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sábado, 5 de março de 2011

Potências ocidentais exploram crise na Líbia a favor de seus planos de intervenção


5/3/2011, Mike Head, Countercurrents
Enviado pelo pessoal da Vila Vudu – sem créditos de tradução


Sob o pretexto de ter de enfrentar uma crise humanitária na Líbia, os EUA e seus aliados europeus já intensificam operações militares e medidas econômicas contra o regime de Muammar Gaddafi.

Entre os preparativos para uma possível intervenção armada, fuzileiros navais dos EUA chegaram à Grécia, de onde facilmente podem alcançar a costa da Líbia, e aviões de carga militares dos EUA já iniciaram voos para a fronteira da Tunísia com a Líbia.

O que começou como uma revolta popular contra o regime repressor de Gaddafi está sendo canalizado, cada vez mais diretamente, com a ajuda do governo interino em Benghazi, segunda cidade da Líbia, como pretexto para uma intervenção imperialista. Essa operação visa a estabelecer um Estado de fato, outra vez como estado-cliente, na Líbia. As forças imperialistas visam a garantir controle sobre o petróleo e os campos de gás, de modo a implantar ali um bastião contra todas as revoltas de trabalhadores e jovens que varrem a região, do Marrocos ao Iraque.

Os líderes britânicos e europeus saudaram a declaração do presidente Barack Obama na quinta-feira, na qual exigiu a saída de Gaddafi e incisivamente se recusou a descartar a imposição de uma zona militarizada, que vedaria o espaço aéreo líbio [orig. no-fly zone]. Os EUA já se declararam, portanto, prontos para apoiar uma operação para derrubar o regime e instalar um governo complacente também em Benghazi.

Para o Guardian de Londres, o primeiro ministro britânico, David Cameron, que já havia convocado os aliados da Grã-Bretanha a elaborarem planos para uma “zona de exclusão aérea”, recebeu com entusiasmo o reforço de Barack Obama em conferência de imprensa ao lado do presidente mexicano Felipe Calderón.

O jornal britânico afirma que Cameron e Obama já acertaram posições sobre “a necessidade de ação militar, caso haja grande catástrofe humanitária ou se Gaddafi tornar-se ainda mais agressivo; e sobre a necessidade absoluta de Gaddafi renunciar”.

Segundo o Guardian, Cameron e outros líderes europeus estavam à espera de manifestação de Obama, “uma vez que os EUA não admitiriam que outros assumissem a liderança na resposta à crise da Líbia”. Mas Cameron “saiu à frente, porque já defendera a zona de exclusão aérea, e agora trabalha com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, para que se organize uma reunião de emergência da União Europeia, em Bruxelas, na próxima 6ª-feira, para discutir essa questão”.

O governo russo, que tem poder de veto nas Nações Unidas, declarou publicamente sua oposição à zona de exclusão aérea. Mas o chanceler britânico, William Hague, disse que, embora “idealmente” a zona de exclusão aérea deva ser sancionada pela ONU, essa sanção não é essencial. Zonas de exclusão aérea sobre o Iraque, implantadas e mantidas por EUA e Grã-Bretanha, que foram o primeiro passo para derrubar o regime de Saddam Hussein, tampouco foram sancionadas pela ONU ou aprovadas pelo Conselho de Segurança.

Washington conta com que os europeus tomem a dianteira, pelo menos publicamente, precisamente por causa do efeito que a ação militar dos EUA terá, de acirrar o sempre crescente antiamericanismo que há em todo o Oriente Médio e que, no caso da Líbia, vem desde a 2ª Guerra Mundial.

Na Líbia, depois da 2ª Guerra Mundial, EUA e Grã-Bretanha aproveitaram a derrota da Itália fascista para continuar a brutal opressão do povo líbio. Entre 1911 e 1943, metade da população líbia foi sacrificada. Depois da independência formal em 1951, manteve-se lá a gigantesca base aérea Wheelus, perto de Trípoli. [NTs: A base aérea Wheelus foi construída pelos italianos em 1923, chamada então Mellaha. Foi usada pela Luftwaffe durante a Batalha do Norte da África e para pequenas unidades de reconhecimento aéreo e costeiro. A base foi capturada pelo 8º Exército britânico em janeiro de 1943. Durante a Guerra Fria, foi usada pelos russos. Antes de julho de 1970, os EUA usaram essa base, onde há hoje um aeroporto civil, Mitiga Internacional Airport .

A descoberta de petróleo em 1959, apenas reforçou a dominação americana, britânica e italiana da Líbia, dominção que fez crescer a hostilidade e criou as condições para golpe militar do coronel Gaddafi em 1969. Uma das primeiras ações de Gaddafi foi fechar a base Wheelus; em seguida, a nacionalização da indústria de petróleo da Líbia, garantiu ao coronel anti-imperialista forte base popular.

