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sábado, 19 de março de 2011

O "SHOW" DE OBAMA - O NÃO DE LULA

O SHOW DE OBAMA – O NÃO DE LULA


Laerte Braga


Em outubro de 1988 o então presidente José Sarney embarca para uma visita a União Soviética. É recebido pelo secretário geral do Partido Comunista e ao chegar ao Brasil declara aos repórteres que “é o Gorbachev espargindo democracia por lá e eu por aqui”.

Luís Inácio Lula da Silva, ex-presidente e responsável pela eleição de Dilma Roussef, disse não ao convite para participar do almoço em homenagem ao terrorista norte-americano Barack Hussein Obama, presidente de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, ora em vista ao Brasil.

Todos os outros ex-presidentes vivos foram, inclusive Fernando Henrique Cardoso (deve ter servido de intérprete).

Lula, segundo dizem os jornais da mídia privada teria revelado que não queria “tirar os holofotes da Dilma”. A declaração em sua interpretação correta é maldosa e perversa em relação ao ex-presidente.

Quando Guido Mantecca, uma semana antes da posse de Dilma, anunciou medidas que seriam tomadas pelo novo governo, tomou uma baita bronca pública de Lula. Entre outras coisas Lula disse que nada daquilo seria feito e que até aquele momento o presidente da República ainda era ele.

Mantecca, hábil na arte de “explicar até para o porteiro do prédio”, chamou a imprensa, se desdisse e evitou um problema maior. Os que têm conversado com Lula ao longo desses quase três meses longe da presidência, sabem que naquele momento o líder sentiu a primeira facada. Não diz, mas deixa escapar.

Há um processo de desconstrução de Lula. Não é do PT e nem de Dilma. Não significam nada diante da força do ex-presidente. É maior que todos eles.

As elites brasileiras aceitam e toleram a democracia até um determinado limite e supor que em 2014 Lula possa voltar está no item inaceitável, intolerável.

No governo Dilma Roussef temos os primeiros presos políticos do país desde o fim da ditadura militar, na farsa do coquetel Molotov atirado contra o consulado norte-americano no Rio, numa manifestação promovida por um partido de esquerda. O PSTU.

A velha e requentada história do Riocentro. A quem interessa?

Segundo Dilma Roussef em seu pronunciamento hoje pela manhã, ela e Obama rompem barreiras. O primeiro negro eleito presidente dos EUA (Dilma não notou a graxa porque não quis e nem quer) e ela, a primeira mulher eleita presidente do Brasil.

É Sarney, presidente do Senado, aliado de Dilma, presente ao almoço, que esparge democracia pelo Ocidente.

Passados vinte e dois anos o ridículo se repete. Poder tem dessas coisas, deslumbra. Um poste se atribui dimensões históricas que não tem.

Lula não foi ao almoço, entre outras coisas, para deixar claro seu repúdio às políticas de Obama em relação ao Brasil (não quis visitar o País quando ele era o presidente) e não poucos ouviram do ex-presidente (que tem feito o possível para se segurar) que “isso está parecendo uma grande palhaçada”.

Não sei que tipo de atitude a direção nacional do PT vai tomar contra o ex-presidente, levando em conta a orientação para que a manada não participe de protestos contra Obama (felizmente boa parte resolveu não acatar a arbitrariedade).

Linhas e entrelinhas das poucas e esparsas declarações do ex-presidente demonstram que Lula já percebeu que estão tentando desmontá-lo e Dilma não está infensa ao processo. Pelo contrário.

Sonha com a reeleição em 2014.

Quer romper mais barreiras.

Aceita, tem aceito, docemente, o caminho traçado pelas elites que entre outras coisas passou por Ana Maria Braga, Hebe Camargo, receita de omelete, políticas neoliberais sem restrições e mudanças drásticas na política externa do País.

E é um caminho que vai percorrer com calma, sabe que não pode enfiar a faca de uma só vez, afinal sem Lula nem síndica de prédio seria.

O PT, em boa parte, embarca na armadilha e monta patrulhas ideológicas para denunciar golpismos, etc, no velho estilo stalinista de fazer política, todos montados em cargos públicos e que tais. Sobram os que guardam os ideais de outros tempos. Não são poucos.

O tal chapa branca.

Quando tomou conhecimento da invasão alemã o líder soviético Stalin refugiou-se num quarto do Kremlin com algumas mulheres, varias garrafas de vodka durante alguns dias e quando Kruschev foi tímida e temerosamente chamá-lo, ouviu o seguinte.

“Calce as minhas botas, vocês são uns covardes, me odeiam, tiveram esses dias todos para me derrubar e não o fizeram”. Estendeu os pés e Kruschev calçou-lhe as botas.

Justiça seja feitas, Stalin ganhou a guerra destroçando os alemães em território soviético sem aquele negócio de Hollywood que os norte-americanos eram e são perfeitos em armar.

Regina Antunes, professora, 59 anos, dona de uma creche em frente à praça do Lazer nas imediações da Cidade de Deus conta que foi procurada por três pessoas nesta semana que se finda. Um policial civil, um militar e uma mulher representando a organização terrorista Casa Branca (sede do conglomerado). Queriam que atiradores de elite ocupassem a laje de sua creche, pois o carro de Obama passaria pela avenida José de Arimatéia. A praça onde está a creche fica em frente.

Como se recusasse foi ameaçada pelos policiais de ser obrigada a aceitar a decisão a partir de uma ordem judicial.

“Eles desrespeitaram o meu direito, a minha propriedade. Eu poderia até liberar, dependendo da conversa deles, mas resolveram me ameaçar e agora é que não quero mais conversa, estou revoltada com essa situação”.

A parte do filme “Obama e os pobres do Brasil” fica com essa mancha, prejudicado. Devem consertar na montagem, nos efeitos especiais.

Ivonete Ferreira, 62 anos, moradora da Cidade de Deus, num local de onde se avista o palco do show de Obama, não aceitou a presença de atiradores de elite em sua laje. Mostrou-se indignada com a forma como foi tratada.

A CUFA – CENTRAL ÚNICA DAS FAVELAS – entidade com maior presença na Cidade de Deus, não participará do evento e nem de sua organização. Celso Ataíde, presidente da entidade, disse ao jornal FOLHA DE SÃO PAULO que “Obama continuo te amando, mas não dá para aceitar o comportamento arrogante dos mensageiros da Casa Branca”

O rapper MV Bill, um dos criadores da CUFA, anunciou sua desistência (estão tentando demovê-lo disso) de participar da recepção ao terrorista Barak Obama, antes da entidade tomar posição idêntica. “São abusos e exageros na favela. Estão querendo fazer um zoológico”.

A Casa Branca se recusou – seus representantes – a discutir a visita com lideranças comunitárias e depois, assustada com a quantidade de mensagens de protestos, tentou restabelecer o contato sem conseguir.

“Querem esvaziar as ruas da comunidade no domingo e revistar qualquer pessoa que venha sair de sua residência, até mesmo crianças”.

Uma das grandes preocupações da mídia, sobretudo GLOBO, principal veículo de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, são os modelitos de Michele Obama. “Especialistas” estão explicando, ressaltando e elogiando a “elegância” da primeira-dama.

“É/a gente não tem cara de panaca/a gente não tem jeito de babaca/a gente não está com a bunda exposta na janela...” Bela lembrança da jornalista Ana Helena Tavares (FACEBOOK), a guerreira composição de Gonzaguinha.

Sarney e Dilma em tempos diversos perderam a noção da realidade, de seus tamanhos reais.

Lula segundo alguns não foi porque tinha um aniversário, segundo outros para não tirar os holofotes de Dilma e assim por diante.

É que está sentindo no peito a faca entrando.

Percebe a metamorfose do que de fato foi poste, em cobra. Não está conseguindo ser companheira. Nem deve lembrar disso mais.

Ah! Um detalhe. Perguntado sobre o cancelamento do comício na Cinelândia, o general Sardenberg, responsável pela área, disse que não sabia e nem estava entendendo nada. Eis que surge um general que sabe alguma coisa, pensa e é capaz de dizer. É irrelevante aqui se ele é pró, contra, muito antes pelo contrário. Mas relevante o que disse e como.

Pingo é letra.

“Vejam só, Obama vai dormir duas noites no Rio. Que bacana!” – contribuição de Sérgio Cabral, governador do Rio ao Festival de Besteiras que Assola o País – E olha que o pai do governador, também Sérgio Cabral, era amigo do criador do FEBEAPA, Sérgio Porto – Stanislaw Ponte Preta –. Não aprendeu nada.

Ser der tudo errado por que não levar Obama ao programa do Faustão? Pode ser jurado, pode dançar com Susana Vieira, participar de um monte de quadros.

sexta-feira, 18 de março de 2011

convocatória a população para o ato contra Obama - Agencia Petroleira de Noticias convoca



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Esta mensagem é um informe da APN - Agencia Petroleira de Noticias
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Passeata nesta sexta convocará a população para o ato contra Obama



Com concentração às 16h, na Candelária, os movimentos sociais farão uma
passeata convocando a atividade de domingo e informando a população sobre o
papel nefasto que os EUA cumprem no mundo inteiro.

