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sábado, 1 de janeiro de 2011

Dilma precisa abraçar a agenda das reformas, defendem senadores

Ao vestir a faixa presidencial, a partir de 1º de janeiro, Dilma Rousseff sucederá um líder popular como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e enfrentará as expectativas habitualmente projetadas sobre cada novo chefe do Executivo. Entre os senadores, espera-se que ela enfrente logo de cara o desafio de fazer as reformas política, tributária e previdenciária.

Grosso modo, na questão tributária o debate gira em torno da necessidade de um sistema tributário mais simples e menos oneroso para o setor produtivo, essencial à competitividade do país. O envelhecimento da população e a pressão que isso exercerá sobre as contas de aposentadoria é o desafio mais atual da Previdência. Há ainda a velha polêmica sobre o déficit corrente cuja existência é contestada por sindicalistas e até setores do governo, mas que outras fontes sustentam ser uma grave realidade, com a indicação de que o rombo na Previdência pode chegar a R$ 37 bilhões ao fim de 2010.

Quanto ao sistema político, o que se buscam são caminhos para fortalecer os partidos e a representação popular, para impedir as legendas de aluguel e para reduzir os custos dos processos eleitorais. Os remédios sugeridos vão desde o financiamento público de campanha até o voto distrital, além do estabelecimento de cláusula de barreira para admissão de partidos nas casas parlamentares e a adoção, por lei, da fidelidade partidária.

De Zelaya para Chavez em Solidariedade

Santo Domingo, 31 de diciembre de 2010
Excelentísimo señor
Hugo Rafael Chávez Frías
Presidente Constitucional República Bolivariana de Venezuela.
Su despacho:
Cuando la soberanía de la República Bolivariana de Venezuela vuelve a ser amenazada por los Estados Unidos, mediante maniobras inescrupulosas,  y al amparo de su auto nombrada potestad de imponer su voluntad a los países del mundo, deseo expresarle, nuestra solidaridad y nuestro apoyo irrestricto.
Este año 2010 Wikileaks desnudó la violencia y doble moral  de la diplomacia norteamericana.
Con  estos nuevos  ataques del Gobierno norteamericano, solo consiguen que  la lucha del pueblo de Venezuela, y de la revolución bolivariana que usted Impulsa por la dignidad de Latinoamérica, se reafirme  más, y nos indica que las posiciones de independencia de la República Bolivariana de Venezuela son el camino correcto.
El adversario no lo hemos buscado nosotros, pero está comprobado que se niega a respetar nuestra dignidad; ¡no entiende todavía el vecino del norte que estamos en el siglo XXI y no queremos practicas imperialistas de nadie!; que no le es posible sojuzgar a los pueblos del continente de Bolívar, Morazán y el Che, y que la integración que hemos emprendido es incontenible.
Hoy  nos paramos al lado del pueblo de Venezuela,  en acción de firme resistencia y rechazo a  una burda maniobra de los Estados Unidos que busca imponer un embajador que antes de su beneplácito vertió expresiones de ofensa a la soberanía venezolana.
Así como el pueblo de Venezuela un día  se puso de pie para defender la democracia hondureño, que resiste hace año y medio los embates viles de la oligarquía al servicio del mismo imperio que hoy les ataca a ustedes, nos erguimos a su lado  y de su pueblo, con  admiración y firme respaldo.
Atentamente
José Manuel Zelaya Rosales
Presidente Constitucional de Honduras  2006-2010
Coordinador General Frente Nacional de Resistencia Popular
 
 
Más información:

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Reforma Política - Entenda os principais pontos debatidos no Congresso

Entenda os principais pontos da reforma política debatidos há anos pelo Congresso

Lista fechada
Sistema em que o eleitor vota no partido e não mais individualmente nos candidatos. Caberia às legendas definir quem vai assumir o mandato de acordo com listas ordenadas por elas previamente. A distribuição das cadeiras seria semelhante ao método atual, pela proporção dos votos que o partido obtém no pleito.

Voto distrital misto
A votação seria feita pelo método de lista fechada para metade das cadeiras. A outra metade seria selecionada pelo sistema de voto distrital. Estados e municípios são divididos em distritos e cada um deles tem direito a lançar um candidato por partido. Nesse caso, o eleitor votaria no indivíduo.

Financiamento público
As campanhas eleitorais seriam financiadas exclusivamente com dinheiro público. Ficariam proibidas as doações de pessoas físicas e empresas. Conforme a proposta, em ano eleitoral seria incluída verba adicional no Orçamento para cobrir as despesas, com valores equivalentes ao eleitorado do país. Para se chegar ao valor, seria preciso multiplicar o número de eleitores por R$ 7, tendo como referência o eleitorado existente em 31 de dezembro do ano anterior ao pleito.


Federações partidárias
Seria o fim das coligações exclusivamente com fins eleitorais. Os partidos com afinidade ideológica programática teriam de se unir para formar federações partidárias formalizadas e atuar de forma conjunta no Congresso Nacional. As agremiações deveriam ser formadas até quatro meses antes das eleições e durar três anos.

A DECISÃO DE LULA E O "JUS ESPERNEANDI" DE PELUSO

Dignamente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu a palavra final do Brasil a respeito da pretensão do Governo Berlusconi, de obter a cabeça do escritor e perseguido político Cesare Battisti para exibi-la como um troféu do suposto triunfo da mais retrógrada e intolerante direita européia sobre os ideais de 1968: o pedido de extradição está definitivamente negado.

Battisti morará e vai escrever seus livros no território brasileiro, a salvo da  vendetta  neofascista.

O que resta, doravante, é um exercício de  jus esperneandi  por parte do presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, que precisa de mais algumas semanas para digerir a devastadora derrota pessoal que acaba de sofrer. E é apenas isto que terá.

No fundo, o Caso Battisti só está prestes a completar quatro anos porque, desde o primeiro momento, o STF tem agido como um Poder alinhado com um governo estrangeiro, a golpear instituições e tradições brasileiras.

Por que ordenou a prisão de Battisti em fevereiro de 2007, se era um homem que levava existência pacata, honesta e produtiva há quase três décadas? Não seria suficiente a liberdade vigiada?

A detenção já não se constituiu num prejulgamento, além de uma tentativa de influenciar o julgamento propriamente dito com a produção e farta difusão de imagens negativas?

Por que a exibição de algemas choca tanto o ministro Gilmar Mendes quando o algemado é suspeito de estar praticando crimes financeiros aqui e agora, mas nem um pouco quando se trata de um acusado de haver cometido crimes políticos em outro país, no longínquo final da década de 1970?

A GUERRILHA JUDICIAL DA DUPLA DIREITISTA

Se dúvidas havia quanto à necessidade de manter Battisti preso, deixaram totalmente de existir em janeiro de 2009, no exato momento em que o ministro da Justiça, Tarso Genro, concedeu-lhe refúgio humanitário.

Pela Lei do Refúgio e pela jurisprudência consolidada em vários casos, só restava ao STF arquivar o pedido berlusconiano, como arquivara outros, idênticos, no passado.

Mas, na condição de homens de direita que são e sempre evidenciaram ser, o então presidente do Supremo Gilmar Mendes e o relator Cezar Peluso resolveram subverter o Direito, lançando uma espécie de guerrilha judicial contra o Estado brasileiro:
  • não encerrando o processo nem libertando Battisti, como deveriam ter feito;
  • permanecendo surdos aos muitos e fundados pedidos de libertação do escritor, nem que fosse para aguardar sob vigilância a pantomima que os dois preparavam com lentidão exasperante;
  • tudo fazendo para que o Supremo, numa das decisões mais infelizes e grosseiras de sua História, revogasse, na prática, a Lei do Refúgio, o que (legislar) não é, nunca foi nem jamais será  atribuição do STF; e
  • linchando Battisti, ao julgar seu caso com base não num relatório, mas num panfleto, uma peça da mais gritante e escancarada tendenciosidade.
Jamais eu vira, numa vida inteira de participação em lutas sociais e exercício do jornalismo, o relator de um caso polêmico encampar TODOS os argumentos de uma parte e NENHUM da outra. Mais unilateral, impossível.

Mesmo assim, a escalada de arbitrariedades foi detida quando um dos ministros que até então sustentatva a frágil maioria de 5x4 recuou, horrorizado, ante a tentativa de usurpar-se do presidente da República a prerrogativa de dar a palavra final no caso.

O que não impediu Mendes e Peluso de, após o fim do julgamento, ainda darem um jeito de reabri-lo para alterar o já decidido, numa manobra sem precedentes nos anais do STF, como notou o ministro Marco Aurélio de Mello: a pretexto de esclarecer um voto, enxertaram um condicionamento.

ITALIANOS TRAMARAM ASSASSINATO DE BATTISTI

Mas, obrigando Lula a ater-se aos termos do tratado de extradição entre Brasil e Itália, não lhe criaram real embaraço.

Pois, se o fundado temor de que o extraditado venha a sofrer "atos de perseguição e discriminação" é motivo suficiente para deixar de entregá-lo ao solicitante, não há mais o que discutirmos:
  • é público e notório que o Serviço Secreto Italiano tramou com mercenários o assassinato de Battisti na América do Sul, só não levando o plano adiante por divergência quanto ao preço do  serviço;
  • autoridades e entidades italianas estão, desde fevereiro/2009, dando as mais despropositadas e furibundas declarações a respeito de Battisti, incluindo ameaças de retaliação ao Brasil, promessa de vingança de uma associação de carcereiros e a bizarra confissão do então ministro da Justiça Clemente Mastella, ao reconhecer que a promessa de reduzir a pena de Battisti, de prisão perpétua para o máximo que a legislação brasileira permite (30 anos) estava sendo feita de má fé, só para nos iludir.
Tal incontinência verbal, aliás, veio ao encontro do que o principal jurista brasileiro vivo, Dalmo de Abreu Dallari, já alertara: a Itália não dispõe de nenhum instrumento jurídico que lhe permita adequar sua sentença à exigência brasileira. Recorre a subterfúgios espúrios, simplesmente.

