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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

SACO DE GATOS A – TAL “REPÚBLICA SINDICALISTA”

 o SINDIUPES é filiado a CNTE,

SACO DE GATOS A – TAL “REPÚBLICA SINDICALISTA”


Laerte Braga


A história do movimento sindical em todo o mundo é um dos capítulos mais importantes da luta dos trabalhadores num plano maior da própria história, a da civilização humana.

Foi um momento agudo da luta de classes. Revelador da natureza perversa e sórdida do capitalismo. Avanços e conquistas recheados de mortes de mártires dos trabalhadores.

As forças de direita têm o hábito de usar o termo “república sindicalista” para tentar caracterizar uma espécie de ditadura gerida por sindicatos e em detrimento do que chamam de “democracia” (câmaras de tortura, de estupros, de assassinatos, etc).

Na frustrada tentativa de golpe contra o presidente Hugo Chávez em 2002 o líder do sindicato dos petroleiros da Venezuela apoiou o golpe. As mudanças feitas por Chávez na estatal venezuelana de petróleo acabaram com privilégios da categoria e transformaram a PEDVESA num instrumento de conquista de todos os trabalhadores daquele país.

O que aconteceu terça-feira, 21 de dezembro, em Vitória, antigo e extinto estado do Espírito Santo (latifúndio SAMARCO/VALE/CST) foi um exemplo pronto e acabado do sindicalismo corrupto, pelego e cúmplice das classes dominantes.

Falo da assembléia convocada pelo sindicato dos professores para tratar de um precatório devido pelo governo do Estado desde 1990 e referente a um direito da categoria – trimestralidade – não respeitado pelo governo.

O antigo e extinto Espírito Santo é governado por um chefe de quadrilha sem entranhas e respeito pelo que quer que seja, Paulo Hartung. Uma espécie de Calígula contemporâneo.

O sindicato dos professores é cúmplice da farsa montada pelo governo em torno do precatório.
Capa do Processo concluso ( vide numeração de precatório) com timbre do Proprio Sindicato que alega não ter o Processo virado precatório
parte do Processo da imagem acima, com listagem de parte de beneficiario (matricula, nome,valor em UFIR a receber)

Segundo os sindicalistas o processo ainda não virou precatório (A imagem acima desmente o sindicato)e a convocação é para que o sindicato represente contra o governo e tente receber o beneficio. Acontece que o LOTE de PRECATÓRIO sumiu, desapareceu e após um beneficiário xerocar documento comprobatório com timbre do próprio sindicato, o advogado do Sindicato, e presidente da comissão de precatórios na época, sofre um acidente de carro , numa ponte que liga Camburi a Praia do Canto. Por coincidencia no carro estavam documentos que Caíram no mar. Um pequeno detalhe. Nas grossas marmeladas do governo e seus cúmplices no movimento sindical o precatório foi de fato pago ao advogado do sindicato, de nome Alexandre e a alguns sindicalistas corruptos, naturalmente, todos da chamada base do PT – em tese Partido dos Trabalhadores -.

Os professores, neca de pitibiriba, ficaram e estão a ver navios.

Na terça-feira, pressionados, os dirigentes sindicais convocaram uma assembléia de professores beneficiários do precatório, dos herdeiros daqueles que já faleceram e tentaram armar uma farsa digna de qualquer comédia de Cantinflas. Uma baita confusão que não dá em nada. E Cantinflas era bom de verdade, o sindicato e seus diretores não, são os bandidos do filme.

Convocaram a reunião para um hotel em Vitória, três andares de escadas 
– a maioria dos professores credores têm mais de 60 anos, muitos já sem condições de deslocamento normal – 




e a conversa era fazer uma fichinha para uma ação coletiva visando restaurar o que sumiu – e já foi pago a bandidos –, ou seja, fingir que estão preocupados com a categoria além dos privilégios que detêm.


Perto de três mil professores acorreram ao local, um grande tumulto, muitos se machucaram, foram pisados e segundo os diretores do sindicato (chamados de ladrões não reagiram, tentaram desqualificar os críticos para não entrar no mérito do fato de serem de fato bandidos) o motivo era a tal fichinha para a tal ação coletiva, do que já foi decidido, é ganho de causa e já foi pago a um advogado e diretores do sindicato que não repassaram aos seus legítimos donos.

O sindicato dos professores do antigo e extinto estado do Espírito Santo não é uma exceção entre sindicatos controlados por infiltrados e oportunistas petistas e de outros partidos também.( O atual SINDIUPES é controlado pelo PSOL e companheiros da tendência petista cuja metade debandou pro PSOL .) Boa parte do sindicalismo brasileiro hoje está em mãos dessa gente. Deixou de ser instrumento de luta da classe trabalhadora e virou instrumento de enriquecimento de seus diretores.

Ou aparelhamento de partidos políticos presumidamente de esquerda, supostamente comprometidos com a luta popular.

