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sábado, 16 de abril de 2011

Observando e aprendendo Aprenda a acordar uma jabuticabeira


Observando e aprendendo
Aprenda a acordar uma jabuticabeira

Diz um velho ditado árabe que a  experiência e a observação valem mais que os melhores livros. Até que ponto isto pode ser verdadeiro é uma incógnita, mas para quem mora no campo sua validade é inquestionável.

Por exemplo: para se informar sobre os rigores do inverno, basta     observar o comportamento das formigas. Colheita incessante e trilha extensa são uma indicação clara. A intensidade do frio e a instabilidade do tempo serão equivalentes à quantidade de alimentos que elas recolhem para o armazenamento.
E como o homem agradece tão preciosa informação? Esmagando as operárias com os pés ou jogando veneno no formigueiro. Isto, não sem antes  praguejar e proferir uma série de adjetivos nada abonadores contra a existência da "praga". Mal sabe ele que as formigas raramente atacam plantas saudáveis.

Ao invés de cuidar das plantas  doentes, ele elimina  quem   o alerta.

Reação tipicamente humana.  

Outro exemplo da importância da observação diz respeito à direção dos ventos. O mensageiro é uma ave, o João de Barro, que  mistura terra, água e palha para construir sua casinha no alto das árvores. Com ele aprende-se para que lado o vento vai soprar, pois constrói a entrada do ninho sempre em sentido contrário.

Para quem cultiva o saudável hábito de se alimentar de produtos naturais e faz questão de tratar as plantas com produtos orgânicos, não pode prescindir da experiência dos homens do campo.

O que fazer, por exemplo, se uma planta, depois de anos produzindo, parasse a produção repentinamente? A primeira providência deveria ser  jamais aceitar sugestões que envolvessem a utilização de agrotóxicos ou venenos, habitualmente designados pelo estranho nome de defensivos agrícolas.

Vejamos o caso de uma  jabuticabeira, que se enquadra no exemplo citado. Durante cinco anos cessou a produção e assim permaneceria, não fosse a experiência de um velho homem da terra, cuja recomendação trouxe de volta as frutas.

Em que consistia tal recomendação?

Que se pendurasse uma lata de 20 litros cheia de água num dos galhos e se fizesse um furo na base dessa mesma lata com prego fino, permitindo a passagem de uma gota por vez. Dia e noite elas banhariam o solo. Este ritual precisaria durar pelo menos um mês.

O resultado não poderia ser melhor.

E qual foi  a razão desse sucesso?

Segundo o velho e sábio lavrador, as plantas são como as pessoas.  Além de sensíveis, gostam de carinho e atenção, precisam descansar e repousar. Mas, muitas vezes elas se esquecem de acordar, ficando adormecidas por longo tempo.

As gotas funcionaram como um despertador.

Finalmente, aos que o destino reservou a inconveniência de ter por companhia os indesejáveis pernilongos, não se preocupem. Para afastá-los basta partir um limão ao meio e colocá-lo próximo.

Para os que abriram as portas para a tecnologia, utilizando aparelhos com refil, continuem com as portas abertas, mas substituam  o refil artificial por casca de limão do mesmo tamanho.

É infalível.

Depois disso, fica a indagação: a natureza pertence ao homem, ou o homem é que pertence à natureza?
Georges Bourdoukan

MÁRTIR DA INDEPENDÊNCIA OU HERÓI REVOLUCIONÁRIO?

“Brecht cantou: ‘Feliz é o povo
que não tem heróis’. Concordo.
Porém nós não somos um povo
feliz. Por isso precisamos de
heróis. Precisamos de Tiradentes.”
(Augusto Boal, “Quixotes e Heróis”)

Será que os brasileiros sentem mesmo necessidade de heróis, salvo como temas dos intermináveis e intragáveis sambas-enredo? É discutível.

Os heróis são a personificação das virtudes de um povo que alcançou ou está buscando sua afirmação. Encarnam a vontade nacional.

Já os brasileiros, parafraseando o que Marx disse sobre camponeses, constituem tanto um povo quanto as batatas reunidas num saco constituem um saco de batatas...

O traço mais característico da nossa formação é a subserviência face aos poderosos de plantão. Os episódios de resistência à tirania foram isolados e trágicos, já que nunca obtiveram adesões numericamente expressivas.