Só não sei como qualificar a    de juristas brasileiros que supostamente ignoram aquilo que tinham a obrigação de saber, pois foi noticiado pela própria imprensa italiana.

É simplesmente inegável e insofismável, salta aos olhos e clama aos céus, que Battisti não só vai ser perseguido e discriminado, como correrá enorme perigo de vida caso seja despachado para a Itália.

AUTORIDADE PRESIDENCIAL EM XEQUE

Se Cezar Peluso quiser apenas dividir a responsabilidade pelo arquivamento do pedido italiano com o restante dos ministros, isto já deporá contra ele, pois a característica mais marcante de sua gestão está sendo exatamente a paralisia do Supremo.

Pior: caso, como faz supor a indicação de Gilmar Mendes para relator, o que ele pretenda é questionar a decisão do presidente da República, aí entraremos num terreno perigosíssimo.

O Supremo já decidiu que cabe ao presidente da República o papel de última instância, respeitando os termos do tratado de extradição Brasil-Itália.

Foi o que Lula fez, utilizando argumentação cabível e consistente, como condutor que é da política externa brasileira e contando com as informações privilegiadas (muitas das quais sigilosas) de que dispõe exatamente por exercer tal função.

Se o STF se dispuser a esmiuçar os elementos de convicção de um presidente, este será obrigado a revelar aquilo que tem por obrigação guardar para si, o que poderá gerar graves transtornos e prejuízos para o Brasil, conflitos internacionais e até guerras.

Então, há um limite para a invasão das prerrogativas presidenciais por parte do STF. E este limite será ultrapassado se o Supremo se meter a destrinchar esta decisão do Executivo, respaldada num parecer tecnicamente inatacável da Advocacia Geral da União e que, ao próprio senso comum, evidencia-se como o chamado  óbvio ululante.

Até o  sujeito da esquina -- aquele personagem ao qual o ministro Gilmar Mendes se referiu como se fosse o cocô do cavalo do bandido -- percebe que Cesare Battisti não terá seus direitos respeitados na Itália.

É um país:
  • que fechou os olhos a torturas e maus tratos durante os  anos de chumbo;
  • que fez, então, leis retroagirem para abarcar fatos ocorridos antes de sua promulgação.
  • que admitiu estender prisões preventivas (ou seja, de meros suspeitos que ainda não haviam recebido sentença nenhuma) por mais de dez anos;
  • que julgou réus ausentes, aceitando que fossem representados por advogados munidos de procurações forjadas e não voltando atrás quando a falsificação ficou indiscutivelmente provada;
  • que tramou atentado pessoal contra Battisti e moveu-lhe uma campanha de difamação tão falaciosa quanto enormemente vultosa.
NOVA FORMA DE GOLPISMO EM EMBRIÃO?

Aliás, pateticamente, o governo italiano acaba de afirmar em nota oficial que "o presidente Lula deveria explicar tal escolha não apenas ao governo, mas a todos os italianos e, em particular, às famílias das vítimas e a um homem reduzido a viver em uma cadeira de rodas".

Trata-se de uma óbvia alusão a Alberto Torregiani, que, autor de um livro que o projetou como vítima profissional,  é pertencente a um agrupamento assumidamente neofascista, tem ambições políticas e já admitiu que Battisti não estava entre os assassinos do seu pai Pierluigi Torregiani, conforme declarou em 30/01/2009 à Agência Ansa (vide aqui ):
"Torregiani revelou que Battisti não participou da ação que culminou no assassinato de seu pai porque havia ido à localidade de Mestre, onde teria matado o açougueiro Lino Sabbadin. 'Está tudo nos autos do processo', explicou".
Mas, demagogias, mentiras, ameaças, bravatas e  buffonatas  italianas à parte, permanece o fato de que a dupla reacionária do STF parece querer colocar o Supremo no papel de uma corte internacional  que estivesse julgando uma pendência entre o Brasil e a Itália, e não como um Poder brasileiro obrigado a respeitar as decisões tecnicamente consistentes de outro Poder.

Francamente, acredito que ficará falando sozinha, com os demais ministros não a acompanhando nessa aventura insensata e potencialmente catastrófica para nossa democracia.

Mesmo assim, cabe a todos os cidadãos brasileiros avessos ao totalitarismo, imbuídos de espírito da justiça e ciosos da soberania nacional manterem-se alerta contra o linchamento de Battisti e vigilantes contra essa nova forma de golpismo que habita os sonhos da direita inconformada com a hegemonia petista: a ditadura judicial.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Da Suécia : Homenagem a Lula

Hasta Siempre Lula:

Da Suécia um hermano (Forum Social Mundial e De Educação e Cultura), nos manda sua homenagem que envio a todos também com o meu choro "de saudades e emção:"


brazos con mis mejores deseos para el nuevo año 2011 ad portas

Azril ("Isi") Bacal


 
 “Haverá um dia que os povos explorados da América Latina irão conseguir pela dor ou pelo amor eleger um dos seus filhos que escreveram por eles mesmos as suas próprias historias”
         (Ernesto Guevarra, Che)

Hoje à noite Lula faz o seu último pronunciamento à Nação Brasileira como Chefe de Estado.
        Esta despedida se dá em um ambiente de paz, diferente daquele em que Vargas, “o pai dos pobres”, pereceu.  Meus avós choraram, meus bisavós choraram e meus pais, ainda pequenos, choraram.
        Participamos todos deste momento épico na história brasileira (apoiando ou não apoiando, votando ou não votando neste projeto), esta revolução silenciosa, que nos tirou daquela condição semi-feudal e vergonhosa que nosso país vivia.
        E esta Era é sintetizada na sabedoria daquela criança nordestina do sertão que cochichou no pé do ouvido de Lula: “Presidente não escute esta gente feia e braba, faça o possível, depois faça o necessário e quando você ver o senhor já fez o impossível”.
        Acima de tudo tivemos a oportunidade de vivenciar o melhor governo da República, alguns contaram com mais entusiasmo para os seus filhos durante a lição de geografia e história, outros não terão tanta vontade e outros nem o terão.
        Mas a história e o tempo nunca mais apagarão os sorrisos das pessoas que viveram este momento, que supera qualquer roteiro de filme de ficção. Um dia um menino do Sertão (de Euclides da Cunha) que passou fome, conheceu um pão aos sete anos de idade, retirante e filho da lavadeira analfabeta Lindu, mãe solteira, educou e criou o maior Presidente da história brasileira. 
        O meu choro e dos que apoiaram, não será como o dos meus avós; o deles foi de perda e o meu de saudades.
        Para aqueles que apoiaram e para aqueles que não apoiaram, desejo um Feliz Natal e que Deus abençoe todos vocês e também às suas famílias e que mantenha o Brasil sempre no caminho da paz e da prosperidade. 
        Walter Borba
        
        “ Em nosso lindo país dois terços não comem todos os dias, alguns tem poucas coisas para comer, mas nem dentes para mastigar possuem. Neste Natal estou a pensar e a rezar para pedir ao Criador se um dia haverá um sujeito que acabasse com isso, coisa que  tanto machuca as minhas entranhas, sei que é utopia, somente um messias ou alguma coisa sobrenatural.
        Mas rezo e não paro, pois sei que quando isso acontecer o meu pais será uma potência econômica, de justiça, paz, solidariedade e amor”
                                                                                                (Josué de Castro)
        E O MILAGRE SE FEZ GENTE, POVO: Lula, MERCY

DOCUMENTÁRIO: "HILOS DE ACERO" - UM NOVO MUNDO É PRECISO CONSTRUIR

Prezados (as)
 
 
O Presidente Hugo Chávez virá ao Brasil para assistir a posse da Sra. Dilma Rousseff na Presidência da República Federativa do Brasil, no dia 1 de janeiro de 2011. E juntamente com a Sra. Hillary Clinton, representante do Presidente Obama dos Estados Unidos e com a Presidenta brasileira a ser empossada dividirão o interesse da mídia brasileira e mundial, já que os citados Chefes de Estado disputam interesses hegemônicos ao nível mundial.  
 
 
Cada um desses líderes políticos tem estilos comportamentais diferenciados, a nossa Presidenta sabemos como será, pois ela já ocupou cargos ministeriais no governo Lula e, portanto, tem estilo que é muito conhecido; a Sra. Hillary Clinton como Ministra de Estado dos Estados Unidos, também sabemos principalmente através da divulgação pela mídia do escândalo dos telegramas sigilosos publicados pela WikiLeaks. Quanto á Hugo Chávez o que sabemos é o que a grande mídia mundial divulga, geralmente de forma distorcida e afetada ideologicamente.
 
 
Os vídeos cujos endereços estão abaixo transcritos, mostram o comportamento de Hugo Chávez como Chefe de Estado em visita ao exterior e foram feitos durante seu último giro à Rússia, Bielorússia, Ucrânia, Irã, Síria, Líbia e Portugal e aí poderemos conferir sua maneira diferente de ser e sua forma apaixonada de defender os interesses de seu país e do nosso Continente.  
 
