de dominio constitucional y
democrático.

http://www.voltairenet.org/Memoria-del-golpe-de-Estado-en

"JUÍZA" ANULA A LEI ÁUREA - O QUE IMPORTA É A CANA

“JUÍZA” ANULA A LEI ÁUREA – O QUE IMPORTA É A CANA


Laerte Braga


Segundo a juíza Marli Lopes Nogueira, da 20ª Vara do Trabalho do Distrito Federal o trabalho escravo não pode ser interrompido antes de completada a colheita da safra de cana. Foi esse o conteúdo da liminar que a “juíza” concedeu à empresa INFINITY AGRÍCOLA, suspendendo uma operação de resgate de trabalhadores escravos numa fazenda da empresa no município de Navaraí, no Mato Grosso do Sul.

A operação estava sendo conduzida por auditores do trabalho, um procurador do trabalho e policiais federais. Estavam retirando 1817 trabalhadores em regime de escravidão, muitos deles migrantes (de Minas Gerais, Pernambuco e 275 indígenas), todos submetidos a condições humilhantes de serviço.

A juíza – é um escárnio e deve ter recebido propina da empresa – suspendeu inclusive a interdição das frentes de trabalho imposta pelas autoridades do setor. Os trabalhadores não contavam com banheiros, a jornada de trabalho superava o permitido em lei, numa temperatura inferior a 10 graus. Para a “magistrada”, do alto de sua competência e de seus privilégios, numa sala aquecida em Brasília, importante é que seja completada a colheita/corte da cana para que a empresa não tenha prejuízo.

Está anulada em nome da empresa privada a Lei Áurea que extinguiu em 1888 a escravidão no Brasil.

Esse tipo de decisão do Judiciário está previsto no acordo firmado entre o Superior Tribunal de Justiça e o Banco Mundial, que orienta o Judiciário (Judiciário?) a tomar decisões que não prejudiquem o capital.

A decisão afirma taxativamente que a “interdição está causando prejuízos irreversíveis, já que desde a data da interdição a cana cortado está estragando e os trabalhadores e equipamentos parados. A “juíza”, subornada é óbvio, impede que a empresa seja colocada na chamada lista suja, a que registra as que usam trabalho escravo.

O procurador do trabalho no local Jonas Ratier Moreno afirmou que a “juíza” – comprada evidente – ignorou o laudo técnico sobre as condições degradantes a que estavam submetidos os trabalhadores, “uns farrapos” e que “a empresa não fornecia nem cobertores diante do frio”.

A rescisão do contrato de trabalho entre a empresa e os escravos não mais acontecerá pela decisão da “juíza” – corrupta é lógico – e os trabalhadores terão que voltar ao trabalho sob pena de serem até presos. É que com a rescisão os direitos trabalhistas teriam que ser pagos, aí, foram parar na conta da “juíza”, ou alguém tem dúvida?

A INFINITY AGRÍCOLA, defensora do “progresso”, dos “valores morais e cristãos” está na lista suja desde 2010 quando foi pega usando escravos, 64 trabalhadores, em outra usina de cana de açúcar do grupo. Em fevereiro de 2011 conseguiu uma liminar na justiça retirando-a da lista (eita Justiça, em Minas um desembargador foi afastado faz pouco porque vendia sentenças a traficantes).

A Advocacia Geral da União está tentando reverter a decisão da “juíza”, esperando encontrar – existem muitos – juízes sérios e competentes que façam com que a lei seja cumprida e não a vontade dos senhores de terra, os latifundiários. Um tipo de câncer para o qual a cura é a reforma agrária e a permanência, em futuro próximo, é a transformação de extensas áreas em desertos pelo cultivo impróprio e uso de agrotóxicos, além dos desmatamentos. O cara que Dilma convidou para o Ministério dos Transportes – recusou –. Blairo Maggi é o rei da moto-serra. Preferiu continuar nos “negócios”.

No Rio de Janeiro numa operação da Polícia “Pacificadora” do corrupto governador Sérgio Cabral a Polícia Militar mata uma criança – o menino Juan – e some com o corpo. A Polícia Civil faz corpo mole nas investigações e o assunto só veio a público por conta da grita da família.

Polícia Militar com a estrutura que tem em nosso País, os privilégios, a orientação que recebe (inimigo é estudante, trabalhador, camponês) é tão somente uma organização terrorista legitimada pelo Estado, ou alguém acha que o BOPE cumpre a lei? É um bem que desceu dos céus cercado de anjos por todos os lados?

A forma como a mídia trata esses casos ao contrário de se transformar em fator de indignação com a barbárie, a corrupção, acaba criando mitos montados na boçalidade e na descaracterização de qualquer sentimento humano. Trabalho paciente para alienar.

O importante é que a cana seja colhida e a “ralé” não chegue aos domínios das elites políticas e econômicas que no estranho governo de alianças em que o vice-presidente é dono de parte do aparelho estatal e no fim chamam isso tudo de democracia.

Penso que a “juíza” que revogou a Lei Áurea deveria ser condenada a trabalhar dez dias, pelo menos, em condições semelhantes aos escravos da INFINITY AGRÍCOLA. É o mínimo.

#Eblog x #RioBlogProg: Uma carta aos companheiros

Raphael Tsavkko Garcia, companheiros, blogueiros e demais militantes de nossa querida esquerda nacional. 
Há muito o que dizer e não sou um escritor ou mesmo um jornalista. Talvez um ponto a meu favor seja o de, parafraseando Leonel de Moura Brizola, dizer que venho de longe. Não tão longe quanto ele e nem com a mesma intensidade disso estou certo, mas penso que alguns caminhos foram percorridos.
Acredito firmemente que os que tem as mesmas bandeiras deveriam marchar sempre unidos, coesos e jamais desviar o foco dos objetivos.
Também sempre procuro tomar muito cuidado com o "canto das sereias", emanado por fortíssimas mídias que só a direita dispõe, para nos envenenar e pautar.
Para que isso ocorra a contento, uma reflexão quanto ao processo histórico e ao atual contexto podem certamente nos auxiliar bastante.
A realidade é que continuamos a falar para nós mesmos e eles para todos, inclusive nós. E que além de estarmos divididos em muitas siglas, grupos
e partidos, não temos o povo como aliado.
Pelo menos por enquanto o povo é aliado sim dos recordes de emprego formal, da ascenção à classe média, de um contingente de 28.000.000 de pessoas
que passaram a se alimentar, entre outros sucessos da era Lula.
Não sabem o que é esquerda ou direita e qual a função de um vereador.
E se o "tsunami" neoliberal que está assolando a Europa chegar por aqui, mudam o voto imediatamente.
"Fiquemos espertos" diria o meu filho. Sem povo não há revolução.
Sem educação e sem mídia de qualidade não há povo consciente e politizado.
E quem poderia politizar, conscientizar ou educar não tem os meios para isso.
Daí a angustia em que vejo todos nós mergulhados.
Com o golpe de 1964 e a mudança radical nos rumos do país para atender aos caprichos das elites paulistas e do governo dos EUA, hoje o Brasil é um país "capitalista selvagem", escravista, racista, excludente
socialmente falando, que sequer livre concorrência permite. 
Além de ter sido o seu povo, a partir do golpe de 1964, submetido a um processo de despolitização por meio das empresas, escolas, universidades e o controle estratégico da informação.
Quanto ao motivo que me levou a responder ao Tsavkko e escrever este texto, ou quando questionado pelos companheiros de esquerda, eu tenho sempre a dizer o seguinte:
 
1 - Sem aceitar os apoios de Sérgio Cabral(PMDB), Marcelo Crivela(IURD) entre outros aqui no RJ, Dilma teria ganho a eleição? Temos que levar em
consideração que em São Paulo e Minas Gerais, que são os maiores colégios eleitorais do país, o PT perdeu. Sem povo não há revolução.
 
2 - Sem o apoio de Sarney, Moreira Franco, Temer, Collor, Jader Barbalho, e do maior partido(?) do país que é o PMDB, Dilma estaria eleita e teria ganho no norte ou nordeste? Sem povo não há revolução.
 
3 - Que possibilidades há para se eleger, governar, aprovar medidas provisórias, projetos de lei, realizar-se audiências públicas, fazer qualquer coisa neste caos que é o brasil que herdamos da direita, sem o apoio desta gente? Sem povo não há revolução. Quer gostemos ou não deles, sejam sapos ou príncipes, foram todos eleitos. Sem povo não há
revolução. E nós não temos mídia. Não formamos opinião. Não temos educação.

E o fato é que se qualquer atitude diferente destas que o PT vem tomando desde 2000 pelo menos, causando centenas de desfiliações e nos fazendo
engolir sapos pela vida a fora nos embates com a direita, não fosse adotada como estratégia, neste exato momento estaríamos todos governados
por torturadores, fundamentalistas e entreguistas históricos.
Talvez depois de dizer isso provavelmente terei pesadelos ao dormir mas agora é tarde.
 

Quanto a união das esquerdas, vejo hoje como uma saída para se acelerar o processo de aperfeiçoamento das instituições democráticas. 
A reforma política que libertaria os políticos sérios do fisiologismo e do capital. A educação de qualidade e democratização da mídia que libertaria o nosso povo da alienação, do consumismo e do individualismo.
Afinal de contas não era Jesus que dizia que a verdade liberta?
Mas está muito difícil. Observo por exemplo na rede, onde posso me comunicar, informar e ser informado, que alguns grupos esqueceram os problemas brasileiros e se mudaram virtualmente para a Venezuela. Outros como os blogueiros progressistas, fenômeno pelo menos para mim que na década de 70 convivia com agentes do DOPS nas salas de aula, lindíssimo, mal se uniram e já estão se desmembrando.
Quanto a organização da militância, por mais que eu tente, não consigo um simples contato para incluir um twitter no blog do grupo e por aí vai. 