Ontem, a Grã-Bretanha anunciou que estava enviando aviões de transporte aéreo para repatriar milhares de egípcios presos em campos de refugiados na fronteira líbia com a Tunísia. A França anunciou que enviara um porta-helicópteros para o largo da Líbia, para ajudar a evacuar os civis. O governo britânico também informou que um dos seus navios havia interceptado um navio com destino à Líbia no qual “foi apreendida quantidade significativa de dinheiro líbio”.

Washington também se posiciona para intervir militarmente, em nome de evacuar alguns dos estimados 180 mil trabalhadores estrangeiros que fugiram da Líbia. Dois navios de guerra dos EUA, o USS Kearsarge e o USS Ponce, se juntaram ao USS Barry no Mediterrâneo, e 400 fuzileiros navais foram levados para uma base naval em Souda Bay, na ilha grega de Creta, prontos para serem transferidos para o Kearsarge. O porta-voz da Base de Paul Farley disse que a movimentação era “parte do planejamento de contingência, para garantir que o presidente tenha ampla opção para decidir relativamente à Líbia.”

O porta-voz do Pentágono, coronel David Lapan, disse não havia qualquer ordem militar além do envio de dois aviões cargueiros, para a Tunísia, na fronteira com a Líbia, na 6ª feira; e da missão de transporte de refugiados do lado tunisino, previsto para hoje. Anunciou também que o esforço “humanitário global”, incluindo os movimentos dos navios, recebera o nome de “Operação Alvorecer da Odisseia” [orig. Odyssey Dawn]. (...)

No establishment político dos EUA, cresce a pressão para uma intervenção. O ex-candidato presidencial republicano John McCain e o ex-candidato democrata a vice-presidente Joe Lieberman emitiram declaração conjunta pedindo que a Casa Branca mova-se mais rapidamene “por razões morais e estratégicas”.

Falando na Brookings Institution, em Washington, McCain alertou que o movimento revolucionário visto na Líbia, Egito e outros lugares continua a se espalhar “para além das fronteiras do mundo árabe” e “em todo o globo”.

Dentro da Líbia, o ex-ministro da Justiça de Gaddafi Mustafá Abdel Jalil, que agora lidera a oposição no Conselho Nacional Líbio de Benghazi, apelou para forças estrangeiras contra Gaddafi e pediu a implantação da zona exclusão aérea. Citando fontes de dentro do conselho, o New York Times noticia que a posição teria sido aprovada ontem em acalorada reunião do Conselho revolucionário, onde haveria “profundas discordâncias”. 

Há forte oposição a qualquer tipo de intervenção externa também nos protestos populares contra Gaddafi; muitos temem que o próprio Gadaffi esteja explorando a disposição agressiva do ocidente, para posicionar-se como defensor da soberania da Líbia.

Para muitos, os líderes da oposição burguesa em Benghazi sempre manifestaram solidariedade histórica às potências que sempre pilharam a Líbia, solidariedade historicamente enraizada em seus próprios interesses de classe, sempre ocupados em impedir que crescesse qualquer amplo movimento popular, de massas, contra o regime. (...) 

O Daily Telegraph de Londres informou que funcionários britânicos têm mantido conversas com antigos aliados de Gaddafi, para identificar “potenciais futuros líderes”. Entre esses estaria Geral Obaidi, antigo ministro do Interior e chefe das forças especiais líbias. Fonte de Downing Street disse ao jornal que Obaidi seria “alguém com quem a Grã-Bretanha poderia negociar”. 

O regime de Gaddafi continua a atacar os manifestantes com força brutal. Ontem, cerca de 1.000 manifestantes que gritavam slogans e agitavam bandeiras pré-1969 pró-revolução nacionalista (que Gadaffi então liderava), no subúrbio pobre de Tajoura, nos arredores de Trípoli, foram dispersados depois das orações de sexta-feira por disparos da polícia gás lacrimogêneo e balas de plástico. Outras partes da capital foram patrulhadas por frotas de veículos cheios de soldados, policiais e homens à paisana, armados com AK-47s.

Em Zawiyah, 60 quilômetros ao oeste de Trípoli, os moradores disseram à Reuters, que pelo menos 30 pessoas foram mortas, incluindo o comandante da oposição, quando as forças pró-governo tentaram retomar a cidade. Segundo os moradores, as milícias pró-Gaddafi abriram fogo sobre protesto pacífico em frente ao hospital da cidade, matando sete pessoas e ferindo muitos outros.

Apesar dos esforços intensos para evitar qualquer cobertura pela mídia, também surgiram evidências de detenções em larga escala pelas forças de segurança. Porta-voz da Anistia Internacional confirmou ter recebido, e que estaria tentando confirmar, denúncias de desaparecimentos e violações em Trípoli.

