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sábado, 18 de setembro de 2010

O Fim de um ciclo de soberania mídiatica golpista

Comentado por Jacob Blinder:

A futura presidenta do Brasil (que será eleita de forma incontestável, tal a avalanche de votos que terá) poderá realizar logo no início de seu mandato as reformas estruturais que o país necessita, destacando a convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte para realizar a tão esperada reforma político/partidária e ao mesmo tempo acabar com a hegemonia da mídia direitista e golpista que deseduca o povo. Os artigos abaixo transcritos mostram como atua essa mídia e quem são seus mentores burgueses e oligarcas. Jacob David Blinder

O FIM DE UM CICLO EM QUE A VELHA MÍDIA FOI SOBERANA

Enviado por luisnassif, sab, 18/09/2010 - 07:20

Dia após dia, episódio após episódio, vem se confirmando o cenário que traçamos aqui desde meados do ano passado: o suicídio do PSDB apostando as fichas em José Serra; a reestruturação partidária pós-eleições; o novo papel de Aécio Neves no cenário político; o pacto espúrio de Serra com a velha mídia, destruindo a oposição e a reputação dos jornais; os riscos para a liberdade de opinião, caso ele fosse eleito; a perda gradativa de influência da velha mídia.

O provável anúncio da saída de Aécio Neves marca oficialmente o fim do PSDB e da aliança com a velha mídia carioca-paulista que lhe forneceu a hegemonia política de 1994 a 2002 e a hegemonia sobre a oposição no período posterior.

Daqui para frente, o outrora glorioso PSDB, que em outros tempos encarnou a esperança de racionalidade administrativa, de não-sectarismo, será reduzido a uma reedição do velho PRP (Partido Republicano Paulista), encastelado em São Paulo e comandado por um político – Geraldo Alckmin – sem expressão nacional.

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17 de setembro de 2010 às 13:33

MARCOS COIMBRA: OS JORNALISTAS TUCANOS

Os jornalistas tucanos

por Marcos Coimbra, na Carta Capital

Quando, no futuro, for escrita a crônica das eleições de 2010, procurando entender o desfecho que hoje parece mais provável, um capítulo terá de ser dedicado ao papel que nelas tiveram os jornalistas tucanos.

Foram muitas as causas que concorreram para provocar o resultado destas eleições. Algumas são internas aos partidos oposicionistas, suas lideranças, seu estilo de fazer política. É bem possível que se saíssem melhor se tivessem se renovado, mudado de comportamento. Se tivessem permitido que novos quadros assumissem o lugar dos aigos.

Por motivos difíceis de entender, as oposições aceitaram que sua velha elite determinasse o caminho que seguiriam na sucessão de Lula. Ao fazê-lo, concordaram em continuar com a cara que tinham em 2002, mostrando-se ao País como algo que permanecera no mesmo lugar, enquanto tudo mudara. A sociedade era outra, a economia tinha ficado diferente, o mundo estava modificado. Lula e o PT haviam se transformado. Só o que se mantinha intocada era a oposição brasileira: as mesmas pessoas, o mesmo discurso, o mesmo ar perplexo de quem não entende por que não está no poder.

Em nenhum momento isso ficou tão claro quanto na opção de conceder a José Serra uma espécie de direito natural à candidatura presidencial (e todo o tempo do mundo para que confirmasse se a desejava). Depois, para que resolvesse quando começaria a fazer campanha. Não se discutiu o que era melhor para os partidos, seus militantes, as pessoas que concordam com eles na sociedade. Deram-lhe um cheque em branco e deixaram a decisão em suas mãos, tornando-a uma questão de foro íntimo: ser ou não ser (candidato)?

Mas, por mais que as oposições tivessem sido capazes de se renovar, por mais que houvessem conseguido se libertar de lideranças ultrapassadas, a principal causa do resultado que devemos ter é externa. Seu adversário se mostrou tão superior que lhes deu um passeio.

Olhando-a da perspectiva de hoje, a habilidade de Lula na montagem do quadro eleitoral de 2010 só pode ser admirada. Fez tudo certo de seu lado e conseguiu antecipar com competência o que seus oponentes fariam. Ele se parece com um personagem de histórias infantis: construiu uma armadilha e conduziu os ingênuos carneirinhos (que continuavam a se achar muito espertos) a cair nela.

Se tivesse feito, nos últimos anos, um governo apenas sofrível, sua destreza já seria suficiente para colocá-lo em vantagem. Com o respaldo de um governo quase unanimemente aprovado, com indicadores de performance muito superiores aos de seus antecessores, a chance de que fizesse sua sucessora sempre foi altíssima, ainda que as oposições viessem com o que tinham de melhor.

Entre os erros que elas cometeram e os acertos de Lula, muito se explica do que vamos ter em 3 de outubro. Mas há uma parte da explicação que merece destaque: o quanto os jornalistas tucanos contribuíram para que isso ocorresse.

Foram eles que mais estimularam a noção de que Serra era o verdadeiro nome das oposições para disputar com Dilma Rousseff. Não apenas os jornalistas profissionais, mas também os intelectuais que os jornais recrutam para dar mais “amplitude” às suas análises e cobertura.

Não há ninguém tão dependente da opinião do jornalista tucano quanto o político tucano. Parece que acorda de manhã ansioso para saber o que colunistas e comentaristas tucanos (ou que, simplesmente, não gostam de Lula e do governo) escreveram. Sabe-se lá o motivo, os tucanos da política acham que os tucanos da imprensa são ótimos analistas. São, provavelmente, os únicos que acham isso.

Enquanto os bons políticos tucanos (especialmente os mais jovens) viam com clareza o abismo se abrir à sua frente, essa turma empurrava as oposições ladeira abaixo. Do alto de sua incapacidade de entender o eleitor, ela supunha que Serra estava fadado à vitória.

Quem acompanhou a cobertura que a “grande imprensa” fez destas eleições viu, do fim de 2009 até agora, uma sucessão de análises erradas, hipóteses furadas, teses sem pé nem cabeça. Todas inventadas para justificar o “favoritismo” de Serra, que só existia no desejo de quem as elaborava.

Se não fossem tão ineptas, essas pessoas poderiam, talvez, ter impulsionado as oposições na direção de projetos menos equivocados. Se não fossem tão arrogantes, teriam, quem sabe, poupado seus amigos políticos do fracasso quase inevitável que os espera.



*Marcos Coimbra é sociólogo e presidente
do Instituto Vox Populi. Também é colunista do Correio Braziliense.

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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

DIREITA BRASILEIRA ENSAIA UM GOLPE MEDIÁTICO

Vencer, vencer ou vencer é preciso

Pedro Ayres

Jornalista

Uma das mais insidiosas mentiras, há muito usada para anular a consciência política das massas, é a falta de memória do povo.Volta e meia, quando intentam justificar o injustificável até mesmo para o próprio amoralismo, recordam o falso axioma - o povo brasileiro não tem memória. De tanto falarem e repetirem essa mentira, por incrível que possa parecer, tornaram-se as maiores vítimas da própria mentira. Foi e é o feitiço contra o feiticeiro. Hoje, 56 anos depois de 24 de agosto de 1954, o que era emoção e sentimento de dor, agora tem sentido político e claro objetivo. Assim como 1964 também já tem outro entendimento, menos autocomiserativo, mais analítico e dialético, em que, ao invés de lutas entre personalidades políticas, entende-se que o que houve foi a vitória do sistema neo-capitalista mundial contra os anseios do povo brasileiro por mais soberania, independência, progresso e bem-estar social.

Desde 1964 que o capitalismo nacional e estrangeiro luta para esmagar a lembrança de Getúlio Vargas e de tudo aquilo que ele representou em termos de propostas nacionalistas e trabalhistas. Cientistas sociais, politólogos, brazilianists, jornalistas e economistas compõem a grande legião de "estudiosos" que há muito decretaram o "fim da Era Vargas", como sinônimo da total e completa submissão aos interesses imperialistas por parte do país e de esmagamento dos direitos sociais e civis da massa trabalhadora.

O leit motiv dessa campanha, era a crença na mentira que eles mesmos tinham criado. Assim, o resultado é que não foram capazes de compreender o mais importante fenômeno político deste início de século - a geração de um movimento político popular, em que a memória, a emoção e os sentimentos de identidade são a principal liga dessa luta do povo.

O incrível é que tudo isso foi se realizando em termos concretos, como memória coletiva e na consolidação do que há muito as massas almejavam ver resolvido. Foi realmente uma tarefa inigualável, pois, além de resistirem à dominação ideológica do sistema, eliminaram a aculturação que o império tentava e tenta impor. Hoje, porém, através da transmissão oral das experiências e recordações de velhas lutas populares, do conhecimento e aprendizado a respeito do que se passa na América Latina e das lutas de nossos vizinhos, o povo brasileiro foi construindo um conceito de Estado e a conseqüente economia política para esse Estado.

Uma construção que hoje pode ser compreendida como um pensar político próprio e início de uma nova proposta política. Uma proposta que ainda está em formação, mas, que significa algo bem distinto do que existe em termos capitalistas e daquilo que se poderia intitular como a não-ideologia capitalista. Na realidade, como acontece em todas as etapas de transição histórica, há um momento em que os processos de superação de algumas contradições secundárias são tão rápidos em suas dinâmicas, que há a sensação de algo difuso e até mesmo, confuso. É, pois, esta a situação que se está a viver na América Latina e que desnorteia o formalismo da lógica burguesa, acostumada a crer na imutabilidade de seu poder e destino.

A furiosa e imoral campanha desenvolvida contra o Governo Lula e a candidatura Dilma Rousseff, mais do que uma indigna luta em favor de um candidato do sistema, representa os raivosos esgares de ódio do Império e seus sequazes ante este sinal de que o seu tempo chegou ao fim. Para o Império e seus cúmplices brasileiros, tão ou mais grave que a perda de seus privilégios e interesses econômico-sociais, está a suprema das ofensas, que é a ascensão do povo à categoria de seres humanos com reais direitos e regalias cívico-políticas.

É assim que se pode e se deve compreender o atual presente da campanha eleitoral brasileira. De um lado, um povo mobilizado por seus direitos e manifestando-se com festas, alegria e certeza da justa vitória. Do outro, as elites oligárquicas, cheias de ódio, preconceitos e plena convicção de sua derrota nas urnas no próximo 3 de outubro. Como os ideais democráticos, para essas elites e para o Império, sempre foram meras palavras - "words, words, mere words, no matter from the heart"-, a pregação golpista e a sórdida aliança com estelionatários é apenas o lógico corolário de sua história de exploração e saqueio das riquezas dos povos sob esse tipo de domínio.