Demoramos mais de três séculos para nos livrarmos do jugo de uma nação minúscula, como um Gulliver imobilizado por um único liliputiano.

E o fizemos da forma mais vexatória, recorrendo ao príncipe estrangeiro para que tirasse as castanhas do fogo em nosso lugar; e à nação economicamente mais poderosa da época, para nos proteger de reações dos antigos colonizadores.

Isto depois de assistirmos impassíveis à execução e esquartejamento de nosso maior libertário.

Da mesma forma, o fim da escravidão só se deu por graça palaciana e quando se tornara economicamente desvantajosa.

Antes, os valorosos guerreiros de Palmares haviam sucumbido à guerra de extermínio movida pelo bandeirante Domingos Jorge Velho, que merecidamente passou à História como um dos maiores assassinos do Brasil.

E foi também pela porta dos fundos que nosso país entrou na era republicana e saiu das duas ditaduras do século passado (a de Vargas terminou por pressões estadunidenses e a dos militares, por esgotamento do modelo político-econômico).

Todas as grandes mudanças positivas acabaram se processando via pactos firmados no seio das elites, com a população excluída ou reduzida ao papel de coadjuvante que aplaude.

É verdade que houve fugazes despertares da cidadania:
  •  em 1961, quando a resistência encabeçada por Leonel Brizola conseguiu frustrar o golpe de estado tentado pelas mesmas forças que seriam bem-sucedidas três anos mais tarde;
  • em 1984, com a inesquecível campanha das diretas-já, infelizmente desmobilizada depois da rejeição da Emenda Dante de Oliveira, com o poder de decisão voltando para os gabinetes e colégios eleitorais; e
  • em 1992, quando os  caras-pintadas  foram à luta para forçar o afastamento do presidente Fernando Collor.
Nessas três ocasiões, a vontade das ruas alterou momentaneamente o rumo dos acontecimentos, mas os poderosos realizaram manobras hábeis para retomar o controle da situação. Rupturas abertas, entre nós, só vingaram as negativas.

Vai daí que, em vez de heróis altaneiros, os infantilizados brasileiros são carentes mesmo é de figuras protetoras, dos coronéis nordestinos aos  padins Ciços   da vida, passando por   pais dos pobres   tipo Getúlio Vargas.

Então, Zumbi dos Palmares, Tiradentes, Frei Caneca, Carlos Marighella, Carlos Lamarca e outros dessa estirpe jamais serão unanimidade nacional, como Giuseppe Garibaldi na Itália ou Simon Bolívar para os hermanos sul-americanos.

O 21 de abril é um dos menos festejados de nossos feriados. E o próprio conteúdo revolucionário de Tiradentes é escamoteado pela  História Oficial, que o apresenta mais como um Cristo (começando pelas imagens falseadas de sua execução, já que não estava barbudo e cabeludo ao marchar para o cadafalso) do que como transformador da realidade.

Então, vale mais uma citação do artigo que Boal escreveu quando do lançamento da antológica peça Arena Conta Tiradentes, em 1967:
Tiradentes foi revolucionário no seu momento como o seria em outros momentos, inclusive no nosso. Pretendia, ainda que romanticamente, a derrubada de um regime de opressão e desejava substitui-lo por outro, mais capaz de promover a felicidade do seu povo. 
...No entanto, este comportamento essencial ao herói é esbatido e, em seu lugar, prioritariamente, surge o sofrimento na forca, a aceitação da culpa, a singeleza com que beijava o crucifixo na caminhada pelas ruas com baraço e pregação
 ...O mito está mistificado.
Quando o povo brasileiro estiver suficientemente amadurecido para tomar em mãos seu destino, decerto encontrará no revolucionário Tiradentes uma das maiores inspirações.


TÓPICO DE ABERTURA DO ESPECIAL TIRADENTES DO BLOGUE NÁUFRAGO DA UTOPIA. EIS OS LINKS DOS DEMAIS:
POR QUE TIRADENTES?
O TEATRO E A VIDA
"SE EXISTISSEM MAIS BRASILEIROS COMO EU..."
CANCIONEIRO DA LIBERDADE


sexta-feira, 15 de abril de 2011

REFORMA ELEITORAL


Hilda Suzana Veiga Settineri
REFORMA ELEITORAL

Hoje quero contar a história de um aprendiz que era muito dedicado. Todo dia chegava mais cedo. Meticulosamente conferia cada um dos componentes. Sabia com precisão as medidas e as repetia diariamente chegando à exaustão.

