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sábado, 26 de junho de 2010

sumémonos al Camino de la Refundación de Honduras

De: ALBA Movimientos alba@movimientos.org  
Llamamiento Internacional
A una semana del Primer Aniversario de la Resistencia, sumémonos al Camino de la Refundación de Honduras

El Frente Nacional de Resistencia Popular (FNRP) representa los intereses de todo un pueblo que se mantiene en lucha contra el actual régimen represivo disfrazado de democracia. La Resistencia crece diariamente y se extiende por todo el territorio nacional coordinando las distintas agendas políticas y sociales en un solo proyecto unitario con el que se ha empezado a construir los pilares sobre los cuales se construirá una nueva sociedad en Honduras.

Luego del Golpe de Estado del 28 de junio del 2009 se vino abajo el ya debilitado Estado de Derecho y el pequeño grupo empresarial que secuestro al legitimo presidente de las y los hondureños se ha mantenido en el poder a base de la violencia de las fuerzas represivas (Policía Nacional y Fuerzas Armadas de Honduras) asesinando, golpeando, apresando, violando y obligando al exilio a centenares de hondureños y hondureñas. Los “golpistas” que sacaron a Manuel Zelaya Rosales son los
mismos que ahora presentan a Porfirio Lobo como un títere para seguir consolidando su régimen de violencia.

Lo que los criminales no se esperaban era la enorme valentía del pueblo hondureño que ahora ha decidido luchar hasta el final. La Resistencia se basa en la construcción del Poder Popular desde la base y en la participación directa de todos los sectores en la construcción de una propuesta política que de respuestas a la grave crisis que se vive en el país.

Vamos por la Constituyente para crear el marco legal que nos permita como pueblo organizado retomar el destino de nuestra patria y arrebatarla de las manos mezquinas del pequeño grupo que mantiene secuestrado el gobierno.

Los pueblos del mundo han seguido de cerca el surgimiento de la resistencia y su consolidación. Ahora estamos en el marco de una nueva demostración de fuerza con la presentación de más de un millón de Declaraciones Soberanas en las que como ciudadanas y ciudadanos desconocemos este gobierno ilegal e ilegitimo e invitamos a la población a convocar a una nueva Asamblea Nacional Constituyente.

Este 28 de junio cumplimos nuestro primer aniversario como Frente Nacional de Resistencia Popular (FNRP), pero no lo hacemos recordando el asalto a la democracia de parte de los golpistas, si no al contrario celebraremos el nacimiento de la verdadera democracia popular que ha iniciado su camino hacia la refundación del Estado y la construcción de un futuro justo para todos y todas por igual.

La Resistencia Hondureña invita a todos los pueblos del mundo a ser parte de este proyecto refundador y revolucionario, a seguirlo de cerca y a sumarse en lo que será la celebración del primer año de este caminar hacia la victoria

Les invitamos a visitar nuestra página oficial:  www.resistenciahonduras.net  para conocer de cerca las distintas actividades que se llevaran a cabo y para que descarguen los diferentes documentos oficiales e informativos para convocar ustedes mismos para esta fecha de resistencia que no solo es nuestra si no de todos los pueblos del mundo en lucha.

El Frente Nacional de Resistencia invita a todas las personas, organizaciones o grupos de compañeros y compañeras que han estado en solidaridad con el pueblo de Honduras a acompañarnos con actividades políticas de presión contra el régimen.

Este 28 de junio ninguna voz quedara sin ser escuchada y todo plantón, marcha, comunicado, foro o reunión en apoyo a los hondureños y hondureñas que saldremos masivamente a las calles sumara a la fuerza que hoy construye en nuestro territorio el verdadero Poder Popular.

Agradecemos de antemano todas las acciones que se llevaran a cabo y les presentamos nuestros contactos para estrechar relaciones y permitir a todo el pueblo hondureño saber que no estamos solos ni solas, que todo el mundo lucha con Honduras en esta trinchera de justicia y dignidad.

Un abrazo solidario en Resistencia Compañeras y Compañeros internacionalistas.

Comisión Internacional (CI) – Frente Nacional de Resistencia Popular

Honduras, Centro América

Contactos:

Contacto: Betty Matamoros, Coordinadora CI.


Gerardo Torres: unita1984@hotmail.com


"Rompa el aislamiento. Vuelva a sentir la satisfacción moral de un acto de libertad... Haga circular esta información". Rodolfo Walsh


Más información sobre la resistencia al golpe de Estado en Honduras:

______________________________________
ALBA de los Movimientos sociales
Secretaría Operativa a/c MST, Alameda Barâo de Limeira, 1232 - Campos
Eliseos - Sâo Paulo/SP - Brasil

Enviado por: Comitê Bolivariano de SP

Justiça confirma "Lista de Furnas" e absolve seu divulgador


Publicado no NOVO JORNAL www.novojornal.com/
 
Justiça confirma "Lista de Furnas" e absolve seu divulgador
 
Enfrentando máquina montada para desacreditar "Lista de Furnas", Justiça confirma sua autenticidade, absolve divulgador e condena deputado
 
“Lista de Furnas”. Único documento que comprova como funciona o esquema de corrupção no Brasil entre financiadores e financiados no período eleitoral apareceu anos atrás no desenrolar da apuração do Mensalão e Valerioduto mineiro.

Na época a temida “Lista de Furnas” caiu como uma bomba nas redações dos principais veículos de comunicação do País.

Neste período, o governo Lula encontrava-se acuado pelo PSDB e DEM, devido às investigações do Mensalão. Eram questões de dias para que o Impeachment fosse votado.

Como afirma um ex-deputado federal que participou das negociações: “A “Lista de Furnas” salvou o mandato de Lula”.

O PSDB, principal partido de oposição, ao deparar-se com o documento que mostrava as entranhas de seu esquema de arrecadação financeira pelo caixa 2 para suas campanhas políticas foi obrigado a transigir e recuar na intenção de aprovar o impeachment de Lula.

Porém, o documento era muito sério, continha informações importantíssimas. Desta forma, paralelamente foi montado um pesado esquema junto aos principais veículos de comunicação para desacreditar a “Lista de Furnas”.

A estratégia escolhida foi a de desacreditar o documento “Lista de Furnas”, alegando ser o mesmo falso. Acusando o autor de sua divulgação de tê-la falsificado.

Simultaneamente diversos participantes da “Lista de Furnas” deram entrada em processos judiciais acusando o divulgador da lista, o mineiro Nilton Monteiro, de ter praticado calúnia, difamação e injúria.

Um destes processos foi distribuído para a 7ª Vara Criminal da Comarca de Belo Horizonte - MG.

Depois de uma profunda investigação, a Juíza Doutora Maria Luiza de Marilac Alvarenga Araujo proferiu sua sentença, absolvendo Nilton Monteiro, reconhecendo a autenticidade do documento e condenando o autor da Ação deputado federal Jose Carlos Aleluia Costa (DEM- BA), que recorreu para o TJMG.

Embora existam versões de que a juíza tenha sido muito pressionada, não poderia ser diferente, pois, anterior ao julgamento, a Polícia Federal submeteu à perícia, pelo Instituto de Criminalística da Polícia Federal. Laudo Pericial nº. 1097/2006 INC a “Lista de Furnas”. E a mesma foi considerada autêntica.

Desenrolar idêntico ao da 7ª Vara Criminal de Belo Horizonte está ocorrendo nos demais processos instaurados, inclusive em Inquéritos em tramitação perante a Polícia Federal. Resta agora saber se haverá punição para os integrantes da “Lista de Furnas”.
 
Documentos que fundamentaram a matéria:
Sentença proferida pela Juíza da 7ª Vara Criminal de Belo Horizonte – MG, que absolveu Nilton Monteiro - Parte I                                                        

À MERCÊ DA QUADRILHA TUCANA

À MERCÊ DA QUADRILHA TUCANA


Laerte Braga


A manutenção do veto do prefeito/bandido Custódio Matos ao projeto do vereador Isauro Calais que impunha condições à privatização do DEMLURB, mostra que existem vereadores dentro do esquema QUEIROZ GALVÃO/VITAL ENGENHARIA AMBIENTAL LTDA – vereador dessa estirpe não custa muito caro não, qualquer trocado resolve – e deixa claro de maneira definitiva o caráter do governo Custódio.