A tal “república sindicalista”, longe de ser uma ameaça à “democracia” de gorilas e que tais, é cúmplice dessa forma de ser das elites políticas e econômicas num modelo falido e que, neste momento sobrevive por conta do carisma de um presidente, Lula.

Qualquer governador padrão Paulo Hartung, bandido lato senso, compra boa parte de diretores de sindicatos. Exceções? Claro, sempre as há. Mas não é o caso dos diretores do sindicato dos professores do antigo e extinto estado do Espírito Santo.

As explicações sobre a farsa foram inúmeras. Houve confusão entre o que a tevê noticiou, o que a rádio noticiou, foi o que disseram, daí os tumultos, enfim, nada que pudesse significar culpa de dirigentes sindicais corruptos. Acabou a culpa sendo dos professores.

No dia seguinte o jornal GAZETA, do grupo GLOBO (lógico né), disse que tudo correu bem, que os objetivos foram alcançados apesar de alguma confusão e que os professores iriam receber (sabe Deus quando, depois da tal ação a ser proposta à Justiça).

Só faltou dizer que houve um erro histórico naquele negócio dos reis magos visitando Cristo na manjedoura. Lá estariam, além dos três, os diretores do sindicato levando a bandeira petista para o Salvador.

Sobre o sumiço, as marmeladas do governador Paulo Hartung, diretores e advogado nada.

 Documentos vários foram apresentados por pessoas que lá estavam mostrando a existência de tudo o que estava sendo dito como real e o sindicato negava.

 Petição enviada ao TJ-ES por advogado do Sindicato (que fala não ter sido o processo transformado em Precatório)

 Pagamento DEFERIDO pelo TJES que não nega existir o Precatório sumido

 Indeferido pelo Procurador do Governo- 2 meses depois falece o sr. Hilário- esposo de Terezinha, uma das 2000 mil beneficiarias do lote de precatório-(imagem do Processo já mostrada aqui)NOTEM que não negam existir mas arrumam desculpas para ganhar tempo. Na terça feira tudo foi igual

Sem argumentos, enrolados na mentira, os diretores preferiram rotular os críticos como “são de oposição”. Ou seja, rotulam e não respondem às acusações. É um jeito antigo que bandidos têm de escapar de situações complicadas.

Como vai ficar não sei. Considerando a natureza do crime, considerando as ligações perigosas das autoridades do estado, o caso deveria ser objeto de investigação da Polícia Federal. E às claras, de maneira transparente. Para que não pairem dúvidas que os diretores do sindicato dos professores do antigo Espírito Santo são cúmplices de um ato de corrupção, muitos beneficiados diretamente e o governador do Estado é só uma versão branca de Beira-mar no poder.

Os professores, os milhares que lá foram, as vítimas de uma farsa, de uma grande mentira.

Existem até documentos do Conselho Nacional de Justiça sobre o tal processo que “sumiu”.

Ouvidoria - CNJ
Sexta-feira, 9 de Julho de 2010 17:16
De: "nao_responda@cnj.jus.br"
Para:

Protocolo de nº 16235
Á....
Sua demanda foi encaminhada à Corregedoria Nacional de Justiça. Caso queira, Vossa Senhoria pode entrar em contato diretamente com a unidade por meio dos telefones 61 3217-4917/4978/6753/6754.

Atenciosamente,



Conselho Nacional de Justiça
Ouvidoria
Anexo I - Supremo Tribunal Federal, Praça dos Três Poderes, S/N - Brasília (DF) - 70175-900
---------------------------------------------------
Sumiu o dinheiro público devido aos professores e seus herdeiros, encheram-se os bolsos dos bandidos sindicais.

É por aí a história. E o que vem, no plano para enrolar mais ainda, é de arrepiar.

Essa balela de “república sindicalista” é isso. Aparelhamento de sindicatos de trabalhadores por cúmplices das elites políticas e econômicas e transformação desses instrumentos de luta em associados da classe dominante.

 

Acompanhe: http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2010/06/att-professores-estaduais-do-es.html













http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2010/12/os-bandidos-sindicato-dos-professores.html
http://protogenescontraacorrupcao.ning.com/profiles/blogs/como-lesar-o-cidadao-o-pais-e

Materia veiculada após reunião com Professores na mídia capixaba:http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2010/12/728657-professores+aposentados+lotam+auditorio+para+cadastro+de+acao+coletiva.html




