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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O PREÇO do silêncio da mídia . Exemplo - Windows Live

O PREÇO do silêncio da mídia . Exemplo - Windows Live: "– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

tb. para não esquecer: O dia que fhc bancou a divida da globo com dinheiro público para que ela cala-se a mae de seu filho: O CASO MIRIAM DUTRA http://nandatardin-igrat.spaces.live.com/blog/cns!EAACB9B2BE3F619D!196.entry

July 21

O PREÇO do silêncio da mídia . Exemplo

O caso Miriam Dutra

- Jornalista Claudio Humberto

A jornalista Mirian Dutra, da Rede Globo, retorna do exterior na
quarta-feira dia 30 de maio 2007. Ainda não se sabe se ela vai contar
o porquê do recato e do silêncio nos 12 anos do seu exílio - a maior
parte do tempo na Espanha.

Revendo meus arquivos, encontrei: Há alguns anos foi realizado no
Fórum da Cidade do Rio de Janeiro o seminário "DEMOCRACIA, IMPRENSA E
JUDICIÁRIO" promovido pela Escola de Magistratura do Rio de Janeiro.
Eis um registro: "O assunto que rendeu mais controvérsia no Seminário
foi a forma como a imprensa brasileira era condescendente com o,
então, Presidente da República "FHC" ...

A questão entrou em pauta quando um jurista citou como exemplo de
Conivência jornalística o romance do presidente Fernando Henrique
Cardoso com a jornalista da TV Globo Miriam Dutra.

Muitos advogados presentes ao evento não sabiam do fato e reagiram
com surpresa e indignação quando um jornalista afirmou que toda a
imprensa brasileira sabia disso. E naqueles oito anos de governo
ninguém tocou no assunto (por que será, não é?).

Muito antes de ser presidente, Fernando Henrique sempre foi um
conhecido garanhão da política brasileira. As mulheres sempre ficaram
encantadas com o seu charme e sua pose de estadista. Em Brasília, o
escritório de FHC também era utilizado como garçoniére, para usar uma
expressão da geração dele. Era no escritório-garçoniére que o então
candidato à Presidência da República mantinha encontros com uma de
suas amantes, a correspondente da TV Globo em Brasília Miriam Dutra.

Quando FHC cresceu nas pesquisas para presidente, a ambiciosa
jornalista, pensando no seu futuro pessoal e profissional aplicou
aquele velho golpe que louras oxigenadas costumam dar em pagodeiros e
jogadores de futebol. Deu uma "chave " em FHC e engravidou. A
jornalista passou a carregar um furo de reportagem em seu próprio
ventre. Um filho daquele que seria o próximo presidente da República
do Brasil.

Ao saber que a amante estava grávida, Fernando Henrique entrou em
pânico. Afinal, como diria o outro Fernando, aquilo era
nitroglicerina pura. Mas a mídia nacional ficava calada.

FHC tentou convencer a amante a fazer um aborto, riu na cara dele. A
mulher não ia jogar fora o seu pé de meia, sua caderneta de
poupança...

Foi aí que entrou em ação a operação abafa.
Como ela era correspondente da Globo, imediatamente foi transferida
para a Espanha, com um salário milionário (quem será que financiava
tudo isso?) sem obrigação de fazer nada. Apenas ficar calada e
quietinha, ganhando seus milhões e cuidando do filho do presidente
(outro enganador).

Atualmente a jornalista Miriam Dutra vive na Espanha, com o filho
caçula do presidente.

Uma funcionária do jornalismo global diz que às vezes ela liga para o
Brasil a fim de fazer exigências, tratando a todos como se fossem
seus empregados. "Ela se comporta como se fosse a verdadeira primeira
dama!"

Vejamos o que diz Kika Martins a respeito do caso:
"Tomás Dutra Schmidt, filho não assumido de Fernando Henrique
Cardoso e Miriam Dutra Schmidt (a Miriam Dutra, ex-repórter do Jornal
Nacional em Brasília), nasceu no dia 26 de setembro de 1991, conforme
certidão de nascimento do Cartório Marcelo Ribas (Brasília - DF).
Vive hoje com sua mãe e tia em um dos mais caros e sofisticados
bairros da Europa, em Barcelona na Espanha.

Agora se vocês querem saber como isso nunca foi notícia na grande
imprensa, leiam Caros Amigos - ano IV, número 37 - abril de 2000. A
matéria é assinada por Palmério Dória e outros. O título é: "Um fato
jornalístico".

A pergunta é quanto custou este silêncio. A portaria do Ministério
da Fazenda 04/1994, por exemplo, que isenta todos os meios de
comunicação "e sua cadeia produtiva" da CPMF [Contribuição Provisória
sobre Movimentação Financeira] é só um começo de conversa. E o Poder
da Mídia no final do ano 2000 custou US$ 3 bilhões ou US$ 6 bilhões,
um ajuste de contrato. Agora bom mesmo é procurar no Siafi o quanto
foi efetivamente gasto em propaganda no Orçamento Federal de 1994 a
2002". Alguém topa fazer isso?

Bom, acho que a conivência está, em parte, explicada. Mas que custou
caro pra todos nós, isso é verdade. É por essa e por outras que a
contribuição provisória (CPMF) foi reajustada no governo FHC: para
cobrir isenções providenciais.

Até parece que todos nós, brasileiros, somos pais dessa criança.

E agora reaparece na Mídia outra criança com despesa escandalosa...
cujo pai é o Presidente do Senado Renan Calheiros. Quem paga tudo
isso? A quem interessa tantos escândalos e corrupções?

Enquanto a midia pega a sua grana olha só que bacana o que me
aconteceu:
"estava jogando sinuca
uma nega maluca me apareceu,
vinha com o filho no colo dizendo:
toma , que o filho é teu".

O nosso cancioneiro popular sempre esteve à frente dos fatos, não?

.Marcos Rebello ( Consultor e analista Político)
Bem, hoje é uma pergunta que muitos fazem:
Por quê será que esses podres não eram expostos pela mídia no governo
FHC???
 
Jorge Correa da Federação dos Jornalistas manda essa indicação de materia:
Do blog do Mino Carta:

"A mídia malha a situação e poupa a oposição, com empenho e desfaçatez dignos da medalha de ouro, recordistas mundiais. E me permito contar um episódio que remonta à segunda 16, e que não foi registrado por jornal algum, ou por qualquer órgão midiático.
O governador do Paraná, Roberto Requião, naquela tarde visita o presidente Lula no Palácio do Planalto, para um encontro como de hábito cordial. Em seguida, o governador, em toda a sua corajosa imponência, dirigi-se ao Comitê de Imprensa do próprio Palácio.
Requião tem sido um dos alvos preferidos dos ataques da mídia. Suas relações com os jornalistas são tensas, mas ele não hesita na provocação, e pergunta por que, em outros tempos, “vocês não falaram do filho de Fernando Henrique?” Outro rebento fora do matrimônio, como no caso de Renan Calheiros. A aventura de FHC, do conhecimento até do mundo mineral, é anterior à sua primeira eleição em 1994, e a jovem brindada pelos favores do príncipe dos sociólogos foi mais uma jornalista em atividade em Brasília, Miriam Dutra. "

Continua em:
http://z001.ig.com.br/ig/61/51/937843/blig/blogdomino/2007_07.html#post_18904655

 



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