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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A campanha “O Petróleo Tem que Ser Nosso” também dá samba

A Escola de Samba Unidos de Cosmos desfilará, na segunda-feira (7), na Zona Norte do Rio, com alas dedicadas às campanhas “O Petróleo Tem que Ser Nosso” e o “Petróleo É Nosso!”

Com o enredo “Do reino das águas de Monteiro Lobato ao ouro negro do Pré-sal, Cosmos desvenda a saga do petróleo”, do carnavalesco Raphael Ladeira, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos de Cosmos desfilará na segunda-feira (7/3), às 2 horas da manhã, na Estrada Intendente Magalhães, no Campinho, Zona Norte, Rio de Janeiro.

O presidente da Escola, o sociólogo José Geraldo dos Santos, disse que estar animado com o enredo, sobretudo com o resgate crítico da história do Brasil, uma marca da Escola nos seus 63 anos. José Geraldo lembrou, também, o enredo do carnaval de 2009, com o enredo “Tem prefeito no samba, e o Dr. Pedro Ernesto nos braços do povo”. A Escola já homenageou Heitor dos Prazeres (2003), Lecy Brandão (1991), Abolição dos Escravos (2007), Moacyr de Góes (2010), entre outros. Agora, é a vez da exaltação à importância da luta em defesa do nosso petróleo – da campanha “O Petróleo É Nosso!” à “O Petróleo Tem que Ser Nosso”. José Geraldo estima que 25 mil pessoas assistam o desfile.

Fundada em 1º de janeiro de 1948, a Escola é do Grupo D e pertenceu ao Grupo de Acesso (1990 a 1992). A Cosmos é a escola de samba mais antiga da Zona Oeste. Ela é oriunda do Bloco Carnavalesco União de Cosmos, fundado em 1946. Nos tempos áureos do carnaval brasileiro, a Cosmos desfilou por vários anos na ontológica Praça Onze.

O presidente, José Geraldo, que é professor do Colégio Estadual Professor S.A. Raja Gabaglia, destacou que para a defesa do enredo “Do reino das águas de Monteiro Lobato ao ouro negro do Pré-sal, Cosmos desvenda a saga do petróleo”, a Escola virá com cerca de 650 componentes, distribuídos em 17 alas. A escola contará, entre outras, com uma ala das baianas, de 30 componentes. A ala “O Petróleo Tem que Ser Nosso” terá 80 pessoas, com militantes do MST, estudantes, sindicalistas, entre outras categorias. Há, ainda, a ala “O Petróleo é Nosso”, com 80 componentes. A insigne brasileira, Maria Augusta Tibiriçá, será lembrada no desfile.

O sociólogo José Geraldo declarou que a Cosmos “agradece muito o Sindipetro-RJ pelo apoio à Escola, bem como aos blocos carnavalescos. Foi uma ajuda à cultura carioca. Essa ajuda foi muito importante”. Ele destacou, também, a importância de se levar o tema de defesa do nosso petróleo ao subúrbio, ampliando o assunto para além do Centro do Rio de Janeiro. “A Cosmos se sente muito feliz com o apoio do Sindipetro-RJ e de estar cumprindo o seu papel de resgatar a História do Brasil, lembrando seus grande nomes e feitos. Não podemos deixar que o nosso petróleo seja entregue aos estrangeiros. O Pré-sal dever ser dos brasileiros, para investir em saúde, educação, moradia, entre outros setores”.

O presidente da Cosmos chamou atenção para a morosidade da Prefeitura do Rio de Janeiro no financiamento do Carnaval carioca. Ele ressaltou que a Prefeitura do Rio distribui rapidamente as verbas para as escolas do Grupo Especial (entre setembro e novembro) enquanto os demais grupos recebem as verbas (parcas e parceladas) às vésperas do Carnaval, o que prejudica muito o cronograma de trabalho. “Se continuar assim, o Carnaval de São Paulo, que está cada vez mais organizado, ultrapassará o do Rio”, destacou.

Serviço: desfile da G.R.E.S. Unidos de Cosmos

Samba enredo: “Do reino das águas de Monteiro Lobato ao ouro negro do Pré-sal, Cosmos desvenda a saga do petróleo”.

Local do desfile: Avenida Intendente Magalhães – Campinho (RJ)

Dia e Horário: Segunda-feira (7/3), às 2h da manhã.

Componentes: 650, distribuídos em 17 alas – entre as alas “O Petróleo Tem que Ser Nosso” e “O Petróleo É Nosso!”.

Trajes: Calça branca, sapato branco e camisa da campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso, produzidas pelo Sindipetro-RJ.

Líbia: Será que a mídia tá falando a verdade?


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

BLOG PORFÍRIO LIVRE

Será que está acontecendo mesmo na Líbia o que a mídia diz que está acontecendo?

Pela postura panfletária dos jornalistas ocidentais, é difícil acreditar em qualquer coisa que digam
 
“A única coisa que não acontecerá em caso de remoção de Khadafi do poder é a democracia, não agora, e não por um longo tempo”.
Benjamin R. Barber, membro do Conselho Internacional da Fundação Internacional Gaddafi para a Caridade e o Desenvolvimento, do qual se demitiu esta semana.

“A Líbia é um país com muito potencial, que já está sendo realizado e vai continuar a ser. O país está na contramão da crise mundial, acumulou muitas reservas e não está endividado”.,
 

 Daniel Villar, Executivo da Construtora Odebrecht em Trípoli.

 
Obra da Odebrecht brasileira ba construção de dois novos terminas no Aeroporto de Trípoli
 
 
Foto de manifestação pró-Kadhafi  divulgada no Ocidente como de opositores
 
Desculpem-me, preclaros leitores, mas esse noticiário sobre a Líbia não está me cheirando bem. Faz lembrar aquele bombardeio midiático de 16 a 18 de abril de 1961, quando a nossa ínclita FOLHA DE SÃO PAULO noticiava, eufórica, a “vitoriosa” invasão de Playa Giron, em Cuba, por mercenários armados e treinados pela CIA.
 
 

Naquele então,o jornal detalhava os avanços triunfais de um certo exército que seria derrotado e humilhado em não mais de 72 horas.
 

“José Miró Cardona, presidente do Conselho Revolucionario Cubano, chegou à Provincia de Oriente para reunir-se com as forças contra-revolucionarias que desembarcaram esta manhã na ilha, anunciou a Frente Revolucionaria Democrática do México, referindo-se a informações recebidas de Miami e Cuba. Ao que parece, Miró Cardona já se encontra em Santiago de Cuba, cidade que caiu em poder dos contra-revolucionários. Segundo indicam na mesma fonte, a cidade de Revellanos, na Província de Matanzas, a 135 km de Havana, teria caído em poder dos invasores.
 

Por outra parte, acredita-se que forças anticastristas desembarcaram igualmente na ilha de Los Pinos, onde está a penitenciaria para a qual o governo castrista enviava seus prisioneiros politicos. Todos estes prisioneiros lograram, ao que parece, depois de lutar com seus guardas, unir-se às forças invasoras”.


Tremendas “barrigas”, como se diz na gíria jornalística, destinavam-se a dar suporte a uma esperada intervenção direta dos fuzileiros navais norte-americanos, o que só não aconteceu porque o presidente John Fitzgerald Kennedy teve um repentino ataque de lucidez e pisou no freio ao saber que era tudo mentira: Miró Cardona não havia saído nem do banheiro de sua mansão em Miami Beach, devido a uma disenteria incontrolável.


Os sócios brasileiros de Kadhafi

Não, não estou querendo criar miragens nas mediterrâneas terras líbias. Não quero nem tomar partido, embora o mais fácil, de assimilação mais confortável, seria engrossar o cordão dos que estão bancando a revanche ao débâcle no Egito e na Tunísia.


Ou então partilhar da angústia das grandes empreiteiras brasileiras, que se fizeram “sócias de Kadhafi” em vultosos empreendimentos, que, entre outros contratos, prevêem a construção de 1 milhão de casas num país de pouco mais de 6 milhões e 300 mil habitantes. Nossas grandes construtoras encontraram lá seu oásis de bons negócios, graças, reconheça-se, ao espírito mascate e ao gosto por viagens do ex-presidente Luiz Inácio, certamente inspirado nos passos internacionais de João Paulo II, que tirou a Igreja Católica da redoma do Vaticano.


Ou você não sabe da corrida ao ouro que envolve Odebrecht, Queiróz Galvão, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa em canteiros de obras que podem faturar mais de 3 bilhões de euros? Só a Odebrecht orçou em 950 milhões de euros a construção de dois terminais no aeroporto de Trípoli e em 250 milhões o terceiro anel rodoviário dessa cidade de 1 milhão e 800 mil habitantes.