Combates esporádicos ocorreram em outros lugares, especialmente nas áreas próximas de instalações petrolíferas chave. No leste do país, as forças da oposição disseram que haviam deslocado as forças oficiais para oeste e que haviam assumido o controle de Ras Lanuf, terminal de petróleo, que tem estado sob controle do regime. E que houve confrontos ao longo de uma estrada estratégica entre o litoral leste e Sirte, cidade natal de Gaddafi.

http://redecastorphoto.blogspot.com/2011/03/potencias-ocidentais-exploram-crise-na.html


PORQUE A GRAXA PRETA

PORQUE A GRAXA PRETA


Laerte Braga


Ao escrever com freqüência que Barack Obama é um branco engraxado com graxa preta não incido em racismo. É simples entender o motivo disso. História, só história. No passado, década de 50 e 60 do século XX, era comum os estúdios cinematográficos nos EUA e em outros países (Brasil inclusive), conferir papéis de negros a atores brancos engraxados, aí sim, numa visível manifestação de racismo, de preconceito.

Do início do século XX e até hoje os Estados Unidos mantém o caráter de país racista a despeito das leis que falam de direitos civis aprovadas no governo democrata de Lyndon Johnson (o presidente que assumiu com a morte de Kennedy e encontrou o projeto pronto, condições objetivas, portanto, para sua aprovação).

Líderes negros nacionais como Martin Luther King, Malcom X, Ângela Davis e outros foram assassinados por grupos brancos de extrema-direita nos EUA e à época Millôr Fernandes, um dos mais notáveis jornalistas da história do jornalismo brasileiro, chegou a dizer que “no Brasil não temos racismo, o negro reconhece o seu lugar”.

Era uma afirmação que desmistificava a hipocrisia do discurso oficial feito entre nós que o racismo não encontrava abrigo no Brasil. Era claro e visível em todos os setores da sociedade.

Na escola havia uma conversa de um norte-americano que perambulava pelo Brasil quando da abolição da escravatura e pediu para levar um pouco de terra de nosso País para os Estados Unidos. Seu objetivo era mostrar que por aqui se fazia com paz, visão dele, o que lá se fez com sangue – a Guerra da Secessão –.

Se o fato é verídico ou não, não sei, mas era aceito como tal e enchia de orgulho os estudantes brasileiros do antigo primário e ginásio diante da grandeza de nossos amados líderes.

O ator Grande Otelo – Sebastião Prata – queixava-se constantemente do racismo no teatro e no cinema e depois na televisão. Só conseguiu romper barreiras em caráter excepcional por se tratar de um fora de série e por conta do sucesso alcançado com Oscarito, que por sinal era espanhol de nascimento.

Mas, em CABANA DO PAI TOMÁS, a televisão preferiu engraxar Sérgio Cardoso e transformá-lo em negro a contratar o também extraordinário ator Milton Gonçalves, à época disponível para o papel.

Nos Estados Unidos isso não era diferente. A aversão a atores e músicos negros era característica de Hollywood e das grandes gravadoras. Romper essa barreira custou, por exemplo, a Billie Holliday lágrimas e sangue em noites de prostituição para a sobrevivência pura e simples.

O que muda hoje é que o preconceito ganhou a cara do mundo neoliberal e se volta contra os excluídos de um modo geral, as minorias (que não são tanto assim). Se volta contra negros, contra mulheres, contra homossexuais, lésbicas, ciganos, contra trabalhadores no todo, com requintes de barbárie contra o povo muçulmano (uma quarta parte da humanidade).

O Brasil não foge à regra do resto do mundo. De um lado as elites econômicas e políticas e de outro a classe trabalhadora e neste cesto os negros, os ciganos, os homossexuais, as lésbicas, as mulheres.

Há um fenômeno interessante hoje entre nós. As elites torcem o nariz para a legião de fanáticos incautos gerados pelas seitas neopentecostais, mas os aceita, pelo caráter submisso rasteiro e vergonhoso que se lhes impõem no achaque e na mercadoria vendida, o fundamentalismo boçal da religião, falo de seus pastores. Edir Macedo hoje é um dos principais aliados e integrantes do esquema norte-americano de boçalização do ser humano.

Quando Celso Furtado constatou que a revolução mais importante do século XX foi a “revolução feminista”, as elites já imaginavam um jeito de apropriar-se dos valores dessa revolução e enquadrar o esquema numa espécie de VIVA A VIDA MARIA. Frase de Pedro Bial preocupado com a audiência do BBB-11 e a resistência de uma das sisters, Maria, em cair na gandaia debaixo do edredon com um brother.

VIVA A VIDA MARIA.

A meu juízo ser politicamente correto é ser hipócrita. Ou existe consciência política ou não existe. Existe o racismo num espectro muito maior que o voltado exclusivamente contra o negro.

Luta de classes, é simples entender isso.

