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quarta-feira, 9 de março de 2011

Financiamento Publico de Campanhas para acabar com os parlamentares GERENTES das Multinacionais, QUEREMOS REPRESENTANTES DO POVO


Fernanda Tardin
PROPOSTA de bate papo para facilitar entendimento sobre propostas da Reforma Politica. Diante do artigo de Coimbra, publicado pelo Rebello aqui, sugiro iniciarmos escolhendo o TEMA FINANCIAMENTO PUBLICO DE CAMPANHA que por causa do desconhecimento da sociedade e manipulação de políticos, como registra Coimbra, eleitores são contra o Financiamento Público. Então vamos mostrar a quem servem os politicos no atual sistema de financiamento Privado? Que tal amanha, quarta feira nos encontrarmos TODOS aqui as 22 horas( Horario Brasilia)? Todos poderao deixar colocações e/ou perguntas e indicações. Podem a vontade chamar participantes e divulgar ao máximo o debate que acontecerá. Hasta La Vista
 
  • a imagem postada aqui é um recibo ( cx. dois) de doação de um consorcio de empresas ligadas a FURNAS ( que recentemente serviu de chantagem para trocas de cargos via APAGAO, coseguido cargos para assessores de Aecio Neves ( PSDB), o apagão sumiu. Que acham disto
    há 19 horas · · 1 pessoaDébora Albuquerque curtiu isto.

  • Fernanda Tardin Querem Financiamento Privado? Se sim volto mais tarde com muitos, fartos exemplos de empresas doadoras e dos beneficios que colheram durante os mandatros de seus patrocinadores.
    há 19 horas ·

  • José Roberto Bonifácio Continue falando! Esta muito interessante!
    há 3 horas

  • Fernanda Tardin Oi Zé, rsrs ia te perguntar uma coisa: A Vale e a Aracruz são as principais doadoras de campanha de TODOS os parlamentares. A Vale é boazinha ou tem interesse por detras disto aí?
    há ± 1 hora ·



itica e a opiniao Publica - "Não que as pessoas comuns reflitam com frequência ou tenham muita informação a respeito."

Num bate-papo num tópico da comunidade o Deputado Federal Lelo Coimbra coloca  estas palavras a Marcos Rebelloque:

 "Assino embaixo como se meu fosse. Estamos fazendo um debate daquilo que cremos, mas o Parlamento nao nos acompanhara. A propósito, vale a leitura do artigo de Marcos Coimbra, nesta semana, que faz um debate na mesma linha que vc faz, mostra tendência pessoal de mudança do voto proporcional, mas conclui que talvez manter tudo como esta seja mais democrático!?"
E Então Marcos Rebello foi Buscar para o grupo o artigo de Marcos Coimbra  que convidado faz parte da comunidade Consciencia Politica, Segue a integra , com destaque  referente a PESQUISA anunciada no artigo
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A reforma política e a opinião pública

Marcos Coimbra

06/03/2011 - CORREIO BRAZILIENSE - DF

É grande e expressiva a maioria que considera que a reforma política é uma necessidade para o país e que ela deve ser feita logo. De todas as reformas, seria a mais importante, dividindo o posto com a reforma da previdência social.

Nestes tempos em que a reforma política está no centro das atenções, é bom considerar o que pensa a opinião pública. Não que as pessoas comuns reflitam com frequência ou tenham muita informação a respeito. Ainda assim, na democracia, é sempre necessário conhecer os sentimentos e percepções dos cidadãos. Afinal, são eles que pagam a conta.

O início dos trabalhos da comissão do Senado e a disposição da Câmara de criar outra em seu âmbito são sinais de que a reforma política deverá andar em ritmo veloz no Legislativo. O Executivo já deixou claro que tem interesse no seu rápido trâmite, até porque Dilma se comprometeu com ela durante a campanha eleitoral e em pronunciamentos recentes. Resta o Judiciário, que a defende há muito, até para se livrar das acusações de judicialização da política que volta e meia recebe.

Se os Três Poderes a desejam, se a hora é boa (pois a experiência recomenda tratar de coisas como essa quando começam o governo e a legislatura), só falta à reforma política contar com o apoio da sociedade. Que nunca o negou, pois faz tempo que a opinião pública e seus formadores se convenceram de sua conveniência.