Já notei que também os militantes não se seguem e não sei como conseguem se comunicar. 

Quanto aos partidos políticos, PCB, PSTU, PSOL, PCdoB, PSB e PT, são como água e óleo. Um bom exemplo do desastre que isso pode representar foi o
fenômeno ocorrido na última eleição presidencial em que Marina Silva com a ajuda do PIG, quase leva o Serra à vitória.
Não há um ser vivo, entre os integrantes destas correntes de esquerda, que não dê sua vida por inclusão social, reforma agrária, saúde e educação pública de qualidade, ou pela democratização da comunicação.
Bandeiras e projetos comuns às esquerdas e que a direita nunca permitiu que realizássemos no Brasil.
Sem povo não há revolução. Em Cuba havia participação popular e por lá se fez a revolução. Uma revolução aqui no Brasil, agora, só pelas vias
desta democracia que temos aí, que como diz o Carlos Eugênio Paz(ALN), trata-se de uma democracia "domesticada".
Para concluir que o tema é vasto e riquíssimo, posso dizer que esta é a minha visão do contexto atual e espero que também uma colaboração no sentido de se unir os blogueiros progressistas e demais correntes de
esquerda. 

Um sonho que carrego, e que me fez em 2008 criar uma comunidade no Orkut, com o nome de "Esquerda Unida do Brasil" - http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=51303360 .

Sabemos quem são eles. 
Sabemos o que queremos. 
Esquerda unida jamais será vencida. 
Fortes abraços do Luiz Claudio Souza - BlogueDoSouza

AUTORIDADES CONCEDERAM OU NÃO TRATAMENTO VIP A DANIEL DANTAS?

"Será sempre um gângster
quem controlará o  mercado"
Ao receber um educado (já que eufemístico) pedido de direito de resposta do Opportunity -- vide aqui e aqui --, avaliei: se tanto cobro da grande imprensa que cumpra as boas práticas jornalísticas, jamais poderia desconsiderar o pleito, mesmo achando que o banco, fiel ao seu nome, aproveitou uma  oportunidade  para desfiar um rosário de protestos de inocência e de queixas contra seus inimigos. Há evidente desproporção entre o parágrafo em que citei Daniel Dantas e os 34 (!) parágrafos da resposta.

Quanto ao cerne da questão, desde o primeiro momento afirmei que a Operação Satiagraha não era uma cruzada justiceira, mas sim o enfrentamento de dois esquemas igualmente nocivos e corruptores, no qual todos os personagens importantes (salvo, talvez, o delegado Protógenes Queiroz e o juiz Fausto De Sanctis) defendiam apenas seus interesses mesquinhos.

De um lado, Daniel Dantas e seus aliados, dos quais o mais saliente foi Gilmar Mendes.

Do outro, a concorrência que aspirava tomar-lhe negócios no mercado de telecomunicações, tendo como escudeiro Paulo Lacerda (antigo chefão da Polícia Federal que, em seu novo posto na Abin, continuou sendo a eminência parda das investigações contra DD) e como grande aliada a Rede Globo.

Admito a possibilidade de que o delegado Protógenes estivesse sendo movido por lealdade a Lacerda e por espírito de justiça; e que o juíz De Sanctis se visse mesmo como um paladino do combate à corrupção. Prefiro pensar sempre o melhor das pessoas, quando não tenho certeza do pior.

Mas, a Operação Satiagraha veio apenas confirmar minha convicção de que a corrupção é intrínseca ao capitalismo e jamais a extirparemos enquanto a grande prioridade e motivação maior dos indivíduos continuar sendo o  enriquecei!  capitalista.

"Os seres humanos são tangidos
à competição amoral e insana"
Se os seres humanos são tangidos a uma corrida de ratos, à competição amoral e insana por riqueza e privilégios, a hipótese de que a Polícia consiga refreá-los, impedindo-os de cometer ilegalidades, não faz o menor sentido.

A lógica é que aconteça exatamente o oposto: a Polícia se tornar partícipe das refregas entre os grandes criminosos, corrompida até a medula.

Então, nunca vi motivo para tomar partido em guerras de gangstêres, pois pouco me importa que o  mercado  seja controlado por Al Capone ou por Lucky Luciano. Não tenho dúvida de que, sob o capitalismo, será sempre um gângster quem controlará o  mercado.

Eu quero é construir uma sociedade que gângster nenhum consiga controlar.

VENEZUELA: O INCONFESSÁVEL DESEJO E A REALIDADE


A direita de todos os matizes e parte da esquerda mais radical, que milita em micro partidos que possuem pouca penetração ideológica junto as massas populares, tentam detonar Chávez, mas como diz o artigo abaixo transcrito entre o inconfessável desejo de alguns e a realidade dos fatos há uma distancia muito grande. Os críticos de Chávez encontrarão pela frente um povo determinado e combativo que apóia o líder, torce para que supere sua grave doença e sabe que caso seja necessário elegerá outro líder que leve a Venezuela para o seu grande destino, que é continuar se transformando e levando esse país  e a América Latina rumo ao socialismo. Que Chávez supere definitivamente sua doença e tenha longa vida para continuar com o importante trabalho educativo e revolucionário que realiza junto às centenas de milhões habitantes do Continente.  Jacob David Blinder
 
08/07/2011 - 10:59 | Max Altman | São Paulo

VENEZUELA: O INCONFESSÁVEL DESEJO E A REALIDADE

 
Por acaso os presidentes não têm direito de adoecer? Afinal, estão mais expostos às enfermidades devido a todas as exigências do cargo. Que compostura e dignidade comportam certos setores da sociedade e seus porta-vozes impressos e eletro-eletrônicos quando um presidente se enferma e festejam, mostram satisfação, sabendo que o fato representa aflição e preocupação ao povo que o elegeu. Que classe de seres humanos são os que desejam, dissimuladamente, a morte de presidentes e políticos que não podem controlar, quando diante das tragédias comuns de nosso dia-a-dia se mostram consternados e piedosos.
 
A direita venezuelana – e isto se pode estender a todas de todos os recantos, em especial de Washington a Madri – pretende conseguir agora, graças ao câncer que acometeu o presidente Hugo Chávez, o que não conseguiu em 12 anos: sua derrocada do poder, por qualquer meio. Tentaram a sedição do golpe militar, valeram-se da Pdvsa para paralisar o país, alegaram fraude em disputas eleitorais, arquitetaram múltiplas conspirações para desestabilizar o governo. Não conseguiram. Perderam as ruas, perderam as urnas e perderam os quartéis.


A doença de Chávez desatou uma odiosa e repugnante campanha midiática global que jogou no lixo os últimos resquícios de integridade moral e os princípios que devem nortear o jornalismo: objetividade e verdade. Preferiram entregar-se à manipulação política servindo aos interesses da oligarquia local e à estratégia regional do império.


Quem lesse a grande imprensa privada da Venezuela percebia que havia certo regozijo com a enfermidade do presidente, exigindo que Chávez se licenciasse e o vice-presidente Elias Jaua assumisse o Palácio Miraflores. Alegavam os meios de comunicação e políticos de oposição, com base em “informações confidenciais” ou em “relatos do serviço de inteligência da CIA” que o estado de Chávez era terminal, que se havia cometido gravíssimo erro médico de diagnóstico e execução cirúrgica, que o câncer já se espalhara. Enfim, que o presidente não tinha condições de permanecer no cargo e muito menos de governar de Havana, onde estava hospitalizado.


Fizeram ‘tabula rasa’ do comunicado oficial do chanceler Nicolas Maduro de 10 de junho, segundo o qual o presidente sofrera cirurgia de emergência para limpar um abscesso pélvico e desdenharam a manifestação do próprio Chávez em 30 de junho de que tivera de passar por uma segunda cirurgia para extirpar células e tumor cancerígeno. A respeito da doença do presidente seguem dizendo “segundo as versões oficiais insuscetíveis de confirmação” e que a “localização e gravidade, assim como o tratamento e o prognóstico dos médicos são mantidos em segredo”. Georges Pompidou, presidente da França, morreu de macroglobulinemia de Waldenström, um tipo de câncer linfático, no exercício de suas funções; François Mitterand governou boa parte de seus 14 anos de mandato carregando um câncer na próstata; e mais recentemente Fernando Lugo do Paraguai, governa normalmente ainda que portador de linfoma. São alguns exemplos e nenhum deles recebeu o tratamento mórbido de que Chávez é alvo. 


O regresso de Chávez e a incrível manifestação espontânea que reuniu mais de 150 mil pessoas para ouvir o presidente do ‘Balcão do Povo’ do Palácio Miraflores e demonstrar sua imensa alegria, consistiram em resposta contundente àqueles que insistem em desestabilizar o governo. A reação venezuelana e o império esperavam que o afastamento do cenário político e administrativo de Chávez levassem a uma literal paralisia da ação governamental. Para seu imenso desgosto, no mês que Chávez esteve distante de Caracas, antes pelo giro que incluiu Brasília, Quito e Havana e depois pela internação hospitalar, o governo enfrentou galhardamente o desafio e seguiu funcionando normalmente. Não ocorreu nem ingovernabilidade nem vazio de poder nem paralisia de funções nem crise política nem agitação social como prognosticavam a oposição e seus porta-vozes midiáticos.
 