 
Como é bom termos Chefes de Estado à nível mundial que tenham comportamentos diferenciados, pois o padrão clássico adotado por quase todos  torna-se chato e tedioso. Chávez entre as virtudes e os defeitos que tem, pelo menos traz a esperança que  mudanças podem (e precisam) ser realizadas nesse nosso mundo tão afetado pela ideologia neoliberal.
 
 
Saudações
 
 
Jacob David Blinder    
 
++++++++++++++++++++
 
DOCUMENTÁRIO: "HILOS DE ACERO" - SOBRE O GIRO PRESIDENCIAL DE HUGO CHÁVEZ 

Realizado por Karen Méndez e transmitido por Venezolana de Televisión (VTV) no dia  28 de dezembro de 2010.
 
 
 
 
 
 
 
 

Videos/Documentarios importantes para conhecimento

Esses links me foram enviado por Luhk Zeller em outubro passado e infelizmente ficaram na fila a que se adiantaram outros mais importantes para os intensos momentos em que me vi envolvido neste segundo semestre.
 
Me arrependo de não os ter aberto quando Luhk me os enviou, pois agora não consegui abrir alguns deles, muito provavelmente já retirados da internet.
 
Afora o bastante conhecido Zeitgeist, nenhum dos demais possuem legenda em português. São todos detalhistas e bastante longos, mas não deixam dúvidas sobre realidades que todos precisamos saber.
 
Vale o esforço para compreensão e, como o Luhk recomenda, o interesse em divulgá-los.
 
Boa sorte para todos nós! Pelo que aí se constata, precisamos.
  Raul Longo
 
 
 
oi
aqui  uns links de documentários

a historia de todas as coisas (the story of stuff) 20min.
http://video.google.com/videoplay?docid=-3412294239230716755&hl=en


www.zeitgeist.com   tem opção de subtitulos em portugúes

911MysteriesFullLeng_Subtitulos_español(demoliciones).avi


outro sobre world trade center, alemão de 2007, otimo, mas só existe em alemão e ingles
911 False Flag
http://video.google.com/videoplay?docid=4092196668758946293&hl=pt-BR


 um filme austriaco de 2006, exibido nos cinemas,  chamado "unser täglich brot (our daily bread,), eu dario o titulo "alimento sem amor" sobre produção em massa de alimentos, é só imagem sem texto nenhum  http://video.google.com/videoplay?docid=550645035710725344


sobre transgénicos:

"the world according to monsanto" , de março 2008, só em inglés (you tube), alemão (mit gift und genen)google video e frânces, e agora tem uma versão com subtitulos em espanhol  http://video.google.com/videoplay?docid=-1552144261451760754&ei=aKQcSfpth8ioAr6z8OIG&q=according+to+monsanto

e nesse link na integra em inglés  http://wideeyecinema.com/?p=105


sobre corporações
http://video.google.com/videoplay?docid=3203253804055041031


e um outro "Engame" de 2007 feito por Alex Jones,só em ingles, é sobre o governo mundial e a eugenia,
/www.endgamethemovie.com/