Aprovar a ideia não quer dizer, no entanto, subscrever as diferentes propostas que circulam no meio político e na imprensa. O que significa que a reforma, nos termos em que está sendo concebida, deverá enfrentar dificuldades junto à população.

Já foram feitas, nos últimos anos, algumas pesquisas sobre o tema. Em geral, com resultados parecidos.

Em uma recente pesquisa da Vox Populi, a primeira pergunta foi sobre qual seria a reforma "mais prioritária" entre quatro: política, tributária, previdenciária e sindical. Em primeiro lugar, ficou a política, com 35% das respostas, seguida da previdenciária, com 33%. A tributária foi escolhida por 17% dos entrevistados e a sindical, por 4%. Os 11% restantes disseram não saber.

Quanto à reforma política, foi perguntado se o respondente a considerava "necessária e urgente", "necessária, mas não urgente" ou "nem necessária, nem urgente". Quase dois terços dos entrevistados, 64%, optaram pela primeira resposta, 16%, pela segunda e apenas 7% foram de opinião de que ela não era nem uma coisa, nem outra.

Ou seja, é grande e expressiva a maioria que considera que a reforma política é uma necessidade para o país e que ela deve ser feita logo. De todas as reformas, seria a mais importante, dividindo o posto com a reforma da previdência social.

As principais medidas atualmente em discussão( Lista Fechada ) são, no entanto, vistas negativamente ou com ceticismo. É claro que ainda falta informação à opinião pública para tomar posição sobre a maioria dos temas, mas o ponto de partida é desfavorável.

O item que a população mais reprovou na pesquisa foi aquele que mais simpatia tem no meio político: o financiamento público das campanhas. Perguntados sobre se eram a favor ou contra sua adoção, 62% dos entrevistados disseram reprovar a ideia, com 19% de aprovação e 19% de indecisão.
Outra vedete nas discussões políticas, o voto em lista fechada foi reprovado por 51% e aprovado por 27% dos ouvidos, com 22% de indecisão - a pesquisa forneceu a informação de que ele implicaria em votar em lista elaborada pelos partidos, e não nos candidatos individualmente.

A população tende a aprovar coisas que os políticos dizem defender, mas que, raramente, praticam. É o caso da fidelidade partidária, definida na pesquisa como a necessidade de o eleito "obedecer às decisões dos partidos na hora de votar" e "não poder mudar do partido (pelo qual se elegeu)": 62% dos entrevistados concordaram com a ideia, contra 24% que não.

Outra regra com a qual a maioria está de acordo é a reeleição, incluída na pauta da comissão do Senado apenas porque alguns de seus membros implicam com ela. Mais de dois terços (67%) são a favor de sua permanência e 28%, contrários.

De todos, o tema que mais dividiu os entrevistados foi a obrigatoriedade do voto. São praticamente iguais as proporções dos que querem que seja mantida e dos que gostariam que acabasse. Apesar disso, em outra pesquisa da Vox, feita nas vésperas da eleição do ano passado, 74% dos entrevistados disseram que votariam ainda que o voto fosse facultativo.

Enfim, esse é um retrato da reforma vista pelo eleitorado. Se quiserem, os membros das comissões das duas Casas podem levá-lo em conta (ou não).

Marcos Coimbra - Sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

marcoscoimbra.df@dabr.com.br
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http://advivo.com.br/blog/luisnassif/a-reforma-politica-por-marcos-coimbra
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Meus comentarios ( Marcos Rebello - Consultor Politico e membro comunidade diplomatas)

Lamento informar que a coisa não é bem assim. Digo, não é com essa pressa toda que a Reforma Politica vai ser feita. Se alguem tem pressa, eu acho bom tomar um calmante porque tem muita coisa a ser resolvida e tem muita gente que não está de acordo que passem uma labia na democracia para fazer as vontades de um PT que está se achando o dono da cocada preta.