E, esperava pacientemente que se produzisse algo novo. A fantasia como de qualquer iniciante era de que se fizesse com mais esmero o resultado poderia ser outro, mesmo utilizando os mesmos componentes.

Os anos foram passando e o jovenzinho fez-se homem, deixou de ser aprendiz e passou a ser o mestre e os anos sucediam-se inapelavelmente, enquanto ele, não desistia. Nesse altura o cabelo farto que tinha se desfez e aqueles que sobraram empalideceram pelo tempo.

Por fim, a senilidade talvez o tenha trazido a razão e passou a rir de todas as inteligências que bradavam em alto e bom som por reformas apegados a velha fórmula que o acompanhou ao longo da vida.

Me perdoem, caso tenha me excedido, mas alguém pode acreditar que o Poder Legislativo, mesmo com os poucos “novos” integrantes sejam capazes de implantar mudanças que signifiquem ameaças ou perdas para aquela elite que insiste na tese de que a República era um projeto apenas para mandar embora D. Pedro II, e, não contra os costumes e a tradição, entre as quais, a hereditariedade, a vitaliciedade e outras coisas que aqueles com muita “idade” no legislativo apegaram-se os tendo como seus.

Entre tantas fábulas que se conhece, talvez, quem sabe mais esta venha a fazer parte do imaginário popular e um dia um matuto ponha-se a pontear na viola essa tragicomédia, que embora seja hilária nos faz rir da própria dor:

“Lá no alto, bem no alto, naquele planalto tem tantas histórias para se contar, é preciso muita paciência, calma e prudência para a rima não te complicar. Permitam-me bater em retirada, porém, essa história de reforma está muito mal contada e o povo na hora certa, vai mostrar”

Hilda Suzana Veiga Settineri

INTERNET TRINCHEIRA DE LUTAS - Aos Mov. Sociais e Blogueiros





Um pedido a Blogueiros e Movimentos sociais- A Fim de despertar e lutar pela maior participação dos movimentos sociais na net, postarei aqui a sintese de minha explainação na etapa estadual do Encontro de Blogueiros do MT ( apenas para exemplificar o que tantos outros já fazem e que podem ser pautados e/ou exemplificados):




    • Nossa preocupação e a dos companheiros blogueiros daquele Estado foi a de discutir a importância da internet e o caráter revolucionário que a rede mundial de computadores abriu no campo das comunicações.


      Por uma coincidência o encontro foi realizado simultaneamente com o semelhante evento do Sindicato dos Jornalistas do Mato Grosso.

      Paulo Henrique Amorim, por telefone (presente em Cuiabá sua esposa Geórgia) fez uma bela palestra sobre a comunicação via blogs – para ambos os eventos, blogueiros e jornalistas – e à tarde, eu e Laerte falamos para companheiros blogueiros, enquanto José Arbex falou para os jornalistas.

      Tivemos o privilégio de ter no público da nossa fala grande presença de jornalistas que abandonou a palestra do Arbex (excelente companheiros) e preferiu a dos blogueiros.

      Ficou claro e evidente ao final dos encontros e sobretudo do encontro dos blogueiros que a revolução em curso no setor das comunicações – internet – é indetível.

      Não há como paralisar esse extraordinário movimento de aldeia global e que começa a ganhar formas e vida que superam a mídia privada (jornais e revistas) e ameaça rádios e tevês) em termos de presença.

      E, tampouco, o seu caráter de independência, quebrando o poder da mídia privada (podre e ligada às elites políticas e econômicas).

      Um representante da FENAJ (FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS) se apresenta como sendo cúmplice do patronato, mais no sentido do ideário escorado em regulamentações, censura, sem necessidade de dizê-lo, ou seja, se percebe de imediato o jogo de gato e rato fingidos no processo.

      É lamentável, mas os próprios jornalistas começam a perceber isso, aqueles que se aferram à idéia do diploma.