Insistem agora que as mazelas do país – os descaminhos da economia, a inflação nas alturas, a criminalidade desabrida, a escassez de moradias e o racionamento de energia – se agravaram. São problemas reais, existem e precisam ser combatidos. No entanto, escamoteiam e evitam dizer que nenhum governo do mundo fez tanto em tão pouco tempo pela saúde e educação de seu povo. Venezuela está livre do analfabetismo, mais da metade da população freqüenta alguma sala de aula, todo o povo tem acesso gratuito à medicina preventiva, a Missão Vivenda Venezuela está entregando casas para a população pobre, o instituto norte-americano Gallup situou a Venezuela em 6º lugar de bem-estar do mundo, considerando próspero seu nível de vida atual e expectativas futuras, o PIB cresceu 4,5% no 1º trimestre, caiu a taxa de desemprego para 8,1%, o salário mínimo e a distribuição de renda é o mais alto e a melhor da região, a pobreza foi reduzida drasticamente nos últimos 12 anos.

 É por tudo isso que o povo venezuelano participou entusiasticamente das comemorações do Bicentenário da Independência da Venezuela, saindo às ruas às dezenas de milhares. Ao vibrar com a parada das forças militares do país, estavam saudando a independência e a soberania atual da Venezuela. Este é, a par da melhoria das condições de vida da população em geral, um dado essencial. Ao abrir o dia festivo de 5 de julho, tendo ao lado os comandantes das Forças Armadas, da Guarda Nacional e da Milícia Popular, o presidente Chávez declarou: “Não tínhamos melhor maneira para comemorar esse dia que o celebrando sendo independentes como somos, já não somos colônia de nenhum império nem o seremos nunca.”
 
A independência, porém, levou uma década para se consolidar, sendo concretizada finalmente em 24 de junho de 1821 quando as tropas comandadas por Simon Bolívar derrotaram definitivamente as espanholas na Batalha de Carabobo.


Igualmente, a próxima década – de 2011 a 2021 – terá por escopo consolidar o processo revolucionário bolivariano socialista. Chávez deve agora priorizar sua saúde, continuar governando mais apoiado em seus auxiliares e lançar-se com ímpeto na campanha eleitoral de 2012.  Sua visão estratégica, seu elã e capacidade política de gerar iniciativas que fortalecem a união dos povos latino-americanos e do Caribe, como a Alba, Petrocaribe, TeleSur e diversas outras, fazem de Chávez um protagonista na luta pela total independência e integração de Nossa América.

Mas a história ensina também que, ao longo dos próximos anos, faz-se mister que novas lideranças, provadas e capazes, surjam para levar adiante as bandeiras da soberania, da justiça social, da democracia, da paz e fraternidade entre os povos, da mãe-Terra, do socialismo enfim.

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Enviado por mail por Jacob Blinder

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Union de Pueblos de Nuestra America: Los tiene locos… y frustrados

Union de Pueblos de Nuestra America: Los tiene locos… y frustrados: "Rosa C. Báez con informaciones de Internet “Saben ustedes que llevo un tratamiento estricto, vuelvo a ser un cadete, me estoy levantand..."

Los tiene locos… y frustrados


Rosa C. Báez con informaciones de Internet



“Saben ustedes que llevo un tratamiento estricto, vuelvo a ser un cadete, me estoy levantando a las 5 de la mañana, hago mi caminata, luego fisioterapia, a las 9 desayuno. […] Fue una operación difícil pero yo les prometo que viviremos y venceremos", dijo Chávez a los cadetes y 550 oficiales técnicos que se graduaron en la Academia Militar Alejandro Petión, ubicada en Fuerte Tiuna, Caracas.

"Tengo una recuperación positiva en esta primera etapa, vienen otras". “No puedo excederme, tengo que frenar el caballo Provoca trotar, pero no debo”, fueron otras de las frases en las que Chávez manifestó su seguridad en su curación y la necesidad imperiosa de acomodarse a esta etapa de su vida para poder continuar en la lucha totalmente recuperado. “Primero la Patria y el trabajo pero llegó el momento de hacerle caso a la ciencia médica”, dijo el mandatario en su breve discurso.

Chávez atribuyo su enfermedad al exceso de trabajo y criticó hoy a algunos opositores que dudan de la veracidad del cáncer que lo obligó a someterse a dos operaciones en Cuba en el transcurso de unas semanas.

"Algunos dicen que es mentira. En verdad yo llego a pensar aquello que dice el pueblo, que Chávez los tiene locos, a algunos, a una minoría enloquecida”. Risueño, el Comandante se burlaba de algunos comentarios de opositores y medios de prensa que afirman que su enfermedad no es más que una invención suya y de nuestro Comandante en Jefe Fidel Castro.

“El hombre nace verdaderamente a la luz cuando adquiere conciencia de lo que es y asume el camino para la vida”, dijo el presidente.

Imagen tomada de “La Patilla”
Video en http://www.youtube.com/watch?v=szdw5yMzGbM

Nuestra America em livro recomendado por Salvador Tió.

Este libro que recoje el pensamiento martiano en torno a la integración política, aconómica y cultural de los pueblos de Nuestra América debería ser lectura obligada para todos los que afirman la libertad de nuestros pueblos.
dl.dropbox.com

Ecuador : la construcción de un nuevo modelo de dominación

Salvador Tio editou um documento. Comunidade Facebook - UNION DE LOS PUEBLOS
Ecuador : la construcción de un nuevo modelo de dominación

Raúl Zibechi

La política ecuatoriana muestra claros signos de esquizofrenia. El gobierno emplea un lenguaje revolucionario, en todos los discursos apela a la “Revolución Ciudadana”, pero los hacedores de ese proceso, los que con sus luchas desde el levantamiento del Inti Raymi de 1990 deslegitimaron el neoliberalismo e hicieron caer tres presidentes, son acusados de “infantiles” y de “terroristas”.

Los mismos dirigentes indígenas y sindicales que lucharon para que Rafael Correa llegara a la presidencia, sufren prisión y están sometidos a juicios. Más de 180 dirigentes indígenas han sido acusados de “terrorismo y sabotaje”, entre ellos el presidente de la CONAIE, Marlon Santi, y el de Ecuarunari, Delfín Tenesaca, quienes dirigen las dos más importantes organizaciones sociales del país.

Personalidades como Alberto Acosta, ex presidente de la Asamblea Constituyente y ex amigo personal de Correa, quien trabajó para incluir los conceptos de Buen Vivir (Sumak Kawsay) y los “derechos de la naturaleza” en la Constitución, son acusados de “traidores” por el presidente. Entrevistado por Ignacio Ramonet, Correa nunca se refirió como terroristas a los policías que, según su opinión, pretendían dar un “golpe de Estado” y atentar contra su vida. Aliado con empresarios tradicionales de la derecha, Correa reserva sus dardos más envenenados contra la izquierda, algo que no puede sonar a nuevo para quien conozca la historia del movimiento obrero y socialista.

En los últimos meses un repugnante olor a maccartismo, a estalinismo, ha comenzado a percibirse en algunos procesos de cambio. Alvaro García Linera, vicepresidente de Bolivia, dijo que el trotskismo “no es ultraizquierda sino es la ultraderecha camuflada. Peligroso. Algunos de esos dirigentes dirigen sindicatos, hablan de un discurso revolucionario para que regresen los de antes, los que agarrarán la wiphala, la quemarán y la pisarán, porque así ha sido la derecha”[1]. Al celebrar los 40 años de la Confederación Sindical de Comunidades Interculturales de Bolivia, exhortó a los dirigentes a desenmascarar a los traidores en los sindicatos y buscar la unidad en torno al liderazgo del presidente Evo Morales, en contra del trotskismo que “es la avanzada política de la extrema derecha” que en el pasado acabó con gobiernos populares como el de Juan José Torres y Hernán Siles Zuazo, para dar paso a Hugo Banzer y Víctor Paz Estenssoro[2].

En Ecuador el presidente Correa está convencido que la mayor amenaza para el “Socialismo del siglo XXI” viene de lo que denomina como la izquierda “infantil” y grupos ambientalistas e indígenas que, dice, rechazan la modernidad. Por eso critica al que dice “no al petróleo, a las minas, a no utilizar nuestros recursos no renovables. Eso es como un mendigo sentado en un saco de oro”[3]. Cuando la población amazónica de Dayuma realizó un paro y corte de carretera en noviembre de 2007, decretó el estado de emergencia, militarizó la región, sus habitantes fueron maltratados y varias decenas torturados. Correa habló en cadena nacional: “Tolerancia cero a todo el que quiera hacer paros y generar caos, anarquistas que están acostumbrados con los otros gobiernos a paralizar el desarrollo del país cuando les da la gana, los castigaremos con todo el rigor de la ley”. Se dirigió a las comunidades afectadas por la minería que se movilizan contra la entrega de sus territorios: “Las comunidades no son las que protestan sino un grupo de terroristas”[4].

Estos discursos encendidos contra los movimientos y las izquierdas escalan cuando se producen movilizaciones populares, como sucedió durante el reciente “gasolinazo” en Bolivia y cada vez que los indígenas deciden “levantamientos” en defensa de sus territorios, contra la minería y las petroleras. Atribuir la represión y el contenido ideológico de los discursos a características personales -suele decirse que Correa es apasionado y se “va de boca”- tiene escasa consistencia. La apuesta es indagar algunas características del régimen de la Revolución Ciudadana que permitan encontrar las razones de estas políticas de criminalización de los movimientos y alianza simultánea con las corporaciones multinacionales. A modo de hipótesis –porque la realidad nos impone cautela por su cercanía temporal– pero intentando ir más allá de la coyuntura, pretendo abordar tres aspectos centrales: la relación entre la hegemonía del capital financiero-extractivista y la imposición de un “estado de emergencia económico”, siguiendo el análisis que hace la economista brasileña Leda Paulani para su país; la hegemonía política de un sector que, llegado al gobierno, hace lo contrario de la misión que le fue encargada, para lo que utilizo el concepto de “hegemonía al revés” de Chico de Oliveira; y, por último, indagar acerca de la instalación de un nuevo modelo político, de la mano del economista ecuatoriano Pablo Dávalos.