Obama, volte para casa! O ato do domingo terá concentração às 10h no metrô
da Glória e integrará o Dia Anti-imperialista de Solidariedade aos Povos em
Luta. As palavras de ordem da campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso neste
dia serão “Leilão É Privatização!” e “Obama, tire as garras do Pré-sal!”.

A idéia da manifestação é partir em direção ao centro do Rio com bandeiras,
faixas e panfletos. Cada movimento e ativista levará seus materiais
específicos explicando para a população porque somos contra a vinda de
Obama. É importante a presença de todos que querem um mundo sem guerras e
defendem um Brasil livre e soberano. Vamos mostrar que a sociedade
brasileira não está omissa, nem disposta a bater palmas para os EUA.







Campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso lança manifesto contra a vinda de
Obama ao Brasil



O Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro junto com diversas outras
organizações sociais começam a divulgar hoje um manifesto de repúdio a
visita do presidente estadunidense ao nosso país nesse fim de semana.

Com eixo na denúncia da cobiça imperialista sobre o nosso petróleo, o
documento da campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso – RJ utiliza como palavra
de ordem central: Obama, tire as garras do pré-sal! Os organizadores desse
material exigem que o governo brasileiro seja soberano, cancelando os
leilões do petróleo e garantindo que essa imensa riqueza esteja a serviço do
povo brasileiro.

Mais de 50 mil panfletos foram confeccionados. A distribuição começa hoje,
sexta, às 16h, na passeata contra a vinda de Obama ao Brasil, com
concentração na Candelária, Centro do Rio. Leia abaixo o manifesto que
unificou boa parte do movimento social que não aceita o governo federal
entregar de joelhos o ouro negro brasileiro.





Obama, volte para casa!



20 de março, Dia Anti-imperialista de Solidariedade aos Povos em Luta.
Obama, tire as garras do Pré-sal!



Principal representante das políticas imperialistas e das guerras contra os
povos oprimidos de todo o mundo, o presidente dos EUA chega ao Brasil para
falar de “democracia e inclusão social”. Apoiado por um mega show, vai se
dirigir ao povo brasileiro utilizando como palco um símbolo das lutas
populares, até então cenário exclusivo de grandes manifestações contra
ditaduras e em respeito aos direitos humanos: a Cinelândia, no Rio.



O presidente dos EUA fala em direitos humanos, mas traiu uma de suas
principais promessas de campanha, ao manter a prisão de Guantánamo, onde
estão milhares de

pessoas em condições desumanas e sob tortura, sem direito a um julgamento
justo: no último dia 7, Obama revogou seu próprio decreto, permitindo que os
presos de Guantánamo continuem a ser julgados por tribunais militares.



O presidente dos EUA fala em democracia e paz, mas apoiou o Golpe Militar em
Honduras, mantém tropas no Iraque e no Afeganistão, mantém o bloqueio a Cuba
e se arroga no direito de intervir militarmente em qualquer região do
Planeta. Dá apoio à política terrorista de Israel enquanto sustenta as
ditaduras monarquistas do Oriente Médio, calando-se frente à bárbara
repressão às revoltas populares no Bahrein e na Arábia Saudita. O governo
brasileiro se aproxima de tal postura ao manter a ocupação militar do Haiti,
já castigado pela miséria do modelo neoliberal e refém de séculos de
dominação imperialista. Depois do terremoto que devastou o país ano passado,
os EUA enviaram marines e ocuparam militarmente parte do território
haitiano, atrasando a chegada de ajuda humanitária.



A pretexto de “combater o terrorismo”, os Estados Unidos seguem e exportam
políticas que criminalizam movimentos sociais, como fica claro nesta visita
ao Rio de Janeiro: o que dizer do grande cerco que está montado, para
impedir que os nacionalistas e anti-imperialistas se pronunciem contra as
guerras e a entrega das riquezas nacionais aos estrangeiros, durante a
visita de Obama?



Enquanto fala de paz, inclusão e direitos humanos no Brasil, o presidente
dos Estados está prestes a provocar uma nova guerra, invadindo a Líbia. Ora,
a Líbia está entre as

maiores economia petrolíferas do mundo. A “Operação Líbia” pouco se importa
com a repressão e o bombardeio à revolta popular líbia perpetrada por seu
anacrônico governo. É parte de uma agenda militar no Médio Oriente e na Ásia
Central, que almeja controlar mais de 60 por cento das reservas mundiais de
petróleo e gás natural.



Depois da Palestina, Afeganistão e Iraque pretende uma nova guerra na Líbia.
Que serviria aos mesmos interesses que levaram à invasão do Iraque, em 20 de
março de 2003! Aliás, a escolha do “20 de março”, para fazer esse
pronunciamento às massas, não acontece por acaso. Convocada no Fórum Social
Mundial, nesta data estarão acontecendo manifestações em várias partes do
mundo, em apoio às lutas dos povos oprimidos, contra as guerras que
aprofundam a exploração dos ricos pelos pobres e que são movidas,
exatamente, pelos Estados Unidos e pelos países da OTAN.



Também o Brasil, principal país da América Latina, não foi escolhido por
acaso: eles estão de olho nas imensas riquezas do pré-sal e já falam em
reativar a ALCA – uma proposta contrária aos interesses da maioria do povo
brasileiro e que já havíamos derrotado nas urnas, em plebiscito popular.



Os governos esperam a comitiva composta por dezenas de empresários
norte-americanos que, junto à Obama, negociarão contratos preferenciais de
energia e infraestrutura, muitos aproveitando a “oportunidade” de lucros com
mega eventos esportivos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de
2016. É dinheiro público sendo gasto sem licitações e com amplas denúncias
de superfaturamento

e desvios, veiculadas tanto pela grande imprensa quanto pelos Tribunais de
Contas. Podemos aceitar isso?



O ministro Antonio Patriota espera que tais acordos coloquem o Brasil na
condição de “igual para igual” com os EUA. Em troca o capital
norte-americano gozará de amplas

vantagens em seus negócios no Brasil, com seus investimentos e lucros
assegurados, dentre outras coisas, pelos financiamentos do BNDES à
megaempreendimentos com participação de empresas transnacionais, com sede
nos EUA.



A captação de dinheiro público brasileiro é vista como uma das fontes de
recuperação da economia norte-america, ainda em crise. Em suma, Obama quer
que o povo brasileiro financie o setor privado norte-americano, causador da
mesma crise de 2008!



Como pode o governo brasileiro se curvar ao imperialismo estadunidense,
reproduzindo o mesmo modelo de exploração e, agora com o agravante, de
utilizar dinheiro do BNDES para sustentar e reproduzir tal modelo? O mesmo
imperialismo que nos ameaça reativando a Quarta Frota, e que ainda fala em
deslocar para o Atlântico Sul os navios de guerra da OTAN?



A soberania nacional está ameaçada. Os Estados Unidos vêm ao Brasil para
negociar a compra antecipada das reservas do Pré-sal, o que é ainda pior do
que leiloar as nossas riquezas. Rechaçamos os leilões e qualquer outra forma
de entrega das riquezas nacionais! O Petróleo Tem que Ser Nosso! A história
está cheia de exemplos de países que esgotaram suas reservas e permaneceram
mergulhados num mar de corrupção e de miséria! Não queremos repetir esses
exemplos.



Campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso – RJ | Sindipetro-RJ | MST |
Sintnaval-RJ | Sintrasef | Condsef | Ascpderj | Comitê de Solidariedade à
Luta do Povo Palestino | PCB | PSOL | PCBR | UJR | Movimento Luta de Classes
| Movimento de Lutas nos Bairros, Vilas e Favelas | Modecon | Intersindical
| PACS | Jubileu Sul Brasil | MTD | DCE-UFF | DCE-UFRJ | Núcleo Socialista
de Campo Grande e de Santa Tereza





Fonte: Agência Petroleira de Notícias do Sindipetro-RJ (www.apn.org.br)


Mobilização popular faz Obama cancelar discurso na Cinelândia

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Esta mensagem é um informe da APN - Agencia Petroleira de Noticias
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Mobilização popular faz Obama cancelar discurso na Cinelândia

A organização da visita do presidente dos Estados Unidos ao Brasil divulgou
nota na tarde desta sexta-feira (18) confirmando a transferência do discurso
de Obama, no domingo (20), para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Tudo
indica que as “preocupações” citadas na nota como justificativa para a
mudança referem-se às mobilizações durante toda esta semana de diversos
movimentos sociais e organizações políticas contrárias à visita de Obama ao
Rio.

O evento aconteceria na Cinelândia, aberto ao público e com expectativa para
receber até 30 mil pessoas. Agora não passarão de 800 os convidados para o
evento fechado no Municipal, indicados pelo Consulado dos EUA e pelos
governos federal, estadual e municipal. A nota oficial sobre o cancelamento
do discurso público na Cinelândia está disponível na íntegra na página da
Missão Diplomática dos EUA no Brasil (clique aqui para ler
<http://portuguese.brazil.usembassy.gov/discurso-teatro-rio2011.html> ).