A mais valia, a acumulação citadas e desenvolvidas por Marx, por si só, mostram que não existe “patrão” bom ou generoso. Existem formas diversas de exploração, tanto quanto de preconceito, até porque, a própria exploração já é preconceito.

O capitalismo é fantástico na capacidade de apropriar-se de extremos. Não vou nem citar o exemplo da imagem de Guevara estampada em camisetas, outdoors, etc.

A maneira como a televisão – principal veículo de comunicação hoje, ainda – incorporou o negro – mesmo assim quase sempre empregado/a doméstica/o ou bandido –, eventualmente um protagonista principal de um filme, uma novela, traz embutido o preconceito.

Surge, entre outras, a figura do “negro de alma branca”. Caso de Pelé, ou alguém acha que Pelé é negro?

Quando Marlon Brando disse que não filmaria mais, pois os estúdios em Hollywood eram todos controlados por grupos judeus e isso determinava a política do setor – cinematográfico – foi execrado e colocado no limbo. É considerado pelos críticos de cinema de todos os tempos, o maior ator de todos os tempos. Desafiou as leis da gravidade nazi/sionista.

É conveniente abrir a porta a negros, a ciganos, a homossexuais, a lésbicas, a minorias, desde que se comportem dentro das regras estabelecidas pelos brancos (branco no sentido de classe dominante, o princípio ariano de Hitler e que antecede ao próprio, ele apenas deu-lhe forma clara, precisa) e sair proclamando que não “tenho preconceito”.

Num aspecto que nem vale analisar aqui, o capitalismo mergulha no inconsciente das pessoas, faz isso com freqüência, traz a tona seus mais recônditos fantasmas e insere aí o negro em meio ao branco/a da forma mais abjeta possível, transformando o fato num caso psiquiátrico.

Foi o que aconteceu a um negro campeão mundial de boxe, década de 20 nos EUA, por ter um relacionamento amoroso com a mulher de um senador branco. Teve o título cassado, foi preso, expulso do país e a mulher levada a uma espécie de exorcismo para purificar-se da “doença” de ter desejado um negro e tido uma vida amorosa com esse negro. Deve ter usado o OMO da época para limpar-se.

Num viés em que o lucro é líquido e certo o capitalismo apropriou-se dessa maneira de mostrar o “pecado”, na indústria de filmes pornográficos.

Obama é branco. Não tem nenhum compromisso com a luta do povo negro. Repete as políticas de Bush e apenas o faz de forma politicamente correta. Mas canta, os jornais e revistas dos EUA vivem falando disso, Angelina Jolie.

Daí, que por dedução simples, levando em conta a prática de estúdios e redes de tevê não há racismo algum em afirmar que o presidente terrorista dos EUA é branco engraxado com graxa preta para parecer negro.

O primeiro presidente “negro” dos EUA é branco.

Do ponto de vista da política do seu país, um demagogo refinado, um pilantra de alto calibre. Só isso, mais nada.

O episódio, logo no início de seu governo, envolvendo a prisão arbitrária de um professor e líder do movimento negro por um policial branco, que terminou numa rodada de cerveja e paz na Casa Branca, atesta isso. O policial não foi punido e o negro instado a apertar a mão do algoz na busca da convivência fraterna.

O máximo que Obama fez foi mexer os pauzinhos para o professor negro sair da cadeia num prazo menor que o que a justiça o libertaria, já que inocente.

Em seguida serviu cerveja a ambos nos jardins da Casa Branca.

Quem conhece os EUA sabe que o racismo é visceral fora de cidades como New York. O interior do país é branco e se a Ku Klux Klan não tem a mesma forma do passado, adequou-se ao politicamente correto, mas com as mesmas práticas de violência e barbárie que são características do Estado.

Miami, na visão de boa parte dos norte-americanos, é uma espécie de esgoto do país, diante da presença de imigrantes – são maioria inclusive –.

Um grupo de voluntários pela defesa da democracia, se reveza na fronteira com o México, além das autoridades policiais, para fiscalizar as tentativas de mexicanos entrarem no país. Quando pegam um “clandestino”, surram-no antes de entregar à polícia e fica por isso mesmo, são “patriotas”.

Numa das olimpíadas realizadas em Atlanta, um habitante da cidade declarou alto e bom som a repórteres que foram saber o que pensava do evento que “era uma porcaria, esses negros chegam aqui e sujam a cidade toda”.

Por um descuido isso à época saiu até no JORNAL NACIONAL.

A luta dos negros, dos excluídos no todo, transcende ao oba oba fomentado pela própria mídia, esse de o primeiro presidente negro dos EUA. Obama é branco por fora e por dentro.

Está apenas engraxado e com tecnologia de Hollywood.

Só difere de George Bush no estilo.

A propósito, quando o furacão que varreu New Orleans o presidente Bush foi criticado pela demora no socorro às vítimas, a maioria esmagadora de negros. Passado um certo tempo muitos desses desabrigados foram levados para acampamentos no Texas.