Capital financiero y neo-extractivismo

El neoliberalismo aterrizó en nuestro continente latinoamericano aplicando una suerte de “estado de emergencia económico”, que con los gobiernos progresistas se ha convertido en permanente[5]. Leda Paulani se inspira en el conocido trabajo de Giorgio Agamben (Estado de excepción) y en particular en el momento en que Roosvelt, en 1933, exige un poder ilimitado ante las dificultades que generaba la crisis, haciendo un paralelismo entre la emergencia militar y la emergencia económica. En opinión de la economista, plenamente compartible, la restauración democrática en la década de 1980 fue posible bajo las premisas de la instalación de un estado de emergencia económico permanente, “haciendo de la excepción el paradigma de gobierno”[6].

Esa excepcionalidad permitió al gobierno de Fernando Henrique Cardoso hacer pasar el proceso de privatizaciones, algunas de ellas escandalosas, con la justificación de que la grave situación económica así lo imponía. Si no se privatiza –decía el discurso neoliberal– el país marchará a la catástrofe. La desregulación era una medida imprescindible si se pretendía “salvar” la economía, el mismo argumento que se utiliza cuando se pretende “salvar la nación” a punto de ser destruida por un enemigo exterior. Ya bajo el gobierno Lula se aplicaron las mismas lógicas para imponer un superávit primario superior al que exigía el FMI, el aumento de las tasas de intereses que perjudican al país y la reforma regresiva de las jubilaciones, entre las más destacadas. Concluye que “el gobierno Lula hizo de la creación voluntaria de ese estado de emergencia permanente la práctica esencial de su gobierno”[7]. Un ejemplo: cuando el presidente del Banco Central, Henrique Meirelles, fue acusado de corrupción, Lula hizo aprobar una Medida Provisoria, en agosto de 2004, para darle estatus de ministro y salvarlo así de cualquier imputación jurídica.

Finalmente, sostiene que la hegemonía del régimen de acumulación financiera, acumulación por desposesión en los términos de David Harvey, impone un estado de emergencia económica permanente porque con su cortoplacismo y su avidez de ganancias genera inestabilidad permamente. En ese sentido, la reforma previsional de Lula, que fracturó al PT con la salida entre otros de la senadora Heloisa Helena y la creación del PSOL, “abrió inmediatamente a la acumulación privada todo el inmenso territorio de la previsión social”, ofreciéndole a la especulación los altos salarios del sector público[8]. Hoy los fondos de pensiones son la principal herramienta que tiene el gobierno para influir en la economía, al punto que controlan una porción decisiva de las grandes empresas privadas y, por supuesto, las estatales.

En Ecuador, el “estado de emergencia económica” fue la gran excusa para imponer la dolarización, en enero de 2000, en medio de la mayor crisis económica y política que conociera el país, que se saldó con la caída del presidente Jamil Mahuad, la creación de parlamentos populares en las provincias y la “toma del poder” durante unas horas por una alianza de indígenas y militares. De ese modo el país perdió su soberanía monetaria. El dólar como nueva moneda nacional provocó un fuerte aumento de los precios, no logró detener el alza del costo de vida, generó dificultades para la inversión y sólo puede sostenerse por las remesas de los emigrantes y por alto precio del petróleo. Sin embargo, “la dolarización se convirtió en el debate prohibido durante el período de Alanza País”, según Pablo Dávalos[9]. Bajo el gobierno de Correa el tema no se discute, aunque se emiten discursos que hablan de “soberanía” y “revolución”. Los argumentos para no revertir la dolarización aseguran que generaría graves tensiones económicas y sociales, ya que las clases medias se han beneficiado multiplicando su capacidad de consumo.

La segunda cuestión se relaciona con la hegemonía del sector financiero-extractivo. El país sigue dependiendo de las exportaciones de petróleo, que representan el 60% del total y cerca de la mitad de los recursos fiscales. La contracara es que el desempleo y el subempleo alcanzan al 60% de la población económicamente activa. En 2008 el sector bancario y financiero tuvo las mayores ganancias de su historia, en medio de una fuerte concentración del sector, al punto que un solo grupo controlaba el 40% de los activos del país. En los cuatro años de Correa (2007-2010) “los procesos de concentración y centralización de capital de los grupos económicos jamás tuvieron contratiempos”, mientras los nueve mayores conglomerados empresariales representan el 15% del producto interno bruto[10].

Pero se han creado nuevos grupos como consecuencia de la gestión económica de Alianza País. Entre los diez grupos más importantes figura el del hermano de Rafael Correa, con activos de 300 millones de dólares, que ha sido defendido por el presidente aunque realizó de forma ilegal contratos con el Estado por 80 millones de dólares[11]. En vez de explicar en qué consistieron esos contratos ilegales, que Correa asegura mandó suspender, el presidente atacó al partido de izquierda Movimiento Popular Democrático que hizo la denuncia por ser “el mejor aliado de la derecha”. El sector financiero es intocable porque tiene capacidad de desestabilizar el país, algo que la Revolución Ciudadana quiere evitar. Ante esos límites el mejor camino está siendo la alianza con ese mismo capital.

La tercera cuestión en la que aparece el estado de emergencia económico como constricción, son las concesiones mineras que deben hacerse por “imperiosa necesidad” e imponiendo la militarización de aquellos territorios y comunidades que se resisten. Por eso el régimen ha encauzado como terroristas a casi 200 dirigentes sociales. Alberto Acosta lo dijo de forma transparente en un artículo en el que analiza la detención de varios dirigentes shuar. “El uso de la justicia como mecanismo de terror”, es el resultado de no haber legislado para adecuar el cuerpo legal a la nueva Constitución:

Los derechos establecidos en dicha Constitución no han sido transformados aún en herramientas legales que erradiquen todas aquellas prácticas represivas con las que se chantajea y siembra el terror en las comunidades, en este caso en las comunidades shuar. Tenemos un código penal en donde se configura el delito de terrorismo de manera tan general, que no se compadece con los verdaderos delitos de terrorismo. Así el artículo 160,1 del código penal se considera como terroristas a quienes    ‘individualmente o formando asociaciones, (…) armados o no, pretextando fines patrióticos, sociales, económicos, políticos, religiosos, revolucionarios, reivindicatorios proselitistas, raciales, localistas, regionales, etc., cometieren delitos contra la seguridad común de las personas o de grupos humanos de cualquiera clase o de sus bienes:....y a  quienes construyeran barricadas, parapetos, trincheras, obstáculos, etc., con el propósito de hacer frente a la fuerza pública en respaldo de sus intenciones, planes, tesis o proclamas’. [12]

El razonamiento parece claro. Quien se opone al desarrollo, personificado en este caso en las concesiones mineras, está atentando contra el Estado, la estabilidad y el futuro del país, por lo que merece ser considerado “terrorista”. Lo que se omite en este discurso son las razones por lass cuales las concesiones mineras son tan importantes para la estabilidad: la acumulación por desposesión, pese a lo desastrosa que pueda ser para los pueblos, asegura una mínima estabilidad fiscal a un Estado que depende de las exportaciones de petróleo y las concesiones mineras para recaudar. Porque el gobierno de la Revolución Ciudadana no ha promovido una reforma fiscal que obligue al sector financiero, por ejemplo, a tributar en forma responsable, mientras la dolarización arrasó con la escasa industria nacional.

Despolitizar y cooptar

Cuando el sociólogo brasileño Francisco de Oliveira –fundador del PT y luego del PSOL– acuñó el concepto de “hegemonía al revés”, hace ya cuatro años, estaba buscando respuestas para una realidad que lo desconcertaba porque encontraba pocas referencias en otras experiencias como las que encabezó la socialdemocracia en Europa. Dos años después, en un nuevo artículo titulado “El revés del revés”[13], confesó que había querido hacer una provocación a partir de conceptos de Gramsci para intentar comprender regímenes políticos como el Brasil de Lula y la Sudáfrica del Congreso Nacional Africano, que al llegar al poder practican políticas que son el revés del mandato de clase recibido en las urnas.

En “hegemonía al revés” constata que “cuando las clases dominadas toman la ‘dirección moral’ de la sociedad, la dominación burguesa se hace más descarada”[14]. Para explicar esa paradoja pone el foco en tres aspectos. El primero es la dilución del conflicto (desparecen los enemigos de clase, dice) como parte de un proceso que convierte la política partidaria en algo irrelevante en el capitalismo actual. En segundo lugar, las políticas sociales juegan un papel central en la cooptación y neutralización de los movimientos, ya que se despolitiza la cuestión de la pobreza y la desigualdad y se la convierte en un problema administrativo y técnico. La síntesis es que se puede reducir la pobreza sin tocar la desigualdad ni la brutal concentración de la riqueza que registra América Latina, si se adoptan los instrumentos adecuados para ello como el plan Bolsa Familia[15].