Vencer é necessário, vencer no primeiro turno é mais preciso ainda. Nós, o povo, temos que dar a mais clara e cabal resposta a esses crápulas através de uma votação aplastante em favor de Dilma Rousseff e de todos os candidatos que conformam a aliança de apoio à sua candidatura. Temos que dar um basta a essas sujas e corruptas manobras engendradas por aqueles que sempre foram contrários a um Brasil livre e desenvolvido.

Todos, pois, à Vitória!



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Acessem os endereços abaixo e vejam vídeos recentes de Cuba, a ilha paradisíaca do Caribe.
http://www.youtube.com/watch?v=SIgIjoIuoVM 2/7 - Capitólio de La Habana;
http://www.youtube.com/watch?v=PiIWySE7LuE 3/7 - Moderna cidade de La Habana ;
http://www.youtube.com/watch?v=n9SNzVaD_68 4/7 - Transporte público de Cuba;
http://www.youtube.com/watch?v=CP8I3cDu3Es 5/7 - Fortaleza San Carlos de La Cabaña;
http://www.youtube.com/watch?v=5Xf1W5M9xk0 6/7 - Acuário Nacional de Cuba;

Enviado por Jacob Blinder

Lula: internet é participação popular

Tudo é precioso para aquele que foi, por muito tempo, privado de tudo.

Friedrich Nietzsche


Lula: internet é participação popular

Em entrevista ao IG, o presidente Lula afirma que a grande imprensa banaliza a democracia e toca no assunto que leva os barões midiáticos a entrar em pânico: o debate sobre o novo marco regulatório da comunicação no país.

O desespero da grande imprensa e seu apoio incondicional a Serra passa muito por aí. Lula já mudou um pouco as regras do jogo. O governo teve interesse em fortalecer a imprensa regional e o surgimento de novas mídias, distribuindo de forma mais democrática a sua publicidade, antes concentrada nos jornalões, revistonas e redes de rádio e TV. Não é por outro motivo que a procuradora eleitoral Sandra Cureau quer saber o que Carta Capital recebe de propaganda do governo.

Mas o principal avanço de Lula foi a realização ano passado da primeira Conferência Nacional de Comunicação, que pela primeira vez debateu com vários setores da sociedade o futuro do setor no país.

Os grandes meios fizeram o que foi possível para inviabilizar a conferência, tentaram deslegitimá-la, mas ela foi adiante e apresentou uma série de conclusões que a sociedade quer ver debatidas.

E Lula não só deu o seu aval ao encontro como quer levar adiante a melhoria da comunicação no país. “Queremos a contribuição de todo mundo no debate que nós vamos fazer sobre o marco regulatório de comunicação. Vocês sabem que não pode ficar do jeito que está porque nós estamos com um marco regulatório de 1962, quando não tinha TV digital, quando não tinha TV a cabo, quando não tinha internet, quando não tinha nada”, afirma Lula.

O presidente lembra que foi atacado impiedosamente em seus oito anos de mandato, muitas vezes de forma desrespeitosa, o que o atingia e à instituição Presidência da República. “Peguem algumas capas de revista, peguem algumas coisas que, sabe, você aí foge da liberdade de imprensa e anda na banalização da democracia”, critica.

Lula adverte que a grande imprensa não aprendeu a lição de que o país é outro e que a informação se dá por outras fontes, especialmente a internet. A velocidade da informação deixa a imprensa tradicional com “gosto de pão velho”, diz Lula, que se mostrou entusiasmado com a capacidade da internet.

“A maior vantagem e que eu acho que é importante, é que é uma coisa interativa. O cidadão participa do processo. Ele participa”, destaca.

Para nós, que estamos nesse front da internet, as palavras de Lula são gratificantes. Sobretudo por saber que funcionamos como contraponto ao massacre que sofreu durante todo o seu mandato e que está em curso contra Dilma na tentativa desesperada e irrealizável de mudar o curso da história.


Enviado por Ev Chavez da Dani Tristão. ( bjao pros dois hermanos)
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'invejei": O BENICIO Del Toro é DILMAis!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Dilma se reúne com ator Benício Del Toro

A manhã de sábado teve um evento diferente da sequencia de comícios e encontros com eleitores e políticos. A candidata Dilma Rousseff se reuniu com o ator portoriquenho Benício Del Toro, em Campinas (SP). Os dois conversaram por cerca de 30 minutos sobre cinema, eleições e a importância política da América Latina e do Caribe.

“Eu achei ótimo [o encontro], porque ele de fato é um ator excelente, excepcional e, além disso, sem sombra de dúvida ele é muito bonito”, brincou Dilma. “Ele tem uma simpatia [por nossa campanha] e por isso pediu a reunião. Foi mais uma conversa fluida sobre cinema, sobre a importância da América Latina, da América Caribenha. A América Latina tem hoje perspectiva que no passado não tinha.”

Benício deve assistir ao comício em Campinas que ocorre no final dessa manhã e Dilma contou que ele teve dúvidas sobre como funciona esse tipo de evento.

“Ele teve curiosidade de saber como funciona a eleição aqui. Parece que ele vai ao comício. Vai ser interessante ele ver comício no Brasil. Nós mostramos para ele que somos os únicos que fazemos comício hoje no Brasil”, afirmou.


Leia mais em: O esquerdopata: Dilma se reúne com ator Benício Del Toro
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Empoderamento Popular via Internet Banda Larga autonoma e custo baixo nas Comunidades

Inclusão Digital não é dar internet de graça à população. Inclusão Social é dar uma finalidade ao uso dessa internet". (Marcelo Saldanha)

E é ele, uma pessoa impar, transparente e super envolvido no desenvolvimento social usando a inclusão digital, que tive o prazer de conhecer pessoalmente em Campos- RJ onde fui para conhecer o projeto e os parceiros da Universidade Norte Fluminense ( uauau a criada por Darcy Ribeiro), quem cuidará aqui deste tópico importante INCLUSAO DIGITAL CIDADA.

Aqui diariamente vamos construir, difundir e programar a concretização das TICs comunitárias autonomas e a custo baixo ( no máximo r$ 5,oo/mês)

Participem, divulguem,

Juntos Somos Fortes

Um rápido resumo do que consiste o Projeto QUE VC. PODE E DEVE BUSCAR IMPLANTAR EM SUA COMUNIDADE:

TICs em Comunidade

A Inclusão Digital com acesso a todos, precisa ser uma Gestão Popular pois ao contrário o POVO não terá autonomia de organização “segundo suas necessidades” e também não servirá para vencer barreiras de comunicação e cumprir um papel de multiplicador social além de EMPODERAMENTO popular.

Após instalada e distribuída a NET deverá possibilitar a comunidade:

“Inclusão social não é dar internet de graça à população. É vc dar uma finalidade ao uso dessa internet” Marcelo Saldanha

1 Criar mecanismo para que seja ampliada a participação popular que dentre outras coisas, possa promover a inclusao e desenvolvimento social a partir de sua rua, bairro ou comunidade e usá-los para garantia de direitos Fundamentais . ( Olha o PAC na integra aí gente....)

- Fomentar expansão de infra-estrutura local, sendo ator, gerenciador, fiscalizador dos programas de benefícios locais ( Blogs e portais de cidadania comunitária)

-Criar rede local de estudos e colaborações tecnológicas em parcerias por exemplo com Universidades

_ Criar ambients de Ensino a Distancia –

- Construção gradativa de cooperativas de trabalho, agricultura familiar, através de cursos a distancia e via empoderamento popular, parcerias para implantação.



Sobre Autonomia Popular Virtual:

É importante falar que a internet não pode e nunca poderá ser uma ferramenta restrita, pois, isso causaria um atraso enorme no desenvolvimento do país, tenha-se como exemplo o desenvolvimento que vivemos hoje, e que sem a internet não seria nem 10% do que temos. Uma revolução está acontecendo, assim como aconteceu na era industrial; e a colaboração será o novo trilho para o futuro, pois, a cada geração que entra no cyber espaço, será uma massa que irá gerar colaboração, querendo ou não é assim que já está funcionando e que irá cada vez mais impulsionar o mercado, empurrando as empresas e governos para dentro da colaboração.

Quero citar o exemplo de uma rede onde a comunidade possa fazer uma vaquinha e montar seu provedor comunitário local e rachar a conta do link, que sem dúvida ficará mais barato que 35,00 por mês, e sem dizer que será uma rede do povo e não de uma empresa ou prefeitura. Fazemos parte do movimento de democratização da internet e as vezes nos vemos levantando esta bandeira sozinhos, pois, parece ser alheio a sociedade civil que esta rede de ultima milha não tem muita importância, bastando que ela leve internet pro gado, opss pro povo. Faço estes trocadilhos porque em nossos estudos vimos que a convergência das mídias para a rede é iminente e já sabemos oque uma mídia pode fazer e no caso da internet a coisa é simplesmente gigantesca, pois, é o único meio de comunicação de massas com interatividade, então reflitam bastante sobre o seguinte :
Se deixarmos o PNBL fazer o papel dele como está hoje, qual a garantia que teremos depois que as redes de ultima milha nas cidades já estiverem formadas por empresas e prefeituras ?
Como fazer com que o povo, em cada comunidade, possa usar esta rede para fins maiores que o simples acesso a internet ? Melhor, como garantir que as empresas e prefeituras abram estas redes, de forma gratuita, para que o povo possa usa-la para fins de controle social, debate sobre políticas publicas de relevância popular, reivindicações locais, criação de rádios e tvs comunitários on line, enfim usar a banda sem custos, para fins sociais e livre de restrições ou censuras ?
Nos fazemos esta pergunta todos os dias, pois, ate agora ninguém conseguiu responder de forma plausível estas questões e, sendo assim, se faz necessário que NÓS tenhamos este senso crítico e façamos pressão para que tenhamos sim um PNBL democrático e justo e que não seja mais um meio de comunicação de alienação. ( Marcelo Saldanha)
E é claro a partir daqui muitas questões a serem respondidas . Participe , construa , se LIBERTE do dominio de um topo opressor .
Somos a base da piramide, 180 milhoes de brasileiro, só falta fazermos uso dessa força e assim evitar que o topo nos manipule.
Bjs
Nanda Tardin


Contatos:
Marcelo Saldanha - Instituto Bem Estar Brasil
Cel.: 22-88118138
Skype : marcelo_secante
MSN : marcelo_secante@hotmail.com

Fernanda Tardin
Cel: 32 91363332-
mail :nanda-igrat@hotmail.com / nandatardin@yahoo.com.br
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1 PARCEIROS E PATROCINADORE

Laboratório Plínio Bacelar

UENF – Universidade Estadual do Norte Fluminense

GM Soft Design

Purac Sínteses

2 ENTIDADES DE FOMENTO

FAPERJ – Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro






O futuro da esquerda

O futuro da esquerda

* Escrito por Wladimir Pomar * 15-Set-2010

O fim da civilidade, decretado pela direita tucano-pefelista, neste último mês de campanha, está trazendo à luz pelo menos três aspectos da realidade brasileira.