Vender a cidade. Ou então vereadores medíocres (em qualquer circunstância aqueles que votaram pela manutenção do veto o são, medíocres) que um torrão de açúcar resolve, faz com que se refestelem nas delicias de um poder menor, diminuído, aviltado.

O projeto de Calais na essência deixava o assunto, privatização, a ser definido pela população. Participação popular. O trator governista/corrupto tratou de se mobilizar para assegurar a propina de cada dia.

E conseguiu.

É necessário guardar os nomes dos senhores edis que votaram pelo veto e derrotá-los na próxima eleição, tanto quanto, perceber a absoluta desnecessidade de câmaras municipais que, como suposta representação do poder popular, com as exceções de praxe, acabam sendo um antro de negociatas e exercício do mais puro fisiologismo político.

Representação popular em cidades se dá através de conselhos populares.

Votaram para excluir o povo do direito de definir questões essenciais de sua cidade os vereadores PASTOR CARLOS BONIFÁCIO (especialista em “dízimo”), RODRIGO MATOS (filho do chefe da quadrilha e candidato a deputado estadual, naturalmente com grosso financiamento da turma da privatização). JOSÉ LAERTE e FRANCISCO EVANGELISTA. E, lógico, o vereador LUÍS CARLOS DOS SANTOS, já que a sua abstenção resulta sendo voto a favor da privatização nos esquemas secretos de caixão dois, longe dos olhos do povo. No caso específico do vereador LUÍS CARLOS DOS SANTOS a indignação com seu procedimento, absteve-se, foi maior, tendo em vista que comprometeu-se a votar pela rejeição do veto.

Ou seja, sem caráter e sem palavra. Deve ter negociado uma vantagem maior, evidente.

Juiz de Fora continua sob o regime do banditismo explícito. Vem desde a eleição do “pastor” Bejani (arrependido e voltado para Deus, mas sem devolver o dinheiro que roubou). Permanece no governo Custódio Matos.

A contratação direta de advogado por 150 mil reais para favorecer amigos do prefeito, de Vítor Valverde, Suely Reis, a primeira dama é outra mutreta das grossas do governo tucano.

No processo de liquidação de Juiz de Fora o procurador geral criticou a nota da Associação de Procuradores Municipais de Juiz de Fora. O negócio é mais ou menos o seguinte. O prefeito anterior, José Eduardo, havia reconhecido o direito dos procuradores a determinado benefício salarial. Custódio cortou a decisão, beneficiou a apenas cinco procuradores e ainda foi buscar serviços fora dos quadros da Prefeitura, com dinheiro público evidente.

Para defender os cinco beneficiados.

Ou a cidade reage e impede que os bandidos que a governam continuem o processo de extermínio dos serviços públicos, o próximo passo é privatizar a CESAMA, ou o jeito é colocar aquela surrada placa nas entradas de Juiz de Fora. “Visite Juiz de Fora antes que acabe”.

Nem estou falando da tal estrada que tal e qual o aterro sanitário de Dias Tavares constitui-se crime ambiental sem tamanho e que no futuro (será que tem futuro?) custará os olhos da cara à população. À qualidade de vida.

Há elementos suficientes, mais que suficientes para uma CPI sobre todos esses procedimentos da administração municipal (administração?), para averiguar o procedimento de determinados vereadores, a extensão de sua cumplicidade com essa política de arrasa Juiz de Fora, como para denúncias e representações junto à Polícia Federal, Tribunal de Contas (esse é para constar, o de Minas é o cúmulo da esculhambação), tudo no sentido que sejam apuradas as políticas e práticas corruptas do governo Custódio Matos.

O moço “pobre” que lutou com tanto sacrifício e agora mora numa casa de um milhão de reais. E ainda por cima divide a propina da privatização do lixo com o “pastor” Alberto Bejani.

Devem estar construindo mansões no céu.    

Lugar de Mulher é na Política


Lugar de Mulher é na Política from Universidade Livre Feminista on Vimeo.
LUGAR DE MULHER É NA POLÍTICA
http://www.feminismo.org.br/

HONDURAS : Um ano de massacres, torturas, assassinatos, violações . ABAIXO A DITADURA em Nuestra America

Site Oficial da Resistencia Hondurenha 
http://contraelgolpedeestadohn.blogspot.com/2010/06/nuevo-sitio-oficial-en.html
  
ALGUMAS FOTOS das ações terroristas, assassinas dos 'democratas" Golpistas .
http://picasaweb.google.com/nandamqn/HondurasUrgente02#http://picasaweb.google.com/Michel.zaragueta/GolpeDeEstadoEnHonduras#

 Click aqui e veja relação até 10 de março de 2010
 http://www.cofadeh.org/
http://www.cofadeh.org/html/muertos_golpe/index.html

Cronologioa del Golpe

Os financiadores do golpe e da OEA

Os financiadores do golpe e da OEA
e que fazem omissa a ONU. Que vergonha, o dolar compra a paz tirando o sangue de POVOS HERMANOS
http://hondurasurgente.blogspot.com/

OS NEGÓCIOS ESCUROS DOS GOLPISTAS:http://arlequinhn.blogspot.com/


O MARQUETEIRO CONTRATADO PARA CONSOLIDAR O GOLPE é de WASHINGTON e trabalha para BUSH, FHC, URIBE 
El Gobierno hondureño contrata a escritor de ficción por 290 mil dólares para apuntalar al Golpe
Micheletti desembolsa 290 mil dólares para el ataque publicitario en Washington DC
Vea contrato



E a PERGUNTA: PARA QUE SERVE A OEA e a ONU se ficam omissas e permitem violações e crimes lesa Humanidades comprovado num curto relato deste POST?





Un año después de que la oligarquía decidiera hacerle el juego al imperio, y echar por el suelo el sistema que ellos mismos habían defendido a pie juntillas por décadas, los hondureños nos encontramos en una situación que nunca antes habíamos vivido, y, seguramente, la mayoría de los países de América Latina aun no entienden que está sucediendo en nuestra tierra. Lo cierto es que, a pesar de las adversidades, marchamos en una dirección inequívoca: la refundación de la patria.

Por muchos años nos vendieron la idea de que democracia y capitalismo eran la misma cosa; que la mayor expresión de libertad era el individualismo, y que el escenario donde la persona se consumaba como ser humano era el mercado. A raíz de esta falsa concepción, deliberada mezcla de ideas, muchos entregaron su vida a defender los derechos que tenían aunque nunca ejercieron ninguno de ellos. Pasaron muchos años antes de que la población perdiera el miedo a la lucha por sus intereses; por décadas el bipartidismo nos enseñó que la lucha de clases era un asunto de odio que no tenía espacio entre la armónica convivencia entre patrones y miserables que se había ido construyendo a base de seguir la “democrática vocación de vender y comprar”.

La tesis de que nuestro entorno ideal, era el mundo de los mercaderes, dominante por la fuerza de la ignorancia, de las armas o de ambas, quedó seriamente desacreditada después del golpe de Estado de junio de 2009. Ahora que lo vemos retrospectivamente, nos damos cuenta que la cuasi analfabeta clase dominante local se dejó vender la idea de que volver hacia atrás no era tan malo para ellos. Los halcones, llámense Hillary, Reich, Carmona, Bush u Obama, vieron desarrollar un peligroso nacionalismo en una tierra que históricamente se les había entregado por unas cuantas migajas.

La tentación de los oligarcas locales por adueñarse del país por la “vía rápida” de las armas, encantó también a un amplio sector de autonombrados intelectuales y analistas, que no vacilaron ni un instante para rentar su lengua o su pluma para expresar las ideas más aberrantes, sin temor alguno, en ningún momento, porque siempre supieron que contaban con el respaldo de su amo. El aislamiento económico apenas si se convirtió en una forma más de castigar al pueblo en resistencia. La OEA, la ONU, La Unión Europea, mostraron que no importa lo que digan, siempre son marionetas en el circo del imperio.

