Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sábado, 4 de setembro de 2010

Luta Virtual: Pela Verdade, pela Justiça e pela Democracia

Pela Verdade, pela Justiça e pela Democracia

Como agir:
 
 
  1. Da luta em curso
 
O Setembro de Fogo de 2010 definirá o futuro do Brasil. De um lado, armam-se os grupos do terrorismo midiático, representado pela composição política tucano-demista, pelo consórcio Globo-Folha-Estado-Abril e por variadas células de sabotagem informativa que atuam de acordo com os interesses de movimentos anti-democráticos e de defensores da restauração do regime militar.
 
De outro, estamos nós, os cidadãos trabalhadores, os defensores da verdade, da justiça e da democracia.
 
Deste lado da trincheira, erguem-se todos que defendem os princípios de liberdade, igualdade e fraternidade.
 
Neste território, lutam os que desejam um país marcado pelo desenvolvimento compartilhado, pela sustentabilidade e pelo respeito à vontade popular.
 
Neste mês de guerra, o embate se trava entre dois grupos distintos. Um deles procura desesperadamente fraudar o processo eleitoral e incitar o ódio entre os brasileiros, valendo-se dos meios de comunicação. Luís XIV sentenciava: o Estado sou eu. Hoje, o consórcio midiático monopolista pretende exercer no Brasil esse mesmo poder, sem limites.
 
Trata-se de um cartel avesso à verdade, aos princípios republicanos e, obviamente, ao que se convencionou chamar de Estado de Direito.
 
Contra a barbárie midiática devem se levantar imediatamente todos os cidadãos responsáveis e dignos deste país.
 
Portanto, faz do teu teclado uma metralhadora de boas idéias. Uma metralhadora que não espalha a morte, mas que defende a vida. Uma metralhadora que resiste ao terrorismo dos latifundiários da comunicação e aos políticos que procuram, a todo custo, desestabilizar o país e aqui instaurar a cultura do fascismo.
 
 
  1. A quarta tentativa de Golpe contra a Democracia
 
Nesta década, as forças do atraso anti-democráticas, fascistas e fascitizantes já tentaram burlar o processo democrático em outras três ocasiões. A saber:
 
a)     durante a apuração do caso que a imprensa apelidou de Mensalão, no qual a regra tradicional de troca de favores na política brasileira foi transformada em exceção para criminalizar um partido e um presidente da República;
 
b)     no processo eleitoral de 2006, com a construção do factóide relativo ao suposto dossiê que exibia o lado B de José Serra;
 
c)      após a queda do avião da TAM, em São Paulo , quando políticos do PSDB-DEM-PPS, empresários (como o presidente Phillips no Brasil) e marionetes do consórcio midiático, como Ana Maria Braga e Regina Duarte, procuraram instrumentalizar a dor dos familiares das vítimas para tentar um Golpe de Estado.
 
 
O quarto atentado contra a Democracia e o Estado de Direito
 
Neste Setembro de Fogo, o consórcio Globo-Folha-Estado-Abril procura novamente intervir no processo eleitoral, ignorando o debate programático entre os candidatos e a comparação de realizações, optando pela promoção de ritos acusatórios e persecutórios contra a candidata líder nas pesquisas.
 
Desta vez, o consórcio Globo-Folha-Estado-Abril e seu candidato, José Chirico Serra, encetam golpe por meio do factóide relacionado à Receita Federal, requentando um caso ocorrido no segundo semestre de 2009.
 
O artifício visa a destruir reputações, atiçar ódios, fraudar o desejo do povo brasileiro, sequestrar o país novamente às trevas da privataria, removê-lo do trilho do desenvolvimento e atirá-lo de volta ao cativeiro das oligarquias transnacionais, cujo interesse manifesto é a pilhagem do patrimônio público.
 
 
 
  1. Pensamento do terrorismo midiático neste Setembro de Fogo
 
Depois de oito anos de Governo Lula, os neoconservadores foram derrotados na batalha do desenvolvimento.
 
Mesmo enfrentando inúmeros atos de sabotagem, tanto no plano parlamentar quanto no plano midiático, as forças democráticas realizaram um estupendo trabalho de fortalecimento da economia e de distribuição de riquezas, gerando oportunidades e inclusão social.
 
A comparação dos números mostra claramente que o projeto neoliberal privatista de FHC fracassou, enquanto o projeto de crescimento compartilhado de Lula constitui-se em um caso de sucesso de gestão, mundialmente elogiado e reconhecido.
 
A constatação dessa derrota gerou na direita brasileira uma trinca de sentimentos:
 
- inveja;
 
- medo;
 
- ódio.
 
A inveja, o ódio e o desespero marcam, por exemplo, todos os discursos do candidato do PSDB à presidência, José Chirico Serra.
 
Esses elementos também podem ser encontrados diariamente nas declarações de políticos neocons, ou simplesmente reacionários, como Sérgio Guerra, Álvaro Dias e Roberto Freire.
 
A inveja, o medo e o ódio frequentemente conduzem o individuo ao DESESPERO.
 
E o desespero autoriza o indivíduo a burlar a lei, a mentir e a desprezar valores e princípios.
 
Esse fenômeno ocorre aqui e agora. Todos os dias, o cidadão brasileiro é insultado e agredido pela frente tucano-demista, pelo consórcio Globo-Folha-Estado-Abril e pelas células de extrema-direita saudosas da Ditadura Militar.
 
 
  1. Os venenos do terrorismo tucano-midiático neste momento
 
 
Três ferramentas têm sido utilizadas nos atos de sabotagem protagonizados pelo grupo PSDB-DEM-PPS, pelo consórcio midiático golpista (liderado pelo Instituto Millenium) e pelas células radicais de direita:
 
a) A avalanche de reportagens, matérias e comentários de cunho terrorista presentes no consórcio Globo-Folha-Estado-Abril, cujo conteúdo calunioso e difamatório é replicado por inúmeros outros veículos de imprensa por todo o país.
 
b) Os discursos terroristas proferidos diariamente pelos políticos da frente tucano-demista, quase sempre ladinamente descolados da realidade, quase sempre destinados a incitar ódios e revoltas.
 
c) O bombardeio diário de spams terroristas via Internet, obra de funcionários contratados pelas agremiações políticas e de uma rede de colaboradores voluntários empenhados em promover sabotagens no campo da informação.
 
 
 
  1. Para onde olhar na defesa da democracia
 
Entre outro, guarde os nomes destas pessoas, e esteja atento a seus movimentos neste Setembro de Fogo:
 
Ali Kamel, Eurípedes Alcântara, Diogo Mainardi, Eliane Cantanhede, Alberto Carlos Almeida, Eduardo Graeff, Boris Casoy, Merval Pereira, Ricardo Noblat, Monica Waldvogel, William Waack, William Bonner, Otavio Frias Filho, Leandro Colon, Ruy Mesquita, Reinaldo Azevedo, Josias de Souza, João Carlos Saad, José Roberto Gazzi, Carlos Alberto Sardenberg, Augusto Nunes, Lauro Jardim, Leandro Loyola, Eumano Silva, Leonel Rocha, Helio Gurovitz, David Cohen, Mario Sabino, Roberto Civita, Mirian Leitão e José Nêumanne.
 
