Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sexta-feira, 25 de março de 2011

A LEI DA FICHA LIMPA, A HEMORRAGIA E OS ESPARADRAPOS

Nunca apoiei a Lei da Ficha Limpa, pois detesto paliativos e, mais ainda, simulacros de soluções.

Vivemos sob o sistema capitalista, cujo primeiro e único mandamento é enriquecei!.

Sem complemento nenhum. É só enriquecei!, mesmo.

Pouco importa se por meios éticos, amorais ou imorais. Isto é irrelevante. O capitalismo a todos lança numa corrida de ratos atrás da riqueza, status e poder, pisando em quem atrapalhar a escalada.

Há ainda certas leis vetustas, anticapitalistas. Como aquela proibindo que se assassine o concorrente direto para tirá-lo do caminho.

Mas, quem enriqueceu geralmente consegue escapar das grades, seja com subornos bem colocados, seja recorrendo ao estoque infinito de medidas protelatórias que a Justiça lhes faculta e os luminares do Direito estão sempres prontos para sugerir.

Mais: só tolos não percebem que Executivo e Legislativo hoje pouco mais são do que Poderes decorativos, pois sua liberdade de ação acaba onde começa a imposição dos ditâmes do grande capital.

Bancos estão entre o que há de mais parasitário, pernicioso e predatório em nossa sociedade. O que aconteceria se Dilma Rousseff e os nobres parlamentares decidissem estatizar o sistema financeiro, confiscando o que foi arrancado do povo para devolvê-lo ao povo? Não durariam um dia nas suas funções.

Pois, mais do que qualquer cláusula pétrea da Constituição, prevalece o princípio de que nada será feito contra os interesses dos realmente poderosos. E revoguem-se  os que  dispuserem em contrário, como revogaram  Allende, João Goulart e tantos outros...

O Executivo nada mais faz do que gerenciar o País para os capitalistas. O Legislativo discute o sexo dos anjos e aprova aquilo que lhe compete aprovar, depois de concluídas as barganhas de praxe.

Se afastarmos os corruptos mais ostensivos, só conseguiremos fazer com que os demais sofistiquem o  modus operandi.

Eu era um novato na imprensa do Palácio dos Bandeirantes quando do Fora Collor!. Jamais esquecerei a avaliação de um colega que lá trabalhava há décadas:
 "O único pecado do PC Farias foi desconhecer as práticas adotadas por seus iguais dos centros políticos importantes. Todos cometem os mesmíssimos delitos. Só que, em São Paulo, caixa 2 jamais emite cheques, paga tudo em dinheiro vivo, para não deixar digitais espalhadas por aí. O caipirão das Alagoas não sabia disto..."
Então, sempre que ouço falar em acabarmos com a corrupção sob o capitalismo, a imagem que me vem à mente é a de cidadãos a enxugar gelo para todo o sempre e esforçando-se se ao máximo para crerem que fazem algo útil...

Se quisermos estabelecer o primado da moralidade, teremos de dar um fim ao sistema econômico fundado no enriquecei! e instaurar outro em que o valor supremo seja o bem comum, com cada indivíduo dando sua melhor contribuição para a felicidade de todos.

O resto são fúteis tentativas de estancar hemorragia com esparadrapos. 

DILMA, O EMBUSTE - OITO ANOS DE INDEPENDÊNCIA JOGADOS FORA

DILMA, O EMBUSTE – OITO ANOS DE INDEPENDÊNCIA JOGADOS FORA


Laerte Braga


As declarações da embaixadora brasileira na Comissão de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, justificando o voto vergonhoso do Brasil a propósito do tema em relação ao Irã jogam foram os oito anos de política externa independente que Lula construiu com Celso Amorim e transformam o nosso País na Colômbia preferida dos EUA na América Latina.

Deixamos de ser protagonistas e viramos coadjuvantes, carregadores de pastas dos donos.

Dilma Roussef é um embuste, um caso claro de estelionato eleitoral. Ludibriou a Lula e aos brasileiros que acreditaram em suas palavras durante a campanha eleitoral.

O levante popular no Egito contra a ditadura de Hosni Mubarak, aliado dos EUA e de Israel produziu uma violenta reação dos Estados Unidos, países da Europa e Israel no sentido de evitar que os povos árabes alcancem a democracia, já que os levantes se estendem a outros países onde os ditadores são aliados dos EUA.

O Irã e a Turquia são os únicos países de maioria muçulmana onde existe democracia. O governo turco, na quinta-fera, se viu na contingência de ceder às pressões da OTAN – organização terrorista que alia EUA e Europa Ocidental.