Y es que la hipocresía de muchos de estos personajes internacionales no tiene límite; siguen hablando del Pacto de San José-Tegucigalpa-Guaymuras, ignorando deliberadamente que el mismo dejó de tener valor cuando se violó la condición única que podía traer una posibilidad política de discusión constructiva a este país: la reinstauración del gobierno de José Manuel Zelaya Rosales en el poder. Todavía hoy, el “ala derecha” de la OEA, en comunión con Insulza, siguen formando comisiones para averiguar que está sucediendo en el país, obviando cobardemente los asesinatos y otros crímenes de lesa humanidad desencadenados por una jauría que el régimen pusilánime de Lobo Sosa o no puede o no quiere controlar.

Y a pesar de toda esta monstruosa miseria moral, el pueblo siguió luchando, organizándose, haciéndose más fuerte, capaz de ser protagonista en su propia historia. El Frente Nacional de Resistencia Popular, al que he criticado muchas veces, es hoy vanguardia firme y revolucionaria de un pueblo en revolución, y hacemos la redundancia porque es necesaria; la oligarquía ve hoy confundida como sus actos ambiciosos la llevaron a abrir la “caja de pandora” política en Honduras. Su golpe de Estado decretó, más allá de todo el festín de sangre y dólares que se están dando, el principio del fin de su dominación.

El pueblo hondureño ve hoy una esperanza, pero no aquella que se le ofrece desde la vanidad de los corruptos; ve una esperanza en la que puede militar y ofrendar lo mejor de sí en pro de la libertad de todos; esa opción que solo puede representar la voluntad popular expresada en el FNRP. Los hondureños y las hondureñas, excluidos por siglos, sometidos a la ignominia de ser “felices” porque somos un “país de tercera”, decidimos caminar sin detenernos hasta la fundación de una patria nueva, cuyos fundamentos morales y jurídicos están mucho más allá de la comprensión de los que saben cómo quitarle a la gente su patrimonio, pero jamás se les ha ocurrido una sola idea de cómo este se construye.

El pueblo ya no puede olvidar, le quedó impregnada en el cerebro, la frase “liberalismo pro socialista” que el presidente Zelaya Rosales, quizá haciendo malabares para no embravecer a los “rottweiller” yanquis lanzó como una alternativa al neoliberalismo criminal, enemigo de la humanidad. El presidente sabía que este tipo de expresiones podían costarle caro al pueblo hondureño, pero eran esencialmente necesarias para escribir su historia futura. Los siglos de enajenación en que nos enseñaron que defender lo nuestro era ilegal, inmoral e incluso contra la voluntad de dios, estaban llegando a su fin.

Cuando Zelaya manifiesta que deben “mantenerse las identidades de los partidos en resistencia”, pero que “todo debe ser dentro del frente”, muestra la habilidad de un político que pocos atinamos a ver en él. Sabe que la unidad entre los sectores populares y los partidos políticos tradicionales es frágil en razón de diferencias profundas en la concepción del mundo de unos y otros; sabe que los políticos de oficio toman más tiempo para entender su entorno y cambiar sus posiciones. Entiende el presidente la naturaleza de clase de unas y otras organizaciones.

Pero también sabe que el proceso es irreversible, y que los que decidan buscar “refugio” de nuevo en sus partidos serán sometidos al ostracismo por sus ex correligionarios, que no son otra cosa que los partidarios, cómplices, por acción u omisión, del golpe de Estado. Sabe muy bien, que aquellos que tengan acogida fraterna en el seno de los lobos, esos, sin duda, son los traidores que hoy hacen labores de quinta columna dentro del Frente.

Ya suenan muchos “académicos”, contrarrevolucionarios de aquí y de allá, a hacer sus valoraciones de lo que sucedió en Honduras. Es fácil ponerse a discutir en los salones de un hotel, o en las aulas universitarias hechos que no se vivieron, palizas que no se recibieron, vejámenes que no se sufrieron. Hubo un gran simbolismo en las marchas incansables de los hondureños en resistencia por más de 100 días; todavía más significativo es el hecho de que a un año, no solo sigamos existiendo como Frente Nacional de Resistencia Popular, sino que seamos más fuertes, coherentes, claros y firmes en nuestros propósitos.  Honduras no es la misma, el pueblo hondureño no es el mismo y una revolución está en marcha; esto seguramente no será tan fácil de descubrir para los académicos, que dicen ser patriotas, pero le hacen el juego a los que se creen dueños de nuestra tierra.

La labor invisible de todo un aparato de lucha, basado en principios revolucionarios y en el más profundo amor por los demás, socava día a día los cimientos de una sociedad que no ya no puede seguir por la senda de la injustica y la inequidad; todas las comisiones formadas por hondureños y hondureñas de todas las edades, producen con su esfuerzo la Honduras del mañana. Nunca antes en nuestra historia se impulsaron tanto la cultura y el arte como forma de expresión revolucionaria; y es que en Honduras el arte es expresión del pueblo; la oligarquía, deformada por el mercado, pretende entender a Picasso, a Dalí, a Garcia Lorca y a Neruda aunque su nivel no les podrá dejar nunca ver el espíritu de la obra que existe detrás del espíritu humano, porque el mismo solo existe dentro de la colectividad.

Honduras ha cambiado, si y mucho; el camino a seguir está marcado por la sangre de los mártires, de los que cayeron y caerán viendo al futuro, murieron con la certeza de que, pase lo que pase, esta lucha es nuestra y también lo es la victoria.  Sabemos que en su afán por contener lo incontenible, el régimen, patrocinado por la oligarquía y el imperio seguirán tratando de mutilar nuestro espíritu; sabemos que nunca entenderán que la sangre que derraman es el fertilizante de las convicciones revolucionarias; nunca entenderán que mientras más caemos menos indiferentes hay, y el futuro de esta monstruosidad de sistema que nos han impuesto se hace cada vez más corto.

No deberían creer que nos mantendremos callados, soportando la vileza de sus ejércitos, públicos y privados, o la impunidad de sus asesinos y sicarios, indefinidamente. Cada vez que nos asestan golpes mortales nacen muchos nuevos revolucionarios, no olviden: nosotros somos muchos más y la razón nos asiste.

Hoy después de haber vivido muchos años, doy gracias a la vida (viene muy bien doña Violeta Parra) por haber llegado a este momento; por tener la oportunidad de escribir, por haber sido honrado en conocer a miles y miles de compatriotas que siempre lo han dado todo por el pueblo; por haber vivido el momento histórico en el que seguimos al presidente Zelaya, por tener la oportunidad de pertenecer al Frente Nacional de Resistencia Popular y por tener la honra de convivir con sus conductores, hombres que lucharon toda la vida y por eso, hoy, son los imprescindibles.

Hasta la victoria siempre

Ricardo Salgado
26/junio/2010


Minhas considerações ( Nanda Tardin) : Há um , atendendo a uma solicitação dos amigos/companheiros/camaradas, Nina Cerveira e Salvador Tió, que estavam na América Central incomunicaveis diante da terrivel noite em que o GOLPE foi consumado, iniciei minha participação na luta junto a Resistencia Hondurenha.
Hoje, juntamos resistentes no mundo inteiro, que lutam por JUSTIÇA, DEMOCRACIA e LIBERDADE. SOMOS TODOS HONDURENHOS, pois somos todos HERMANOS.
Nesta hora, precisamos todos ser Rafael Alegria, Juan Baromeu, Ricardo Salgado, Mabel , Wendy, Beth Flores, Francisco, Bertha, Dick,Mario Ardon ,Mario Belo, Ronnies e todos os demais cidadaos Hondurenhos.
E Somos: 
  • "lenine ialesko " (codinome)
  • Adriana Tasca (ex-guerrilheira , Presa Política - Argentina Brasil)
  • Agencia Bolivariana de Prensa
  • Alicia Ester ( Agencia ALC) 
  • Aliester - Argentina
  • Aline Castro - Red Por Ti America 
  • Alipio Freire
  • Altamiro Borges 
  • Amigos de 68 Brasil -( Resistentes da Ditadura Brasileira  )
  • Arthur Gonçalves Filho
  • Asociación Mundial de Radios Comunitarias –América Latina y Caribe- (AMARC ALC
  • Aurelio Fernandes - Movimento Revolucionário Nacionalista-Círculos Bolivarianos
  • Azenha
  • Azril Bacar ( Suécia)
  • Beto Mafra
  • Boca do Armagenon 
  • Carlos Eugenio Paz - Capitão Clemente - ALN
  • Casa Da América
  • CCB ( Cordinadora Continental Bolivariana PUERTO RICO
  • CEBRAPAZ - Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz
  • Celso Martins
  • CENTRO DE INVESTIGACION Y PROMOCION DE LOS DERECHOS HUMANOS –CIPRODEH