Manipulação a preço de ouro

Matéria de Khatarina Garcia e Peter Blair, despachada de Washington e Cairo, publicada em vários jornais do mundo, no dia 20 de fevereiro próximo passado, mostra foto de uma manifestação de partidárias do líder líbio que foi apresentada ao mundo como sendo de seus opositores.

Os dois jornalistas afirmam com todas as letras que os Estados Unidos culpam Líbia e Irã pelas agitações que deram na queda de dois aliados incondicionais. “Em entrevista coletiva de imprensa, o porta-voz do Departamento de Estado americano, Philip Crowley reafirmou as palavras do Presidente Barak Obama em que sugeriu apoio à oposição a Ahmednejad e a Kadhafi, em represália á derrota política sofrida por Washington nestas últimas semanas e pela queda dos governos do Egito e Tunísia”.

E mais declaram os referidos jornalistas:

“O Congresso dos Estados Unidos autorizou a Casa Branca a dobrar os valores aprovados no orçamento de 2011 para gastos relativos a propaganda e meios de comunicação contra líderes que contrariam os interesses dos EUA no mundo, como é o caso de Muammar Khadhafi, Mahmoud Ahmednejad, Hugo Chavez, Evo Morales, Rafael Correa, Raul Castro, Daniel Ortega, Cristina Krischner, Fernando Lugo, Kim Jo II. Os recursos devem ser usados na compra de espaço na mídia dos países governados por estes líderes em jornais, rádios, revistas e redes de televisão, que devem sempre se referi aos mesmos como ditadores e receberem sempre orientação dos Adidos de Imprensa nos respectivos países ou senão houver relações diplomática com estes, pelos agentes da CIA no país.


O orçamento total do projeto é de um bilhão de dólares e só para o Brasil foram destinados 120 milhões para esse tipo de ação.


Semana passada, uma reunião conjunta entre representantes da CIA, a Agencia Central de Inteligência, Departamento de Estado e do Departamento de Defesa, ficou acertado que além do financiamento de ações contra Kadhafi e Ahmednejad nos seus respectivos países, repassando milhões de dólares aos opositores para que possam organizar manifestações, deve se iniciar uma campanha na mídia mundial contra os dois e ainda procurar envolver seus parceiros latino-americanos para que façam aliados dos partidos de oposição a apoiarem as posições dos EUA”.

Pior foi o bombardeio de Trípoli
 
Um momumento lembra o bombardeio do prédio onde morreu a filha de Kadhafi
 
Bom, isso tudo é relativo. Pode ser que Kadhafi, com o desgaste de 42 anos no poder, vá mal das pernas. Todo poder enferruja com o tempo. Mas ele já superou situações mais medonhas, como em 15 de abril de 1986, quando uma esquadrilha com 77 aviões norte-americanos bombardeou Trípoli, por ordem pessoal do presidente Ronald Reagan.


O ataque aéreo tinha como objetivo declarado matar ou derrubar Muammar Kadhafi, conforme declaração explícita, assinalando que aquilo era apenas uma amostra do que poderia cair sobre a Líbia no futuro. Os aviões que riscaram os céus de Trípoli mataram cerca de 600 civis, entre as quais uma filha de Kadhafi. Foi do prédio onde ela morreu, ainda semi-destruído, que ele fez seu segundo pronunciamento neste fevereiro quente.

Admitindo que Kadhafi esteja no fim da linha, quem poderá dizer o que será desse país que tem a oitava maior reserva de petróleo do mundo? Ele denunciou o envolvimento de Bin Laden e do Al-Qaeda teocrático na manipulação da revolta do leste. Para o cidadão brasileiro, isso parece surpreendente, na medida em que ambos são tidos e havidos, no mesmo patamar, como inimigos mortais dos Estados Unidos. E, como se diz, o inimigo do meu inimigo é meu amigo.


Mas há uma situação peculiar: A Líbia é talvez o país árabe mais laico, onde o clero islâmico tem menor influência. Em sua quase totalidade, os líbios são sunitas tranquiklos. Lá as questões tribais pesam mais do que a religião. Depoimento de Benjamin R. Barber, em artigo noThe Huffingston Post do dia 24, não deixa dúvida: se Kadhafi cair, “um eventual aparecimento de um novo regime autocrático é inevitável. Provavelmente não é um regime islâmico, porque a revolução de Khadafi habituou o povo a um país secular e anti-teocrático; lá o tribalismo é mais importante do que a religião”.


Benjamin R. Barber afirmou que o levante acabou afetando o trabalho do filho Seif Al Islam Khadafi, presidente da fundação que pugnava por um liberalização do regime. Segundo Barber, a natureza do levante, que fermentou no leste, levou a reunificação do clã Qadaffa, que tem origem no oeste do país.


As quase 140  tribos que conservam suas identidades e  seriam as únicas estruturas capazes de substituí-lo, segundo especialistas ocidentais. Mas os chefes tribais não teriam um quadro com poder de aceitação de todos.

Moncef Djaziri, da Universidade de Lausanne, Suíça, sintetizou essa percepção: "as tribos são mais apegadas à terra do que à nação líbia, uma idéia abstrata para elas. Há tribos no leste que se solidarizaram com os manifestantes e outras, a oeste e no sul, que continuam leais a Kadhafi. Em caso de vácuo político, esses grupos podem entrar em conflito por causa do petróleo".


Djaziri acredita que uma guerra aberta entre tribos de regiões diferentes poderia levar a uma "anarquia generalizada" e até à divisão do território nacional em diferentes zonas de poder.


Já os jornalistas Khatarina Garcia e Peter Blair insistem em que na raiz do descontentamento há manipulação externa: “Nesta quinta (17), Ashur Shamis, um ativista líbio de oposição residente em Londres e recrutado pelos serviços de inteligência britânico (MI6) e norte americano (CIA) dava informações repassadas pela embaixada dos EUA no Reino Unido e admitiu, ainda que de forma constrangedora, o uso de imagens dos protestos no Barhen e no Yemem como se fossem realizadas em Trípoli e Bengazi, principais cidades líbias, o que desmascarou a ação montada pelos órgãos de informação e comunicação que trabalham juntos contra a Líbia e o Irã”.


De qualquer forma, ainda com a pulga atrás da orelha sobre a revolta em três cidades do Leste, onde se concentram os jornalistas do Ocidente, acho que Benjamin R. Barber tem razão quando diz que não há semelhança entre os cenários políticos e os personagens da Líbia, Egito e Tunísia:


“Se a resistência de Kadhafi falhar, é provável que ele morra como um mártir. Não seria confortável para ele um exílio em Caracas. Lembremos que Kadhafi não é Mubarak ou Bashar al-Assad, herdeiros de segunda ou terceira geração das ditaduras revolucionárias. Ele é de um corte de natureza revolucionária, do mesmo tecido como Nasser e Castro, e sua retórica nacionalista, se aparentemente incoerente e irrelevante para o mundo moderno, é autêntica e enraizada em seu povo”.


Finalmente, ao afirmar que a sorte da Líbia será decidida nas próximas 48 horas, lamento que os jornalistas ocidentais tenham trocado a responsabilidade da informação pelo panfleto. Exemplo disso é o artigo “Não vamos ficar de braços cruzados”, assinado no GLOBO de hoje por Nikolas D. Kristof, do New York Times. Por essa e outras matérias é que fico com o pé atrás: será que está acontecendo mesmo na Líbia o que a mídia diz que está acontecendo?


Em tempo: a Líbia é um país esquisito: segundo agências ocidentais, tem uma taxa de desemprego de 30%, mas acolhe 1 milhão e meio de egípcios e outros 300 mil trabalhadores estrangeiros de países vizinhos.
 
Postado por Pedro Porfirio às

Enviado por JACOB BLINDER

OS JOVENS NORTE-AMERICANOS - MADISON, WISCONSIN

OS JOVENS NORTE-AMERICANOS – MADISON, WISCONSIN


Laerte Braga


O diretor Michael Moore decidiu abrir um JORNAL ESCOLAR com o intuito de publicar tudo o que os jovens norte-americanos escrevem para os jornais e blogs de suas escolas e a censura não permite que seja publicado. Michael Moore é uma versão norte-americana do brasileiro Sílvio Tendler, um dos nossos maiores diretores de cinema.

Há cerca de uma semana atrás, na série CRIMINAL MINDS, um dos agentes especiais do FBI referindo-se ao modus operandi de um criminoso disse o seguinte – “ele age como os iranianos agem” –.