Este artigo Foi Publicado na REDE CASTOR



[A rede castorphoto é uma rede independente tem perto de 41.000 correspondentes no Brasil e no exterior. Estão  divididos em 28 operadores/repetidores e 232 distribuidores; não está vinculada a nenhum portal nem a nenhum blog ou sítio. Os operadores recolhem ou recebem material de diversos blogs, sítios, agências, jornais e revistas eletrônicos, articulistas e outras fontes no Brasil e no exterior para distribuição na rede]

e copiado para este BLOG que acrescentou imagens



quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

"Isso sim é que é fazer sacanagem com o dinheiro público"

ah!! tenho que rir pra tentar manter o bom humor
o futuro ministro do turismo (da cota do sarney do grande PMDB)
pagou uma suite de motel em São Luiz/MA com dinheiro público
uma despesa de R$ 2000,00
e como sempre culpou a assessoria
e olha que o cabra tem 80 anos hein!!!
como ele tem 80 anos é bem capaz que apareça ainda a fatura do viagra
 
e quer ver como pode ser pior....rs
dei maior viajada agora
 
OPÇÃO A
1) Dilma desconvida o Ministro garanhão
2) O PMBD indica Jader Barbalho
...3) Ele é convidado
4) E aceita

OPÇÃO B
1) A Dilma desconvida o Ministro garanhão
2) Avisa ao PMDB que depois desta chega de nomes de lá
3) Transfere o ministério para o PP (que também é da base aliada)
......4) E aí eles indicam o Maluf, que é convidado
6) Que aceita

rs ... tá vendo como pode ficar pior...rs
 
Mario Marsilac ( em dia imperdivel) do Face

Para um caderninho de Natal

Para um caderninho de Natal

Urariano Mota *


Uma adolescente a quem desoriento em aulas de Português vem me pedir algumas palavras sobre o Natal. Diante do meu engasgo, ela me diz que qualquer coisa serve, e sinto que ela pensa em acrescentar, “qualquer coisa, até mesmo o que o senhor me diga”. E para não lhe dizer que procure pessoa mais qualificada, começo:

“O Natal é uma festa comercial, minha filha. É a data magna da hipocrisia universal. Nesse dia as pessoas dizem se amar. No Natal, as autoridades, os que têm boa vida divulgam e querem fazer crer que as diferenças acabaram entre os homens. Os ricos de bens materiais ficam subitamente espirituais, e com o estômago repleto arrotam que a melhor salvação é a da alma. (E penso, enquanto assim lhe falo, na Pequena Vendedora de Fósforos, de Andersen, mas minhas palavras não conseguem a graça dessa claridão.) No entanto, você sabe, os ricos continuam humanos em suas mansões, e os pobres continuam porcos em seus casebres, no mesmo dia 25. No outro dia, você sabe... (E penso nos Estranhos Frutos de Billie Holiday, mas minhas palavras não se iluminam com essa luz de negros enforcados em árvores no Sul dos Estados Unidos .) O Natal, minha filha ...”.

E paro. O seu rosto reflete o desagrado de minhas palavras. Quem ensina a adolescentes aprende a ler nos seus olhos, nas suas bocas, o agrado ou a decepção do que pensa ensinar. Agora, enquanto escrevo, percebo que é uma vitória da sociedade de classes a crença em boas famílias, em belos pais, em generosos sentimentos, essa coisa resistente até mesmo em pessoas que só conheceram da vida a humilhação, a patada e os coices. A jovem com quem falo é uma adolescente pobre, filha natural, com somente esse adjetivo óbvio, natural, da natureza, nada mais. Como um fruto da partenogênese. À primeira vista, ela possuiria todas as condições para entender o que lhe digo. Mas o seu rosto me faz parar. Sinto o grande mal que lhe causo em procurar ser verdadeiro numa data em que todos pedem e esperam e anseiam que sejamos todos absolutamente falsos. Talvez, reconsidero agora ao escrever, o seu desagrado se dê porque sou apenas convencional, comum, de um esquerdismo vulgar, quando queria ser verdadeiro como o leite que chupei em minha própria mãe. E convencional por convencional melhor seria que eu escrevesse no seu caderninho uma frase do gênero “sejamos durante todo o ano como neste dezembro 25”. Quanta besteira, quanta excrescência, quanto excremento!

Por isso eu lhe digo agora esta verdade mais dura, sem bandeira e sem panfleto, com a coragem que só possuímos à distância:

Eu também já acreditei em Natal, minha filha. Antes de saber que os homens se matam e se barbarizam e são feras todos os dias do ano. Antes, bem antes de receber um pontapé nas costas, na bunda, de um marujo norte-americano. Sabe o que é ser expulso do paraíso, do navio, do lugar onde se comia com fartura, sabe o que é ser empurrado e não se voltar para não se ver naquele estado de ser jogado fora como um pária, ou como um pus, um catarro? Sabe o que é baixar a cabeça, morto de vergonha, com medo e com pavor que outros vissem a sua pobre pessoa ser tratada assim aos berros por um marujo ensandecido? Sabe o que é chorar e descobrir sozinho pela primeira vez que Deus não existe, porque se existisse não permitiria que jovens cheios de amor e sentimento e poesia fossem chutados como bons filhos da puta que nunca deixaram de ser? Acredite, acreditei no Natal bem antes dessa boa lição quando eu tinha a sua idade.