  • COLECTIVO CENTRO AMÉRICA POR EL DIÁLOGO - CAD
  • Confederação Sindical de Trabalhadores/as das Américas (CSA)
  • Conny Arias
  • Cristina Obredor
  • Dr Geraldo Vasconcellos 
  • Diana Canales
  • Edno Araujo
  • Elaine Tavarez
  • Emanuel Rabelo (bolivariano-MG)
  • Emilio José Lemos de Lima
  • Ernesto Lamas- Coordinador Regional AMARC-ALC
  • Esteban Meléndez C.-Periodista en resistencia
  • Federación Mundial de Juventudes Democráticas
  • FerNanda Tardin - Grupo Bolivariano do  Brasil/SP
  • Fernando Soares
  • FERNANDO YÉPEZ RIVAS - Quito-EQUADOR
  • Frente Frente Revolucionaria de cantores lloviznando Cantos
  • GRUPO de RESISTENTES Frente de Resistencia Popular de Honduras contra el golpe de estado oligarca-militar.
  • Grupo Tortura Nunca Mais
  • Gustavo Gómez- AMARC-ALC
  • Guto Moreira- Cebrapaz e PCdoB 
  • Igor Calvo
  • Ivan Pinheiro - Presidente Nacional do PCB
  • Jacob Blinder
  • Jerónimo Carrera
  • José Milbs - O Rebate
  • José Ruy Correa
  • Juan Carlos Rivera
  • Juliana
  • Laerte Braga 
  • Leonardo Boff
  • los participantes en el Seminario Internacional “NOSOTROS DERROTAREMOS AL IMPERIALISMO”, convocado por la FMJD y la Unión de Jóvenes Comunistas de Cuba
  • Luis Méndez
  • Luiz Becker e a tendencia do PT O TRABALHO
  • Luiz Galdamez
  • Mabel
  • Marcos Arruda
  • Marcos Rebello
  • Marlene Senna 
  • Mario Marsilac
  • Marta Speronni - Argentina
  • Mira Correa
  • Movimento Mexicano Por La Paz
  • Movimiento Cubano por la Paz y la Soberanía de los Pueblos
  • Neusah (Nina) Cerveira
  • Organización de Solidaridad de los Pueblos de África, Asia y América Latina
  • Oscar Amaya Armijo
  • Pedro Ayres
  • Prof. Dr. Peter José Schweizer Programa de Estudios de la Ciudad Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales Quito Ecuador
  • Programa de las Américas
  • PSOL - Mario
  • Raul Longo
  • Razel Tomé
  • Refundación Comunista Porto Rico - Jeronimo Carrera
  • Ricardo Salgado ( investigador Social e periodista) 
  • Rosa - LA POLILA - Cuba
  • Rui Martins
  • Salvador Elias
  • Sandra Sangralo
  • TELESUR
  • Tendencia Esquerda Marxista- PT
  • Tito Olivo ( Rep. Dominicana)
  • Vanderley Caixe
  • Via Campesina 
  • Vitor Buaiz
  • Monica Simões -  CEBRAPAZ ES
  • Wendy Cruz ( Membro Via Campesina)
  • William Wollinger Brenuvida
  • Xiomara Zelaya 
  • E Mais:   INGRID ..., "Colectivo ... Presos políticos y prisioneros de guerra,
     ruyrcorrea, safrany, "Agencia Bolivariana de prensa" , kaosenlared.net, "Aporrea" , "TeleSur"  "Jesus Davila" , "jose olivo" ,Marcos Arruda - PACS , Marcelo. Pacheco Enfim, cada hora cresce mais a rede solidaria a Honduras. Façamos TODOS como os Hermanos RESISTENTES. Pautemos o triste aniversário. DITADURA NUNCA MAIS.

Postado por NandaTardin /RicardoSalgado/MRebello/FernandoYepez/Rosa Cubana/Aline Castro/Salvador Tió/Celso Silveira/Nina Cerveira/Alipio Freire/comite Bolivariano SP/Laerte Braga e em especial a REDE CASTHOR PHOTO que tem abrangencia imediata de 61 mil mais e desde a primeira notícia do Golpe está incansável a divulgar e fazer parte desta luta.

UNION DE LOS PUEBLOS - JUNTOS SOMOS FORTESClick para ir ao SITE Union de Pueblos - Escreva para :uniondelospueblos@ yahoo.com Suscribirse escribir a: uniondelospueblos- subscribe@ yahoogroups. com e Firme tua union. ATENCION: OS mails não será expostos e nem divulgados, assim como a adesão de movimentos será expostas apenas em documentos oficiais e aos movimentos integrados.

Se morder, o bicho pega...

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Sobre o general Stanley McChrystal e a Blackwater

Jeremy Scahill, The Nation

Blackwater, empresa de soldados mercenários, está evidentemente muito mais firmemente plantada no chão que o general Gen. Stanley McChrystal. Enquanto McChrystal beberica Bud Light Lime, assistindo ao filme “À toda velocidade” [1] e avalia as ofertas de emprego, no setor privado, que tem sobre a mesa, os soldados-cruzados privados mercenários de Erik Prince [2] lá estão, correndo pelo Afeganistão e outros teatros de guerras não declaradas em que os EUA andam metidos, guiados pela CIA. E com as bênçãos, sim, do Comandante-em-Chefe.

Com os principais executivos e representantes da Blackwater já indiciados por crimes federais, e a empresa posta à venda, dizem os boatos que Prince prepara-se para voar rumo a um país que não mantém tratado de extradição com os EUA.

Ao mesmo tempo em que o presidente Obama demite McChrystal, depois de comentários atribuídos ao general e a um círculo muito próximo de seus assessores, em artigo já considerado maldito, publicado pela revista Rolling Stone, a empresa Blackwater é premiada com novos contratos. Isso, apesar de longa folha corrida de conduta imprópria (para dizer o mínimo; há denúncias de assassinatos e tortura, de contrabando de armas, de conspiração e obstrução da justiça, dentre outras).

Dado o alegado envolvimento de McChrystal na tortura de prisioneiros no Camp Nama no Iraque, o papel destacado que teve no acobertamento do assassinato de Pat Tillman e outros atos obscuros que envolveram os altos escalões do Joint Special Operations durante o governo Bush-Cheney, McChrystal jamais poderia ter sido nomeado para o comando no Afeganistão. Ao nomeá-lo, Obama mandou recado claro sobre o tipo de política que desejava para o Afeganistão – qualquer política que favorecesse as forças de intervenção direta, transparência-zero, identificação-zero, habituadas a operar na clandestinidade e longe de qualquer fiscalização.

De fato, na matéria publicada por Rolling Stone, McChrystal parece admitir que sua muito comentada promessa de fazer diminuir o número de mortes de civis não passou de cortina de fumaça. Segundo Rolling Stone: “Melhor você sair e dar conta de quatro ou cinco alvos essa noite” – diz McChrystal a um fuzileiro que encontra parado à entrada do quartel-general. E em seguida acrescenta: “Embora amanhã, por causa disso, eu tenha de esfolá-lo.”

O presidente Obama acertou ao demitir McChrystal (tecnicamente, aceitou o pedido de demissão) – e melhor seria se já o tivesse demitido há muito tempo. Mas o fato de que McChrystal tenha sido demitido por causa da matéria em Rolling Stone, não pelo modo como conduzia a guerra no Afeganistão, diz muito sobre o que pensa da guerra e sobre a política da guerra o governo Obama (e, isso, sem falar que Petraeus, recém nomeado para o lugar de McChrystal, é general de Dick Cheney).