Esta doble combinación de políticas sociales y reducción del conflicto social, lubrican la profundización de la acumulación por desposesión, de modo que aquellos que interfieran en ese proceso, ya sean los que protestan contra la represa de Belo Monte en Brasil, contra la explotación de la Amazonia en Perú y Ecuador, son apartados a un lado como obstáculos al progreso. “Todo el que se opone al desarrollo del país es un terrorista”, dijo Correa en la cadena nacional del 1 de diciembre de 2007. Y aquí viene el tercer aspecto, corolario de los anteriores, que abre las puertas a una nueva comprensión de nuestras realidades:

En los términos de Marx y Engels, de la ecuación “fuerza+consentimiento” que conforma la hegemonía, desaparece el elemento “fuerza”. Y el consentimiento se transforma en su contrario: no son más los dominados los que consienten su propia explotación. Son los dominantes –los capitalistas y el capital- quienes consienten en ser políticamente conducidos por los dominados, a condición de que la “dirección moral” no cuestione la forma de explotación capitalista. Es una revolución epistemológica para la cual aún no tenemos la herramienta teórica adecuada. Nuestra herencia marxista gramsciana puede ser el punto de partida, pero ya no es el punto de llegada. [16]

Sabemos que en este punto las políticas sociales juegan un papel doble: al aliviar la pobreza muestran a los de abajo que el gobierno está realmente preocupado por su situación y facilitan el consenso social para profundizar la acumulación financiera. De algún modo los gobiernos progresistas, y en particular el de Correa, siguen adelante con las políticas diseñadas en los 90 por el Banco Mundial, aunque las han expandido y ahora las utilizan para crear una base social propia, pero desmovilizada y de carácter clientelar[17]. En Brasil, la nueva arquitectura reposaba en efecto en políticas como Bolsa Familia y, esto es lo novedoso, en el ascenso de un nuevo actor social que son los dirigentes sindicales (en particular del sector bancario) devenidos en administradores de los fondos de pensiones que son el locus de la más consistente acumulación de capital en Brasil al manejar alrededor del 16% del PIB de Brasil.

Un ejemplo para que no quede como algo abstracto. Previ es el fondo de pensiones del Banco do Brasil, que ocupa el lugar 25 en el ranking de fondos del mundo. Durante el gobierno Lula Pervi fue presidida por Sergio Rosa, ex dirigente bancario y del PT. Previ controla 78 empresas brasileñas, entre ellas Vale do Rio Doce, la segunda minera del mundo, la mayor empresa privada de Brasil (privatizada por Fernando Enrique Cardoso en 1997)  y la mayor productora de mineral de hierro del planeta. Tiene 115 mil empleados, su valor de mercado es de 170 mil millones de dólares y en 2009 tuvo ganancias de 20 mil millones de dólares[18]. Los “sindicalistas” que dirigen Previ controlan el Consejo de Administración de Vale, donde personas como Sergio Rosa deciden quién lo integra así como las inversiones que les conviene realizar.

En Ecuador es diferente. La nueva elite dirigente, todo proceso la necesita, no proviene de los cuadros de algunos sindicatos como en Brasil sino de un conjunto de profesionales incrustados en el aparato estatal. Apenas llegado al gobierno, Correa procedió a una “descorporativización” del Estado[19]. Se procedió a un masivo desalojo de sectores empresariales que tenían un fuerte control del aparato estatal. Pero las cosas no quedaron ahí. Uno de los principales blancos de la cruzada anti-corporativa de Correa fueron los sindicatos de trabajadores del sector público, buscando impedir la agremiación de ese sector y permitiendo contratos colectivos sólo por empresa. El conflicto más fuerte fue con los docentes, que para el gobierno son “mafias que mantienen secuestrada la educación y protegen la mediocridad”, al punto que se culpa a los sindicatos docentes de la mala calidad de la enseñanza[20].

El otro gran conflicto es con los indígenas. En febrero de 2009 el gobierno suprimió la autonomía de la Dirección Nacional de Educación Bilingüe y centralizó los nombramientos y decisiones en el ministerio de educación, desplazando el papel que venían jugando las organizaciones indígenas. Lo mismo hizo en todas las instituciones donde la CONAIE y otras organizaciones tenían alguna presencia. La idea que guía este accionar es que “los grupos regulados por el Estado no deben participar directamente  ni en el diseño ni en la aplicación de la regulación”[21]. Más aún: en marzo de 2008 modificó el reglamento que regula las organizaciones sociales, destacando que serán causales de disolución “incumplir o desviar los fines para los cuales fue constituida la organización” y “comprometer la seguridad o los intereses del Estado, tal como contravenir reiteradamente las disposiciones emanadas de  los ministerios u organismos de control y regulación”.

En suma, control de las organizaciones sociales y expulsión del aparato estatal. Pero la Revolución Ciudadana fija un nuevo mecanismo de participación, ya no anclado en los movimientos que eligen a sus representantes para participar en determinadas instituciones, sin en base a la selección de ciudadanos por concurso de méritos. Como el discusro oficial dice que el Estado es de todos, se apela al ciudadano individual no organizado para ocupar esos espacios. El Estado se cierra a los sectores organizados (porque son portadores de corporativismo y por lo tanto de ineficiencia y corrupción) y en su lugar elige, o coopta, a personas por goteo sin que tengan la menor representatividad social y política. Quienes los eligen conforman la alianza de funcionarios y tecnócratas que sustenta la Revolución CIudadana. El investigador Pablo Ospina concluye: “El gobierno ciudadano parece querer sustentarse en el puñado de intelectuales que forman su núcleo dirigente. Un núcleo cada vez más dependiente del liderazgo, la autoridad y el apoyo electoral de la intelectual y académica figura del Presidente de la República”[22].

Un nuevo modelo de dominación

El retorno del Estado, la nueva centralidad del Estado, depurado ahora de movimientos sociales, deja paso a una gubernamentalidad centrada en la figura del presidente/caudillo, dueño del poder y del saber, que cataloga como ”enemigo público” a todo aquel que se le enfrente o disienta. ¿Qué lleva a estos nuevos regímenes, que Dávalos designa como “posneoliberales”[23], a colocar en lugar destacado de su agenda la construcción de un Estado fuerte? “Asegurar la seguridad jurídica y la convergencia normativa”[24]. Disentir, cuestionar, provoca inseguridad jurídica, lo que perjudica la inversión extranjera y el empleo, y lleva al país a un nuevo “estado de emergencia económica”.

Es el estado el que concesiona territorios para la minería o las obras de la infraestructura para la integración sudamericana, por lo tanto la resistencia no se enfrenta con las multinacionales sino directamente con el aparato estatal. Aparece también una trampa legal. La Constitución puede hablar del Buen Vivir y de los “derechos de la naturaleza”, pero eso nunca se hace ley, ni código, en tanto se aprueban leyes que entregan el agua o los territorios a la especulación multinacional. La más avanzada Constitución del mundo queda diluida porque sus declaraciones no se convierten en resoluciones ni, remotamente, en acciones públicas.

Un Estado fuerte para garantizar la seguridad jurídica de las inversiones, básicamente mineras. David Harvey nos explica en qué consiste la acumulación por desposesión[25]. Pero no explica qué tipo de Estado es necesario en países del Sur donde los movimientos han crecido hasta convertirse en amenaza para la acumulación. Lo vamos descubriendo sobre la marcha. Y lo primero que descubrimos es que mientras en la primera fase del neoliberalismo era el mercado el que orientaba la acumulación por desposesión, ahora esa tarea le incumbe al Estado, sea conservador, progresistas o partidario del “Socialismo del siglo XXI”.

Si la financierización del sistema puso fin al Estado benefactor, en el Sur la acumulación por desposesión frena y revierte el proceso de desarrollo por sustitución de importaciones. Más allá del color político de quienes administran el aparato estatal, son los megaemprendimientos mineros, los monocultivos y la explotación de los hidrocarburos lo que devuelve centralidad Estado. Pero no cualquier Estado, ni cualquier centralidad, sino aquella capaz de convertir a los movimientos en terroristas. O, en el menos agraviante de los casos (Lula, Mujica, Kirchner…), en obstáculos al progreso. En cualquier caso, enemigos a derrotar.

No solo. También un Estado capaz de controlar e integrar, de infiltrar la sociedad y sus organizaciones autónomas, un “Estado capilar” complemento del “Estado fuerte”. El gobierno ecuatoriano creó el Registro Único de Organizaciones de la Sociedad Civil (RUOSC), vinculado al registro impositivo. El registro obliga a todas las organizaciones a inscribirse de modo que el régimen tiene ahora información detallada y ha sido capaz de advertir a dirigentes campesinos e indígenas por no haber pagado los impuestos de sus organizaciones[26].

El registro está bajo la Secretaría de Pueblos, Movimientos Sociales y Participación Ciudadana, un ministerio que nunca pidieron los movimientos y que se vuelve contra ellos, que según la directora del Registro le permite “saber dónde está la organización, a qué se dedica, para que participe en los programas y proyectos que le ofrece el RUOSC”[27]. A nivel local, el objetivo de la Secretaría es utilizar el registro para que “los gobiernos descentralizados puedan dirigir su accionar a las diferentes organizaciones en el ámbito social, económico, productivo”, lo que pasa por ir parroquia por parroquia, barrio por barrio para “ayudar” a las organizaciones de base[28].

La última frase de De Oliveira en “El revés del revés”, destila todo el pesimismo y la rabia contenida por alguien toda su vida apostó por la izquierda: “Lula es una regresión política”[29]. No es fácil estar de acuerdo con su diagnóstico. Desde el punto de vista de las relaciones interestatales, el gobierno Lula ha sido un paso hacia el multilateralismo al impulsar a Brasil como potencia global y regional. Sin embargo, desde el punto de vista de los movimientos sociales y la lucha por la emancipación, nadie puede decir que haya habido avances. Por el contrario, los movimientos  se han debilitado en todos los países que cuentan con gobiernos progresistas y de izquierda, con la excepción de Bolivia. Más aún: a la luz del debate que está promoviendo la revuelta árabe en América Latina, la sentencia de De Oliveira debe ser tenida en cuenta con el mayor rigor.