Antes disso, minha filha, o Natal para mim foi um par de sapatos, belos, novos e marrons, e belíssimos e lindos e tão perfeitos e artísticos e caros como uma criança pode sonhar. A minha filha sabe o que é ter uns sapatos que vestem a gente até a alma? Pois, eu os ganhei. Quase, melhor dizendo. Porque num dia 25, logo cedinho, eles estavam embaixo da minha cama. Não que eu não tivesse sapatos, sim, eu possuía uns muito velhos, gastos, enrugados, quase sem sola, de cadarços desfiados. Pois, eu quase ganhei esses absolutamente novos. Ganhei-os, digamos, até o meio-dia dos meus 7 anos de idade. E para que todos também partilhassem da minha alegria, eu os exibi ao sol da minha janela, da casinha onde eu morava. Eu pensava que a felicidade se compartilhava. Eu pensava que a felicidade era um bem impossível de ser vivida por um menino só. (E até hoje, às vezes, este velho menino teima em pensar assim. Mas só às vezes.) Pensava. Roubaram-me o par de sapatos, minha filha, num dia 25 de dezembro. E como o meu pai era um homem de lições muito fortes e pedagógicas, deu-me uma surra pela infelicidade que tive em não ter o par de sapatos. Daí talvez me veio esse ar de homem que despreza a felicidade. Esta é a razão, mocinha: ficou em mim a sensação de que a felicidade é um bem que me vão roubar. Daí que dela desconfio, quando dela não tomo segura distância. Não ter felicidade é uma forma de sofrer somente um pouquinho.

A minha filha já vê que eu não lhe poderia dizer tais verdades para um dia de tamanha fraternidade. Então anote, por favor, no seu caderninho esta meia-verdade:

O Natal é a esperança de que algum dia em algum lugar um menino vá receber um par de sapatos marrons e vesti-los até a alma. Antes que alcance a sua idade, mocinha, antes que receba alguns sapatos pelas costas.
* Autor de “Os Corações Futuristas” e de “Soledad no Recife”, que recria os últimos dias de Soledad Barrett, mulher do Cabo Anselmo, executada por Fleury com o auxílio do traidor.

Enviada via  ORKUT pelo autor com link do VERMELHO

Lula fala aos catadores de lixo de SP -

Em natal de catadores, Lula ora por Alencar, cobra Kassab e promete visitar lixões

Maurício Savarese
Do UOL Notícias
Em São Paulo
Em sua última visita a catadores de material reciclável e moradores de rua como presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva prometeu nesta quinta-feira (23), em São Paulo, que visitará lixões depois de deixar o Palácio do Planalto. Lula também cobrou o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), por não firmar convênios com os catadores e se emocionou ao pedir uma oração a seu vice, José Alencar, internado em São Paulo em estado grave. Lula esteve na manhã de hoje no hospital Sírio Libanês e disse que o vice perdeu "3 kg" de sangue.
Acompanhado da presidente eleita, Dilma Rousseff, de oito ministros e dos presidentes do Banco do Brasil e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Lula se comprometeu a retornar ao evento, realizado nos dias 23 de dezembro, no qual catadores de todo o Brasil se reúnem em São Paulo. O presidente participa do encontro desde 2003.
Ao pedir ao padre Júlio Lancelotti que se iniciasse uma oração por Alencar, Lula disse: “Ele só tem um desejo: sair do hospital no dia 1º de janeiro para as 16h estar lá em Brasília na posse da Dilma, nem que seja de cadeira de rodas”.
Lula criticou Kassab por ter assumido o compromisso de um convênio com os catadores de papel, não assinado até agora. “Estou aqui de público, no microfone, cobrando”, disse o presidente, aplaudido por cerca de 2.000 pessoas presentes.
Lula se comprometeu a brigar por melhores condições de trabalho para os catadores. Citados pelo presidente em vários discursos, eles sofrem riscos à saúde ao trabalharem em lixões e aterro sanitários. O presidente ficou com os olhos marejados ao ouvir histórias de catadoras que atribuíram a ele e seu governo uma mudança de vida.
Em discurso, Dilma também se comprometeu a participar do evento dos catadores no final de 2011 para provar que “a invisibilidade neste país acabou e a cidadania é um direito de cada um”.
Dilma e Lula entregaram um caminhão ao movimento nacional dos catadores e assinaram convênios, com apoio do Banco do Brasil e do BNDES. A presidente eleita disse que as medidas são “um símbolo do meu compromisso de continuar esse caminho que o presidente Lula abriu”.

Os telegramas do Wikileaks, a mídia e o MST

Por Igor Fuser* - Jornalista e professor - na Página do MST

 Os jornais brasileiros divulgaram na semana passada referências ao MST feitas em telegramas sigilosos enviados nos últimos anos por diplomatas estadunidenses no Brasil aos seus superiores em Washington e revelados pela rede Wikileaks. Algumas reflexões podem ser feitas a partir da leitura desse material.