Primeiro, a natureza reacionária e antidemocrática dos novos representantes políticos da burguesia financeira e da burguesia agrária. Segundo, a oposição de grandes parcelas das camadas populares e das classes médias a tal reacionarismo. E, terceiro, as clivagens da esquerda diante dessa polarização.

A nova direita política é, em grande parte, formada por parcelas oriundas da intelectualidade política democrática e de esquerda que se defrontou com a ditadura militar. No curso da emergência das lutas operárias e populares e da formação do PT, assim como da ofensiva ideológica e política do neoliberalismo, muitos de seus membros se transformaram no oposto do que representaram no passado.

Com isso, repetem uma experiência histórica peculiar da esquerda brasileira, que teve em Carlos Lacerda seu expoente mais significativo. Quem conheceu esse personagem da história brasileira certamente se lembrou dele ao assistir ao candidato Serra deblaterando sobre a suposta tolerância de Lula com "quem rouba", e qualificando a candidata Dilma de "envelope fechado". A grande desvantagem de Serra é que não tem a oratória de Lacerda, nem um ambiente de conspiração militar generalizada. Mas a natureza golpista e reacionária é a mesma.

Essa truculência tucano-pefelista também está colocando em evidência algo que uma parte da esquerda se nega a ver. Isto é, que grandes massas do povo brasileiro consideram as atuais eleições como um acerto de contas com a herança de FHC e depositam uma firme confiança em Lula e no PT. Ou seja, além de encararem as atuais eleições como polarizadas e plebiscitárias, grandes parcelas do povo estão convictas de que as mudanças implantadas pelo governo Lula, mesmo contendo erros e problemas, relacionados ou não com suas alianças políticas, apontam para um caminho seguro de transformação social e política.

Uma parte da chamada esquerda democrática se encontra perdida na enseada tucano-pefelista, sem se dar conta de que está dormindo com o inimigo. É doloroso ver candidatos dessa esquerda, com discursos de mudanças democráticas e populares, sendo apresentados por FHC, Serra, César Maia e outros personagens que quase quebraram o Brasil e levaram o povão ao desemprego e à miséria.

A parte da esquerda que se considera revolucionária está na oposição. Embora procure se distanciar da direita que também é oposição, seu inimigo principal e alvo de seus ataques tem sido o governo Lula e a esquerda que apóia Dilma. Na prática, o povão acaba confundindo-a com seus inimigos de direita.

A maior parte da esquerda, que apóia Dilma, também se debate diante da realidade complexa do país. Isto parece ser mais evidente dentro do PT, onde havia uma corrente que pregava abertamente a impossibilidade de uma eleição polarizada e trabalhava para construir pontes com o tucanato. A evolução da campanha eleitoral, apesar da ausência de ataques petistas ao tucanato, está demonstrando que aquela corrente estava totalmente enganada, pelo desconhecimento da natureza antidemocrática e reacionária do tucano-pefelismo.

Também é dentro do PT que continuam se apresentando brechas relacionadas com a tibieza em adotar procedimentos ideológicos, políticos e organizativos condizentes com um partido de esquerda que quer transformar o Estado e a sociedade. Um partido desse tipo não pode ter aloprados, filiados facilmente cooptáveis por dinheiro fácil, nem agentes infiltrados que possam navegar tranqüilamente por suas fileiras. Se o PT não adotar procedimentos que o blindem contra os arrivistas e oportunistas que procuram fazer carreira em qualquer partido que seja governo, aquelas brechas podem se tornar voçorocas, deixando-o indefeso diante das armações que tendem a crescer nas disputas institucionais.

Nessas condições, a vitória do PT e Dilma não representará apenas um acerto de contas com a ideologia e as políticas neoliberais, condensadas na candidatura Serra. Nem apenas um impacto muito sério na esquerda que se aliou à direita, formal ou informalmente, nos ataques ao governo Lula e à candidatura Dilma. Ela deverá representar também uma reestruturação ideológica, política e organizativa do PT, se esse partido quiser enfrentar com sucesso os desafios para aprofundar as mudanças democráticas, econômicas e sociais que as camadas populares reclamam.

*Wladimir Pomar é escritor e analista político. *

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Enviada por
João Lobo
Assessoria em informática
Criação de logomarcas & Web pages
e-mail/msn: joaolobo@gmail.com

Drummond

Por quê?

Por que nascemos para amar, se vamos morrer?
Por que morrer, se amamos?
Por que falta sentido
ao sentido de viver, amar, morrer?

Carlos Drummond de Andrade
(1902-1987)
(Poemblog)

Dilma II

Ah, se o teu nome fosse Erenice!

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A quem interessa tornar a CartaCapital invisível?
Leandro Fortes
Desde o fim de semana passado, tenho recebido uma dezena de e-mails por dia que, invariavelmente, me perguntam sobre a razão de ninguém repercutir, na chamada “grande imprensa”, a matéria da CartaCapital sobre a monumental quebra de sigilo bancário promovida, em 2001, pela empresa Decidir.com, das sócias Verônica Serra (filha de José Serra, candidato do PSDB à Presidência da República) e Verônica Dantas (irmã de Daniel Dantas, banqueiro condenado por subornar um delegado federal). Juntas, as Verônicas quebraram o sigilo bancário de estimados 60 milhões de correntistas brasileiros graças a um acordo obscuro fechado, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, entre a Decidir.com e o Banco do Brasil, sob os auspícios do Banco Central. Nada foi feito, desde então, para se apurar esse fato gravíssimo, apesar de o então presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), ter oficiado o BC a respeito. Nada, nenhuma providência. Impunidade total.
Temer, atualmente, é candidato da vice na chapa da petista Dilma Rousseff, candidata do mesmo governo que, nos últimos dias, mobilizou o Ministério da Justiça, a Polícia Federal, a Controladoria Geral da União e a Comissão de Ética Pública da Presidência da República para investigar uma outra denúncia, feita contra a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, publicada na revista Veja no mesmíssimo dia em que a Carta trazia a incrível história das Verônicas e a quebra de sigilo bancário de 60 milhões de brasileiros.
Justíssima a preocupação do governo em responder à denúncia da Veja, até porque faz parte da rotina do Planalto fazer isso toda semana, desde 1º de janeiro de 2003. É quase um vício, por assim dizer. Mas por que não se moveu uma palha para se investigar as responsabilidades sobre, provavelmente, a maior quebra de sigilo do mundo ocorrida, vejam vocês, no Brasil de FHC? Que a mídia hegemônica não repercuta o caso é, para nós, da Carta, uma piada velha. Os muitos amigos que tenho em diversos veículos de comunicação Brasil afora me contam, entre constrangidos e divertidos, que é, simplesmente, proibido citar o nome da revista em qualquer um dos noticiários, assim como levantar a possibilidade, nas reuniões de pauta, de se repercutir quaisquer notícias publicadas no semanário do incontrolável Mino Carta. Então, vivemos essa situação surreal em que as matérias da CartaCapital têm enorme repercussão na internet e na blogosfera – onde a velha mídia, por sinal, é tratada como uma entidade golpista –, mas inexistem como notícias repercutíveis, definitivamente (e felizmente) excluídas do roteirinho Veja na sexta, Jornal Nacional no sábado e o resto de domingo a domingo, como se faz agora no caso de Erenice Guerra e a propina de 5 milhões de reais que, desaparecida do noticiário, pela impossibilidade de ser provada, transmutou-se num escândalo tardio de nepotismo.
Enquanto o governo mete-se em mais uma guerra de informações com a Veja e seus veículos co-irmãos, nem uma palha foi mexida para se averiguar a história das Verônicas S. e D., metidas que estão numa cabeludíssima denúncia de quebra de sigilo bancário, justamente quando uma delas, a filha de Serra, posava de vítima de quebra de sigilo fiscal por funcionários da Receita acusados de estar a serviço da campanha de Dilma Rousseff. Nem o Ministério da Justiça, nem a Polícia Federal, nem a CGU, nem Banco Central tomaram qualquer providência a respeito. Nenhum líder governista no Congresso deu as caras para convocar os suspeitos de terem facilitado a vida das Verônicas – os tucanos Pedro Malan e Armínio Fraga, por exemplo. Nada, nada.
Então, quando me perguntam o porquê de não haver repercussão das matérias da CartaCapital na velha mídia, eu respondo com facilidade: é proibido. Ponto final. Agora, se me perguntarem por que o governo, aliás, sistematicamente acusado de ter na Carta um veículo de apoio servil, não faz nada para apurar a história da quebra de sigilo bancário de 60 milhões de brasileiros, eu digo: não faço a menor idéia.
Talvez fosse melhor vocês mandarem e-mails para o Ministério da Justiça, a Polícia Federal, a CGU e o Banco Central.
(Novae)