sei que é muita coisa, mas......informação tem que circular
 luhk

O digno Brasil da era Lula

O digno Brasil da era Lula

No balanço do governo Lula, o artigo de Luiz Carlos Antero destaca o papel do Presidente operário no enfrentamento de um ambiente e um legad0, às vezes esquecido, do antecessor FHC
por Luiz Carlos Antero* para a revista Nordeste XXI
Após realizar sua última viagem internacional como Presidente para receber mais um título de “doutor honoris causa”, o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, que vendeu a CVRD (Companhia Vale do Rio Doce) e que negou tudo o que escreveu, talvez para que sua obra não constasse na vala comum da mundana imersão presidencial, foi pródigo no patrocínio de um retrocesso democrático que varreu da Constituição de 1988 uma boa parte das conquistas nacionais e sociais posteriores ao fim do regime militar.
Compulsivo na edição de medidas provisórias (MPs), das quais abusou como nenhum antecessor, desmoralizando o Congresso Nacional com seu balcão de negócios, onde barrou 27 CPIs, FHC submeteu também o Judiciário. Para isso, nomeou seu “líder” no STF (Supremo Tribunal Federal) e TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Nelson Jobim, um sombrio personagem remanescente a determinadas armações da “governabilidade” — ainda hoje vigente como uma ostra, em sua versão castrense, no poder de Estado.
Entreguista extremado, FHC promoveu previamente às privatizações, intensa campanha contra as empresas públicas e abriu lugar cativo em seu gabinete palaciano para o FMI (Fundo Monetário Internacional) — que Lula, determinado, dispensaria depois.
Fervoroso ao legislar contra os trabalhadores, a esses FHC dedicou milhares de ataques letais aos seus direitos conquistados ou a pura e direta repressão — fatos gravados na memória de petroleiros, servidores públicos, caminhoneiros, entre inúmeras categorias.
Enquanto Lula, no seu tempo, definiu o prumo de uma política exterior soberana, independente e multipolar, FHC entrou para a História como o Presidente que mais viajou pelo mundo com a precípua missão de vender o País nos centros hegemônicos da economia internacional. A situação legada para o seu sucessor aproximou a imagem do Brasil das repúblicas da corrupção e de suas elites afogadas pela degradação moral.
Noutra situação, FHC, com seus títulos e pompa de estadista, poderia associar seu destino ao de parceiros como Alberto Fujimori, do Peru, a quem agraciou com elevadas honrarias nacionais, ou de outros elementos com o perfil de Domingo Cavallo, da Argentina, que terminou, nas circunstâncias daquela conjuntura, encarcerado pelo crime formal de contrabando. Na verdade, a essência comum dos fatos apontou em todos os casos para os crimes contra a economia e contra os povos dos seus países.
Denúncias de corrupção campearam livres e impunes em seus governos. Desde o escândalo da licitação do projeto Sivam, passando pela compra de votos para a aprovação da Emenda da reeleição, até o episódio das privatizações — e do sistema de telecomunicações em particular —, FHC teve sempre um fiel escudeiro a comprometê-lo pelos laços de intimidade, entre os quais Daniel Dantas, embaixador Júlio César, Eduardo Jorge Caldas Pereira, Ricardo Sérgio de Oliveira, alguns deles ainda vigentes num certo noticiário.
A corrupção desenfreada em seus governos, mais que um atestado secular do baixo padrão moral das elites brasileiras, esteve umbilicalmente articulada à aliança dessas elites reunidas num pacto conservador para elegê-lo em 1994 e em 1998. Fundamentalmente as mesmas forças que ofereceram sustentação à ditadura militar e que, ao lado de José Serra e do sociólogo e professor da USP — ele próprio um rebento bem nascido dessas elites —, patrocinaram um novo retrocesso republicano quanto às conquistas democráticas no Brasil.
Políticos conservadores que resistiram ou relutaram ante o movimento pela democratização, aliados e beneficiários da ditadura, foram plenamente restaurados no comando da República pelo pacto neoliberal. Todos estiveram unidos ao PSDB e PFL/DEM nas campanhas de 2002, 2006 e 2010.
As reformas do Capítulo da Ordem Econômica, que buscou aprovar desde o primeiro dia de seu primeiro mandato, em 1995, foram incorporadas à Constituição mediante o jogo fisiológico com os partidos conservadores e a ostensiva ação dos seus lobistas — que trafegavam fagueiros pelo Parlamento. Promoveu-se então o processo de privatizações e desnacionalização da economia brasileira em troca de “moedas podres” e substanciais atrativos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para arranjos de “investidores”.
Na entrada de apenas R$ 8,8 milhões da privatização das teles, praticamente a metade foi financiada pelo BNDES. Dois anos e meio antes, foram investidos na infraestrutura do setor, nada menos que R$ 21 bilhões em recursos públicos. A CVRD, com 50 anos de investimentos produtivos e de infraestrutura (em portos, navios, estradas de ferro, locomotivas, e todo tipo de maquinarias e equipamentos) foi transferida por R$ 3,13 bilhões, com seus ativos e jazidas minerais imensuráveis e “incentivos” do mesmo BNDES.
No discurso predador de FHC e de sua equipe neoliberal, as privatizações iriam resolver problemas da Saúde e da Educação, o problema da dívida pública e assegurar a estabilidade da economia. Nada disso ocorreu. Os índices inflacionários voltaram a crescer e o País perdeu ritmo de crescimento econômico.
Tais medidas caminharam pari passu ao corte dos direitos trabalhistas, secundadas pelo ajuste fiscal — que determinou o congelamento dos salários dos servidores federais, o corte de investimentos públicos e na área social que acarretaram drásticas consequências, a exemplo da crise energética do mais apreciado sistema hidrelétrico do mundo.
Nessa linha do tempo e no espaço aéreo mundial, esta ação contra o Brasil buscou completar a insípida tarefa de torná-lo prisioneiro das teias do capital financeiro internacional, sob o discurso de assegurar uma inflação sob controle, o ajuste das contas públicas e a estabilidade econômica. Na verdade, conduziu ao desmonte da economia e do Estado brasileiro e à instabilidade de uma imensa evasão de divisas, ao sabor dos juros mais elevados do mundo e das imprevisíveis flutuações da moeda brasileira.
A especulação e o FMI no comando
A instabilidade apenas cresceu quando os proprietários do capital volátil, conhecidos no mercado como “investidores”, passaram a desconfiar da capacidade de endividamento do País e da própria continuidade da atual política — uma festa que enriqueceu muitos especuladores.
O crescimento acelerado da dívida pública foi secundado pelo atrofiamento da produção no País, visto que o dinheiro caro e a elevada carga tributária, voltada para o cumprimento das metas vinculadas ao superávit primário, passaram a inibir o empresariado. A isso se somaram cortes cada vez mais profundos no Orçamento Geral da União (OGU), impondo mais sacrifícios ao País e ao seu povo, sem que o crescimento da dívida fosse contido.
Até atingir os R$ 250 bilhões de reservas, o presidente Lula empreendeu uma espinhosa caminhada no terreno legado por FHC. Na verdade, um campo minado com dispositivos prontos para explodir: os vencimentos de títulos cambiais e sua difícil e onerosa rolagem; a redução da entrada de capitais externos; o limite cada vez mais estreito de decisão sobre o uso das reservas cambiais; os vencimentos da dívida externa; a conta de transações correntes; a balança comercial. A cilada preparada pelo governo neoliberal foi lastreada pelo “auxílio” do FMI, em junho de 2002, após a redução do piso das reservas dos US$ 15 bilhões para US$ 5 bilhões.
Não coube a Lula a geração do desconforto ocasionado pelos pesados impostos convertidos em receita às necessidades e expensas do Estado, a requerer hoje uma profunda reforma. Foi ao longo dos governos de FHC que a carga tributária subiu de 25% para 34% do PIB. Também a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), criada a pretexto do financiamento da Saúde, mas de fato um artifício para assegurar receita para bancar o superávit e o robusto caixa de compromissos financeiros acordados com o FMI. Em maio de 2002, aproximando-se as eleições, já haviam sido desviados 75% dos recursos captados com a CPMF.
Nesse ambiente, também os cortes nos investimentos foram crescendo para gerar superávit primário no setor público e, desse modo, satisfazer o FMI e o capital especulativo: em 1995 havia superávit da ordem de R$ 1,7 bilhão; em 1997 houve déficit de R$ 8,3 bilhões; em 1999, após um estelionato eleitoral seguido de intenso ataque especulativo, houve um corte drástico de recursos nas áreas sociais e nos investimentos em infra-estrutura. O superávit passou então à órbita dos R$ 31,1 bilhões; em 2000, R$ 38,2 bilhões; em 2001, R$ 46,6 bilhões.
De tal modo que Lula recebeu um País insolvente, agonizante, em processo de fatal colapso, numa gangorra que combinava orgia financeira, inflação e desemprego. Essa falsa política estagnara a produção e empurrara milhões de brasileiros para o rumo do desespero, da fome, do lixo e da criminalidade, mas fez com que o luxo, a opulência e o gáudio dos bancos privados, beneficiários da estabilidade monetária e dos juros acachapantes, fossem ao paroxismo (lucro de 355%, entre 1995 e 2001).
Atento a esse desempenho dos principais responsáveis pelo seu caixa dois nas campanhas de 1994 e 1998, o presidente FHC quis mostrar-se ainda mais grato e generoso. Especialmente com os que, mesmo ganhando na ciranda financeira, emitissem cheques sem fundo. Por isso, destinou R$ 37 bilhões para o PROER (Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro).
Após a experiência de oito anos de gestão, Lula deve estar ainda mais convencido de que a ruptura com os fundamentos do Plano Real é inevitável para que o Brasil alcance o pleno desenvolvimento e a posição de grande potência econômica no cenário internacional. Porque o atual modelo macroeconômico — em seu intrínseco paradoxo que o atual governo logrou domar a seu favor — ainda encampa e oculta entretanto as causas e as consequências do descontrole plantado e colhido por FHC, quando o pagamento da conta dos seus descaminhos chegou na forma de uma inflação escamoteada, na sucessão de aumentos de tarifas e impostos do telefone, da água, da energia elétrica, dos combustíveis (inclusive do gás de cozinha), das passagens de ônibus, dos medicamentos, da carne, do feijão, do arroz e até dos ícones do Real — o pãozinho e o frango.
Juros: contra Lula, Dilma e o Brasil
A mais elevada e exorbitante taxa de juros do planeta foi mantida em 10,75% na última reunião, no governo Lula, do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central. Diante de tão elevada lucratividade, é este um especial aspecto que faz do Brasil um paraíso para os especuladores do mundo inteiro, ocasionando protestos generalizados na sociedade, das centrais sindicais dos trabalhadores às organizações patronais do empresariado. Trata-se de uma absurda lógica que em sua essência teme o “aquecimento” da economia e, portanto, o desenvolvimento. O conservador Copom foi instituído em junho de 1996 para estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa básica de juros (Selic) — enquanto instrumento utilizado pelo BC para manter a inflação sob controle ou estimular a economia.
Selic é um sistema eletrônico de atualização diária das posições das instituições financeiras para assegurar maior controle sobre as reservas bancárias. Hoje, identifica também a taxa de juros que reflete a média de remuneração dos títulos federais negociados com os bancos; é considerada a taxa básica porque é usada em operações entre bancos e, por isso, tem influência sobre os juros de toda a economia. Rege-se, portanto, pelo mecanismo dos ganhos especulativos. É, nesse sentido, a alternativa eleita pelos especuladores em geral, que atuam fora e acima da esfera produtiva, ganhando com o aumento da atratividade das aplicações em títulos da dívida pública. A elevação dos juros, assim, serve formalmente para inibir o consumo e o investimento produtivo, retrair a economia e o “risco inflacionário”. De fato e na prática, alimenta o danoso ócio do capital financeiro, gera “bolhas” e proporciona o enriquecimento fácil, descolado da produção. Por outro lado, a queda dos juros oferece mais crédito e consumo à população. O “temor” é de que o aumento da demanda pressione os preços caso a oferta da produção industrial não corresponda a um consumo maior, gerando inflação (que o saudoso panfletário Gondim da Fonseca chamava de “arma dos ricos”).
Com a redução da taxa Selic, cresce o dinheiro disponível no mercado financeiro para investimentos mais rentáveis que os títulos pagos pelo governo. A elevação dos juros é, portanto, ruim para empresários e trabalhadores, principalmente em tempos de crise — quando é maior ainda a necessidade de investimentos na produção. Pois, em suma, o investimento em dívida muda o rumo do dinheiro que financiaria o setor produtivo. Nos mercados, reduções da taxa de juros costumam direcionar a migração de recursos da renda fixa para a Bolsa de Valores, no rumo dos investimentos em ações das empresas que lá operam em tese no pressuposto produtivo dos recursos injetados. Os grilhões dos juros persistiram ao longo do governo Lula e são gargalos que aguardam a audácia política da presidente Dilma Rousseff.
*Luiz Carlos Antero, jornalista, escritor e sociólogo, é membro da equipe de pautas especiais do Vermelho.

106 estados-membros da ONU já reconheceram oficialmente a Palestina

John V. Whitbeck é advogado, especialista em Direito Internacional, conselheiro da delegação palestina nas negociações com Israel.
  Dia 17 de dezembro, a Bolívia reconheceu diplomaticamente o Estado da Palestina, nas fronteiras de antes de 1967 (toda a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, inclusive Jerusalém Leste).
 Acontecido imediatamente depois de Brasil e Argentina também reconhecerem a Palestina, o reconhecimento pela Bolívia eleva para 106 o número de Estados-membros da ONU que reconhecem o Estado da Palestina, cuja independência foi proclamada dia 15 de novembro de 1988.  
Embora esteja sob ocupação beligerante, o Estado da Palestina atende a todas as exigências da lei consuetudinária internacional para ser considerado estado soberano. Nenhuma porção do território palestino está reconhecida por qualquer outro país (exceto pela potência ocupante, Israel) como seu território soberano e, de fato, Israel só se tem declarado soberano em pequena porção do território palestino – Jerusalém Leste ‘expandida’ – o que implica que todo o território restante permanece legal e literalmente território palestino não contestado.

Nesse contexto, pode ser esclarecedor considerar a qualidade e a quantidade dos Estados que já reconheceram o Estado Palestino.

DERROTAR O PIG - PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA

DERROTAR O PIG - PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

CESARE BATTISTI

CESARE BATTISTI


Laerte Braga


A decisão do presidente Lula de conceder refúgio político ao escrito italiano Cesare Battisti é correta sob todos os aspectos. O governo italiano não conseguiu provar junto à Justiça brasileira que Battisti é culpado dos crimes dos quais é acusado e tampouco oferecer garantias de um julgamento justo, no caso da extradição, até em observância ao que determina o tratado sobre o assunto entre Brasil e Itália.

Foi desastrada a ação do governo de Berlusconi (como desastrado é o seu governo) na condução do processo. Vergonhosa a atitude do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) quando recebeu o embaixador da Itália pela porta dos fundos do seu gabinete e suas atitudes após essa visita.

Tratou o Brasil, os brasileiros, o governo, como se fossem lacaios de um governante irresponsável – Berlusconi.

A expressão “terrorista” usada pela mídia privada brasileira para rotular Battisti perdeu o sentido depois do WIKILEAKS e do terrorismo (sem aspas) praticado por norte-americanos e seus aliados (colônias) em todo o mundo.

Não cabe julgar politicamente a participação de Battisti no processo de resistência em determinada época a governos italianos. François Mitterand, socialista e presidente da França por 14 anos não hesitou um só instante em conceder asilo a Battisti.

O que está no centro do palco é outro tipo de jogo. Um jogo sórdido do primeiro-ministro Berlusconi, contestado por manifestações em toda a Itália e que queria exibir a cabeça de Battisti como troféu para tentar um novo mandato.