[1] Jornadanet, 19 de febrero de 2011 en http://www.jornadanet.com/n.ph​p?a=59813-1

[2] Idem.

[3] Agencia Reuters, 6 de julio de 2010.

[4] Cadena nacional del 1 de diciembre de 2007 del presidente Rafael Correa, en http://www.oilwatchsudamerica.​org/Ecuador/ecuador-rafael-cor​rea-insiste-en-que-quien-se-op​one-a-las-actividades-pertenec​e-a-un.html

[5] Paulani, Leda “Capitalismo financeiro. Estado de emergência econômico e hegemonia às avessas no Brasil”, en Hegemonia às avessas, Francisco de Oliveira, Ruy Braga y Cibelle Rizek (orgs.), Sao Paulo, Boitempo, 2010, pp. 109-134.

[6] Idem p. 115.

[7] Idem p. 124.

[8] Idem p. 132.

[9] Dávalos, Pablo Alianza País o la reinvención de la derecha, Quito, 2010 (inédito), p. 215.

[10] Idem p. 77.

[11] Le Monde Diplomatique, enero de 2011, edición Cono Sur, entrevista de Ignacio Ramonet a Rafael Correa, p. 15.

[12] Alberto Acosta, “El uso de la justicia como mecanismo de terror”, ALAI, 4 de febrero de 2011.

[13] Revista Piauí, Rio de Janeiro/Sao Paulo, No. 37, octubre de 2009.

[14] De Oliveira, Francisco “Hegemonia às avessas”, en Hegemonia às avessas, ob cit p. 24.

[15] Este tema lo abordé en mi libro América Latina. Contrainsurgencia y pobreza, Desde Abajo, Bogotá, 2010 (editado también en México, Chile y Uruguay).

[16] De Oliveira, Francisco “Hegemonia às avessas”, ob cit p. 27.

[17] Para el caso de Ecuador puede consultarse Bretón Solo de Zaldívar, Víctor, Cooperación al desarrollo y demandas étnicas en los Andes ecuatorianos, Flacso, Quito, 2001.

[18] “Vale tem segundo mayor lucro”, Folha de Sao Paulo, 25 de febrero de 2011.

[19] Ver, Ospina Peralta, Pablo, Corporativismo, Estado y Revolución Ciudadana, Flacso, Quito, 2010 en www.flacsoandes.org/web/.../12​63401619.Corporativismp.pdf

[20] Idem p. 5.

[21] Idem.

[22] Idem p. 13.

[23] El concepto de “posneoliberalismo” en Dávalos es opuesto al que defiende Emir Sader. Mientras éste sostiene que es una superación progresista del Consenso de Washington, Dávalos cree que se trata de una mera actualización en donde la centralidad del mercado cede su lugar al Estado.

[24] Dávalos, Pablo Alianza País o la reinvención de la derecha, ob cit p. 192.

[25] Harvey, David El nuevo imperialismo, Akal, Madrid, 2004.

[26] Idem p. 203.

[27] El Universo, Guayaquil, 29 de diciembre de 2010.

[28] Diario Crónica de Loja, 6 de marzo de 2011 en http://cronica.com.ec/index.ph​p?option=com_content&view=arti​cle&id=14104:secretaria-de​-pueblos-efectua-taller-&catid​=34:locales&Itemid=56

[29] Revista Piauí, ob cit.
http://www.vientosur.info

Sergio Cabral - pelado, pelado Nú com a mão no bolso

Sérgio Cabral Filho foi despido, exposto de corpo e alma, cabisbaixo e sem ter como se explicar. As vísceras à mostra expõem toda a podridão de uma nudez insólita e atrevida. Nunca, jamais, em tempo algum, se viu neste país um administrador tão generoso com o dinheiro do erário. Gentilezas inacreditáveis com alguns empresários, em contraste com o tratamento dispensado aos funcionários, à educação e à saúde. Leia matéria na íntegra em www.porfiriolivre.info

Ato Público CONTRA o "Novo" Código Florestal da Motosserra

Resultados POSITIVOS do Ato Público CONTRA o "Novo" Código Florestal da Motosserra, realizado ontem (7/07) no Palácio Anchieta.

- "Congresso Capixaba sobre o Código Florestal", a ser organizado pelo nosso mov., com apoio (estrutural $) do Governo do ES;
- Governador fará articulação p/ trazer os 03 Senadores ES para participarem: informando e recebendo as reivindicações dos capixabas quanto ao Código Florestal!
- etc.
http://www.seculodiario.com/ex​ibir_not.asp?id=13742
www.seculodiario.com
Fotos: Vinicius NunesNa tentativa de cobrar as promessas feitas pelo governador Renato Casagrande quando ele ainda era senador, um dos representantes do movimento “Salve o Código Florestal”, Alessandro Chakal, esteve no palácio de Anchieta, nesta quarta-feira (7), para apresentar propostas e reivi

A CRÍTICA E A CRITICA

A CRÍTICA E A CRÍTICA


Laerte Braga


Há uma diferença abissal entre a crítica de setores e partidos de esquerda ao governo Dilma e a crítica feita, por exemplo, pela GLOBO, ou por VEJA. No jornal que apresenta às 18 horas de segunda a sexta a GLOBONEWS – tevê por assinatura – edição de quarta-feira, a apresentadora fez questão de ressaltar a importância da denúncia de irregularidades no governo, onde quer que seja como papel do jornalista de estar sempre indignado – uma espécie de reflexo da indignação pública – com a corrupção que resultou na demissão do ministro dos Transportes.

O PSDB divulgou, quinta-feira, nota oficial onde afirma que esse Ministério “é a herança maldita da ética”. Nota oficial do PSDB falando em ética é complicado. Não é um partido, é uma quadrilha. E a indignação da jornalista deveria se estender a toda a série de irregularidades acontecidas no governo FHC, nos governos de Serra e Alckimin no estado de São Paulo e em qualquer governo tucano em qualquer lugar do País, todos bandidos.

Circula na internet, no youtube, um vídeo mostrando as relações do ex-governador de Minas Aécio Neves com a rede GLOBO e o jornal ESTADO DE MINAS, o terror implantado em seu governo no sentido de silenciar a mídia crítica, as muitas demissões de jornalistas por ousarem enfrentar o hoje senador.

Ano passado, em plena campanha eleitoral, o ex-governador e pilantra José Serra denunciou a existência de um complô via dossiê contra sua candidatura armado pelo partido do governo, o PT (são tantos). Uma ligeira investigação e Serra deixou de lado a denúncia. É que o dossiê fora encomendado e pago por Aécio Neves, quando ele e o tucano paulista disputavam a indicação do partido como pré-candidatos presidenciais e Aécio se vingava de Serra que havia antes encomendado um outro dossiê sobre ele Aécio. Aquele insinuado pelo jornalista capacho de Serra, Juca Kfoury, sobre os boatos que o mineiro era usuário de drogas.

Lula e Dilma pagam o preço da opção por alianças com partidos como o PR – Partido da República. É um partido de ladrões, quadrilha, ligado a uma igreja neopentecostal, seus principais acionistas são pastores e essa gente não faz outra coisa que não ludibriar a boa fé das pessoas, aquele negócio de vender tijolinho para ir fazendo casa no céu, ou dependendo do dízimo, mansão nas paragens cuja portaria é controlada por São Pedro.

Os chefes mesmo preferem morar em Miami.

Lula segurou e continua sendo segura, a decisão de expropriação automática de terras onde seja descoberto trabalho escravo para fins de reforma agrária. Quase todo dia a Polícia Federal ou o Ministério do Trabalho descobrem latifundiários e empresas do agronegócio se valendo de trabalho escravo, inclusive um deles, o tal rei do feijão, prefeito de uma cidade mineira e tucano, óbvio.

Dilma está prestes – se já não transformou – um dos maiores bandidos da política brasileira, Blairo Maggi, ministro dos Transportes. Responsável por desmatamentos ilegais no Centro-Oeste, envolvido em corrupção generalizada em seu governo no Mato Grosso, ligado a contrabandistas e empresas estrangeiras interessadas no nióbio brasileiro (sem ele não existiria arsenal nuclear norte-americano, ou qualquer outro) e Lula e o ex-ministro José Dirceu estão envolvidos nisso até a alma. Maggi é useiro e vezeiro em trabalho escravo.

Os baús da ditadura, outro exemplo. Não se sabe por que razão permanecem sigilosos os documentos que mostram os crimes cometidos pelos militares durante a ditadura e nem se entende o receio do governo em exibi-los. Entender a covardia dos torturadores atrás da lei da anistia – feita para eles, para inocentá-los das felonias cometidas – é fácil. A tortura é da natureza de todo covarde como Brilhante Ulstra, hoje colunista do jornal FOLHA DE SÃO PAULO (que nunca é demais lembrar, emprestava os caminhões para a desova de presos políticos assassinados no DOI/CODI paulista, ou no OBAN – OPERAÇÃO BANDEIRANTES -, financiada por empresas como a Mercedes).

Quando o secretário geral do PCB – PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO – definiu o governo Lula como “capitalismo a brasileira”, estava indo muito além de uma frase de efeito, ou de uma constatação.

O que Ivan, com certeza, quis denunciar, caracterizar, era exatamente a opção que Lula fez e Dilma mantém por determinado setor do empresariado dentro do modelo. Ou seja, o ex-presidente e a atual presidente, agregaram parte do empresariado, do latifúndio e todos os banqueiros que atuam no Brasil para implementar suas políticas, algo como uma negociação em troca de ar que lhes permitisse respirar, avançar em alguns setores, sem mudar coisa alguma, mantendo intactos os cartórios.