      Laerte, por exemplo, que é jornalista, falando pela manhã, na sessão conjunta dos encontros disse que “ou os jornalistas se adéquam à nova realidade que é revolucionária e muito maior do que se imagina, ou serão engolidos por essa realidade e desaparecerão numa poeira que ao longo da história fez muitos que não entenderam exatamente a história desaparecer”.

      Não houve contestação.

      Acho importante, até levando em conta o PT, as disputas internas, que seja evitado o aparelhamento do partido por grupos internos, tendências, forças e já percebemos isso, de olho no futuro.

      Por esse motivo preferimos falar para um espectro maior. Não há avanços sem os movimentos sociais, sem a sociedade civil organizada e até a “desorganizada”, à medida que a perspectiva de formação se torna maior, mais ampla e irreversível.

      Para calar os blogueiros, por exemplo, teriam que invadir a casa de cada um e confiscar os computadores pessoais, ou terminar com a internet.

      Não têm como.





    • Fernanda Tardin Temas da palestra que fiz

      INTERNET TRINCHEIRA DE LUTAS
      ELLES GANHAM PARA ISTO 
      1- Após apresentação iniciamos mostrando que a "midia PIG" ganha para ser golpista: http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2010/09/marqueteiro-de-bush-e-fhc-sustenta.html
       
      Marqueteiro trabalha para Micheletti, Uribe e FHC e ganhou 290 mil dólares para fazer o GOLPE ser consumado
      A MIDIA SEM MASCARA
      2- Passado esta explainação exemplifiquei com um mail recebido do Presidente da Rede Gazeta a um questionamento sobre manipulação de fato: integra no link
      http://paginainfelizdanossahistoria-jsf.blogspot.com/2011/04/midia-golpista.html

      Exemplo 1 -Artigo de Março de 2010 De Elio Gaspari:
      Na segunda-feira, dia 15, o governador Paulo Hartung (PMDB-ES) tem um encontro marcado com o infortúnio. Depois de anos de negaças, o caso das "masmorras capixabas" será discutido em Genebra, num painel paralelo à reunião do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas.
      Hartung tem 52 anos, um diploma de economista e a biografia de um novo tipo de político. Esteve entre os reorganizadores do movimento estudantil no ocaso da ditadura. Filiou-se ao PSDB, ocupou uma diretoria do BNDES, elegeu-se deputado estadual, federal e senador.
      Na reunião de Genebra estará disponível um "Dossiê sobre a situação prisional do Espírito Santo". Tem umas 30 páginas e oito fotografias que ficarão cravadas na história da administração de Hartung. Elas mostram os corpos esquartejados de três presos.(segue ...)

      Exemplo 2: E-mail trocado entre Fernanda Tardin e Carlos Lederberg Neto, Diretor presidente da rede gazeta de comunicações:
      Res: URGENTE - QUE A MÍDIA CUMPRA SEU PAPEL
      Quarta-feira, 19 de Abril de 2006 17:41:55
      De:
      "cafe.lindenberg@redegazeta.com.br"
      Exibir contato
      Para:
      Fernanda Tardin



      >Sra. Fernanda,

      Estou viajando. Nao poderei estar pessoalmente com a sra.
      Quanto ao papel da mihdia, no tocante aa minha empresa, estah sendo cumprido adequadamente.
      Boa sorte com a imprensa nacional e internacional.
      >_____________________________________________________________________________
      >Carlos Lindenberg Neto ( SEGUE...)


       3- Tb. falamos das causas e que para cada causa usamos um BLOG especifico que tem em cada um deles sempre 3 ou 4 jornalistas, que pegam as informações recolhidas e transformam em artigos para pautar 
      Exemplificamos mostrando alguns BLOGS e ainda trabalhando com o Blog Honduras Urgente a fim de explicar como se deu o inicio da mobilização para resistencia:  
      http://mineirimblog.blogspot.com/
      http://ndh2009.blogspot.com/
      http://apesardevc19641985.blogspot.com/
      http://ficabattisti.blogspot.com/
      http://hondurasurgente.blogspot.com/


    • 5- Imediatamente a estes casos , mostramos que a net tb. é local de mobilizar e agregar, que após eu anunciar que viria a MT, recebi de anonimo esta denuncia ( que lá nao sai na grande midia): http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2011/04/voces-conhecem-realidade-de-mt.html A Realidade do Mato Grosso A seguir falei do uso da net para as denuncias e daí apresentei o Blog do Protogenes com este exemplo :

       
      ATT MOVIMENTOS E BLOGUEIROS, Notei que o inicio foi disperso, logo depois , sem a presença de mov. sociais no encontro ( tinha apenas 3 pessoas dos movimentos) a att foi dada pelos presentes e esta importancia percebida, embora timidamente comentada, ainda. Precisamos fazer e ampliar esta fala e este lado da Internet . Juntos Somos Fortes


Video sobre o capitalismo, o consumismo e a desigualdade social.