Em artigo publicado na Agência Petroleira de Notícias (clique aqui para ler
<http://www.apn.org.br/apn/index.php?option=com_content&task=view&id=2600&It
emid=40> ) no dia 15/03, o diretor do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella,
afirmava que a Cinelândia não merecia isso, uma alusão ao fato de que este
local histórico sediou inúmeras mobilizações sociais importantes, como na
resistência à ditadura militar, e agora seria usado como palco para uma
festa do Império e do Capitalismo. “Obama vai pedir desculpas ao povo
brasileiro pelos 26 anos de ditadura militar e pela cobiça imperialista
permanente sobre nossas riquezas? (...) E a presidente Dilma, que foi vítima
da ditadura, acha isso razoável?”, indagou Cancella.

Protestos repercutem na mídia

Durante a semana, a imprensa alternativa, as mídias sociais e até jornais e
sites de notícias repercutiram as mobilizações para organizar um grande
protesto contra Obama, durante seu discurso de domingo. A Plenária Unificada
dos Movimentos Sociais, realizada na quarta-feira (16), no Sindipetro-RJ,
foi notícia no portal G1 (clique aqui para ler
<http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/03/apesar-de-melhora-na-imagem-dos-
eua-sindicatos-e-une-planejam-protestos.html> ) , em matéria produzida pela
BBC Brasil. Além disso, vários outros veículos de comunicação cobriram tanto
a plenária de quarta quanto a passeata realizada nesta sexta, iniciada na
Candelária e encerrada com protesto em frente ao Consulado dos EUA.

Fonte: Agência Petroleira de Notícias

Arruda detona: "Joguei o jogo da politica brasileira"Entrega a quadrilha inteira

8/03/2011
 
 
De: Carceroni
 
 
Quadrilha do DEM (DF) envolve atuais presidentes nacionais do PSDB e do DEM - Revista Veja
 
17 de março de 2011
 
Entrevista

Arruda diz que quadrilha ajudou líderes do DEM a captar dinheiro

Segundo o ex-governador, dinheiro da quadrilha que atuava em Brasília alimentou campanhas de ex-colegas como José Agripino Maia e Demóstenes Torres

José Roberto Arruda:
José Roberto Arruda: "Joguei o jogo da política brasileira" (Agência Brasil)
José Roberto Arruda foi expulso do DEM, perdeu o mandato de governador e passou dois meses encarcerado na sede da Polícia Federal (PF), em Brasília, depois de realizada a Operação Caixa de Pandora, que descobriu uma esquema de arrecadação e distribuição de propina na capital do país. Filmado recebendo 50 mil reais de Durval Barbosa, o operador que gravou os vídeos de corrupção, Arruda admite que errou gravemente, mas pondera que nada fez de diferente da maioria dos políticos brasileiros: “Dancei a música que tocava no baile”.

Em entrevista a VEJA, o ex-governador parte para o contra-ataque contra ex-colegas de partido. Acusa-os de receber recursos da quadrilha que atuava no DF. E sugere que o dinheiro era ilegal. Entre os beneficiários estariam o atual presidente do DEM, José Agripino Maia (RN), e o líder da legenda no Senado, Demóstenes Torres (GO). A seguir, os principais trechos da entrevista: 

O senhor é corrupto?Infelizmente, joguei o jogo da política brasileira. As empresas e os lobistas ajudam nas campanhas para terem retorno, por meio de facilidades na obtenção de contratos com o governo ou outros negócios vantajosos. Ninguém se elege pela força de suas ideias, mas pelo tamanho do bolso. É preciso de muito dinheiro para aparecer bem no programa de TV. E as campanhas se reduziram a isso.

O senhor ajudou políticos do seu ex-partido, o DEM?Assim que veio a público o meu caso, as mesmas pessoas que me bajulavam e recebiam a minha ajuda foram à imprensa dar declarações me enxovalhando. Não quiseram nem me ouvir. Pessoas que se beneficiaram largamente do meu mandato. Grande parte dos que receberam ajuda minha comportaram-se como vestais paridas. Foram desleais comigo.

Como o senhor ajudou o partido?Eu era o único governador do DEM. Recebia pedidos de todos os estados. Todos os pedidos eu procurei atender. E atendi dos pequenos favores aos financiamentos de campanha. Ajudei todos.

O que senhor quer dizer com “pequenos favores”?Nomear afilhados políticos, conseguir avião para viagens, pagar programas de TV, receber empresários.

E o financiamento? Deixo claro: todas as ajudas foram para o partido, com financiamento de campanha ou propaganda de TV. Tudo sempre feito com o aval do deputado Rodrigo Maia (então presidente do DEM).
De que modo o senhor conseguia o dinheiro?Como governador, tinha um excelente relacionamento com os grandes empresários. Usei essa influência para ajudar meu partido, nunca em proveito próprio. Pedia ajuda a esses empresários: “Dizia: ‘Olha, você sabe que eu nunca pedi propina, mas preciso de tal favor para o partido’”. Eles sempre ajudaram. Fiz o que todas as lideranças políticas fazem. Era minha obrigação como único governador eleito do DEM.

Esse dinheiro era declarado?Isso somente o presidente do partido pode responder. Se era oficialmente ou não, é um problema do DEM. Eu não entrava em minúcias. Não acompanhava os detalhes, não pegava em dinheiro. Encaminhava à liderança que havia feito o pedido.

Quais líderes do partido foram hipócritas no seu caso?A maioria. Os senadores Demóstenes Torres e José Agripino Maia, por exemplo, não hesitaram em me esculhambar. Via aquilo na TV e achava engraçado: até outro dia batiam à minha porta pedindo ajuda! Em 2008, o senador Agripino veio à minha casa pedir 150 mil reais para a campanha da sua candidata à prefeitura de Natal, Micarla de Sousa (PV). Eu ajudei, e até a Micarla veio aqui me agradecer depois de eleita. O senador Demóstenes me procurou certa vez, pedindo que eu contratasse no governo uma empresa de cobrança de contas atrasadas. O deputado Ronaldo Caiado, outro que foi implacável comigo, levou-me um empresário do setor de transportes, que queria conseguir linhas em Brasília.

O senhor ajudou mais algum deputado?O próprio Rodrigo Maia, claro. Consegui recursos para a candidata à prefeita dele e do Cesar Maia no Rio, em 2008. Também obtive doações para a candidatura de ACM Neto à prefeitura de Salvador.

Mais algum?Foram muitos, não me lembro de cabeça. Os que eu não ajudei, o Kassab (prefeito de São Paulo, também do DEM) ajudou. É assim que funciona. Esse é o problema da lógica financeira das campanhas, que afeta todos os políticos, sejam honestos ou não.

Por exemplo?Ajudei dois dos políticos mais decentes que conheço. No final de 2009, fui convidado para um jantar na casa do senador Marco Maciel. Estávamos eu, o ex-ministro da Fazenda Gustavo Krause e o Kassab. Krause explicou que, para fazer a pré-campanha de Marco Maciel, era preciso 150 mil reais por mês. Eu e Kassab, portanto, nos comprometemos a conseguir, cada um, 75 mil reais por mês. Alguém duvida da honestidade do Marco Maciel? Claro que não. Mas ele precisa se eleger. O senador Cristovam Buarque, do PDT, que eu conheço há décadas, um dos homens mais honestos do Brasil, saiu de sua campanha presidencial, em 2006, com dívidas enormes. Ele pediu e eu ajudei.

Então o senhor também ajudou políticos de outros partidos?Claro. Por amizade e laços antigos, como no caso do PSDB, partido no qual fui líder do Congresso no governo FHC, e por conveniências regionais, como no caso do PT de Goiás, que me apoiava no entorno de Brasília. No caso do PSDB, a ajuda também foi nacional. Ajudei o PSDB sempre que o senador Sérgio Guerra, presidente do partido, me pediu. E também por meio de Eduardo Jorge, com quem tenho boas relações. Fazia de coração, com a melhor das intenções.
Confira, clicando abaixo:

Vestais paridas
 
Senadores vestais estão atolados até o pescoço no Mensalão de Arruda (DF)
 
Arruda confirmou que "ajudou" os presidentes do PSDB e do DEM, senadores Sérgio Guerra e José Agripino Maia, além de Cristovan Buarque e Demóstenes Torres. E mais, confirmou que Marco Maciel, recebia R$ 150.000,00 mensais do esquema dodo DEM do DF e da Prefeitura de São Paulo. A entrevista foi concedida a mais de 4 meses e só agora foi publicada pela revista Veja - Sem destaque é claro!
 
A grande imprensa brasileira (De São Pâulo e Rio) não vai aprofundar neste assunto nem a pau Genival. A Globo nem ouviu falar e jamais seus reporteres farão caras e beiços para o conteúdo desta entrevista, em seus telejornais. Sarney deve estar rindo à toa. A velha turma, que tudo sugou no seu governo, finalmente deu as caras. Caras de vestais paridas!
 