Em setembro de 2010 os norte-americanos executaram com uma injeção letal Teresa Lewis, acusada de ser a mandante do assassinato de seu marido. A execução aconteceu em meio a protestos de organizações nacionais e internacionais de direitos humanos. De declarações de juristas e médicos em todo o mundo. Teresa Lewis era incapaz mentalmente. O fato estava documentado no processo.

Mas... Enfim, democracia cristã e ocidental é assim, a lei acima de tudo...

A mídia pródiga em acusar o Irã, enfiou a viola no saco (o dinheiro na conta de caixa dois) no caso de Teresa Lewis.

Milhares de estudantes, professores, servidores públicos e trabalhadores ocuparam o prédio do CAPITOL STATE, o parlamento estadual do estado de Wisconsin, para protestar contra as decisões do governador republicano Scott Walker que propôs cortes orçamentários na saúde, na educação, nos serviços públicos de um modo geral para cobrir um déficit de 137 milhões de dólares do período fiscal que se encerra em junho deste ano.

A revolta a princípio contra a proposta do governador está se estendendo a jovens dos estados de Ohio e Indiana e grandes manifestações são vistas – mas não noticiadas por organizações venais como a GLOBO por exemplo, ou a FOLHA, amiga de Dilma) em cidades dos EUA.

Explode o descontentamento geral contra um conjunto de forças que forma hoje o maior conglomerado terrorista do mundo, EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

Jovens norte-americanos começam a perceber que nem tudo se resume a sanduíches da rede Mcdonald’s, ou tênis de marcas famosas, confeccionados por trabalhadores/escravos em países africanos, asiáticos, com o tradicional e cada vez mais intenso “made in China”.

E que a “verdade” revelada pela mídia norte-americana, pelo governo, nada mais é que o conjunto de interesses dessa tétrica organização terrorista. A mentira repetida a exaustão.

Mentiras que levaram o país a guerras contra o Iraque e o Afeganistão, bilhões de dólares para garantir interesses de grupos econômicos, serviços de inteligência e segurança nacional privatizados, todo um filme de horror que ameaça algo muito maior que os EUA. O mundo inteiro.

Muammar Gaddafi é um ditador. Líder de uma revolução nacionalista acabou encurralado pelos EUA e juntou-se ao círculo de ditadores que dançam segundo a música tocada em Washington. Nem sempre o que parecer ser é de fato, caso de Gaddafi.

Os terroristas norte-americanos sabem que é fácil e barato comprar generais em países do mundo inteiro. Adoram brinquedinhos de guerra (aquelas lanchas que crianças usam para brincar em banheiras, por exemplo). E nem todos se chamam Henrique Duffles Baptista Teixeira Lott, ou Moreira Lima e outros. Há os que se chamam Castello Branco, Garrastazu Médici, Pinochet, Vidella. Mubarak e vendem seus países a preço de banana, com garantia de manter o povo distante de qualquer decisão.

Quando tenta, o povo, se aproximar, existe sempre um Brilhante Ulstra para prender, torturar, estuprar e matar. Ou um governo nazi/sionista como o de Israel.

O que acontece na Líbia é uma intervenção descarada dos Estados Unidos e de Israel através da CIA – uma das empresas do conglomerado – na tentativa de derrubar a ditadura de Gaddafi, enrolar o povo líbio e garantir o petróleo de cada dia às empresas partícipes do conglomerado.

Líbios? Vão olhar com os olhos e lamber com a testa como está acontecendo com os egípcios.

Dispõe, o conglomerado terrorista, de arsenal suficiente para destruir todo o mundo e da mídia privada sempre pronta a mentir, distorcer e com isso alienar.

Controla a maior parte dos governos/colônias da chamada Comunidade Européia – uma das grandes empresas do conglomerado – onde o principal debate é o fato de Barack Obama não ter sido convidado para o casamento do príncipe filho de Charles, neto de Elizabeth II, bibelô que mantêm conservado em formol para situações de emergência. Aquela volta de carruagem do palácio ao parlamento, por exemplo, para fingir que o império existe, enquanto milhões de Homer Simpsons, embasbacados, assistem e se extasiam com a pompa de sua majestade (alguns afirmam que estão tentando contornar o problema Obama, nem que o branco disfarçado de negro entre pela porta dos fundos na condição de penetra. Afinal ele é só engraxado e detentor nominalmente, da maioria das ações do conglomerado).

Isso entre os intervalos do BBB, quando se trata do Brasil, pelo menos nessa época.

O futuro do povo líbio cabe ao povo líbio decidir sem qualquer tipo de pressão internacional. A revolta popular no Egito alertou os EUA e Israel para a necessidade de aumentar os recursos disponíveis a generais de países do Oriente Médio, no afã de garantir a democracia cristã e ocidental.

Um jabaculê a mais para policiais (do tipo desses padrão tropa de elite e que arrancam roupa de suspeitos/as) e políticos com placa de vende-se à porta de seus gabinetes. No caso do Rio por exemplo, o governador sacramentou uma irregularidade para beneficiar Luciano Hulk, mas o prefeito, seu aliado, não tem os remédios obrigatórios e gratuitos para doentes de sua cidade.

A verba que estava aqui, sumiu.

Barack Hussein Obama foi eleito pelos jovens, depois de derrotar Hilary Clinton, sua adversária no partido Democrata com a força desses jovens. Presidente, rendeu-se à evidência que não existia mais a nação norte-americana, mas um conglomerado terrorista associado a Israel e aceitou representar parecer negro, assinando todos os papéis que lhe são postos à frente, inclusive aqueles que autorizam a CIA a contratar mercenários para garantir os poços de petróleo da Líbia.

Os negócios acima de tudo.

Em Madison as milhares de pessoas que protestam contra as propostas do governador republicano já perceberam que mesmo com a ausência dos senadores democratas (oposição), e mesmo com o STATE CAPITOL ocupado, republicanos vão votar e aprovar os cortes.

Constatação de um senador democrata – “é o fim do processo democrático”.

Fim onde? Na tela? The end depois do beijo apaixonado de Elizabeth Taylor e Richard Burton?

Onde existe esse trem nos EUA? Esse troço? Essa tal de democracia?

Nos restos mortais de Tereza Lewis?

Nas vítimas de Hiroshima e Nagazaki?

Nos presos e torturados no Iraque, assassinados pela “democracia”?

Nos civis mortos no Afeganistão?

Nos presos do campo de concentração de Guantánamo?

Na extradição de Julian Assange?

Pode estar começando a querer existir em Madison, Wisconsin. Vai ter que chegar ao Texas antes que George Bush monte seu alazão e saia mundo afora despejando bombas e atos patrióticos.

É Hitler e seus delírios em estado de perfeição absoluta. O poder de destruir o mundo cem vezes se necessário for.

O tacão nazi/sionista está sufocando a Líbia e o povo líbio.

Aqui a GLOBO vende isso com a recomendação de dentistas “íntegros” que colgate torna o sorriso mais branco e permite beber água gelada. No caso de azia tem um farmacêutico de aluguel pronto a indicar o medicamento necessário.

Comprado né, porque direito à saúde, logo a medicamentos, Eduardo Paes não tem a menor noção disso. Só de quero o meu.

É um exército mercenário que vai desde generais egípcios a “recos” governando o Rio.

PS - dizem que FHC está tentando descolar um convite para o casamento do príncipe herdeiro do trono inglês, invocandos sua condição de príncipe também, prometeu até um pedaço de bolo a José Arruda Serra e dispõe-se a submeter-se a um exame de sangue para provar que o seu é azul.