E, ademais, é da tradição brasileira abrigar, refugiar, asilar perseguidos políticos. Foi assim com George Bidault, líder fascista francês. Com Marcelo Caetano herdeiro do salazarismo depois da Revolução dos Cravos em Portugal. Não poderia ser diferente com Battisti.

A decisão final, segundo a Constituição, é do presidente da República. Todas as medidas protelatórias foram tentadas por Gilmar Mendes. À época presidente do STF E notoriamente ligado a grupos de extrema-direita e empresários envolvidos em corrupção (Daniel Dantas).

Sequer se preocupa em disfarçar, mesmo porque lhe falta o tal “notável saber jurídico”. Tanto quanto a “reputação ilibada” para integrar a mais alta corte de justiça do País. É invenção de FHC para garantir a impunidade da turma.

A decisão de Lula foi coerente com sua história, respaldada no Direito e reforça a tradição brasileira de braços abertos aos perseguidos políticos em outros países (exceção vivida apenas no período da ditadura militar, ela própria perseguidora).

Não se pode excluir a possibilidade de setores de extrema-direita tentarem reverter a decisão através de manobras comuns e típicas a esses foras da lei. A mídia privada, com toda a certeza, vai incentivar.

No apagar das luzes de seu governo o presidente da República assume a atitude de estadista num caso como este.

O que pouca gente sabe – é lógico, a mídia privada está no bolso e esconde – é que Berlusconi tem grandes negócios no Brasil e seus tentáculos chegam a setores do mundo institucional, com a prodigalidade típica dos corruptos.

Não há cabimento no argumento que temos nossos problemas e não devemos nos ocupar dos problemas dos outros.

Battisti está preso no Brasil, buscou o nosso País para refugiar-se de ações ilegais do governo de seu país, logo é um problema nosso.

Conceder ou não o status de refugiado político não muda as condições da saúde pública ou da educação por aqui.

Uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Mas conceder o refúgio a Battisti reforça a grandeza da política externa brasileira e das tradições de paz e liberdade de nosso País.

São coisas distintas, portanto.

Esse é o típico argumento de quem não enxerga um palmo adiante do nariz, ou se enxerga, enxerga apenas o nariz e não o todo. Não se tem notícia de nariz que caminhe por si próprio.

Battisti foi partícipe de um processo de lutas que permeava toda a Europa na década de 60 e se estendia a todo o mundo de um modo geral. Um processo decisivo na construção de estradas passíveis de se começar a abrir picadas em meio a um estado autoritário no seu todo, mesmo em supostas democracias como a italiana.

Lula fecha com chave de ouro seu governo – ao qual cabem críticas, evidente – ao conceder refúgio político a Cesare Battisti sem se intimidar com a cara feia de um governo que preside uma colônia norte-americana na Europa, o italiano e a Itália e é antes de mais nada uma reedição trágica dos momentos pornográficos dos césares, ou histriônicos do Duce.

E não poderia ser diferente, Berlusconi é banqueiro.

Mostra um Brasil diferente daquele de FHC. Um Brasil que a despeito dos problemas, das críticas que possam ser feitas, caminhando ereto, de pé, que se espera, aliás, continue a ser assim com Dilma Roussef.

Kuczynski, el lobbysta

Aprendamos a conocer la realidad. Quién es quién. Qué han hecho y cómo se han enriquecido. El poder económico quiere controlar más poder político. Más candidatos de la derecha neoliberal abiertos y disfrazados que maiz o canchita criolla. ¿Cuántos años ya llevan controlando el país con máscaras diversas dependientes de la globalización capitalista-imperialista? ¿No es dictadura neoliberal? ¿Qué piensas? ¿Cómo lo analizas tú? 
Las ideas no se imponen sino se proponen.
Kuczynski, lobbysta y neoliberal conocido que se dice ser ahora de "centro centro" , no pasa la evaluación ética. 
A pensar y a votar bien! 

¿A QUIÉNES HAY QUE AISLAR? ....

Por una educación comprometida y militante de la conciencia y de la práctica política a través de procesos democráticos de izquierda nacionalista plenamente vigentes para la transformación y liberación en toda América Latina.

"POR LA UNION DE LOS PUEBLOS DE AMERICA LATINA Y EL CARIBE" 
José Roulion.
Forum Social Mundial de Educação paulo Freire

Kuczynski, el lobbysta

"Yo no soy lobbysta. Nunca he ganado un centavo como lobbysta, nunca he ido a un ministerio a pedir un decreto, un proyecto de ley ni nada por el estilo", dijo candidato por Alianza para el Gran Cambio, Pedro Pablo Kuczynski. (RPP: Domingo, 12 de Diciembre del 2010 | 22:32 hrs)
Manuel Dammert Ego Aguirre. 
Domingo, 26 de diciembre del 2010  |  Autor: Sandrita

¿Puede el Sr. Pedro Pablo Kuczynski, lobbysta conocido, ser candidato a la Presidencia de la republica?,
 
La pregunta es pertinente para quien pretende postular al máximo cargo en el Estado, la Presidencia de la republica. Reseño amplia documentación, especialmente incluida en mi libro “ La República Lobbysta ” de Julio del 2009, en la cual analizo la trama empresarial de PPK y sus actos como funcionario publico. Esa documentación nunca ha sido desmentida y la confirmo y amplío en otro libro reciente, “ La Nación peruana bicentenaria”, de noviembre de 2010.

El Grupo empresarial de PPK

La trama empresarial de PPK es clave para apreciar su actual singular “sancochado”, su “Ahora o Nunca!”. En su actividad empresarial mezcla la función pública con el interés mercantil privado. Es un típico entramado lobbysta.

Su “Grupo empresarial” tiene dos niveles interdependientes. Un nivel son los Fondos LAEF y otro es su “Banca de Inversión”, First Capital, y West Field Capital. El eje de los Fondos es LAEF, que tiene versiones I, II y III. Gracias a ellos, recaba recursos de diversas entidades, para invertirlos. Con dinero de otros, activa en determinadas empresas, como plataforma para negocios entrelazados con favores del Estado y recursos de la nación.

Al mismo tiempo, con su “boutique financiera”, asesora a los mismos negocios en diversos servicios, desde bonos corporativos, recursos financieros, estrategias, etc. Este es el filón del negocio. Ambos niveles interdependientes de los Fondos y la boutique financiera, sólo son posibles porque dispone de un cargo político en el Estado y si es el de ministro, mejor, porque es la llave maestra patrimonial-mercantilista. Sea con los fondos públicos, los decretos supremos y de urgencia, las licitaciones y concursos, los avales de la banca multilateral, o la entrega de recursos naturales de la nación como el gas de Camisea. El dinero y recursos públicos son el objetivo primordial, el sustento final del negocio privado de intermediación.

Sus socios son los mismos, como se aprecia en la ficha de registro del Fondo LAEF en el 2010 en La Florida-USA. Estos 4 socios (PPK, Gerardo Sepúlveda, Fernando Montero, Eduardo Elejalde) tienen diversas vinculaciones empresariales (Grupo Romero, etc).

El Chileno Gerardo Sepúlveda es socio principal en todas sus empresas, y socio clave en el nivel “financiero” de Fisrt y West Field Capital. Lo sustituye temporalmente en directorios, como ocurrió en Ternium-Techint, mientras PPK, titular efectivo empresarial, era a la razón presidente del Consejo de Ministros, y cubría con impunidad las negligencias de la empresa Techint cuya construcción del gasoducto mostraba graves fallas.

La “boutique financiera” First Capital, es la que hace los negocios gruesos, generalmente en la sombra de sucesivas funciones publicas. Baste señalar que entre sus clientes están Kallpa, EgeCuzco, Corporacion Misti (Tramarsa-Claro), CONINSA IIRSAsur, Trasvase Olmos, Enersur, Calidda, TGP, Agunsa, etc. Propagandiza haber movido más de US$.2,500 millones de dólares entre 1992 y 2009, en esta trama superpuesta.

I. Aeropuerto Jorge Chávez LAP: 
 
Otorgando, como ministro de Economía y 
Finanzas, dinero publico a una empresa privada en la que participa.
El Aeropuerto Jorge Chávez había sido entregado en concesión al Consorcio LAP. (Lima Airport Partnes) en noviembre 2000. Uno de los socios era Cosapi con 14.6% de las acciones. PPK tenía en Cosapi 25% de acciones, con una inversión de US$ 10 millones de los fondos recabados por su empresa LAEF.

Como Director de Cosapi, PPK organizo el Consorcio LAP para ganar la Concesión del aeropuerto. El 2001 se le presento un problema a Cosapi, pues tras los atentados del 11 de setiembre los aeropuertos debían contratar Seguros adicionales. Estos Seguros eran responsabilidad del concesionario LAP.

PPK estaba en el Ministerio de Economía, entre el 28 de Julio 2001 y 11 Julio 2002. Dicta decretos de urgencia para que el Estado asuma la cobertura de riesgos para operaciones aeroportuarias. Son los DU 113 (28-09-2001), 121 (27-10-2001),131 (DU 14-12-2001) y 028 (11-06-2002). Tres de ellos firmados por PPK como titular del MEF. Con dinero publico, PPK como titular del MEF financiaba a su propia empresa privada, para un negocio diseñado por él mismo.