Os bombardeios aéreos contra a Líbia são um crime contra a humanidade, violam todos os preceitos e princípios de direitos humanos, matam civis e na prática nem se preocupam com eles, mas com o petróleo. Sem levar em conta que Gaddafi era aliado dos EUA, dos europeus, financiou as campanhas de Obama e Sarkozy, o que torna visível que a ação é queima de arquivo.

Que tipo de sanção o funcionário destacado para o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, Anthony Patriot vai recomendar à embaixadora Maria Nazareth Azevedo contra o campo de concentração de Guantánamo (que o próprio Obama disse que fecharia e não o fez, não governa nada, é apenas garoto propaganda do terrorismo)?

Ou contra o massacre constante de palestinos por Israel, o roubo de terras, de água, as prisões indiscriminadas e torturas, estupros de mulheres palestinas? A violência contra os revoltosos no Bahrein, no Iêmen, cujos ditadores são aliados dos EUA e de Israel?

Que tipo de atitude, por exemplo, contra a prisão injustificada de Cesare Battisti no Brasil, em manobra vergonhosa da Suprema Corte atendendo a um governante acusado de pedofilia, o de Silvio Berlusconi? Será que porque é ungido pelo papa Bento XVI e as suásticas que desfraldam em todos cantos do Vaticano pos João XXIII? Vai vigorar o escandaloso acordo firmado entre o presidente do STJ – sionista ligado a grupos políticos de Israel – e o Banco Mundial, que submete a Justiça brasileira aos princípios dos donos?

Os bombardeios de alvos civis no Afeganistão e os constantes pedidos de desculpas de generais norte-americanos por falha nas tais bombas de alta precisão?

Os milhões de mortos no Iraque?

Marco Aurélio Garcia está fazendo o que no governo de Dilma? Foi assessor de política externa de Lula oito anos e agora vai referendar essa postura submissa do governo brasileiro?

Observadores internacionais, inclusive da própria ONU, foram unânimes em atestar que a reeleição de Ahmed Amadinejad foi limpa, cristalina, vontade do povo iraniano e que os protestos foram conduzidos de fora para dentro a partir de grupos econômicos e de uma seita criada como braço dos serviços de inteligência dos EUA, a Baha’i? A sede, aliás, é no território norte-americano e nunca na história da falácia religiosa usada como instrumento político se produziu algo tão confuso em matéria de crença.

Dilma começa a disputar com a Colômbia o direito de ser a menina dos olhos dos EUA na América Latina. Joga fora oito anos de independência e como disse a embaixadora Maria Nazareth Azevedo em entrevista à mídia brasileira, “a política externa mudou”.

O País voltou a ser uma república de bananas, a mudança é essa.

Vinte e dois membros do Conselho votaram a favor da resolução apresentada pela Suécia (país que fabrica escândalos sexuais para tentar entregar Júlio Assange – fundador do WIKILEAKS – aos EUA). Sete países votaram contra e catorze se abstiveram.

A resolução que pede que os direitos humanos no Irã sejam objeto de investigação se insere na reação norte-americana/israelense – a Europa Ocidental é adereço, até a Alemanha já percebeu isso e está tirando o time de campo – de por um fim às revoltas nos países árabes, criar simulacros de democracia e manter o controle do petróleo e as políticas genocidas de Israel contra o povo palestino.

A chamada nova ordem política e econômica mundial, a globalização, se impõe pela boçalidade e no caso de Dilma nem isso foi necessário, bastou um festival de palhaçadas de Barack Obama num final de semana no Brasil.

Estamos com a cara da Colômbia, principal – até o voto do Brasil – colônia norte-americana na América Latina.

A mídia, como sempre, silente sobre os fatos e pródiga nas mentiras e distorções. Num programa no canal GLOBONEWS na quinta-feira, horário das 12 horas mais ou menos, ao perguntar a dois “especialistas” sobre a “guerra da Líbia”, a apresentadora cometeu um ato falho que dá a exata dimensão dessa farsa midiática – “eu gostaria de ouvir dos senhores se vamos ganhar a guerra?” –. Ato contínuo tentou corrigir-se, mas já havia dito.

Mais de cem civis já morreram nos bombardeios de “alta precisão”, cerca de mil estão feridos e os rebeldes líbios já massacraram centenas de adeptos de Gaddafi.

O que conta é o petróleo, apenas o petróleo, nada além do petróleo.