SURPLUS - Documentário sobre o capitalismo, o consumismo e a desigualdade social.

http://www.youtube.com/watch?v=3ifFzLtoRkY
www.youtube.com
‎(LEGENDADO EM PORTUGUÊS)-(COMPLETO) - Surplus - Terrorized into Being Consumers (Tradução livre). Documentário sobre o capitalismo, o consumismo e a desigualdade social.

: O FINANCIAMENTO DOS ÓRGÃOS DE REPRESSÃO, TORTURA E EXTERMÍNIO DE OPOSITORES DA DITADURA PELO CAPITAL PRIVADO

DITADURA: VERDADES OMITIDAS: O FINANCIAMENTO DOS ÓRGÃOS DE REPRESSÃO, TORTURA E EXTERMÍNIO DE OPOSITORES DA DITADURA PELO CAPITAL PRIVADO: "O FINANCIAMENTO DOS ÓRGÃOS DE REPRESSÃO, TORTURA E EXTERMÍNIO DE OPOSITORES DA DITADURA PELO CAPITAL PRIVADO
Enviado POR ALIPIO FREIRE

Sábado Resistente

VAMOS DISCUTIR O FINANCIAMENTO DOS ÓRGÃOS DE REPRESSÃO, TORTURA E EXTERMÍNIO
DE OPOSITORES DA DITADURA
PELO CAPITAL PRIVADO


AMANHÃ, SÁBADO
16 DE ABRIL DE 2011

14 horas

MEMORIAL DA RESITÊNCIA
SÃO PAULO

Compareçam e divulguem



Sábado Resistente discute o financiamento da repressão e das torturasHomenagem aos operários assassinados do Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT)

O Sábado Resistente dá sua contribuição à implantação da Comissão da Verdade, a ser votada pelo Congresso Nacional, promovendo o debate sobre a participação de empresários no financiamento das torturas e da repressão política e apresenta provas.
A participação de empresários no esquema de repressão e extermínio de militantes de oposição sempre foi tratado como tabu histórico, sob a alegação de ser uma demonstração de revanchismo. O Sábado Resistente encara esse debate e convoca os democratas para a luta em defesa da Verdade histórica.

Programação
14h00 - Boas vindas: Kátia Felipini (coordenadora do Memorial da Resistência)
- Apresentação: Maurice Politi (Diretor do Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum dos ex-Presos Políticos de São Paulo)

14h15 - Exibição de extratos do filme 'Cidadão Boilesen', de Chaim Litewski

15h00 – Palestra e debateParticipação: Eugênia Gonzaga (Procuradora da República - MPF)
Pedro Asbeg (Produtor do filme Cidadão Boilesen)Coordenação: Alípio Freire (Diretor do Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum dos ex-Presos Políticos de São Paulo)
17h00
Homenagem aos militantes do Movimento Revolucionário Tiradentes nos 40 anos do extermínio da Organização
Aderval Alves Coqueiro - operário metalúrgico
Daniel José de Carvalho - operário metalúrgico
Devanir José de Carvalho - operário metalúrgico
Dimas AntÃ?nio Casemiro - operário gráfico
Joaquim Alencar de Seixas - operário mecânico
Joel José de Carvalho - operário gráfico

Data: 16 de abril e 2011Local: Memorial da Resistência (Largo General Osório, 66 - LUZ)
Horário: 14 horas
Os Sábados Resistentes, promovidos pelo Núcleo de Preservação da Memória Política e pelo Memorial da Resistência de São Paulo,
são um espaço de discussão entre militantes das causas libertárias, de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e todos os interessados no debate sobre as lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime civil-militar implantado com o golpe de Estado de 1964.
Os Sábados Resistentes têm como objetivo maior o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais a o Ser Humano.

– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

: ‘Amor e revolução’: Licurgo Spínola, APOIA INICIAT...

DITADURA: VERDADES OMITIDAS: ‘Amor e revolução’: Licurgo Spínola, APOIA INICIAT...:

‘Amor e revolução’: Licurgo Spínola, APOIA INICIATIVA DO GRUPO DOCUMENTO DITADURA

Marcelle Carvalho
Postagem Dag Vulpi 15/04/2011 13:58
Licurgo Spínola é o guerrilheiro Batistelli em 'Amor e revolução', do SBT / Foto: Lourival Ribeiro / SBT Em repúdio a manifestação da Associação Beneficente dos Militares Inativos e Graduados da Aeronáutica (ABMIGAer), que criou um abaixo-assinado na internet para tirar do ar a novela ‘Amor e revolução’, também foi criado, on line, documento que apoia a transmissão da trama do SBT. O documento endereçado a Paulo Bernardo Silva, Ministro das Comunicações, foi assinado por um grupo que se intitula Documento Ditadura, cujo perfil no Facebook tem 236 membros. Ao ter conhecimento desta manifestação, o ator Licurgo Spinola, que faz na trama o revolucioário Batistelli, também aderiu ao movimento.
- A época das caça às bruxas já acabou. Quando vi este movimento de apoio a transmissão da novela, quis participar. É um absurdo acharem que ma ação contrária vai ter voz. A ditadura faz parte da história do Brasi, que alguns querem deixar de lado, fazer disso um tabu. O que me preocupa não é essa tentativa de tirar a novela do ar, porque isso não vai acontecer, mas saber que há pessoas tão reacionárias, castradoras - analisa o ator.

Licurgo conta que os colegas de elenco ficaram pasmos com o repúdio por parte de alguns militares.

- Todo mundo ficou abismado, por um momento rolou um “será que pode acontecer?”. Mas estamos cientes que isso está fora de cogitação. O fato é que esse burburinho todo acaba fomentado a curiosidade das pessoas em relação à novela. O que favorece a gente, já que quem não está vendo a novela vai querer ver para saber o porquê desta confusão - acredita o ator, que se sente honrado por fazer parte da história de Tiago Santiago: - É bom estar num projeto que pretende alertar o público sobre esse período funesto ocorrido no Brasil, que pessoas foram mortas e torturadas, para haver repetição dessa situação. Estamos num país democrático. É tão democrático que até permite esse tipo de manifestação contrária. O importante é mostrar que não tem porque passarmos por nenhuma censura, não há motivos para vivermos isso de novo.

LEIA ABAIXO O TEXTO DO ABAIXO-ASSINADO:

EU APOIO A TRANSMISSÃO DA NOVELA “AMOR E REVOLUÇÃO” NA EMISSORA SBT!
“A memória histórica do país é patrimônio inalienável do povo brasileiro!”
A novela “Amor e Revolução” vem rendendo na internet, apesar da audiência ainda estar aquém do esperado na TV. Desta vez, um portal militar resolveu fazer um abaixo-assinado contra a novela de Tiago Santiago, que aborda o período da ditadura militar no Brasil. Os donos do site querem que a trama seja proibida de ir ao ar no SBT.
Será que nunca deixamos a ditadura? Será que esses vinte e seis anos dito de volta à democracia, foi uma farsa e que sempre os militares ditaram os rumos do nosso país? Será que sempre eles disseram o que deve ser passado na televisão, no Brasil? O que esses militares estão tentando fazer e o que já fizeram, criando o tal abaixo-assinado, é um ato de censura e que não cabe em um país que se diz democrático. O tempo da ditadura militar já passou e já passou bem tarde e as conseqüências de tal período foram muitos mortos, muitas pessoas com sequelas terríveis, tanto físicas quanto mentais e famílias que ainda choram seus parentes desaparecidos e assassinados. Nada disso é uma coisa pequena. Os militares vivem se metendo em assuntos que envolvem a ditadura militar, pois não querem que suas ações no período sejam reveladas e que fiquem impunes para sempre.
Como não pode-se abrir nem ter acesso a muitos documentos da época, façamos o que estiver ao nosso alcance para que os militares não cometam mais esse absurdo de censurar uma novela que está se mostrando imparcial e não está citando nomes de terceiros de nenhum dos lados - apenas fatos -, e ainda apresenta, no final de cada capítulo, depoimentos de ambos os lados. Chega dos militares quererem mandar, dá opinião em tudo que toque a eles! Chega do dedo militar nos programas televisivos, apontando o que deve e o que não deve ser passado na TV brasileira!