II. Privatización de Puertos: mientras era ministro diseñaba estrategia privada para empresa Chilena Agunsa en su expansión portuaria, y luego la continúa aplicando compartiendo sociedad empresarial con accionista y apoderado de empresas naviero portuarias Chilenas.

Siendo ministro de Economía y Finanzas del 28 Julio 2001 al 11 Julio 2002, director de la Copri y de Fonafe, PPK impulsó la política de privatización de los puertos públicos del Perú. Al mismo tiempo, de Junio a Diciembre 2001, pese a ser ministro, PPK fue asesor de estrategia financiera de Agunsa, empresa del grupo Chileno Urenda, para el proyecto de su expansión en el Pacífico Sur, es decir, al Perú.

Del 28 Febrero 2004 al 15 Agosto 2005, PPK retorna al MEF y en Agosto 2005 hasta Julio 2006 asume la Presidencia del Consejo de Ministros. Dicta la Resolución Suprema 098-2005-EF, por la cual Proinversion, asume las facultades para privatizar los puertos, en contra de lo que mandaba la ley.

Proinversion, con PPK, acuerda que se entregue la infraestructura existente y se convoque sin exigencias técnicas ni económicas, para favorecer al grupo proChileno Ransa-Dragados. El rechazo ciudadano derrota esta propuesta, y se cambia para convocar a construir un nuevo muelle, con requisitos definidos y que compita con Enapu, que gana DPW.

Al mismo tiempo que PPK actúa bajo su RS 098-2005-EF, tenía hasta el 2007 como socio empresarial en sus Fondos de Inversión privada, a Diego Aramburú, accionista y apoderado de empresas del grupo naviero portuario Chileno Urenda.

Después del 2006 PPK deja los cargos públicos pero no los puertos. Su boutique financiera, First Capital, en la que es propietario y principal accionista, participa en la venta del 100% de las acciones de la empresa Inversiones Misti del Perú (Grupo Claro, naviero portuario Chileno), y en una transacción de sus activos de más de US$ 22.5 millones.

Inversiones Misti tiene 49% de acciones de la empresa Chilena Tramarsa, buque insignia del grupo naviero portuario Chileno en el Perú. Esta transacción podría explicar el nuevo rol de Neptunia, subsidiaria del otro ramal naviero Chileno, el Grupo Von Appen, que ha pasado a controlar Paita, los aeropuertos del sur, el transporte de petróleo y de GLP; y pretende capturar el Puerto del Callo y liquidar Enapu, para remplazar a esta empresa en su rol nacional portuario.

III. La ilegal entrega del Gas de Camisea para exportación, y el abierto conflicto de intereses de PPK

PPK tiene una larga vinculación con las empresas Techint, Hunt y Tractebel, en asuntos de asesoría financiera en proyectos de inversión. No es casual que con Pluspetrol formen el consorcio Camisea y obtengan a fin del 2000 el contrato sobre el gas del lote 88 de Camisea. Buscaba capturar el recurso para destinarlo a otras finalidades, básicamente a la exportación.

PPK entra al MEF el 28 de julio 2001 y permanece en el cargo hasta el 11 de julio de 2002. Cuando Shell desiste del lote 56 y lo revierte gratis al Estado, se convoca un concurso el que es rápidamente paralizado, pese a que las reservas probadas superaban el valor de US$ 20 mil millones de dólares.

El Consorcio Camisea inicia tratativas para adjudicarse el lote 56. Con PPK se transforma en una ilegal adjudicación directa, a dedo. En los registros se altera ilegalmente la calificación de “probadas” de las reservas devueltas por Shell, para señalarlas como “probables”. De este modo fraudulento se buscaba anular la propiedad del Estado y alistar su posterior adjudicación a dedo.

PPK adopta decisiones claves desde su cargo estatal. Promueve el DS 046-2002-EM que adelanta en dos años el subsidio al Consorcio Camisea de US$ 200 millones, recolectado por el pago de todos los peruanos como aporte al gasoducto. Otorga a Calidda (entonces Tractebel) un subsidio estatal de Ingreso Garantizado, asegurando su rentabilidad. Prepublica y concluye acuerdo sobre norma para anular el horizonte obligatorio de 20 años para permitir que se exporte el gas, dejando todo listo para la promulgación del DS 031-2003-EM, cuando ya no estaba en el cargo.

Complementa esta estrategia que en el ámbito privado, TGP (del consorcio Camisea) encarga a Techint, otro de los socios en que participa PPK, las obras de construcción por US$ 571.6 millones.

Allanado el camino, PPK deja los cargos públicos para alistar capturar el gas de Camisea y su infraestructura para desviarlo a la exportación. Aparece como Director de Tenaris (matriz de Techint), y participa en la ejecución en Perú. Subcontratan a Skanska para la construcción. Skanska tiene en Argentina una acusación judicial por sobornos en la construcción de ductos, existiendo pruebas judiciales de sobornos en el Perú en ese periodo por US$ 1,2 millones de dólares, lo que, por supuesto, nadie ha investigado.

Entre 2002 y 2004, PPK asesora a Hunt en el diseño de la exportación del gas de Camisea. Con su boutique financiera First Capital, en ese periodo, realiza asesoría financiera a TGP (bonos por US$ 360 millones), a Calidda-tractebel (financiamiento por US$ 35 millones) y Enersur Tractebel ( por US$ 148 millones).
Ya en camino la construcción del ducto y los arreglos financieros, PPK retorna a la gestión pública para conseguir se exporte el gas. Vuelve al MEF de 28 Febrero 2004 a 15 Agosto 2005, continuando en la PCM de 16 Agosto 2005 al 28 Julio 2006. Estaba todo listo para expropiarle al Perú el destino del gas, y utilizar la infraestructura para propósitos distintos a los que había sido construida.

En Agosto del 2004 el gas llega a Lima. Se promulga la Ley 28552, para tratar de anular la prioridad de abastecimiento del gas al mercado nacional. Con PPK en el Gabinete, se reactiva la adjudicación a dedo del lote 56, y se regala el gas valorizado en US$ 20 mil millones a Hunt, su asesorado, para la exportación.

La primera opción de exportación que promueve PPK era llevar el gas por un ducto desde Pisco a Tocopilla, para lo cual casi compromete al Perú en el llamado “Anillo energético”. Lo denuncié, el país lo rechazó y lo derrotamos. Cuando estaba en el MEF el 26 de Abril del 2005, PPK anuncia en Chile el anillo energético, mientras Tractebel-Enap hacían el estudio de factibilidad, y la empresa privada de PPK, su boutique financiera, First Capital, hacia una asesoría a Enersur-Tractebel por US$ 58 millones.

Al pasar a la Presidencia del Consejo de Ministros, termina de armar el fraude al Perú. Ahora cambia para utilizar la opción de transformarlo en líquidos para exportarlo en buques metaneros. Con los DS 050-2005-EM y 006-2006-EM se da ilegal pase a la exportación del gas del lote 88.

La Ley 2863 da beneficios tributarios a la exportación del gas. El DS 060-2005 modifica el contrato del lote 56 para incluir a Repsol, que asume el 100 % del comercio de vender el gas de exportación. En Febrero 2006 Perú LNG suscribe contratos de exportación. Queda sellado el negocio ilegal.
Existen denuncias de desabastecimiento regional y nacional, varias investigaciones del Congreso, una denuncia penal actual en tramite en el Poder Ejecutivo contra Toledo y otros que incluye a PPK (Ver “ La Nación peruana Bicentenaria”, 2010), una comisión de “renegociación” en marcha, la denuncia del descuento sobrevaluado del costo de barril de líquidos de gas, defraudando al Estado US$ 381 millones entre 2004-2010, y que continúa con US$ 3 millones mensuales por 24 años más.


En conclusión: Estamos advertidos

Nuestra legislación electoral permite que puedan postular personas que tienen estos graves conflictos de interés. Son temas no incluidos entre los motivos de tachas a candidatos, los que están referidos sólo a procedimientos del ámbito político-administrativo. Aun así, recién se sabrá si para postular oculta, miente o incluye esta trama lobbysta y sus responsabilidades. Estamos advertidos.

Manuel Dammert Ego Aguirre

José Rouillon Delgado
"Para transformar nada es suficiente y todo es necesario"
"La alegría no es enemiga del rigor científico"
 
Aniversarios de Paulo Freire:
Nacimiento, 19 setiembre 1921- Fallecimiento, 02 mayo 1997 
 
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Resposta do ministro Jorge Hage a editorial de balanço da revista Veja:

terça-feira, 28 de dezembro de 2010
 
 
 
Resposta do ministro Jorge Hage a editorial de balanço da revista Veja:
 
Brasília, 27 de dezembro de 2010.
 
Sr. Editor,
 
Apesar de não surpreender a ninguém que haja acompanhado as edições da sua revista nos últimos anos, o número 52 do ano de 2010, dito de “Balanço dos 8 anos de Lula”, conseguiu superar-se como confirmação final da cegueira a que a má vontade e o preconceito acabam por conduzir.
 
 
Qualquer leitor que não tenha desembarcado diretamente de Marte na noite anterior haverá de perguntar-se “de que país a Veja está falando?”. E, se o leitor for um brasileiro e não integrar aquela ínfima minoria de 4% que avalia o Governo Lula como ruim ou péssimo, haverá de enxergar-se um completo idiota, pois pensava que o Governo Lula fora ótimo, bom ou regular. Se isso se aplica a todas as “matérias” e artigos da dita retrospectiva, quero deter-me especialmente às páginas não-numeradas e não-assinadas, sob o título “Fecham-se as cortinas, termina o espetáculo”. Ali, dentre outras raivosas adjetivações (e sem apontar quaisquer fatos, registre-se),
o Governo Lula é apontado como “o mais corrupto da República”.
 