Comparem-se, então, os tratamentos que o governo Obama dá a McChrystal e à empresa Blackwater.

Em janeiro, dois ‘operadores’ da empresa Blackwater foram acusados de assassinato em investigações iniciadas depois de um tiroteio no Afeganistão, em maio de 2008. Em março, o senador Carl Levin, presidente da Comissão do Senado para as Forças Armadas, encaminhou pedido ao Departamento de Defesa, para que investigasse o uso, pela Blackwater, de uma empresa-laranja, Paravant, para obter contratos no Afeganistão. Dia 11/6, o procurador federal deu entrada a imensa documentação, como parte da apelação, em processo do ano passado, depois de a empresa ter sido absolvida por juiz federal, em acusação contra ‘operadores’ da Blackwater, identificados como autores dos tiros, no tiroteio da praça Nisour. Morreram 17 iraquianos civis inocentes e outros 20 ficaram feridos. Para resumir, os procuradores pedem a anulação do primeiro processo e o reinício de novo processo contra a Blackwater. Depois, em abril, cinco dos principais assessores de Erik Prince foram acusados, por júri federal, por formação de quadrilha, comércio de armas e obstrução da ação da Justiça. Dentre outros acusados, lá estavam o braço direito e sócio de Prince, co-fundador da empresa e ex-presidente Gary Jackson, os ex-vice-presidentes William Matthews e Ana Bundy, e o advogado-chefe de Prince, Andrew Howell. Ex-empregados da empresa Blackwater testemunharam, sob juramento, e fizeram denúncias gravíssimas que envolveram assassinato, contrabando de armas, prostituição, destruição de provas e documentos e mais uma longa lista de acusações.

Como se sabe, nada disso causou qualquer grave inquietação à Casa Branca.

Nas últimas duas semanas, a empresa Blackwater assinou contratos no valor de mais de 200 milhões de dólares com o governo Obama. Um deles é contrato com o Departamento de Estado dos EUA para prestação de serviços de segurança no Afeganistão; outro, de 100 milhões, para proteção a operações e ‘operadores’ da CIA no Afeganistão e em outras zonas globais quentes. A empresa Blackwater tem gasto milhões em salários de lobbyists – ativos, sobretudo junto ao Partido Democrata. No primeiro trimestre de 2010, a empresa gastou mais de meio milhão só para contratar os serviços de Stuart Eizenstat, lobbyist muito bem relacionado no Partido Democrata, que serviu aos governos Clinton e Carter. Eizenstat é presidente do setor internacional do poderoso escritório Covington & Burling de advocacia e lobbying.

“Blackwater passou por mudanças profundas” – disse um funcionário do Departamento de Estado, não identificado, ao The Washington Post. “Estão obrigados a provar aos governos que são empresa responsável. Atenderam todos os requisitos legais e, claro, têm direito de participar das concorrências, como qualquer empresa. É empresa que presta bons serviços, muitas vezes em locais muito perigosos. Ninguém pode esquecer isso.”

Tampouco se pode esquecer que, como McChrystal, Erik Prince também foi tema de matéria de capa de outra revista de prestígio. Em janeiro, a revista Vanity Fair deu capa e fez longo ‘perfil’ de Prince [3]. Mas no artigo, Prince e seus associados não se puseram a falar como idiotas do comandante-em-chefe, nem do vice-presidente. Mas Prince, sim, fala bastante claramente, com detalhes de operações secretas dos EUA; e fala sobre a existência de uma equipe treinada de assassinos na CIA – organizados e treinados pelo próprio Prince – que obteve vários sucessos em vários países, dentre os quais a Alemanha, aliado-chave dos EUA.

Sabe-se lá se, algum dia, sabe-se lá, caso algum repórter surpreenda Prince e seus asseclas envolvidos em bebedeiras, e proferindo desaforos contra a Casa Branca e o Comandante-em-chefe, então, talvez, alguma coisa, algum dia, mude. Sabe-se lá se, caso algum dos bandidos da Blackwater algum dia disser “ai, ele mordeu meu pau!”, ao falar do vice-presidente, ou enunciasse estupidezes contra o infeliz Richard Holbrooke ou chamasse de “palhaço” o conselheiro de Segurança Nacional, talvez, sabe-se lá, o governo Obama decida “aceitar o pedido de demissão” dos homens da Blackwater.

Não há dúvida de que, nos termos do Código de Conduta dos Militares dos EUA, McChrystal foi demitido por justa causa e liberado de seus muitos deveres. Mas, no frigir dos ovos, foram as palavras de McChrystal – não seus atos – que o fizeram naufragar. A nave dos crimes e assassinatos da Blackwater, pelo visto, continuará a navegar a plena vela, até que alguma frase, não os seus tiros, atinja o homem errado.

Atualizando

Acabo de voltar de entrevista com a Deputada Jan Schakowsky, principal deputada da oposição à Blackwater na House [Câmara de Deputados]. Membro da Comissão de Inteligência da Câmara de Deputados, a deputada Schakowsky não confirmou detalhes dos serviços que a Blackwater presta à CIA, mas, ao saber dos novos contratos, e que a empresa foi outra vez recontratada pela CIA, ela disse: “É escandaloso. O que mais a Blackwater terá de fazer para ser impedida de participar de concorrências? Por mais que alguns façam bom trabalho, há muitos empregados da empresa que comprovadamente não têm condições para trabalhar armados, em zona de combate. Não importa o que façam, em ações de segurança ou em segurança estática, não podemos continuar a usar mercenários da Blackwater. A CIA já não poderia manter contatos com essa empresa, por mais que mudem o nome e o logotipo .”

E Schakowsky acrescentou: “Se a razão para usar os serviços da Blackwater é que o governo não tem capacidade ou não conhece outra empresa de melhor reputação para fazer esses serviços, então, sim, aí está um sério problema a ser enfrentado.”

NOTAS

[1] São referências à matéria publicada em Rolling Stones, apresentada como causa da demissão de McChrystal: em Paris, o general tomava essa bebida e assistiu àquele filme. Ver “The Runaway General”.
[2] Fundador da empresa Blackwater. Em fevereiro de 2009, imediatamente depois de a empresa mudar de nome (passou a chamar-se XE), Prince anunciou que deixava a presidência da empresa, embora sem se desligar completamente. Prince é ex-fuzileiro da Marinha dos EUA e “fundamentalista de direita, várias vezes bilionário, cristão fundamentalista de poderosa família Republicana de Michigan. Dos principais doadores de campanha dos Republicanos, participou dos bastidores da campanha de George H.W. Bush à presidência e, em 1992, fez campanha para Pat Buchanan. E, 1997 fundou a Blackwater-USA, com Gary Jackson, também ex-fuzileiro. (Ver em detalhes.)
[3] Ver “Tycoon, Contractor, Soldier, Spy” [Milionário, empresário, soldado, espião], Adam Ciralsky, Vanity Fair, jan. 2010 (em inglês).

O artigo original. Em inglês, pode ser lido em: Of Gen. Stanley McChrystal and Blackwater (UPDATED)

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Tradução: Coletivo Vila Vudu de Tradutores

Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

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PressAA

Agência Assaz Atroz

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A ficha de Dilma que a Trolha de Sampa sujou não entra na relação do TCU

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Tribunal aponta quase 5 mil nomes para TSE vetar candidatura nas eleições deste ano


Por Redação - de Brasília

O Tribunal de Contas da União (TCU) enumera 4.922 pessoas que poderão ser impedidas de concorrer a um cargo político nas eleições de outubro por terem suas contas rejeitadas pelo tribunal que somam 7.854 condenações. Os nomes, divulgados nesta terça-feira, estão em uma lista elaborada pelo tribunal com as pessoas físicas que apresentaram irregularidades no exercício de cargos ou funções públicas nos últimos oito anos.

O número praticamente dobrou em relação à quantidade de declarados inelegíveis pelo TCU nas últimas eleições majoritárias, em 2006, quando 2,9 mil se encontravam nesta situação. Entre 2006 e 2008 o número aumentou pouco, com 3 mil gestores públicos apresentando problemas em suas contas. O presidente do TCU, Ubiratan Aguiar, acredita que o número subiu devido a uma maior agilidade do tribunal para julgar.