O voto brasileiro e a declaração da embaixadora sobre a “mudança da política externa brasileira” são suficientes para caracterizar a essência submissa do governo Dilma Roussef e torna possível prever o que vem por aí em outros setores – está vindo aliás.

Nem a ressurreição das patrulhas ideológicas de parte – a que está colada em cargos públicos – do PT, suposto partido da presidente, servirá para impedir que se perceba que Dilma Roussef é um caso típico de estelionato eleitoral.

E vai por aí, desde um milhão e trezentos mil reais para o blog de Maria Betânia, a um voto que não deixa dúvidas sobre que país será a principal base de operações dos EUA na América Latina.

O Brasil.

É como disse Ivan Pinheiro ao definir o voto de seu partido, o PCB, diante do dilema Dilma e Serra. “É com Dilma nas urnas, contra Dilma nas ruas”.

O Brasil começa a andar para trás e o voto em Genebra é a prova cabal dessa marcha determinada por Washington.

A propósito, tão preocupada com os direitos humanos, a presidente poderia mandar saber das condições em que se encontra preso o soldado Bradley Manning, nos EUA, acusado de ter entregue documentos secretos do Pentágono ao WIKILEAKS. Até obrigado a dormir nu o prisioneiro já foi obrigado, fato que motivou protestos no próprio senado daquela organização terrorista. EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

O voto do Brasil significa que o País está tentando comprar ações da empresa.

Conferências com Alan Woods no Brasil

A revolução dos povos árabes e a crise capitalista mundial.

Confira a programação abaixo:

31/03 (quinta) às 18:30
Florianópolis
Mini-Auditório do CFH
Universidade Federal de Santa Catarina

02/04 (sábado) às 16:00
Joinville
Anfiteatro do IELUSC
R. Princesa Isabel, 438

04/04 (segunda) às 18:00
Rio de Janeiro
Auditório do SINDIPETRO-RJ
Av. Passos, 34 - Centro

05/04 (terça) às 19:00
Recife
Auditório do Centro de Educação da UFPE
Universidade Federal de Pernambuco

06/04 (quarta) às 18:30
São Paulo
Auditório da Casa de Cultura Japonesa na USP
Próximo ao prédio da História e Geografia na FFLCH
Cidade Universitária

07/04 (quinta) às 10:30
Sumaré (região de Campinas)
Fábrica Ocupada FLASKÔ

07/04 (quinta) às 18:00
São Paulo
Auditório do Sindicato dos Químicos de São Paulo
Rua Tamandaré, 348 (próx. Metrô São Joaquim)
 
Alan Woods é escritor e teórico marxista britânico. Editor do site "In Defense of Marxism" (www.marxist.com). Tem inúmeros livros publicados em mais de 10 idiomas, com destaque para o último livro sobre a Revolução Venezuelana "Reformismo ou Revolução - Marxismo e Socialismo do Século XXI: uma resposta a Heinz Dieterich" que foi recomendado pelo presidente Hugo Chávez em rede nacional de televisão na Venezuela.

Mais informações: (11)3101-8810 (c/ Caio)

Fonte: Blog Esquerda Marxista/PT

quarta-feira, 23 de março de 2011

"CONSCIÊNCIA POLÍTICA RAZÃO SOCIAL": Documento Reforma Politica ALES

"CONSCIÊNCIA POLÍTICA RAZÃO SOCIAL": Documento Reforma Politica ALES: "Documento da sociedade Civil para a reforma Política entregue a Senadora Ana Rita - PT ES ,