LUIZ FERNANDO CARCERONI

Oscar NIEMEYER EM ABAIXO ASSINADO A OBAMA:CONTRA O IMPERIALISMO


NIEMEYER EM ABAIXO ASSINADO A OBAMA:CONTRA O IMPERIALISMO

Entre vários outros motivos para indignação, vou citar apenas um que se faz notar neste aparato de segurança montado pelos EUA, dentro do nosso país: a afronta aos trabalhadores brasileiros.
São todos tratados com suspeita. Nem funcionários do Cristo, nem  operadores de elevadores, poderão exercer suas funções. Tudo será feito por agentes americanos! A população está proibida de subir ao Cristo. Ordenam que o comércio seja fechado, fecham ruas e sobrevoam a cidade como donos. Os alimentos serão degustados por outros humanos. Como é protegida a vida de Obama! Sempre bem seguro! ao contrário da população civil nos países vitimados por suas guerras.
Como nossas autoridades permitem isso?!

Encontrei um pouco de consolo ao encontrar, no Portal Vermelho, esta noticia, onde está o nome do grande Oscar Niemeyer, um dos nossos orgulhos:

O arquiteto Oscar Niemeyer, presidente de Honra da Rede das Redes em Defesa da Humanidade – Capítulo Brasileiro, encabeça o abaixo-assinado dirigido ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em sua visita ao Brasil neste final de semana. No documento, os signatários pedem o cumprimento das promessas de campanha de Obama, como a desativação da Prisão de Guatánamo, e se dizem decepcionados com a sua atuação.

“Sua eleição trouxe muita admiração e muita esperança para o povo brasileiro e para toda a América Latina. Contudo, devemos confessar-lhe que nos encontramos profundamente decepcionados”, diz o texto logo nas primeiras linhas. E, no final, pede que ele “acabe com o embargo a Cuba e liberte os Cinco Herois Cubanos, em nome da real integração entre os povos.”

Para convencer o Presidente estadunidense, o documento apela para “ a generosidade, a solidariedade, o respeito à soberania de cada país”, destacando que “(devemos) centrar nossas potencialidades para transformar o caos em que vivemos num mundo melhor.”

Ao longo do texto – curto – Niemeyer e os demais defensores do fim do imperialismo dos Estados Unidos – destaca os ataques implementados pelo governo estadunidense “contra Honduras, Venezuela, Bolívia, África, sem citar o apoio e o trabalho das agências de inteligência contra os países sul-americanos nas décadas de 60 e 70 do século passado Leia a íntegra do documento:

Abaixo-assinado do povo brasileiro à Barak Obama

Para: Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama

O presidente Lula foi definitivo: quando nos dirigimos a V. Exa. não parece que falamos com o representante de um poder imperial e sim com um brasileiro como qualquer um de nós. Sua eleição trouxe muita admiração e muita esperança para o povo brasileiro e para toda a América Latina. Contudo, devemos confessar-lhe que nos encontramos profundamente decepcionados.

Acreditamos nas promessas de campanha. Entre elas esperávamos que seu governo trouxesse a paz e a justiça para nossa querida Ilha Cubana, que, como é sabido, apesar do embargo de mais de 50 anos, conseguiu ocupar um lugar de destaque no mundo com avanços significativos na área da biotecnológica, educacional e na área de saúde pública. Apesar da campanha difamatória e da propaganda violenta, Cuba resiste a todas as agressões e intempéries com dignidade. Desnecessário citar a V. Exa. todos os desmandos contra Cuba, sob as mais mentirosas alegações. Assim foi a Baia de Porcos; assim foi a promessa de desativar Guantánamo; assim é a prisão dos Cinco Cubanos em prisões estadunidenses, com julgamentos sem nenhum critério ético e justiça; assim foi assinado, há mais de 50 anos, um embargo econômico, cruel e desumano.

Assim tem sido contra Honduras, Venezuela, Bolívia, África, sem citar o apoio e o trabalho das agências de inteligência contra os países sul-americanos nas décadas de 60 e 70 do século passado. São incontáveis essas agressões. O senhor chegou como esperança de crescimento do homem em todas as esferas. Veio de uma classe média diferenciada; traz nas veias a herança de seus antepassados, os mesmos que construíram a economia de seu País.

Sabemos de seus interesses na grandiosidade do Brasil, que transcende o imaginável: Pré-sal, riquezas inesgotáveis de energia, biodiversidade, mão de obra barata, são apenas alguns exemplos.

Senhor Presidente Barack Obama, nosso contencioso é grande; mas, nosso carinho pelo povo norte-americano transcende as desavenças.

Queremos aproveitar esta ocasião para uma reflexão necessária: a generosidade, a solidariedade, o respeito à soberania de cada país e, principalmente, centrar nossas potencialidades para transformar o caos em que vivemos num mundo melhor.

Acabe com o embargo a Cuba e liberte os Cinco Herois Cubanos, em nome da real integração entre os povos.

Rede das Redes em Defesa da Humanidade – Capítulo Brasileiro

Oscar Niemeyer – Presidente de Honra

Marília Guimarães – Presidente do Capitulo Brasil

De Brasília
Márcia Xavier
 Enviado por Safrany

VÁ FALAR EM MADISON OBAMA - A DIREÇÃO DO PT AJUDA

VÁ FALAR EM MADISON OBAMA – A DIREÇÃO DO PT AJUDA


Laerte Braga


A pretensão da verdade absoluta tomou conta do esquema “chapa branca” do PT – Partidos dos Trabalhadores –. Os militantes do partido estão proibidos de participar de qualquer protesto contra a visita do líder terrorista Barack Hussein Obama ao Brasil, neste final de semana.

O que já se sabia desde que os militares norte-americanos exigiram a presença de atiradores de elites nas imediações e ao redor da Cinelândia no Rio acabou contado em todos os detalhes pelo colunista Ancelmo Góis, na versão brasileira do jornal THE GLOBE.

A inteligência de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A havia chegado à conclusão que eram inevitáveis e não poderiam ser controladas as manifestações contra Obama no seu “discurso ao povo brasileiro”. Aquele negócio de Sérgio Cabral – “Obama vai dormir duas noites no Rio, olhe que bacana” –

O presidente do conglomerado terrorista contava com o seu discurso repercutindo em todo o mundo e particularmente nos Estados Unidos onde, ano que vem, vai enfrentar dura campanha eleitoral tentando reeleger-se. A perspectiva que as manifestações exibissem em redes sociais, ao vivo, os protestos no Brasil e o medo de um tumulto com conseqüências mais graves, mesmo a despeito do protesto e das choramingadas do governador do Rio e do prefeito da capital, acabaram por transferir o tal discurso “ao povo brasileiro”, num pronunciamento fechado a convidados especiais (elite e naturalmente a direção nacional do PT) no Teatro Municipal.

Para o povo, se der tempo, telões na Cinelândia.

Wladimir Palmeira, um dos fundadores e líderes históricos do PT acusou a direção do partido de aceitar uma realidade contra a qual sempre se bateu justificando com o pior dos argumentos, “agora somos governo”.

É um argumento de peso, já que, segundo alguns “especialistas”, faltam argumentos de peso para críticas ao governo Dilma. É possível que, nos próximos dias, uma balança especial capaz de medir argumentos seja importada do conglomerado e aí se tenha a definição sem meias voltas em torno do nada, do que é ou não argumento de peso.

A decisão da direção nacional do PT não chegou ainda ao nível da ação de Muammar Gaddafi contra os rebeldes líbios, mas tem a mesma raiz e traz embutida a mesma pretensão de divindade para os que comandam e a relação com manada chamada “chapa branca”.

As resistências, para salvar o partido, felizmente, são muitas. Militantes rebeldes estão propondo uma “vaquinha” para pagar o champagne das elites no Teatro Municipal.

No Chile, governado pela extrema-direita – OPUS DEI – os movimentos populares já começam a dar a partida aos protestos contra o próximo país latino-americano a ser visitado pelo terrorista.

Cínico e sem nenhum respeito por coisa alguma o presidente do conglomerado EUA/ISREAL TERRORISMO S/A conta reiniciar nas conversações com a presidente Dilma Roussef um tratado de livre comércio, cunha da qual têm se valido desde o fracasso da proposta de ALCA – ALIANÇA DE LIVRE COMÉRCIO DAS AMÉRICAS –

O governo de El Salvador, semana passada, anunciou que o tal tratado não trouxe benefício nenhum ao seu país e “só aumentou a nossa dependência”.

No caso do Brasil os olhos de Obama estão postos no petróleo do pré-sal. A conversa da “diversificação”, negócio de “portfólio”.

No Japão, sem nenhum respeito pelos japoneses comuns, as elites registram altas na bolsa de Tóquio. As empreiteiras são as grandes favoritas, pules da vez, todas de olho na reconstrução do país. A despeito da crise e em movimento inverso ao lógico, o capital de investidores estrangeiros está se preparando para o boom que se seguirá a tragédia.