A mãe de Bush, também mulher de ex-presidente, Bush pai, disse o seguinte – “eles estão melhores aqui que antes, pois fazem três refeições por dia e têm água quente para tomar banho”.

Foi nesse episódio que o jornalista William Bonner chamou o telespectador do JORNAL NACIONAL “Homer Simpson”. Um pacato cidadão, bebedor de cerveja e incapaz de pensar por si, idiota lato senso. É que um neto de John Kennedy havia dito que os norte-americanos deveriam agradecer ao presidente Chaves da Venezuela que mandou vender gasolina pela metade do preço para facilitar a saída dos moradores que fugiam de New Orleans.

Bonner omitiu a notícia alegando que poderia desagradar os “nossos amigos americanos”.

E para ele isso não tinha a menor importância para o telespectador, no caso o Homer Simpson, o idiota.

Está ali para vender a ideologia branca, da classe dominante.

Um dos preconceitos mais brutais da atualidade é contra o povo muçulmano. David Cameron, principal funcionário norte-americano na colônia Grã Bretanha – tem o título de primeiro-ministro, uma espécie de governador geral – decretou o fim do multiculturalismo. A coexistência e a convivência pacíficas entre diferentes.

E Obama não é diferente desses arianos. É um deles. Está é engraxado.

Essa luta fica mais difícil ainda quando se enxerga racismo na literatura infantil de Monteiro Lobato, quando ali está, para crianças e adolescentes, o germe da consciência em tudo e por tudo, da desconstrução dessa realidade brutal que o capitalismo nos impõe.

São os efeitos do politicamente correto, a hipocrisia transformada em compreensão piedosa.

Esse tipo de luta não tem meio termo. Nem espaço para acordos.

Como disse, é luta de classes.

Dia 08 de março: ABAIXO a HIPOCRISIA! "Nem!Toda feiticeira é corcunda Nem!Toda brasileira é bunda"


                                     ABAIXO A HIPOCRISIA!
"Mexo, remexo na inquisição
Só quem já morreu na fogueira
Sabe o que é ser carvão

Uh! Uh! Uh! Uh!... "                                  

"Por isto não provoque é cor de Rosa Choque..."

Minha homenagem ao Dia Internacional da Mulher inicia  desta maneira:

Recebi uma mensagem de uma provável camarada/companheira, da qual não vou citar o nome, que me fez refletir e notar que necessitamos de fazer este debate e desmascarar nossas almas para perceber que no íntimo somos de fato preconceituosos nos nossos PRE conceitos. A esta camarada sou solidária e desejo me juntar a ela também em prol de lutarmos todos por gênero sim, mas por hora para nos desmascarar :

"Fernanda, bom dia!
Gostaria de partilhar com vc meu desconforto vendo a foto de divulgação do site. A alusão aos seios fartos e enrijecidos que se vê imediatamente após a frase me causa a sensação de duplo sentido. E o segundo sentido é desrespeitoso em relação à luta pelo reconhecimento dos direitos da condição feminina.
Um amigo compartilhou com o comentário: "perfeitos" e alguns comentários depois outro amigo se manifestou: "os dois".
Como disse, estou somente partilhando com vc. E partilhar por mensagem e não no coletivo é uma opção minha nesse momento.
Desculpe se vejo coisas onde não há.
BJ e bom dia! "

                                               "...Eu sou pau prá toda obra
                                                    Deus dá asas à minha cobra
                                                                         Hum! Hum! Hum! Hum!
                                             Minha força não é bruta
                                                                           Não sou freira
                                                                                                     Nem sou puta..."


Minha resposta e  o PEDIDO a TODOS, NEste dia 08 de março nos homenageiem desmistificando PRE e contra a exclusão e o aculturamento de massas?


"Companheira, sou uma militante e carrego desde o útero este ideal de lutas de gênero.Nasci 10 meses depois de minha mãe ter sido presa, torturada e grávida de seis meses perdeu a filha que esperava. Entre idas e vindas , nasci e cresci vendo lutarem lutas de inclusão e gênero, sofri e sofro, (menos hoje, devido aos anos de lutas que me fizeram definitivamente marcar um estilo e espaço), muitas discriminações e sei que a maior parte de nós, mulheres na luta ,sofremos idênticas. Rotulada ( e viva os rotulados, que incomodam e uma hora sempre fazem a diferença) nunca me inibi, avancei nos ideais de lutas , concebidos via história de compas...   Sua opinião compartilhada é de fato procedente. A Foto foi buscada aleatoriamente na internet, a mulher não tem rosto. Acontece que propositadamente, esta foto serve para chamar a atenção justamente para noticias de luta. É provocativa e nossa sociedade de consumo, machista e hipócrita, acessa noticias a partir de imagens ou títulos de duplo sentido, com conotações aculturadas. Vc. mesmo percebe que até nossos companheiros repassam a noticia com "perfeitos". Combater isto é preciso, cada um faz com uma linguagem. A Irreverência e o deboche são linguagens de importância tb. E sou assim, irritada sou irônica, defeito? talvez.. Mas abaixo a hipocrisia, ela existe e precisamos encará-la de frente. "