Documento Reforma Politica ALES



Marcos Rebello - Consultor Politico e membro comunidade diplomatas

A Fernanda representou muito bem a causa da necessidade da participação popular na Reforma Politica.
Mas antes de tudo, o mais importante é fazermos aqui uma ressalva, um esclarecimento da maior importancia.
Quando em qualquer discurso, debate, ou tratado politico, é usado o termo "popular", "povo", "sociedade", de imediato o assunto parece que perde a importancia porque fica a impressão de que esta-se tratando de algo muito generalisado, muito plural, amorfo, indefinido e, o pior de tudo, impessoal. Como se povo, população, e sociedade não fosse composto de individuos, de cidadãos e de pessoas. A politica trata esses termos como uma inconveniência porque o que for que estiverem discutindo, o povo, a sociedade, é o proposito final daquilo que está sendo tratado para transforma-lo em algo para a conveniência dos mesmos interesses politicos que iniciaram o processo ou a discussão. Logo, segundo a ciência politica, o povo não pode ser levado a sério porque quebra totalmente o propósito do jôgo politico. Isso é um absurdo! Mas essa é a politica. Mal concebida. Errada!
É exatamente isso que está ocorrendo no Brasil no exato momento deste lançamento de diálogo com a sociedade para fazerem passar UMA Reforma Politica que sirva apenas aos interesses politicos já existentes e no poder. Isso, meus caros não vai acontecer nessa Reforma Politica. O povo não vai ser despejado pelo ladrão quando forem discutidas essas propostas inócuas que estão na mesa. A sociedade brasileira tem que ser levada em conta e deve ser consultada com a seriedade que se impõe sobre aquilo que ela pensa e deseja para que tenha voz e passe a ser atora em uma democracia direta. Porque as exigências dos tempos modernos ditam que a cultura deve emanar das bases sociais e essas bases sociais devem ter autonomia para fazer frente aos interesses corporativos que desumanizam por completo o indivíduo e as comunidades.
De maneira que essa Reforma Politica tem a obrigação de fazer espaço para que o elemento social, o povo, seja introduzido no processo decisório da politica que o influencia diretamente. Povo, sociedade, não pode mais ser apenas consumidor sem voz. É o povo, na base da piramide, que sustenta TODA a máquina dos partidos, dos politicos, das corporações, do poder, e do governo.
Portanto, o povo tem que ter voz participativa direta no processo decisório. Como, se não há providencias para que isso aconteça? Aí é que entra o processo da Reforma Politica que deverá acolher idéias que devem ser convertidas em propostas verdadeiramente criativas para que a sociedade brasileira, na sua autenticidade, se renove e mostre que tem a sua proposta para a democracia do Século 21!
Por fim, aqueles que acham que já têm decidido os rumos dessa Reforma para que o Brasil seja apenas mais um "player" no jogo das grandes potências mundiais, como se isso fosse resolver os nossos problemas, estão redondamente enganados. O Brasil não pode cometer esse crime com a sociedade porque o preço será altíssimo. A sociedade brasileira não tem condições de arcar com mais essa imposição porque será a gota dágua para que se transforme em mais um bagaço na máquina politica dos grandes interesses internacionais, especialmente os financeiros afunilados e apoderados com essa crise.

Lelo Coimbra ( Deputado Federal) Estará sendo lancado hoje na Camara Federal, sob a coordenação da deputada Luiza Erundina o movimento " reforma politica, com participação popular"!

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há 5 horas via ·

Fernanda Tardin
Lelo, ja falamos aqui e falei ontem no almoco do Rotary em Vitoria, que a REFORMA POLITICA com PARTICIPACAO POPULAR 'e um DIREITO E DEVER DE TODOS e que a PRO Reforma que tem em sua composicao a CUT, o MST, a UNE, A ABONG, a OAB e a CNBB, NAO e O TODO DA SOCIEDADE. OU Brilhamos todos ou nao vai brilhar ninguem. La , no almoço do Rotary, debati com IR. , que como eles eu tb. faco parte da pro reforma, mas nao somos a fidelidade da composicao da sociedade brasileira. Esta reforma, como falamos na ALES tem leis que deverao ser aplicadas e COBRADAS. e o cidadao quem fara isto. Caso contrario, teremos mais leis e nenhuma aplicabilidade. ISTO e CIDADANIA e para e por isto que brigamos, QUEREMOS CONSTRUIR NOSSA CIDADANIA. Recebi sua ligacao, Lelo, mas estava como ligacao perdida. Te retornei mas deu fora de area. Desejo falar com vc. e Sexta, CRENDO que tudo esta de pe, atendendo ao CONVITE da Senadora e membro da comissão no Senado, ANA RITA, para participar do debate na UFES, estarei la junto a outros do grupo. Espero que la nos encontremos. Grande abraco e a nos nao basta a PRO REFORMA participar OU BRILHAMOS TODOS OU NAO BRILHARA NINGUEM. O resto e FIRULA, ctando vc.
há 3 horas ·

Detalhe adorei o Rotary, a recepcao, o carinho e o resultado. Falamos a mesma lingua. Somos pares.
há 3 horas ·

  • Lelo Coimbra Verdade Ferananda. Mesmo com as limitações do Parlamento -pelas naturais divergências e conflito de hegemonia- debater no âmbito da sociedade alarga mais as possibilidades de avancos no Parlamento.
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    há 2 horas via · · 1 pessoa



SOBRE a repercussão do 1 debate acontecido na ALES na midia e nos sites politicos