É o capitalismo.

É o terrorismo numa de suas várias formas.

O ser humano transformado em mico de circo onde o domador atualmente é Barack Obama.

A GLOBO, uma das principais empresas do conglomerado no Brasil não fala uma linha sequer sobre os motivos reais do cancelamento do “comício para o povo brasileiro.” O prejuízo é grande e a busca agora é para minimizar os estragos.

Uma das ameaças persiste apesar de tudo. Obama vai descer no campo do Flamengo. O clube brasileiro de maior torcida e em plena ascensão depois de um período de turbulência pode sofrer e o sofrimento será inevitável se o terrorista vestir a camisa do clube.

Obama deveria tentar falar em Madison, ou em uma das várias cidades do seu país onde ocorrem manifestações contra arbitrariedades de governos estaduais, quebra de suas promessas, explicar o dinheiro doado por Muammar Gaddafi para sua campanha, supressão de direitos trabalhistas, verbas de saúde e educação e de quebra convidar a direção nacional do PT.

É possível que consigam que os dirigentes do partido ensinem trabalhadores norte-americanos a se calarem porque “agora somos governo”.

É só não levar Guido Mantecca, ministro da Fazenda de Dilma, do contrário ele vai querer explicar tudo até “ao porteiro do prédio”.

O que era para ser uma chegada de Alexandre o Grande ao Brasil e uma conquista transformando o país em BRAZIL,está terminando em comédia pastelão.

Mas, apesar disso, olho vivo. Por trás dos bastidores, “coisas” podem ser assinadas sem que o distinto público tenha conhecimento.

O povo?

Na cabeça dessa gente toma sorvete com a testa e lambe com os olhos.

Estão entregando o ouro todo ao bandido e acham que a crítica é “golpe branco”.

Vai falar em Madison Obama. Se conseguir

Noticiário completo e de peso no blog de Maria Betânia.

" Você viu o Cabeção por aí?" o de ONTEM,na Ditadura

duvidei que um dia comentaria sentir saudades de um tempo da ditadura, mas diante ao mentor do diretorio nacional do PT, tenho saudades de um tempo em que o EMBAIXADOR NORTE AMERICANO foi sequestrado para trocarem por 15 companheiros, presos por lutarem contra a opressao ditatorial no Brasil. Zé Dirceu  era um deles.


A executiva nacional do PT desautorizou qualquer manifestação contra o presidente norte-americano Obama. Dirigentes entrevistados pelo Globo lembram que somos partido do governo. Agora, lembram-se. Em outras oportunidades lembram que o governo federal é de coalizão.

Encontros e desencontros nas noites paulistanas. E nos dias também!!!

Domingo, Março 13, 2011

pescado do Blog do LUIZ AP 

Encontros e desencontros nas noites paulistanas. E nos dias também!!!






MEMÓRIAS PAULISTANAS 2

Naqueles agitados , tensos e criativos anos chamados de 60, mas que foram até meados de 70 em pleno “Anos de Chumbo”, de fúrias e carnificinas da Ditadura Militar, nós jovens(na época) inquietos e inimigos jurados do Fascismo, também vivíamos intensamente. Liamos muito, de filosofia a romances, fazíamos musica e cantávamos a sede de liberdade, as agruras do povo. Faziamos também filmes e peças de Teatro expressando nosso amor ao povo e as pessoas queridas.

E a gente namorava muito também. Desde as colegas de Faculdade, de trabalho e até gente de Teatro e havia as amigas e simpatizantes de nossa causa maior, como a Kathe Hansen, Sonia Piccinin, Beth Mendes(que chegou a ser presa e torturada por pertencer a base de apoio da ALN), o pessoal do Arena e do Teatro Oficina do José Celso e outras que até entraram na luta por amor ou ideologia.

De Penápolis a Sampa

Para mim as coisas começaram em Penápolis, onde fizemos teatro, cineclubes, discutíamos musica ,cinema e literatura e filosofia, principalmente na casa de “seu” Manoel Lacava e nossa musa e protetora Dona Amélia, que tinha sido também a professora da maioria de nós no grupo escolar e era mãe de dois de nossos companheiros de toda hora, o Celso-Capim que já virou borboleta e Cilô que ainda esta em Sampa repartindo sua vida e cultura e dando aulas.

Por ali também começamos na politica de resistência. Depois nossa turma original debandou para fazer a vida. Alguns para Brasilia e a maioria para São Paulo, onde a efervescência politica e cultural era maior.

Eu e meus queridos amigos e camaradas de luta e vivencia, transitávamos naquela São Paulo desvairada e que ainda garoava em vez de inundar, pelo velho centro. Pelo quadrilátero que ia da Avenida São João, até a Paulista. Da Brigadeiro até a Consolação. Mas também na velha “Boca do Lixo” onde ficavam as produtoras de Cinema “sérios” e pornochanchadas e o velho restaurante “Soberano”.Fora o "Bar Riviera",em frente ao Cine Belas Artes, onde tomavamos umas também, as vezes cercados de agentes da Ditadura disfarçados.

Ali discutíamos o Mundo e filmávamos o que era possível. Carlão Riechenbah, Oszualdo Candeias, Rogerio Sganzerla, Luiz Rozemberg Filho que vivia no Rio, mas sempre ia a Sampa discutir idéias e as vezes buscar financiamento para seus filmes, Walter Hugo Khoury, talvez o mais profissional dos cineastas paulistas, Silvio de Abreu, Jairo Ferreira, Andrea Tonaci, Afonso Brazza(que depois veio para Brasilia fazer filmes e ser Bombeiro. José Mojica Marins, o famoso “Zé do Caixão” . Dos escritorios e “sets” de filmagens íamos pro Soberano almoçar filé a parmegiana e de noite íamos pro “Ponto 4”, “Bar das Putas” na Consolação e até o Gigetto ver os atores famosos da época.

Uisque sem guaraná

Saia eu dos Diários Associados onde era repórter e depois editor já tarde da noite e com o Zézão, José Eduardo Faro Freire, Rubens Gatto, Lia Ribeiro Dias, Maria Luiza Araujo, Beth Lorenzote, João "da Baiana" Teixeira,Clóves Geraldo e outros companheiros íamos articular politica e conversar sobre cultura brasileira no “Pari Bar” da Praça Dom José Gaspar. Depois debandávamos para tomar as ultimas da noite lá pras bandas de Pinheiros, Lapa e Paulista, onde outras turmas se encontravam para tomar umas no fim de noite. A ultima refeição era quase sempre no “Tabu” da boca do lixo, que tinha um filé de primeira e baratinho, a altura de nossos bolsos.

E ainda tínhamos os nossos saraus de poesia e literatura no velho apartamento do Doutor Mozart Menezes, fundador da “Cacimba”, na rua Timbiras, em plena “boca do lixo” onde ia de Celso Lungaretti a Rubens Alvesl ,o poetaço Souza Lopes e sua doce Marcia, Francisco Ugarte e outros viciados em “letras”, politica e boa musica.

Musicas e fim de noite

Ai saimos para ver os músicos da noite que agitavam boates e barzinhos da noite paulistana. João da Baiana Teixeira, Jésus Carlos, o fotografo, o meu querido Alemão-Antonio Eduardo Molina Mandel quando não estava preso. Até o Moa-Moacyr de Oliveira Filho que adorava um samba e outros amigos queridos pintavam sempre na área. Para quem gostava de samba e dançar, tinha o “Som de Cristal, alí pertinho na Rego Freitas e o “Avenida Dançing”, na Rio Branco, quase esquina da São Joao, onde ao lado jogavamos sinuca de vez em quando, depois que os “cobras” do snooker iam descansar.

No bar “Redondo” em frente ao Arena e a Igreja da Consolação encontrávamos TomZé, Gilberto Gil que era executivo de uma multinacional durante o dia e musico de noite, Gracinha Costa, depois Gal, Caetano, Piti e outros baianos que tinham vindo de Salvador para montar o “Arena Canta Bahia”, no Teatro de Arena, hoje Eugenio Kusnet. Desta baianada, só ficou e adotou e foi adotado por São Paulo, TomZé, os outros foram para o Rio de Janeiro e por lá ficaram.

Curtiamos até Benito de Paula que cantava numa boate da Praça Roosevelt. Luiz Carlos Paraná e a boate "Jogral" ao lado do “Terceiro Uisque” na rua Avanhandava, sempre com cantores bons na parada, de Sergio Ricardo, Johnny Alf a Noite Ilustrada! Mas tinha o Chico Buarque que ia no “sujinho” em frente o Sesc e na rua DR. Vila Nova, a turma que não saia do “Redondo”, como Carlão da Vila. Era muita gente!!!

E nós que estudávamos na Filosofia da USP, íamos tomar cerveja no Bar do Zé na esquina da Maria Antonia com Dr. Vila Nova. Dali saiu muitas articulações e recrutamentos de estudantes para a luta armada contra a Ditadura.

