Noticia Enviada por Silvio Pinheiro com comentários do Próprio:
Como se vê, está acabando a disposição
de financiar o gangsterismo norte-americano
no mundo.
O efeito dominó é iminente.
A conta está chegando.
Os bastardos vão acabar apelando para a
ignorância.
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Silvio de Barros Pinheiro.
Santos.SP.
Silvio de Barros Pinheiro.
Santos.SP.
10 de março de 2011 | 0h 00
Bill Gross, executivo-chefe do Pimco, que administra mais de US$ 236,93 bilhões, diz
que o ciclo de 30 anos de alta dos Treasuries chegou ao fim
O Estado de S.Paulo
O fundador e executivo-chefe de investimentos do Pimco, Bill Gross,
desfez-se de todos os ativos relacionados ao governo dos Estados Unidos,
inclusive os títulos do Tesouro.
A ação reforça a postura de Gross como pessimista em relação aos títulos
da dívida norte-americana.
Gross demonstrou incômodo com os déficits fiscais registrados pelos EUA
nos últimos meses ao afirmar que os 30 anos de sucessivas altas no mercado
de Treasuries haviam chegado ao fim.
No fim de fevereiro, Gross reduziu a zero suas posições
em ativos relacionados ao governo dos EUA no Total
Return Fund.
Em janeiro, essas posições representavam 12% dos US$ 236,93 bilhões
administrados pelo fundo, o maior do mundo.
"Em geral, esses fundos enfrentam a mesma tirania que a Reserva Federal
enfrenta com as taxas de fundos federais", afirmou o chefe de bônus do
governo da CRT Capital, David Ader.
Gross passou a favorecer as posições cash do fundo ao elevá-las de 5% em
janeiro para 23% em fevereiro.
Os ativos lastreados em hipotecas, que representam a maior fatia do fundo,
foram reduzidos de 42% para 34% no mesmo período.
Em um texto sobre o panorama de investimentos para março publicado no
website do Pimco, Gross escreveu no início do mês que o programa de compra
de bônus promovido pelo Fed manteve os yields dos Treasuries "artificialmente
baixos" no esforço do BC dos EUA para canalizar recursos para ativos de risco
mais elevado, como ações.
Ele especula, porém, que os yields talvez estejam mais baixos na expectativa de
atrair novos compradores quando expirar o programa do Fed, daqui a alguns
meses.
Os títulos do Tesouro dos Estados Unidos também estão sendo influenciados por
conta do aumento da preocupação com os países endividados da Europa, como
Portugal.
"O risco de um potencial efeito dominó, uma reação dos bancos se houver
algum problema maior e um agravamento da crise nos países do sul da Europa,
fizeram com que os investidores trocassem os títulos dos Estados Unidos por ativos
mais seguros", disse o chefe da Point View Financial Services, David Dietze.
O volume de operações diminuiu esta semana por conta da agitação política no Oriente
Médio e no norte da África. A alta do preço do petróleo tem forçado os investidores a
manterem as suas posições.
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