"Porque nem!Toda feiticeira é corcunda
                                 Nem!Toda brasileira é bunda
                                                   Meu peito não é de silicone
               Sou mais machoQue muito homem
                                                                    Nem!Toda feiticeira é corcunda
                                                                            Nem!Toda brasileira é bunda"
  Pagu - Rita Lee

Pelo fim da violência de Genero, pela inclusao social da mulher, pelo reconhecimento sem a exploração sexual. Pelo direito de lutar, relaxar e gozar,

JUNTOS SOMOS FORTES

Aleida Guevara já está no Brasil

Aleida Guevara March, médica pediatra cubana e filha mais velha do famoso guerrilheiro Ernesto Che Guevara, desembarcou ontem de manhã em Florianópolis – capital de Santa Catarina, onde, além de uma enorme agenda, estará participando do desfile da União da Ilha da Magia, escola de samba, que homenageará Cuba na Passarela Nego Quirido neste sábado à noite.

No Aeroporto Hercílio Luz, foi recebida pela bateria da União, dançarinas, representantes da Diretoria da Escola e membros da Associação José Martí de Santa Catarina. Por volta das 11 horas da manhã, ela visitou o pátio da Passarela Nego Querido, onde já se encontram os carros alegóricos que hoje à noite, juntamente com 2.500 pessoas homenageará Martí, Fidel, Che e todo o povo Cubano e sua Revolução.O desfile da escola União da Ilha da Magia está previsto para ser entre 2h30min e 3h30min da madrugada de domingo (06/05).
Na capital catarinense além de participar do desfile, Aleida vai cumprir uma agenda de debates e encontros com diversos setores da sociedade. Na quarta-feira, 9 de março, será realizada uma palestra em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia anterior. Ela vai falar sobre “O papel da mulher na transformação social”, no Teatro Álvaro de Carvalho, às 19 horas.

No mesmo dia, às 13h30, a médica pediatra também vai fazer uma palestra no Hospital Infantil Joana de Gusmão (Itacorubi).Na Faculdade Municipal de Palhoça, o debate vai ser sobre “A inserção da mulher na América Latina”, na sexta 5, às 19 horas.

Programação de Aleida Guevara

05/03 (sábado)

22h00min - Desfile das escolas de samba, na Passarela Nego Quirido.

07/03 (segunda-feira)

10h00min - Visita ao condomínio Che Guevara, em Tijucas;
15h00min - Apuração do Carnaval, na Passarela Nego Quirido.

08/03 (terça-feira)

09h00min - Reunião com lideranças populares;
17h00min - Ato em defesa da Lei Maria da Penha, na Praça XV de Novembro;
20h00min - Desfile das escolas campeãs.

09/03 (quarta-feira)

13h30min - Palestra sobre pediatria no Hospital Infantil Joana de Gusmão, Rua Rui Barbosa, 152 - Agronômica;
19h00min - Palestra “O papel da mulher na transformação social”, no Teatro Álvaro de Carvalho, Centro.

Com informações do Blog Solidários da Associação Cultural José Martí de Santa Catarina.

Matéria publicada originalmente no portal Diário Liberdade.

sexta-feira, 4 de março de 2011

LÍBIA – A PRÓXIMA GUERRA DO TERRORISMO EUA/ISRAEL


Laerte Braga


O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Anthony Patriot, resolveu dar o ar da graça e disse hoje que o País não apoiará qualquer intervenção militar norte-americana na Líbia sem o aval das Nações Unidas.

Se não tivesse dito isso ou se tivesse se omitido (como vem fazendo) sobre questões fundamentais do seu Ministério, não lhe sobraria alternativa que não andar o tempo todo descalço. Não significa que a política externa brasileira do governo Dilma tenha abandonado o pragmatismo. Quer dizer apenas que o alinhamento incondicional com os EUA tem um preço muito alto, que vai além de tirar os sapatos.

Vai daí... Que tem tempo para pensar.

Tropas do conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A estão se posicionando para intervir na Líbia sob o pretexto de garantir os direitos fundamentais do povo líbio. A primeira preocupação dos terroristas vai ser tomar conta dos campos petrolíferos, refinarias e portos, para garantir que a organização possa dispor de combustível para continuar salvando o mundo.

O povo líbio vem depois. Vai experimentar a força de algozes que os povos do Iraque e do Afeganistão conhecem a cada dia até que seja constituído um governo, essa é a idéia deles, que seja cristão, ocidental e democrata nos moldes do conglomerado.