Cuba

Para compreender a encruzilhada cubana
A manipulação midiática contra Havana é clara – mas a necessidade de mudanças na ilha, também. Dois caminhos parecem em debate: a “eficiência” autoritária do projeto chinês e uma integração mais ampla com a América Latina em mudança
(18/03/2010)
Em “Cuba, Israel e a dupla moral”, artigo provocador publicado hoje no site Opera Mundi, o jornalista Breno Altman fustiga a hipocrisia da mídia comercial brasileira em relação a Cuba. Os mesmos jornais e tevês que cobram do governo Lula uma condenação do regime cubano, lembra Altman, escondem o desrespeito sistemático aos direitos humanos em Israel – onde há cerca de 11 mil presos políticos e a tortura é admitida por decisão da Corte Suprema...
Mas denunciar a manipulação não deveria levar os que admiram a independência de Cuba a menosprezar as dificuldades da ilha – nem a pensar que a trajetória seguida nos últimos cinquenta anos pode continuar a ser trilhada sem mudanças. Alguns artigos recentes, publicados em Le Monde Diplomatique, ajudam a debater problemas e alternativas.
Escrito em 2007, pouco após a substituição de Fidel por Raúl Castro, “Encruzilhada em Havana, de Pablo Stefanoni, reporta que, àquela altura, o pior da crise que se seguiu ao fim do “campo socialista” havia passado. Já não se sofria com "apagões" diários; as lojas ofereciam algum sortimento de eletrodomésticos; o petróleo oferecido pela Venezuela, em regime de escambo, completava a produção interna (equivalente a 50% do consumo), sem exigir o pagamento de divisas.
Ainda assim havia, além enorme ineficiência econômica, graves problemas sociais e políticos. Frequentemente ouvida nas ruas, a frase “o governo finge que nos paga e nós fingimos que trabalhamos” expressava o desencanto com um sistema de produção que não havia superado o dirigismo estatal. A existência de um duplo sistema de moedas (pesos desvalorizados para as maiorias, dólares para os setores em contato direto com turistas) mantinha e ampliava as desigualdades. O poder resistia a tentativas de uma democratização ampla, o que produzia episódios como a “revolução dos emails”.
À mesma época, Carlos Gabetta, diretor da edição argentina do Le Monde Diplomatique, discutia, em “Cuba, hora de mudanças”, as alternativas. Ele frisava, primeiro, um dado positivo: os dirigentes e intelectuais cubanos têm plena consciência dos três graves problemas que marcaram o “socialismo real” e foram herdados pela formação contemporânea de seu país: o regime de partido único, a ausência de pluralismo de opinião verdadeiro e a centralização completa da economia, nas mãos do Estado e do partido comunista. Por isso (e ao contrário do que ocorreu no Leste Europeu), há, pensa Gabetta, a possibilidade de uma transição que não signifique mero retorno ao capitalismo.
Esta opção prevalecerá? Quem aborda o tema é Stefanoni – e ele tem dúvidas. Segundo suas observações, os dirigentes cubanos, de quem dependerá em boa parte a resposta, dividem-se entre duas posições. A primeira equivale a algo como uma “saída à chinesa”: mais liberdade econômica, forte estímulo às empresas privadas mas... manutenção do controle rígido do partido comunista sobre o poder. A segunda, cuja força estaria crescento especialmente entre setores não diretamente ligados ao Estado, seria uma tentativa de aproximação com as experiências políticas em curso na América Latina. Nesta hipótese, a transição – certamente difícil e arriscada – significaria deixar para trás o modelo de partido único, abrir-se a uma ampla democratização e estimular o surgimento de uma sociedade civil crítica e forte. Mas não equivaleria a reforçar as relações capitalistas (Antonio Martins).
M A I S
Além destes dois textos, densos e estimulantes, é possível encontrar, na Biblioteca Diplô vasto material sobre Cuba, China e os balanços do “socialismo real”.
(Le Monde Diplomatique)

Poema

"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista.
Como não sou comunista, não me incomodei .
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram;
já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933 ,

A dùvida

Elogio de la duda

Eduardo Dermardirossian (desde Argentina, especial para ARGENPRESS Cultural)

Sugestivo el título. Y difícil el tema.

Que los dioses me asistan en esta aventura que quiere abandonar el común sentir de los hombres para discurrir por territorios azarosos, mientras cabalgando sobre mil libros vienen los amonestadores de siempre para señalar mi desvarío.

Y yo, que elegí el camino que desbrozó el oscuro Heráclito, me proclamo agnóstico de todos los saberes, remedo del agricultor que siembra ignorando si segará los frutos. Soy el que duda.

La duda, se dijo por ahí, es interesante en tanto apunte a liquidarse a sí misma. El estrellato mundial de la duda, se agregó, permite a innumerables ignaros posar de gente sesuda y reflexiva.

Malaya el que así embarró la cancha. Malaya su artificio que metió a la ciencia en los bolsillos rotos de los sabidillos. Cuando ese hombre muera su alma irá al purgatorio donde por algún tiempo dudará si su destino será el cielo o el fuego del infierno devorará su sarcasmo. Ahora comprendes, lector, por qué no quiero nombrar a ese hombre.

Así abonado el ancho campo de la duda, vale la pena recorrer los caminos que antes fatigaron los sabihondos de todos los saberes. Y con clamorosa irreverencia denunciar la necedad de los que golpean las puertas de los incautos, repletas sus alforjas de baratijas multicolores. Celosos custodios de los dogmas, iluminados e iluminadores que vienen a redimirnos del mal, pícaros mercaderes de bienaventuranzas, sagaces habladores que te obnubilan desde el púlpito o la tribuna, todos son falsificadores de la verdad e impíos demoledores de la duda, el más fecundo atributo humano.

Quiero hacerte un convite incómodo, dudar de tu ciencia y de la mía. Quiero invitarte a desaprender la vida, a borrar las huellas de tus pasos, a recorrer otra vez el camino como si fuera nuevo. A tu diestra, la duda, modesta compañera que te seguirá como tu sombra; a siniestra, escamoteada en la maleza, la certeza, difícil de asir.

La dudofilia

He venido a elogiar la duda, no a amarla. Porque amarla es quererla para siempre y yo quiero que ella me acompañe como una buena amiga que sabe cuándo soltarme la mano para que dé mis pasos. Quiero que me acompañe de a ratos y no me abandone cuando la vanidad me aceche. Y quiero que una y otra vez vuelva para amistar conmigo, para que la aventura de vivir no se agote en el penúltimo día.

La duda es un huerto fecundo, partera del conocimiento, redentora de la ignorancia. Es el camino que conduce a la ciencia. Ella lima las aristas de tu espíritu para que sea amigable tu encuentro con las cosas. La duda es la estación donde podrás apearte para buscar y rebuscar entre saberes, pensares y decires hasta encontrar la luz.

Es curioso. El catálogo de las palabras que hablamos no incluye la voz dudofilia. Ominosa negligencia de los hombres, al menos de los que hablamos la lengua de los españoles, o prueba incontrastable de nuestra necedad. Todo lo sabemos, todo está escrito en el libro de nuestra ciencia. Desafiamos la duda con certezas hechas a la medida de nuestros miedos o de nuestra arrogancia. Recorremos la vida porfiando que sabemos.

Borges, que fue un devoto de la duda (quiera el lector tolerar el dislate ), da cuenta de que “los primeros textos narran que el Buddha, al pie de la higuera, intuye la infinita concatenación de todos los efectos y causas del universo, las pasadas y futuras generaciones de cada ser; los últimos, redactados siglos después, razonan que nada es real y que todo conocimiento es ficticio y que si hubiera tantos Ganges como hay granos de arena en el Ganges y otra vez tantos Ganges como granos de arena en los nuevos Ganges, el número de los granos de arena sería menor que el número de cosas que ignora el Buddha” .

La república de la duda

Entre la duda y la certidumbre hay un campo fértil que sólo pueden recorrer los hombres. No Dios porque es omnisciente, no los subhumanos porque carecen de razón. Nuestra divina animalidad quiere que seamos ciudadanos de la duda, y nuestra arrogancia -bien habida porque nos enseñaron que somos espejo de Dios- nos quiere sapientes. Traviesos (nuestros primeros padres fueron traviesos en el Edén), los hombres elegimos la sapiencia y desdeñamos la duda. Somos fanáticos, fundamentalistas, dogmáticos, vanagloria que quizá venga de un exceso de dadivosidad del Creador. Creemos que sabemos lo que el infinito Yahveh sabe, lo que el Iluminado del Ganges ignora, lo que por ser contingente pronto será carne de basural.

Lo dije: entre lo verdadero y lo falso no hay frontera, hay un ancho territorio: es la república de la duda. De ella somos ciudadanos los hombres. Un río nos separa del reino del saber, otro río nos separa del reino de la oscuridad. No puedes cruzar uno u otro porque ambos son bravíos, correntosos. Si te arriesgas hacia oriente, puedes perecer o encontrar la bienaventuranza de la iluminación; si te arriesgas hacia el poniente, también puedes perecer o alcanzar la bienaventuranza de la estolidez. En ningún caso hay retorno.

Y bien. ¿Qué fue de los que intentaron cruzar la frontera de la duda en una u otra dirección? Quienes se aventuraron hacia el poniente tejen y destejen sus días sin ansiedades y con su estupidez bienhechora a cuestas; ellos han descendido en la escalera animal y no los inquietarás con estas cosas. Los otros, los que alguna vez se aventuraron hacia el oriente, fueron expulsados del reino del saber y están aquí, entre nosotros, haciendo alardes de su travesía y exhibiendo títulos dudosos: son los dogmáticos que recorren nuestros oídos para vendernos sus baratijas. Unos y otros no saben que no saben. A unos Dios los desheredó y a los otros les negó la amistosa media luz de la duda.

Dudar está de moda

Pero seamos justos y miremos por un momento las flaquezas de la duda.

Ahora la duda se ha puesto de moda y queda bien lucirla en el pecho. Ahora todos los libros se han abierto, el saber se ha democratizado y un nuevo país conjetural se ha fundado. Es el país más pródigo en saberes, adonde el partido de los opinantes gobierna a sus anchas y la opinología (del latín opinio, juicio cuestionable, y del griego logos, discurso que da razón de las cosas), es el evangelio de los ciudadanos. Generosa voz que todavía no han recogido los más escrupulosos cultores de las letras y que quizá espere un siglo para merecer un lugar en el grueso mamotreto de la lengua española.

Hoy es delicioso dudar y queda bien decir que tal o cual asunto es opinable. Tal es la profusión informativa que se han roto las columnas del saber y la verdad es una mercancía que se transa en las oficinas de los publicistas. Hoy el que duda pone a salvo su ropa y se granjea una banca en la asamblea de los sabihondos pelilargos y barbados. Saber es dudar: he aquí la deliciosa paradoja que despidió al siglo XX.

Marx y Lenin desde un flanco, Freud y Lacan desde el otro, dominaron el espectro intelectual de su tiempo, al que después llegaron nombres como Sartre y Marcuse para engrosar la lista. Pero la moda es tan implacable como efímera y unos y otros cayeron en desuso. Y entonces llegó la duda para ocupar el podio. La duda es una puerta más o menos entreabierta, más o menos vitral, que no puedes sortear sino con esfuerzo y que, una vez adentro, amenaza cerrarse a tus espaldas. Es una trampa que te ha puesto la ciencia para tomarte en sus fauces y escupirte en la letrina.