 
Será ele o mais corrupto porque foi o primeiro Governo da República que colocou a Polícia Federal no encalço dos corruptos, a ponto de ter suas operações criticadas por expor aquelas pessoas à execração pública? Ou por ser o primeiro que levou até governadores à cadeia, um deles, aliás, objeto de matéria nesta mesma edição de Veja, à página 81? Ou será por ser este o primeiro Governo que fortaleceu a Controladoria-Geral da União e deu-lhe liberdade para investigar as fraudes que ocorriam desde sempre, desbaratando esquemas mafiosos que operavam desde os anos 90, (como as Sanguessugas, os Vampiros, os Gafanhotos, os Gabirus e tantos mais),
e, em parceria com a PF e o Ministério Público, propiciar os inquéritos e as ações judiciais que hoje já se contam pelos milhares? Ou por ter indicado para dirigir o Ministério Público Federal o nome escolhido em primeiro lugar pelos membros da categoria, de modo a dispor
da mais ampla autonomia de atuação, inclusive contra o próprio Governo, quando fosse o caso? Ou já foram esquecidos os tempos do “Engavetador-Geral da República”?
 
 
Ou talvez tenha sido por haver criado um Sistema de Corregedorias que já expulsou do serviço público mais de 2.800 agentes públicos
de todos os níveis, incluindo altos funcionários como procuradores federais e auditores fiscais, além de diretores e superintendentes
de estatais (como os Correios e a Infraero). Ou talvez este seja o governo mais corrupto por haver aberto as contas públicas a toda
a população, no Portal da Transparência, que exibe hoje as despesas realizadas até a noite de ontem, em tal nível de abertura que se tornou referência mundial reconhecida pela ONU, OCDE e demais organismos internacionais.
 
 
Poderia estender-me aqui indefinidamente, enumerando os avanços concretos verificados no enfrentamento da corrupção, que é tão antiga no Brasil quanto no resto do mundo, sendo que a diferença que marcou este governo foi o haver passado a investigá-la e revelá-la, ao invés de varrê-la para debaixo do tapete, como sempre se fez por aqui.
Peço a publicação.
 
Jorge Hage SobrinhoMinistro-Chefe da Controladoria-Geral da União
 
 



Promessa de ano novo: Hasta la Vitória, liberdade aos cinco

Comité Internacional por la Libertad de los 5 Cubanos 

 Alarcon: "Que exigir sin descanso la libertad de los 5 sea nuestra promesa de Año Nuevo"
            
Exhortemos al movimiento de solidaridad y a toda la gente honesta a levantar sus voces en defensa de Gerardo. El Gobierno de Estados Unidos sabe que él es inocente y que nunca hubo pruebas para acusarlo. Hay que exigirle que lo ponga en libertad ya. A él y a Ramón, Antonio, Fernando y René, cinco Héroes de la República de Cuba. El Presidente Obama puede y debe liberarlos ahora mismo, sin condiciones, inmediatamente. A todos y cada uno de ellos, a los Cinco, sin excepción. Que exigirlo sin descanso sea nuestra promesa de Año Nuevo. Palabras de Ricardo Alarcón en el Acto por el 50 Aniversario del Instituto Cubano de Amistad con los Pueblos, La Habana, Diciembre 28, 2010

 
ICAP

Discurso completo de Ricardo Alarcón de Quesada

MEDIO SIGLO DE SOLIDARIDAD

 Compañeras y compañeros:

Cuando el 30 de diciembre de 1960 el Gobierno Revolucionario creó el Instituto Cubano de Amistad con los Pueblos, sobre Cuba se ceñía la amenaza inminente de la agresión militar. Entonces millones de cubanas y cubanos estaban vigilantes, preparándose para el ataque que podía ocurrir en cualquier momento.

Culminaban dos años de creación infatigable, habíamos sido capaces de desmantelar las estructuras podridas del viejo régimen, librábamos una pelea ardorosa contra la explotación, la ignorancia y los vicios del pasado, habíamos eliminado completamente el desempleo, eran nuestras las fábricas y los servicios públicos, avanzaba la Reforma Agraria y la Campaña de Alfabetización, vivíamos con la alegría de la libertad conquistada tras grandes sacrificios y nos empeñábamos por hacer reinar la justicia en nuestra tierra finalmente emancipada.

Eran días luminosos pero también llenos de peligros. Desde el Primero de enero de 1959, el Imperio que siempre trata a Cuba como si la Isla fuera suya, desató contra nuestro pueblo la guerra económica, presionó a otros países para tratar de aislarnos totalmente, dio cobijo a los torturadores y asesinos batistianos y a sus secuaces y los organizó, armó, entrenó y dirigió para invadir el país y obligarnos a regresar a la ignominia y la miseria. Enfrentábamos a un Imperio que entonces estaba en el cenit de su poderío, dominaba completamente el Hemisferio Occidental e imponía su hegemonía en todo el planeta.

Comenzaba el verdadero descubrimiento de la isla de Cuba. Nuestra heroica resistencia asombraba al mundo. Su Revolución se convirtió en "una permanente incitación a la noble curiosidad humana desde todos los rincones de la tierra y muy especialmente en América Latina" como expresó la Ley 901 fundadora del ICAP a iniciativa de Fidel Castro.

Han sido cincuenta años de incesante faena. Vaya nuestro reconocimiento a todas y todos los trabajadores de esta institución por su contribución, muchas veces anónima, a la solidaridad y la amistad entre el pueblo cubano y los otros pueblos. Los que iniciaron este noble trabajo y sus continuadores hasta hoy merecen nuestra gratitud.

Hagamos un homenaje especial, sobre todo, a quienes fuera de aquí, durante estos largos años, nos han ofrecido permanente apoyo. A los que fueron capaces de resistir la persecución y la hostilidad, a quienes no se doblegaron ante las presiones o las amenazas, a los que no sucumbieron ante las calumnias y el engaño, a quienes supieron confiar en Cuba y amarla.

Porque contra Cuba y su Revolución el Imperio no ha empleado solamente la fuerza militar, el terrorismo, los sabotajes y la más feroz y dilatada agresión económica, su bloqueo genocida que comenzó antes que naciera el ICAP, antes que naciera la mayor parte de la población cubana actual.  Contra Cuba y su Revolución el Imperio ha empleado también y especialmente, la mentira y el ocultamiento de la verdad.

En ese terreno, el de la manipulación de la información y la falsificación de la realidad, el Imperio ha creado una maquinaria gigantesca a la que dedica incontables recursos de todo tipo.

Ya no es el automóvil el símbolo de la sociedad norteamericana. Hace ya mucho tiempo que fue relegado a un plano secundario por la industria del embuste, que a gran escala y masivamente adultera los hechos, pervierte las conciencias y promueve el embrutecimiento de los seres humanos. Sus instrumentos son las grandes corporaciones que dominan a los llamados medios de comunicación y son dueñas de las más poderosas empresas de cine, radio y televisión.

Mercantilizan la cultura y la reducen a entretenimiento banal; esconden o justifican los peores crímenes; distorsionan los sucesos y mienten; fomentan el egoísmo y la codicia, el materialismo y la vulgaridad; despojan al ser humano de sus ideales, de su capacidad para pensar y amar. Llevan a cabo una implacable ofensiva antihumanista de la que el pueblo norteamericano es la primera y principal víctima.

Estados Unidos es, desde su origen, un país imperialista y racista como lo recuerda Noam Chomsky en un texto reciente. Su poderío se concentra hoy, sin embargo, en una descomunal, aberrante, industria bélica capaz de destruir al planeta muchas veces y en su arsenal propagandístico que le permite adormecer y embaucar.

Pero el pueblo norteamericano no es imperialista ni racista. Es un pueblo que necesita vivir en paz con los demás y que tiene el derecho a construir dentro de sus fronteras una sociedad justa y verdaderamente libre, algo que no podrá lograr mientras no se libere del control que sobre él ejerce una plutocracia ignorante y perversa.

Con ese poder los imperialistas han podido practicar contra el pueblo cubano el genocidio más prolongado de la historia, por eso pueden seguir amparando en su propio territorio a los peores asesinos - como el que acaba de publicar en Miami un libro infame en el que se ufana de sus crímenes -, por eso mantienen en injusta y cruel prisión a Cinco jóvenes que sacrificaron sus vidas por salvar a su pueblo y al mundo del terrorismo que Washington tolera impunemente.

Ahora, cuando se acerca el día en que Estados Unidos debe responder a la petición de habeas corpus a favor de Gerardo Hernández Nordelo, su último recurso legal, algunos medios de Miami lo calumnian miserable y cobardemente y tratan de engañar y desviar la atención  para confundir al movimiento solidario. Independientemente del derecho irrenunciable de Cuba a defender su soberanía, en el juicio seguido contra Gerardo y sus compañeros en Miami no fue presentada evidencia alguna que lo vinculase con el lamentable incidente del 24 de febrero de 1996. En esta hora decisiva quieren hacernos olvidar que en mayo de 2001 en una dramática y urgente demanda ante la Corte de Apelaciones la propia Fiscalía reconoció que carecía totalmente de pruebas y solicitó modificar la acusación originalmente presentada contra nuestro compañero. Pese a ello fue sentenciado con brutal desmesura por un supuesto crimen que no existió y con el cual, en cualquier caso, Gerardo no tenía absolutamente nada que ver. Es imposible encontrar ejemplo parecido de injusticia.

