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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Lixo Hospitalar americano é Vendido em LOJA NO BRASIL.

Francisco José Duarte de Santana
Envia:
Com certeza os masturberais da RD vão dizer que se trata de um hoax, que o lixo hospitalar é de CUBA e da CORREIA DO NORTE, intermediados pela máfia Rússia que fraudou a documentação para denegrir a imagem de 'nossos eternos leais e fraternais aliados IANQUIS.'

Como dizia o CHANCELER do governo Castelo Branco:

“O QUE É BOM PARA OS EUA É BOM PARA O BRASIL.”

A seguir, a humilhante e criminosa notícia:

Lençóis utilizados em hospital dos EUA foram comprados em Santa Cruz do Capibaribe,a 205 km de Recife

Uma loja em Santa Cruz do Capibaribe, a 205 km de Recife (PE), foi interditada pela Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) por vender lençóis utilizados em hospitais americanos. A venda no Brasil de resíduos hospitalares dos Estados Unidos foi revelada ontem pelo jornal Folha de S. Paulo.
Veja também:
linkEquipamento transforma lixo hospitalar em comum
linkRELEMBRE: Mais de 70% das cidades dão fim irregular a lixo

Os lençóis, alguns com manchas, eram vendidos por quilo. Um deles trazia a inscrição Baltimore Washington Medical Center University of Mariland Medical System. Procurado, o centro disse que paga empresas para processar seu lixo e espera que elas sigam a legislação do setor.
Na semana passada, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Receita Federal apreenderam, em dois contêineres, 46 toneladas de lixo hospitalar trazidos por uma importadora de tecidos dos EUA. A apreensão ocorreu no Porto de Suape, litoral sul de Pernambuco.
Para o dia 22, a Anvisa e a Receita esperam a chegada de mais 14 contêineres, no mesmo porto. A expectativa é que haja, novamente, lixo hospitalar dos EUA.
Investigação. Nesta sexta-feira, 14, a Anvisa informou que ainda sabe como o lixo hospitalar entrou no País e estava sendo vendido na cidade de Santa Cruz do Capibaribe. O órgão enviou mais um funcionário a Pernambuco para auxiliar nas investigações sobre o caso. No entendimento da Anvisa, a empresa importadora infringiu a Política Nacional de Resíduos, que proíbe que se traga lixo de outros países para o Brasil.
A fiscalização dos contêineres que entram no Brasil é feita por amostragem pela Receita. Para não inviabilizar o comércio exterior, o órgão olha apenas uma parte dos produtos que chegam, seguindo critérios como o tipo e origem, entre outros.
Segundo o inspetor-chefe da Receita Federal em Suape, Carlos Eduardo Oliveira, a encomenda foi enviada em nome da Indústria Têxtil Na Intimidade. Se condenada, a pessoa responsável pode pegar de um a quatro anos de reclusão e ter de pagar multa de até 2 milhões.

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