Sem oposição, sem remédio

Eles dão as mãos e o povo fica a ver navios
Quando o governador e o prefeito eram outros, e faziam oposição entre si, as coisas funcionavam. A partir do momento em que o Palácio Laranjeiras se aliou à Prefeitura do Rio, tudo desandou.
Por Ana Helena Tavares (*)
Anteontem, quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011, acompanhei minha mãe à Defensoria Pública para entregar um documento que comprova que os postos de distribuição alegam não ter o medicamento Anastrozol, que deveria ser fornecido gratuitamente a ela e a outras pessoas para o tratamento do câncer de mama. Chegando lá, me deparei com o sofrimento de muitos outros cidadãos que têm seus direitos essenciais negados por razões das mais diversas.
Só para fazermos a entrega do tal documento, tivemos que esperar mais de duas horas. Imaginem casos mais complicados, como as varas de família – maioria lá. O povo mofa esperando e muitos passam mal, pois chegam lá cedo, não conseguem fazer refeições adequadas e ainda se desidratam com o forte calor.
Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro, e Eduardo Paes, prefeito da capital, são mais odiados por aquelas pessoas do que Judas em quarta-feira de cinzas. Mas todos lá estão tão desiludidos que acabam incluindo as três esferas no mesmo saco.
Uma senhora, chamada Arlete Colis, me contou em detalhes sua triste história de luta por seus direitos. Clique aqui para ouvir o indignado desabafo dela.
Aposentada por invalidez, necessita de dois medicamentos básicos. Nenhum deles, nem mesmo o mais barato, ela consegue receber gratuitamente. Chegou a contar que, certa vez, lhe indicaram que ela fosse a uma favela, onde haveria um local em que ela conseguiria seus remédios. Ela foi, sofreu um assalto na porta e não conseguiu o que buscava.
Cobrou “solução pra ontem e vergonha na cara”, em especial do "Seu" Sérgio Cabral. Falava dele com tal raiva que apontava para o gravador como que querendo que ele estivesse em sua frente. Sorte dele que não estava, porque, certamente, levaria umas boas bolsadas e não seria só dela. Logo ele que fez fama por "defender" os idosos... Com toda a razão, Colis reclamou do atendimento na Defensoria.
Estagiários atolados de serviço e completamente tontos em meio a tanta gente, chegam à beira do desespero e não dão conta de toda a demanda. Além disso, a maioria das pessoas é atendida em pé, no próprio salão. Os estagiários escrevem com uma prancheta na mão e, desta maneira, os problemas de cada um ficam expostos para todos. Os defensores, ditos públicos, ficam confortavelmente instalados em seus gabinetes privados e, como pude comprovar, os cidadãos que eles defendem não sabem nem o nome deles. No que diz respeito à área de saúde, o Município e o Estado recebem verba do Governo Federal para comprar remédios como o de minha mãe e muitos outros, desde hipertensão à diabetes. Tais medicamentos devem ser repassados gratuitamente a quem necessita. No caso de minha mãe, como não está havendo o repasse, a verba destinada à compra do remédio deverá ser cortada e o dinheiro entregue diretamente a ela.
Segundo um homem, que não quis se identificar, quando o governador e o prefeito eram outros, e faziam oposição entre si, as coisas funcionavam. A partir do momento em que o Palácio Laranjeiras se aliou à Prefeitura do Rio, tudo desandou.
Tem lógica. Não que os governantes anteriores fossem melhores – não eram –, mas é óbvio que, quando as esferas municipal, estadual e também a federal não trocavam sorrisos mútuos, se uma pisasse na bola e não distribuísse um determinado remédio, a outra tratava de fazê-lo para mostrar serviço.
Vai daí que é sempre sadio haver oposição organizada, pois evita acomodamentos. Não tê-la não é saudável em lugar nenhum do mundo, como provam os países árabes que padecem da falta dela.
*Ana Helena Tavares, jornalista, escritora e poeta eternamente aprendiz. Editora-chefe do blog "Quem tem medo do Lula?"

OAB pede que Dilma investigue crimes da ditadura

Presidente da OAB
do MídiaMaxNews
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, enviou nesta quinta-feira (24) ofício à presidente Dilma Rousseff em que cobra a apuração dos crimes cometidos por agentes públicos durante a ditadura militar (1964-1985). A entidade pede ainda a “identificação e entrega dos restos mortais dos desaparecidos aos familiares e a instituição da Comissão Nacional da Verdade”.
Na documento enviado à presidente, a entidade cobra o cumprimento integral da decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) que condenou o Brasil por não punir os responsáveis pelo desaparecimento de 62 pessoas, entre 1972 e 1974, na região do Araguaia, entre Tocantins e Pará. Na região, militantes de esquerda promoveram uma guerrilha contra o regime militar.
A Corte Interamericana determinou a investigação penal dos casos de desaparecimento e o pagamento de US$ 3 mil em indenização para cada família pelas despesas com as buscas. Além disso, a determinação prevê US$ 45 mil para cada familiar direto e de US$ 15 mil para não direto.
Segundo Cavalcante, a determinação da OEA é “indiscutível” e de “cumprimento obrigatório”. Ele classificou o eventual descumprimento da decisão como um “retrocesso na evolução dos direitos humanos no Brasil e nas Américas”.
“Se o Estado brasileiro não cumprir a sentença condenatória nesse caso estará sinalizando que desrespeita a autoridade da Corte e do sistema regional e internacional de proteção aos direitos humanos”, diz Cavalcante no documento.
Em abril do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a validade da Lei da Anistia para casos de tortura e crimes comuns cometidos por civis e agentes do Estado durante a ditadura militar. Segundo a OAB, a posição do STF não seria “empecilho” para a apuração dos fatos.
BlogueDoSouza

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A EXTRADIÇÃO DE JULIAN ASSANGE - OS DISCURSOS DE OBAMA

A EXTRADIÇÃO DE JULIAN ASSANGE – OS DISCURSOS DE OBAMA
Laerte Braga
O governo líbio de Muammar Gaddafi tem cerca de 32 bilhões de dólares depositados em bancos norte-americanos e distribuídos em contas de até 500 milhões de dólares. Tem investimentos em Londres, tudo reflexo de um acordo feito há alguns anos atrás entre o chefe da Autoridade Líbia e o embaixador dos EUA em Trípoli. O fato está em documentos oficiais norte-americanos revelados pelo site WIKILEAKS.
O juiz britânico Howard Riddle disse na quinta-feira, dia 24 de fevereiro, que Julian Assange, criador do site – WIKILEAKS – pode ser extraditado para a Suécia, onde é acusado de crimes sexuais. Segundo o juiz os crimes imputados a Assange são passíveis de extradição “e não há nenhum motivo para acreditar que houve qualquer erro no mandado internacional de prisão expedido pela Suécia”.
A Europa Ocidental hoje vive uma situação complicada. Países como a Grã Bretanha, Itália, Suécia, Bélgica, França e outros são meras colônias do conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, através da subsidiária OTAN – ORGANIZAÇÃO DO TRATADO ATLÂNTICO NORTE –.
Aquele negócio de inglês fumando cachimbo e olhando o por do sol em Londres sabendo que num outro ponto do império o sol está surgindo não existe mais. Washington dirige a cena nesse e noutros filmes de terror.
A decisão do juiz não deixa dúvidas quanto à submissão da Grã Bretanha ao conglomerado.
O dinheiro de Gaddafi não difere do dinheiro de qualquer grande traficante do mundo aos olhos de banqueiros, ou dos que dirigem o conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.
Beira-mar, mesmo preso, vale mais que qualquer trabalhador decente em qualquer lugar do mundo, para qualquer gerente ou banqueiro.
É mais ou menos a seguinte situação. Se você tem bens, crédito e alguma grana o gerente do banco vai estender tapete vermelho, servir cafezinho, água gelada e algumas outras coisas de quebra.
Se, de repente, você quebra, o gerente torce o nariz, sequer o recebe e vira a cara na rua quando passa por você.
Gerentes de bancos via de regra são robôs dirigidos por banqueiros. E banqueiros, os que cuidam dos bilhões, são produtos de chocadeiras especiais nos porões de Wall Street.
A região onde a Líbia produz a maior quantidade do petróleo que exporta já está sob controle dos rebeldes, de mercenários contratados pela CIA – AGÊNCIA CENTRAL DE INTELIGÊNCIA –, ou seja, os negócios estão a salvo. Se dois ou três mil líbios vão morrer mais à frente, isso é rotina no processo terrorista dirigido por EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.
Em meio a essa crise a mídia privada – subsidiária também do conglomerado – não mostra e nem fala que forças terroristas de Israel estão atacando Gaza, diariamente, por terra e mar, apertando o cerco sobre os palestinos que lá estão.
O que aconteceu no Egito, até agora, foi a saída física de Mubarak. Nada além disso. O espírito da ditadura permanece nos generais torturadores – pleonasmo na maioria esmagadora dos ditos –.
Assange tem uma semana para recorrer da decisão de extraditá-lo. Gaddafi tem que se virar para evitar que dinheiro em bancos norte-americanos seja bloqueado.
O presidente do conglomerado fez um discurso na quarta-feira, 23 de fevereiro, em que fala dos direitos humanos dos líbios. Ninguém discute isso, nem dos líbios nem de qualquer povo do mundo.
Por isso, todas as vezes que o presidente do conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A fala em direitos humanos, aspirações democráticas, etc, lembro-me das prisões no Iraque, dos bombardeios contra civis no Afeganistão, do campo de concentração de Guantánamo e toda a sorte de barbáries praticadas por ele e seus antecessores contra povos no mundo inteiro.