Quiero cerrar estas anotaciones confesando un temor y una esperanza. El temor es que me sea confortable la duda y que en mi deriva por la vida los leños se consuman, las sombras de la caverna se esfumen y al voltear mi rostro tenga que vérmelas con una realidad que creí inasible. Y la esperanza es que así y todo habré aprendido algo que no saben el enteradillo ni el mercader de certezas: que la respuesta siempre es provisoria porque está contaminada por el tiempo, una ilusión efímera, y que la pregunta, en cambio, siempre está preñada por su respuesta.

Pero a qué afligirme tanto si hay un pecado aún mayor que sobrellevo sin pesadumbre: el de haberme acreditado como un hombre que duda. Porque el elogio de la duda suele escamotear la inmodestia bajo los pliegues de su boato.
(Argenpresscultural)

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Para governador de Minas, Serra é fenômeno de queda no país inteiro


Para governador de Minas, Serra é fenômeno de queda no país inteiro

O candidato tucano ao governo de Minas Gerais, Antonio Anastasia, procurou isentar o PSDB mineiro e o ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado, de qualquer culpa pela queda de José Serra nas pesquisas no Estado, onde o presidenciável tem um desempenho pior que a média nacional – com 24% contra 51% de Dilma Rousseff, segundo o último levantamento do Datafolha.

“Tem acontecido em todos os Estados, inclusive em sua terra, São Paulo. Acho que não há nenhuma relação de causa e efeito aqui em Minas Gerais”, declarou, argumentando que Serra vai de mal a pior em todo o país. O candidato a governador garantiu que os tucanos mineiros estão “trabalhando contra” o agravamento da situação do candidato a presidente no Estado.

A propaganda de Aécio e Anastasia na TV, entretanto, continua escondendo o candidato do partido à Presidência, que só aparece de relance, sem direito a falar e nunca é citado. O candidato ao Senado prometeu incluir Serra no seu programa a partir desta semana. Já Anastasia alegou que tudo será feito “como está combinado”. “Tudo terá o seu tempo e a sua hora, de maneira muito amena, sem maiores atropelos”.

COMO E QUANDO SERRA PERDEU (um tiro pela culatra com bala de prata)

COMO E QUANDO SERRA PERDEU

(um tiro pela culatra com bala de prata)

Raul Longo

Petistas, lulistas, dilmistas de esquerda e direita ou de quaisquer outras tendências, regozijam-se. Inclusive os nem uma coisa ou outra, tão somente acometidos por incontrolável rejeição ao candidato do PSDB. Esses se consideram vingados da prepotência, pela antipatia à arrogância.

Outros, por aversão às mentiras. Alguns pela ineficácia nas gestões, pela incompetência. Há os indispostos com a legenda, indignados com as ações do partido nas representações legislativas na Câmara ou no Senado, no executivo de municípios e estados. Muitos teimam em se reportar ao desastrado governo FHC e, vários, às ligações diretas e indiretas com a truculência da ditadura.

Há quem também confira aos esquemas de corrupções montados por aliados e correligionários, outros às manobras e armações, às calunias, e tudo o mais.

Mas uma análise mais profunda do eleitor brasileiro sobre si mesmo, esclareceria com mais precisão quanto se é injusto ao apontar José Serra ou apenas o PSDB como exclusivos responsáveis pela derrota antecipada.

Se o eleitor brasileiro se observasse melhor, se procurasse entender um pouco mais de suas próprias reações, certamente descobriria que José Serra já perdeu as eleições de 2010 desde quando ainda sequer era candidato.

Então Serra talvez até torcesse pelo Lula, influenciado pela mesma crença de seu mentor, o Henrique Cardoso, de que o operário não teria condições de fazer um bom governo, gerando a oportunidade para que assumissem a presidência do país à qual se sucederiam entre si por muitas gestões.

Daquela vez quase acertaram, pois embora Lula não fosse eleito, Collor de Melo realizou seus anseios. Mas mesmo sem perceberem, foi ali que Serra começou a perder.

Para ser mais exato, já começara a perder a eleição de 2010 em 1984 quando a Mídia brasileira negou aos seus leitores e espectadores a divulgação da multidão que ocupava as ruas, avenidas e praças do país. Insensível à evidência de que aqueles que então defendiam o direito de serem reconhecidos como cidadãos capazes de discernimento do presente e planejamento do futuro, constituíam o público que justifica a existência dos meios de comunicação de massa.

Negaram a massa e foi onde a Mídia começou o processo da acachapante derrota antecipada do filho de imigrante: José Chirico Serra.

Psicólogos sabem não ser um momento de negação a uma criança ou adolescente que a fará desenvolver alguma aversão ou trauma, mas hipnotizadores atestam que mesmo quando aparentemente não importantes, tais acontecimentos ficam gravados no subconsciente das pessoas por todas suas vidas. Ainda mais numa situação de comoção como a na época vivida pelos brasileiros, após 2 décadas de uma ditadura sangrenta e tanto defendida pela Mídia por realizações de dúbios benefícios e que a população do país teve de arcar com uma crescente dívida externa, expressa em progressiva inflação e decadência de condições de vida ao longo de duas décadas.

Mas, apesar de então vociferar em uníssono: “Fora Globo que o povo não é bobo!”, o eleitor superou o trauma de ser enganado e, ainda ao final daquela década, voltou a acreditar na Mídia quando esta construiu e apresentou um bonito embrulho chamado Collor de Melo.

Pedagogos alertam para o perigo de se recorrer permanentemente às falsas promessas, pois muito difícil reconstruir a credibilidade perdida. No entanto, além da decepção com o embrulho vazio, atemorizado diuturnamente pelo bicho papão insuflado pelos militares, castrando-lhe os anseios de consumo alimentados pela Mídia, o eleitor confiou no estilo circunspecto de intelectual, distinto do jeitão de herói de matinê do antecessor candidato da Mídia.

Enquanto a coisa parecia ter dado certo, até que os meios de comunicação se recolheram a função que lhes compete sem promover condicionamentos, posto que a classe média, a princípio, parecia medianamente satisfeita. Mas foi só o intelectual se comprovar mero colecionador de fórmulas e frases de efeito negativo, para jornalistas, cronistas e editores tentarem justificá-lo encobrindo erros evidentes e gritantes. Até naufrágio de Plataforma Marítima passou a ser algo muito natural e corriqueiro, pequeno prejuízo sem motivo algum de alarde, apesar da morte de mais de uma dezena de trabalhadores.

Daí pra frente ficou difícil, afinal o eleitor não é nenhuma criança e sabe quando a casa está caindo por mais que a Mídia tente convencer que “é assim mesmo. Telhado só atrapalha. Ar fresco do relento é mais agradável...”

Mas então, desempregado, sem crédito e no escuro do apagão, o eleitor brasileiro cansou e não deu mais ouvidos a desafinação histérica da imprensa. Ocorreu uma inversão de papéis, como se o paciente passasse a tratar das crises maníaco/depressiva do médico delirante.

Qualquer analista sabe que a melhor terapia é estimular a autoconfiança, transmitir segurança. Pois a Mídia fez o contrário: ameaçou, difundiu o medo, a insegurança. Em verdade nem o profissional de comunicação é um terapeuta nem o eleitor um paciente, mas um comunicador tem de ter noção das similaridades entre as relações dos meios de comunicação com o público e do psicólogo com aqueles aos quais deve ajudar ao conhecimento da própria realidade. Dessa forma é que se promove a constituição de pessoas e sociedades sadias, resolvidas, capazes de superar eventuais dificuldades.

A Mídia brasileira, ao invés de estimular a autoestima, fez o que pôde para incutir a autodepreciação, a depressão, o complexo de inferioridade. Por incompetência profissional ou interesses inconfessos, falhou ainda mais do que quando construiu o antigo invólucro vazio. Naquela ocasião também se apelou para a desconstrução da imagem do adversário, o que apesar de pouco recomendável não deixa de ser tática de marketing; mas, dessa vez, talvez por receio de repetir a falha do candidato próprio, concentraram apenas em degradação imagética, esquecendo-se de oferecer ao eleitor algo melhor do que quem apontavam como péssimo.

Jung explica bem sobre a refirmação de um arquétipo a que se pretende destruir sem correlata construção de outro que preencha o vácuo das carências e ansiedades da imaginação humana. Mas a Mídia preferiu errar duplamente, revelando-se exclusivamente especializada em promoção de destruição, sem capacidade de construção de coisa alguma além de falácias.

Pior do que um médico canastrão é uma equipe de médicos canastrões a confirmarem mútuas imperícias e incapacidades e assim as maiores empresas de comunicação do Brasil se conformaram, à compreensão do eleitor, em corporação mal intencionada com o país e o seu povo, sem nada de honesto e crível a apontar, ou apontando apenas o que seja nocivo, deletério. Como qualquer aliciador ao vício e maus costumes.

A relação entre a Mídia e seus leitores e espectadores se tornou ainda mais crítica com o sucesso do segundo governo Lula, contradizendo todas as previsões apocalípticas. Oportuno momento para o profissional medianamente perspicaz e inteligente reconquistar a confiança de seu público num caso ou do paciente no análogo, reconhecendo a falibilidade do método utilizado e sugerindo um novo caminho, uma nova conduta terapêutica em busca de maior aproximação à compreensão sadia da realidade.

Poderiam até ter reutilizado a hipocrisia à qual tanto recorrem, aproveitando para, ao tempo em que fingissem algum entusiasmo pelas conquistas do país, desenvolver alguém ou algo razoavelmente verossímil para mais adiante, próximo às eleições, tentar sombrear a popularidade do governo Lula. Mas caíram na pior estupidez que pode cometer um meio de comunicação ou um psicanalista, tentando negar a realidade, buscando omitir e minimizar a repercussão mundial de incontestáveis méritos e surpreendentes resultados, apesar da crise financeira mundial.

Conclusão: atônito, quem deveria ser o paciente assusta-se com os surtos esquizofrênicos da Mídia, sem condições de compreender do que sofre a louca a se escandalizar com o que foi corriqueiro em governos anteriores e desconsiderar fatos nacionais anunciados como espetaculares pelas principais publicações do mundo. Algo assim como pendurar à parede um diagnóstico de insanidade mental com moldura de diploma.

Imprevidente, foi a esses malucos que o PSDB confiou toda sua articulação política. Desde a eleição de Fernando Henrique e apesar da morte de Mário Covas, o PSDB não se preocupou em construir uma liderança ou fazer de um integrante de seu quadro uma personalidade com algum espectro político. Ao longo das duas gestões do governo Lula os tucanos apenas se ocuparam em estimular o denuncismo, as ilações, produções de factoides que justificassem CPIs. Tentavam cavar desconfianças no eleitor ou reação das Forças Armadas para um golpe escorado no vazio do aparente, da cogitação não fundamentada.