UM SONORO NÃO

UM SONORO NÃO


Laerte Braga


Paulo Henrique Ganso precisa tomar cuidados especiais. O “bom caráter” do futebol brasileiro – engenheiro de obras prontas – Muricy Ramalho chamou-o de artista. Ano passado fez isso com Conca e desde então o argentino não consegue mais reeditar as atuações que o consagraram no Fluminense. Quem sabe Ganso não se benze, faz uma pajelança, ou coisa assim, prevenir é melhor que remediar.

Catherine Ashton não joga futebol, mas é a chefe da diplomacia da União Européia (grupo de colônias norte-americanas no velho mundo e todas em estado pré-falimentar) e vem ao Brasil conversar com Dilma Roussef em maio.

Traz na bolsa uma proposta simples. Quer o Brasil participando de “missões de paz” na África, no Leste Europeu e no Oriente Médio. As tais “missões de paz” são executadas por militares.

As colônias européias dos EUA tomam conta de “missões” semelhantes em nove países, principalmente aqueles onde sejam fartas as reservas de petróleo, minerais estratégicos, aquele mesmo esquema do século XVII quando levavam tudo e mais alguma coisa de suas antigas colônias.

Um primeiro contato com o governo brasileiro foi feito em julho do ano passado e rejeitado pelo chanceler Celso Amorim. Pelo presidente Lula.

O acordo proposto prevê diversos “combos” (essa gente adora essa expressão) de participação. Envio de tropas, utilização de policiais e profissionais da área jurídica e a cereja da oferta das colônias chamadas União Européia são as ambições brasileiras de participar em maior escala de ações internacionais.

Vestir a camisa de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

O foco principal das “missões” é construir a “paz” – mais ou menos saquear o que pode e não pode – através do Estado de Direito (deles) e treinar militares e policiais dos países auxiliados. A velha história que conhecemos em 1964. Pegam parte das forças armadas brasileiras e dão um golpe. Foi assim que fizeram contra o governo Goulart. Dirigem o trânsito no Haiti há anos.

É assim que estão fazendo no Egito. Sai Mubarak, continua Hosni. As forças armadas baseadas naquele país não têm nada a ver com o Egito, mas com o soldo no fim do mês e esse vem de Washington.

O detalhe significativo dessa vocação das colônias européias de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A é que tais missões correm à margem da ONU – organização falida e sem prestabilidade alguma, pelo menos na forma e desenho atual.

Correm à revelia da Organização das Nações Unidas. Esvaziam o movimento pela reforma da estrutura da mesma ONU, caminho que o Brasil defendeu durante o governo Lula e foi empenho direto de Celso Amorim.

Como o chanceler atual é Patriota fica sempre a dúvida. “O patriotismo é o último refúgio dos canalhas”, a eterna frase de Samuel Johnson.

Uma decisão desse nível, se tomada pelo governo brasileiro – é uma incógnita até agora, estão explicando a Moreira Franco o que quer dizer “assuntos estratégicos” e é uma dificuldade entender que não tem nada a ver com vinte por cento –, tem que passar pelo Congresso.

Esse tipo de ação, via de regra, começa pelo deputado Eduardo Azeredo (funcionário do terceiro ou quarto escalão do esquema, faz o chamado serviço sujo) e termina nos braços de José Sarney, aquele que o ditador Figueiredo expulsou a pontapés do Planalto quando ele lá foi pedir desculpas por algumas lambanças (era do time da ditadura).

Agentes dos serviços de inteligência do conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A agem à luz do dia no Brasil, estão infiltrados em setores importantes de instituições vitais para a nossa soberania (o pretexto é sempre o treinamento, o mesmo que fazia o professor de tortura, estupro, assassinato, etc, Dan Mitrione à época da Operação Condor) e neste momento retomam com força total o discurso de terrorismo na região de Foz de Iguaçu. O Itamaraty está entrando nessa dança, isso é lamentável.