E a vida continuava...

E isto depois de durante o dia trabalhar e “cobrir pontos” com os camaradas da luta contra a Ditadura, a turma da ALN, depois da APML e do PCdoB. Discutiamos muito os documentos das organizações e partidos e ainda por cima encontrávamos tempo de participar de ações e de propaganda armada. E sempre tensos, esperando a hora, que sempre chegava para muitos de nós, de ver a chegada dos “home” nas veraneios, com metralhadoras para levar a gente para o DOPS e OBAN e os cárceres sombrios da Ditadura.

Mas a gente saia e continuava na luta e no fervor das idéias e das criações que marcaram a cultura e a história brasileira até hoje.

GUERRILHEIROS VIRTU@IS: REFORMA POLÍTICA, POR QUEM E PARA QUEM?

GUERRILHEIROS VIRTU@IS: REFORMA POLÍTICA, POR QUEM E PARA QUEM?: "REFORMA POLÍTICA, POR QUEM E PARA QUEM?

Movimentam-se as forças políticas pela reforma na legislação eleitoral. No momento de pedir o voto, não me recordo de nenhum deles dizer claramente o que pensavam a respeito. Julgo, portanto, que não possuem legitimidade para representar ninguém. Se a reforma deve sair e, creio ser necessária. É preciso que o povo seja ouvido. Esclarecido sobre os malefícios da reeleição, sobre a conveniência de mandatos de cinco anos para todos os níveis de poder, sobre o que é financiamento de campanha, a necessidade de proibir coligações tão nefastas ao interesse público, vetar eleitos para cargos no Legislativo assumirem funções no Executivo sem renunciar e perder a elegibilidade para o mandato seguinte. Considero importante a discussão dentro dos partidos, mas se ela se resumir a isso é um natimorto. Algo putrefado que mesmo envolto e com todas cerimônias que lhe são devidas, ninguém deseja ter para si. Democraticamente votei nessas eleições e nenhum daqueles que levou meu voto, eleito ou não, disse o que defenderia nessa reforma política. Talvez, você ai, tenha votado em alguém que defendia a reforma política e disse quais seriam suas bandeiras. Desejo, honestamente, que ele represente o seu pensamento e, mais ainda, que tenha a capacidade de não defender o eterno direito de perpetuar-se no Poder. Quantas famílias que parecem dinastias, desde avós chegam aos netos e assim por diante, se perpetuando no Poder e dizendo que desejam renovação, transformação e oportunidade para todos, mas se agarram ao Poder como tábua de salvação. Ainda que a atual Constituição (1988) seja relativamente nova, fizeram tantas emendas e amputaram tantos preceitos estipulados, embora não desejável, já começam a me convencer da necessidade de uma nova Constituição. Acho sim, que essa reforma política é apenas para atender os interesses de políticos. Ou terá outra finalidade? Quem será promovido? Nem vou perguntar. Vai causar pisoteamento, uns tentando passar a frente dos outros, sem qualquer escrupuloso, apenas para ter a “glória” de aparecer na foto.
HILDA SUZANA

"Paz Made in USA"-Un ataque aéreo estadounidense causa cerca de 40 muertos civiles en Pakistán


Klaus Koch Webguerrillero
Que sepan los defensores de la invasión imperialista lo que le espera al pueblo Libio. Cuarenta muertos civiles, cuarenta más, por obra y gracia del ejército de "liberación" de los EEUU. Esto es lo que están apoyando muchos que se llaman "izquierdistas" hoy. ¡No a la guerra!Kaos.

assista as Técnicas de Control Mental utilizadas por aquellos que nos dominan y nos esclaviza,


Enkarna Pellejero Guillamon
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Enkarna Pellejero Guillamon
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há 7 horas ·
 
Enkarna Pellejero Guillamon Hola a tod@s, espero que estos 2 vídeos sean de vuestro agrado.Personalmente creo que explica muy claramente lo que pasa y por qué pasa.Es una invitación a tomar unos sorbitos de Con-Ciencia.Un abrazo a tod@ssss

CESARE BATTISTI COMPLETA 4 ANOS COMO PRISIONEIRO POLÍTICO NO BRASIL

Hoje é 18 de março, dia em que o escritor Cesare Battisti completa seu quarto ano de prisão injustificada, iníqua e abusiva no Brasil.

Desde o primeiro momento, foi vítima da sanha inquisitorial de quem deveria deixar suas paixões de lado ao vestir a toga... mas não o faz.

Pois, no caso de alguém que levava existência pacífica, regrada e produtiva desde 1981, tendo constituído família e se projetado nas letras, o que cabia, para garantir sua entrega à Itália caso o pedido de extradição fosse julgado procedente, era a colocação em liberdade vigiada. Nada mais.

Assim teriam agido se ele fosse um banqueiro crapuloso qualquer, não um digno e idealista homem de esquerda, a quem a mais repulsiva ultradireita italiana tenta imolar como símbolo de uma pretensa vitória sobre os ideais libertários que sacudiram o mundo em 1968 e anos seguintes. [A última palavra não está dada, podem-se arrancar muitas flores, mas, jamais, impedir a chegada da primavera!]

Evidentemente, quem o estigmatizava para mais facilmente condenar, preferiu a captura desnecessariamente espetaculosa e o confinamento numa  casa dos mortos  brasiliense (a Superintendência da Polícia Federal, horrível depósito de presos no qual permaneceu por mais de um ano, até ser transferido para o bem menos opressivo Centro Penitenciário da Papuda).

Aí, em janeiro de 2009, o então ministro da Justiça Tarso Genro lhe assegurou o direito de residir e trabalhar em paz no Brasil, a salvo da  vendetta  dos neofascistas italianos e do ex-serviçal da Cosa Nostra empenhado em superar os piores deboches de Calígula.

Pela lei e pela jurisprudência brasileiras, era tudo de que Battisti precisava para sair do pesadelo kafkiano em que o atiraram.

Mas, o empenho de dois ministros gritantemente reacionários do Supremo Tribunal Federal fez com que todos os trâmites fossem distorcidos no caso de Cesare.

Nem a produção do mais tendencioso relatório de um ministro do Supremo em todos os tempos foi, contudo, suficiente para tirar a decisão final das mãos de quem sempre a deu no Brasil: o presidente da República.

E Luiz Inácio Lula da Silva, no último dia do seu governo, reafirmou a soberania nacional, tão vilipendiada pela turba linchadora italiana.

Isto ainda não foi suficiente para o autor do relatório desmoralizado, que, agora no novo papel de presidente do STF, passou a ganhar tempo na esperança de ter êxito numa nova prestidigitação, forçando mais uma virada de mesa legal.

Então, ao invés de libertar de imediato Battisti, que era a única atitude que lhe cabia tomar, preferiu mantê-lo em PRISÃO CLAMOROSAMENTE  ILEGAL e, como tal, denunciada por nossos mais eminentes juristas.

Desde janeiro de 2009 Cesare Battisti é vítima de evidente PERSEGUIÇÃO JUDICIAL.

Desde a decisão de Lula, está sendo mantido sob inequívoco SEQUESTRO.

E assim se roubaram quatro anos da vida de um homem, em nome de acontecimentos longínquos e de uma sentença espúria, verdadeiro linchamento togado a que Battisti foi submetido durante o  macartismo à italiana  dos anos de chumbo -- aquele período escabroso da história dessa grande nação, no qual, dentre outras aberrações, as torturas eram acobertadas, as leis retroagiam e as prisões preventivas podiam durar mais de uma década (!).

Como bem disse o Carlos Lungarzo, da Anistia Internacional, Cesare Battisti somos todos nós -- os cidadãos sujeitos a ser privados da liberdade, ao arrepio da lei e desconsiderando a jurisprudência, como consequência do ARBÍTRIO de perseguidores poderosos.

Lembrem-se: os que permanecem cegos, surdos e mudos diante das injustiças que Battisti sofre poderão algum dia debater-se num mesmo labirinto, sem ninguém solidário para lhes apontar a saída.

quinta-feira, 17 de março de 2011

"ELE EXPLICA MUITO. FALA ATÉ PRO PORTEIRO DO PRÉDIO

“ELE EXPLICA MUITO. FALA ATÉ PRO PORTEIRO DO PRÉDIO”


Laerte Braga


A frase é de Dilma Roussef explicando a sindicalistas o porquê do novo salário mínimo. Referia-se ao ministro da Fazenda, Guido Mantecca, ao qual fez pesadas críticas na reunião com líderes sindicais e de quebra o chiste. Vai juntar-se a Boris Casoy na galeria dos que trazem consigo arrogância e o preconceito. Casoy e os garis e Dilma e os porteiros de prédio.

Tânia Gabrielle Cooper Patriota é norte-americana de nascimento e naturalizada brasileira. Mora na Colômbia e na Venezuela dirige o FUNDO DE POPULAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Representa o órgão também na Colômbia.