 
  1. Tipificação dos crimes cometidos pelos terroristas midiáticos
 
No campo das mídias monopolistas (portais, sites e blogues), das redes sociais (Orkut, Twitter, Facebook, entre outros) e dos disparadores automáticos de e-mails  têm sido cometidos inúmeros CRIMES VIRTUAIS.
 
Normalmente, enquadram-se em uma das cinco categorias seguintes:
 
a)     Calúnia trata-se de afirmação falsa e ofensiva a respeito de alguém ou de instituição. Define-se como o ato de atribuir, de forma falsa, a alguém a responsabilidade pela prática de um crime.
 
b)     Difamação trata-se de atribuir a alguém envolvimento em situação ou ato ofensivo a sua reputação e honra. O objetivo do criminoso, nesse caso, é ferir a moral da vítima e torná-la passível de descrédito perante a opinião pública.
 
c)      Injúria trata-se de atribuir à vitima atributos negativos, de forma a ofender sua honra e dignidade. O objetivo do insulto é abater moralmente o indivíduo alvo do ataque.
 
d)     Falsidade Ideológica trata-se de fraude, de adulteração de documento a fim de se obter vantagem ou prejudicar direito, criar uma obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.
 
e)     Fraude trata-se de ato com objetivo deliberado de enganar com o objetivo de prejudicar um indivíduo ou dele obter vantagens de maneira injusta. A fraude jornalística, por exemplo, é costumeiramente praticada no Brasil, sem que seus autores sejam submetidos aos rigores da Justiça.
 
A mídia monopolista como fonte primária
 
Vale lembrar que muitas vezes os hoaxes (histórias falsas de Internet) são gerados a partir de reportagens jornalísticas que envolvem invenção, exagero, minimização, interpretação tendenciosa ou seleção desonesta de fatos, quase sempre destinados a abalar a reputação de pessoa ou instituição.
 
Nesse particular, os terroristas brasileiros são mestres e criaram uma série de narrativas que são distribuídas impunemente pela Internet, todos os dias, aos milhões.
 
Convém lembrar algumas dessas peças e as acusações que oferecem a conhecidos membros do governo e agremiações políticas.
 
Agravo à reputação Segundo uma série de textos de sabotagem, Dilma Rousseff foi terrorista, assaltou bancos, matou o soldado Mario Kosel Filho e tinha como terceira ocupação oferecer serviços sexuais a guerrilheiros.
 
Nesse caso, a expedição massiva de hoaxes tive início com a publicação da falsa ficha da Sra. Rousseff, publicada pelo jornal Folha de S. Paulo. Na verdade, conforme documentos oficiais, a candidata do PT à presidência jamais esteve associada a essas ações e nunca foi sequer julgada com base nessas acusações.
 
Vale lembrar ainda que os fatos ligados ao período da Ditadura Militar são deliberadamente descontextualizados, de forma que os militares que torturavam, estupravam e assassinavam aparecem como paladinos da lei, enquanto os resistentes são enquadrados na categoria dos crimes comuns.
 
Há uma falsa informação divulgada insistentemente nesse material, repetida até mesmo por personalidades, com o ex-humorista Chico Anysio. Dá conta de que Dilma estaria impedida de entrar nos EUA por ter seqüestrado um embaixador daquele país.
 
Na verdade, Dilma jamais esteve envolvida em qualquer ação do tipo, viajou várias vezes aos EUA e até mesmo já se encontrou com o presidente daquele país, Barack Obama.
 
Convém também frisar que ninguém ainda foi detido por criar e distribuir esse material criminoso, fato que exigiria um protesto ruidoso da sociedade.
 
 
Deturpação deliberada - Uma outra série de hoaxes procura adulterar fatos e números relativos ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Afirma-se, por exemplo, que em sua gestão foram criados apenas 4 milhões de empregos, quando na verdade esse número supera os 14 milhões.
 
Afirma-se que o Luz para Todos é um programa de FHC. Trata-se de uma inverdade. O ex-presidente lançou um programa denominado Luz no Campo, com cobrança de taxa de instalação. Em três anos, de 2000 a 2003, não atingiu a meta de levar energia a 1 milhão de famílias no Interior do país. Fracassou.
 
O Luz para Todos, ao contrário, sem cobrança de taxa de instalação, já superou suas metas e levou energia para 12 milhões de brasileiros.
 
Inúmeras peças ficcionais circulam pela Internet com o objetivo de deturpar o entendimento público sobre as obras do Governo Federal e sobre o desempenho da economia brasileira.
 
Comumente, no que tange a Lula, a deturpação vem acompanhada de calúnia e difamação.
 
Também não há notícias de que membros do consórcio midiático, dos partidos neoconservadores ou das células de direita radical tenham sido responsabilizados e punidos.
 
 
  1. Como reagir ao terrorismo midiático privado
 
a) No caso de material jornalístico falso, ofensivo ou tendencioso, questionar imediatamente (por e-mail ou preenchimento de formulário específico) o veículo de imprensa e o profissional responsável pelo texto ou reportagem televisiva/radiofônica.
 
b) Todos os grandes veículos têm uma área para manifestação dos leitores e ou comunicação de erros. Alguns também disponibilizam e-mails dos responsáveis por editorias. Normalmente, esses endereços estão listados na página de expediente. Envie sua mensagem por todos eles.
 
c) Manifeste concretamente sua indignação, sempre que necessário, também nos fóruns de leitores que são formados abaixo das matérias publicadas nos portais dos órgãos de comunicação.
 
d) Faça uma cópia de sua manifestação e a repasse imediatamente à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), neste endereço: http://www.fenaj.org.br/contato.php. Comunique também a Associação Nacional de Jornais (ANJ), neste endereço: http://www.anj.org.br/fale-conosco ou pelo e-mail anj@anj.org.br.
 
e) É provável que você não obtenha qualquer resposta dos órgãos representativos, mas é importante que esses elementos saibam que a sociedade está vigilante.
 
f) Compartilhe sua bronca com seus amigos próximos e com os principais canais de resistência midiática. Segue uma pequena lista de contatos com os responsáveis pelos canais limpos de informação.
 
Jornalista Rodrigo Vianna - escrevinhador.rv@hotmail.com
 
Jornalista Luiz Carlos Azenha - viomundoteve@msn.com; viomundo@msn.com
 
Grupo Beatrice - beatrice.lista@elo.com.br
 
Movimento dos Sem Mídia Eduardo Guimarães - edu.guim@uol.com.br
 
redecastorphoto - castorphoto@gmail.com
 
 
Movimento Credibilidade e Ética credibilidadeeetica@gmail.com
 
Paulo Henrique Amorim - phamorim@uol.com.br
 
 
  1. Como reagir ao terrorismo midiático na Internet
 
a) Tenha paciência. Você não vai conseguir suspender a ação desses elementos. Eles têm a cobertura de sigilo de grandes grupos midiáticos que controlam a maior parte dos provedores nacionais.
 
b)  Tenha mais paciência. Há neste Setembro de Foto pelo menos 700 pessoas contratadas pelos grupos políticos neofascistas para distribuir hoaxes e trollar (desvirtuar gerando confusão e intriga) debates em redes sociais. Muitas dessas pessoas são temporários, contratados em períodos eleitorais para fazer o jogo sujo da Internet. Outras são emprestadas por parlamentares. Ou seja, ganham do cidadão, isto é, são pagas por você, mas trabalham exclusivamente em campanhas criminosas de desconstrução de reputações pela Internet. Neste momento, os grupos de coordenação de sabotagem estão pagando entre R$ 0,25 e R$ 0,50 por intervenção em rede social para o chamado pelotão de reforço.
 
c)  Não compre briga com o remetente do e-mail. Muitas vezes, é um registro vazio, isto é, uma máquina disparadora. Além disso, é conveniente que você continue recebendo esse material e, assim, identifique as táticas dos grupos terroristas.
 
d) Quando houver suspeita de crime virtual, envie imediatamente cópia do material para as autoridades da área.
 