Dessa forma, confundiram-se ao ponto de ser impossível ao eleitor distinguir quem é a extensão do outro: se a Mídia do PSDB, ou vice-versa. Quando uma Folha de São Paulo reproduz montagem em programas gráficos de foto ou documento, ou a revista Veja reporta conversas de celulares e reuniões que anuncia de portas fechadas; entende-se que mentirosos e falsários sejam todos, compondo uma única quadrilha.

Pra piorar, incitam um reduzido mas estoico exército de zumbis em permanente bad trip que pela internet distribuem inconsistências e absurdos delirantes. Até documentos de corporações de espionagem internacional sobre a eminência de um golpe para Lula se perpetuar no poder! Seja o que for forjado, desde que corresponda aos delírios de suas paranoias, para eles é comprovação do inconteste e não há necessidade alguma de qualquer confirmação. Se receberem foto do Taj Mahal com alguma legenda que indique ter sido o presente de aniversário do Presidente à Dona Mariza, farão circular com prazer orgástico de masturbação compulsiva.

Um hospício! E muitos, para não serem confundidos com tamanha demência, por mera vergonha acabam engrossando a intenção de votos em Dilma Rousseff, mesmo que ainda há alguns meses pensassem na possibilidade de votar em José Serra.

Grande parte da surpreendente ascensão em intenções de votos da primeira mulher a presidir o Brasil, sem dúvida se deve a transferência do histórico índice de popularidade do Presidente. Mas mesmo os que jamais votariam em Lula por preconceitos sócio/regionalistas, e tampouco são afetados pelos programas sociais do governo, ou pelo igualmente inédito ritmo de desenvolvimento do país, nem mesmo pelas inúmeras obras de infraestrutura nos interiores e periferias dos grandes centros; se tornam decididos eleitores de Dilma Rousseff com forte rejeição ao José Serra produzida pela desinteligência do que circula pela internet ou se edita na Mídia.

O amadurecimento do eleitor e do povo brasileiro não mais permite que a confunda ficha de internação de alienista com diploma de especialização de psiquiatra, e quem vem sendo apontado como mentalmente descompensado é o candidato mal construído, mal orientado e mal conduzido pela história dos meios de comunicação do Brasil, ao ponto de achaques como no link abaixo demonstrado, além de demissões sumárias por motivos fúteis e outros atos inerentes à insegurança de infantes mimados.

Por agora se anuncia que após o término do horário eleitoral gratuito, sem tempo para desmentidos, a Mídia irá disparar uma bala de prata para impedir a vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno.

No macarrônico farwest em que a Mídia brasileira tem transformado as disputas eleitorais, isso já se tornou um chavão que no momento se repete com a acusação ao filho da Ministra da Casa Civil por indicar os serviços regulares de uma empresa especializada a uma companhia estatal, como se tal fato pudesse superar recorrentes recordes mensais em criação de empregos formais ou aumento de poder aquisitivo da população em geral ou se confundir às falências fraudulentas de tradicionais instituições financeiras promovidas por familiares de FHC e as associações entre filhas de políticos do PSDB as de afamados golpistas e contrabandistas.

A única novidade é que os solitários a desaparecerem no horizonte do deserto sob o letreiro “The End”, são os bandidos. Pois o “mocinho” na versão nacional tem por companhia 80% da população do país. Além disso, agora a história terá uma heroína, ao invés de outro inexpressivo John Wayne.

Coitado do Serra! Depois de desperdiçar toda a munição no próprio pé, ser derrubado pela misericórdia de um tiro de culatra é mesmo de traumatizar o mais cruel dos pistoleiros.

Veja:
Serra dá chilique e paga mico em entrevista


Apto - janela5.jpe

Pouso da Poesia

um encanto da Ilha da Magia

pousopoesia@ig.com.br
www.sambaqui.com.br/pousodapoesia

Enviado por Raul Longo via mail

Boletim Honduras : Zelaya- Avanzamos seguros hacia la Constituyente



http://www.resistenciahonduras.net/images/stories/bandera-corregido.jpg

Comunicado No. 74

Avanzamos seguros hacia la Constituyente

Hondureños y hondureñas hemos hablado contundentemente; expresamos la urgencia de transformaciones sociales, económicas y políticas profundas, que hoy dejaron de ser una exigencia para convertirse en un mandato popular impostergable.

Anunciamos que en la Consulta Popular para la Declaración Soberana iniciada el 20 de abril de 2010 y concluida el 15 de septiembre de 2010, obtuvimos 1,342,876 firmas en todo el país.

La Asamblea Nacional Constituyente, popular, incluyente y participativa es un imperativo de la historia y un mandato popular. Cada una de las firmas que se recogió es un compromiso con el cambio, una declaración de principios, una manifestación de confianza en la Resistencia y un grito de libertad y dignidad.

Debemos recordar también que con la Declaración Soberana el pueblo exige el retorno sin condiciones y de manera segura del compañero Coordinador del FNRP, José Manuel Zelaya Rosales, así como de todos los exiliados y exiliadas desterrados por este régimen de terror.

Mientras la oligarquía usa tanques y fusiles para acreditar su poder, la Resistencia, con lápices y tableros en mano, valida su propuesta de Refundación con la demostración de apoyo popular más grande de la historia de nuestro país.

El protagonista de esta gesta es el glorioso pueblo hondureño, decenas de miles de militantes del FNRP en cada lugar del país y retando la represión de un régimen continuador del golpe de Estado que ha seguido asesinando, torturando y apresando a los comprometidos con la causa de la Refundación, asumió la tarea de la consulta con responsabilidad y sacrificio. Ni la intimidación ni el engaño pudieron detener esta marea humana, que se apresta ahora a reunirse en Colectivos de Resistencia por todas las regiones y en cada sector social para discutir cuáles serán los cambios que llevaremos a cabo.

Simultáneamente al levantamiento de Declaraciones Soberanas, desarrollamos actividades para consensuar con todos los sectores que integran el FNRP los contenidos de la nueva Constitución con la que habremos de transformar la sociedad.

En esta etapa que se avecina, continuamos afinando los mecanismos de participación democrática con los que construimos el Frente, consolidándonos organizativamente para enfrentar una oligarquía aferrada al sistema que garantiza sus privilegios, y sobre todo, debemos asumir el tiempo que viene con la mayor creatividad y espíritu revolucionario. Estamos edificando el futuro.

Sirva este día como homenaje a quienes sufrieron el máximo sacrificio por la causa de la Refundación: nuestros mártires, hombres y mujeres valientes por quienes hemos jurado vencer.

A la Refundación no la detendrán con fusiles, avanzamos seguros y con unidad granítica hacia la igualdad y la justicia.


¡Resistimos y Venceremos!

Comité Ejecutivo del Frente Nacional de Resistencia Popular


Tegucigalpa M.D.C 17 de septiembre de 2010


http://www.radiobalsamo.net/Imagenes/manuel%20zelaya.jpg

El Presidente Zelaya vuelve a la arena politica por la puerta grande
1.

Manuel Zelaya Rosales desde este momento es Diputado por Honduras al Parlacen

Teg. 17 sept. 2010, 511 pm


Manuel Zelaya Rosales es diputado por Honduras al Parlamento Centroamericano. Hace algunos momentos, el presidente del Parlacen le tomó promesa de ley en la sede de ese organismo en ciudad Guatemala.


En estos momentos, segun informes de Cholusat Sur, Zelaya está rodeado de prensa nacional e internacional que cubre el evento.


Cholusat Sur informa que esta juramentación es un reconocimiento al Presidente Zelaya.


En este momento tan importante en la vida del mandatario, le acompaña su esposa Xiomara Castro de Zelaya.


A la vez, medios de prensa informan que esta curul era pretendida por el cabecilla del golpe de estado en HOnduras, Roberto Michelleti.


ESdras Amado López, Director del Medio dice que este acto es un golpe al golpista, es una bofetada al usurpador golpista.


En Cholusat Sur se escucha al fondo al Presidente Zelaya prometiendo darles declaraciones a ese canal hondureño. "Sera un gusto" afirmo.

http://3.bp.blogspot.com/_KOSi7A88Pfo/TH3BRDxj_VI/AAAAAAAACrk/7Oupa_b8xso/s400/Juan+Barahona.jpg

Juan Barahona, sub coordinador del FNRP, celebra haber logrado la meta
2.
Más de un millón y cuarto de firmas soberanas exigen constituyente y el retorno de Manuel Zelaya


Red Morazánica de Información


Tegucigalpa. 17 Septiembre 2010. Un millón 342 mil 876, registró oficialmente el Frente Nacional de Resistencia Popular (FNRP), la mañana de este viernes, en el escrutinio final de la declaración soberana para convocar a una asamblea constituyente y exigir el retorno del presidente defenestrado, Manuel Zelaya, y de los más de 200 expatriados a raíz del golpe de Estado, de junio de 2009.


A los 447 días de resistencia, la Comisión Especial para la colecta de firmas de declaración soberana, integrada por Rasel Tomé y Eulogio Chávez, anunció haber sobrepasado la meta en más de 90 mil firmas, al cierre de este 15 de septiembre de 2010, como había sido planificado.

El encuentro fue realizado en la sede del Sindicato de Trabajadores de la Industria de la Bebida y Similares (STIBYS), donde se desarrolló un acto oficial precedido por los miembros del Comité Ejecutivo del FNRP, encabezada por el Sub Coordinador General, Juan Barahona, con la presencia epistolar del Coordinador General, Manuel Zelaya, quien se dirigió en una carta al pueblo en resistencia.

Hubo concordancia en la mayoría de los participantes sobre que, las declaraciones han tenido un alto costo humano, el que ha significado haber sido recogidas, permanentemente, bajo una violenta represión policial y militar, en medio de gases tóxicos, golpes, heridas y asesinatos ante la indiferencia del Régimen.

Tanto Barahona como Zelaya, coincidieron en el reconocimiento, donde quiera que se encuentren, a los centenares de miles de hondureños, hombres y mujeres, voluntarios, que hicieron todo lo posible para colectar en sus comunidades y llevar las declaraciones firmadas hasta el lugar donde podían llegar.

Además de reconocer la consecuente responsabilidad que significa cada una de esas firmas -que superan la cantidad de votos obtenidos por Porfirio Lobo, realizadas en elecciones irregulares, sin observación creíble-, para hacer realidad la voluntad soberana de una constituyente popular y de real democracia, que acuerde un nuevo pacto social para transformar Honduras.