Obama, ao lado de Hilary Clinton foi falar sobre a situação na Líbia.

O discurso de Obama, ou os discursos de Obama são parte do jogo cínico de poder do grande conglomerado terrorista.

E reproduzidos à exaustão pela mídia que a presidente brasileira gosta. FOLHA DE SÃO PAULO, especialista em desova de corpos de presos políticos assassinados pela ditadura daqui.

Qualquer tribunal internacional em qualquer canto do mundo, se esse trem funcionasse de fato, teria mandados de prisão contra presidentes e funcionários do alto escalão do conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A por crimes contra a humanidade.

Não há exceção nesse caso.

Se Israel pode invadir território palestino, dele se apossar, prender, torturar, estuprar e matar palestinos, está defendendo seus direitos. Se árabes assim o fazem, estão colocando em risco a estabilidade do Oriente Médio.

Que estabilidade?

Se houver necessidade – definida pelo conglomerado – a Líbia será ocupada por forças internacionais em nome da paz, dos direitos humanos e o petróleo estará assegurado aos norte-americanos.

Obama insinuou isso no discurso de quarta-feira e jornais independentes mostram que a CIA está atuando dentro da Líbia com vários grupos de mercenários (serviços militares terceirizados a empresas associadas ao conglomerado).

Os anseios e aspirações do povo líbio são justos e Gaddafi é uma espécie de Id Amim Dada, um tresloucado sem compromissos outros que não com sua malta.

Não justifica a ação terrorista do conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A. Tomaram um susto com a revolta popular na Tunísia e no Egito e já se mexem para manter o controle da região, salvar o petróleo e garantir a Israel o direito de roubar, saquear, prender, estuprar, torturar e tudo o que se possa imaginar em termos de boçalidade.

Perto da estrutura terrorista do conglomerado a AL QAEDA é botequim de esquina.

A decisão determinando que Assange seja extraditada, como ele próprio disse, era previsível. Nem Grã Bretanha e nem Suécia têm autonomia para decidir sobre a matéria. São colônias. O que pretendem mesmo é levá-lo para os EUA e como fazem expô-lo em jaula para que sirva de lição a tantos quantos pretendam desafiar o horror de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

Como prêmio de consolação Dilma Roussef deu entrevista a Hebe Camargo na reestréia da veneranda senhora e seu programa, agora noutra telinha.

Segundo órgãos das NAÇÕES UNIDAS Cuba tem índice zero de desnutrição infantil. A totalidade das crianças cubanas em idade escolar está dentro das escolas e a saúde é um direito comum a todos, daí o mais baixo índice de mortalidade infantil do mundo.

Mas, para o conglomerado Cuba tem que voltar a ser o paraíso das máfias, jogo, prostituição e grandes lucros.

O próximo Oriente Médio do conglomerado chama-se América Latina.

Vem aí, em breve, o terrorista branco engraxado com graxa preta e lustrado por Hollywood, Barack Obama, dar o abraço de tamanduá na que dizem presidir o Brasil, Dilma Roussef. Porta-voz de Nelson Jobim, Anthony Patriot e Moreira Franco, sob a direção de José Sarney e Michel Temer.

Cesare Battisti que abra os olhos, afinal juízes como o inglês temos aos montes aqui, ávidos de abrir a porta dos fundos.

Ref. Politica Dinanciamento de campanha Para poder REPRESENTAR O POVO tem que ser PUBLICO

Sobre Financiadores de campanhas. Peguei como exemplo ( e poderia ser de uma porcentagem bem alta da maioria dos parlamentares eleitos para REPRESENTAR O POVOEsta imagem é da fonte OFICIAL do TRE e revela os doadores de campanha de Gerson Camata. Com o histórico de mandato , a quem serve aos financiados por empresas fica facil responder.E isto é o declarado. Basta de GERENTES, queremos REPRESENTANTES. Financiamento Público de campanha Já

Apagão e caixa dois de Furnas -para consideração do POVO: Reforma Politica e Politica do Odio


Cx. dois e politica do ódio para defender interesses que nada tem com interesses do POVO:

DOCUMENTOS de 'doação' FURNAS. Em tempo de chantagem para troca de cargos , apagão e REFORMA POLÍTICA é bom trazer a tona este postagem:
juntosomos-fortes.blogspot.com
BLOG VOLTADO PARA A INTEGRAÇÃO LATINO AMERICANA, A DISCUSSÃO E O DEBATE SOBRE O BRASIL QUE QUEREMOS, ARTIGOS, COMENTÁRIOS DIÁRIOS SOBRE ESSES ASSUNTOS. A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO POPULAR NO PROCESSO POLÍTICO, A LUTA POR TRANSFORMAÇÕES ESTRUTURAIS. SE SOMOS A BASE DA PIRÂMIDE NOS CABE O DIREIT

SEM A MÍNIMA COERÊNCIA

O salário-mínimo foi instituído em 1940 por Getúlio Vargas para garantir a uma família-padrão de quatro pessoas (o casal e dois filhos) o suficiente para sua subsistência, com alguma sobra.

A Constituição de 1988 reafirmou que o mínimo deve atender às necessidades do trabalhador e sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência.

Então, só podemos concluir que, há décadas, os sucessivos governos vêm burlando despudoradamente a Constituição, com a cumplicidade do Legislativo.

Por quê? O Brasil não tem recursos para assegurar uma subsistência digna a cada família de trabalhadores?

Não, os recursos são mais do que suficientes.

Mas, o capitalismo os desvia para outros fins, antagônicos aos da grande maioria dos brasileiros. Embora seja uma categoria moral e não econômica, o adjetivo perverso continua sendo o que melhor o define.

Do governo de um partido dos trabalhadores, tínhamos o direito de esperar que se comportasse como tal, fixando o mínimo num patamar condizente com o papel que deveria cumprir e pondo a nu a contradição fundamental entre o bem comum e o lucro -- primeiro passo para a conscientização das grandes massas.

Só posso deixar registrados minha mais profunda decepção e meu mais veemente protesto face à decisão do Governo Dilma Rousseff de apenas gerenciar o capitalismo, agindo em conformidade com a racionália da classe dominante e esquecendo seu compromisso com a justiça social.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

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Líder do PT no Senado conclama sociedade para participar da reforma política

publicado em 23/02/2011
Por Julita Kissa
Fonte

Portal PT - 23/2/2011

Líder do PT no Senado conclama sociedade para participar da reforma política

Partido defende voto proporcional em lista e financiamento público de campanha Antiga plataforma petista, a Reforma Política dá novos passos para a concretização. Nesta quarta-feira (23) acontece a primeira reunião da Comissão da Reforma Política, criada nesta terça-feira (22) no Senado Federal. Os senadores terão como tarefa analisar as matérias sobre a reforma, em tramitação no Congresso Nacional, e realizar audiências públicas com a participação de especialistas da área, elaborar um relatório final e apresentar projeto sobre a matéria.

A Comissão foi instalada pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB/AP) que pediu a apresentação de resultados em 45 dias. O líder do PT no Senado, Humberto Costa, diz que esse tempo é mais do que suficiente. “São muitos os trabalhos, muitas as discussões feitas no Brasil e muitas propostas elaboradas. Um trabalho de compilação dessas propostas já vai permitir estabelecer quais são os grandes eixos, divergências e convergências”, explica. Para ele, a reforma política é um mecanismo indispensável para a democracia brasileira e vai beneficiar toda a sociedade. “Nós do PT defendemos já de muito tempo a proposta de reforma política eleitoral. A reforma que nós defendemos é aquela onde há o fortalecimento dos partidos. Nós defendemos o voto proporcional em lista e o financiamento público de campanha. Nós vamos tornar as disputas mais igualitárias e fortalecer a democracia no Brasil”, defende.

Segundo ele, a defesa do partido é “incorporar a sociedade nessa discussão, sob pena de não conseguirmos uma reforma política avançada”. O líder afirma que a mobilização social é indispensável para que a reforma aconteça. A Comissão da Reforma Política, que será presidida pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ) é formada por 15 senadores. Clique aqui e assista entrevista exclusiva com Humberto Costa.