Alguns canais para que você solicite investigação e apuração da mensagem.
 
 
 
São Paulo Delegacia Eletrônica - 4dp.dig.deic@policiacivil.sp.gov.
 
 
Distrito Federal: DICAT - dicat@pcdf.df.gov.br
 
Minas Gerais: DERCIFE - dercifelab.di@pc.mg.gov.br
 
Paraná Polícia Civil - cibercrimes@pc.pr.gov.br
 
Secretaria Nacional de Comunicação do PT - snc@pt.org.br
 
 
  1. Exerça seu direito e torne-se um soldado responsável pela defesa do Brasil
 
Neste Setembro de Fogo, não há mais tempo para a hesitação e a condescendência.
 
É necessária a mobilização de cada cidadão digno.
 
Se você se você se encanta com a liberdade e a fraternidade, se você tem apreço por valores e princípios humanistas, se você se preocupa com o desenvolvimento do país e com o futuro de seus filhos, é hora de agir!
 
Todos os dias, reserve pelo menos uma hora para ler atentamente o material do consórcio oligarca terrorista e para desarmar cada artefato explosivo armado pelas gangues da desinformação. Obtenha informação descontaminada em sites como estes: www.viomundo.com.br e http://www.conversaafiada.com.br.
 
Escreva diariamente para todos os jornais e emissoras.
 
Participe ativamente dos fóruns no jornais e emissoras.
 
Por pelo menos 30 minutos, participe ativamente das discussões no Orkut, Twitter e outras redes sociais.
 
Rebata inverdades, denuncie falsidades, indigne-se.
 
Denuncie a todos os órgãos competentes a prática de crimes virtuais.
 
Procure dividir seu conhecimento com vizinhos, amigos, parentes e colegas de trabalho. Trabalhe para despertar os brasileiros do transe imposto pela mídia monopolista.
 
Mauro Carrara, com Credibilidade & Ética
 
* Se já roubaram uma flor, não permita que agora pisem nosso jardim.
 
 
  Enviado por Jacob Blinder

Leonardo Boff: consolidar a derrota das elites é o significado maior desta eleição

Leonardo Boff

Para mim o significado maior desta eleição é consolidar a ruptura que Lula
e o PT instauraram na história política brasileira. Derrotaram as elites
econômico-financeiras e seu braço ideológico a grande imprensa comercial.
Notoriamente, elas sempre mantiveram o povo à margem da cidadania, feito,
na dura linguagem de nosso maior historiador mulato, Capistrano de
Abreu,”capado e recapado, sangrado e ressangrado”. Elas estiveram montadas
no poder por quase 500 anos. Organizaram o Estado de tal forma que seus
privilégios ficassem sempre salvaguardados. Por isso, segundo dados do
Banco Mundial, são aquelas que, proporcionalmente, mais acumulam no mundo
e se contam, política e socialmente, entre as mais atrasadas e
insensíveis. São vinte mil famílias que, mais ou menos, controlam 46% de
toda a riqueza nacional, sendo que 1% delas possui 44% de todas as terras.
Não admira que estejamos entre os países mais desiguais do mundo, o que
equivale dizer, um dos mais injustos e perversos do planeta.

Até a vitória de um filho da pobreza, Lula, a casa grande e a senzala
constituíam os gonzos que sustentavam o mundo social das elites. A casa
grande não permitia que a senzala descobrisse que a riqueza das elites
fôra construida com seu trabalho superexplorado, com seu sangue e suas
vidas, feitas carvão no processo produtivo. Com alianças espertas,
embaralhavam diferentemente as cartas para manter sempre o mesmo jogo e,
gozadores, repetiam: "façamos nós a revolução antes que o povo a faça". E
a revolução consistia em mudar um pouco para ficar tudo como antes.
Destarte, abortavam a emergência de um outro sujeito histórico de poder,
capaz de ocupar a cena e inaugurar um tempo moderno e menos excludente.
Entretanto, contra sua vontade, irromperam redes de movimentos sociais de
resistência e de autonomia. Esse poder social se canalizou em poder
político até conquistar o poder de Estado.

Escândalo dos escândalos para as mentes súcubas e alinhadas aos poderes
mundiais: um operário, sobrevivente da grande tribulação, representante da
cultura popular, um não educado academicamente na escola dos faraós,
chegar ao poder central e devolver ao povo o sentimento de dignidade, de
força histórica e de ser sujeito de uma democracia republicana, onde “a
coisa pública”, o social, a vida lascada do povo ganhasse centralidade. Na
linha de Gandhi, Lula anunciou: “não vim para administrar, vim para
cuidar; empresa eu administro, um povo vivo e sofrido eu cuido”. Linguagem
inaudita e instauradora de um novo tempo na política brasileira. A “Fome
Zero”, depois a “Bolsa Família”, o “Crédito consignado”, o “Luz para
todos”, a “Minha Casa, minha Vida, a “Agricultura familiar, o “Prouni”, as
“Escolas profissionais”, entre outras iniciativas sociais permitiram que a
sociedade dos lascados conhecesse o que nunca as elites
econômico-financeiras lhes permitiram: um salto de qualidade. Milhões
passaram da miséria sofrida à pobreza digna e laboriosa e da pobreza para
a classe média. Toda sociedade se mobilizou para melhor.

Mas essa derrota inflingida às elites excludentes e anti-povo, deve ser
consolidada nesta eleição por uma vitória convincente para que se
configure um “não retorno definitivo” e elas percam a vergonha de se
sentirem povo brasileiro assim como é e não como gostariam que fosse.
Terminou o longo amanhecer.

Houve três olhares sobre o Brasil. Primeiro, foi visto a partir da praia:
os índios assistindo a invasão de suas terras. Segundo, foi visto a partir
das caravelas: os portugueses “descobrindo/encobrindo” o Brasil. O
terceiro, o Brasil ousou ver-se a si mesmo e aí começou a invenção de uma
república mestiça étnica e culturalmente que hoje somos. O Brasil
enfrentou ainda quatro duras invasões: a colonização que dizimou os
indígenas e introduziu a escravidão; a vinda dos povos novos, os
emigrantes europeus que substituiram índios e escravos; a industrialização
conservadora de substituição dos anos 30 do século passado, mas que criou
um vigoroso mercado interno e, por fim, a globalização
econômico-financeira, inserindo-nos como sócios menores.

Face a esta história tortuosa, o Brasil se mostrou resiliente, quer dizer,
enfrentou estas visões e intromissões, conseguindo dar a volta por cima e
aprender de suas desgraças. Agora está colhendo os frutos.