Compromiso obligado, “principalmente con los que han fallecido a consecuencia de la lucha por la constituyente”, se afirmó en el encuentro.

Se definió que el escrutinio ha sido cerrado, el FNRP discutirá cuál será el tratamiento que se dará a las declaraciones restantes que todavía continúan llegando a las diversas sedes sociales y de organizaciones populares que funcionaron como centros recolectores, durante el proceso.

El Secretario Ejecutivo del FNRP, Edgardo Casaña, planteó discutir qué hacer con las boletas de firmas que no han llegado y que están firmadas; y pidió adoptar un mecanismo para registrar las declaraciones que continúan llegando.

De otra parte, el miembro de la comisión de recolección, Eulogio Chávez, explicó que “estamos trabajando en la computarización de los datos, pero en los carros andamos más de 10 mil firmas”.

Y, en su opinión, el FNRP, “tiene que seguir recibiendo esas declaraciones porque no podemos permitir que un hondureño se quede sin firmar, las levantadas entrarán al escrutinio. Pero éste ya fue cerrado”, declaró.

Serán presentadas a organismos mundiales.

Ha sido acordado que las declaraciones no serán presentadas a ningún órgano estatal que representa al régimen “ilegitimo” de Porfirio Lobo, que nunca ha sido reconocido por el pueblo en resistencia.

Sino, más bien, se ha concertado que se entregarán las firmas a alguno de los organismos mundiales como a la Organización de Estados Americanos (OEA) y la Organización de Naciones Unidas (ONU).

Además, serían entregadas también a otras alianzas internacionales como la Unión de Naciones del Sur (Unasur) y las que se estime necesario; como también a los “movimientos sociales de mayor fuerza mundial”.

La caravana de la victoria.

Para festejar el cumplimiento de la meta, el FNRP pondrá en marcha una caravana vehicular que saldría de un punto cercano a la Universidad Nacional Autónoma de Honduras (UNAH), a las cuatro de la tarde, para permitir participar a los trabajadores, hasta concluir en el Stibys.

Al finalizar el acto, pasado el medio día, la Coordinadora General del Comité de Familiares de Detenidos Desaparecidos en Honduras (Cofadeh), Bertha Oliva, hizo la lectura de los nombres de los mártires, fallecidos como consecuencia de la persecución y represión militar policial del régimen de facto de Roberto Micheletti y de su continuador, Porfirio Lobo.

“Ellos no han muerto, ellos viven, y viven para siempre con nosotras y nosotros”, concluyó la coordinadora del Cofadeh.

Antecedente:

El Frente hace manifestación inaugural para la colecta de firmas.

El 20 de abril de 2010, a 297 días de resistencia, en medio de una movilización a la salida de la región sur de Honduras, además de múltiples, manifestaciones en todo el país a fin de “presionar al régimen de Porfirio Lobo para convocar a una asamblea nacional constituyente”, miles de integrantes del FNRP comenzaron a registrar, en plena calle, sus primeras firmas ciudadanas.

Primer escrutinio.

Efectuado el 23 de mayo, en Tegucigalpa, se contaron 204 mil 455 firmas.
En el segundo escrutinio realizado en San Pedro Sula

El 07 de junio de 2010, el FNRP, en San Pedro Sula, celebra haber alcanzado, en un segundo escrutinio, se recolectaron 198, 735, provenientes de la región noroccidental de Honduras. Se llega a las cuatrocientas mil firmas para Constituyente. El segundo escrutinio fue animado con la transmisión continua de Radio Uno.

La Unión Cívica Democrática (UCD) amenaza con impugnar la recolección de firmas.

La Unión Cívica Democrática (UCD), considerada la principal organización de sociedad civil gestora del golpe de Estado amenazó con una demanda jurídica de la consulta y de acusar por sedición a los líderes del Frente.

La UCD criticó que la consulta no tiene validez porque no la hace el Instituto Nacional de Estadística (INA). Sin embargo el argumento fue utilizado en contrario, es decir, que el INE no tenía competencia para bloquear la iniciativa de Cuarta Urna promovida por el presidente defenestrado, Manuel Zelaya.

Medio millón de firmas, y casi 50 mil más.

El 14 junio de 2010, el conteo global ya había sobrepasado el medio millón de firmas, con 549 mil, 743 firmas de declaración soberana.

El FNRP anunció que instalaría mesas de colecta de firmas en espacios públicos en diferentes puntos del país, y miles de sus miembros se desplazarán por barrios y colonias para desarrollar el plan de colecta de firmas que debería concluir en junio de 2010, indicaron los coordinadores.

La colecta de firmas es declarada tarea prioritaria del FNRP. Se decide prolongar el periodo de recolección.

El de 19 julio de 2010, el FNRP decide prolongar el período de recolección, que finalizaría el 29 de junio y se traslada la fecha de cierre al próximo 15 de septiembre de 2010; para poder responder al creciente interés del pueblo en una constituyente nacional, popular e incluyente, para refundar Honduras.

El FNRP eligió los miembros de su estructura organizativa y resuelve que, los 56 delegados de los 18 departamentos del país y de organizaciones sociales, que componen la Coordinación, concentrarán sus acciones en la colecta de firmas de declaraciones soberanas.

Resistencia alcanza el millón de firmas.

El de 30 Agosto de 2010, el FNRP llega al millón, 19 mil, 765 firmas de declaración soberana para una asamblea constituyente, y el retorno seguro e incondicional del presidente en el exilio, Manuel Zelaya y unos 200 hondureños más, en el antepenúltimo escrutinio, en Juticalpa, Olancho.

FNRP llega al millón 250 mil firmas de declaración soberana.

El 13 de septiembre de 2010, en el penúltimo conteo global, realizado este domingo en Tegucigalpa, el FNRP, llegó a la meta de un millón, 250 mil declaraciones, y la sobrepasa en 19 mil 142 firmas, en sólo 120 días.

Lo que firma el soberano.

Cada ciudadano y cada ciudadana, declara y firma su voluntad para que “nos convoquemos a una Asamblea Nacional Constituyente”, a instalarse con una “mayoría popular” para redactar y aprobar una “nueva constitución” que “garantice” los derechos fundamentales, individuales y colectivos “de manera efectiva”, y democratice de manera “participativa” la vida del país, consigna el documento.


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3.
Nicaragua apoya lugar para Zelaya en el ParlacénRadio


La Primerísima. | 17 septiembre de 2010


El presidente de Nicaragua Daniel Ortega Saavedra compareció hoy ante los medios nacionales e internacionales junto a los ex-presidentes de Honduras José Manuel Zelaya Rosales y el de Panamá Martín Torrijos.

Los ex-mandatarios, que realizan una gira por la región, fueron acompañados por diputados del Parlamento Centroamericano (Parlacén) así como por la ex-primera dama hondureña Xiomara Castro y la señora madre de Zelaya

El presidente Daniel Ortega dió inicio a la rueda de prensa explicando que el ex-presidente Zelaya le comunicó su reconocimiento y el del Frente Patriótico de la Resistencia por la actitud de Nicaragua ante el golpe de estado del 28 de junio de 2009.

A continuación, el mandatario nicaragüense recordó que hace un año el ex-presidente Zelaya acompañó a las autoridades y al pueblo de Nicaragua en la celebración de las fiestas patrias y centroamericanas.

- Luego, el 21 de septiembre, él (Zelaya) ingresó a Honduras y se dio a conocer su presencia en la embajada de Brasil - todos conocemos ese largo período de resistencia en la embajada con la solidaridad del pueblo y gobierno brasileño, dijo el presidente.

El Comandante Daniel informó que en la reunión sostenida a puertas cerradas se habló sobre las maneras de los países centroamericanos para hacerle frente a amenazas a la unidad centroamericana como el golpe de estado contra Zelaya.

- Tenemos que ver cómo se pueden ir creando las condiciones para fortalecer y retomar la lucha por la integración centroamericana y la comunidad de naciones latinoamericanas y caribeñas que se discutirá el próximo año en Venezuela, expresó Ortega.

El mandatario dijo que "el proceso de integración centroamericana está seriamente fracturado. El Sica (Sistema de Integración Centroamericano) está fracturado".

El presidente dijo que hay que resolver esos problemas.

- Todo llegará a su debido tiempo. Hay una resistencia, un boicot a la resolución de los problemas. Nicaragua tiene relaciones bilaterales con todos los países, inclusive Honduras, pero a nivel multilateral no hay relaciones entre los países de la región, dijo el presidente.

- Los obstáculos a la integración son los que ejecutaron el golpe, los que lo propiciaron, y los que desde el exterior lo alentaron (...) hasta hubo un político europeo que vino a condecorar a ese golpista cuyo nombre no quiero mencionar (es decir, Roberto Micheletti), dijo Ortega.

El presidente Ortega concluyó su alocución expresando el apoyo de Nicaragua a Zelaya y su familia, dejándole la palabra al ex-mandatario hondureño.

Zelaya explicó en qué consiste el apoyo solicitado a Nicaragua:

- Nosotros solicitamos que se cumpla lo establecido en la Carta del Parlacén en el sentido de que los presidentes que entregan su mandato automáticamente reciben un lugar en el parlamento, y hemos recibido el apoyo del presidente Ortega para ello, dijo Manuel Zelaya.

Zelaya explicó que el Parlacén está destinado a jugar un papel muy importante en los procesos de integración de la región, y que su no-pertenencia al órgano legislativo es en sí una amenaza a los mecanismos de integración centroamericana.

Un periodista pidió al ex-mandatario que comentase los últimos informes desde Honduras según los cuales el Frente de la Resistencia (del cual Zelaya es su máximo líder) habría logrado recolectar 1 millón 342 mil firmas demandando que se den las garantías que permitan su retorno al país y que se llame a una Asamblea Constituyente.

- Ud está mejor informado que yo - dijo el ex-mandatario, qque reconoció no tener las cifras de última hora. El Frente hizo una manifestación el 15 de septiembre (día de la Independencia hondureña y centroamericana) con más de medio millón de personas. Esa manifestación fue violentamente reprimida, hubo un muerto por los gases. Lo que queremos es buscarle salidas a la crisis hondureña, que es una crisis estructural.

- El Frente es el movimiento que lleva la voz de la oposición. Hoy es perseguido; yo fui secuestrado y echado del pais por reivindicar una política que simpatiza con el socialismo. Hay que resolver el problema de mi retorno al país. Esas firmas son un llamado elocuente del pueblo, que quiere el retorno a Honduras del orden democrático y de los exiliados, dijo Zelaya.