Ato contínuo à participação desejada do Brasil em “missões de paz”, chegaremos à etapa “bases militares” para facilitar ações conjuntas. O ministro Aluísio Mercadante, ex-esquerda, vestindo atualmente as chamadas “camisas coloridas de Miami”, já cogita de trazer a público a discussão sobre a Base de Alcântara. Quer ir introduzindo o assunto aos poucos, até convencer que é melhor deixá-la com os norte-americanos.

É o tal rio subterrâneo que corre no Brasil e não tem nada a ver com os brasileiros, mas é a sombra viva de 1964.

Continua em destaque a opção “capitalismo a brasileira” (conceito definitivo de Ivan Pinheiro), só que agora com o viés de economistas, a começar pela presidente, naquele negócio de custo/benefício.

Se der lucro manda ver, até injeção na veia.

Acreditam que assim viramos potência. Belo Monte é um exemplo disso. Torcem todo o processo e entregam boa parte do território brasileiro a grupos econômicos ditos nacionais (são minoritários se formos às raízes e se compreendermos raízes como parte de um grande jardim, o conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A) e dane para além da soberania, o meio-ambiente e tudo o mais.

A MONSANTO, por exemplo, que aparentemente não tem nada a ver com o trem agradece penhoradamente.

Quando acordarmos estaremos pagando imposto a Eike Batista e não mais aos cofres públicos. Ou a Daniel Dantas (nesse caso não é imposto, é proteção).

Inseridos no contexto da União Européia, velhos e bolorentos modelos ornados de lojas da rede McDonald’s, com bases formosas e repletas de tecnologia de ponta capazes de nos alçar à condição de potência de coisa nenhuma. A bandeira dos EUA tremulando impávida em cada canto.

A questão maior é de fundo, modelo. Isso implica em participação popular e não em lista fechada imposta pelo cacique José Dirceu. “Mim querer mandato de volta a qualquer custo, mesmo sem voto”.

Desde os tempos de Gutenberg, por um bom período, jornais especificamente e no curso dos tempos toda a mídia, têm servido, serviram, aos interesses populares. Mídia foi igual a intermediária entre aspirações populares e governos. Mídia HOJE é parte do processo das elites, aquelas que FHC quer recuperar, ela e seus seguidores (a classe média, a que come arroz e feijão e arrota maionese).

Estamos lascados e achando que vamos ganhar o jogo.

Sabe a cidade de Anchieta no Espírito Santo? Onde o jesuíta escreveu nas areias da praia um poema dedicado à Maria? Tem um Ubu por lá, distrito, bairro, a nomenclatura pouco importa. Vão para o espaço, tanto Ubu como a praia, Anchieta. A VALE vai investir progresso predador na região.

Esse conjunto todo de coisas aparentemente sem nexo, ou ligação, mas suplementando a renda de chapas brancas espalhados pelo mundão de Deus, vai terminar quando um cara bater à sua porta, hoje. De seu filho, amanhã. De seu neto, depois de amanhã e cobrar o imposto que todo brasileiro deve pagar para ser brasileiro e morar no Brasil.

E ai de você se não souber inglês para entender direitinho como calcular o dólar do dia.

Ou se dá um sonoro não a esse conjunto todo, ou o brejo é ali mesmo.

O que, por exemplo, ficou óbvio no Encontro de Blogueiros do Estado do Mato Grosso, é que se não tirarmos a cabeça do buraco, que nem avestruz, enxergando coisas que não existem exceto na GLOBO e adjacências, nos chapas brancas (muito bem pagos), se o movimento social não for parte do processo, a tal sociedade civil organizada e a desorganizada também, a dança vai ser dolorosa.

Só falta dona Catherine querer que os ministros sejam revistados em nome do Brasil potência.

O que se espera (pode ser outra coisa?) é um não, um simples não.

O compromisso do Brasil é com a América Latina e não queremos ser a Israel latino-americana. Não temos essa vocação genocida, criminosa.

E nisso tudo a culpa é do Irã. Massacrar pode a vontade, mas no Barhein. Na Líbia não. Não são aliados.

A entrevista que Julian Assange concedeu ao jornal THE HINDU é perfeita e mostra como essa turma age, qual o perfil do conglomerado.

Pode ser lida em

http://redecastorphoto.blogspot.com/2011/04/julian-assange-entrevista-ao-hindu-12_5772.html