Site Deputado Estadual Claudio Vereza - http://www.claudiovereza.com.br/
Reforma Política: lideranças e população querem debate amplo, democrático e participativo

ASSEMBLEIA DEBATE REFORMA POLITICA, MAS POLÊMICAS SEGUEM PARA BRASÍLIA
Século Diário, ES - 21-03-2011
Renata Oliveira

Os deputados estaduais discutiram, na manhã desta segunda-feira (21), a reforma política que começa a ser estudada no Congresso Nacional. Foi criada uma Frente Parlamentar Estadual para acompanhar o processo que se desenrola em Brasília. O encontro desta segunda serviu para esclarecer alguns pontos que estão no cerne do debate.


Nossos destaques

  • Muito importante se citassem a sociedade civil de forma mais clara e evidente assim como o teor do documento. abracos e obrigada a Ana Rita pelo carinho e consideracao com oo POVO Brasileiro, expressando o convite para que o grupo fosse representado dr do 2 ciclo de debates IREMOS, na sexta feira as 9 hs na UFES e ainda fazendo um convite ( informal e inicial) para uma possivel ida a Brasilia para representar e falar a comissao. POR UMA ASSEMBLEIA NACIONAL CONSTITUINTE, Lutemos.

  • muito importante essa participação da Fernanda em nome do nosso grupo que é apenas uma fração minúscula da sociedade nesse debate que ora se inicia. Não só importante mas significativa porque real. Alias, parcialmente real. Porque é uma lástima que não tenham mencionado essa participação. Mas não podemos nos sentir rejeitados porque, afinal, sabemos perfeitamente que assim agem a imprensa e a própria politica afastando sempre os inconvenientes apezar de pessoalmente mostrarem interesse e muita curiosidade. Até parece que estamos aqui com um projeto de remover os incumbentes e roubar-lhes os assentos em algum lugar no legislativo. O zêlo em excesso tem dessas atrofias. Fazer o que! Afinal, o povo é um detalhe.
    há 10 horas · · 1 pessoa



    Presencas

segunda-feira, 21 de março de 2011

EPIDEMIA OBAMA - HORA DE DESINFETAR O BRASIL

EPIDEMIA OBAMA – HORA DE DESINFETAR O BRASIL


Laerte Braga


É óbvio que os “analistas” da GLOBO vão passar a semana inteira analisando os desdobramentos da visita do terrorista Barack Obama ao Brasil. “Especialistas” em moda vão se esmerar em explicar a “elegância” de Michele Obama. Diplomatas com larga experiência no século XIX vão ser chamados a falar sobre os acordos assinados, os que não foram assinados e as perspectivas para o futuro, enfim, toda a parafernália de sempre, todo o espetáculo que acabou murchando com sucessivos cancelamentos, trocas de “agendas” – como gostam de dizer – e ao final, evidente, acentuar que o Brasil deve tomar os rumos ditados pela realidade de uma nova ordem onde os mísseis falam mais alto.

Ou como disse o extraordinário Celso Amorim – “o problema é que os americanos querem resolver tudo como se fossem cowboys” –.

Em meio a essa barafunda de espetáculos é possível que Fernando Henrique Cardoso saia do sarcófago e escreva um artigo a ser publicado na edição brasileira do THE GLOBE e na FOLHA DE SÃO PAULO (o jornal da desova na ditadura militar).

VEJA então! Deve sair impressa nas cores da bandeira de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

O xis da questão é outro. Como impedir que mais uma epidemia se alastre pelo País e contamine milhões de brasileiros. Os efeitos são letais à soberania nacional e a integridade de nosso território? Como acordar a presidente Dilma Roussef do sonho Ana Maria Braga e do terror de sua omelete? Não é possível que Dilma saiba apenas fazer uma omelete. Se for assim estamos fritos. E com baita risco de colesteróis elevados.

Desinfetar e descontaminar o Teatro Municipal no Rio de Janeiro. O Palácio do Planalto em Brasília. Os locais onde o genocida esteve na Cidade de Deus. O campo do Flamengo (o time no domingo já não conseguiu ganhar da Cabofriense e pode ser atingido pelo míssil Adriano, efeito devastador).

Não me lembro de ter lido sobre o terrorista no Cristo Redentor. Caso tenha acontecido vai ser necessário bem mais que um descarrego. A força de todos os Orixás será fundamental para evitar que as maldições do ocupante da Casa Branca recaiam sobre os cariocas e por extensão aos brasileiros.