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Líder do PT no Senado conclama sociedade para participar da reforma política

publicado em 23/02/2011
Por Julita Kissa
Fonte

Portal PT - 23/2/2011

Líder do PT no Senado conclama sociedade para participar da reforma política

Partido defende voto proporcional em lista e financiamento público de campanha Antiga plataforma petista, a Reforma Política dá novos passos para a concretização. Nesta quarta-feira (23) acontece a primeira reunião da Comissão da Reforma Política, criada nesta terça-feira (22) no Senado Federal. Os senadores terão como tarefa analisar as matérias sobre a reforma, em tramitação no Congresso Nacional, e realizar audiências públicas com a participação de especialistas da área, elaborar um relatório final e apresentar projeto sobre a matéria.

A Comissão foi instalada pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB/AP) que pediu a apresentação de resultados em 45 dias. O líder do PT no Senado, Humberto Costa, diz que esse tempo é mais do que suficiente. “São muitos os trabalhos, muitas as discussões feitas no Brasil e muitas propostas elaboradas. Um trabalho de compilação dessas propostas já vai permitir estabelecer quais são os grandes eixos, divergências e convergências”, explica. Para ele, a reforma política é um mecanismo indispensável para a democracia brasileira e vai beneficiar toda a sociedade. “Nós do PT defendemos já de muito tempo a proposta de reforma política eleitoral. A reforma que nós defendemos é aquela onde há o fortalecimento dos partidos. Nós defendemos o voto proporcional em lista e o financiamento público de campanha. Nós vamos tornar as disputas mais igualitárias e fortalecer a democracia no Brasil”, defende.

Segundo ele, a defesa do partido é “incorporar a sociedade nessa discussão, sob pena de não conseguirmos uma reforma política avançada”. O líder afirma que a mobilização social é indispensável para que a reforma aconteça. A Comissão da Reforma Política, que será presidida pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ) é formada por 15 senadores. Clique aqui e assista entrevista exclusiva com Humberto Costa.

Kaddafi abortou o golpe de Estado na Libia

Eis aqui uma versão dos fatos acontecidos na Líbia descritos de forma diferente. Fico sempre desconfiado com o que se publica na grande midia burguesa internacional com reflexos em seus representantes aqui no Brasil. E sempre é bom contraditar o hegemônico, pois tal ação poderá ajudar a construir uma opinião pública mais independente. Jacob David Blinder
 
 
 
La estrategia de "demonización"
Kadafi abortó el golpe de la CIA y ahora sufre un aislamiento internacional
 
 (IAR Noticias) 23-Febrero-2011
El jefe del régimen libio, Muammar Kadafi aplastó a sangre y fuego el golpe de la CIA (montado en las "revueltas populares"), controla la mayor parte del territorio libio (aunque quedan bolsones de rebelión militar como secuela) y enfrenta, en una segunda fase, una operación de aislamiento internacional y un intento de división interna de sus fuerzas en un escenario de parálisis económica y social.    
Informe especial
IAR Noticias/
Ese es el verdadero titulo desarrollado de los hechos que están sucediendo en Libia, silenciados y deformados por la prensa internacional, parte funcional y operativa del eje sionista USA-UE-Israel en su estrategia de apoderamiento de petróleo y recursos estratégicos en los países islámicos situados en el "eje del mal".
Según la prensa internacional, el jefe libio controla el grueso de su ejército, sus fuerzas policiales, y los mukhabarat (servicios de seguridad), y mantiene el mando sobre el movimiento llamado Comité Revolucionario, que monitorea y supervisa las actividades represivas del régimen contra sus enemigos internos.

Dentro de este dispositivo represivo se inserta el Batallón Disuasivo, la conocida Brigada 32, que opera en Ouezzane, cerca de la frontera con Túnez que es comandada por uno de los hijos de Gadafi, Khemis, entrenada para lidiar con revueltas dentro del país.

También se integra la Legión Islámica, creada en los años 80 por musulmanes provenientes de Sahel, señalada por los opositores  como integrada por "mercenarios extranjeros".

"El régimen, en resumen, tiene una gama de mecanismos de represión a su disposición y en el pasado nunca ha mostrado titubeos en responder con brutalidad a la menor señal de protestas", subraya la cadena británica BBC.

La misma prensa internacional que protegió y calló las masacres de Israel en Gaza y en Líbano, que silencia a diario los genocidios de EEUU y la "alianza occidental" en Afganistán, Irak, Pakistán y las zonas petroleras del Cuerno de África, no ahorra munición pesada para condenar el "brutal genocidio" de Kadafi contra su pueblo.

Que, en realidad no es el "pueblo" libio en su conjunto, sino grupos operativos que motorizan las revueltas, armados, entrenados y financiados por la CIA, el Mossad israelí y los servicios "aliados" de Europa.

"El líder libio Muammar Kadafi se aferró al poder el martes al contar con el apoyo cerrado de un ejército leal que se hizo con el control de la capital, en un momento en que una parte importante del este del país parecía haber caído bajo el control de la oposición", señala The Wall Street Journal el vocero  financiero del  Imperio USA.

La información es coincidente con la de las agencias y cadenas internacionales sionistas (parte de la operación golpista contra Kadafi), quienes coinciden en que el "genocida" libio aplastó  "a sangre y fuego" a las manifestaciones en su contra y se replegó bajo el manto del poder militar.

Si consideramos que Libia está cerrada y blindada, y que los titulares y contenidos de la prensa internacional sólo están alimentados por fuentes de la sedición, la conclusión es obvia: Kadafi abortó, exterminó de cuajo, la operación relámpago en su contra utilizando un poder de fuego indiscriminado contra la revuelta callejera.

Y las apreciaciones de las usinas "rebeldes" infiltradas y motorizadas por  CIA y la inteligencia occidental aliada (expresadas en la "información internacional") también son coincidentes.

Salvo algunos grupos del ejercito "rebelados" en el Este, las fuerzas del régimen libio controlan el país, sumido en una profunda parálisis social y económica como consecuencia de la represión militar y los enfrentamientos armados.

La estrategia de "demonización"

Y como sucede habitualmente en estas operaciones de derrocamiento de gobiernos (no "dóciles" al Imperio) disfrazadas de "protestas populares" (así pasó con los golpes fracasados de la "revolución naranja", o con la frustrada maniobra contra el régimen militar birmano) abortada la acción militar encubierta en las calles, comienza la segunda fase de la operación golpista: El aislamiento internacional y la "demonización" del régimen y/o de los lideres de los gobiernos que quedan en pie.

Consecuentemente, Muammar Kadafi, que durante años mantuvo un "bajo perfil" y era elogiado por la prensa internacional como un "arrepentido" de su pasado antiimperialista, mientras abría el grifo petrolero a la voracidad sin limites de los pulpos petroleros occidentales, ahora pasó a ocupar el lugar de un "demonio genocida".

Hay una cuestión verificable y estadística: La prensa internacional, sus analistas superficiales vaciados de cerebro estratégico, no analizan objetivamente los hechos que están sucediendo en Libia. Solo se limitan a "comentar" los titulares escritos por las usinas golpistas (las únicas fuentes existentes) y a proclamar consignas "demonizadoras" del jefe del régimen libio.

Y ante el hecho consumado de una acción relámpago para derrocarlo en las calles, Kadafi hizo lo que cualquier dictador militar de 40 años en el poder haría para preservar su vida y su poder: Exterminar militarmente la revuelta organizada  para evitar el contagio antes de que sea tarde.

En la lógica de la acción reacción, y sin entrar en falsos moralismos de idealización, Washington y la CIA, infiltrando y movilizando grupos de protestas callejeras, le armaron un golpe de estado para derrocarlo y el presidente libio lo aplastó sin miramientos con su aparato militar. La primera fase fracasó.

Ahora, la fase que sigue, la operación de aislamiento y condena internacional al régimen de Kadafi, es un procedimiento calcado, una acción de manual.

Incluso la izquierda más "civilizada"  y sus teóricos, adosados a la ideología "democrática" del sistema de dominio  imperial capitalista, se prende a las "condenas" internacionales digitadas por el eje USA-UE-Israel.

La ONU, los gobiernos mundiales y las organizaciones internacionales que (salvo pocas excepciones) legitiman con su silencio operaciones militares diarias de genocidio en masa de civiles en Medio Oriente, África y Asia, levantan  sus voces indignadas para condenar la "masacre del dictador libio".

Ya sucedió en todos los escenarios de las fracasadas "revoluciones naranja", en las "rebeliones budistas" del sudeste asiático, o en las "rebeliones reformistas" de Irán motorizadas para derrocar al régimen de los ayatolas desde adentro.

Tras el armado de operaciones de "revuelta popular" mediante infiltraciones en grupos opositores locales, en Libia están utilizando un modelo de "iraquización" militar y social orientado a debilitar internamente al régimen de Kadafi  .