– Até o dia 31 de dezembro deste ano julgaremos todos os processos até 2009 que não estejam em grau de recurso. Isso pode ter colaborado esse aumento vertiginoso do número de pessoas que podem ser inelegíveis – afirma.

Aguiar planejava levar a lista com os 4.922 nomes ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, nas próximas horas. Os candidatos que não tiveram contas aprovadas pelo TCU têm até o dia 5 de julho para apresentar documentos relativos às contas analisadas pelo tribunal e regularizar suas situações para que possam disputar o pleito.

O TCU não tem competência para declarar candidatos inelegíveis, o que cabe à Justiça Eleitoral com base nos dados apresentados pelo tribunal.

Correio do Brasil

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Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

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PressAA

Agência Assaz Atroz

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sexta-feira, 25 de junho de 2010

DATASSERRA SOUBE DO VICE ANTES DO DEM

Copiado do Blog do Nassif

DATAFOLHA SOUBE DO VICE ANTES DO DEM


Por H. C. Paes



Vocês não vão acreditar no que vou lhes dizer.

O Datafolha acabou de aviar pesquisa nacional junto ao TSE.

Mas acabou mesmo, eu tinha verificado a página poucas horas antes.

Questionário fantástico, muito bem alinhavado. Cobertura amostral não divulgada.

Sem rede neural.

A pergunta que eu tanto queria ver, e que mencionei ontem aqui em conversa com o Gunter, está lá: "O senhor considera a possibilidade de mudar seu voto?".

Mas, tchan, tchan, tchan, tchaaaaaaan...

ELES JÁ INCLUÍRAM O NOME DE ÁLVARO DIAS COMO CANDIDATO A VICE-PRESIDENTE DE SERRA!

Podem olhar lá: protocolo 17162/2010.

Pergunta número 12.

De duas, uma:

- Eles estavam com o questionário pronto na sala de espera da secretaria do TSE, esperando a divulgação do nome para preencher na ficha;

- A segunda eu deixo vocês preencherem.

Ou será que viraram videntes?

De resto, eles fazem as perguntas demográficas de sempre, mais algumas sobre o alcance das inserções partidárias junto à população e o desempenho do Brasil na Copa.

O período de cobertura é a quarta 30 e a quinta primeiro de julho, para divulgação imediata. Ou seja, se houver manipulação, tentar-se-á anular os efeitos da pesquisa da Vox, que só vai até dia 26.

Será que eu estou vendo pestana em ovo?

NUM DÀ NÉ ZÉ! Da série “vote num careca e leve dois”. Peruca Infiltrada .

NUM DÁ NÉ ZÉ!


Laerte Braga


Imagine se um país presidido por José Arruda Serra e vice presidido por Álvaro Dias pode ser levado a sério? Não tem como. Na impossibilidade de “votar num careca e levar dois”, sonho dourado de Arruda Serra há alguns meses, José Roberto Arruda de vice, Álvaro Dias quebra o galho. É careca disfarçado, usa peruca.

A escolha foi por exclusão. Exceto a senadora Kátia Abreu, doida de pedra, mas não rasga nota de cem de jeito nenhum, quando o mordomo avisava que era Arruda Serra batendo à porta, o dono da casa mandava dizer que não estava.

Foi assim com Aécio, com Tasso e um monte de convidados. Quem vai entrar num navio fazendo água? E pior, em entrevista a jornalistas na Europa, onde passeia sua faraônica divindade, o ex-presidente Fernando Henrique manifestou dúvidas sobre a eleição de Arruda Serra e acrescentou “e olhem que estou tentando ajudar”.

No duro mesmo é preciso parar com essa avacalhação e levar democracia a sério. No auditório da FOLHA DE SÃO PAULO, onde chegou 42 minutos atrasados, na primeira fila, aguardando Arruda Serra, entre outros, o ex-governador Orestes Quércia.

O candidato tucano seria sabatinado. Foi sabatinado.

Em 1986 os tucanos paulistas ao perceberem que Quércia seria o governador e suas chances, ou a perspectivas de futuro político dentro do PMDB eram nulas, usaram a eleição de Quércia como pretexto para deixar aquele partido e fundar o PSDB. Segundo eles o objetivo era resgatar a história do antigo MDB, seus compromissos, conspurcados pela eleição de Quércia.

Estão de braços dados.

O desespero de Arruda Serra é de tal ordem que no vira e mexe de manda dizer que não estou, só volto depois de outubro, correram atrás do senador Álvaro Dias. Ou é vocação suicida, a do senador, ou então a peruca saiu do lugar e tampou os olhos, o dito cujo não enxergou nada e assinou sem ver. Aceito.

Putz!

A defensora da Amazônia, Marina da Silva passou quase sete anos no governo Lula e saiu do governo e do PT, agora diz que tudo está errado, que vai adotar políticas de defesa e garantia daquela região, mas financiada por empresários predadores da Amazônia.

É verde. Nem Gabeira agüentou o tranco. É Marina, mas diz que Arruda Serra também é bom.

A última pesquisa do GLOBOPE, antigo IBOPE, dá cinco pontos percentuais de vantagem a Dilma Roussef no primeiro turno e sete no segundo. Na avaliação de Arruda Serra isso não tem a menor importância e nem está preocupado com pesquisas.

Está correndo atrás de prefeitos dos partidos que formam a aliança “Brazil/PETROBRAX”, PSDB, DEM e PPS na corrida frenética desses senhores para a candidata do PT, pressentido o tamanho da fria. Arruda Serra está perdendo agora inclusive no Sudeste. Ou seja, nem mesmo São Paulo, o maior contingente eleitoral do País, consegue segurar uma eventual vitória nos demais estados dessa Região.

Em Minas, por exemplo, o ex-governador Aécio Neves tira Arruda Serra para dançar e depois cochicha com a turma que o negócio é Dilmatasia, mistura de Dilma com seu candidato ao governo Antônio Anastasia.

Aécio já chegou a dizer que chega “de carregar caixão”.

Um alerta. Se estiver ventando muito nos comícios do tucano o vice tem que segurar a peruca do contrário vai voar e revelar que na verdade continua o esquema “vote num careca e leve dois”.

Nada contra a peruca do senador e agora candidato a vice, problema dele, mas assim num dá Zé.

Os caras resolveram esculhambar com a democracia. Estão achando que eleição é brincadeira.

Só falta chamar o Galvão Bueno para ser o animador dos comícios.

Ah! Ia me esquecendo. No caso Dunga, que resolveu peitar a REDE GLOBO nesse negócio de exclusividade, a senhora Fátima Bernardes, barrada à porta da concentração do Brasil na África do Sul, passou, junto com a turma do JORNAL NACIONAL, o da MENTIRA, a endeusar Maradona. Até aí nada demais, nunca torceram a favor do Brasil em nada.

Que tal, no entanto, esclarecer se Dona Fátima vai sair correndo atrás de Maradona para uma exclusiva se a Argentina for a campeã? É que o técnico e ex-jogador disse que, nessa situação, vai desfilar nu pelo gramado.

Vai daí que nem CASSETA E PLANETA com seu humor tucano dá jeito. Num dá Zé, da maneira que as coisas estão indo com FHC “ajudando” fica piada pronta.  

Arrumaram um careca disfarçado para manter o esquema de “vote num careca e leve dois”.

Peruca infiltrada. 
      


E 'PRA' SALVAR A PÁTRIA : O PULSO AINDA PULSA - Dá-lhes Tarso!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1

Enfim  a Marca PT: ( O PULSO AINDA PULSA - como cantava Titas)

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Ibope mostra Tarso na frente.

Marco Aurélio Weissheimer. Do RS URGENTE
Do Sul 21
Pesquisa realizada pelo Ibope no Rio Grande do Sul, entre os dias 10 e 15 deste mês, mostra que o petista Tarso Genro lidera as intenções de voto na disputa pelo governo estadual, com 37%, contra 30% do ex-prefeito de Porto Alegre José Fogaça (PMDB) e 11% da governadora Yeda Crusius (PSDB).
Em uma simulação de segundo turno, Tarso teria 47% e Fogaça 39%. Foram realizadas 1.204 entrevistas e a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. A informação foi dada pelo colunista Claudio Humberto, ainda na quinta-feira (24), às 22h.
O Ibope, por meio de sua assessoria de imprensa, confirma que realizou uma pesquisa nessa data no estado, mas não revela quem solicitou o estudo.