1. A imprensa empresarial brasileira manteve nesse episódio sua habitual postura de hostilidade sistemática ao MST, apresentado sempre por um viés negativo, e sem direito a apresentar o seu ponto de vista.
Para os jornais das grandes famílias que controlam a informação no país, como os Marinho e os Frias, o acesso a vazamentos da correspondência diplomática representou a chance de lançar um novo ataque à imagem do MST, sob o disfarce da objetividade jornalística. Afinal, para todos os efeitos, não seriam eles, os jornalistas, os responsáveis pelo conteúdo veiculado, e sim os autores dos telegramas.
Desrespeitou-se assim, mais uma vez, um princípio elementar da ética jornalística, que obriga os veículos de comunicação a conceder espaço a todas as partes envolvidas sempre que estão em jogo acusações ou temas controvertidos. Uma postura jornalística honesta, voltada para a busca da verdade, exigiria que O Globo, a Folha e o Estadão mobilizassem seus repórteres para investigar as acusações que diplomatas dos EUA no Brasil transmitiram aos seus superiores.
Em certos casos, nem seria necessário deslocar um repórter até o local dos fatos. Nem mesmo dar um telefonema ou sequer pesquisar os arquivos. Qualquer jornalista minimamente informado sobre os conflitos agrários está careca de saber que os assentados no Pontal do Paranapanema mencionados em um dos telegramas não possuem qualquer vínculo com o MST.
Ou seja, os jornais que escreveram sobre o assunto estão perfeitamente informados de que o grupo ao qual um diplomata estadunidense atribui o aluguel de lotes de assentamento para o agronegócio não é o MST. O diplomata está enganado ou agiu de má fé. E os jornais foram desonestos ao omitirem essa informação essencial.
Esse é apenas um exemplo, revelador da postura antiética da imprensa em todo o episódio. Se os vazamentos do Wikileaks mencionassem algum grande empresário brasileiro, ele seria, evidentemente, consultado pela imprensa, antes da publicação, e sua versão ganharia grande destaque. Já com o MST os jornais deixam de lado qualquer consideração ética.

2. A cobertura da mídia ignora o que os telegramas revelam de mais relevante: a preocupação das autoridades estadunidenses com os movimentos sociais no Brasil (e, por extensão, na América Latina como um todo). Os diplomatas gringos se comportam, no Brasil do século 21, do mesmo modo que os agentes coloniais do finado Império Britânico, sempre alertas perante o menor sinal de rebeldia dos “nativos” nos territórios sob o seu domínio.
Nas referidas mensagens, os funcionários se mostram muitos incomodados com a força dos movimentos sociais, e tratam de avaliar seus avanços e recuos, ainda que, muitas vezes, de forma equivocada. O “abril vermelho”, em especial, provoca uma reação de medo entre os agentes de Washington. Talvez por causa da cor... A pergunta é: por que tanta preocupação do império estadunidense com questões que, supostamente, deveriam interessar apenas aos brasileiros?

3. O fato é que o imperialismo estadunidense é, sim, uma parte envolvida nos conflitos agrários no Brasil. Essa constatação emerge, irrefutável, no telegrama que trata da ocupação de uma fazenda registrada em nome de proprietários estadunidenses em Unaí, Minas Gerais, em 2005. Pouco importa o tamanho da propriedade (70 mil hectares, segundo o embaixador, ou 44 mil, segundo o Incra).
O fundamental é que está em curso uma ocupação silenciosa do território rural brasileiro por empresas estrangeiras. Milhões de hectares de terra fértil – segundo alguns cálculos, 3% do território nacional – já estão em mãos de estrangeiros. O empenho do embaixador John Danilovich no caso de Unaí sinaliza a importância desse tema.

4. Em todas as referências a atores sociais brasileiros, os telegramas deixam muito claro o alinhamento dos EUA com os interesses mais conservadores – os grandes fazendeiros, os grandes empresários dos municípios onde se instalam assentamentos, os juízes mais predispostos a assinarem as ordens de reintegração de posse.
5. Por fim, o material veiculado pelo Wikileaks fornece pistas sobre o alcance da atuação da embaixada e dos órgãos consulares dos EUA como órgãos de coleta de informações políticas. Evidentemente, essas informações fazem parte do dia-a-dia da atividade diplomática em qualquer lugar no mundo. Mas a história do século 20 mostra que, quando se trata dos EUA, a diplomacia muitas vezes funciona apenas como uma fachada para a espionagem e a interferência em assuntos internos de outros países.
Aqui mesmo, no Brasil, fomos vítimas dessa postura com o envolvimento de agentes dos EUA (inclusive diplomatas) nos preparativos do golpe militar de 1964. À luz desses antecedentes, notícias como a de que o consulado estadunidense em São Paulo enviou um “assessor econômico” ao interior paulista para investigar a situação dos assentamentos de sem-terra constituem motivos de preocupação. Será essa a conduta correta de um diplomata estrangeiro em um país soberano?