Não adianta apelar para Sérgio Cabral e Eduardo Paes, a dupla ainda está inebriada por ter conseguido uma foto ao lado do presidente de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

Um pastor evangélico norte-americano queimou um exemplar do Alcorão em sua igreja, na noite de domingo, na cidade de Gainesville, estado da Flórida.

Terry Jones fez um “julgamento” do Corão dentro de sua igreja e o livro sagrado dos muçulmanos foi considerado “culpado” de várias acusações dentre elas a de assassinato.

Molhado com querosene foi colocado em um recipiente de metal no centro da igreja e queimou por dez minutos. Segundo o tresloucado terrorista “tentamos dar ao mundo muçulmano uma oportunidade de defesa de seu livro”.

Do alto de seu contato direto com o Criador afirmou ser “uma experiência daquelas que temos uma vez na vida”.

É um novo/velho apartheid.

“A sociedade portadora do espetáculo não domina as regiões subdesenvolvidas apenas pela hegemonia econômica. Domina-as como sociedade do espetáculo. Nos lugares onde a base material está ausente, em cada continente, a sociedade moderna já invadiu espetacularmente a superfície social. Ela define o programa de uma classe dirigente e preside sua formação. Assim como ela apresenta os pseudosbens a desejar, também oferece aos revolucionários locais os falsos modelos da revolução. O espetáculo específico do poder burocrático que comanda alguns países industriais faz parte do espetáculo total, como sua pseudonegação geral e seu sustentáculo. Visto que em suas diversas localizações, o espetáculo mostra com clareza especializações totalitárias do discurso e da administração sociais, mas estas acabam se fundindo no nível do funcionamento global do sistema, em uma divisão mundial de tarefas espetaculares” (Guy Debord, A SOCIEDADE DO ESPETÁCULO, Editora Contraponto, Rio de Janeiro).

Leitura obrigatória do Partido dos Trabalhadores na versão e nos seguidores chapa branca do governo Dilma Roussef, três vezes ao dia pelo menos, até compreender. Da presidente também. Os sobreviventes do PT em sua essência ficam encarregados de fiscalizar a penitência.

O terremoto e os tsunamis no Japão dão lugar aos corpos de líbios mortos na ação “espetacular” dos modernos cruzados contra povos árabes e ao silêncio diante dos corpos de iemenitas barbarizados e mortos por um ditador aliado.

Aloísio Mercadante, Guido Mantega, Edíson Lobão, Fernando Pimentel e o presidente do Banco Central, como penitência e ato para se redimirem da covardia transformada em “coragem” tardia, agora em tentativa de negativa do que é fato, poderiam, por exemplo, limpar todo o chão do Teatro Municipal e os banheiros também.

Um sacolejo em Dilma para sair do estupor do momento em que Obama pediu licença – em meio a uma conversa – e autorizou o ataque à Líbia. Uma resposta à altura do nível do desrespeito ao Brasil não teria atrapalhado o cabelo e nem a maquiagem.

Teria conferido dignidade ao governo dela.

Está em baixa.

Existe ainda o risco de aparecer no Domingo do Faustão e ser jurada dum trem qualquer. Aí é caso perdido. Chamem o doutor House e desliguem as máquinas.

Omo só não resolve, não desinfeta nada. Nem o tal de Harpic que mata “todos” os germes. Tem que ser soda cáustica pura e a velha e sempre útil creolina.

O líder de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A não discutiu a presença do Brasil no Conselho de Segurança da ONU em termos de uma cadeira permanente. É claro que não. Segundo um “especialista” desses que sabem tudo de uma coisa só e nada do resto, Obama emitiu sinais.

Sinais de que? De fumaça? Que se perdem no ar e se transformam em nada?

Na cabeça dos terroristas da Casa Branca o Brasil e os países da América Latina são ainda feudos, colônias dos EUA. Qualquer problema mais sério um golpe de estado (como em 1964, ou agora em Honduras) resolve o problema, restaura a “ordem democrática” e o petróleo fica garantido.

Mas fez propaganda dos aviões da BOEING, na tentativa de transformar a FAB – Força Aérea Brasileira – em instrumento reserva para eventualidades de uma guerra aqui, outra acolá, necessidade vital do conglomerado para manter-se intacto e poderoso num mundo que chamam de globalizado e que Milton Santos (sempre é bom lembrar, notável geógrafo brasileiro classificou de “globalitarizado).

Que o digam os líbios. Os palestinos. Os iraquianos. Os afegãos. As milhões de mulheres, crianças, homens mortos nas aventuras terroristas do conglomerado mundo afora.