Do Blog Guerrilheiros Virtuais ( dos amigos,  companheiros e Irmãos :  Saroba e Suzana)

"TEMPOS MODERNOS"Putz... assim não dá Zé! EMPODERA POVO

Já cantava Cazuza:

Ideologoa eu quero uma pra viver:

- Em Minas Gerais , Patrus diz ter "orgulho de ser vice de Helio Costa" - O interprete de DAN MITRIONI e sócio da Rede Globo de TV
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/06/25/patrus-aceita-ser-vice-de-costa-com-muito-orgulho-303086.asp
- Em São Paulo , a terra do 'camarada' Stack ( FIESP e dono das assinaturas dos 'banguelas') a 'ordem' inverte e Mercadante tem como vice o  Ex-presidente do diretório municipal do PSDB de Araraquara, o professor Antônio Clóvis Pinto Coca Ferraz, da Universidade de São Paulo (USP)

  http://blogdofavre.ig.com.br/2010/06/ex-tucano-de-araraquara-sera-o-vice-na-chapa-de-mercadante-em-sao-paulo/

- No ES o candidato do PSB é apoiado por Paulo Hartung - o governador que ia, mas ficou para tentar formar um chapa com chapas e garantir a sua impunidade

 - No Maranhão, o capô aliado a ditadores na ditadura, deverá ser o lado forte da balança e levar o PT para apoia-lo

E O POVO?

Futebol

“Messi es el mejor del mundo porque sigue jugando como un chiquilín en su barrio”
por Julio Boccalatte, Marcos González Cezer
A partir del viernes que viene y hasta la finalización misma del Mundial Sudáfrica 2010, como viene sucediendo desde hace muchísimo tiempo y cada cuatro años exactos, Eduardo Galeano exhibirá un cartel en la puerta de su casa: “Cerrado por fútbol”.
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17 DE JUNIO DE 2010

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Buenos Aires (Argentina)