*Igor Fuser é professor da Faculdade Cásper Líbero, doutorando em Ciência Política na USP e membro do conselho editorial do Brasil de Fato.

Juntos Somos Fortes: 'Então é Natal... Que seja feliz quem...'

Juntos Somos Fortes: 'Então é Natal... Que seja feliz quem...': "'ENTÃO É NATAL... QUE SEJA FELIZ QUEM..."

'Então é Natal... Que seja feliz quem...'

'ENTÃO É NATAL... 
                 QUE SEJA FELIZ QUEM...'


 

“Festejos são esperados neste Final de ano. Grandes esperanças se acumulam no coração dos brasileiros.
Os pobres esperam maior quinhão, crescer o pão nas mesas, melhorar a saúde.
Os ricos nada temem, porque confiam nas suas fortunas.
Os vencedores dançam a vitória e os vencidos na luta eleitoral choram a derrota. Uns querem o poder, outros se despedem do mesmo, mas “A luta continua”.
Sem esforço, sacrifícios, cooperação e bom senso, nada se construirá.

“OU DANÇAM TODOS, OU NÃO HAVERÁ BAILE !!!!! “(pixaram os TUPAMAROS,no muro de uma boate reduto de uma elite opressora no Uruguai)

Bom seria se toda a festa fosse dirigida a Deus para pedir-lhe a benção para tudo, pois sem Deus, nada se construirá de eterno. Veja o exemplo recente do wikileaks  sobre a demagogia que a igreja faz “EM NOME de Deus”, para beneficiar os opressores dos USA.
O ateísmo, despotismo e intolerância cederam lugar ao bom senso  e a presença do VERDADEIRO DEUS.
O amor constrói todo o poderio que as forças malignas não conseguem destruir.
Pelo amor se chega ao amparo absoluto do pai.
Pelo amor se vai ao infinito na busca da perfeição.
Pelo amor constrói-se o futuro.
Pelo amor ampara-se o filho.
Pelo amor, constrói-se a segurança.
Bendito o pai(ou mãe ou governante), que encorajar os filhos na trilha da perfeição, como BENDITO O PAI, que intui realizações que leva ao progresso, que constrói o lar para toda a sua prole.
Assim, festejar o Natal e o final do ano é um prazer, mas convidemos Deus para estas festas
Amemo-nos amparando-nos uns aos outros, pois assim, Juntos, seremos Fortes.
Felicidades Sempre.”
                                                                                                                                        MGT


E assim, que o Natal seja vivido por   TODOS em TODOS  os dias do ano.
É o que desejo aos amigos, companheiros e hermanos.
bjs,

Nanda Tardin
Imagem tirada do site da campanha NATAL SEM FOME 2010:

AS PERSPECTIVAS DE DILMA ROUSSEF

AS PERSPECTIVAS DE DILMA ROUSSEF


Laerte Braga


Se levarmos em conta os fatos que têm sido mostrados todos os dias em documentos vazados pelo site WIKILEAKS, Dilma Roussef começa sua caminhada em janeiro como um acrobata que faz aquelas travessias fantásticas pelos Alpes, quilômetros acima do nível do chão.

Não há como imaginar que um governo possa ser diferente de um exercício de equilibrismo quanto entre seus ministros tem figuras como Moreira Franco e Nelson Jobim, isso para ficar em dois. E ambos em ministérios estratégicos, ambos, comprovadamente corruptos e comprometidos com interesses de potência e grupos estrangeiros.

Há um risco que Dilma corre e de saída vai precisar mostrar que está à altura do desafio. O de ser capaz de se equilibrar sem concessões a esse tipo de bandido travestido de político. Dilma não é Lula e até que ponto vai conseguir não sei, só depois dos primeiros momentos do seu governo vai ser possível avaliar.

O fato torna-se mais preocupante ainda quando afasta figuras respeitadas mundialmente como Samuel Pinheiro Guimarães e Celso Amorim de ministérios chaves e nomeia para as Relações Exteriores um diplomata que em sua primeira declaração critica o voto do País sobre o Irã. Antônio Patriota está no governo Lula há oito anos e agora manifesta essa posição.

De fazer inveja a qualquer camaleão.

O que talvez Dilma não tenha entendido é que foi eleita presidente em função de Lula. Do contrário nem vereadora em Porto Alegre, ou Belo Horizonte. E em função de Lula significa dizer das políticas do atual governo nesses oito anos do presidente.

Em tese poderíamos dizer um programa, estratégias e táticas montadas em cada momento, de cada dificuldade. Segurou-se em seu carisma, nos avanços obtidos em políticas sociais, na estabilidade econômico/financeira (sem mudanças em relação às políticas neoliberais), acima de tudo na política externa que foi capaz de transformar o Brasil de um gigante adormecido numa voz influente e decisiva em todo o mundo.