Fracasada la operación, ahora quieren dividir a las fuerzas armadas libias controladas por Kadafi e iniciar un proceso de aislamiento que desemboque en un régimen de bloqueo y de sanciones internacionales contra el país petrolero.

Objetivamente en Libia  no hay una "revuelta popular" ingenua  contra Kadafi, sino una acción callejera para derrocar a su régimen desde adentro motorizada por la CIA y el Mossad israelí que siempre actúan juntos, como hermanos simbióticos.

Se lo hicieron en su momento a Saddam Hussein, y siempre fracasaron, dado que el presidente iraquí ahogaba esa movidas internas a sangre y fuego. Razón por la cual, la logia imperial USA se vio obligada a invadir Irak para derrocarlo.

Salvada distancias y escenarios, lo que está pasando con Kadafi en Libia tiene muchas similitudes con el Irak de Saddam Hussein.

El jefe libio, ahogó la sublevación utilizando poder de fuego de alto espectro. Cerró y blindó militarmente a su país, puso un candado a la información de la prensa internacional sionista y puso en marcha una limpieza militar, una operación de cirugía mayor, contra las células operativas del levantamiento.

Es lo que hicieron algunos regimenes pro-rusos cuando abortaron en sus países la "revolución naranja".

En el terreno de la acción militar, Kadafi exterminó la acción relámpago para derrocarlo desde adentro.
 
Ahora deberá resistir a otro frente de guerra por otras vías: Las operaciones diplomáticas y la acción mediática internacional para estrangular económicamente a su régimen.
 
Una guerra donde el petróleo libio, puede servirle a Kadafi como carta de triunfo para dividir al eje sionista USA-UE e impedir una acción conjunta en su contra.
 
Esto es solo el comienzo.

ENVIADO POR JACOB BLINDER

Filha de Rubens Paiva defende punição a torturadores e diz que Jobim é 'uma vergonha' - O Globo Online

Filha de Rubens Paiva defende punição a torturadores e diz que Jobim é 'uma vergonha' - O Globo Online: "Filha de Rubens Paiva defende punição a torturadores e diz que Jobim é 'uma vergonha'


BRASÍLIA - Vera Paiva, uma das filhas do ex-deputado Rubens Paiva defende que o país resgate sua história e puna os torturadores da ditadura militar de 1964. Uma exposição sobre a vida do pai foi inaugurada na última quarta-feira na Câmara dos Deputados. Para Vera, a Comissão da Verdade tem que ir a fundo e resgatar a verdade desse período histórico brasileiro.

- Não é só um problema de vingança pessoal. Não era um caso de guerra contra um terrorista. Meu pai voltava da praia e foi preso em casa. Ele acreditava em um conjunto de valores como justiça, cidadania e por isso foi perseguido e morto. Hoje não só ele não está enterrado por sua família, como aquilo contra o que ele lutava - a falta de cidadania, de Justiça, a discriminação - também não foi enterrado. É o Estado terrorista que não protege o cidadão. O Brasil é o único país que não puniu seus torturadores. O passado não foi enterrado - afirmou Vera Paiva, que aguarda há 40 anos uma resposta do Estado sobre o paradeiro do corpo do pai.

Professora da Universidade de São Paulo e coordenadora do Núcleo de Aids da universidade, Vera critica o fato de o Brasil ter mandado o ministro da Defesa, Nelson Jobim, defender, na Corte Interamericana de Direitos Humanos, a postura de não rever a Lei da Anistia e evitar, assim, a punição aos torturadores. O Brasil foi condenado nesta Corte.

- Até hoje não cassam nazistas? A maioria dos militares tem vergonha (do que foi feito), mas os que fizeram têm que ser identificados e punidos. O Jobim é uma vergonha! Também, mandarem o ministro da Defesa para a Corte Interamericana defender isso?

Se critica Jobim, a filha de Rubens Paiva está esperançosa com a atuação da nova ministra de Direitos Humanos do governo Dilma Rousseff, Maria do Rosário:

- A resistência venceu e assumiu o governo. Gostei muito da ministra Maria do Rosário. Ela tem força e energia para levar adianta a Comissão da Verdade, para chegarmos à verdade. Vamos evitar que a memória seja apagada e que nos ensine a não fazer de novo.

Em 13 painéis expostos na Câmara, a exposição 'Não tens epitáfio, pois és bandeira', traz relatos e recortes da vida do desaparecido político Rubens Paiva. Com fotos e documentos do acervo da família, os painéis retratam a atuação política, mas também momentos de Rubens Paiva com a família. Paulista, ele elegeu-se deputado em 1962 e em 1964 teve o mandato cassado pela ditadura militar. Exilou-se, mas depois voltou ao Brasil e retomou a vida como engenheiro, no Rio. Acabou sendo preso novamente em 1971, torturado até a morte e até hoje seu corpo não foi encontrado.

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SALADA MISTA COM MOLHO DE GENTE PICADINHA

SALADA MISTA COM MOLHO DE GENTE PICADINHA


Laerte Braga


Eu não sei o que Dilma (também não sei se permanece Roussef, ou já virou Serra ou Neves) foi fazer na festa do jornal FOLHA DE SÃO PAULO. Mas sei com certeza que as centenas de corpos de presos políticos assassinados pela ditadura militar e desovados pelos caminhões da FOLHA para que os militares pudessem simular atropelamentos, assaltos, etc, foram pisoteados, picados e servidos no cinismo da presidente.

“Venho aqui como presidente, está aqui a presidência da República”. A frase de Dilma é típica de uma vingança infantil (o que a desqualifica para o cargo que ocupa, mostra-se um conto do vigário eleitoral aplicado a Lula e aos brasileiros que nela votaram). Se é que se trata disso, pode ser apenas e tão somente a capitulação da presidente. O desejo ardente de receber um diploma da baronesa do esquema FIESP/DASLU.

Em toda a história das campanhas políticas desde o fim da ditadura nunca se viu tanta podridão e mentira através da mídia privada como se fez em relação à candidatura Dilma tentando eleger José Arruda Serra. É uma constatação que não é minha, é de vários jornalistas estarrecidos com a presença da presidente na festa de um dos veículos mais venais da mídia privada brasileira, se é que existe algum mais venal.

Todos são.

É incrível o que acontece ao Brasil e o que aconteceu aos EUA nas duas últimas eleições presidenciais. Os brasileiros elegeram a sua primeira presidente na presunção que os dias de Lula continuariam (programas, política externa, avanços possíveis na ótica do ex-presidente, etc). Dilma se mostra um embuste. A mulher brasileira tem páginas e páginas de nossa história preenchidas com dignidade, coragem e determinação. Não com síndrome de rainha Elizabeth dos trópicos.

Os norte-americanos elegeram Barack Hussein Obama acreditando que votaram num negro. É só um branco a mais, engraxado com graxa preta. Igualzinho a qualquer Bush da vida, varia apenas o estilo, o jeito de ser.

Vão se encontrar na visita de Obama ao Brasil. Se merecem.

São duas fraudes de um processo dito democrático, mas calcado na economia neoliberal, toda a sua perversidade e toda a corrupção que traz embutida.

Nem começou e já acabou, é o governo Dilma.

A visita feita ao jornal FOLHA DE SÃO PAULO é imperdoável levando em conta o passado de lutadora contra a ditadura da presidente Dilma.

O discurso de Dilma no evento é uma cusparada nos brasileiros, principalmente em seus eleitores.

Fomos servidos como salada mista com molho de gente picadinha.

Sem falar que não pode pretender ser respeitado um governo que tem ministros desqualificados como Moreira Franco, Nelson Jobim, Antônio Palloci e Anthony Patriot, que dizem ocupar a pasta das Relações Exteriores.

Para variar o senador Collor de Mello foi eleito presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, o que é presidido por José Sarney.

Joaquim Cardozo, ministro da Justiça, vê-se em denúncias públicas, nega os documentos referentes à morte de Vladimir Herzog (torturado pelo coronel Brilhante Ulstra, paladino da moral e dos bons costumes medievais da Inquisição), nega acesso, ao jornalista Audálio Dantas, combatente contra o regime militar e que escreve um livro sobre o fato.

O baú repleto de sangue das vítimas da barbárie que foi o golpe de 1964 permanece intocado no governo da ex-guerrilheira Dilma, um dia Roussef, hoje sabe-se lá o que.

A “democracia” no Brasil está montada em estruturas herdadas da ditadura militar e a constituição do País, a despeito de eventuais avanços, está contida nos limites determinados pelos militares que deixavam o poder. Aquela história de nem tão depressa que pareça covardia, nem tão devagar que pareça provocação.