É considerada um quadro burocrático sem brilho, mas hostil ao governo do presidente Hugo Chávez. Segundo o jornal THE GLOBE na versão brasileira, edição de quinta-feira, dia 17, O GLOBO, foi escolhida para ciceronear a primeira dama Michele Obama quando da visita do novo capitão do mato à fazenda Brazil.

Um detalhe. Segundo o mesmo jornal, “mantém um casamento à distância com o chanceler brasileiro Anthony Patriot. Patriot, brasileiro de nascimento, é o agente designado pelo conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A para ocupar o cargo no Brazil.

A primeira insinuação de um comício do terrorista Barack Obama no Brasil foi feita diretamente à presidente Dilma Roussef. A idéia, a princípio considerada perigosa, veio então em forma de determinação. A partir daí todas as providências começaram a ser tomadas para facilitar o show, segundo o jornal argentino LA NACIÓN, “um prolongamento do carnaval carioca para receber Obama”.

O show, entende LA NACION guarda semelhança com as recepções a artistas pop, cantores e grupos de rock. O LA NACION cita também as visitas papais. Devem ter esquecido do PAPA MÓVEL, um carro alegórico para Obama desfilar na Marquês de Sapucaí.

Todo o esquema para o show de Obama estava montado antes mesmo de Lula deixar a presidência da República. Faz parte de um projeto político das elites para tentar impedir que o ex-presidente volte ao governo em 2014 e está a cargo das organizações GLOBO armar o espetáculo.

É hora de William Bonner colocar em campo o que ele chama de “Homer Simpson”. O telespectador padrão do JORNAL NACIONAL comparado ao personagem sério, trabalhador, mas idiota e facilmente enganável da série norte-americana.

O show começou a ser montado quando se definiu a visita de Obama por jornalistas/agentes norte-americanos que atuam na GLOBO, tanto em New York, Washington e Rio de Janeiro. A rede, bem estilo filme de terror mesmo.

Daí o envolvimento de FAUSTO SILVA (audiência caindo pelas tabelas, um jeito de tentar salvar o programa), da equipe do FANTÁSTICO e do DOMINGO ESPETACULAR da Record (Edir Macedo recebeu a ordem em Miami onde mora e recebe sua polpuda parte no dízimo e o salário do governo dos EUA).

Convencer Sérgio Cabral e Eduardo Paes foi barbada. O governador mantém a GLOBO no Rio com fartas verbas publicitárias e em troca ganha apoio da rede. O prefeito, idem, ibidem.

A histeria de Cabral chegou ao ponto de dizer a jornalistas que “Obama vai dormir no Rio duas noites, que bacana”. Isso vai valer elogios públicos da GLOBO, mas pedido de moderação nos comentários públicos para não ficar tão intimista assim. Atrapalha o Big Brother.

Esse tipo de situação é a pornografia implícita, mas nem tanto, do programa. A pornografia explícita acontece no domingo quando Obama descer no heliporto da PETROBRAS – foi estratégica a escolha, quer mostrar que é senhor do pré-sal – e a partir daí cumprir o programa turístico/carnavalesco/colonizador, que tem o ponto alto no discurso que fará aos brasileiros, novos súditos, na Cinelândia.

Todo esse aparato para o senhor do Brazil tem também o objetivo, além de começar a desconstruir Lula por formas indiretas – na cooptação de Dilma Roussef, a máscara caiu mais cedo que se imaginava – o de reforçar o prestígio do terrorista em seu território. É que ano que vem tem eleições, Obama está mal nas pesquisas, ainda não conseguiu emplacar a cantada que vem dando em Angeline Jolie – colunas sociais dos EUA vivem falando nisso – e sabe que pode perder a presidência de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

Neste momento o presidente corre o risco de ter que enfrentar acusações de receber dinheiro ilegal em sua campanha eleitoral de 2008, doação do ditador líbio Muammar Gaddafi, como aconteceu com Nicolas Sarkozy. Enfrenta protestos públicos de centenas de milhares de norte-americanos que perceberam que o negro é só graxa, no duro é branco em várias cidades e não quer nem ouvir falar do risco de acidente nuclear – real – no Japão.

Precisa de uma overdose de adrenalina para sacudir o combalido líder terrorista. Lógico, presidir o conglomerado, entre outras coisas, confere o direito de tomar conta do Brazil, o maior país latino americano é uma das oito maiores economias do mundo, agora montado no petróleo. Alvo maior do terrorista.

Dilma Roussef está irritada, dizem os jornais inclusive O GLOBO, com a reação de alguns petistas sobreviventes que teimam em protestar contra a visita de Obama e o comício ao Rio. Quer que a direção nacional enquadre a turma. Falo da direção do PT-USA – Partido dos Trabalhadores dos Estados Unidos da América –.

A conversão aconteceu em Wall Street depois que Guido Mantecca pôs-se a explicar ao porteiro do prédio como funciona o mecanismo de cálculo e reajuste do salário mínimo no Brasil.

A bolsa já havia encerrado suas atividades, mas, misteriosamente, o sino que abre o pregão começou a badalar sozinho e se pode identificar a velha expressão “subdesenvolvido”, da canção que diz que “o brasileiro pensa como americano, mas não vive como americano”.

Voltamos a vender borracha e comprar pneus. E chicletes.

O pedido de desculpas de Dilma a Mantecca aconteceu numa reunião que durou seis horas e teve direito a rasgados elogios, tapete vermelho e segundo O GLOBO, muitos afagos.

É o novo Brazil. O dos garis e porteiros de prédios. Casoy e Dilma, quem diria!

Voltamos ao estágio MACAQUITOS. Agora com direito a mensagem direta para Obama via twitter. Dá para mandar do celular também. Você paga os custos e mais os impostos e acha que Obama lê.

Faz uma idéia de quanto as organizações GLOBO estão faturando nesse trem todo?

Vendendo o Brazil?

Carta aberta dos cubanos residentes no Brasil a Barack Obam

quinta-feira, 17 de março de 2011

Carta aberta dos cubanos residentes no Brasil a Barack Obama

Somos cubanos residentes no Brasil. Durante sua campanha presidencial nos EUA, estivemos esperançosos de que o senhor realmente produziria as mudanças que insistentemente prometia, em particular, aquelas relacionadas com nosso país. Porém, estamos cada vez mais desiludidos, pois não se observa nenhuma mudança na política norte-americana relacionada a Cuba, contra as expectativas da comunidade internacional e a opinião pública norte-americana.

Por uma esmagadora maioria, no ano 2010 – uma vez mais e por 19 vezes consecutivas –, na Assembléia Geral das Nações Unidas, a comunidade internacional recusou o criminal bloqueio que o governo norte-americano tem imposto a nosso país por mais de meio século e pediu o encerramento dessa política genocida.

O bloqueio econômico, comercial e financeiro fecha mais e mais suas garras e o senhor não tem usado suas amplas prerrogativas constitucionais, que lhe permitiriam introduzir importantes mudanças passíveis de aliviar enormes necessidades que nosso povo vem sofrendo há muitos largos anos.

O governo dos Estados Unidos – o seu governo, senhor presidente Obama – continua dificultando as vendas de alimentos a Cuba por parte de empresas norte-americanas e não permite que essas vendas sejam realizadas conforme as normas e práticas regulares do comércio internacional.

O bloqueio imposto a nosso país não é um assunto bilateral; ele tem um marcante caráter extraterritorial que viola as leis internacionais e as regulamentações internacionais do comércio, é ofensiva à soberania de terceiros estados e a os legítimos interesses de entidades e pessoas sob a sua jurisdição.

Por outra parte, o senhor ignora os crescentes chamados desde cada canto do mundo para que cesse a enorme injustiça perpetrada para encarcerar e submeter a desumanos maus tratos nossos Cinco Heróis Cubanos, depois de 12 anos de prisão devido a absurdas sentenças por crimes que não cometeram. A tarefa que eles realizavam era monitorar terroristas cubanos assentados em Miami, os quais representam um grande perigo não só para nosso país, mas também para os Estados Unidos. Estamos seguros de que isso é de seu conhecimento, senhor presidente.

Portanto, com toda firmeza lhe demandamos:

A eliminação do criminal bloqueio imposto a nosso país;

A imediata liberação dos nossos Cinco Heróis Cubanos.

O senhor tem as possibilidades constitucionais para atender a este reclamo. Prove que o senhor, realmente, pode mudar!

Texto enviado por e-mail pela Associação Cultural José Martí – Rio Grande do Norte

quarta-feira, 16 de março de 2011

MANDA A DILMA FALAR NO CENTRAL PARK - VÊ SE ELES DEIXAM

MANDA A DILMA FALAR NO CENTRAL PARK – VÊ SE ELES DEIXAM


Laerte Braga


Para que o terrorista Barack Obama possa “falar aos brasileiros” dando conta que é o novo dono do pedaço, os subalternos vão, entre outras arbitrariedades, fechar o CAFÉ AMARELINHO, um dos mais tradicionais do antigo Rio de Janeiro, hoje uma das chácaras do conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

O genocida, responsável pela morte de centenas de milhares de iraquianos, afegãos e palestinos, entre outros, tem o patrocínio da REDE GLOBO e do grosso da mídia privada brasileira. É evidente que nos intervalos comerciais anúncios do sabão que lava melhor e do tira manchas que limpa tudo.