Só isso. Nas alianças feitas pelos governos Lula e Dilma o que existe é isso. Aceita-se a participação de quadrilhas, PR, setores do PMDB (que ainda tem muita gente digna), fecha-se os olhos a determinadas irregularidades, enquanto se toca o que consideram principal dentro dos parâmetros ditados pelo modelo. Como? A política econômica. A política de juros altos. As privatizações agora dos aeroportos e outras

Abílio Diniz envolvido em várias irregularidades fiscais, trapaças, etc, num dado momento do governo Lula chamou o presidente de “grande estadista”. Ele não acha nada disso, apenas estava no grupo de empresários absorvidos por Lula.

Eike Batista sustenta o governo Sérgio Cabral – cada vez mais Collor de Mello e já carecendo de impeachement faz tempo – em troca de grandes contratos, de concessões, etc, etc.

Não é só a casinha de Luciano Huck (regularizada pela ex-mulher de Cabral, através de seu escritório de advocacia) multado agora por cercá-la de bóias afetando o ambiente. O cinismo desses pilantras globais é impressionante. Não é o caso da jornalista que apresenta o jornal da seis da GLOBONEWS, pelo contrário, é da organização GLOBO mesmo, quadrilha. São grandes trapaças, grandes negociatas e tudo bem. Cabral pede desculpas de público, continuam morrendo assassinadas pela PM crianças na “polícia pacificadora” (caso do menino Juan), nada acontece.

Dia desses, num consultório médico, enquanto aguardava, nessas revistas velhas que povoam consultórios médicos e odontológicos (os tais da colgate que resolve tudo), li uma declaração da apresentadora do JORNAL NACIONAL (um câncer na informação, nas comunicações), falo da jornalista Fátima Bernardes, que “o meu cabelo é patrimônio nacional”. Ora, a moça perdeu completamente a noção de ser humano, incorporou o espírito robô e se acha acima do bem e do mal.

Quando VEJA e a GLOBO se “indignam” com a corrupção é porque os empresários ligados a eles estão sendo “prejudicados” em alguma negociata. No caso do ministro (bandido) Alfredo Nascimento, a concorrência com a RECORDE. O PR é um braço do esquema neopentecostal, o melhor “negócio divino” existente no País hoje e em boa parte do mundo.

Ao se afirmar que Lula cometeu erros em concessões várias e Dilma está sem rumo, perdida (Jobim chamou figuras do governo que não nominou de “idiotas” diante de FHC e Serra e continua ministro), ao mesmo tempo que se propõe uma revisão de políticas públicas em vários setores, aí sim, para que o País possa avançar, não se está fazendo o jogo da direita. Esse jogo é feito pelas debilidades do governo Dilma. Ou o caso do ministro Alfredo Nascimento, quadrilheiro de carteirinha, foi inventado e deveria ser objeto de silêncio para não prejudicar “a governabilidade e os avanços”. Que avanços?

O custo do trem bala Rio/São Paulo está orçado em 80 milhões o quilômetro, o custo da ponte – a maior do mundo – construída agora e mostrada ao mundo pelos chineses foi de dois milhões de dólares o quilômetro. Quando o PSDB e VEJA, ou GLOBO denunciam uma irregularidade é briga de quadrilhas empresariais. É diferente da crítica, muito diferente, que se faz ao modelo e às práticas do governo, mesmo porque embora pense que tenha inventado a esquerda, o socialismo, não é bem assim. Arqueólogos já comprovaram que a esquerda, o socialismo é anterior ao PT. As lutas populares são anteriores ao PT.

A discussão da reforma política que senadores e deputados deitam sapiência no curso da semana com propostas assim e assado. O que tem sido feito é apenas uma busca meticulosa de uma “reforma” que não mude coisa alguma e permita a um corrupto sem entranhas como José Sarney, repulsivo, permanecer senador e pior, presidente do Senado e um dos grandes avalistas do governo.

A crítica feita pela mídia privada reflete o que a mídia privada o é. Um braço do capitalismo, de potência estrangeira, de uma forma de terrorismo que entre outras coisas busca alienar e aterrorizar o telespectador, ouvinte, leitor, o cidadão, quando lê matéria como a da revista VEJA imputando a muçulmanos inverdades e atos inexistentes.

VEJA é podre da primeira a última página.

A crítica feita por partidos à esquerda do PT (é hoje um partido social democrata, de centro-esquerda) trabalha ao mesmo tempo – e muitas vezes é dos movimentos sociais também – a importância do debate público, da participação popular, da luta de frente com essas quadrilhas que lotam a política brasileira, caso do PR, de transformações políticas e econômicas para que se possa ter um caminho alternativo a esse “capitalismo a brasileira”.

E acima de tudo é responsável. Tem plena consciência do que significa a perspectiva de volta do tucanato ao poder. Foi por isso mesmo que esses partidos ficaram com Dilma no segundo turno (a maior parte deles) e outra vez o PCB refletiu essa responsabilidade, essa consciência, ao proclamar “com Dilma nas urnas, contra Dilma nas ruas”.

O tamanho do tsunami que se forma para atingir a América Latina nessa crise que vive o capitalismo é apavorante. E nesse diapasão, nessas alianças, nesse chove não molha, nessas discussões estéreis a cúpula do PT (pelega) e os governos petistas terão uma parcela imensa de culpa. O não perceber que o caminho não passa por alianças, mas por enfrentar o modelo.

A história que não tem como ser diferente é bobagem, desculpa esfarrapada. Falta é peito mesmo. E aí, tem que conviver com Alfredo Nascimento, com Nelson Jobim, Moreira Franco, essa corja que pulula no governo Dilma. Blairo Maggi? É o senhor do agronegócio no Brasil. Continuamos no brejo do capitalismo disfarçado de programas sociais que longe de serem transformadores, apenas adéquam parcela da população ao modelo perverso que vive seus dias finais em termos de história.

E um aspecto importante. O PT não inventou a esquerda. Tanto não inventou que hoje mal consegue se segurar na centro-esquerda.

A propósito da nota do PSDB falando em ética os caras não entendem do assunto e ficam dando palpite errado, falando besteira. Hitler tinha uma ética. Ben Gurion o primeiro chefe de governo de Israel e colaborador do nazismo tinha uma ética. Drácula tem a ética do sanguessuga. A do PSDB é a da amoralidade. Tem horror de bafômetro e adora pedágio (propinas maiores). A de Israel, desde Ben Gurion é de ressuscitar a suástica e fundi-la à cruz de David e está conseguindo fazer.

Com urgência é necessário contatar o espírito de Marx e explicar a ele que nada do que disse ou escreveu vale se não tiver o crivo do PT. Marx e todos os pensadores de esquerda desde os primórdios.

"CONSCIÊNCIA POLÍTICA RAZÃO SOCIAL": Empoderar o POVo para ver aplicarem as leis - Refo...

"CONSCIÊNCIA POLÍTICA RAZÃO SOCIAL": Empoderar o POVo para ver aplicarem as leis - Refo...: "Por uma Justiça democrática A Justiça é um espaço público, não é negócio entre compadres nem feudos medievais. Dos três poderes da Repúblic..."

Empoderar o POVo para ver aplicarem as leis - Reforma Politica Já

Por uma Justiça democrática

A Justiça é um espaço público, não é negócio entre compadres nem feudos medievais. Dos três poderes da República, o Judiciário é o que se mostra mais avesso à transparência.

João Batista Herkenhoff | Juiz aposentado do ES Publicado em 15/12/2010
Bom saber que nem tudo foi NAUFRAGIOna Justiça do ES


O Brasil precisa de Uma Reforma Politica Exclusiva com Profunda participação popular, pois TEMOS LEIS que não sao aplicadas. EMPODRAR O POVO, para que o faça aplicar as leis é preciso. Bora Gente, Juntos Somos Fortes

Democracia e corrupção

Publicado em 06/07/2011 No Direto Da Redação

http://www.diretodaredacao.com​/noticia/democracia-e-corrupca​o



'A quebra das artimanhas da corrupção só será alcançada através de intensa mobilização popular e a universidade tem papel importante nessa discussã
o.'
por João Batista Herkenhoff |