Que o digam os hondurenhos submetidos a uma ditadura nascida de um golpe de estado apoiado pelos EUA. Ou os presos no campo de concentração de Guantánamo.

O Tribunal Criminal Internacional não que tem que julgar só Gaddafi por crimes contra a humanidade. Obama, o primeiro ministro de Israel são criminosos contumazes, como o foram George Bush, Ronald Reagan, Bil Clinton, o ex-primeiro-ministro Tony Blair e o atual, David Cameron, que se prepara o relançamento de MEIN KAMPF no mercado da democracia cristã e ocidental, o proclamado fim do multiculturalismo.

Anthony Patriot vai conhecer uma face do império que sabe que existe, mas finge que não enxerga, ou quis acreditar que não existia. A do terror e do solene desprezo pelas Nações Unidas, tal e qual fez Bush na invasão, ocupação e saque do Iraque sob o pretexto mentiroso das armas químicas e biológicas.

Não há informações precisas sobre o que está acontecendo na Líbia. A mídia ocidental é francamente pró-EUA, parte do conglomerado e as notícias são distorcidas e montadas à feição dos senhores.

O problema líbio é do povo líbio, pertence ao povo líbio. O petróleo líbio também.

Os EUA recusam-se a discutir uma proposta de paz apresentada pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, aceita por Gaddafi, pela oposição e pela Liga Árabe. Não há interesse na paz.

A rebelião na Líbia foi montada pela CIA e está sendo conduzido pela CIA através de forças mercenárias. Entre elas as de governos árabes submissos a Washington, temerosos do efeito cascata.

Não se encontra uma palavra na mídia cristã, democrática e ocidental, que defenda a liberdade de imprensa nos massacres promovidos por ditadores aliados dos EUA, caso da Arábia Saudita, Barein, Jordânia e nem sobre a traição dos generais egípcios ao povo de seu país. Batem continência para Washington.

Sumiu a cortina de fumaça que costumava cercar as intervenções militares norte-americanas, está cada vez mais explícita e com um nível de barbárie sempre maior, a desfaçatez terrorista do conglomerado.

É como se tivesse sido ligado o fuck you.

O conglomerado traz a verdade do terror nuclear e um arsenal que destrói o mundo cem vezes se preciso for, o resto é resto, dane-se.

A base das ações terroristas norte-americanas e israelenses (a Europa Ocidental – OTAN – é colônia) está na presunção da superioridade racial – que alimenta o ódio recôndito em cada cidadão desses países – que, por sua vez, encobre interesses políticos e econômicos.

O povo muçulmanos, estigmatizado e apresentado como atrasado, bárbaro, pensa de forma diversa e pouco se sabe sobre isso.

”Amor à sua nação e independência, pelo povo, é um bom e honrado sentimento. No entanto, o extremo nacionalismo se torna intolerável quando o amor se transforma em fanatismo. Se alguém se sente hostil em relação a outras nações sem a devida causa, ele terá, no interesse de seu próprio país, o desrespeito aos direitos de outras nações ou povos. Como resultado um país vai procurar adquirir ou saquear terras de outro país e essa atitude é intolerável. Da mesma forma se as pessoas, por sua vez, transformam esse amor por sua nação e raça, reivindicando serem geneticamente superiores, terão desenvolvido uma idéia insuportável também intolerável. O que é também erro – transformar o nacionalismo em uma ideologia racista”.

“Para isso, o princípio islâmico que fraternidade de todos os muçulmanos, irmãos e irmãs, sem quaisquer tipos de distinção, ou deixar que a animosidade nunca seja instalada, acabar com ela antes de nascer e para sempre”.

Saladino quando soube que a mulher de um dos reis europeus que moviam a cruzada contra o povo islâmico estava doente enviou-lhe seus médicos. Jerusalém foi destruída pelos cristãos. Um dos califas que governava a cidade ao tomar conhecimento que o povo judeu não estava podendo realizar suas preces no Muro das Lamentações, o local estava sujo, servindo de depósito de lixo, mandou limpá-lo e assegurou aos judeus o direito de orar. 

O cristianismo hoje tem outra face, longe do que poderíamos chamar de ideais de Cristo. O deus se chama Mercado e é movido a negócios, o ódio é parte dessa estrutura cruel e perversa que se organizou no conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

Ana Maria Braga, protótipo desse processo contínuo de alienação imposto às pessoas, ela própria um ser abjeto, chegou ao enterro da menina assassinada pela amante do pai e perguntou aos que lá estavam se o “ambiente estava muito triste”.

Não se trata de burrice ou só disso. A veneranda senhora é mostrada como exemplo de mulher (mereceu a visita da presidente Dilma Roussef) e vende essa ideologia pútrida do deus Mercado na forma de uma omelete, ou de bolos confeitados com delícias, no fundo são todos produtos da rede McDonald’s, parte integrante do kit de sobrevivência dos mercenários que assassinam povos no mundo inteiro e agora querem fazê-lo na Líbia.