Ao lado da máquina de lavar – isso se não for tanque – Dilma Roussef, falando das maravilhas do pré-sal.

Manda a Dilma falar no Central Park, vê se os terroristas deixam?

O máximo que Jobim, Moreira Franco e Anthony Patriot conseguem por lá, depois de tirar os sapatos para a revista no aeroporto, é um vale sanduíche do McDonald’s e um passeio de charrete. Com um detalhe, a coca cola do sanduíche eles pagam que, afinal, os caras não estão ai para ficar jogando dinheiro fora.

É o que valem e pronto.

De quebra Dilma viaja no primeiro vôo do primeiro caça da BOEING que chegar por aqui para mostrar o “poderio” da US AIR FORCE, quer dizer, da Força Aérea Brasileira.

Se andar direitinho tem peça de reposição, caso contrário, vai para o museu do entreguismo.

Ela até consegue falar no Central Park, ou no Lincoln Memorial. Fala a pombos e a meia dúzia de ministros condecorados com greencard, tudo registrado em foto do celular de Guido Malan Mantecca.

Se demorar muito vai ouvir o clássico “circulando” das autoridades da corte.

Milhares de norte-americanos estão marchando hoje em Lansing, capital do estado de Michigan, em protesto contra as decisões do governo de direitos trabalhistas, pensões e aposentadoria, para sustentar a fome pantagruélica do conglomerado e suas guerras.

Entre os manifestantes o cineasta Michael Moore.

O que Obama vai fazer no Rio é o piloto de uma série de programas eleitorais na tentativa de mostrar as conquistas feitas.

Registre-se que o terrorista branco disfarçado de negro não vai a Argentina. É que tentaram passar na alfândega armas proibidas e drogas para um “exercício militar”. Sequer desculpas pediram.

Se controlam o Brasil, o maior país latino-americano por que preocupar-se com a Argentina? Ano que vão investem fundo na tentativa de derrotar Cristina Kirchner.

Eu se fosse o governador Sérgio Cabral (amigo do Luciano Hukl e especialista em legalizar ilegalidades do escritório de sua mulher), mandava abrir o CAFÉ AMARELINHO e sugeria a Obama servir cerveja a “doze apóstolos” escolhidos a dedo.

Em seguida uma foto para registrar o acontecimento.

Cabral ao fundo de “me dá um dinheiro aí”. Eduardo Paes então, nem se fala. A Prefeitura do Rio deixa de fornecer remédios – inclusive descumprindo decisão judicial – a doentes com direitos líquidos e certos, mas está varrendo e enfeitando a Cinelândia para a versão pornográfica explícita do BBB-11.

O discurso de Obama aos brasileiros.

E se você pretende ir trate de escovar os dentes com o tal creme dental que alguns dentistas recomendam, pois afinal, a empresa é de lá, do conglomerado, uma das principais acionistas.

Forças policiais e militares brasileiras ajudarão os policiais e militares norte-americanos a manter a ordem e a controlar qualquer tentativa de protesto, na nova chácara de Obama, quer dizer, de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

Não deixe de tomar banho antes, de pegar a bandeirinha do novo “patrão” e vá decorando o novo hino –. Enquanto aprende basta gritar GOD SAVE THE TERRORIST. E diga amém a tudo o que ele disser.

Sorria, você está sendo filmado!

Documentos do WIKILEAKS revelam que jornalistas como Diogo Mainardi (VEJA e GLOBO, foragido do Brasil por ter sido condenado por publicar mentiras), William Waack – GLOBO – são mais que analistas preferidos do Departamento de Estado.

Trabalharam fundo para tentar convencer Marina da Silva a aceitar a vice de José Serra e com isso derrotar a candidata de Lula.

Telegramas da embaixada do conglomerado – nova sede do governo do Brazil (agora é assim) mostram o empenho dos defensores da liberdade de expressão em servir aos donos.

No show de Obama haverá camarote privativo.

Imagino que show de sapateado em tapete formado por prisioneiros das prisões norte-americanas no Iraque, de Guantánamo, das crianças mortas em bombardeios “equivocados” no Afeganistão sinalizará o espírito democrático e libertador do presidente do conglomerado aos novos súditos.

É marca registrada do espírito “choque e pavor” que têm usado mundo afora.

Vamos esperar pelo comício de Dilma no Central Park. Vai ser um acontecimento.

Japão FOTOS de antes e depois das explossoes nucleares


Assunto: Fotos de satélite - Japão antes e depois

As fotos de satélite (antes e depois das catástrofes) estão superpostas. Existe uma linha divisória entre as fotos e uma guia no centro da linha. Deslocando, com o mouse, a guia para a direita ou para a esquerda, é possível comparar a situação antes e depois. É impressionante a destruição (link abaixo):

http://www.nytimes.com/interactive/2011/03/13/world/asia/satellite-photos-japan-before-and-after-tsunami.html
Enviado por Carlos Caridade

O GRANDE CULPADO PELO CAOS NUCLEAR JAPONÊS É O CAPITALISMO

"Um despacho de 2008 da embaixada dos Estados Unidos em Tóquio revela o descontentamento e preocupação de uma importante figura política japonesa em relação à política nuclear de seu país. No documento, era informado que o governo encobria informações sobre acidentes nucleares, além de ocultar os custos e problemas associados a esse ramo da indústria.

A conversa entre Taro Kono e um grupo diplomático norte-americano teria ocorrido em outubro daquele ano, durante um jantar. O relatório (...) foi obtido pelo site WikiLeaks e publicado pelo Guardian.

O deputado Kono, um dos principais líderes do Partido Liberal-Democrata, que governou o país de 1995 a 2009 e, portanto, estava no poder no momento do encontro, mirou suas críticas na atuação do Ministério da Economia, Comércio e Indústria, responsável pelo setor nuclear no país, e nas companhias energéticas japonesas. No documento, ele fazia forte oposição à estratégia energética e nuclear japonesa, especialmente em relação a questões como custos e segurança.

Segundo os documentos, o deputado acusou o ministério de sonegar e selecionar informações do setor a serem repassadas aos parlamentares de acordo com seu próprio interesse. No despacho, Kono também teria demonstrado grande preocupação com os resíduos de energia nuclear coletados pelas empresas, já que o Japão não possui nenhum local de armazenamento permanente dos resíduos de alto nível.

O documento indicava outra grande preocupação do deputado, que relacionou os armazenamentos temporais com a alta atividade sísmica do país, e alertava sobre a possibilidade e do risco dos materiais serem filtrados em águas subterrâneas em caso de terremoto.

O deputado teria relatado que as companhias energéticas japonesas ocultavam diversos problemas...

...Perguntado sobre a influência das companhias energéticas no país, Kono assegurou que uma rede de televisão realizou uma entrevista com ele, repleta de críticas ao setor, e que seria apresentada em três partes. Mas, após o primeiro programa, ela se viu obrigada a cancelar a exibição, pois as empresas ameaçaram cancelar o patrocínio à rede".
Novamente se confirma o que eu afirmei no meu post de três dias atrás:
"Para quem não engole os contos da carochinha do sistema, salta aos olhos que as usinas nucleares jamais serão totalmente seguras.
 Trata-se de mais uma opção que o capitalismo impõe à humanidade, a partir de um enfoque em que a relação custo/benefício é tudo e a vida das vítimas, nada".
Interesses empresariais prevaleceram sobre o imperativo de se preservar a existência humana. O lucro pesa mais do que a vida. Governos são corrompidos. Informações vitais, sonegadas. Emissoras de TV, coagidas a calar denúncias.

E assim, o país mais castigado até hoje por bombardeios atômicos agora se vê ameaçado de passar por horrores semelhantes em função de um mais do que previsível acidente nuclear.

Se é discutível a operação de usinas nucleares nos mais remotos desertos, sua instalação em áreas povoadas só pode ser qualificada como um crime contra a humanidade.

E pensar que, sob o primado da ganância, ainda se maximizaram os riscos para que as companhias energéticas multiplicassem seus ganhos!

O capitalismo há muito deveria ter sido substituído por uma forma de organização da sociedade fundada na cooperação entre os homens para a promoção do bem comum -- única possibilidade  de sobrevivência da humanidade num planeta superpovoado e com recursos naturais finitos.

Agônico e putrefato, ameaça provocar o extermínio da espécie humana, com a conjugação de catástrofes naturais decorrentes das alterações climáticas e catástrofes nucleares das quais os terremotos, tsunamis, furacões, inundações, etc., serão o estopim.

Os avisos nos estão sendo todos dados. Se demorarmos a despertar para a magnitude dos desafios que enfrentamos, poderemos começar a reagir só quando a situação já tiver chegado a um ponto de não retorno.


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