Tá certo que a turma do BRIC tem partidos centralizando tudo e faz as coisas em nome da democracia, mas no Brasil o buraco é mais embaixo. Que pressa é essa? Estão indo para onde, afinal? Por acaso perderam o trem na estação e estão correndo atras do prejuízo?

A democracia brasileira não vai ficar por conta da pressa em verticalizar tudo, entregar o poder nas mãos de um partido sem as devidas precauções em estabelecer mecanismos de proteção contra abusos de poder no futuro e dos interesses corporativos que aparelham o estado moderno ao redor do mundo. Não é porque todo mundo se atira no poço que nós tambem iremos pelo mesmo caminho. Nada disso! Devagar com o andor.

O Brasil tem uma vocação talvez mais acentuada para ser verdadeiramente democratico do que qualquer outra nação nesse planeta. Mais ainda do que os EUA. Podem tomar tenência porque eu sei do que eu estou falando. Eu disse "verdadeiramente" democratico porque essa coisa tem variantes até demais. E não é porque existem partidos politicos em países desenvolvidos e falarem pelo megafone que democracia é isso, que democracia é aquilo que são democraticos de verdade. Cada um faz a sua. Endividam o setor público do país até a medula, uma classe minuscula vive nas alturas esbanjando os valores nacionais e ficam dizendo que são democraticos? Não tem como cuidar da saúde, a educação não educa, tem falta de emprego, tem recessão a cada 4 anos, tem guerra a tres por dois, deficit orçamentário permanente, deficit na balança comercial gigantesco e dizem que o governo é democratico? Que negócio é esse??? Querem enganar a quem, afinal de contas? Propaganda é bom em comercial de pet food, mas mentira tem perna curta! Ninguem mais atura isso. Todas as tendências apontam para que o Brasil siga por esse mesmo caminho. Temos que evitar que isso aconteça e é na Reforma Politica que as mudanças tem que ser feitas.

Vou repetir: a maioria de países desenvolvidos e em desenvolvimento estão endividados até a medula. Oras bolas, e quem são os seus credores? Por acaso são eles mesmos os donos das suas dívidas nos seus Bancos Centrais? Ou são outros? Quem são esses? Alguem fala em auditoria de Bancos Centrais para sabermos a quem essas sociedades devem e que interesses fazem pressão para que os Legislativos passem essa ou aquela lei que impacta diretamente o economico, o financeiro e o social para mante-las sob controle? Democracia não é brincadeira de esconde, esconde! Tem que ser tudo às claras! Tem que haver mecanismos simples e eficientes de controle direto!

Então, minha gente, segura as pontas que a Reforma Politica não vai ser para sancionar as vontades de um PT que tem um programa de poder para ficar todo prosa dizendo que manda ver no Brasil como fazem na Russia de Putin, na China de Hu Jintao, e nos EUA do zionist lobby. O que interessa não é industrialização a jato e a qualquer preço, é a construção de uma sociedade justa com identidade e convivencia em harmonia para ser feliz na sua plenitude. Então a pressa é inimiga da perfeição.
Essa reforma tem que passar pelo escrutínio da sociedade que deverá mostrar a necessidade da formação de forças politicas que vem da base, das comunidades, para que os governos tenham legitimidade e o processo politico seja para beneficiar a todos e não alguns interesses que aparelharam a máquina administrativa e se acostumaram a viver alienados da sociedade que os sustenta. Isso vai ter que ser revisto, discutido e consertado. Não iremos seguir o exemplo de ninguem porque sistema algum é referência.

A partir de agora vamos criar um novo sistema calcado nas nossas caracteristicas como nação para então dizermos: Isso aqui é o nosso modelo de democracia. Porque importa que nessa nova era de relações internacionais, com maior espectro nas discussões bilaterais e multilaterais e mais intensidade devido às demandas de um mundo mais interdependente, o MRE se sinta à vontade em representar o Brasil por ter bem definido esse modelo de democracia para estar confiante e ser eficiente nas negociações. Porque em 20 anos eu tenho certeza de que o Brasil será a quinta economia do planeta, e isso requer da configuração interna das forças politicas que estejam em perfeita harmonia para minimizar os efeitos adversos de um mundo em grande turbulencia.

Marcos Rebello



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