Um jornal inglês – ainda se salvam alguns do controle da mídia – publicou na edição de domingo, foto de soldados de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A em franca confraternização diante dos corpos de afegãos mortos em combate.

Como acontece sempre numa sociedade doente e que espalha sua doença para o mundo, o terrorista Barack Obama, qualquer dia desses, como fazem sistematicamente os presidentes do conglomerado, vai ler uma declaração lamentando que mais um maluco invadiu uma escola, um escritório, um comício e matou dezenas, centenas de pessoas sem motivo aparente.

Vai afirmar que o fato é grave e que precisamos repensar determinados valores.

É a lógica do espetáculo cínico da barbárie.

É hora de desinfetar o Brasil. E quem sabe cheirando um pouco de amônia Dilma Roussef acorda para a realidade e percebe que o mundo não é uma omelete.

Pela liberdade dos 13 ativistas presos do ato contra Obama!

No dia 18 de março, cerca de 400 manifestantes foram às ruas do Rio de Janeiro protestar contra a presença de Obama no Brasil, por entender que o presidente norte americano é o principal agente do imperialismo, por repudiar seus objetivos de ampliar o terreno para instalação das multinacionais e por defender o pré sal como um recurso do povo brasileiro.

De forma totalmente desequilibrada, a polícia reprimiu a manifestação que se desenvolvia de maneira pacífica e prendeu 13 ativistas, que seguem presos e estão sendo acusados de crimes inafiançáveis.Veja o vídeo da hora do ataque da polícia sobre os manifestantes aqui.


Os 13 presos políticos do ato contra Obama são:

Gilberto Silva - eletricista

Rafael Rossi - professor de estado, dirigente sindical do SEPE

Pâmela Rossi - professora do estado

Thiago Loureiro - estudante de Direito da UFRJ, funcionário do Sindjustiça

Yuri Proença da Costa - funcionário dos Correios

Gualberto Tinoco "Pitéu" - servidor do estado e dirigente sindical do SEPE

Gabriela Proença da Costa - estudante de Artes da UERJ

Gabriel de Melo Souza Paulo - estudante de Letras da UFRJ, DCE-UFRJ

José Eduardo Braunschweiger - advogado

Andriev Martins Santos - estudante da UFF

João Paulo - estudante Colégio Pedro II

Vagner Vasconcelos - Movimento MV Brasil

Maria de Lurdes Pereira da Silva - doméstica 


Pela imediata libertação dos presos acima assine o abaixo-assinado online no link:

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PSTU

Nesta segunda feira haverá  as 11h da manhã um ato pela libertação dos presos na Faculdade de Letras da UFRJ (Fundão) e às 17h lavagem das escadarias do Municipal, na Cinelândia/RJ.

Mais informações no site do PSTU .

domingo, 20 de março de 2011

O VEXAME - MINISTROS REVISTADOS

O VEXAME – MINISTROS REVISTADOS


Laerte Braga


Em menos de três meses de governo a presidente Dilma Roussef quadruplicou o feito do governo Fernando Henrique Cardoso e com um agravante. O ex-ministro de FHC Celso Láfer foi revistado no aeroporto de New York. Os quatro ministros brasileiros, Guido Mantega, Edison Lobão, Aloisio Mercadante e Fernando Pimentel foram revistados em território brasileiro, por agentes norte-americanos, pouco antes do discurso do terrorista Barack Obama, no encontro da Cúpula Empresarial Brasil-Estados Unidos.

A notícia foi divulgada pelo jornal ESTADO DE SÃO PAULO. A despeito de terem abandonado o encontro os ministros não reagiram à revista e só deixaram o local ao perceberem que a língua a ser usada no encontro seria a inglesa.

A mais absoluta falta de dignidade dos quatro.

A visita de Barack Obama ao Brasil é um escárnio, um insulto à soberania nacional, não tem nada ver com encontro de chefes de governo e estados, mas de show, de espetáculo para definir direitinho que manda.

Não se sabe se Mantega, Lobão, Mercadante e Pimentel saíram do local de quatro ou se conseguiram ficar de pé e se mostrarem bípedes.

Qualquer governo decente, com um mínimo de respeito por si próprio, pelo País e pelos brasileiros, naquele momento, ou no momento seguinte, o do conhecimento do fato, teria exigido a imediata saída do líder terrorista norte-americano do País.

O que é o Brasil afinal?