A otra pregunta de los peridistas, Zelaya concretizó las demandas para resolver la crisis hondureña:

- Los jueces, magistrados y militares que nombró (el golpista Roberto) Micheletti fueron dejados en su cargo por (el actual presidente Porfirio) Lobo. Esos procesos judiciales en nuestra contra deben de parar. Un estado que destierra a su oposición no es una democracia. Lobo ha dicho que no objeta mi integración al Parlacén si eso va a ayudar a resolver la crisis. Quiero creer que eso es verdad.

El presidente Ortega dio por concluida la conferencia de prensa constatando que "el ex-presidente Zelaya está reclamando su derecho. Es él quien debe estar en el Parlacén y no el personaje ese" en referencia al golpista Roberto Micheletti.


http://www.soaw.org/img/original/repression.jpg
Policia Nacional asesino a anciano de 70 años.
4.

Un muerto y 31 personas detenidas saldo de la represión militar policial en San Pedro Sula


Red Morazánica de Información

Una persona muerta y 31 personas detenidas de forma ilegal, es el saldo de la represión ordenada por el gobierno de Reconciliación Nacional, que dirige Porfirio Lobo Sosa y ejecutada por policías y militares, según el Comité Para la Defensa de los Derechos Humanos en Honduras CODEH.

Se trata de Efraín López, un vendedor de lotería que se encontraba en el parque central de la ciudad de San Pedro Sula, al momento que la policía atacó de forma violenta a los miembros del Frente Nacional de Resistencia Popular FNRP, que disfrutaban de un concierto del grupo musical Café Guancasco.

La muerte de Efraín López ocurre a siete días de cumplirse un año de la muerte de Wendy Ávila, producto también de los gases lacrimógenos, lanzados por la policía y los militares en la sede de la embajada brasileña un día después del ingreso al país del Presidente Manuel Zelaya Rosales.

En la arremetida del miércoles, fueron detenidas 29 personas quienes fueron puestas en libertad en horas de la tarde, por un Juez Ejecutor nombrado por la Corte de Apelaciones de la ciudad al resolver un recurso de Habeas Corpus, mientras que tres menores de edad fueron detenidos en la ciudad de Choluteca de los que se desconoce su situación.

Se trata de José Luis Escoto Solano, (15) Giovanni Misael Paz Valladares (15), y José Moisés Padilla (16), aparentemente también hay personas de la Fuerza Universitaria Revolucionaria FUR.

El ataque con saña ha sido calificado por Pavel Núñez miembro del grupo musical como un ataque a la cultura, que refleja.

Represión brutal en San Pedro Sula.

“¿Cuál independencia?” es la pregunta que se hacen hoy los integrantes del grupo musical “Café Guancasco”, que desarrollaba un concierto con motivo de las fiestas patrias, cuando fueron brutalmente reprimidos.

Según el relato de los integrantes del grupo musical, mientras ofrecían el concierto junto a miles de personas, entre las cuales había niños y niñas, acianos y ancianas, que disfrutaban de la presentación en forma pacífica, fueron atacados por policías y militares.

“A poco menos de 10 minutos de comenzada la función, los órganos represores atacaron directamente el espacio en donde nos encontrábamos, lanzando bombas lacrimógenas al escenario y a todo el perímetro en donde se desarrollaba la actividad, seguidamente rociaron con agua y gas todo el equipo de audio y los instrumentos, lanzando de la tarima y robando muchas partes del mismo”.

La gente estaba en el parque central para un concierto de pronto la policía empezó arrojar bombas lacrimógenas, los jóvenes buscaron resguardarse en radio Uno y la policía arrojo gases lacrimógenos.

Después de la agresión, el grupo musical partidario de la Resistencia denuncia el robo y el daño de los equipos alquilados.

Le quiebran cuatro dientes a dirigente juvenil

Cuando los militares y policías empezaron la agresión, la gente no encontraba para donde escapar, muchos corrieron hasta las instalaciones de Radio Uno, pero hasta allí llegó la brutalidad de los represores.

Después de llenar de gases lacrimógenos las instalaciones de la Radio, fue sacado el dirigente juvenil de la organización Ja Ja, Ernesto Bardales, a quien le quebraron cuatro de sus dientes.

Agresión a Radio Uno

Radio Uno es una radioemisora propiedad de una cooperativa de comunicadores, que funciona como la única escuela de loción en el país que tiene medidas cautelares ordenadas por la Corte Interamericana de Derechos Humanos CIDH.

Para organismos de derechos humanos como el CODEH, la agresión es un acto que demuestra que el sistema bajo el que estamos viviendo es de irrespeto a la ley y de impunidad institucionalizada.

Por un lado hay un discurso supuestamente de paz, pero hay una práctica de agresión sistemática a los derechos humanos, señala Andrés Pavón.

Después del golpe de Estado, se reportan por miles las violaciones a derechos humanos, incluidos más de 160 personas asesinadas por los aparatos de seguridad del Estado y algunos grupos financiados por los empresarios, que cuentan con la aquiescencia del Estado.

Los periodistas también son victimas permanentes del golpismo en Honduras.

Fuente: http://www.resistenciahonduras.net/index.php?option=com_content&view=article&id=1115:un-muerto-y-31-personas-detenidas-saldo-de-la-represion-militar-policial&catid=95:resistencia&Itemid=334

http://www.dw-world.de/image/0,,4963841_1,00.jpg

5.
Militarización en Tegucigalpa
Mario Casasús

Defensores en línea/Rebelión

El primer cuadro de la ciudad amaneció tomado por la Policía Nacional y militares con armas de alto calibre, en cada esquina -desde la Catedral, hasta el Barrio de la Plazuela- patrullaron en equipos de 4 a 6 uniformados. La tensa calma -horas antes de la marcha de la Resistencia- se vio interrumpida con enormes contingentes que bloqueaban el paso en puntos estratégicos de la capital hondureña, incluso los reservistas del ejército marcharon en un acto de intimidación.

El área inmediata al Estadio Nacional de Fútbol era un bunker, barreras de hierro forjado, tanquetas y los destacamentos de distintas partes del país convirtieron al Barrio Morazán en un Estado de sitio. A la altura del final de la multitudinaria marcha de la Resistencia, una tanqueta lanza-agua merodeaba, acompañada por las fuerzas especiales (conocidas como Cobras) acosaron a los pacíficos manifestantes. La situación se repitió en el desvío del Bulevar Morazán hacía el centro histórico, otra tanqueta, barreras metálicas y un convoy militar vigilaron con nerviosismo la marcha.

Las guardias con asaltaron Tegucigalpa fueron replegadas, sólo la Catedral tenía un policía cada 3 metros, al igual que la Alcaldía. El síntoma de la descomposición de las Fuerzas Armadas se visualizó cuando no pudieron resguardar la estatua de Francisco Morazán en el Parque Central, jóvenes de la Resistencia escalaron el pedestal y el bronce ecuestre, izaron la bandera del Frente Nacional de Resistencia Popular (FNRP) y colgaron a un gorila de peluche en la espada del Libertador de Centroamérica.

Los milicos salieron corrieron de sus puestos, ante la lluvia de flores que desprendía la Resistencia de las coronas fúnebres que llevó el régimen de Lobo, la plaza fue recuperada e iniciaron los discursos del FNRP. A diferencia de San Pedro Sula, donde los militares y la Policía Nacional reprimieron la concentración pacífica, durante la participación del grupo musical Café Guancasco, los organismos de Derechos Humanos reportan un compañero muerto por intoxicación, por consecuencia del gas lacrimógeno; varios compañeros y compañeras golpeadas por la policía, niños intoxicados y la infraestructura del concierto destruida; y a pesar de las medidas cautelares que tenía Radio Uno –emisora de San Pedro Sula- fue allanada por la policía y bombardeada por gases lacrimógenos.

El régimen de Lobo no respetó la vida ni los Derechos Humanos en el día de la Independencia de España (15 de septiembre de 1821), los militares y la policía actuaron con total impunidad y saña en contra de la población que pacíficamente festejaba a la Patria. De la intimidación vivida en Tegucigalpa, pasamos a la feroz represión en San Pedro Sula. Desde COFADEH y Defensoresenlinea.com hacemos un llamado a la comunidad internacional, a los colegas de la prensa y a los compañeros defensores de los Derechos Humanos para que se pronuncien sobre la sistemática represión orquestada por el régimen de Lobo Sosa.

Rebelión ha publicado este artículo con el permiso del autor mediante una licencia de Creative Commons, respetando su libertad para publicarlo en otras fuentes.

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Llorens continua dando instrucciones para reprimir al Frente Nacional de Resistencia
6.
La movilización del pueblo aterroriza al gobierno espurio de Porfirio Lobo


Red Morazánica de Información

Eduardo Galeano y Solidaridad Uruguaya: La movilización del pueblo aterroriza al gobierno espurio de Porfirio Lobo

Red Morazánica de Información

Tegucigalpa. 17 Septiembre 2010. “Para nosotros resulta evidente que la movilización del pueblo aterroriza al gobierno espurio de Porfirio Lobo y a las fuerzas de derecha que él mismo representa”, expresó, ayer, el Comité Uruguayo de Solidaridad con el Pueblo de Honduras, en mensaje de aliento al Frente Nacional de Resistencia Popular (FNRP), por la “brutal represión” sufrida en San Pedro Sula.

Y continua el comunicado, firmado por 29 miembros que encabeza Eduardo Galeano: “por eso es que apuestan a sembrar el terror; por su parte ustedes apuestan al coraje, y a que el mismo se contagia y expande. En esa pugna, no tenemos dudas que más temprano que tarde el pueblo vencerá”.

El Comité, envía “su mensaje de solidaridad y aliento”, una vez que se han enterado “de la brutal represión ejercida contra la multitudinaria movilización celebrada en el día de ayer en San Pedro Sula, que arrojó el saldo de un muerto, decenas de heridos y numerosos detenidos trasladados con rumbo desconocido”.





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Este es un grupo de correos de amigos de la Organizacion Politica Los Necios. Creemos en el debate, en el ejercicio de opinar y difundir pensamiento revolucionario, sentimiento humano. Tambien para hacer acopio de ideas, observaciones, criticas y pensamientos que contribuyan con la construccion de una nueva sociedad hondureña y centro americana, que a la vez nuestra luz crezca y se comparta con el mundo.

¡Venceremos!
¡Necedad!



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