Não tivemos uma Assembléia Nacional Constituinte lato senso. Participação popular objetiva e direta (a despeito das emendas populares), como não temos canais de presença no debate político, já que a mídia é podre e venal, serve às elites e interesses de potências estrangeiras.

Não há legitimidade no fundo desse processo, tão somente uma espécie de tubo de oxigênio para que possamos respirar ao sairmos das cavernas da barbárie militar.

Cedo ou tarde um ajuste há que ser feito, é a História.

Na hora do pulo a presidente eleita para dar o pulo, medrou, sentou e resolveu andar de costas para conviver com o passado e todos os seus horrores. Deu as costas aos brasileiros.

A visita à FOLHA DE SÃO PAULO pode ser classificada como um desses horrores. Faltam ainda VEJA e GLOBO. Quem sabe a presidente não aparece no BBB e ajuda os heróis de Pedro Bial a melhorar a audiência?

Só falta agora o chanceler (Putz! Que esculhambação!) Anthony Patriot proclamar que o Irã é o culpado enquanto Moreira Franco limpa os cofres públicos e Jobim hasteia a bandeira norte-americana com a inscrição “in Boeing we trust”. Palloci está procurando casa e caseiro de confiança em Brasília.

Ou vai a Ana Maria Braga e mostra uma receita caseira dos tempos de luta armada? De sobrevivência.

A mulher brasileira não é Dilma, não é assim. Pelo menos a que luta e se esgoela no dia a dia das trabalhadoras. Mas preserva sua identidade e como conseqüência, seu caráter.

A presidente, desde que assumiu, não está fazendo outra coisa que não servir uma salada mista de sabor amargo, indigesta e com molho de gente picadinha. Data vencida, gosto de DEM, de banqueiros, latifundiários, grandes empresários, sem sal como a comida nos EUA.

É grave. Pode causar uma gastrenterite na democracia brasileira.

EXPANDINDO A DISCUSSÃO SOBRE A IMPUNIDADE DOS TORTURADORES

Em termos formais, o entendimento do jurista Carlos Weis sobre a condenação que o Brasil sofreu na Corte Interamericana de Direitos Humanos e a posição que deverá tomar face a ela é dos mais consistentes e embasados.

Então, como ponto de partida desta discussão, eu reproduzirei na íntegra seu artigo desta 4ª feira na Folha de S. Paulo:



DECISÃO JUDICIAL: CUMPRA-SE
Carlos Weis (*)
"Dadas suas recentes manifestações, a presidente da República vem indicando ter um compromisso decidido com a realização dos direitos humanos. Mas há um ponto sensível, que precisa ser enfrentado com firmeza: o pleno cumprimento da sentença condenatória proferida pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Trata-se do caso Gomes Lund e outros, apresentado em 1995 pelo Centro pela Justiça e Direito Internacional (Cejil), pela Human Rights Watch/Americas e por familiares de pessoas desaparecidas na chamada 'Guerrilha do Araguaia', em que a Corte reconheceu a violação da Convenção Americana de Direitos Humanos como resultado das ações do Exército na década de 70.

Desde 1998, quando o país decidiu submeter-se às decisões daquele tribunal internacional, já sofreu outras três condenações, que, dadas suas dimensões e contexto, não se comparam à atual.

Agora, debruçando-se sobre fatos dolorosos da história recente do país, a Corte sentenciou que as disposições da Lei da Anistia são incompatíveis com a Convenção Americana e não podem impedir a investigação dos fatos e a identificação e punição de responsáveis por violações a direitos humanos.

Não bastasse ter jogado luz sobre as atrocidades do regime militar, a sentença é, em parte, oposta à recente decisão do Supremo Tribunal Federal, que entendeu a citada lei como compatível com a Constituição e, portanto, de todo aplicável.

Apesar de algumas vozes terem se erguido contra a sentença internacional, o fato é que deve ser cumprida integralmente, não porque seja uma revisão do acórdão do STF (o que tecnicamente não é), ou porque ignore o imaginado acordo político que teria viabilizado a transição para a democracia, mas pelo fato de o Brasil ter, voluntariamente, reconhecido a competência da Corte Interamericana como obrigatória e de pleno direito para julgar denúncias formuladas contra si.

E, se palavra dada é palavra cumprida, o Brasil, por todos os seus órgãos, tem a obrigação de promover a imediata persecução criminal dos assassinos e torturadores do regime militar, cujos atos configuram "crimes de lesa-humanidade", sendo, assim, imprescritíveis.

Mais: deve tomar uma série de medidas, como reconhecer publicamente sua responsabilidade pelos fatos, tipificar o crime de desaparecimento forçado de pessoas, dar treinamento às Forças Armadas sobre direitos humanos etc., sem o que o país será vergonhosamente incluído no rol dos Estados para quem os direitos humanos só existem na medida de seus interesses.

Ainda que o acatamento das sentenças da Corte Interamericana seja novidade por aqui (a Suprema Corte da Argentina já o faz costumeiramente), importa reconhecer que a referida decisão oferece uma oportunidade de reencontro com o passado, como condição para a construção de uma sociedade verdadeiramente garantidora dos direitos humanos para todos.

O combate à tortura, que continua a existir para os presos comuns brasileiros, não pode mais esperar."
* mestre em direito pela USP, defensor público do Estado de São Paulo e coordenador do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da Defensoria Pública de São Paulo.

SINUCA DE BICO - Em termos políticos, no entanto, deve ser levado em conta que tudo isso deveria ter sido feito no momento da redemocratização do País, em 1985.

Não o foi por indesculpável omissão do Estado brasileiro.

Agora, estamos numa  sinuca de bico:
  • se processarmos as bestas-feras da ditadura de acordo com os procedimentos habituais do nosso Judiciário, extremamente lerdos e que facultam infinitas manobras protelatórias aos réus defendidos por bons advogados, nenhum deles estará vivo quando as sentenças condenatórias chegarem, finalmente, à fase de execução;
  • se, pelo contrário, impusermos rito sumário para tais casos, facilitaremos a vitimização de quem não merece compaixão nenhuma dos homens de bem.
Enfim, eu acredito que tudo deva ser apurado, todos os restos mortais resgatados, todas as culpas estabelecidas e todas as providências tomadas para evitar a repetição de ocorrências tão bestiais e hediondas.

Mas, temo que nossa insistência em aplicar punições concretas a tais indivíduos não só resulte vã como contraproducente, dando margem a um forte contra-ataque propagandístico da direita, que nos apresentará como rancorosos, vingativos, despóticos (no caso de introduzirmos trâmites legais diferenciados para estes casos) e desumanos (pela perseguição a velhinhos  com  o pé na cova).

Já se o Estado brasileiro decidir que eles são culpados mas deixar de puni-los por motivos humanitários (idade avançada) e como reconhecimento de sua própria incúria ao não ter agido como deveria no momento correto, a imagem que a opinião pública e os pósteros deles terão vai ser a pior possível: a de terríveis criminosos que, por mero acaso, não mofaram por muito tempo na prisão.

Receberão o que merecem, a execração eterna dos homens civilizados.

UM PONTO DE VISTA PESSOAL - Por último: eu sempre me guiei por meu próprio espírito de justiça e sempre fui fiel aos meus princípios, que valem para todas as situações, não oscilam ao sabor das circunstâncias.

Muito jovem, fiquei horrorizado com o que lia sobre a sanha vingativa dos israelenses, perseguindo ex-nazistas caquéticos, sequestrando-os em países como a Argentina, julgando-os em simulacros de tribunais e os linchando.

Não conseguia entender como alguém consegue odiar tanto, por tanto tempo, a ponto de igualar-se ao objeto de seu ódio, ao agir também ao arrepio das leis internacionais e das normas civilizadas.

Minha sensibilidade, meus instintos, são de um humanista e de um  brasileiro cordial.

Então, digamos, por piores que sejam os crimes cometidos por qualquer cidadão aos 20 anos, eu jamais concordarei com sua punição quando octogenário. Para mim, isto será vingança, olho por olho, dente por dente -- e não justiça.

Decidam o que decidirem os juristas, sempre defenderei o entendimento de que a prescrição dos crimes  é uma instituição da qual a civilização não pode abrir mão e que não comporta exceções.

Quando já passou tempo demais, o indivíduo está no fim da vida e não tem mais ânimo nem condições para reincidir, mais vale o deixarmos morrer em paz -- até para marcar bem a diferença entre humanos e desumanos.