Urge derrotar aquelas forças reacionárias que se escondem atrás do
candidato da oposição. Não julgo a pessoa, coisa de Deus, mas o que
representa como ator social. Celso Furtado, nosso melhor pensador em
economia, morreu deixando uma advertência, título de seu livro A
construção interrompida(1993):”Trata-se de saber se temos um futuro como
nação que conta no devir humano. Ou se prevalecerão as forças que se
empenham em interromper o nosso processo histórico de formação de um
Estado-nação”(p.35). Estas não podem prevalecer. Temos condições de
completar a construção do Brasil, derrotando-as com Lula e as forças que
realizarão o sonho de Celso Furtado e o nosso.


Enviado por Tetê Bezerra

SERRA PROCURA ESPECIALISTA EM GOLPES - OFERECE BOM SALÁRIOM, DIREITO A PROPINA E STATUS DE MINISTRO

SERRA PROCURA ESPECIALISTA EM GOLPES – OFERECE BOM SALÁRIO, DIREITO A PROPINA E STATUS MINISTRO


Laerte Braga


Um dos grandes problemas do candidato José Arruda Serra é que quando a coisa aperta e tem estado muito apertada é que no auge do desespero morde a língua. E ai até recobrar o pleno sentido e as faculdades do que está à sua volta o aperto aumentou mais ainda.

José Arruda Serra não tem o menor interesse em que seja apurado o caso da violação do sigilo de sua filha. Pelo contrário. Ao lado do crime – violação de sigilo – vão aparecer as grossas trapaças feitas ao longo dos mandatos exercidos pelo candidato tucano e isso é pior que aquela coceira que volta e meia dá nas costas e a mão não alcança. Ou na ponta do nariz, num momento que as mãos estão longe de poder alcançá-lo, o nariz óbvio.

O estrago vai ser maior ainda quando, no curso das investigações, ficar provado que José Arruda Serra está provando do próprio veneno e o fogo é fogo amigo. A disputa é entre tucanos.

Aí a vaca vai para o brejo de vez.

Pré-candidato do PSDB montou um dossiê contra o mineiro Aécio Neves para afastá-lo do páreo e agora recebe o troco. Aécio, nesse momento, está que nem passarinho na muda, não fala nada. Digamos que seja o troco, ou com algum esforço, legítima defesa.

O pior é que não pode disparar sua metralhadora que cospe saraivadas de mentiras, histerismos, dor de cotovelo como diz Lula, contra os verdadeiros autores do crime de violação de sigilo.

É simples entender isso. Grandes empresas, bancos, latifundiários compram através de marginais comuns, caso do contador que foi buscar os dados da filha de Arruda Serra por várias razões. Para dar um jeito de mudar eventuais situações “desconfortáveis” através de funcionários corruptos (minoria), ou para chantagear governantes. É a partir daí que obtêm obras, contratos de fornecimento, vantagens como doações de terreno público (Arruda Serra doou uma área valendo milhões para a REDE GLOBO em pleno centro da capital paulista), etc.

O prefeito tucano de Juiz de Fora, MG, envolvido no mensalão, corrupto de carteirinha, vai privatizar até o banheiro público do principal parque da cidade. Centenário, coisa simples, mas sempre rende algum, ainda mais para quem tem secretários que colecionam propinas quaisquer que sejam os valores, até centavos.

É a carta de “princípios” do tucanato. O ex-secretário de Saúde de Minas (roubou tudo o que podia) deve ser o mais votado candidato a deputado federal no Estado. Comprou prefeitos, vereadores, usou a máquina da Secretaria.

É regra geral do tucanato, o dito ex-secretário não ganha, em condições normais, para síndico de prédio.

A propósito, o dilema de Minas Gerais é cair num buraco sem fim, ou vagar pelo espaço sem perspectiva de volta. A dupla Anastasia e Hélio Costa, os dois candidatos ao governo com melhor desempenho nas pesquisas de intenções de votos são duas lástimas lato senso.

E num Estado que já foi governado por Milton Campos, Juscelino, Tancredo Neves e antes por Artur Bernardes, Olegário Maciel, ptuz, está virando um Espírito Santo da vida.

Falo do antigo Estado do Espírito Santo, hoje um latifúndio de propriedade de companhias predadoras como a ARACRUZ, a VALE, a SAMARCO, sob a batuta de um dos gangsteres mais frios e perigosos da história daquele antigo Estado, o tal Paulo Hartung.

O dilema por lá também é trágico. Se ficar o bicho pega, se correr o bicho come.

E outros, estou citando dois.

A essa altura do campeonato, em que para José Arruda Serra vale tudo, o feio é perder, o candidato tucano está procurando especialista em golpes, marqueteiro capaz de fazer milagre na produção de mentiras eficientes, farsas proveitosas, toda e qualquer forma de vilania possível, para tentar salvar os “negócios”.

Num espaço entre os impropérios que dedica ao seu companheiro de partido Aécio Neves e os sorrisos que se vê forçado a mostrar quando em contato com meia dúzia de eleitores, enquanto desinfeta a mão com álcool (afinal tem que cumprimentar pessoas comuns), Arruda Serra se junta com o pessoal da GLOBO e trama.

Tentam a trama perfeita.

Um jeito de virar o jogo, nem que seja se lambuzando de mais sujeira (são sujos por gênese). E olha que têm especialistas de alto calibre. Orestes Quércia em São Paulo. William Bonner e Ali Kamel no Rio. Roberto Freire (esse, pensando bem é de baixo calibre, no máximo puxa saco a troco de um cargo de conselheiro a 12 mil por mês, barato).

O jeito vai ser procurar auxílio nos super classificados da FOLHA DE SÃO PAULO e do ESTADO DE SÃO PAULO, num anúncio claro e direto.

“Candidato a presidente, perdido e tonto em meio a constantes quedas nas pesquisas, sem rumo e direção, sem programa, mas com fartos recursos oriundos de muitos “negócios”, procura especialista em golpes eleitorais, em fabricar mentiras que virem verdades e se integre à melhor equipe de canalhas da política brasileira. Oferece ótimo salário, direito a propinas se o objetivo for alcançado e status de ministro. Garantia de impunidade no caso de reverter o caos eleitoral que vive. Informações para este anúncio sob o número 000171, com currículo que demonstre a capacidade para operar milagres”.

Como não é o rei Artur, a távola de Arruda Serra não é redonda, mas xadrez (bem mais adequada) e não dispõe na corte tucano/DEM de um mago padrão Merlin, a tarefa fica cada dia mais difícil.

Vai ter que, com certeza, que confiar na capacidade de inventar fatos da REDE GLOBO. Um sucedâneo para a fajuta caravana da cidadania, algo desse naipe, mesmo assim com riscos, já que o filme da GLOBO, a cada eleição, vai sendo queimado, afinal ninguém é idiota a ponto de acreditar naquele monte de “boas intenções”, “intenções democráticas”.

Veja o caso do pedido de cassação do registro da candidatura Dilma Roussef. Como os marqueteiros de Arruda Serra chegaram à conclusão que cassar poderia relembrar os velhos tempos da barbárie militar, o JORNAL NACIONAL trocou o nome da petição. Ao invés de cassação, investigação. Pedido de investigação, que, diga-se de passagem, foi negado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Tem que ser um cara assim, o tal especialista, capaz de manipular com mais eficiência que a turma da GLOBO.

De qualquer forma, é bom ter olho vivo nas pesquisas do DATA FOLHA e do IBOPE. De repente a mão direita escapa e os números são trocados.

Essa turma desentorta banana.