Exhortemos al movimiento de solidaridad y a toda la gente honesta a levantar sus voces en defensa de Gerardo. El Gobierno de Estados Unidos sabe que él es inocente y que nunca hubo pruebas para acusarlo. Hay que exigirle que lo ponga en libertad ya. A él y a Ramón, Antonio, Fernando y René, cinco Héroes de la República de Cuba. El Presidente Obama puede y debe liberarlos ahora mismo, sin condiciones, inmediatamente. A todos y cada uno de ellos, a los Cinco, sin excepción.

Que exigirlo sin descanso sea nuestra promesa de Año Nuevo. Que el mundo entero se lo pida al Presidente Obama. El sabe que sí se puede y que él debe hacerlo.

Compañeras y compañeros:

La solidaridad es el baluarte y la savia de la Revolución. Lo ha sido siempre para nosotros desde 1868 cuando, en nuestro Octubre glorioso, iniciamos una brega inseparable por la independencia nacional y por la abolición de la esclavitud, la servidumbre y la discriminación  de los seres humanos.

Desde la Guerra Grande hijos de otras tierras vinieron a pelear con nosotros por nuestra libertad. El Partido de José Martí fue un partido internacionalista creado también para alcanzar la independencia de Puerto Rico y la unidad de Nuestra América. Fueron muchos los compatriotas nuestros que marcharon desde aquí y desde la emigración a dar sus vidas por la República española.

En el último medio siglo ha sido amplia y generosa la solidaridad que Cuba ha recibido y también lo ha sido la que ha entregado nuestro pueblo. ¿Cómo olvidar, un día como hoy, a los hermanos que fueron a combatir hasta el último aliento a otras tierras? ¿Cómo olvidar al Che y a los muchos que supieron ser como él?

Saludemos también a las centenares de miles de colaboradores que han ido a los más apartados rincones a ayudar a otros, a llevarles salud y educación, reproduciendo un espíritu internacionalista y solidario del que nació la Patria y que siempre vivirá con ella.

El mundo ha sido solidario con Cuba porque Cuba ha significado mucho para el mundo. Porque su revolución fue un ejemplo que inspiró a otros a perseverar en el combate hasta conquistar la verdadera independencia y la justicia, esas que iluminan ya con su Alba el futuro americano.

Las cubanas y los cubanos nos empeñamos ahora en un amplio ejercicio democrático para discutir y acordar, con todas y todos, sin excluir a nadie, las acciones que debemos emprender para corregir errores, eliminar defectos e introducir los cambios que sean necesarios para que nuestro proyecto sea más eficiente, racional y justo. Lo hacemos en un país que sigue siendo víctima del bloqueo, el acoso y la agresión de quien es aún la más fuerte potencia económica y que no se cansa de alquilar mercenarios dispuestos a traicionar a la Patria, mequetrefes en los que no cree ni quien les paga la mesada como confirman sus propios informes confidenciales revelados por Wikileaks.

Algo bien diferente es el pueblo de Cuba. Un pueblo, que nadie lo olvide nunca, que se forjó, precisamente, en la lucha contra dos Imperios y sus adocenados servidores criollos y se fraguó en una batalla muy larga en la que siempre tuvo como metas la independencia absoluta y la justicia plena para crear una sociedad que tendría como fundamento la solidaridad entre los cubanos.

Entre todos cambiaremos todo lo que debe ser cambiado. Juntos haremos lo que sea necesario, y lo haremos por nosotros mismos, sin copiar a nadie, sin hacer concesión alguna a quienes nos odian y desprecian y seremos capaces de hacer realidad un socialismo mejor, nuestro, cubano.

Cumpliremos así también nuestro deber hacia quienes en cualquier lugar luchan por un mundo mejor.

El movimiento internacional de solidaridad con esta Isla nació hace medio siglo cuando enfrentábamos un desafío que parecía insuperable. Fuimos capaces de vencer y llegar hasta aquí.

Son grandes los retos que tenemos por delante. Sabremos superarlos. Seremos fieles a nuestros mártires, seremos leales a quienes en todo el mundo nos han acompañado en esta larga, dura y hermosa pelea.

Cuba prevalecerá. Nuestro socialismo triunfará. Seremos capaces de continuar luchando, todos unidos, Hasta la Victoria Siempre.

Palabras en el Acto por el 50 Aniversario del Instituto Cubano de Amistad con los Pueblos, La Habana, Diciembre 28, 2010


 Mensaje de los 5 por Aniversario de la Revolucion

          
MENSAJE DE FERNANDO

QUERIDOS COMPATRIOTAS:

CON FELICIDAD Y ALEGRIA RECIBIMOS EL NUEVO AÑO Y CON  EL EL ANIVERSARIO 52 DEL TRIUNFO DE NUESTRA GLORIOSA REVOLUCION.

EN VERDADERO PARLAMENTO POPULAR SE DEBATEN EN ESTOS DIAS EN TODO EL PAIS TEMAS TRASCENDENTALES QUE LUEGO SERAN ANALIZADOS EN EL CONGRESO DEL PARTIDO COMUNISTA DE CUBA.

SERA EL 2011 UN AÑO DE FORTALECIMIENTO DE LA REVOLUCION Y EL SOCIALISMO, GARANTIAS DE LA LIBERTAD Y LA INDEPENDENCIA DE NUESTRO PAIS.
!VIVA LA REVOLUCION CUBANA!!FELIZ 52 ANIVERSARIO!

FERNANDO GONZALEZ LLORT
FCI TERRE HAUTE, INDIANA
EEUU

MENSAJE DE TONY

MENSAJE A NUESTRO QUERIDO PUEBLO EN EL 52 ANIVERSARIO DE LA REVOLUCION

  !AMADA PATRIA, FELIZ AÑO NUEVO!

Desde tu verde suelo de esperanzas 
fragante de heroísmo y de tabaco,
desde tu litoral de ola y arena 
con espuma jovial por sus costados,
como un ave que cruza el mar alada,
en este amanecer de nuevo canto, 
siento venir tu amor inagotable 
hacia mi corazón, sereno y ancho.

Y en mi interior, tener así tu aliento,
como un roce de flor tu fino tacto,
la razón de tu brújula precisa,
la luz inconfundible de tu faro. 
la convicción de que nunca el imperio,
ávido de llevarnos al pasado,
podrá frustrar la aurora levantada
por todo un pueblo en su crisol templado.

Amada patria en lucha renovada, 
Querido pueblo, hermanos! Feliz Año!
Con un inmenso júbilo exclamemos:
!REVOLUCION, FELIZ ANIVERSARIO! 

Exitos en las impostergables y vitales tareas que tenemos por delante en defensa de la obra socialista construida con tanto amor, heroísmo y sacrificio.

!Viva la Revolución! !Viva Cuba Libre!

Un fuerte abrazo revolucionario, 

Antonio Guerrero Rodríguez 
FCI FLorence
21 de diciembre de 2010 

MENSAJE DE RAMON

MENSAJE AL PUEBLO DE CUBA


QUERIDO PUEBLO CUBANO:

ESTE 2010 LLEGA A SU FIN, CON MUCHAS BATALLAS VENCIDAS, OTRAS POR VENCER, Y CON EL OPTIMISMO DE QUE EN LA UNIDAD DE TODOS ESTA LA FUERZA PARA TODA VICTORIA FUTURA.

EL RETO ECONOMICO Y EL "VI CONGRESO DEL PCC" SERAN LAS PREMISAS MAYORES PARA ESTE VENIDERO 2011,  ESTAMOS CONVENCIDOS QUE SERA OTRO IMPORTANTE TRIUNFO QUE NUESTRO SOCIALISMO AUTOCTONO SABRA MOSTRAR CON ORGULLO A TODO EL MUNDO. 

POR NUESTRA PARTE, EN ESTE AÑO QUE CULMINA SE LOGRO UNA PEQUEÑA PERO INJUSTA REDUCCION DE CONDENAS PARA VARIOS DE NOSOTROS, MIENTRAS NOS MANTIENEN EN INFAME CAUTIVERIO  A LOS CINCO, Y EN ESPECIAL A NUESTRO HERMANO GERARDO, CON QUIEN LA MALDAD SE HACE SUPREMA. NOSOTROS CONTINUAREMOS LUCHANDO HASTA VENCER Y SER LIBRES, CON EL APOYO DETERMINANTE DE NUESTRO AMADO PUEBLO Y TODOS LOS PUEBLOS DEL ORBE. 

!GRACIAS A TODOS POR ACOMPANARNOS SIEMPRE!!!

LES DESEAMOS LOS MAYORES EXITOS, PROFESIONALES Y PERSONALES, QUE LA PAZ Y EL AMOR REINE EN TODO EL MUNDO, Y QUE SE DE MUY PRONTO LA DICHA DE ESTAR LIBRES JUNTO A USTEDES.

!VIVA EL 53 ANIVERSARIO DEL TRIUNFO DE NUESTRA REVOLUCION!
!VIVAN FIDEL Y RAUL, Y NUESTRO SOCIALISMO INVENCIBLE!
!FELIZ 2011!

CINCO ABRAZOS FIELES,

ANTONIO GUERRERO
FERNANDO GONZALES
RENE GONZALES
GERARDO HERNANDEZ
RAMON LABANINO SALAZAR.
                           
DIC.15/2010.FCI JESUP, GEORGIA. E.U.



 Comite Internacional para la Libertad de los 5 Cubanos