Democracia e corrupção

Naqueles momentos, que infelizmente são cíclicos na vida brasileira, em que grandes escândalos administrativos e financeiros ocupam o noticiário, seja o noticiário nacional, sejam os noticiários locais, podemos ser tentados a colocar em cheque a validade do sistema democrático.
No entanto, os desvios de conduta, ao que sinto, não existem como consequência da Democracia. O sistema democrático, especialmente a liberdade de imprensa, apenas torna públicos os atos desonestos. Impõe-se fazer um balanço geral de nosso modelo democrático. Há vícios que estão na própria raiz do sistema.
O debate não pode ficar circunscrito aos políticos. A sociedade civil organizada tem de exigir participação efetiva na discussão e presença eficaz nas estruturas de poder. A quebra das artimanhas da corrupção, a superação dos vícios que desnaturam os fundamentos da Democracia, tudo isso só será alcançado através de intensa mobilização popular.
Num grande esforço nacional pela construção da Democracia creio que um papel relevante cabe à Universidade, vista como instituição que deve estar a serviço do povo. É imperativo que a instância universitária, em comunhão com a sociedade, discuta e proponha um projeto para o país.
Ao discutir o Brasil, a Universidade, ela própria, também tem de ser discutida. Alterada em algumas de suas bases, a Universidade ficou mais bem equipada para cumprir seu papel político e social? Creio que não.Nas universidades em geral, criaram-se Centros e Departamentos. Extinguiram-se as Faculdades. As Faculdades tinham alma. Os Departamentos são etéreos.
O curso seriado foi substituído pelo sistema de créditos. Destruiu-se aquele coleguismo que se forjava na convivência, por vários anos, dos integrantes de uma turma. A turma tornava-se uma pessoa moral, o que repercutia, favoravelmente, tanto na personalidade do jovem, quanto na atmosfera social onde essa “pessoa moral” marcava presença.
Acabou-se com a cátedra. É certo que muitos catedráticos, depois da conquista do título, supunham estar dispensados das tarefas didáticas. Penso que esse desvio ético (supor que a cátedra fosse a láurea da preguiça) podia ser corrigido, pela via acadêmica (corte de ponto do professor catedrático faltoso, da mesma forma que se corta o ponto do modesto funcionário da limpeza faltoso). Não vejo que, para coibir o abuso, o caminho devesse ter sido a supressão da cátedra.
Discutir a Universidade e o ensino em geral, discutir a saúde pública, discutir o modelo econômico, discutir a estrutura partidária, discutir o sistema eleitoral, discutir o poder do interesse privado e do dinheiro nas eleições, discutir a Justiça, discutir a intervenção cirúrgica no nepotismo e no afilhadismo, discutir os tribunais de contas que devem prevenir a corrupção para terem o direito de sobreviver, corrigir não as consequências dos males, mas os males na sua origem e na sua força de contaminar o conjunto social – este é o grande desafio.

A SOCIEDADE DO ESPETÁCULO E O SEGREDO DE JUSTIÇA

Na sociedade do espetáculo, a espetacularização de investigações policiais virou norma. Há uma grotesca promiscuidade entre  otoridades  ávidas por uns minutinhos de fama e jornalistas que pisam no pescoço da ética para subir na carreira.

Nunca esquecerei o repórter da TV Globo camuflado com indumentária da Polícia Federal ao cobrir a prisão do filho de Paulo Maluf. Se estivesse numa guerra, o uso de farda  inimiga  lhe acarretaria o fuzilamento como espião.

[Alguém objetará: a PF pode ser considerada a inimiga da imprensa? Sim, mil vezes sim! O dever do jornalista é permanecer tão equidistante quanto possível de policiais e de bandidos, sem deixar influenciar-se por uns nem por outros, mantendo as mãos livres para defender os valores da sociedade e da civilização contra qualquer dos dois que os ameace.]

Outro episódio emblemático foi o da equipe de TV que combinou com a Polícia um bis da prisão de um bandido. Assim, o malfeitor já detido voltou para o volante e, filmado pelo cinegrafista que seguiu com ele no veículo, deveria chegar à barreira policial e nela ser rendido.

Só que o marginal tinha outros planos: acelerou, transpôs a barreira, desgovernou-se, colidiu.

Houve as reprimendas de praxe, mas o delegado e o responsável pela reportagem mereciam punições bem mais severas -- o primeiro por arriscar-se a perder a presa e por expô-la a uma humilhação descabida; o segundo, por tentar iludir os telespectadores, impingindo-lhes gato por lebre; ambos, por extrapolarem em muito os limites de suas funções.

INQUÉRITOS VAZADOS DEVERIAM SER ANULADOS

E que dizer de casos célebres como o do casal Nardoni, o de Suzane von Richthofen e o do goleiro Bruno? Não há dúvidas quanto à culpabilidade dos acusados, mas o sistemático vazamento para a mídia de informações que deveriam permanecer sob segredo de Justiça colocou a opinião pública tão histericamente contra eles que a possibilidade de julgamento justo se tornou uma quimera.

Da mesma forma, os proprietários da Escola Base teriam sido condenados às penas mais severas, se levados a tribunal. Felizmente, o castelo de acusações falsas ruiu antes disto... mas não antes de que o negócio familiar fosse saqueado e depredado pela turba de videotas.

As irregularidades cometidas no curso dos inquéritos policiais espetacularizados até agora não foram consideradas suficientes para sua anulação, para opróbrio da nossa Justiça e vergonha de todos que nos pretendemos civilizados.

Consentimos em linchamentos, simplesmente, pouco importando se os linchados fizeram ou não por merecer tal sorte. Se for para nos curvarmos aos clamor vingativo das ruas, por que não erguermos também arenas de gladiadores? De retrocesso em retrocesso, acabaremos voltando à Idade da Pedra.

Já quando o acusado é banqueiro e se chama Daniel Dantas, a Justiça instantaneamente se lembra de que os habeas corpus têm de ser respeitados, não se deve algemar prisioneiros desnecessariamente, é inaceitável a participação no inquérito de unidades policiais estranhas à investigação e de emissoras de TV, etc. Nada contra, salvo que o respeito pelos direitos dos suspeitos deveria ser regra e não uma exceção restrita a  vips.

O "DIÁRIO DA REGIÃO" E A VIRGINDADE PERDIDA

E eis que, depois de o segredo de Justiça ter sido tantas vezes e tão despudoradamente violado, o Ministério Público Federal lança-se numa bizarra cruzada para restaurar num único caso a virgindade perdida: indiciou um repórter -- e deverá fazer o mesmo com o editor -- do Diário da Região, de São José do Rio Preto (SP), por recusar-se a dizer quem lhe vazou escutas policiais sobre um esquema de corrupção na cidade.

A Associação Nacional dos Jornais, a Associação Brasileira de Imprensa, os jornalões e as revistonas protestam, alegando que só agentes do Estado estão obrigados a preservar o segredo de Justiça e que jornalistas não podem ser obrigados a revelar suas fontes.

Da forma como a questão foi colocada, o valor maior a ser preservado ainda é a liberdade de imprensa. Será melhor para a sociedade que as gestões da ABI e da ANJ obtenham o resultado almejado: a intervenção do ministro da Justiça.

Mas, o episódio não deveria esgotar-se com um previsível enquadramento da PF neste único caso. Há necessidade de se restabelecer a integridade do segredo de Justiça em todos os casos, com a adoção de medidas de ordem geral.

Do lado das autoridades policiais e judiciárias, a condescendência com vazamentos tem de acabar. Os agentes do Estado que revelam informações sigilosas para aparecerem no noticiário ou conquistarem a simpatia de repórteres -- e, pior ainda, os que o fazem por estarem mancomunados com interesses políticos e econômicos, visando prejudicar opositores -- precisam receber castigos exemplares.

E já passou da hora de se proibir a enxurrada de entrevistas que vem marcando os casos célebres. Só o responsável pelo inquérito pode falar, ponto final. E este mesmo, quando incidir em incontinências que atrapalhem a ação policial ou atinjam direitos dos acusados, deve ser repreendido, punido ou afastado.

Do lado da imprensa, bastaria a adoção das boas práticas jornalísticas, há tanto esquecidas. Nada de informações sem fonte e nada de   ligações perigosas   com as autoridades. Que tudo voltasse a ser feito às claras e sem engajamento nas disputas por poder.

Se continuar atuando de forma oportunista e irresponsável, a mídia se tornará cada vez mais vulnerável a iniciativas que limitam a liberdade de imprensa. De tanto dar tiro no pé, acabará de muletas.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Blairo Magi - de Transgenico a 'cavalo paraguaio': Ministro dos Transportes?EMPODERA POVO

"Quem sabe faz a hora não espera acontecer":
Enquanto isto mais uma das heranças da maldita aliança fisiologica( e chantagem ,pressao dos 'aliados' fisiologicos): Anunciado o novo ministro dos transportes.... tchanananana: Blairo Magi o rei da soja transgênica e maior defensor do Codigo. florestal.. 
 Alguem aí pode responder pra que lado fica a esquerda?
Empodera Povo. caso contrario não vai nos sobrar rosa alguma. EMPODERA POVO

GUERRILHEIROS VIRTU@IS: E tem gente que critica o MEC!

GUERRILHEIROS VIRTU@IS: E tem gente que critica o MEC!:

GUERRILHEIROS VIRTU@IS: E tem gente que critica o MEC!:

( Recebi do Saroba, um dos Guerrilheiros Virtuais e autor da postagem e comento ressaltando):Hermano, este é o jornal do qual falei no Encontro de Blog no MT , o jornal que teve sua concessao na ditadura ( como benesses por 'serviços prestados') , o que teve seus telefones grampeados por mais de um ano e o que o Diretor Presidente , em mail responde a um intervenção referente a manipulação de noticia e noticia FALSA: Boa Sorte com a mídia nacional e internacional...http://paginainfelizdanossahistoria-jsf.blogspot.com/2011/04/midia-golpista.html um jornal golpista, sensacionalista. aquele que cinco ao queriam falar do Amor, lembra? Não sei pq.não perdeu a licença ainda, noticia manipulada é crime. AH e estao no comando do MOV. PRO ES, tem condições: bjao, Nanda Tardin

quinta-feira, 7 de julho de 2011

E tem gente que critica o MEC!



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GUERRILHEIROS VIRTU@IS: vejam esta jóia que saiu n'A GAZETA de hoje. Procuramos nos textos internos e nenhuma palavra sobre este 'empurrãzinho' a não ser a demissão, anos atrás, dos revisores...

Lembram do 'escândalo' do livro do MEC? Era gente dando empurrãzinho' pro ministro cair.

Ah, e foi na versão impressa!

E o jornal é do mesmo grupo que no MT retransmite a rede globo... Coincidências, não?

Tá pensando que é só no RS, Cloaca?

KKKKKKK vamos dar um empurrãozinho no jornalão para embrulhar peixe.