Dilma foi escolhida e eleita para isso. Não quer dizer que tenha que ser tutelada ou fantoche de Lula, mas deve e tem o dever de mostrar um compromisso expresso com essa postura. E perceber, aí sim, a possibilidade de avanços concretos e efetivos já que os anos de turbulência passaram e os brasileiros foram claros na sua opção.

O “capitalismo a brasileira”, invenção de Lula na perfeita definição de Ivan Pinheiro, pode e deve começar a ser transformado em avanços na direção do socialismo. É fundamental compreender que o confronto com as forças conservadoras é inevitável, hoje ou amanhã e quando mais tarde acontecer, maiores serão as chances de sermos engolidos.

O PT não é um partido de caráter revolucionário, “diferente” como se dizia, tampouco uma vestal. É só um PMDB ou um PSDB diferente (sem aspas) no jogo do clube de amigos e inimigos cordiais preocupado em manter cargos, sinecuras, ocupar espaços na máquina estatal, nada além disso. As principais lideranças petistas hoje nem sabem mais a história e a gênese do partido.

O movimento popular e a parte não contaminada do movimento sindical, formas de participação popular serão essenciais. E nisso o debate da comunicação é decisivo.

Os mais recentes documentos do WIKILEAKS mostram a preocupação e as pressões do governo dos EUA sobre o Brasil na questão iraniana. Os norte-americanos não gostam da política de Amorim em relação ao Irã. Não se trata da questão nuclear, qualquer leigo sabe que o Irã está se preparando para construir armas nucleares e o caráter dessas armas, ali, é defensivo, diante da barbárie dos EUA e de Israel (milhões de iranianos morreram na guerra contra o Iraque, montada, orquestrada e dirigida por Washington.)

A política externa brasileira dificultou ações terroristas tanto dos EUA quanto de Israel na região. A maior potência do mundo estava acostumada com a submissão brasileira no governo de FHC (até sapato o chanceler tirava no aeroporto de New York para submeter-se a revista).

Imaginar que dois sacripantas como Nelson Jobim (o WIKILEAKS já mostrou suas ligações com os norte-americanos) e Moreira Franco vão se preocupar com o Brasil é acreditar na conversão do diabo.

Como Dilma vai lidar com isso é uma incógnita. Como vai lidar com os apetites de PT, PMDB e outros menores para cargos na máquina estatal é outro problema.

O risco de tornar-se presa fácil de forças conservadoras e jogar por terra todos os motivos que a transformaram em presidente é grande.

O fim do governo Lula, respeitado no mundo inteiro, vai fazer com que norte-americanos aumentem o som e o tom das pressões sobre o governo brasileiro para um alinhamento incondicional. Se isso acontecer o retrocesso será sem tamanho, levando em conta que o próprio governo Lula funcionou em compartimentos estanques administrados na prodigiosa capacidade de equilibrismo do presidente.

E tudo isso sem levar em conta que as forças armadas brasileiras em sua absoluta maioria bate continência para Washington e essa maioria esta louca para o restabelecimento da “ajuda por fora”, para treinamento com os brinquedinhos que lá se tornam imprestáveis e aqui ajudam a silenciar consciências.

O desafio da integração latino-americana, um processo que se iniciou a partir do presidente Chávez da Venezuela e hoje tem a força de uma realidade da qual não se pode fugir sob pena de voltarmos a ser a velha AMÉRICA LATRINA, ou nos transformamos num México separado dos enviados divinos por um muro.

É só olhar a Europa Ocidental. Um amontoado de ex-grandes impérios transformados em colônias e bases militares de um monstrengo chamado OTAN (ORGANIZAÇÃO DO TRATADO ATLÂNTICO NORTE), pretexto para a ocupação imperial norte-americana.

Ou alguém ainda acredita que o primeiro-ministro britânico, ou a chanceler da Alemanha acorda e reza a Papai do Céu? Agradece a Obama mais um dia e pronto.

Nem falo de Berlusconi. Qualquer crítica feita na Itália a Tiririca seria desqualificada na figura do próprio primeiro-ministro.

Apostar única e exclusivamente nas políticas sociais, sem transformá-las em alavancas de transformações no modelo, ampliando o processo de reforma agrária e na estabilidade econômica é o mesmo que não sair do lugar e permitir espaços que os grupos conservadores vão ocupar e preparar para a reconquista do poder.

Aécio está aí prontinho para isso.

O líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza é autor de um projeto de lei redigido pela advogada da multinacional MONSANTO. Libera o uso da tecnologia “terminator” – que é proibida em todo o mundo e condenada pela ONU – para atender a interesses dos agronegócio.

O veneno nosso de cada dia naquela conversa fiada de feijão/soja/arroz/milho do tamanho de uma abóbora.

Como Dilma vai lidar com isso? A proposta revoga a lei de Biossegurança, do governo Lula e introduz a tecnologia da dependência absoluta. A semente que germina uma só vez, a semente estéril. A dependência alimentar plena e absoluta e com recheio de veneno.