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El gesto, más divertido y diplomático que el “no molestar” de los hoteles (y al que podría acompañar con un “estoy trabajando para ustedes”, ya se verá), de todas maneras parece innecesario: “Durante los mundiales directamente me voy del Planeta Tierra. Me mudo al Planeta Pelota, igual de redondo pero más chico. Me dedico a ver todos los partidos, o al menos a intentarlo, porque siempre pasa que alguno me pierdo. Pero lo que quiero decir es que me siento con una cervecita bien fría delante de la TV y me meto en una pelota. Y de ahí no salgo hasta que el Mundial se termina. Así de sencillo”.
Pero el Mundial todavía no empezó. Y el escritor uruguayo, antes de perderse en el laberinto de fixtures y horarios, esas coordenadas particulares del Planeta Pelota cuando la escena ocurre lejos, habló de todo (en el programa De Puntín, de Ediciones Al Arco, AM 970, radio Génesis, sábados de 13 a 14). Habló de Lionel Messi: “Es el mejor del mundo porque sigue jugando como un chiquilín en el barrio”. Habló de Diego Maradona: “Ha sido injustamente atacado, y aunque una cosa es ser jugador y otra técnico, todavía hay que darle tiempo y espacio”. En definitiva, habló de fútbol.
¿Sigue teniendo con el fútbol la misma relación de siempre?
—Absolutamente. No podría estar alejado del fútbol. Soy fútbol-adicto. Y esto viene de la infancia más remota, porque mi padre me llevaba al estadio cuando yo todavía era un bebé. Y luego, claro, toda mi vida jugué al fútbol.
¿Jugaba bien?
—No. Mal, muy mal. Era entreala derecho, lo que hoy sería un volante ofensivo, pero siempre fui un chambón, un pata de palo. Así que al final me resigné, acepté mi destino y terminé intentando escribir, para ver si podía hacer con la mano lo que con los pies no pude hacer nunca.
Pero esos intentos fueron apenas eventuales hasta la aparición de El fútbol a sol y sombra.
—Es verdad. Hasta ese libro yo había escrito muy poco de fútbol, pero después me tomé el tema más a pecho. Por fin hice lo que quería: jugar al fútbol con las palabras y a mi manera. Este libro lo voy actualizando luego de cada Mundial, y eso también tiene que ver con aquello de “Cerrado por fútbol”.
El ejercicio de unir literatura y fútbol, por cierto, parece cada vez más aceptado, o al menos es más practicado.
—Celebro que haya gente que escribe muy bien y que no oculte su pasión futbolera. Cuando tenía veinte años, dirigí en Uruguay un diario independiente de izquierda. Se llamaba Época y tenía buena resonancia, con 35 mil ejemplares. Éramos todos muy jóvenes y capaces de esa locura, una experiencia maravillosa en la que nadie cobraba y de la que todos los militantes, unos 5 mil, éramos accionistas.
Así que recuerdo muy bien lo que eran las asambleas, con 200 o 300 personas hasta las siete de la mañana, en las que yo tenía que dar la cara y defender las páginas dedicadas al fútbol. Era la pelea más feroz de todas, porque para los militantes de izquierda aquello era dilapidar cinco o seis páginas de un vocero de la clase trabajadora, de un diario antioligárquico, para consagrar al fútbol, el “opio de los pueblos”.
Recién ahora la izquierda se está curando de esa enfermedad en la que acusa al fútbol de que la gente no piense. Ahora los intelectuales no tienen vergüenza.
¿Y qué espera de este Mundial, como hincha y como intelectual?
—Que me ofrezcan una fiesta para los ojos. Ese prodigio de hermosura que el fútbol es. Obviamente que quiero que gane Uruguay, y si no es Uruguay que sean la Argentina o Brasil, los países que siento más próximos. Pero antes que nada soy un fanático del buen fútbol.
Más allá de los colores...
—Más allá de los colores. De chiquilín era hincha rabioso de Nacional. Iba al talud (la popular), detrás del arco, es decir la tribuna más pobretona y más violenta, porque en aquel tiempo yo también me fajaba como cualquier hijo de vecino. Era bastante peleón. Tenía once, doce, trece años. Pero con el paso del tiempo fui descubriendo que lo mío es el fútbol, sobre todo cuando alguien me ofrece esa fiesta, la del fútbol bien jugado.
Cuando ocurre ese milagro, lo agradezco sin importarme el equipo o la selección. Y más todavía: incluso en partidos de Nacional, confieso que muchas veces quiero, secretamente, que gane el menos poderoso, el más pequeño. Como me dijo una vez un amigo español: “Estás condenado, porque vas a estar siempre de parte del toro”. Nunca del torero. Por eso me hizo feliz el título de Argentinos Juniors, la posibilidad de que se rompa el monopolio, más allá de que tengo amigos que son hinchas.
¿Sigue yendo a la cancha?
—Sí, sigo yendo. Es curioso, hasta masoquista diría, porque el fútbol rara vez me devuelve en el estadio algo que se parezca a la expectativa que me lleva. Espero ver un espectáculo bello y muy rara vez ocurre.
¿Y a qué le atribuye la insistencia?
Primero, a la diferencia que existe, por ejemplo, entre el cine y el teatro. Una cosa es ver el partido en el estadio, donde se escucha la respiración de los protagonistas, y otra cosa diferente es verlo por televisión. Pero también creo que tiene que ver con algún residuo de mi formación católica.
¿Cómo es eso?
Tuve una infancia muy católica. Creía en Dios y creía que Dios creía en mí. Ahora no creo más en el cielo, ni en el dolor, ni en ese elogio del dolor que la Iglesia Católica me metió adentro, pero me debe haber quedado algún efecto residual de aquel aprendizaje: que todo lo que sufras en la Tierra será recompensado en el cielo. ¡Debe ser eso lo que me lleva a la cancha!
Pero también me lleva el espectáculo del público, el fervor, esas oleadas de entusiasmo que sentís cuando la gente está a tu lado y no cuando lo ves por televisión o te lo cuentan. ¡Y las ocurrencias de la gente! Recuerdo que había un jugador de Nacional, Escalada, que de noventa veces que pateaba al arco, apenas una era gol. En las restantes le gritaban: “¡Con la herradura no, con la herradura no!”. Eso también es parte de la fiesta del fútbol y es algo que yo, que siempre fui un escuchador, disfruto de manera especial.
De aquella infancia católica y futbolera, ¿qué cosa recuerda con cariño particular?
La pared de mi pieza, en la que tenía un crucifijo rodeado de figuritas. Ahí estaban Rinaldo Martino, aquel de San Lorenzo, y tantos otros que jugaron en Nacional. Era toda la pared pegada de figuritas alrededor del crucifijo. Y abajo, como para que no se vieran mucho porque eran “enemigos” de Peñarol, también había pegado a (Juan) Schiaffino o a (Julio) Abbadie. ¡Me gustó tanto verlos jugar! Abbadie era capaz de hacer que la pelota fuera rodando por la línea lateral y con puros amagues, sin tocarla, iba eludiendo a sus rivales. Me gustaría escribir como Abbadie jugaba. Me gusta ese fútbol, el de las orillas, el del wing, que en inglés significa “ala”. Abbadie era un hombre con alas.
Como Garrincha.
Exacto. Tuve la suerte de verlo jugar dos veces en Río. Era como ver a Chaplin en la cancha. Garrincha disfrutaba tanto que terminaba una jugada y se sentaba arriba de la pelota, después de dejar a todos sus rivales en el camino, provocando, como diciendo “a ver si me la sacan”. Después algunos lo querían degollar porque a veces ni siquiera hacía el gol.
¿Messi tiene ese perfil de jugador “orillero”?
Yo creo que Messi es el mejor del mundo porque no perdió la alegría de jugar por el hecho simple de jugar. En ese sentido no se profesionalizó. Están los que escriben por placer y están los que escriben por cumplir con el contrato o ganar dinero. Messi juega como un chiquilín en su barrio, no por la plata. Cómo se mete, cómo engaña, esa picardía que es tan linda de ver en los potreros. Cuando el fútbol profesional me desengaña demasiado, me voy por la rambla de Montevideo a ver a los chiquilines jugando en los campitos.
¿Y a Diego? ¿Cómo lo ve en su función de director técnico?
Creo que ha sido injustamente atacado. Una cosa es ser jugador y otra, director técnico, pero hay que darle tiempo y espacio, ver qué pasa. Lo que ocurre es que Maradona tiene que cargar con una cruz muy pesada en la espalda: llamarse Maradona. Es muy difícil ser Dios en este mundo, y más difícil comprobar que a los dioses no se les permite jubilarse, que deben seguir siendo dioses a toda costa. Y el de Maradona es un caso único, el deportista más famoso del mundo, a pesar de que hace años que ya no juega, esa necesidad de protagonismo derivada de la popularidad mundial que tiene.
En su último libro, Espejos, habla de Diego como un “dios sucio”.
Pero no en un sentido insultante. Quiero decir que es el más humano de los dioses, porque es como cualquiera de nosotros. Arrogante, mujeriego, débil... ¡Todos somos así! Estamos hechos de barro humano, así que la gente se reconoce en él por eso mismo. No es un dios que desde lo alto del cielo nos muestra su pureza y nos castiga. Entonces, lo menos que se parece a un dios virtuoso es la divinidad pagana que es Maradona. Eso explica su prestigio. Nos reconocemos en él por sus virtudes, pero también por sus defectos.
¿Usted lo considera capaz de llevar a la Argentina hasta la Copa del Mundo en Sudáfrica?
La Argentina es uno de los favoritos a ganar la Copa por la riqueza de su plantel, con esto no estoy descubriendo la pólvora. Pero hablar de Maradona en esos términos me parece una desproporción, porque hoy se les da a los técnicos una importancia que para mí no tienen y que termina perjudicándolos: de hecho se los hace casi únicos responsables de una derrota. Es otra de las deformaciones del fútbol: se le da al técnico un aura científica, como si fueran colegas de Einstein.
Antes ni se sabía quiénes eran los entrenadores. El mejor que conocí fue un señor que se llamaba Cóppola, que dirigía al equipo de un pueblito muy chiquito de Uruguay, Nico Pérez. Era peluquero, un día se sacó la grande y puso un cartelito en su local: “Cerrado por exceso de capital”. La cosa es que toda la táctica y toda la estrategia de Cóppola se reducía a lo siguiente: acompañaba a sus jugadores a la cancha, los palmeaba en la espalda a medida que iban saliendo y les decía, sencillo: “Muchachos, ¡buena suerte!”.
Por afuera de lo estrictamente deportivo, ¿podría perjudicar el camino de la Argentina en el Mundial esta presencia tan mediatizada de algunos barras en Sudáfrica?
Sería una pena, teniendo la Argentina tanta calidad de jugadores, que se embarrara la cancha por un tema así. En principio, el hecho de que viajaran junto con el plantel me generó preocupación. Pero espero que no ocurra ningún desastre, que no empañen lo que creo será un alto lucimiento, que no haya episodios de violencia por estos fanáticos que no aman al fútbol del mismo modo que los borrachos no aman el vino.
Entre muchas otras cosas, Da Vinci escribió un libro en el que recogió fábulas de la región toscana de Italia, y ahí hablaba de eso: de la ofensa de una botella de vino por la mala manera en que la tomaba el borracho. Siempre pensé que era una fábula muy justa y es la misma relación entre el fútbol y los fanáticos de la violencia, ese desahogo que hacen de lo peor que el alma humana tiene.
¿Y a Uruguay? ¿Cómo lo ve?
Creo que mejoró mucho con relación a tiempos no tan pasados. Lo que ocurre es que Uruguay sigue siendo un país exportador de “pie de obra”. Vendemos mano de obra y, en el caso de los futbolistas, pie de obra. Hay más de doscientos jugadores uruguayos en el exterior. Tener esa cantidad afuera, en un país cuya población entraría en Avellaneda, habla de que estamos muy desangrados. Al período de esplendor de nuestros futbolistas lo vemos por la TV. De todas maneras, en función de esa calidad de jugadores, porque por algo son convocados de las ligas más importantes del mundo, yo tengo la ilusión de que Uruguay juegue lindo, juegue bien. Aunque ya no somos los que éramos.
¿En qué sentido?
—Hay una parte de la historia que parece inexplicable: cómo un país despoblado y pequeñísimo pudo ganar la medalla de oro en fútbol de los Juegos Olímpicos de 1924 y 1928, el Mundial de Uruguay de 1930 y pudo vencer en el Maracaná, en el Mundial de Brasil de 1950, contra todo pronóstico.
Pero eso tiene explicación: el papel fecundo que tuvo el Estado uruguayo en los albores del siglo XX. Uruguay estuvo en la vanguardia del mundo en educación libre, laica, gratuita y obligatoria, con un papel creativo, y allí estuvo integrada la educación física. Sembró campos de deportes en todo el país. Por no hablar de muchas otras cosas: las ocho horas laborales antes que en los Estados Unidos, el voto femenino antes que en Francia, la ley de divorcio sesenta años antes que en España... cosas así. Eso explica cómo un país minúsculo pudo llegar tan alto. Pero el Estado perdió esa energía de cambio, se fue desinflando, y esa falta de continuidad en la vocación creadora del poder público se reflejó en el fútbol. Por eso digo que ya no somos los que éramos.
El futbolista tampoco es lo que era.
Eso es verdad. La gente deposita en ellos una carga enorme. Esto engorda el ego de quienes reciben el elogio multitudinario, pero a la vez representa una carga muy pesada. Hay una cosa muy perversa ahí.
¿Cuál es, puntualmente?
Fabricar ídolos para después voltearlos. Es un cuchillo de doble filo, en definitiva. La gente se reconoce en la alegría de un jugador, cuando gana o juega bien. Pero también los hace responsables de la desdicha colectiva cuando pierde. Porque allí el alma de mucha gente se desinfla.
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Julio Boccalatte


Marcos González Cezer


(redVoltaire)