Retirar-se do encontro em sinal de protesto depois de aceitarem ser revistados não muda coisa alguma. São quatro figuras que empesteiam o governo de fraqueza, covardia, falta de dignidade e respeito por tantos quantos acreditam que sejamos uma nação independente e soberana.

O governo Dilma acaba antes de começar.

Obama e sua gangue pisaram, sapatearam e continuam a fazê-lo no Brasil e nos brasileiros.

Treze brasileiros estão detidos – são presos políticos como na ditadura – por protestar contra a visita do genocida que agora mata civis na Líbia a pretexto de garantir direitos humanos e democracia.

Um jornal brasileiro – mídia privada colonizada e corrupta – noticiou ontem, sábado, que “Obama comanda a guerra direto do Brasil”. E o fez em tom de ufanismo, como se a barbárie de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A fosse motivo de orgulho para os brasileiros.

Barack Obama é um terrorista dissimulado, ao contrário de George Bush, mas nem por isso deixa de ser responsável por crimes contra a humanidade.

Chega a ser inacreditável que esse criminoso tenha pisado em solo nacional e tratado como majestade suprema do planeta.

O episódio envolvendo os quatro ministros, a prisão de manifestantes, todo o aparato de segurança da paranóia terrorista de norte-americanos – são doentes, uma nação doentia – é uma ofensa sem tamanho à nossa independência e à nossa soberania.

Espera-se que, com um mínimo de vergonha na cara e um resto de dignidade – se é que têm – que os quatro peçam demissão, sumam de Brasília e purguem esse ultraje longe dos olhos dos brasileiros.

A barreira que Dilma diz ter rompido não existe. O fato de ser a primeira mulher presidente não a absolve de três meses de absoluta e total incapacidade, traição, mesmo porque, a mulher brasileira não é assim.

O País foi humilhado, está sendo humilhado e toda a política externa construída ao longo dos oito anos do chanceler Celso Amorim está sendo jogada por terra por figuras sinistras e que não têm nada a ver com o Brasil, a começar pela presidente, passando por ministros execráveis, sem falar em Jobim, Moreira Franco e Patriota.

A simples menção de revista a ministros brasileiros é um desafio. Deveriam ter voltado, saído, naquele momento. Faltou-lhes coragem, porque falta-lhes compromisso com o Brasil, falta-lhes dignidade.

O governo Dilma é uma piada. Sem que se consiga rir ao fim.

Não é, por essas e outras, impensável ter certeza que o Brasil acaba de dançar no pré-sal. A vocação entreguista do governo, a visão estreita da presidente, o deslumbramento com o cargo, a presença de agentes estrangeiros em funções chaves, o controle que o terrorismo norte-americano exerce sobre a mídia e a cumplicidade do empresariado nacional – empresários são apátridas – todo esse estado de submissão nos leva a uma simples conclusão.

O poste que Lula elegeu é uma cobra traiçoeira e de veneno fatal.

No duro mesmo, diante da opção José Serra e Dilma Roussef se percebe agora que os brasileiros – e o próprio Lula – foram ludibriados pela cópia cuspida e escarrada do tucano paulista. As elites perceberam que a cópia – Dilma – acaba sendo melhor (para eles) que o original.

Na Líbia, a pretexto de criar uma zona aérea de exclusão para defender os rebeldes da tirania do ditador Muammar Gaddafi, os norte-americanos e suas colônias européias matam civis indefesos com bombardeios inconseqüentes como fazem diariamente no Afeganistão, fizeram no Iraque, no golpe em Honduras, em todas as partes do mundo onde seus interesses nos “negócios” são contrariados.

São terroristas, são bárbaros, primitivos, os Estados Unidos da América do Norte são a mais cruel e sanguinária ameaça a humanidade e Obama é parte disso.

O Brasil neste fim de semana inclui em sua história páginas de covardia e submissão.

E o governo Dilma, do ponto de vista dos interesses nacionais, acaba sem começar.

O que se assiste nesta “visita” do terrorista Barack Obama é uma invasão do território nacional. Uma série de abusos inaceitáveis por um governo, qualquer que seja, que se respeite e respeite ao seu povo.

É preciso pensar se os brasileiros serão capazes de suportar quatro anos com uma presidente sem rumo – ou com rumo diferente do que anunciou em campanha – e com ministros que não hesitam em submeterem-se ao vexame de uma revista em pleno território nacional e por agentes estrangeiros.

É um vexame que indigna. A suposta reação dos quatro abandonando o local foi tardia. Não deveriam sequer ter entrado.