Quem sabe tentar medida extrema. Paulo Hartung, governador do antigo Espírito Santo, quando se vê encurralado, sem saída, contrata meia dúzia de pistoleiros e manda matar juiz, some com precatórios, ou até agentes do MOSSAD.

Esses quando chegam, desembarcam com passaportes oficiais e nomes falsos e garantem eliminação de todos os inimigos. O grupo terrorista faz parte do time tucano mesmo, o preço sai com desconto. Tipo assim levam vinte por centro da PETROBRAS, uns cinco do BANCO DO BRASIL e direitos sobre o Aqüífero Guarani.

O grande irmão de Washington/Wall Street fica com o resto.

Aqueles programas que a GLOBO apresenta por volta das cinco da manhã voltados para a “educação”, com dinheiro público, do contrário fica contra o governo ensinam os brasileiros a falar inglês em dois tempos.

Um leque de opções para José Arruda Serra tentar tirar a vaca do brejo.

Oficializado: terminou o blogue!

Infelizmente findou-se mesmo o blogue 'revolucionarioseternamente', do xará geraldo...
Snif!

Minha Bellzinha n tá legal!

Chato, né?!

Frases de Crianças

FRASES DE CRIANÇA

O jornal italiano "Corriere della Sera" publicou em sua edição eletrônica de fim de semana uma enquete muito divertida. Trata-se de opinar sobre o relacionamento das crianças italianas com o Menino Jesus.

Escolha a sua frase preferida. A minha é:
"Querido Jesus, em vez de você fazer as pessoas morrerem e aí criar novas pessoas, por que você não fica com as que já tem?" (Marcello)

Lu.
"Querido Jesus, a girafa você queria assim mesmo ou foi um acidente?"
(Dante Mendonça)

"Querido Menino Jesus, todos os meus colegas da escola escrevem para o Papai Noel, mas eu não confio naquele lá. Prefiro você." (Sara)

"Querido Menino Jesus, obrigado pelo irmãozinho. Mas na verdade eu tinha rezado pra ganhar um cachorro." (Gianluca)

"Querido Jesus, por que você não está inventando nenhum animal novo nos últimos tempos? A gente vê sempre os mesmos." (Laura)

"Querido Jesus, por favor ponha um pouco mais de férias entre o Natal e a Páscoa. No meio, agora está sem nada." (Marco)

"Querido Jesus, o padre Mário é seu amigo ou você conhece ele só do trabalho?" (Antonio)

"Querido Menino Jesus, por gentileza, mande-me um cachorrinho. Eu nunca pedi nada antes, pode conferir." (Bruno)

"Querido Jesus, talvez Caim e Abel não se matassem tanto se tivessem um quarto pra cada um. Com o meu irmão funciona." (Lorenzo)

"Querido Jesus, no Carnaval eu vou me fantasiar de diabo, você tem alguma coisa contra?" (Michela)

"Querido Jesus, eu gosto muito do padre-nosso. Você escreveu tudo de uma só vez, ou você teve que ficar apagando? Qualquer coisa que eu escrevo eu tenho que refazer um monte de vezes." (Franco)

"Querido Jesus, você é invisível mesmo ou é só um truque?" (Giovanni)

"Querido Jesus, se não tivesse acontecido a extinção dos dinossauros, não ia ter lugar para nós, você fez muito bem." (Maurizio)

"Querido Jesus, nós estudamos na escola que Thomas Edison inventou a luz, mas no catecismo dizem que foi você. Pra mim, ele roubou a sua idéia."(Daria)
(De um emeio recebido)

Quintana

Quem ama inventa

Quem ama inventa as coisas a que ama...
Talvez chegaste quando eu te sonhava.
Então de súbito acendeu-se a chama!
Era a brasa dormida que acordava...
E era um revôo sobre a ruinaria,
No ar atônito bimbalhavam sinos,
Tangidos por uns anjos peregrinos
Cujo dom é fazer ressurreições...
Um ritmo divino? Oh! Simplesmente
O palpitar de nossos corações
Batendo juntos e festivamente,
Ou sozinhos, num ritmo tristonho...
Ó! meu pobre, meu grande amor distante,
Nem sabes tu o bem que faz à gente
Haver sonhado... e ter vivido o sonho!

Mario Quintana
(1906-1994)
(Poemblog)

Pensamentando

Da grande Ísis à Maria Madalena
17/08/2010 | Yasmin Anukit

Dentre os homens e mulheres, existem os que vêem a suprema realidade como feminina; para outros esta é predominantemente masculina, divergindo a maneira pela qual experimentam o sagrado. Nas altas esferas, o gênero não conta, mas no plano da existência física, regida pela polaridade, esta sutil divisão colore o modo pelo qual se concebe o divino. Além de todo dualismo, Jesus se refere a tal poder como Ab-Oum, Deus Pai-Mãe, idêntico ao Yab-Yum que, no Tibete, designa a união extática de um Buda e sua Shakti.
Desde os primórdios, os arquétipos da psique, fluindo do ser universal, têm ativado as mesmas pulsões fundamentais. O que afinal Ísis representa? Designada pelo trono, hieróglifo da grande energia cósmica assentada na Terra, não é uma entidade qualquer, mas a máxima personificação pela qual o divino feminino se configura na mente dos povos antigos. Deusa de dez mil nomes, identificada à geração da luz, mãe universal, - AMA, - Ísis, Mari ou Merit perpetua-se nas ladainhas de Nossa Senhora, cujos títulos e epítetos conservam-se idênticos.
Traduz-se na essência última do universo, (o eu sou o que sou), inferida na inscrição lapidar: "Eu sou tudo o que é, tudo o que foi e tudo o que sempre será!" Mãe de Hórus, antecede as estátuas da Virgem com o menino. Liberta MU-ÍSIS, - Moisés, - a criança interna nascida das águas. Regina Coeli é rainha dos céus, da Terra, mares, rios e cavernas; divina médica, doa a vida e protege na morte; igualmente é Logos e Eros, ensina o plantio, as artes, a cultura. Guardiã do visível e invisível, imanente e transcendente, como Tara e Maria, conduz o barco da salvação.
Os lamentos de Ísis e Néftis por Osíris - duas em uma – prefiguram o luto das santas mulheres na paixão de Cristo, o jejum da Quaresma e do Ramadã. Ecoam em Marta e Maria chorando por Lázaro, na dor de Ishtar por Tamuz, e de Afrodite por Adônis; renascem no pranto da Pietá pelo Cristo morto, na Madalena compassiva e arrependida , todas Miriam, mar salgado, a alma que clama libertar-se da matéria. Se Ísis, Ist, Uaset é a Mater Dolorosa, Dolores, também é Maria consoladora, misericordiosa, e a intercessora Kuan Yin: aquela que ouve os prantos do mundo.
Seu é o xale negro do destino. O xador, as mantilhas hispânicas, os lenços ciganos e franjas do fado são suas lembranças, seus sinais perdidos, fragmentos de Osíris que ela há de reunir e curar. E pelo sopro vital de Suas asas o grande Osíris renasce. Todas as deusas e deuses fundem-se nela - diz a Lúcio nas Metamorfoses de Apuleio, quando transformado em burro por suas cegas paixões recobra a natureza original provando suas rosas: as pétalas da Virgem, de L-ISI-EUX e de todos os rosários.
Em Paris, Par-Ísis, Templo de Ísis, Notre-Dame edifica-se sobre seu santuário. A pedra negra da Kaaba em Meca advém do culto à El UZZA. Mais distante ainda, no Japão, ISE é seu templo sagrado, seu bosque sagrado, o pulso vital da Terra. E é IESUS - Jesus - o Profeta ISSA, quem torna públicas suas palavras nos mistérios egípcios: Eu sou a ressurreição e a vida! Aquele que acredita em mim não morrerá jamais. Vinde a mim os que estais cansados e eu vos aliviarei.
Na Judéia, surge como Madalena - a presença ativa de Deus (Shekinah) ou noiva do Cristo - mas não pode ser reconhecida, vista, compreendida! Apreciada, entretanto, nos Evangelhos, como a única testemunha ocular da ressurreição do Messias, é a portadora do vaso que lhe unge os pés e a cabeça. Sua ânfora - o Graal - contém a graça, o amrita, a cura. Nos textos apócrifos, é a Apóstola suprema, a companheira do Cristo, quem melhor entende e explica o Mestre, a discípula amada que ele promete tornar o perfeito Anthropos, o ser total capaz de integrar a plenitude do feminino e masculino.
Epicentro de peregrinações na França, os rastros de Madalena bordejam rios, grutas de fecundidade e remontam ao legendário provençal da Apóstola da Gália. Abadias disputam seus imaginários restos mortais. A igreja de La Madeleine, na capital, mais tarde, é dedicada a ela. Cultuam-na gnósticos, templários, cátaros, bruxas, mulheres iniciadas e pensadores independentes, pois ela ilumina o coração com sua sabedoria subjetiva, lunar e intransferível, nascida de sonhos e silêncio. Detém a chave esotérica do eu superior, contraposta à de Pedro, autoridade institucional e coletiva.
Reconhecendo nela a personificação de Ísis, e estabelecendo um elo entre ambas, o clero bizantino presta-lhe homenagem, consagrando-lhe o dia 22 de julho, início do ano novo egípcio, porque nesta data, a estrela isíaca da ressurreição, Sírius, ascendia junto ao Sol trazendo as cheias do Nilo.
Dakini tântrica que parteja a consciência divina, o verdadeiro amor e a morte das ilusões, a arte ocidental codifica os símbolos de Madalena: a cruz, a superação do ego; os dedos entrelaçados, a harmonia dos contrários; o Evangelho, a fé; a nudez, a verdade; e, enfim, a caveira, que adverte quanto à insignificância da existência fugaz. Todavia, seus longos cabelos negros, loiros ou ruivos, moldam o impulso contínuo da vida para o abraço de Eros.
Yasmin Anukit