Para além do petróleo existe o crescimento do islamismo. Uma quarta parte das pessoas vivas hoje praticam a religião do Islã. Isso assusta o mundo cristão, democrático e ocidental, o do deus Mercado.

O receio de revoltas populares no Oriente Médio, de nascimento de uma unidade islâmica que implique num país islâmico na Europa, resulta no que se vê disfarçado de paz, o genocídio contra o povo muçulmano.

Agora, a julgar pelo que dizem os norte-americanos, será a vez da Líbia.

Fidel Castro disse isso há uma semana. Era tudo um disfarce para invadir o país.

É a próxima guerra de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

Páginas e páginas de sangue. 

A reação do povo islâmico, qualquer que seja ela, é de sobrevivência. É licita, é só olhar os horrores praticados contra palestinos em


Dá uma idéia clara do que fazem os donos do mundo, da verdade. A deles.

Manifestantes lotam praça em frente ao Captório estadual nos USA. Esta foto não vai sair na mídia brasileira

Esta fotografia você nunca verá na mídia brasileira.
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Você está entrando no Diário Gauche__O blog com vista para o mar do século 21__Política com pitadas de música, poesia, cinema, literatura, arte e o que estiver vivo e se mexer.
Foto-Legenda_Esta fotografia você nunca verá na mídia brasileira. É venal e comprada, só publica o que os donos mandam.
Protesto (das Arábias) de massa sob a neve, em Madison, Wisconsin, EUA.
Data: 26 de fevereiro, sábado passado. De 70 mil a 100 mil pessoas estão na frente do edifício do Capitólio.
Motivo: o governador do estado de Wisconsin tenta cortar direitos trabalhistas e enfrenta protestos, liderados pelos sindicatos de funcionários públicos.
Scott Olson/Getty Images
SEXTA-FEIRA, 4 DE MARÇO DE 2011
Cidadania e o mercado da saúde pública
Trecho do documentário Sicko (2007), de Michael Moore.
Redator: Cristóvão Feil

Enviado por Laerte Braga via Castor Photo

Ulpiano e a Mosca


Ulpiano e a mosca

               O libanês Ulpiano, um dos maiores juristas do Império Romano

Em 1973, durante a guerra do Vietnam, os Estados Unidos despejaram sobre aquele país do sudeste asiático quase todo o seu arsenal de bombas de destruição em massa.

O cardápio da morte privilegiava armas químicas e bacteriológicas contemplando uma variedade que ia do napalm ao desfolhante agente laranja e urânio empobrecido. A idéia era não poupar nenhum ser humano e muito menos a natureza. O desequilíbrio ecológico alcançou a China que foi invadida por nuvens de insetos.

Temendo epidemias, o governo chinês iniciou uma campanha junto à sua população e à resistência vietnamita com o seguinte apelo: seja higiênico, mate uma mosca e um americano.

Aos leitores renovo meu pedido de desculpas já que a idéia inicial era escrever sobre um dos maiores juristas do Império Romano, o libanês Ulpiano de Tiro. Mas como é possível falar em Direito quando a humanidade assiste indignada à invasão, ocupação e saques do Iraque, Afeganistão e Palestina pelo Império Americano e Israel?


Como é possível falar em justiça e jurisprudência quando, em pleno século 21, o que ainda prevalece é a lei do tacape? No entanto, e a título de esclarecimento, fica registrado que além de ter sido pretor, Ulpiano foi também preceptor de outro libanês o imperador romano Iskandar Saphiros (Alexandre Severo), nascido na atual aldeia libanesa de Miniara Akkar.


Os comentários jurídicos de Ulpiano constituem a maior parte do “Digesto de Justiniano”, até hoje consultado por aqueles que ainda entendem que nada deve ser feito ao arrepio das leis.


O que não vem a ser o caso dos Estados Unidos e de Israel, que, além de ocupar nações insistem em insultar a humanidade com suas mentiras. Com certeza, um dia serão julgados por crimes de guerra e por crimes contra a humanidade.


Enquanto isso, os amantes da paz e da harmonia entre os povos se perguntam se os iraquianos, afegãos e palestinos,a exemplo dos vietnamitas, já não terão dado início a caça às moscas.
Georges Bourdoukan

a DEMocracia que os USA ( que nos usa) nos obriga


quinta-feira, 3 de março de 2011

Falou e disse

Democracia tipo exportação dos EUA


"Os iraquianos odeiam a palavra democracia porque a relacionam com morte, matanças e fome. Estados Unidos conseguiram que o povo rechaçasse essa denominação, mas não seu significado real, que é o que nós pretendemos conseguir".

Mohamed Bashar AlFaidi, porta-voz dos ulemas(sábios) muçulmanos do Iraque
 Enviada por Safrany