Uma das tecnologias a “terminator” é considerada ameaça a diversidade de cultivos e a soberania alimentar desde 1998. ONU, Convenção de Biodiversidade recomendam que países não usem essas sementes, nem as comercializem. O Brasil em 2006 manteve a decisão de não fazê-lo e naturalmente a MONSANTO financiou a campanha de Vaccarezza, como qualquer VALE financia latifundiários padrão Kátia Abreu no afã de destruir o Pantanal a Amazônia, colocar o Brasil na Idade Média.

Vaccarezza é um escárnio. O projeto foi redigido pela advogada Patrícia Fukuma, da MONSANTO e soa como fatura do financiamento da campanha do deputado petista. Nem escondem isso nos documentos constantes do PL 5575/2009. Vaccareza diz que conversou com ela, mas “não tem nenhuma relação”. Aprendeu a arte da cretinice depressa. É óbvio, essa pressa é proporcional ao aumento da conta bancária.

Como é que Dilma vai lidar com esse tipo de gente formando a base do governo?

Não são perspectivas positivas. Os primeiros momentos, com certeza, serão de festas. Os segundos, terceiros, vão depender da presidente honrar os compromissos de campanha no mínimo e buscar avanços no curso do próprio processo conseqüência das conquistas do governo Lula, tanto quanto rejeitando as concessões do atual presidente.

Do contrário se Sarney vier a morrer no meio do caminho mumificam e o mantém na presidência do Senado, ou exumam ACM.

 

Tonho Crocco - Gangue da Matriz



Assinem a PETIÇÃO:http://www.peticaopublica.com.br/?pi=Empodera Mobilização Nacional da Sociedade Civil para indicar a Presidente da Camara , PROTÓGENES.
POR ÉTICA, JUSTIÇA . Pelo fim da sacanagem contra o POVO, como o aumento de salário no apagar das luzes, como a troca da presidencia da camara pelos ruralistas pela presidencia da camara (para os de esquerda). BASTA, não pagaremos mais esta... conta

Como saiu noticiado na midia capixaba:

Professores aposentados lotam auditório para cadastro de ação coletiva

A categoria foi ao local a fim de cadastrar uma ação coletiva para o recebimento do precatório referente a trimestralidade não recebida em 1990

21/12/2010 - 17h24 - Atualizado em 21/12/2010 - 17h24
Redação Multimídia - gazeta online
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Professores aposentados lotaram o auditório
Professores aposentados lotaram o auditório


Mais de dois mil professores aposentados e ativos com 60 anos ou mais lotaram o auditório e salas do Alice Vitória Hotel, no Centro da Capital, na tarde desta terça-feira (21). A categoria foi ao local para fazer o cadastro em uma ação coletiva para o recebimento do precatório referente à trimestralidade não recebida em 1990.

Muitos aposentados saíram do interior do Estado, sem saber que outros encontros como esse estão marcados para os dias 28 e 29 deste mês, nas regiões Norte (em Colatina) e Sul (em Cachoeiro de Itapemirim) do Estado.

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O secretário de comunicação do Sindicato de Trabalhadores em Educação Pública do Estado (Sindiupes), Idelbrando José Paranhos, informou que houve um equívoco na divulgação dos editais no último fim de semana. Os comunicados divulgados em jornais estavam completos e detalhados, diferente dos comunicados veiculados nas emissoras de TV.

"Houve um equívoco porque por causa da nota divulgada na televisão, apesar de termos avisado por outros meios que haveria encontros assim, para recebimentos de documentos, também para os municípios de Cachoeiro e Colatina", explicou.

Segundo Idelbrando, havia professores de aproximadamente 45 municípios do interior. Houve muito tumulto no prédio do Alice Vitória. Em 15 minutos, desde a abertura dos portões às 13h, o auditório e salas ficaram cheios de professores.

Maria de Lourdes Intraviana, 60 anos, que saiu de Linhares machucou uma das mãos no meio da confusão. "Fui empurrada e chutada. Era muita gente na hora de formar fila para entregar as cópias dos documentos", lembrou.

Celudes de Oliveira Farias, 67, saiu de Cachoeiro de Itapemirim, um dos locais onde serão realizadas novas reuniões na terça (28) e quarta-feira (29) da próxima semana. "Não imaginava que já tinha esse encontro marcado para o interior também. Se soubesse nem teria vindo", reclamou.

Pelo menos três pessoas chegaram a passar mal, mas não precisaram de atendimento médico, segundo os participantes do encontro e diretores do Sindiupes. Quem não conseguir se cadastrar nesta terça-feira poderá solicitar o serviço na Sede do Sindiupes até o dia 5 de janeiro. O sindicato fica na rua Duque de Caxias no Centro de Vitória. O telefone para esclarecer dúvidas é o (27) 3421-2400.