Prof.a de Estudos Orientais, História da Arte, Escritora, Poetisa, Historiadora, Dançarina Oriental, Master Teacher em Magnified Healing, Instrutora do Sagrado Feminino. Contate: www.yasminanukit.com.br
(Icaarabe)

Biodiversidade

A biodiversidade e o feminismo. Entrevista especial com Neide Miele


Devido ao papel de mãe que assume, a mulher, no geral, é aquele que protege a biodiversidade, que tem uma relação mais íntima com o meio ambiente. Embora essa seja uma verdade, a professora Neide Miele diz que “o problema da proteção à biodiversidade não pode ser colocado mecanicamente na polaridade homem x mulher, mas na predominância de um determinado princípio sobre o outro. Neste sentido, eu diria que o princípio feminino protege mais a natureza, visto que o cuidado em relação ao outro é sua característica predominante”. Em entrevista à IHU On-Line, realizada por email, Miele analisa a compreensão que a mulher tem da biodiversidade e a forma como ela se posiciona nas decisões sobre meio ambiente e agricultura.

Miele afirma também que o ecofeminismo “é um passo importante e necessário na luta pela preservação da natureza para as futuras gerações, mas não é o objetivo final. A luta será vencida quando homens e mulheres se conscientizarem do mea culpa e se reconhecerem opressores”.

A assistente social Neide Miele é mestre em Sociologia Rural pela Universidade Federal da Paraíba e doutora em Sociologia pela Université de Picardie Jules Verne (França). Atualmente, é professora na UFPB. Entre seus livros, destacamos: Relações de Gênero – Um olhar diferente (João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2004).

Confira a entrevista.

(Inst. Humanitas Usininos)

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Hipóteses para o caso do vazamento

Hipóteses para o caso do vazamento
 
Do Blog do Nassif

Há várias hipóteses para o episódio do vazamento das declarações de renda. Uma delas, que os autores tenham sido "aloprados". Outra, que tenha sido fruto de brigas intestinas no próprio PSDB. Uma terceira, que seria uma manobra da própria inteligência de José Serra, visando contrabalançar os efeitos das investigações do jornalista Amaury Ribeiro Junior.

Em relação às duas últimas hipóteses, o relato abaixo me pareceu o mais embasado. Ontem à noite estive com um velho amigo, jornalista mineiro amigo de Andrea Neves. Ele me contou de conversas que teve com ela algum tempo atrás e de sua indignação com manobras de São Paulo visando comprometer a candidatura de Aécio.

O relato confirma a segunda hipótese. A terceira hipótese entra no texto como fruto de deduções. Mas é bastante verossímil - o que não significa necessariamente que seja verdadeira.

A CRONOLOGIA DA BALA DE PRATA

Por Alberto Bilac de Freitas *

Para se entender a lógica desse episódio da violação do sigilo fiscal de Verônica Serra, a gênese de tudo e as entranhas da que seja, talvez, a mais bem-urdida trama de espionagem político-eleitoral jamais tentada, há que se raciocinar como um deles; há que pensar como um, digamos, operador das profundezas do subterrâneo malcheiroso em que se transformaram o entorno e o núcleo da entourage próxima a José Serra.

A cronologia do bestialógico:

2005 – Passado o ápice do mensalão, Serra avaliava que Lula seria reeleito em 2006. A partir daí, seguiu-se o roteiro de empurrar Alckmin para a derrota anunciada. Decidira-se desde aí, que a chance de Serra seria em 2010, quando Lula já não poderia ser candidato. Mas o núcleo da inteligência serrista, coordenado por Marcelo Itagiba, sugeriu um laboratório do que seria aplicado em 2010: o escândalo dos aloprados, em 2006, por pouco não derrota Lula. Mas o objetivo era esse mesmo: um teste, para ver se o método aplicado com sucesso em 2002 com o caso Lunus, implodindo a candidatura Roseana, poderia ser reeditado. A armação com o delegado Edmilson Bruno, levando a eleição presidencial para o segundo turno, mostrara a viabilidade do método.

2008 – Com a articulação de Aécio Neves para o ser o candidato do partido em 2010, o staff de Itagiba começa a fazer um trabalhinho miúdo sobre o mineiro; coisa de pequena monta, que não inviabilizasse o apoio deste a Serra, no futuro, mas o suficiente para afastá-lo da disputa. Quando os esbirros de Serra na mídia lançaram a senha: Pó pará, governador! Aécio entendera que a turma era da pesada e não estava para brincadeiras. Nasceu aí o contra-ataque aecista: Amauri Ribeiro Júnior, então em um periódico mineiro, encabeçaria o projeto do contra-ataque e municiaria a artilharia mineira. Essa batalha subterrânea duraria até o final de 2009, quando Aécio recuaria.

2009 – Durante a batalha entre os dois grupos tucanos, Serra fica sabendo da farta e explosiva munição recolhida por Ribeiro Jr. O núcleo de sua equipe de inteligência, coordenado por Itagiba e que o acompanha desde os tempos do Ministério da Saúde, o adverte então: o material era nitroglicerina pura. Urgia providenciar um fogo de barragem, que pudesse ao menos minimizar o estrago quando o material viesse a público. Nasceu então, aí, nesse espaço-tempo, o hoje famoso dossiê "quebra de sigilo de Verônica Serra"! Notem que os personagens envolvidos na 'quebra de sigilo' são os mesmos do livro do Amauri: José Serra, Ricardo Sérgio de Oliveira, Gregório Marin Preciado, Mendonça de Barros e Verônica Serra (aí leia-se também Verônica Dantas e seu irmão, o querubim Daniel). Eduardo Jorge foi inserido aí como seguro. Próximo a FHC, mas não de Serra, EJ era o seguro contra qualquer atitude intempestiva de FHC, sabidamente não confiável, para que se mantivesse quieto quando a artilharia pesada viesse à tona.

2009 – Tomada a decisão, parte-se para o fogo de barragem. A parte mais fácil foi a montagem da 'quebra' de sigilo fiscal das vítimas. A incógnita, até agora, é que tipo de envolvimento tem o laranja Antônio Carlos Atella com a operação. Se é apenas mais um cavalo, o clássico operador barato, facilmente descartável, com acesso a algumas informações úteis e suficientes e lançador da isca fundamental: "Não me lembro quem foi... com certeza é alguém que quer prejudicar o Serra". Ou se é alguém orgânico, um insider dos intestinos itajibistas!

2010 – Com a desistência de Aécio, o grupo fica com a arma na mão, à espera da publicação do livro. É aí que se opera a clivagem para o quadro definitivo que vemos hoje: não é suficiente esperar o ataque do Aécio, que pode não vir, já que o mineiro recolheu suas baterias para o front de Minas Gerais. É preciso partir para o ataque. Além de neutralizar o grupo de Aécio, jogar pensando na frente, em fubecar a campanha de Dilma Roussef.

Reeditar o mesmo estratagema de 2006. Ganhar a eleição na mão grande. O delegado Onésimo (outro que acompanha o grupo desde os tempos do bureau de inteligência do Ministério da Saúde) seria despachado para contactar o inimigo. Pausa. Agora recortem os informes dos integrantes do ex-comitê de inteligência de Dilma: tanto Lanzetta quanto Amauri reportam que Onésimo sugeriu insistentemente ao comitê, a realização de ações de contra-inteligência contra Serra.

O azar deles é que Amauri, jornalista macaco velho e com conhecimento da comunidade de informações, sentiu logo o cheiro de queimado e cortou, de pronto, as ofertas de Onésimo. Não houvesse a negativa de Amauri, o passo seguinte de Onésimo seria a oferta do dossiê (já pronto) com a quebra de sigilo fiscal dos 05 tucanos. Estaria pronta e armada a reedição do escândalo dos aloprados em sua segunda versão. A campanha de Dilma não resistiria. A versão dos aloprados de 2006, perto desta, seria pinto. Era o modo mais seguro de Serra se eleger presidente. Esse é o modus operandi de Serra.

Com a recusa do ex-comitê de Dilma em morder a isca, tiveram que refazer o plano. O PT aprendera com os aloprados de 2006. Dilma, nesse ponto, muito mais impositiva que Lula, decepa no nascedouro o comitê de inteligência. O projeto original se complicara. Com o dossiê pronto desde 2009, a solução era vazá-lo, aos poucos, para a mídia parceira. Primeiro, vaza-se o EJ. Cria-se uma comoção (se bem que EJ, como vítima, não ajuda muito). Depois, a conta gotas, vem o restante: Ricardo Sérgio, Marin Preciado e Mendonça de Barros. E por fim, a cereja do bolo: Verônica Serra. Observem que o momentum foi escolhido a dedo por Serra: a entrevista em um grande telejornal! De novo, a semelhança: em 2006, os pacotes de dinheiro do delegado Bruno saíram no Jornal Nacional, da Globo; agora, o momento 'pai ultrajado' de Serra, foi encenado no Jornal da Globo! A intelligentsia serrista já foi mais original.

Diante desse quadro, o leitor inquieto deve estar se perguntando: o que deve fazer o PT e a campanha de Dilma? Assistir, inertes, a mais uma escalada golpista, como foi a de 2006? Tentar fazer o contraponto em uma mídia claramente parcial, golpista e oposicionista, conforme confessou dona Judith Brito, diretora da ANJ? O que fazer? O governo sabe onde está o antídoto ao veneno golpista da oposição! Não sei até que ponto o jornalista Amauri Ribeiro Júnior está integrado à campanha de Dilma Roussef. Também não sei até que ponto vai o empenho dele em livrar o país do ajuntamento político mais nefasto que o infesta, desde a redemocratização. O fato é que o seu livro, Os Porões da Privataria, é esse antídoto! Esse livro, verdadeira bateria anti-aérea que pode abater o núcleo duro do tucanato ligado à Serra, e o próprio Serra, de uma só vez, pode ajudar o Brasil a virar uma das páginas mais negras de seu curto período democrático!

 Enviado por Marcelo Dorneles Michel por Mail

Vídeos e FOTOS da palestra de Fidel Castro nas escadarias da Universidade de Havana, Cuba

Vídeos da palestra de Fidel Castro nas escadarias da Universidade de Havana, Cuba 
 
 
 
 
FIDEL CASTRO SOLICITOU AO MUNDO A NÃO PERDER TEMPO COM GUERRAS ANACRÔNICAS.
 
Telesur – Venezuela 03/09/2010
Ante uma imensa multidão de jovens estudantes o líder revolucionário de Cuba Fidel Castro defendeu a tese de que a paz deve ser o caminho para manter o planeta habitável e em harmonia. 
  
O líder da Revolução cubana, Fidel Castro Ruz, no discurso realizado na sexta-feira chamou o mundo para não "perder tempo com guerras ultrapassadas" e com a possibilidade de desencadear um conflito nuclear conduzido pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, lembrando para milhares de pessoas que "a paz com a paz que paga."
 
"Nós não podemos perder tempo com guerras anacrônicas que esgotam nossas energias e nos enfraquece, são os  inimigos fazem a guerra", disse Fidel Castro em sua primeira declaração depois de quatro anos de ausência e diante de multidões reunidas nas escadarias da Universidade do Bicentenário Havana.
 
Fidel clamou para "eliminar todas as causas que fazem o homem vê o homem como seu inimigo", e concluiu que os autores destes atos de guerra não percebem que esta "não é a solução para seus problemas."
 
Ele reiterou que essas pessoas não têm consciência achando que o caminho para a paz é a guerra. "Eu digo a paz para a paz se paga e se você quer paz, prepare-se para alterar a sua consciência."
 
Cuba, Fidel ressaltou,  tem a dura tarefa de alertar a humanidade para o perigo real que está se enfrentando ", e pediu ao povo para não desistir  dessa nobre atividade.
 
"Eu não preciso argumentar o que vocês já sabem muito bem", disse o comandante, e salientou que o problema de mais de sete bilhões de seres humanos no mundo é "evitar que tal tragédia aconteça" novamente.
 
Ele disse que "nosso dever é continuar travando sem descanso a luta para conseguir a erradicação das guerras e ataques bélicos no mundo, a fim de preservar um mundo melhor para todos.
 
Ele relatou que a cada dia um número crescente de pessoas torna-se consciente em todo o mundo desta realidade e apelou a todos os países que estão envolvidos no conflito nuclear para pensar em  alcançar a paz.
 
"A verdadeira paz é o que todos nós queremos para nossos filhos e netos, nós amamos o mundo  e  temos de viver em paz em um mundo que é cada vez menos habitável, que é difícil de ser compreendido e onde as armas nucleares devem desaparecer e a energia nuclear deve ser usada somente para o bem – para salvar vidas e não para matar, “a vitória só é verdadeira para se ganhar a paz ".
 
Ele afirmou que os países com capacidade destrutiva possuem cerca de 25 000 armas atômicas e lembrou que os Estados Unidos é o primeiro país na história que usou tais armas para atacar outra nação, quando bombardearam as cidades japonesas de Hiroshima e de Nagasaki, em 1945, no final da II Guerra Mundial.
 
Ele advertiu sobre as dimensões que teria o uso de armas nucleares no presente, observando que tais armas tem potencia  440 000 vezes superior ao poder destrutivo das bombas atômicas lançadas pelos Estados Unidos naquelas cidades.
 
“Hoje as potencias possuem armas automáticas, tanques, aviões de combate, submarinos, torpedos encouraçados e porta-aviões nucleares e seu uso numa guerra produzirá dezenas de milhões de mortes e centenas de milhões de vítimas da destruição, além de ferimentos, doenças e fome. “Nos últimos meses, o comandante Fidel Castro está alertando o mundo sobre os perigos da guerra, através de uma série de discursos e reflexões.
 
"É bem conhecida minha opinião  e eu não tenho medo de dizer o fato de que não estamos mais vivendo os dias de cavalaria", disse o líder cubano.
 
A resposta do Irã
 
Diante de milhares de pessoas que se concentraram para ouvi-lo Fidel manifestou "não tenho dúvidas de que a resposta a um ataque bélico ao Irã haverá reação desse país e isso redundaria "irremediavelmente em um conflito nuclear global”. “Isto é o que tenho defendido."
 
Fidel Castro já disse que o Irã não vai ficar parado e que a resistência do povo, será também imensa.
 
"A nova rodada de rumores neste momento destinam-se  a convencer o Irã de que não haverá nenhuma guerra, mas na verdades os possíveis atacantes se preparam para a guerra. , disse o dirigente, fazendo referencia a um artigo publicado por  Cubadebate que avalia a possibilidade de ocorrer um ataque contra alvos nucleares no Irã.
 
Fidel Castro,  leu parte desse artigo em que falou sobre "uma nova onda de ataques contra as instalações nucleares do Irã a ser realizada por Israel (com os Estados Unidos)."
 
O artigo do escritor CounterPunch sustenta que os serviços secretos alertaram sobre a possibilidade de haver ataques  "contra a república islâmica”
 
Este fato "foi uma tentativa de exercer pressão psicológica sobre Teerã para fazê-lo para procurar um consenso com o Ocidente", disse o escritor, citado por Fidel Castro, acrescentado a seguir que essa técnica não funcionou.
 
O líder da revolução cubana afirmou que "se descarta em Tel Aviv uma operação militar isolada sem o apoio do Pentágono." O envolvimento dos Estados Unidos será fundamental, segundo os israelenses.  
 
A mais séria conseqüência desses fatos é que "a República Islâmica do Irã  poderá bloquear o estreito de Ormud,  o Golfo de Omã e Pérsico", e isso iria  interferir com os 45 por cento da produção de petróleo mundial, causando também aumento brutal dos preços do petroleo.
 
O inacreditável é que o temor mundial a um ataque  se relaciona com as as conseqüências que tal fato poderá ter sobre o preço do petróleo e sobre a luta contra a recessão – afirmou Fidel Castro
 
Cancun é a única chance que temos à esquerda
 
Para o líder da revolução cubana não há tempo a perder em termos da expansão das conseqüências das alterações climáticas e incitou os países da Organização das Nações Unidas (ONU) para participarem da conferência sobre o tema a ser realizada Cancun, México, e que será "a única chance que temos."
 
"A Conferência sobre Mudança Climática em Cancun é a única chance que temos", alertou. "Ninguém pode cortar uma árvore sem antes plantar três”.
 
Fidel Castro falou sobre os dois grandes desafios imediatos para se ter uma paz estável
 
"Hoje enfrentamos dois grandes desafios, a consolidação da paz no mundo e salvar o planeta da mudança climática"e nesse sentido pediu para  trabalhar em conjunto para alcançar uma transformação genuína.
 
"Devemos estar conscientes destes problemas que criamos, nós somos jogadores no panorama de mudanças e não devemos esquecer que o passado não foi como esse século, o armamento atual que as nações dispõem são mais sofisticados e letal para o planeta", disse ele.
 
Ele acrescentou que, trabalhando juntos é "a única chance que nos resta, pois estamos chegando a um ponto crítico em que não há como voltar atrás."
 
Ele observou que, se não fizermos nada, a Terra não será salva, e explicou que a energia que se acumula diariamente são causadoras do  efeito estufa, dos  desastres naturais e suas conseqüências são imprevisíveis.
 
No evento participaram a União de Jovens Comunistas e a Federação de Estudantes Universitários, bem como uma representação de estudantes de cidades do interior e da capital da ilha.
Tradução: Jacob David Blinder
 
 
 
Fidel Castro en la Universidad de La Habana. Foto: Roberto Chile
Fidel Castro en la Universidad de La Habana. Foto: Roberto Chile
 
El Himno Nacional. Foto: Roberto Chile

 
Fidel Castro en la Universidad de La Habana. Foto: Roberto Chile
Fidel Castro en la Universidad de La Habana. Foto: Roberto Chile
 
 
 
 
¡Viva Fidel!, gritan y levantan las banderas y las guitarras Foto: Roberto Chile
El Himno Nacional. Foto: Roberto Chile
Un saludo a Fidel. Foto: Roberto Chile
 
 
 
Fidel Castro en la Universidad. Foto: Roberto Chile
Fidel Castro en la Universidad. Foto: Roberto Chile

El Che siempre. Foto: Roberto Chile
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Acessem os endereços abaixo e vejam vídeos recentes de Cuba, a ilha paradisíaca do Caribe.  
 
http://www.youtube.com/watch?v=7W6u2ZwiWS4    1/7  -  La Habana Vieja ;  
http://www.youtube.com/watch?v=SIgIjoIuoVM   2/7  -  Capitólio de La Habana; 
http://www.youtube.com/watch?v=PiIWySE7LuE   3/7 -  Moderna cidade de La Habana ;
http://www.youtube.com/watch?v=n9SNzVaD_68   4/7 -  Transporte público de Cuba; 
http://www.youtube.com/watch?v=CP8I3cDu3Es  5/7 -  Fortaleza San Carlos de La Cabaña; 
http://www.youtube.com/watch?v=5Xf1W5M9xk0  6/7 -  Acuário Nacional de Cuba; 
 
Enviado por Jacob Blinder